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Polícia Civil investiga fraude de cerca de R$ 132 milhões em licitações

Operação Ripstop apura, também, uso de documentos falsos, lavagem de dinheiro e promoção e integração de atividade criminosa.

Por G1 PE

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (16), uma operação para investigar crimes de fraudes em licitações, uso de documentos falsos, lavagem de dinheiro e promoção e integração de organização criminosa. A suspeita é de que o valor fraudado em licitações seja de R$ 132 milhões.

A operação Ripstop ocorreu nos municípios do RecifeOlindaPaulista e Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, e em Petrolina, no Sertão.

As investigações tiveram início em março de 2019 e contaram com o apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE). O trabalho foi assessorado pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, com auxílio do Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro.

Ao todo, 110 policiais civis cumpriram 17 mandados de busca e apreensão domiciliar, cinco mandados de suspensão provisória, que proíbem empresas de participar de licitação e 13 mandados para pessoas físicas e jurídicas para impedir o exercício de atividade econômica que implique contratação do poder pública.

Segundo a Polícia Civil, também foram emitidos três mandados de suspensão do exercício de função pública. Foi determinado, ainda, o sequestro de bens e valores de empresas e pessoas investigadas. Os 38 mandados foram expedidos pela Justiça de Petrolina. Os alvos não foram divulgados.

De acordo com a Polícia Civil, o trabalho teve início após uma licitação com indícios de fraude em Petrolina, identificada pelo Tribunal de Contas do Estado. A apuração apontou que houve uma simulação de concorrência de licitação com documentos falsos de empresas diferentes e um mesmo dono.

A partir daí, a Polícia constatou que são cinco empresas de fachada com nomes de “laranjas”, mas que pertencem a um mesmo grupo empresarial. Também foi identificada atuação desse grupo nos quatro municípios onde os policiais cumprem mandados. A estimativa é de que o valor fraudado em licitações tenha sido de R$ 132 milhões.

As investigações apontam, ainda, que os sócios atuavam na lavagem de dinheiro das licitações fraudadas. A prática teria começado em 2007 e, em 13 anos, são 131 licitações suspeitas. Ao todo, foram expedidos 38 mandados pela justiça de Petrolina.

A operação é presidida pelo delegado Diego Pinheiro, do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco).

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