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Apple lança nova atualização do iOS8 sem os erros da anterior

Tela inicial do iPhone rodando iOS 8 (Foto: Divulgação/Apple)

Tela inicial do iPhone rodando iOS 8 (Foto: Divulgação/Apple)

A Apple lançou uma nova atualização de seu sistema operacional para celulares iOS 8, na qual assegura ter solucionado os problemas que ontem lhe obrigaram a retirar do mercado a versão anterior após receber várias queixas dos usuários.

A atualização iOS 8.0.1 teve que ser retirada apenas uma hora após ser colocada à disposição dos usuários por causa dos problemas que estes experimentaram durante a instalação, incluída a desativação do serviço telefônico.

Em comunicado emitido hoje, a Apple garantiu ter solucionado esta questão, reparando o sensor táctil, que permite desbloquear o telefone com as impressões digitais sem usar nenhum código numérico, e os problemas ocasionados pelo portal de aplicativos de saúde HealthKit.

“Pedimos desculpas pelas inconveniências causadas aos usuários de iPhone 6 e iPhone 6 Plus que foram afetados pelo bug de software da atualização iOS 8.0.1”, indicou a Apple na nota.

A empresa calcula que os problemas no iOS 8.0.1 afetaram cerca de 40 mil aparelhos no mundo todo.

Por outro lado, a empresa informou hoje que recebeu nove queixas de usuários que tiveram seu novo iPhone 6 dobrado, mas assegurou que são casos “extremamente raros”, em uma tentativa de aplacar a polêmica suscitada por um vídeo postado na internet no qual um aparelho é deformado aplicando apenas a força das mãos.

 

Da EFE

 

 

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Clones do iPhone 6 têm visual Apple, rodam Android e custam 78% menos

Bordas arredondadas, botão que lê as digitais dos usuários, altura de 13,8 cm, largura de 6,7 cm, peso de 125 gramas e tela de 4,7 polegadas.

A descrição é a do iPhone 6, um dos dois smartphones que a Apple começou a vender na semana passada para frear a sul-coreana Samsung. As características também são as dos assumidamente clones chineses Kiphone i6, Sophone i6 e Goophone i6. Este último, aliás, foi anunciado em julho, antes mesmo de a Apple agendar o evento em que o iPhone 6 foi apresentado oficialmente ao mundo.

As semelhanças param por aí. Cara de um e focinho do outro, os celulares são aparelhos diferentes na parte interna. A começar pelo coração: o iPhone 6 roda o sistema operacional iOS; o Sophone i6 e Goophone i6 vêm equipados com o Android, desenvolvido pelo Google. Escancarando a diferença, a cinturinha do Sophone é de 7,5 mm, algumas gordurinhas a mais do que os 6,9 mm do iPhone 6, que “emagreceu” em relação ao seu antecessor, o iPhone 5s.

A tela dos dois, apesar de ter a mesma dimensão, não é feita do mesmo material: Retina HD, com resolução de 1.334×750 pixels, no da Apple; TFT, com resolução menor, de 960×540 pixels, no da cópia chinesa.

Goophone i6, o clone do iPhone 6, anunciado antes mesmo de o aparelho da Apple ter data para ser vendido. (Foto: Divulgação/Goophone)

O preço é diferente. Um iPhone 6 desbloqueado custa US$ 649 nos Estados Unidos e o Sophone i6 sai por US$ 140 e o Goophone i6, por US$ 199 (ambos são vendidos pela internet). Apesar das cópias impressionarem, os clones dos iPhones já se tornaram um clichê do mundo da tecnologia. Quando lançou o Galaxy, a Samsung foi acusada de imitar o design do aparelho da Apple, que levou a questão à Justiça argumentando ter tido algumas de suas patentes usadas sem consentimento.

O Goophone i6 é especial: um caso raro de cópia que surge antes da original. A Goophone Technology, fabricante do celular, está baseada em Shenzhen, a mesma província chinesa em que funciona uma das plantas no país da Foxconn, terceirizada que produz dispositivos da Apple. O G1 apurou que a indústria de clones começa com os chamados mapas de conceito dos iPhones, um diagrama voltado a engenheiros e designers que lista as ideias presentes no smartphone da Apple.

Goophone i6, o clone do iPhone 6, anunciado antes mesmo de o aparelho da Apple ter data para ser vendido. (Foto: Divulgação/Goophone)

Com o documento em mãos, a Goophone contratou uma companhia de design, que construiu croquis do aparelho. Uma fábrica de moldes produz os chassis; outra entra em cena para fazer uma placa-mãe que se encaixe. Depois disso, teve de encontrar fornecedores de câmera, tela, bateria e outros componentes. A partir daí, teve de fazer a integração.

Apesar de parecer trabalhoso, a localização da companhia é crucial, já que Shenzhen é um polo de fabricantes de insumos para a indústria de celulares. A chinesa equipou o aparelho com o sistema operacional Android, modificado para se parecer com o iOS. Além de liberar gratuitamente o software, o Google permite alterações.

ATUALIZADO 9/9: Evolução do iPhone (Foto: Editoria de arte/G1)

Do G1, em São Paulo

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Empresa usará drones para fazer entregas em ilha na Alemanha

DHL usará drones para fazer entregas em ilha alemã a partir de sexta (26) (Foto: Nikolai Wolff Fotoetage/AP)

DHL usará drones para fazer entregas em ilha alemã a partir de sexta (26) (Foto: Nikolai Wolff Fotoetage/AP)

A empresa de logística DHL começará a usar drones voadores para entregar encomendas em uma pequena ilha da Alemanha a partir desta sexta-feira (26). O robô não tripulado tem quatro hélices e consegue levar encomendas de pequeno porte até a ilha de Juist, onde vivem entre 1,5 mil e 1,7 mil pessoas.

A DHL afirma ser a primeira empresa a usar os drones para entregas na Europa. Em outubro, a previsão é de que os voos sejam diários e eles ajudarão na entrega de pacotes quando as ferrovias e voos, meios típicos de levar encomendas para a ilha, não funcionarem.

Os voos com as encomendas devem demorar entre 15 e 30 minutos. O drone não pode voar acima das casas para evitar reclamações de invasão de privacidade. A DHL planeja usar drones em locais onde não é possível realizar entregas urgentes por conta de fatores como a geografia, por exemplo.

Nos Estados Unidos quem testa a tecnologia para entregas é a Amazon. Embora ainda não tenha previsão de começar a usar robôs para o serviço, ela pode testar seus drones dentro de ambientes fechados e em outros países. Mas a empresa não pode realizar testes de voo de pesquisa e desenvolvimento ao ar livre no Estado de Washington, onde é sediada.

A medida faz parte do “Prime Air”, um programa em rápida expansão da companhia que usa naves não tripuladas de pequeno porte para a entrega de encomendas em 30 minutos ou menos. Para isso, a Amazon está desenvolvendo drones que conseguem voar a uma velocidade de cerca de 80 km/h.

Drone levará entregas pequenas e urgentes e voa usando quatro hélices (Foto: Nikolai Wolff Fotoetage/AP)
Drone levará entregas pequenas e urgentes e voa usando quatro hélices (Foto: Nikolai Wolff Fotoetage/AP)

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Usuários afirmam que iPhone 6 dobra com facilidade

Usuário mostra que é fácil dobrar iPhone 6 com pouca força (Foto: Reprodução/Unbox Therapy)

Usuário mostra que é fácil dobrar iPhone 6 com pouca força (Foto: Reprodução/Unbox Therapy)

O iPhone 6, lançado nos Estados Unidos e em mais 9 países na sexta-feira (19) ganhou sua primeira polêmica. O primeiro telefone com tela grande, de 4,7 polegadas, é o mais fino já criado pela Apple e sua espessura está fazendo com que ele entorte ao ser colocado no bolso da calça.

Na internet, usuários relatam que o iPhone 6 dobra levemente, sem causar quebra da tela, ao ser colocado no bolso traseiro da calça e com o usuário sentando. Outros afirmam que o aparelho dobra ao ser colocado no bolso lateral da calça e com o usuário caminhando ao longo do dia. Outros dizem que apenas ao manipular o aparelho com as mãos ele já dobra levemente.

Um usuário publicou no YouTube um vídeo em que mostra, com pouco esforço, que é possível dobrar o iPhone sem quebrar a tela (assista aqui). Ele usa os dedos para empurrar a parte traseira do aparelho para dobrá-lo.

Ao site Gizmodo”, o engenheiro Jeremy Irons disse que o iPhone foi muito bem construído, mas que a base traseira de alumínio é tudo o que mantém a integridade estrutural do aparelho, o que, por conta de metal ser maleável, ele dobra. Ele aponta que o tamanho maior do iPhone 6 e sua estrutura mais fina – os anteriores eram menores e mais “gordinhos” – permite que haja uma mudança estrutural ao sofrer alguma força.

Até a publicação desta reportagem, a Apple não se manifestou sobre o assunto ou informou se vai substituir os aparelhos que sofreram danos.

 

Do G1, em São Paulo

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Panela inteligente ensina quem não sabe cozinhar

Panela inteligente ensina quem não sabe cozinhar (Foto: BBC)

Panela inteligente ensina quem não sabe cozinhar (Foto: BBC)

Se você é daqueles que recorrem a comida congelada ou a restaurantes por não ser bom na cozinha, esta pode ser a sua chance. (Clique aqui para assistir ao vídeo)

Um empreendedor do Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, está buscando financiamento para uma panela inteligente, que contém três sensores e um chip de computador que se comunicam com um aplicativo para telefones através de dispositivo bluetooth.

A panela, chamada “Smartypan” mede quantidades dos ingredientes e ajuda o cozinheiro a acertar na mão.

O criador da panela, Rahul Baxi, tenta recursos para levar a ideia adiante através de um site de financiamento coletivo.

Panela inteligente ensina quem não sabe cozinhar (Foto: BBC)
Panela inteligente ensina quem não sabe cozinhar (Foto: BBC)
Da BBC

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Emissão global de gás carbônico atinge recorde em 2013

Número é 2,3% maior que o do ano anterior, e o crescimento foi influenciado principalmente pelos três principais poluidores do mundo: China, EUA e Índia / Foto: ReproduçãoNúmero é 2,3% maior que o do ano anterior, e o crescimento foi influenciado principalmente pelos três principais poluidores do mundo: China, EUA e ÍndiaFoto: Reprodução

 

O ano de 2013 registrou mais um recorde global na emissão de gás carbônico. Segundo números apresentados por cientistas neste domingo (21), as emissões subiram para 39,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono pela queima de carvão, petróleo e gás. Esse número é 2,3% maior que o do ano anterior, e o crescimento foi influenciado principalmente pelos três principais poluidores do mundo: China, EUA e Índia.

Glen Peters, cientista norueguês da equipe internacional do Projeto Carbono Global, que acompanha e calcula as emissões globais todo ano, alertou que o mundo “está na direção errada”. Os resultados foram publicados em três artigos nos jornais Nature Geoscience e Nature Climate Change.

Para esse ano, a equipe de cientistas projetou um aumento nas emissões de dióxido de carbono em 2,5%. A estimativa é que essa tendência continuará nos próximos anos, e que em 30 anos essas emissões serão responsáveis por aumentar a temperatura média do mundo em cerca de 1,1 grau. Em 2009, líderes mundiais alertaram que esse nível é perigoso e prometeram não chegar a esse ponto. “O tempo está ficando curto. Quanto mais nós não fazemos nada, mais provavelmente nós iremos atingir essa barreira em 2040 e alguma coisa”, alertou Pierre Friedlingstein, um dos principais autores dos estudos.

Na terça-feira, mais de 100 líderes mundiais se reunirão na Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU) para discutir como reverter essa tendência de aumento nas emissões. Em números absolutos, o crescimento foi de 778 mil toneladas de emissão de dióxido de carbono em 2013. Mais da metade disso, ou 415 mil toneladas, veio da China, onde o crescimento de 2012 para 2013 foi de 4,2%. Os chineses alcançaram uma emissão total de 10,998 milhões.

Nos EUA, onde as emissões de carbono haviam recuado em quatro dos últimos cinco anos, desta vez foi registrado um aumento de 2 9% nas emissões, para 5,769 milhões de toneladas. Na Índia, o crescimento foi maior, de 5,1%, para 2,653 milhões de toneladas.

Um número próximo a 20 países cortaram suas emissões de gás carbônico no ano passado, dos cerca de 200 que fazem parte do levantamento. As principais reduções foram registradas na Europa sendo que a maior queda foi na Espanha.

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Sonda da Nasa chega a Marte após 10 meses de viagem

Concepção artística mostra a sonda Marven já na órbita do planeta Marte (Foto: Divulgação/Nasa)

Concepção artística mostra a sonda Maven já na órbita do planeta Marte (Foto: Divulgação/Nasa)

A sonda americana Maven chegou esta noite à órbita de Marte, após uma longa viagem de dez meses, de acordo com a agência espacial americana, a Nasa. A missão tem o objetivo de descobrir o que levou o planeta a perder grande parte de sua atmosfera no passado.

A Maven (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) partiu da Terra em novembro do ano passado e viajou 711 milhões de quilômetros, ao custo de US$ 671 milhões, entrou na órbita de Marte aproximadamente às 23h25 deste domingo (21), no horário de Brasília.

Uma vez na órbita provisória, começará um período de cinco semanas para a calibragem dos instrumentos da Maven. Em seguida, a sonda entrará em uma órbita elíptica definitiva de quatro horas e meia, que lhe permitirá realizar observações de todas as latitudes e camadas da atmosfera superior de Marte, com altitude variável de 150 km a 6.000 km.

A Missão Maven tratará de responder de onde veio toda a água que havia em Marte em um passado distante, assim como o dióxido de carbono (CO2). São questões importantes para se compreender a história do planeta, de seu clima e da possibilidade de vida.

Maven conta com oito instrumentos, entre eles um espectrômetro de massas para determinar as estruturas moleculares dos gases atmosféricos, e um sensor SWEA (Solar Wind Electron Analyzer), que analisará o vento solar. A sonda de 2,45 toneladas foi lançada em novembro de 2013 de Cabo Cañaveral, Flórida.

Sonda Maven, que fará missão em Marte, é lançada de Cabo Canaveral, na Flórida (Foto: Michael Berrigan/Reuters)
Sonda Maven decolou em 18 de novembro de 2013 de Cabo Canaveral, na Flórida (Foto: Michael Berrigan/Reuters)
Do G1, em São Paulo

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Lançamento do iPhone 6 foi marcado por filas, histeria e protestos

Fila para comprar iPhone deu voltas em Hong Kong. (Fotos: AFP).

O novo iPhone 6 começou a ser vendido nesta sexta (19) em diversos países do mundo. Por causa do fuso-horário, consumidores em cidades da Ásia e Oceania foram os primeiros a receber o aparelho. Todo o espetáculo que envolve o lançamento do smartphone se repetiu: longas filas, histeria e protestos.

Um grupo em Hong Kong colocou um gigantesco cartaz na fachada de um prédio para protestar contra a situação degradante dos funcionários que trabalham montando iPhones no Sudeste Asiático. Chamando o aparelho de “iSlave” (iEscravo), os manifestantes alertavam contra o desrespeito aos direitos humanos em fábricas onde o produto é montado. Outros protestos estão organizados para acontecerem ao longo de toda esta sexta, como Los Angeles, São Francisco e Estocolmo.

O recorde de espera foi da Austrália, primeiro país a receber o aparelho. Jovens em Sidney ficaram 10 dias na fila para comprar o produto. E o primeiro comprador do país deixou o celular cair no chão durante uma entrevista para a TV. O público na fila reagiu com um urro de espanto seguido de gargalhadas.

 

O iPhone 6 ainda não tem prazo para chegar ao Brasil, mas a Apple anunciou que o aparelho chegará a 115 países até o final do ano.

Filas gigantes em Paris.

Comprados posando como "herói" por ser o primeiro da Alemanha a ter um iPhone 6.

Em Singapura até uma mulher grávida aguardou horas para comprar o aparelho (ao menos estava sentada). :)

Usuária japonesa fez "orelha de coelhos" de iPhones.

Mais filas para comprar iPhone no Japão.

Um dos primeiros usuários do iPhone em Tóquio.

Fila para comprar iPhone deu voltas em Hong Kong. (Fotos: AFP).

Protestos em Hong Kong.

Manifestante comparou montadores de iPhones a escravos.

A fila dando voltas em Hong Kong.

"iSlave 6" diz o cartaz em Hong Kong.

Filas de consumidores em Paris.

 

 

 

MundoBit

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Telefónica fecha compra da GVT

Telefónica e a Portugal Telecom foram multadas em 79 milhões de euros  (Foto: Reuters)

Telefónica compra a brasileira GVT (Foto: Reuters)

O grupo francês Vivendi anunciou nesta sexta-feira (19) que o conselho da empresa autorizou a venda da filial brasileira GVT para a espanhola Telefónica.

No fechamento da operação, o grupo espanhol controlará 92,5% da empresa resultante da integração da Telefónica Brasil com a GVT, enquanto cerca de 7,5% ficará nas mãos da Vivendi.

Ambas companhias negociavam com exclusividade desde o dia 29 de agosto a compra e venda da GVT, empresa pela qual também se interessou a Telecom Italia.

Para controlar a GVT, a Telefónica vai desembolsar 4,66 bilhões de euros para a Vivendi, que, além disso, receberá 12% do capital social da sociedade resultante da integração da Telefônica Brasil e da GVT.

Segundo informa Vivendi em uma nota, dessa quantia em dinheiro será preciso descontar dívida bancária no valor de 450 milhões de euros.

A companhia lembra que a operação está submissa à aprovação por parte das autoridades de competência e estima que será concluída definitivamente no final do primeiro semestre de 2015.

Em paralelo, a Vivendi aceitou a oferta da Telefónica para comprar 1,11 bilhão de ações ordinárias que tem da Telecom Italia e que representam atualmente uma participação de 8,3% do capital com direito a voto da companhia italiana, equivalente a 5,7% de seu capital social.

Em troca, a Vivendi entregará à espanhola 4,5% da sociedade resultante da integração da Telefónica Brasil e da GVT.

O pagamento com dinheiro se financiará por meio de uma ampliação de capital da Telefónica Brasil, na qual a Telefônica participará mediante outra ampliação.

Recentemente, o presidente da Telefônica, Cessar Alierta, confirmou o interesse de sua companhia em sair de Telecom Italia, um objetivo que alcançou com a operação brasileira, embora seu fechamento se diferirá três anos, uma vez que em julho Telefónica emitiu bônus a três anos obrigatoriamente passíveis de troca por ações da Telecom Italia no valor de 750 milhões de euros.

Em comunicado, a Telefónica ressaltou hoje que a integração com a GVT gerará sinergias de, pelo menos, 4,7 bilhões de euros.

A nova Telefônica Brasil consolidará sua liderança como operador integrado de comunicações do país, líder no segmento móvel e de banda larga, com cobertura nacional e um perfil de cliente de alto valor.

A GVT conta com uma importante rede de nova geração com mais de 10,4 milhões de lares em 21 estados brasileiros e mais de 2,5 milhões de clientes de banda larga.

 

 

Da EFE

 

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Apple não irá mais acessar iPhones e iPads sem autorização do usuário

Novo iOS será lançado nesta quarta-feira (17) (Foto: Divulgação/Apple)

iOS 8 foi lançado na quarta-feira (17) (Foto: Divulgação/Apple)

A Apple anunciou na quarta-feira (17) que o iOS 8, nova versão do seu sistema operacional móvel, impede a empresa de acessar iPhones e iPads que estejam protegidos por senha. A medida é uma resposta às acusações contra a Apple de violação de privacidade e colaboração com o governo norte-americano e a Agência de Segurança Nacional (NSA).

Em comunicado, a empresa indicou que, “ao contrário de seus concorrentes”, renunciou à possibilidade de acessar diretamente os aparelhos dos usuários sem precisar de senha, algo que podia ser feito até então. Para impedir-se o acesso aos dispositivos e às contas dos usuários sem dispor das correspondentes senhas pessoais, a Apple modificou seu sistema de encriptação.

“Desta maneira, não é tecnicamente possível para nós dar resposta às ordens do governo para extrair dados de aparelhos que funcionem com o sistema operacional iOS 8”, explicou a empresa.

Esta melhora na segurança protege da própria companhia – e, portanto, do governo – toda informação que possa ser armazenada nos dispositivos ou contas da Apple, tais como fotografias, e-mails, contatos, históricos de ligações, mensagens e conteúdos multimídia.

A nova medida inscreve-se em um esforço da empresa para responder às vozes que lhe acusam de ter colaborado, junto com outras gigantes tecnológicas, com o governo americano e a Agência de Segurança Nacional (NSA) quando lhe pediram dados de usuários.

Por outro lado, e no marco desse esforço para tomar distância das acusações de colaboração com o governo dos EUA, a Apple informou hoje que só facilitou dados à Administração de “menos de 0,00385%” dos usuários de seus dispositivos.

 

 

Da EFE

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