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Marco Antônio cobra que Náutico se imponha ao Avaí, mesmo fora de casa

Por Rômulo AlcoforadoRecife

Um time que joga fora de casa, normalmente, é um time cauteloso. Que espera o adversário tomar a iniciativa para reagir e explorar seus pontos fracos. Ou ao menos que consegue suportar a pressão dos minutos iniciais. De acordo com o meia Marco Antônio, o Náutico não pode se guiar por essa lógica no jogo do próximo sábado, diante do Avaí, no estádio da Ressacada.

– Quem joga em casa, normalmente, tem obrigação de propor o jogo. Porque é difícil sair e propor o jogo na casa do adversário. E é nesse ponto que a gente tem que trabalhar para o jogo de sábado. Temos que fazer um jogo grande, independentemente de ser em casa ou fora – disse.

A mudança de postura decorre da necessidade. Dois pontos fora do G-4, o Náutico precisa derrotar o Avaí – justamente o quarto colocado – para entrar no pelotão de cima da Série B. A vitória é fundamental, já que só faltam três rodadas.

É por isso que Marco Antônio coloca esse jogo como decisivo para as pretensões do Timbu de subir. Caso a vitória não venha, o acesso deve ficar muito complicado.

– Na minha visão, é o jogo do ano para a gente. É o jogo em que a gente pode não precisar mais do resultado dos outros. Se a gente não vencer, vai ficar dependendo de outros resultados (para subir).

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