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Alienígena? Criatura parecida com um chupacabra aparece na Bolívia

Gabriela Bulhões

Olhar Digital

Alguns moradores da Bolívia testemunharam um acontecimento bem incomum ao ver passeando uma criatura desconhecida e parecida com um chupacabra. A mídia local chamou de “avistamento incomum de OVNIs” e o fato ocorreu na cidade de Santa Cruz. De acordo com a população, o suposto alienígena passeou pelo lugar, pairando sobre as casas e também andou por terra firme.

Segundo os relatos das testemunhas ao jornal argentino El Tribuno, o alien teria saído de sua aeronave e passeado pela cidade de Monteagudo, antes de decolar. A descrição da criatura lembra o ser mítico conhecido como chupacabra com cerca de 30 centímetros de altura.

Antes mesmo de aparecer, os moradores afirmam terem visto um feixe de luz brilhando no céu. Após passear pela cidade, o suposto alienígena embarcou de volta em sua nave e foi embora.

Os únicos vestígios de sua visita curiosa foram diversos círculos na grama. Uma das testemunhas, Javier Aliaga disse ao jornal El Tribuno que ouviu um “estrondo como um trovão” quando o que seria a nave da criatura passou pelo céu.

Segundo os dados National UFO Reporting Center, o número de avistamentos de alienígenas aumentou nas últimas semanas. Os relatos de espaçonaves alienígenas nos Estados Unidos cresceram em média de 1.000 a 7.200 em 2020. Inclusive, os avistamentos não confirmados teve um aumento de 1000 em comparação com o ano passado, o qual havia batido o marco de mais de 7.200 ocorrências de possíveis OVNIs nos céus. 

Fonte: Republic World

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Mercosul assina acordo sobre comércio eletrônico

Karol Albuquerque

Olhar Digital

Os países integrantes do Mercosul assinaram um acordo de comércio eletrônico para facilitar transações digitais entre as nações. Além disso, o texto acordado proíbe barreiras comerciais sobre o segmento, como tarifas sobre downloads e exigências sobre servidores. A cerimônia aconteceu na sede da Secretaria do Mercosul, em Montevidéu, capital uruguaia, na quinta-feira (29).

Os obstáculos ficam impedidos em quatro países do bloco: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Para os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores, o acordo aprofunda a integração regional. Afinal, o marco jurídico regula um tema cada vez mais relevante do comércio global.

Assim, os países não podem exigir que prestadores de serviços digitais instalem servidores em território nacional, algo já abolido em boa parte do planeta. Por exemplo: uma plataforma brasileira não precisa ter computadores na Argentina para atender aos consumidores do país vizinho.

Apenas instituições financeiras precisam seguir a exigência, como determinado pelos Bancos Centrais dos membros do Mercosul. O acerto prevê ainda a proibição a tarifas sobre downloads, streaming e compras em lojas de aplicativos que sejam incompatíveis com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A aceitação de assinaturas digitais nos países do Mercosul, o alinhamento das normas nacionais de proteção ao consumidor online com as regras do bloco e a adoção e manutenção de marcos legais de proteção de dados pessoais e a proteção contra spam são outros pontos do acordo. O tratado se baseou nas recomendações mais avançadas de fóruns internacionais como o G20 e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“Este é um passo importante no aprofundamento e modernização do bloco, que se realiza no contexto do trigésimo aniversário da assinatura do Tratado de Assunção”, destacou a Presidência Pro Tempore Argentina no bloco. Os uruguaios fizeram coro, reforçando a modernização. Eles também citaram as oportunidades empresas de diversos portes, principalmente pequenas e médias.

Os argentinos, representados pelo embaixador Mariano Kestelboim, também declararam que a assinatura do acordo “mostra a vocação dos países do Mercosul para para dar respostas concretas sobre um tema de indiscutível importância e relevância econômica”.

“Quase ninguém duvida que o comércio eletrônico continuará a crescer com vigor nos próximos anos e que, consequentemente, terá um papel crescente na economia internacional criando oportunidades e benefícios para empresários, trabalhadores, consumidores, empresas, instituições e outros atores da sociedade”, completou.

Além do argentino, participaram da cerimônia de assinatura o chanceler do Uruguai, Francisco Bustillo, e os embaixadores Bruno de Risios Bath, do Brasil, Didier Olmedo, do Paraguai, e Ana Inés Rocanova, do Uruguai. Também esteve lá o brasileiro Luiz Gonzaga Coelho Júnior, diretor da Secretaria do Mercosul.

Via: Agência Brasil / Mercosul

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Cápsula Crew Dragon é primeira a pousar no escuro desde Apollo 8

Karol Albuquerque

Olhar Digital

Depois de vários adiamentos, os astronautas da Crew-1 finalmente vão voltar à Terra. A saída da cápsula Crew Dragon, da SpaceX, deve sair da Estação Espacial Internacional (ISS) às 21h35 (horário de Brasília), deste sábado (1º). Assim, a amerissagem (pouso na água) vai acontecer na água pela primeira vez desde 1968.

“Esse será a primeira amerissagem de uma espaçonave tripulada dos Estados Unidos à noite desde a chegada da Apollo 8 antes do amanhecer, no Oceano Pacífico, no dia 27 de dezembro de 1968, com os astronautas da NASA Frank Borman, Jim Lovell e Bill Anders”, disse a agência espacial, em comunicado.

Há 53 anos, o voo Apollo 8 realizou a primeira órbita ao redor da Lua. Foi a segunda missão tripulada do Programa Apollo e a primeira na história da humanidade a deixar a órbita terrestre baixa e retornar. A espaçonave foi lançada com o foguete Saturno V, no dia 21 de dezembro de 1968.

Oito anos depois, cosmonautas da Rússia precisaram retornar à Terra à noite. A missão espacial Soyuz 23, com os tripulantes Vyacheslav Zudov e Valeri Rozhdestvensky, teve problemas na acoplagem com a estação espacial russa Salyut 5. Eles decolaram no dia 14 de outubro de 1976 e voltaram dois dias depois, pousando no meio de uma nevasca no Lago Tengiz, congelado, no Cazaquistão. A dupla precisou esperar o resgate durante horas.

Agora, o pouso da espaçonave Crew Dragon “Resilience”, da SpaceX, está programado, agora, para as 3h57 deste domingo (2). A amerissagem acontece na costa de Panama City, na Flórida, bem no Golfo do México, seis horas e meia após a partida.

Michael Hopkins, Victor Glover, Shannon Walker e Soichi Noguchi, membros da Crew-1. Imagem: NASA/Divulgação

Atraso na volta da Crew Dragon

A tripulação da da Crew-1 sofreu com adiamentos no retorno à Terra por causa do clima desfavorável, com ventos fortes na região acima dos limites estabelecidos para uma volta seguro. A missão é composta pelos astronautas norte-americanos Victor Glover, Mike Hopkins e Shannon Walker e o japonês Soichi Noguchi, da Jaxa.

Eles passaram seis meses no espaço e tinham o retorno marcado, incialmente, para o dia 28 de abril, a última quarta-feira. Os quatro astronautas foram treinados para um retorno à noite. No mês de janeiro, a SpaceX trouxe de volta uma cápsula de carga em uma amerissagem noturna.

O retorno da Crew Dragon será transmitido ao vivo pelo YouTube da Nasa. A transmissão começa às 19h (horário de Brasília).

A Estação Espacial Internacional está com sua lotação máxima, com 11 tripulantes à bordo. Além dos quatro da Crew-1, estão na ISS três da Soyuz-MS 18 (Mark Vande Hei, da Nasa, e Oleg Novitskiy e Pyotr Dubrov, da Roscosmos) e quatro da Crew-2 (Akihiko Hoshide, da Jaxa, Shane Kimbrough e Megan McArthur, da Nasa, e Thomas Pesquet, da ESA).

Via: Phys.org / Space

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China planeja missão espacial para além do sistema solar

Kaique Lima

Olhar Digital

A China anunciou que tem planos de envias duas sondas em uma missão espacial que deverá ir para além das fronteiras do nosso sistema solar. Caso tenham sucesso em seu planejamento, os asiáticos serão a segunda nação a conseguir lançar uma missão interestelar

O anuncio foi feito por Wu Weiren, designer-chefe do Programa de Exploração Lunar da China, que detalhou que a viagem deve ser parte das comemorações do 100º aniversário da Revolução Popular da China, que será comemorado em 2049. Para cumprir esse prazo, os chineses precisam lançar as espaçonaves em até três anos, ou não conseguirá sair da nossa vizinhança a tempo. 

Até o momento, somente os Estados Unidos conseguiram deixar o nosso sistema solar. Os estadunidenses já lançaram cinco objetos que foram para além da nossa estrela. As mais conhecidas são as sondas das missões Voyager, que carregam discos de ouro com sons da Terra, incluindo barulhos da natureza e músicas. 

Busca pela hegemonia

Para cumprir sua missão, as sondas chinesas precisariam viajar a cerca de 100 unidades astronômicas, sendo que uma delas é a distância média entre a Terra e o Sol, até o ano do aniversário da revolução capitaneada por Mao Zedong. Um eventual sucesso nessa missão ajudaria a China a crescer em sua busca pela hegemonia na exploração espacial. 

Do ponto de vista de pesquisas, chegar à fronteira entre a heliosfera e o espaço interestelar, que fica em torno de 100 vezes a distância entre a Terra e o Sol. Isso permitiria aos chineses estudarem o espaço entre as estrelas em primeira mão, o que pode nos proporcionar um melhor entendimento tanto da nossa, quanto das galáxias próximas à nossa. 

Com informações do Futurism 

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Cientistas usam tecnologia inovadora para filmar lulas gigantes

Kaique Lima

Olhar Digital

Cientistas da Associação para Pesquisa e Conservação dos Oceanos usaram uma tecnologia inovadora para filmar uma lula gigante viva no fundo do marO estudo inclui uma série de vídeos em que é possível ver o animal, que é bastante tímido e difícil de aparecer aos humanos, em seu habitat natural

O Architeuthis dux, conhecido popularmente como lula gigante, é a maior espécie de invertebrado conhecida, podendo atingir até 14m de comprimento. Este animal foi o responsável pela criação da lenda do “Kraken”, um animal mitológico que seria capaz de arrastar marinheiros até o fundo do oceano e até de afundar navios.

Olhos gigantes

Apesar de seu tamanho avantajado e longos e sinuosos tentáculos, as lulas gigantes vivem em profundidades de mais de 400m, onde a luz solar quase não chega. Para conseguir se adaptar a essa escuridão, os moluscos desenvolveram olhos que podem atingir 30cm de diâmetro, os maiores do mundo animal, com sensibilidade o suficiente para enxergar mesmo com uma luz muito fraca.

Com olhos deste tamanho, esses animais, que são bastante ariscos, conseguem detectar submarinos e câmeras subaquáticas para se esconder deles. Para conseguir projetar uma câmera que não fosse vista pela lula gigante, a equipe coordenada por Edith Widder usou luzes vermelhas bem fracas no lugar das luzes brancas brilhantes usadas na maioria dos dispositivos. 

As lulas não conseguem enxergar a luz vermelha, o que fez dessas câmeras praticamente invisíveis para esses moluscos. 

A isca

Além de se camuflar, os pesquisadores também precisaram atrair os gigantes e também usaram sua excelente visão para isso. Apesar de evitarem a luz branca, as lulas costumam caçar animais com a habilidade de produzir luz própria. Então, a equipe de Widder decidiu criar a e-Jelly, uma imitação de água-viva com uma série de neons azuis. 

A combinação das luzes vermelhas com a e-Jelly foi fundamental para filmar as lulas gigantes pela primeira vez. As imagens foram captadas em águas profundas na costa do Japão e dos Estados Unidos, além de outras imagens de animais bem menores, com cerca de 1m de comprimento, mas não menos interessantes, que foram flagrados no Caribe.

Essa tecnologia inovadora para captação de imagens em águas muito profundas pode ser ainda mais desenvolvida e ajudar biólogos marinhos a filmarem espécies que vivam no mais profundo dos mares. Isso é importante para conseguir detalhar melhor o comportamento dessas espécies e como elas evoluíram para habitarem ambientes tão inóspitos.

Além disso, os pesquisadores acreditam que poderão aferir como espécies de águas profundas estão reagindo às mudanças ocasionadas pelas mudanças climáticas. Um exemplo disso é a própria lula gigante, um animal que desconhecemos a forma como se adapta ao aquecimento das águas e à poluição marinha. 

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Até o espaço profundo: Nasa quer lançar sonda para estudar nosso sistema solar

Redação

Olhar Digital

NASA planeja o lançamento de uma nova espaçonave, atualmente chamada de Interstellar Probe, ou Sonda Interestelar, para viajar a mil unidades astronômicas, o equivalente a mil vezes a distância da Terra ao Sol. A expectativa é aprender mais sobre como nossa heliosfera se formou e como ela evolui.

As espaçonaves Voyager 1 e Voyager 2, lançadas na década de 70, foram os primeiros objetos lançados pelo homem a deixar o sistema solar e alcançar o limite da heliosfera, que é a bolha de plasma que envolve os planetas do nosso sistema.

As Voyagers descobriram os limites da bolha, mas deixaram os cientistas com muitas dúvidas sobre como o Sol interage com o meio interestelar local.

O planejamento da nova missão envolve uma equipe de cerca de 500 cientistas, engenheiros e entusiastas de todo o mundo.

A sonda deve fazer “imagens” de nossa heliosfera usando átomos energéticos neutros e até observar a luz de fundo extragaláctica dos primeiros tempos da formação da Via Láctea, algo que não pode ser visto da Terra.

A heliosfera também é importante porque protege nosso sistema solar dos raios cósmicos galácticos de alta energia. O Sol está viajando em nossa galáxia, passando por diferentes regiões do espaço interestelar.

A missão pode ser lançada no início de 2030 e levar cerca de 15 anos para atingir o limite da heliosfera, bem rápido em comparação com as Voyagers, que levaram 35 anos para chegar lá. Atualmente a missão está planejada para durar mais de 5 décadas.

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Vídeo mostra homem com ‘skate voador’ em ruas dos EUA

O engenheiro Hunter Kowald é responsável pelo projeto, mas produto ainda não está à venda. Internautas fizeram comparação com o filme “De volta para o futuro 2”.

Por G1

Um vídeo que circula nas redes sociais mostram um homem fazendo um sobrevoo com um aparelho movido por hélices nas ruas de Los Angeles, nos Estados Unidos. No meio do trânsito, o veículo lembra aquele “skate voador” do filme “De volta para o futuro 2”.

A invenção é do engenheiro Hunter Kowald, que trabalha no desenvolvimento do veículo, conhecido como hoverboard. Internautas fizeram comparações com o skate de Marty McFly nos cinemas.

É possível ver que o modelo lembra um tipo de drone no qual o condutor vai “surfando” em cima dele. De acordo com seu criador, o modelo conta com dois motores elétricos que ajudariam o veículo a pousar com segurança, caso ocorra uma falha em um deles.

Pessoa voa em “skate” com hélices no meio do trânsito — Foto: Reprodução/Youtube

O hoverboard de Kowald pode levar até 227 kg de carga, chegando ao peso total de 340 kg quando carregado.

Recentemente, este tipo de veículo já ganhou formas de moto voadora ou carro voador, dependendo do jeito que leva o ocupante. No vídeo abaixo, Kowald mostra outro teste do modelo:

Hoverboard lembra skate de "De volta para o futuro 2" — Foto: Reprodução/YouTube

Hoverboard lembra skate de “De volta para o futuro 2” — Foto: Reprodução/YouTube

Recorde com hoverboard no Guinness

No caso do “skate voador”, a empresa Omni Hoverboards é outra que já divulgou imagens de testes com produto similar.

Em 2015, a Omni bateu o recorde do Guinness com o voo mais longo em um hoverboard, no Canadá, se deslocando por 275,9 metros sobre um lago.

Hoverboard da Omni em estádio de futebol em Portugal, em 2017 — Foto: Divulgação

Hoverboard da Omni em estádio de futebol em Portugal, em 2017 — Foto: Divulgação

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Reconhecimento facial deve ser banido, diz regulador de privacidade da UE

Órgão de vigilância de privacidade disse que tecnologia causa “intrusão profunda e não democrática” na vida das pessoas. No Brasil, Cufa suspendeu uso do sistema após polêmica.

Por Reuters

O reconhecimento facial deve ser proibido na Europa por causa de sua “intrusão profunda e não democrática” na vida privada das pessoas, disse na semana passada a Autoridade Europeia para a Proteção de Dados (AEPD), órgão de vigilância da privacidade da União Europeia.

Os comentários foram feitos dois dias depois que a Comissão Europeia propôs um projeto de regras que permitiria o uso do reconhecimento facial para procurar crianças desaparecidas, criminosos e pessoas em casos de ataques terroristas.

O tema tem sido debatido em diversos locais do mundo, inclusive no Brasil. Nesta segunda-feira (27), Central Única das Favelas (Cufa) anunciou que interrompeu o uso de um sistema de reconhecimento facial que autenticava beneficiários cadastrados para o recebimento de doações.

A decisão ocorreu após repercussão negativa com ativistas levantando questões sobre proteção de dados e preocupações com o uso da tecnologia.

Projeto na União Europeia

O projeto, que precisa ser discutido com os países da UE e o Parlamento Europeu, é uma tentativa da Comissão de definir regras globais para a inteligência artificial (IA), tecnologia dominada pela China e pelos Estados Unidos.

A AEPD disse que lamentava que a Comissão não tivesse atendido ao seu apelo anterior para proibir o reconhecimento facial em espaços públicos.

“Uma abordagem mais rígida é necessária, já que a identificação biométrica remota, em que a IA pode contribuir para avanços sem precedentes, apresenta riscos extremamente altos de intrusão profunda e não democrática na vida privada dos indivíduos”, disse o órgão de vigilância da privacidade em comunicado.

“A AEPD focará, em particular, no estabelecimento de limites precisos para as ferramentas e sistemas que podem representar riscos à proteção de dados e à privacidade, que são direitos fundamentais.”

As propostas da Comissão geraram críticas de grupos que defendem os direitos civis, preocupados com as brechas que podem permitir que governos autoritários abusem de inteligência artificial para reprimir os direitos das pessoas.

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Supostos OVNIs em forma de pirâmide seriam apenas um efeito óptico

Por Marcelo Zurita,Editado por André Lucena

Olhar Digital

Nos últimos dias, tem gerado polêmica um vídeo liberado pelo Pentágono de supostos objetos voadores não identificados (OVNIs). O vídeo foi gravado em 2019 a partir do destroyer USS Russell da Marinha Americana, e mostra objetos triangulares piscando acima do navio. No momento da gravação, o USS Russel participava de exercícios militares no Oceano Pacífico, próximo à costa oeste americana.

O Pentágono confirmou a autenticidade do vídeo e disse não haver identificado qual objeto aparecia nele. Isso foi suficiente para muita gente achar que, finalmente, havíamos registrado pela primeira vez uma nave alienígena visitando nosso planeta. Mas conforme veremos aqui, as pirâmides voadoras daquele vídeo são na verdade, artefatos ópticos, tão fáceis de reproduzir que você mesmo pode criar o seu próprio vídeo autêntico de um OVNI.

Para isso, você vai precisar de:

  • Uma câmera que tenha uma lente com boa abertura, ou um celular com uma dessas lentes que acoplam no aparelho,
  • Fita isolante preta,
  • Uma tesoura, e
  • Um avião.

Calma. O avião não precisa ser seu e você nem precisa sequestrá-lo. Só precisamos que ele passe próximo a você durante a noite.

Corte pedaços de fita isolante e cole na frente da lente, deixando apenas uma abertura triangular. Com isso, está pronto seu dispositivo de gravação de OVNIs.

Se sua câmera tiver lente com controle de abertura, configure ela para a maior abertura. Dessa forma, se você apontar a câmera para um ponto de luz e desfocar a lente, verá uma “mágica” acontecer: os pontos de luz tornam-se triângulos, iguais as pirâmides voadoras filmadas na costa americana.

Agora, é só esperar passar o avião, com suas luzes piscando e filmar ele com a lente fora de foco. Não é difícil perceber que as luzes do avião piscam de forma idêntica ao vídeo dos OVNIs. Isso porque seguem um padrão internacional da aviação.

Obviamente que haverá diferenças nos vídeos porque o vídeo americano foi feito provavelmente com uma câmera de visão noturna, muito mais sensível e cara também. Esse tipo de equipamento utiliza um tubo intensificador de imagem, que consiste basicamente de um dispositivo que capta os fótons e os converte em elétrons, que são amplificados e bombardeados em uma tela de fósforo, que transforma de volta esses elétrons em fótons, mas em uma intensidade maior que captada. Este tubo pode ser acoplado em um binóculo ou monóculo para observação direta, ou em uma câmera, entre a lente e o sensor. A imagem de saída desse tubo é monocromática e esverdeada, da mesma forma como mostrada no vídeo liberado pelo Pentágono.

Outra diferença é que o provável avião no vídeo do USS Russel parece bem mais alto, mas ainda assim aparece bem luminoso no vídeo graças ao tubo intensificador que torna o equipamento bem mais sensível. Muitas vezes, a sensibilidade é tão alta que chega a ofuscar a imagem facilmente. Isso leva, em alguns casos, os operadores dessas câmeras a cobrir parcialmente a entrada de luz com fita isolante, da mesma forma como orientamos aqui nesse texto, e isso pode ser a causa do artefato triangular observado no vídeo.

O fenômeno óptico que produz esse artefato é conhecido pelos fotógrafos como bokeh, e é utilizado para destacar objetos ou áreas de interesse, desfocando outras partes da imagem. Quanto maior a abertura da lente, maior o bokeh, e cada ponto de luz fora de foco, se torna um disco, ou, assume a forma da abertura do anteparo que bloqueia a passagem da luz através da lente.

Esse anteparo, geralmente é o diafragma da lente, cuja forma depende basicamente da quantidade de lâminas que ele tem. A maioria das lentes tem um diafragma de 6 lâminas, que gera um bokeh hexagonal. Outras têm 15 lâminas com um bokeh praticamente circular. Mas também existem lentes outras quantidades de lâminas menos comuns, inclusive algumas com diafragma de 3 lâminas, gerando um padrão triangular de bokeh.

Independente de como ele foi gerado, o efeito do bokeh é identificado facilmente por qualquer fotógrafo mais experiente que analise o vídeo dos OVNIs. Tanto que isso foi percebido de forma independente por várias pessoas ao redor do mundo, como o norte-americano Mick West, e o brasileiro Alexsandro Mota. Uma das evidências é que duas estrelas aparecem na imagem com o formato triangular e na mesma orientação que os triângulos do possível avião.

Então podemos afirmar que o objeto filmado era, sem dúvida, um avião? Não, mas considerando que a região onde o registro foi feito tem um tráfego aéreo bastante intenso, podemos afirmar que a probabilidade do USS Russell ter filmado apenas um avião fora de foco é muito grande.

Se não temos certeza que é um avião, há uma chance de ser uma nave alienígena? Não. Talvez possa ser um helicóptero ou um drone. Mas a chance de ser uma espaçonave extraterrestre é tão pequena, que para considerarmos ela, deveríamos cogitar também a possibilidade de ser um carro voador do futuro, ou um anjo de luz. Definitivamente, não foi dessa vez.

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Nasa planeja sua próxima missão interestelar

Rafael Rigues

Olhar Digital

As espaçonaves Voyager 1 e Voyager 2, lançadas na década de 70, foram os primeiros objetos lançados pelo homem a deixar nosso sistema solar e alcançar o limite da heliosfera, a bolha de plasma que o envolve e é afetada pelo vento solar.

As Voyagers descobriram os limites da bolha, mas deixaram os cientistas com muitas dúvidas sobre como nosso Sol interage com o meio interestelar local. Seus instrumentos fornecem dados limitados, deixando lacunas críticas em nosso entendimento desta região.

A NASA e seus parceiros estão agora planejando uma nova espaçonave, atualmente chamada de Interstellar Probe (Sonda Interestelar), para viajar muito mais fundo no espaço, a 1.000 unidades astronômicas (UA, equivalente a 1.000 vezes a distância da Terra ao Sol) de nossa estrela, com a esperança de aprender mais sobre como nossa heliosfera se formou e como ela evolui.

“A Sonda Interestelar irá para o espaço interestelar local desconhecido, onde a humanidade nunca chegou antes”, diz Elena Provornikova, chefe de heliofísica da Sonda Interestelar do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins (APL) em Maryland, nos EUA. “Pela primeira vez, tiraremos uma foto de nossa vasta heliosfera de fora para ver como é a casa do nosso sistema solar.”

A equipe liderada pelo APL, que envolve cerca de 500 cientistas, engenheiros e entusiastas, formais e informais, de todo o mundo, tem estudado quais tipos de investigações a missão deve planejar. “Existem oportunidades científicas verdadeiramente notáveis ​​que abrangem heliofísica, ciência planetária e astrofísica”, diz Provornikova.

Alguns mistérios que a equipe espera resolver com a missão incluem: como o plasma do sol interage com o gás interestelar para criar nossa heliosfera; o que está além de nossa heliosfera; e como o que nossa heliosfera se parece.

A missão planeja fazer “imagens” de nossa heliosfera usando átomos energéticos neutros e talvez até “observar a luz de fundo extragaláctica dos primeiros tempos da formação da Via Láctea, algo que não pode ser visto da Terra”, diz Provornikova.

Os cientistas também esperam aprender mais sobre como nosso Sol interage com nossa galáxia, o que pode então oferecer pistas sobre como outras estrelas na galáxia interagem com suas vizinhanças interestelares, diz ela.

A heliosfera também é importante porque protege nosso sistema solar dos raios cósmicos galácticos de alta energia. O Sol está viajando em nossa galáxia, passando por diferentes regiões do espaço interestelar, diz Provornikova.

Atualmenete ele está no que é chamado de nuvem interestelar local, mas pesquisas recentes sugerem que pode estar se movendo em direção à borda da nuvem, após o que entraria na próxima região do espaço interestelar – sobre a qual nada sabemos. Essa mudança pode fazer nossa heliosfera ficar maior ou menor, ou alterar a quantidade de raios cósmicos galácticos que entram e contribuem para o nível de radiação de fundo na Terra, diz ela.

Este é o último ano de um “estudo de conceito pragmático” de quatro anos, no qual a equipe têm investigado que estudos poderiam ser realizados com essa missão. No final do ano a equipe entregará um relatório à NASA que descreve o potencial científico, exemplos de cargas úteis de instrumentos e exemplos de espaçonaves e projetos de trajetórias para a missão. “Nossa abordagem é definir o menu do que pode ser feito em uma missão espacial como essa”, diz Provornikova.

A missão poderia ser lançada no início de 2030 e levaria cerca de 15 anos para atingir o limite da heliosfera – um ritmo rápido em comparação com as Voyagers, que levaram 35 anos para chegar lá. Atualmente a missão está planejada para durar 50 anos ou mais.

Fonte: European Geosciences Union

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