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Tênis é criado a partir de airbags e couro de volante

Tênis da Asics tem uma pegada voltada para o ecológico, sendo feito a partir de tecido reciclado de airbags e de sobras de couro de volante

Ronnie Mancuzo  

Olhar Digital

Um novo tênis está sendo lançado pela famosa marca de artigos esportivos Asics a partir de materiais inusitados: vindos de airbags. A ideia da empresa com essa versão especial do modelo Gel-Sonoma 15-50 tem tudo a ver com sustentabilidade.

O tênis é fruto de uma parceria da Asics com a Toyoda Gosei, uma divisão da japonesa Toyota que fabrica itens automotivos. Sob a marca Re-S Eco, a empresa também fabrica produtos diversos à base de material reciclado de componentes que produz para carros.. como airbags.

Tênis também tem couro reciclado

Airbags são itens que precisam ser resistentes e flexíveis para os momentos em que precisam atuar nos acidentes de trânsito, protegendo as pessoas dentro de um veículo. A escolha do tecido deles para ir no tênis é, de certa forma, curiosa.

Mas faz sentido, já que o componente tem estrutura para suportar as demandas de uso diário nos pés. O material também é leve, algo que ajuda na hora da pessoa se movimentar. Por sua vez, o solado do tênis é feito de couro de volante – também reciclado do excesso de materiais utilizados na fabricação. Ele oferece aderência e durabilidade, além de ser resistente à água.

Restos de tecido de airbag e couro de volante são considerados difíceis de reciclar. Mas a Toyoda Gosei vem conseguindo transformar esses materiais em bolsas, estojos para canetas e outros produtos.

O novo tênis da Asics em parceria com a divisão da Toyota vai começar a ser vendido no mercado japonês a partir do dia 26 de janeiro. Em uma conversão direta, ele vai custar cerca de R$ 670.

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Petrobras investe R$ 76 milhões em novo supercomputador

O Gaia irá aprimorar o processamento de imagens sísmicas, obterá reproduções em alta definição das camadas de rochas em subsuperfície

Por William Schendes, editado por Adriano Camargo  

Olhar Digital

A Petrobras investirá R$ 76 milhões em um novo supercomputador. Chamado de Gaia, ele irá atender demandas de alto desempenho na computação da empresa. A máquina irá aperfeiçoar tecnologias para pesquisas relacionadas à geofísica utilizadas nos campos de pré-sal, onde estão 74% da produção da empresa.

 O objetivo será utilizar o supercomputador para aprimorar o processamento de imagens sísmicas, técnica que produz imagens tridimensionais do interior da terra. Dessa forma será possível obter reproduções em alta definição das camadas de rochas em subsuperfície, de uma forma mais ágil e com maior precisão.

“O Gaia será utilizado para desenvolver novas tecnologias em geofísica, com foco especial na geração de imagens e modelos de subsuperfície. A precisão gerada pelo estudo geofísico dos modelos desenvolvidos com estas novas tecnologias aumenta a probabilidade de sucesso na hora de escolher uma área e prever o comportamento da rocha durante a perfuração de um poço”, diz Fernando Borges, diretor de Exploração e Produção de Petrobras.

Paulo Palaia, diretor de Transformação Digital da Petrobras, explica que o supercomputador utilizará “técnicas Least Squares e FWI Elástico, além de aplicações utilizando aprendizado de máquina (Machine Learning)”. O Least Squares Imaginis (Imageamento por Quadrados Mínimos) é uma técnica para construir imagens otimizadas, e tecnologia de FWI elástico é usada reconstruir propriedades físicas das camadas de rochas como presença de água, gás e óleo. 

pegasus
Supercomputador Pegasus da Petrobras começou a funcionar esse ano. (Imagem: Divulgação/ Petrobras)

Em 2022, a companhia anunciou o investimento no Pégaso, o quinto maior supercomputador da indústria petrolífera mundial. A máquina começou a operar nesse ano e deu o 1º lugar em computadores de alto desempenho e eco eficiência da América Latina para a Petrobras.

O Gaia terá um processamento de 7,7 petaflops, o equivalente a 1,5 milhão de celulares. O consumo energético de 574 KW é equivalente a uma cidade com 2.400 habitantes. A previsão é que a máquina comece a operar ainda no primeiro trimestre de 2023 no Centro de Pesquisas Desenvolvimento e Inovação (Cenpes).

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“Modo silencioso” do Instagram ajuda você a fazer uma pausa do aplicativo

Recurso promete ajudar a diminuir uso do app

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

Instagram anunciou, nesta quinta-feira (19), que está expandindo sua seleção de ferramentas de gerenciamento de tempo com o lançamento de novo recurso “Modo Silencioso”.

O recurso visa reduzir ansiedade dos usuários em tirar uma folga do aplicativo, silenciando notificações recebidas, respondendo automaticamente a DMs e definindo seu status como “No modo silencioso” para informar aos amigos que você não está ativo no aplicativo no momento. A empresa disse que solicitará aos usuários adolescentes que ativem o recurso se estiverem usando o aplicativo tarde da noite.

A atualização é uma das várias mudanças lançadas hoje, que também incluem ferramentas de controle parental expandidas e outras ferramentas para gerenciar recomendações.

Os lançamentos ocorrem enquanto o Instagram trabalha para tornar seu aplicativo menos alvo de reguladores e legisladores preocupados com os possíveis danos da mídia social, principalmente para usuários adolescentes.

Até o momento, o Instagram adicionou vários recursos de segurança para adolescentes, incluindo aqueles para proteger a privacidade dos adolescentes e reduzir o contato adulto indesejado, limitar o direcionamento de anúncios, restringir o acesso dos adolescentes a conteúdo adulto e outros para ajudar os pais a monitorar e gerenciar o uso do Instagram por seus filhos adolescentes por meio de controles dos pais.

Imagem: Instagram

O Modo Silencioso junta-se a um punhado de outras ferramentas de gerenciamento de tempo de tela que o Instagram agora oferece, incluindo controles diários de tempo gasto que permitem que as pessoas rastreiem o uso do aplicativo e enviem alertas para si mesmas, para configurar lembretes de “faça uma pausa” após sessões individuais do aplicativo se estenderem além de uma determinada quantidade de tempo e várias ferramentas para pausar, adiar e deixar de seguir páginas, grupos e pessoas para ajudar a reduzir ainda mais o envolvimento com conteúdo viciante ou indesejado.

Com o novo recurso, no entanto, a ideia não é apenas apresentar ferramenta que leva os usuários a fazer uma pausa. Em vez disso, ele se concentra nos impactos do mundo real que acompanham a tentativa de se afastar um pouco de um aplicativo que você usa regularmente – e onde os outros esperam que você esteja disponível.

Para os jovens em particular, o Instagram cresceu e se tornou uma ferramenta popular de mensagens – tanto que a empresa lançou nos últimos anos duas variações diferentes de aplicativos de comunicação autônomos, Direct e Threads (este último foi encerrado em 2021).

Embora o envio de mensagens como sua própria experiência separada não tenha funcionado para o Instagram, as mensagens continuam sendo um atrativo importante para o aplicativo principal. Para os usuários mais assíduos do Instagram, isso significa que não responder DMs é igual a ignorar mensagens de texto – é algo considerado rude, embora alguns adolescentes admitam que a expectativa de estar constantemente disponível pode ser estressante.

Com o Modo Silencioso, os usuários do Instagram podem optar por fazer uma pausa – para estudar, dormir ou se desconectar. É como o equivalente do Instagram a desligar a luz das mensagens instantâneas, para quem se lembra da era do AIM e do ICQ. Quando você sai do Modo Silencioso, o aplicativo oferece um resumo do que você perdeu durante o tempo de inatividade para ajudá-lo a se atualizar.

Com informações de TechCrunch

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Como pequenas e médias empresas podem aumentar sua resiliência cibernética e evitar ataques de ransomware

Poucas são as pequenas e médias empresas (PMEs) que percebem correr o mesmo risco, se não mais, que as grandes empresas

Por Redação, editado por Adriano Camargo 

Olhar Digital

Ransomware – uma ameaça da qual estamos cada vez mais cientes e da qual queremos ficar longe. Afeta todos os setores e os ataques estão aumentando em frequência e sofisticação o tempo todo. No entanto, poucas são as pequenas e médias empresas (PMEs) que percebem correr o mesmo risco, se não mais, que as grandes empresas. Na verdade, no período de janeiro a abril de 2022, as pequenas e micro empresas (PMEs) brasileiras enfrentaram um crescimento de 41% em ciberataques, principalmente em relação a três tipos: o roubo de senhas corporativas, ataques via rede e a invasão da rede que explora o trabalho remoto.

Parte do que desperta interesse pelos cibercriminosos é que as pequenas e médias empresas retêm uma grande quantidade de informações confidenciais, por exemplo desde registros médicos a contas bancárias, todas as quais os cibercriminosos podem vender ou reter como resgate. Isso pode causar mais problemas às empresas do que apenas o custo inicial de um ataque de ransomware, que deve ser incapacitante, mas elas podem estar sujeitas a multas adicionais se as leis de confidencialidade forem violadas. Acrescente a isso a perda de confiança do cliente de que muitas PMEs dependem para competir com empresas maiores e, então, será possível ter uma imagem mais clara de como um ataque pode ser devastador.

À medida que as PMEs continuam a adotar uma série de novas tecnologias em suas jornadas de transformação digital, essa ameaça só aumentará. Desde a transição para a nuvem até o uso de plataformas SaaS (Software as a Service) para facilitar o acesso remoto para trabalho híbrido, cada vez mais dispositivos estão agora expostos à Internet. Então, como as PMEs podem aumentar sua resiliência cibernética para evitar um ataque de ransomware?

Uma empresa criminosa com retornos exorbitantes

Em geral, os cibercriminosos têm aumentado a aposta em termos de frequência e sofisticação dos ataques de ransomware. O ransomware é preferido por muitos, pois é rápido de implantar e oferece retornos lucrativos. Em ataques de ransomware, os cibercriminosos obtêm acesso aos dados de alto valor e os criptografam para que a vítima não possa acessá-los sem que eles forneçam o código de desbloqueio em troca de dinheiro. Às vezes, muito dinheiro, geralmente na forma de criptomoeda não rastreável.

De fato, em 2021, foi relatado que ataques de ransomware globalmente resultaram em empresas desembolsando um total de US$ 49 milhões. E não esqueçamos, aqui estamos lidando com criminosos, então não há garantia de que os dados serão desbloqueados assim que o resgate for pago, pois eles poderão voltar para pedir mais. Alguns cibercriminosos podem até tentar aumentar as apostas instigando um ataque de extorsão duplo ou mesmo triplo, em que eles vazam alguns dos dados roubados para aumentar a pressão ou pedir dinheiro aos indivíduos afetados.

Alvos fáceis

A mudança para o trabalho remoto apenas adicionou combustível ao fogo, e os atacantes estão cientes do aumento da superfície de ataque que as PMEs agora apresentam e dos orçamentos de segurança cibernética mais baixos aos quais elas geralmente têm acesso. Isso as torna um alvo fácil para hackers que podem acessar dados valiosos sem alguns dos obstáculos comuns em organizações maiores, muitas das quais possuem uma equipe de segurança cibernética dedicada e mais recursos para implementar a mais recente tecnologia de detecção e prevenção de ameaças.

As pequenas e médias empresas precisam entender que não apenas provavelmente enfrentarão um ataque de ransomware, mas também que o impacto de qualquer ataque pode ter um efeito desproporcionalmente maior sobre elas em comparação com organizações maiores. Em outras palavras, embora o valor financeiro de um ataque de ransomware possa ser muito maior para uma grande empresa, eles têm os recursos para se recuperar, enquanto para uma PME isso pode colocá-la fora do mercado da noite para o dia.

Como os ataques são instigados?

O ransomware é mais comumente distribuído por e-mails de phishing, que dependem de capturar alguém em um momento agitado e convencer essa pessoa a tomar uma decisão imprudente. Os hackers geralmente usam uma marca confiável ou falsificam o endereço de e-mail de um colega para dar credibilidade à mensagem.

Os atacantes solicitarão à vítima que clique em um link fraudulento que pode implantar um ransomware. Outras técnicas podem envolver engenharia social, por meio da qual o hacker coleta informações sobre uma vítima para construir um relacionamento com ela para obter suas credenciais de login que o cibercriminoso usará para iniciar um ataque.

A maioria das empresas menores terá alguma forma de proteção de endpoint para seus laptops, servidores e desktops, mas muitas vezes os dispositivos IoT, como câmeras de segurança, não serão protegidos. Com mais pessoas usando seus celulares pessoais e iPads para trabalhar, quantos deles têm alguma forma de segurança móvel instaladas neles? Não muitos, de acordo com um recente relatório constatando que 80% de todos os BYOD em uma empresa não são gerenciados.

Basta um dispositivo, seja um smartphone, tablet ou laptop, e apenas um funcionário para baixar um arquivo malicioso ou clicar em um link fraudulento e toda a rede corporativa estará disponível. Antes que se perceba, o ransomware é implantado, e a vítima está bloqueada de seus sistemas, incapaz de negociar e a privacidade do cliente perdida. Como resultado, é importante que as PMEs se envolvam com seus funcionários e os conscientizem sobre o risco para reduzir a probabilidade de serem vítimas de um golpe.

Como as PMEs podem se proteger?

Tudo começa com a melhoria da resiliência. Primeiro, todas as organizações devem estar no topo dos patches de segurança e distribuí-los para todos os funcionários e dispositivos assim que estiverem disponíveis. Qualquer atraso pode ser uma janela de oportunidade para um cibercriminoso. É fundamental que os processos internos sejam aprimorados para que essas atualizações possam ser feitas de forma rápida e eficiente. Em segundo lugar, certificar-se de que os backups não estejam conectados ao servidor principal.

Frequentemente, as empresas são iludidas por uma falsa sensação de segurança porque têm um backup em algum lugar, mas, em muitos casos, elas são salvas no mesmo servidor que todos os outros dados, o que significa que todos ficarão disponíveis durante um ataque. Em vez disso, as organizações devem ter um backup de rede totalmente isolado e externo para que, quando estiverem se recuperando de um ataque de ransomware, os funcionários possam acessar arquivos importantes que lhes permitam continuar com as operações diárias.

Como o orçamento geralmente pode ser um obstáculo para as PMEs, deve ser uma prioridade reduzir o número de soluções existentes e consolidar em uma única plataforma ou fornecedor antes de implementar qualquer nova tecnologia. Isso ocorre porque as organizações geralmente dependem de vários fornecedores terceirizados para proteger diferentes áreas de seus negócios, adicionando defesas duplicadas desnecessariamente.

Ao reduzir o número de fornecedores envolvidos, isso reduzirá o custo total de propriedade (TCO), diminuirá a superfície de ataque e fornecerá uma visão unificada de toda a rede, tornando mais fácil detectar qualquer atividade incomum.

Período de mudança

O ransomware é um problema crescente e não mostra sinais de desaceleração. Como resultado, as PMEs precisam estar se preparando agora antes que um ataque ocorra. À medida que começam a planejar esse novo período de mudança, é importante que não tratem sua estratégia de segurança cibernética como algo isolado.

A PME precisa ser ágil para poder se adaptar à medida que as ameaças mudam. Os métodos que os hackers usam estão em constante evolução e, como tal, as empresas precisam estar preparadas para mudar sua abordagem no mesmo ritmo. É essencial que isso se torne uma prioridade para cada PME porque qualquer atraso trará um resultado devastador.

Eduardo Gonçalves é country manager da Check Point Software Brasil

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Novo mapa da Via Láctea revela mais de 3,3 bilhões de objetos e detalhes inéditos da nossa galáxia

Catálogo pode ser considerado o maior do tipo até então.

Por Roberto Peixoto, g1

Uma nova imagem com detalhes sem precedentes da Via Láctea foi lançada nesta quinta-feira (19)para marcar a segunda fase de uma das maiores pesquisas de rastreio da galáxia da qual o nosso Sistema Solar faz parte .

Como resultado do levantamento gigantesco, que levou dois anos para ser concluído, cerca de 3,32 bilhões de objetos foram identificados, o que pode ser considerado o maior catálogo do tipo até então.

Por causa desse número hercúleo, um link foi divulgado para que astrônomos e o público possam explorar em detalhes todo o conjunto de dados, que cobre desde berçários de estrelas até nuvens de poeira e gás.

O estudo, que produziu mais de 10 terabytes de informação, foi encabeçado pela Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NSF), e utilizou dados da Câmera de Energia Escura do Observatório Interamericano Cerro Tololo (CTIO) do Chile.

Localizado nos Andes, a mais de 2.200 metros de altitude, o CTIO é um dos mais poderosos complexos de telescópios astronômicos do mundo e, justamente por causa dessa sua posição, seus instrumentos fornecem a astrônomos uma visão privilegiada do céu do Hemisfério Sul.

“Imagine uma foto de grupo de mais de três bilhões de pessoas e cada indivíduo é reconhecível!”, disse Debra Fischer, diretora da divisão de Ciências Astronômicas da NSF.

“Os astrônomos vão se debruçar sobre este retrato detalhado de mais de três bilhões de estrelas da Via Láctea até as próximas décadas”.

Em 2017, o mesmo grupo de pesquisadores divulgou o primeiro conjunto de dados da pesquisa, mas, na época, “apenas” 2 bilhões de objetos foram mapeados.

Nesta quarta (18), em um comunicado, os cientistas informaram que, desta vez, mais de 21.400 exposições individuais do céu do Hemisfério Sul foram feitas para capturar o plano galáctico.

Com isso, os cientistas afirmam que conseguiram catalogar cerca de 6,5% de todo o céu noturno.

“Uma das principais razões para o sucesso [desse projeto] é que simplesmente apontamos para uma região com uma densidade extraordinariamente alta de estrelas e tivemos o cuidado de identificar fontes que aparecem quase umas sobre as outras”, disse Andrew Saydjari, aluno de pós-graduação da Universidade de Harvard e principal autor do estudo, publicado nesta semana no Astrophysical Journal Supplement.

“Fazer isso nos permitiu produzir o maior catálogo de todos os tempos a partir de uma única câmera, em termos do número de objetos observados”, acrescentou Saydjari.

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Vendas no mercado de PCs caem 16% em 2022

No último trimestre a queda nas remessas foi ainda maior, com 28,5%

Por William Schendes, editado por Adriano Camargo 

Olhar Digital

A demanda global por PCs sofreu uma forte queda ao longo de 2022, comparada ao ano anterior. De acordo com levantamento da Canalys e Gartner, as remessas de computadores chegaram a 286,2 milhões, o que representa uma queda de 16% em relação ao último ano.

No quarto trimestre de 2022 a redução alcançou até 28,5% comparado ao mesmo período de 2021.

O levantamento mostra que nenhuma empresa teve resultados positivos no quarto trimestre de 2022.

Das três primeiras empresas, a Lenovo lidera entre as que tiveram mais remessas. Na sequência estão HP, Dell, Apple e Asus. Das três empresas, a Dell foi a que mais sofreu com a queda, atingindo uma perda de 37%, a HP teve uma queda de 29,1% e a Lenovo com 28,6%.

De acordo com Mikako Kitagawa, analista-diretor do Gartner, o aumento de inflação e altas taxas de juros impactaram na demanda de PCs.

“Como muitos consumidores já têm PCs relativamente novos que foram comprados durante a pandemia, a falta de acessibilidade está substituindo qualquer motivação para comprar, fazendo com que a demanda por PCs caia para o nível mais baixo em anos”, disse o analista.

Kitagawa também observa que a demanda de PCs corporativos também foi afetada pela desaceleração econômica. 

“A demanda de PCs entre as empresas começou a cair no terceiro trimestre de 2022, mas o mercado agora mudou de suavidade para deterioração. Os compradores corporativos estão estendendo os ciclos de vida dos PCs e atrasando as compras, o que significa que o mercado empresarial provavelmente não voltará a crescer até 2024”.

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Marte: Perseverance flagra helicóptero Ingenuity em dunas de areia

Dispositivo estava “descansando”

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

O rover Perseverance da NASA acabou de ter outro vislumbre de seu primo robótico pioneiro.

O Perseverance, do tamanho de um carro, tirou uma foto recentemente do helicóptero Ingenuity enquanto o helicóptero de 1,8 quilos sentava-se no topo de uma duna de areia do Planeta Vermelho.

“O #MarsHelicopter e eu estamos mais próximos do que nunca, e adivinhe quem eu vi descansando em uma duna entre os voos. Você acredita que a Ingenuity está se preparando para o vôo #39?” disse a equipe do Perseverance via Twitter na quarta-feira (11), em post que trazia uma foto do pequeno helicóptero.

Com informações de Space.com

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Relatório pede à NASA que melhore a coordenação das parcerias internacionais da Artemis

Pedido se deve para, entre outros, redução dos custos da missão

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

O inspetor-geral da NASA, Paul Martin, diz que a agência precisa fazer melhor trabalho de coordenação de parcerias internacionais da missão Artemis e superar obstáculos, como controle de exportação.

Um relatório de terça-feira (17) do Gabinete do Inspetor-Geral (GIG) encontrou fortes interesses internacionais na Artemis, o qual a NASA pode usar para reduzir o custo total dos esforços para levar os humanos de volta à Lua.

Este interesse, segundo o relatório, é evidente por meio de contribuições que alguns países estão realizando com as missões Artemis, bem como via o Acordo da Artemis, assinado por 23 nações e delineando melhores práticas para uma exploração espacial sustentável.

“Dado o potencial científico e exploratício que a Lua e Marte têm, a missão Artemis atraiu significante interesse das agências espaciais ao redor do mundo”, reforça o relatório.

É interessante observar que, em outubro de 2022, a NASA assinou 54 acordos relacionados à Artemis com outras agências espaciais e governos. 23 deles foram em conluio com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a JAXA, a agência japonesa, enquanto os demais foram assinados com outros 14 países.

Contudo, o relatório indica que a coordenação desses acordos foi feito de forma improvisada, com base em nenhuma “estratégia abrangente” para gerenciar requerimentos e expectativas. “A falta de uma aproximação coordenada faz ser difícil para a NASA gerenciar expectativas a respeito de uma contribuição de um colaborador internacional em potencial e cria confusão sobre o que eles deveriam contribuir”, concluiu o GIG.

O relatório realizou um contraste com o gerenciamento com a Estação Espacial Internacional (ISS), que tem estrutura detalhada de painéis para coordenar as funções dos parceiros internacionais, gerenciado por um acordo governamental ou um IGA (Intergovernamental Agreement, ou Acordo Intergovernamental, em tradução livre).

Enquanto o IGA da ISS está sendo usado para gerenciar contribuições para o acesso à Lua, tanto a NASA como seus parceiros concordam que este acordo não pode ser estendido para atividades adicionais da Artemis.

Um maior desafio à cooperação internacional que apareceu no relatório é o controle de exportação. O GIG afirmou que a implementação dos controles de exportação dos EUA “rotineiramente limita as colaborações com a Artemis com parceiros internacionais e inibe futuras colaborações”.

Um exemplo é que as regulações do controle de exportação torna difícil para os astronautas dos parceiros da NASA de participarem de projetos relacionados à Artemis, exceto quando formalmente convidados para uma missão. O relatório notou ainda que a JAXA não enviou nenhum astronauta à Central Espacial Johnson para prepará-los para as missões à Lua por conta do acesso limitado de dados, mesmo com esta missão sendo um programa multinacional e com contribuições japonesas.

A NASA está, ainda, sendo prejudicada por confusa rede de diferentes regulações de controle de exportação que regem os componentes que recaem sobre a Administração de Regulação de Exportação (ARE) supervisionado pelo Departamento de Comércio e o mais restritivo Regulamento de Tráfico Internacional de Armas (ITAR) supervisionado pelo Departamento de Estado.

Cápsula Orion
Artemis 1: cápsula Orion quebra recorde de voo da Apollo 13 (Imagem: NASA)

Em um exemplo, tanto o módulo de serviço europeu para a espaçonave Orion quanto um adaptador para conectá-lo ao módulo de tripulação da Orion são classificados separadamente como EAR. Mas, quando o módulo de serviço e o adaptador são combinados, o hardware se enquadra no ITAR.

Apesar desses desafios, o relatório do OIG concluiu que havia benefícios de custo para parcerias internacionais no Artemis, citando estudo da Aerospace Corporation que descobriu que os projetos da NASA com contribuições internacionais tiveram menos crescimento de custo do que aqueles sem tais parcerias.

O relatório concluiu que a NASA deveria fazer mais para aproveitar o compartilhamento de custos, descobrindo que apenas 6% dos custos das três primeiras missões Artemis recairão sobre parceiros internacionais, contra 25% dos custos para operar o segmento americano da ISS. “Com o atual perfil orçamentário da NASA projetando US$ 93 bilhões em custos da Artemis entre os anos fiscais de 2012 e 2025, uma participação mais eficaz de parceiros internacionais e estratégias de gerenciamento de custos posicionariam melhor a NASA para atingir seus objetivos de longo prazo da Artemis.”

O relatório fez dez recomendações à NASA sobre maneiras de melhorar a coordenação com parceiros internacionais no Artemis, incluindo mudanças no controle de exportação.

A NASA aceitou todos eles, exceto um que pedia “análise detalhada de lacunas e estimativa de custo” para missões além da Artemis 4, dizendo em resposta incluída no relatório que o esforço geral da Artemis não foi “limitado de forma a acomodar a realização de estimativa de custo defensável em campanha de várias décadas”.

O OIG divulgou o relatório no mesmo dia de uma reunião do Conselho Consultivo da NASA, que inclui a colaboração internacional como uma de suas “áreas de foco prioritário”. Os membros do comitê não discutiram o relatório na reunião e geralmente elogiaram a NASA por seus esforços para trazer parceiros internacionais para a Artemis.

“O objetivo da Artemis é ser a maior coalizão de parceiros espaciais da história”, disse Kay Bailey Hutchison, ex-senadora e embaixadora dos EUA na OTAN. “Todo o trabalho que está sendo feito vai tornar isso uma realidade.”

Função de gateway dos Emirados Árabes Unidos

O relatório do GIG também parecia confirmar indiretamente um papel dos Emirados Árabes no Portal lunar. Funcionários da NASA dizem há meses que estão em negociações com um país não identificado para fornecer um módulo de eclusa de ar para o projeto, contribuição originalmente atribuída à Rússia antes que o país optasse por não participar do esforço.

Um relatório de dezembro do The National, publicação dos Emirados Árabes, afirmou que a Boeing estava “trabalhando ativamente” com o governo dos Emirados Árabes no projeto de eclusa de ar para o projeto. Nem a NASA, nem o governo dos Emirados Árabes confirmaram essas discussões.

O relatório do GIG também afirmou que a NASA estava em negociações com um “parceiro internacional” não identificado para fornecer módulo de eclusa de ar para o projeto para lançamento no final desta década.

Em outra tabela do relatório listando várias parcerias internacionais, a Agência Espacial dos Emirados Árabes é identificada como oferecendo “contribuições potenciais” para o projeto, designação dada a nenhuma outra agência. Em apêndice do relatório, a Agência Espacial dos Emirados Árabes listou a “produção de eclusas” como capacidade emergente.

Com informações de Space News

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Brasil está entre os dez países que mais investem em criptos

A cada dia, mais pessoas estão optando por investir em ativos virtuais como criptomoedas, inclusive no Brasil

Por Redação, editado por Nick Ellis 

* Por Tayná Carneiro

Olhar Digital

Nos últimos anos tem se falado muito sobre o crescimento do mercado financeiro e sobre como cada dia mais pessoas estão investindo, estudando e pesquisando sobre a área, principalmente quando os investimentos são em criptomoedas. O Brasil está entre os dez países que mais investem em ativos virtuais e, apesar de serem de alto risco, também geram altos rendimentos.

As criptos são ativos virtuais, sendo as mais conhecidas o bitcoin e a ethereum. Suas capitalizações são em dólares e variam de $148,85 a $321,75. Os investimentos em criptomoedas acontecem de forma a haver uma negociação direta com a corretora ou exchange, elas aceitam o pagamento com criptomoedas na compra de cotas de fundos.

Tayná Carneiro, CEO da Future Law, compartilha que Criptoativos são a nova fronteira do mercado brasileiro. “Seja por meio de ativos virtuais, como NFTs, seja por meio de novos modelos de negócios e também de corretoras, há um interesse crescente no mercado financeiro, que se reflete em ações e discussões governamentais recentes no âmbito do BACEN e da CVM. Ainda que sob regulação, é um mercado que merece atenção e também cautela”.

Recentemente entrou em vigor a lei que regulamenta o setor de criptomoedas no Brasil, entre as principais mudanças propostas estão, poder identificar a introdução de um novo tipo de estelionato no Código Penal, atribuindo reclusão de 4 a 8 anos e multa para quem organizar, gerir, oferecer ou distribuir carteiras, ou intermediar operações envolvendo ativos virtuais, valores mobiliários ou quaisquer ativos financeiros com o fim de obter vantagem ilícita em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício ardil ou qualquer outro meio fraudulento.

Jean Marc Sasson, Head da área de Regulação e Novas tecnologias do Lima Feigelson Advogados, explica que a motivação de ordem penal está relacionada ao potencial de utilização de criptoativos em atividades criminosas, como lavagem de dinheiro ou ocultação de valores, ou como forma de remuneração por atividades ilícitas. “A segunda motivação, de ordem consumerista, está ligada à vulnerabilidade dos consumidores que estariam “inadvertidamente expostos a riscos financeiros significativos e sem proteção legal alguma”. Dessa forma, um dos objetivos da regulação do setor é oferecer uma maior proteção e segurança jurídica aos investidores e ao mercado”, comenta o especialista.

Ainda de acordo com Jean, uma das fragilidades do Marco Legal foi não recepcionar a demanda do mercado de obrigar a segregação patrimonial entre as empresas e os investidores, aspecto que gerou, por exemplo a quebra da corretora FTX, à época a segunda maior do mundo, ocasionando prejuízos bilionários aos investidores.

* Tayná Carneiro é CEO da Future Law

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Instagram: usuários reclamam de onda de curtidas por perfis fakes eróticos

Contas mostram supostas mulheres com perfis repletos de imagens pornográficas e descrições que prometem mais imagens explícitas ou “sexo anônimo”. Especialista vê spam para sites de namoro e encontros.

Por g1

Usuários do Instagram têm reclamado de uma onda de contas fakes eróticas que interagem com stories e enviam mensagens privadas.

As contas mostram supostas mulheres com perfis repletos de imagens pornográficas e descrições que prometem mais imagens explícitas ou “sexo anônimo”, junto de links indicando onde conseguir essas propostas. As mensagens estão escritas em inglês e português.

Em uma publicação no Twitter, um usuário mostrou fotos das novas seguidoras e ironizou: “Todo dia essas queridas curtindo meus stories melhorando o engajamento”, escreveu.

A publicação viralizou, com mais de 65 mil curtidas e 17 mil retweets em pouco mais de um dia.

Problema geral

As respostas à publicação mostraram que os problemas se repetem:

  • os perfis falsos curtem diversos stories;
  • alguns chegam a reagir às publicações e enviar mensagens privadas;
  • não adianta bloquear dezenas, outros aparecem nas publicações seguintes.

Alguns usuários também relataram que se viram obrigados a tornar as contas privadas para acabar com a intrusão. Ou seja, impedir que qualquer usuário possa seguir o perfil e visualizar stories sem ter recebido permissão antes.

O objetivo dos fakes é atrair os usuários para serviços de namoro e encontro, diz Thiago Ayub, especialista no desenvolvimento de ferramentas de segurança digital e diretor de tecnologia na Sage Networks.

“É mais uma das ‘N’ técnicas de Spam, uma das formas que os bots encontraram de furar a bolha e conseguir a atenção de alguém: dar like em posts.”

O que diz o Instagram

Em nota, o Instagram afirmou que é muito importante manter as interações genuínas e que trablha arduamente para manter a comunidade livre de fake.

Dedicamos recursos significativos para combater perfis que promovam este tipo de comportamento em nossas plataformas e, quando detectados, consideramos todas as opções aplicáveis, incluindo a suspensão e remoção das contas”, afirmou a empresa.

A rede social também afirmou no comunicado que encoraja os usuários a denunciarem quaisquer contas ou atividades suspeitas e relembrou os passos de como relatar esses perfis.

Veja como denunciar contas falsas no Instagram:

  • Toque em “…” na parte superior direita do perfil;
  • Toque em Denunciar;
  • Selecione “O conteúdo é inadequado” e, depois, “Denunciar conta”;
  • Selecione a opção “Está fingindo ser outra pessoa”.

Vale ressaltar que também é possível bloquear a conta e outros perfis futuros que aquele usuário criou.

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