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Governo da Argentina impede demissões, dá desconto em contribuição e complementará salários

O presidente Alberto Fernández havia decretado isolamento obrigatório no dia 20 de março; ele foi prorrogado até o dia 12 de abril.

Por G1

Rua Florida, ponto comercial em Buenos Aires, vazio no dia 30 de maio de 2020 — Foto: Ronaldo Schemidt / AFP

O governo da Argentina anunciou, nesta quarta-feira (1) medidas econômicas para ajudar as empresas a enfrentar a crise financeira decorrente da pandemia de Covid-19 no país.

Entre as medidas, estão a suspensão da contribuição patronal à Previdência, o auxílio ao pagamento de salário dos empregados de empresas que têm até cem funcionários e também aos prestadores de serviços das companhias maiores.

Os auxílios do governo não valem para as empresas de setores fundamentais, que continuam funcionais mesmo com a pandemia causada pelo novo coronavírus.

Mais cedo, o presidente Alberto Fernández assinou um decreto que proíbe que as empresas demitam seus empregados por causa da falta de trabalho e força maior ou sem justa causa.

O país também prorrogou a quarentena até o dia 12 de abril. Fernández decretou isolamento obrigatório no dia 20 de março.

Segundo o “La Nación”, os empresários vinham pedido ao governo financiamento barato, alívio fiscal e mais intervenção do Estado para atravessar o momento de crise.

A Argentina identificou 1.054 casos de coronavírus até esta quarta-feira. Houve 27 mortes no país.

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