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NUVEM DE TAGS

Shell construirá unidades móveis de reabastecimento para avião de hidrogênio

Lucas Berredo  

Olhar Digital

O avião movido a hidrogênio ainda parece um sonho distante, considerando regulamentações e protocolos, além do preço e da disponibilidade do componente. A Shell, no entanto, é uma das defensoras da solução, ao fechar a construção de duas unidades de reabastecimento móvel em escala comercial para a desenvolvedora de aeronaves a hidrogênio anglo-americana ZeroAvia.

Com cinco anos de existência, a startup se prepara para os primeiros testes de voo de sua aeronave Dornier-228 adaptada a um trem de força movido a hidrogênio e eletricidade, o ZA600. Os testes acontecerão nas instalações da jovem companhia em Hollister, centro-sul da Califórnia (EUA).

A ZeroAvia desenvolveu o trem de força de 600 kW como parte do projeto HyFlyer II, apoiado pelo governo britânico. A empresa planeja começar as operações com o avião movido a hidrogênio até 2024, inicialmente para viagens de 800 km. Dois Dornier serão utilizados como testes: um no Reino Unido e outro na Califórnia. As unidades da Shell serão adotadas em ambos.

“O setor de aviação tem desafios únicos na descarbonização e precisa de soluções práticas e escaláveis”, disse o diretor geral sobre hidrogênio da Shell, Oliver Bishop, em comunicado oficial. “A tecnologia da ZeroAvia é uma opção viável, e este acordo nos permitirá demonstrar o fornecimento bem-sucedido de fornecimento de hidrogênio com baixo teor de carbono, apoiando o desenvolvimento de códigos, padrões e protocolos de reabastecimento para aviação movida a hidrogênio.”

Primeiro gasoduto de hidrogênio na Europa

Ainda neste ano, a ZeroAvia também apresentou um gasoduto de hidrogênio com 100 m de comprimento no aeroporto de Cotswolds, sudoeste da Inglaterra — o primeiro do tipo na Europa, segundo a companhia. Junto a um eletrolisador e um reabastecedor móvel, ele será usado para os próximos testes de voo.

A startup, aliás, não quer apenas desenvolver versões mais poderosas do trem de força, mas realizar a transição do hidrogênio gasoso para o líquido no futuro. Isso permitirá a implementação da tecnologia de célula de combustível em aeronaves maiores.

Como parte da estratégia, a ZeroAvia planeja também desenvolver um caminhão de reabastecimento de hidrogênio líquido em grande escala. A United Airlines e o grupo Alaska Air apoiam o projeto.

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Grupo que coordena implantação do 5G propõe à Anatel adiar prazo de início da tecnologia em capitais

Edital previa disponibilização do 5G nas capitais até 31 de julho. Grupo recomendou à Anatel que prazo seja adiado para 29 de setembro por falta de equipamentos para ‘limpeza’ de faixa.

Por Jéssica Sant’ Anna, g1 — Brasília

O Gaispi, grupo que coordena a implantação da internet 5G no país, recomendou ao Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que adie em dois meses o prazo para o início da tecnologia nas capitais e no Distrito Federal.

Pelo edital do leilão do 5G, a tecnologia deveria ser disponibilizada nas capitais até 31 de julho e, se a proposta do Gaispi for aprovada, o prazo passará para até 29 de setembro. Nas demais cidades, não há previsão de mudança do cronograma, que define a implantação gradual até 2029.

O grupo foi criado pela própria Anatel e é composto também por representes do Ministério das Comunicações e das empresas vencedoras do leilão.

O Gaispi afirma que a proposta não representa, necessariamente, o adiamento do 5G, mas, sim, a concessão de prazo adicional para cumprimento das obrigações necessárias à ativação da tecnologia.

Isso porque, nas capitais onde já houver condições técnicas, o sinal poderá ser disponibilizado antes. O edital já previa a possibilidade de adiamento em 60 dias do prazo máximo de início da tecnologia.

Apenas 10 capitais e o DF estão preparados para tecnologia 5G

‘Limpeza de faixa’

Segundo nota divulgada pela Anatel, o Gaispi solicitou o adiamento diante da falta de equipamentos para fazer a “limpeza da faixa” de 3,5GHz, que será usada pelo 5G.

A faixa é usada também para transmissão do sinal da TV parabólica. Para não haver interferência, o sinal será transferido para outra faixa de frequência, e a faixa de 3,5 GHz será usada somente para o 5G. Kits de recepção do novo sinal das TVs parabólicas serão distribuídos à população.

“A motivação técnica para adoção de prazo adicional foi a impossibilidade de entrega de equipamentos pela indústria, para a realização da mitigação de interferências nas estações satelitais, no prazo original. A Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHz (EAF) explicou que o lockdown na China, a escassez de semicondutores, as limitações do transporte aéreo e a demora no desembaraço aduaneiro trouxeram impactos ao projeto”, diz a Anatel em nota.

A agência relata, ainda, que a proposta deve “prever a possibilidade de antecipação da liberação do uso de faixa em determinadas áreas de prestação”, o que permitirá que o 5G comece antes de setembro nas capitais onde já houver condições técnicas.

Pelo edital, a limpeza da faixa deveria ser concluída até 30 de junho. Se o novo prazo for aprovado, a nova data será 29/08/2022.

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Níveis de hélio aumentam na atmosfera, segundo pesquisa

Gabriela Bulhões  

Olhar Digital

Através de uma nova técnica, os cientistas detectaram que os níveis de hélio estão subindo na atmosfera, e com isso, aproximam as respostas para resolver um problema que persiste há décadas. A abundância atmosférica do isótopo Hélio-4 ( 4 He) está aumentando porque é liberado durante a queima e extração de combustíveis fósseis. 

Os pesquisadores concluíram que está aumentando a uma taxa muito pequena, mas, pela primeira vez, claramente mensurável. Por mais que o isótopo em si não contribui para o efeito estufa que está aquecendo o planeta, mas que as medidas podem servir como marcadores indiretos do uso de combustível fóssil.

“A principal motivação foi resolver uma controvérsia de longa data na comunidade científica sobre as concentrações atmosféricas de hélio”, comentou o principal autor do estudo, Benni Birner, que é pós-doutorando na Scripps Institution of Oceanography da UC San Diego, localizado na Califórnia/Estados Unidos.

O isótopo Hélio-4 é produzido pelo decaimento radioativo na crosta terrestre e se acumula em reservatórios de combustíveis fósseis, em especial os de gás natural. Sendo assim, durante a extração e combustão de combustíveis fósseis , o elemento é liberado e cria mais um meio para avaliar a escala da atividade industrial.

O avanço está na técnica para medir a quantidade de hélio na atmosfera. Os especialistas criaram um método preciso para comparar o isótopo com os níveis do gás nitrogênio atmosférico comum. Como os níveis de nitrogênio na atmosfera são constantes, um aumento de He/N 2 é indicativo da taxa de acúmulo de Hélio-4 na atmosfera.

Um integrante do estudo, o geoquímico da Oceanografia da Scripps, Ralph Keeling, descreveu a análise como uma “obra-prima da geoquímica fundamental”. Por mais que o hélio seja relativamente fácil para os cientistas detectarem em amostras de ar, que estão presentes em níveis de cinco partes por milhão de ar, até agora, ninguém conseguiu medir com cuidado suficiente para observar um aumento atmosférico, acrescentou ele.

Além disso, a pesquisa fornece uma base para os cientistas entenderem melhor o quão valioso é o isótopo Hélio-3 em usos para fusão nuclear e outras aplicações. As propostas para adquirir o gás escasso da Lua são uma indicação de até onde os fabricantes irão para conseguir.

Segundo outros estudos, o isótopo Hélio-4 existe na atmosfera numa uma proporção invariável com o Hélio-3. O aumento atmosférico de um implica que o outro deve estar subindo. “Não sabemos ao certo, mas me pergunto se há mais hélio saindo da Terra do que pensávamos anteriormente, que talvez possam ser colhidos e abastecer nossos reatores de fusão nuclear no futuro”, concluiu Birner.

Fonte: Phys

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Galáxias raras não estão formando estrelas como deveriam; qual o motivo?

Gabriela Bulhões 

Olhar Digital

Sim, há algo estranho acontecendo no universo, mais especificamente em galáxias raras. Os cientistas acreditam que as galáxias pós-estrelas (PSBs) ou galáxias nascidas de colisões galácticas não estão mais formado estrelas, que expelem gás e poeira, permanecendo inativas ou incapazes de produzir novas estrelas. 

As novas observações do Atacama Large Millimeter Array (ALMA) no Chile indicam que as PSBs realmente retêm muito de seu gás depois da sua fusão, e que isso normalmente alimentaria a formação das estrelas. Então se cria a contradição: mesmo mantendo seu gás, não se formaram estrelas.

Quando duas galáxias colidem de forma ríspida e violenta, geralmente há uma explosão de formação estelar. Em casos raros, uma fusão galáctica resulta em um PSB, onde há pouca ou nenhuma formação de estrelas. Agora, os cientistas especulam que a razão disso é que os elementos necessários (gás e poeira) para o nascimento de estrelas são expelidos pelas galáxias pós-estrelas. 

Mas, segundo os dados do ALMA neste novo estudo, enquanto as PSBs comprimem seu gás, que deve ser combustível suficiente para impulsionar a formação de estrelas, ainda permanecem inativos.

“Embora este gás compacto devesse estar formando estrelas de forma eficiente, não é. Na verdade, é menos de 10 por cento tão eficiente quanto se espera que um gás compacto similar seja”, explicou o astrônomo Adam Smercina, da Universidade de Washington, principal investigador do estudo, em um comunicado.

Até o momento, os pesquisadores não sabem – com certeza – o motivo, apenas criaram uma teoria para explicá-lo. “Neste caso, a formação de estrelas pode ser suprimida devido à turbulência no gás, assim como um vento forte pode suprimir um incêndio”, complementou Smercina. 

O estudo já foi publicado no ‘The Astrophysical Journal’ no final de abril deste ano. Por fim, de acordo com ele, “a formação de estrelas também pode ser aprimorada pela turbulência, assim como o vento pode atiçar as chamas, então entender o que está gerando essa energia turbulenta e como exatamente ela está contribuindo para a dormência é uma questão restante deste trabalho.” 

Fonte: Space

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Erupção vulcânica de Tonga foi tão intensa que gerou efeitos no espaço

Gabriela Bulhões 

Olhar Digital

A erupção de um vulcão submarino em Tonga, localizado no Pacífico Sul, em janeiro desse ano, foi tão intensa que teve efeitos como ondas de choque atmosféricas e um tsunami. Meses depois, um estudo realizado pela Universidade da California revelou que a erupção vulcânica chegou ao espaço, na ionosfera, que é a camada atmosférica mais externa do planeta Terra.

Através da análise dos dados da Ionospheric Connection Explorer (ICON) da NASA, junto com os satélites Swarm, da Agência Espacial Europeia (ESA), o time de pesquisadores observou que logo nas primeiras horas após a explosão do vulcão submarino, começaram a aparecer ventos de alta velocidade de furacão e correntes elétricas.

De acordo com o físico Brian Harding, o vulcão Hunga Tonga-Hunga Ha’apai foi capaz de criar algo inesperado e grandioso, tido como um dos maiores distúrbios no espaço na era moderna: “Isso está nos permitindo testar a conexão mal compreendida entre a atmosfera inferior e o espaço”.

Erupção do vulcão submarino em Tonga registrada a partir do espaço
Imagem: Reprodução/NASA

Por conta da força, a erupção vulcânica – que chegou ao espaço – lançou para cima uma espécie de nuvem de cinzas, junto com vapor d’água e poeira. Essa atividade desencadeou uma perturbação na pressão atmosférica e gerou ventos fortes, sendo que essas correntes de ar se deslocavam para as camadas atmosféricas cada vez mais altas e velozes.

A ICON também constatou que quando os ventos alcançaram a ionosfera, tinham uma velocidade aproximada de 724 km/h, ou seja, os mais fortes já registrados a uma altitude abaixo de 193 km, tendo afetado as correntes elétricas da ionosfera. A corrente elétrica que flui para o leste foi impulsionada pelos ventos na parte mais baixa da atmosfera e após a erupção, atingiu uma potência cinco vezes maior do que o norma, mudando a direção para oeste.

Para a física Joanne Wu, esse impacto no espaço por uma erupção vulcânica só foi visto em tempestades geomagnéticas, quando as partículas e radiação do Sol afetam o clima espacial. Agora, a NASA planeja a missão Geospace Dynamics Constellation (GDC), com objetivo de compreender melhor os eventos que afetam a atmosfera, tanto que o projeto contará com uma frota de pequenos satélites e sensores climáticos baseados em solo para conseguir acompanhar as correntes elétricas e também os ventos atmosféricos da ionosfera.

Fonte: NASA

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Mãe de Felipe Neto recebe ameaças e ele fecha o Twitter: ‘Agora vamos até o fim’

Youtuber contou que Rosa Esmeralda Neto foi a uma delegacia e que conseguiu levantar dados do agressor.

Por g1 Rio

O youtuber Felipe Neto usou sua conta no Twitter nesta terça-feira (10) para denunciar ameaças que sua mãe, Rosa Esmeralda Neto, teria sofrido.

Além do print da mensagem, ele falou que a família pretendia tomar atitudes legais para acabar com o clima de medo.

“Três anos de inferno. Mais uma vez minha mãe recebe ameaças. Agora vamos até o fim. Ela já está indo na delegacia e já levantamos tudo sobre a pessoa. Chega de viver com medo. Nós vamos vencer”, escreveu ele em seu perfil do Twitter.

Print da mensagem recebida pela mãe de Felipe Neto com ofensas e ameaça — Foto: Reprodução

Print da mensagem recebida pela mãe de Felipe Neto com ofensas e ameaça — Foto: Reprodução

Felipe também fechou a conta para novos seguidores e impediu o compartilhamento de seus posts até que o caso seja esclarecido.

Youtuber confrontou postagem de mulher de deputado

No final da noite desta terça-feira (10), ele usou o espaço para confrontar a mulher do deputado federal Beto Pereira, do PSDB do Mato Grosso do Sul, por fazer piada com sua mãe.

“Prezado deputado federal do PSDB, @betopereirams, sua esposa, Sonaira Barbosa, deixou o comentário abaixo após minha mãe ter recebido ameaças graves, hoje. Gostaria de saber se é essa também a sua posição, como representante do povo do Mato Grosso do Sul”, postou com o print do comentário.

Print do comentário que seia da mulher do deputado federal Beto Pereira — Foto: Reprodução

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Deep Learning: o que é e como está transformando indústrias e vidas?

Por Luiz Santos, editado por André Lucena  

Olhar Digital

Que o setor de tecnologia vem avançando rapidamente nos últimos anos e décadas, ninguém tem dúvidas. Porém, o que vem se destacando, sem dúvidas, é a Inteligência Artificial. E se olharmos ainda mais profundamente, dentro deste universo, o que faz de fato a diferença não apenas para o mercado corporativo, mas para a humanidade?

Na linguagem técnica, o Deep Learning (que na tradução literal significa “aprendizado profundo”) é uma ferramenta de aprendizado de máquina que ensina os computadores a fazerem o que é natural para os humanos: aprender pelo exemplo. Ele é uma tecnologia-chave por trás dos carros sem motorista, permitindo que eles reconheçam um sinal de pare ou distingam um pedestre de um poste de luz. É a chave para o controle de voz em dispositivos de consumo, como telefones, tablets, TVs e alto-falantes de viva-voz, dentre muitas outras funcionalidades e aplicações.

Isso porque as redes neurais são os modelos de aprendizado de máquina capazes de identificar tipos de dados dos mais diversos. Por exemplo: são eles que identificam rostos nas fotos postadas em seu feed de notícias do Facebook. Eles também reconhecem as perguntas que você faz ao seu telefone ajudam a executar o mecanismo dos sites de pesquisa. Modelados vagamente na rede de neurônios do cérebro humano, esses padrões matemáticos abrangentes analisam grandes quantidades de dados digitais.

Embora o Deep Learning tenha sido teorizado pela primeira vez na década de 1980, há duas razões principais pelas quais ele só recentemente se tornou de fato imprescindível: o Deep Learning requer grandes quantidades de dados. Por exemplo, o desenvolvimento de carros autônomos requer milhões de imagens e milhares de horas de vídeo.

Além disso, o Deep Learning requer poder computacional substancial. As GPUs de alto desempenho têm uma arquitetura paralela que é extremamente eficiente para executar os cálculos necessários em matrizes gigantescas. Quando combinado com clusters ou computação em nuvem, isso permite que as equipes de desenvolvimento reduzam o tempo de treinamento para uma rede de Deep Learning de semanas para horas ou menos.

Para se ter uma ideia, a IDC global divulgou um estudo recente que diz que o mercado de Inteligência Artificial terá um crescimento anual (CAGR) de 46,2%, ultrapassando a marca de US$ 52 bilhões. Os gastos com IA triplicarão até o final de 2022, com uma projeção de que o valor chegará a US$ 77,6 bilhões daqui a quatro anos, três vezes mais do que os US$ 24 bi de 2018. E dentro de todo esse universo, o estudo apontou ainda que o Machine Learning e o Deep Learning serão as tendências que irão crescer mais rápido na categoria de tecnologia em crescimento ao longo da previsão – representando cerca de 40% de todos os gastos cognitivos e de IA com um CAGR de cinco anos de 43,1%.

Na prática, os modelos de Deep Learning são usados ​​em todas as indústrias, desde a condução automatizada até dispositivos médicos. No setor aeroespacial, por exemplo, o Deep Learning é usado para identificar áreas de interesse em imagens de satélite. Já na Medicina, pesquisadores do câncer, por exemplo, utilizam o Deep Learning para detectar automaticamente as células afetadas em imagens de tecidos.

Empresas de todo o mundo gastam milhares por ano no desenvolvimento de soluções de Deep Learning. São modelos e processos trabalhosos, que criam padronizações, parâmetros e códigos, através da análise de fontes não estruturadas (como imagem, vídeo e texto. De acordo com estimativas de analistas, mais de 90% dos dados coletados são informações não estruturadas, mas apenas uma pequena porcentagem de organizações é capaz de obter valor de dados não estruturados. Por isso a importância de soluções e empresas especializadas, que oferecem ao mercado soluções e sistemas especializados, facilitando o trabalho de cientistas de dados e empresas em todo o mundo.

O Deep Learning tornou-se, portanto, um caminho sem volta para todos os setores, alcançando resultados até então impossíveis. Além de revolucionária, auxiliando empresas na análise de dados e na tomada de decisões, é também uma solução que salva vidas, literalmente. E você nem ninguém podem ficar de fora dessa.

*Luiz Santos é líder em ciência de dados no Brasil da H2O.ai, startup americana inovadora de Inteligência Artificial em Nuvem, criada em 2012

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Próximo voo da Blue Origin terá o segundo brasileiro a ir para o espaço

Flavia Correia 

Olhar Digital

Nesta segunda-feira (9), a Blue Origin anunciou os nomes das seis pessoas que vão voar a bordo do foguete New Shepard no próximo voo espacial suborbital da empresa. Entre eles, está um engenheiro de produção que pode se tornar o segundo brasileiro a ir para o espaço, depois do ex-astronauta e ex-ministro Marcos Pontes.

Diferentemente das três primeiras missões espaciais da empresa, nenhum passageiro famoso está listado entre o grupo. No voo mais recente, ocorrido em 29 de março, o astro de “Saturday Night Live” Pete Davidson foi convidado por Jeff Bezos, mas ele precisou ser substituído por um funcionário da Blue Origin devido a um conflito de agenda.

Ainda não foi revelada a data de lançamento da missão, chamada NS-21 (por ser o 21º voo na contagem geral da empresa), nem quanto os passageiros pagantes desembolsaram por seus assentos. 

Imagem: Blue Origin – Divulgação

Conheça os próximos turistas espaciais da Blue Origin

Victor Correa Hespanha 

Prestes a se tornar o segundo brasileiro a voar para o espaço, Victor Correa Hespanha é engenheiro de produção. Contemplado por um sorteio feito pela Agência Espacial Cripto, cuja missão é “combinar a tecnologia da indústria espacial com a inovação e o poder financeiro dos mercados cripto para acelerar o futuro da humanidade”, ele será o primeiro criptonauta do mundo, depois de um investimento em um NFT (sigla em inglês para “Token Não-Fundível”). “Comprei pensando no potencial de valorização, nunca imaginei que seria sorteado. Estou realizando um sonho de criança por meio de um NFT, a ficha ainda está caindo”, disse ele em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Evan Dick

Evan Dick será a primeira pessoa a voar duas vezes a bordo de uma nave espacial New Shepard, tendo participado da missão NS-19, de 11 de dezembro. Ele é piloto, engenheiro, investidor e membro gerente da Dick Holdings, LLC. Já foi vice-presidente sênior da D.E. Shaw e diretor administrativo da Highbridge Capital Management. Segundo o anúncio da Blue Origin, Dick é filantropo das organizações Fundação Darwin, Corporação Internacional de Assistência à População e da Starfighters Aerospace.

Katya Echazarreta

Nascida em Guadalajara, Katya Echazarreta se tornará a primeira pessoa do México a visitar o espaço. Ela é uma das apresentadoras das séries do YouTube “Netflix IRL” e “Electric Kat”, no programa da CBS “Missão Imparável”. Katya passou quase quatro anos no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA trabalhando em missões espaciais, incluindo a do rover Perseverance e a Europa Clipper, que será lançada em direção à lua de Júpiter Europa em 2024. Ela está fazendo mestrado em engenharia elétrica e computação na Universidade Johns Hopkins e tem como objetivo “fornecer representatividade para mulheres e minorias” interessadas em ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). Seu lugar foi patrocinado pela Organização Espacial para a Humanidade.

Hamish Harding

Piloto de jatos corporativos, Hamish Harding é presidente da empresa de corretagem de jatos Action Aviation. Ele é recordista mundial em vários segmentos, incluindo um marco em 2019 com o astronauta aposentado da NASA Terry Virts por quebrar um recorde de aeronaves voando sobre os dois polos da Terra. Harding também visitou o polo sul duas vezes e mergulhou a quase 10.100 metros em um submarino, em 2021.

Jaison Robinson 

Jaison Robinson fundou a empresa imobiliária comercial JJM Investments e é cofundador, junto com sua esposa, da Dream Variations Ventures, que investe em startups de tecnologia e esportes. Mergulhador e paraquedista, Robinson conta com uma variedade de aventuras em seu currículo: quebrou a barreira do som em um jato Mig-29, passou uma semana caminhando na Antártida e subiu à cachoeira mais alta do mundo na Venezuela, entre outras peripécias. Ele também é escoteiro e jogou polo aquático pela seleção dos Estados Unidos.

Victor Vescovo 

Victor Vescovo é cofundador da empresa de investimento em capital privado Insight Equity. Ele completou o “Explorer’s Grand Slam”, que é um desafio de expedição nos polos Norte e Sul e de escalada dos Sete Cumes, as montanhas mais altas de cada continente. Piloto de jato multimotores e de helicópteros comerciais, ele também é piloto de teste submersível certificado, tendo alcançado 12 vezes o Challenger Deep (o ponto mais profundo do oceano). Vescovo serviu 20 anos na Reserva da Marinha dos EUA como oficial de inteligência, aposentando-se como comandante.

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A Alexa não funciona? Veja como conectar um dispositivo Echo no Wi-Fi

Gabriel Sérvio  

Olhar Digital

Um dos requisitos para conseguir aproveitar todas as funções da Alexa é manter a assistente inteligente da Amazon conectada à internet.

Caso tenha adquirido um novo gadget da família Echo ou tenha simplesmente mudado de endereço, acompanhe o nosso guia abaixo para conferir como conectar a Alexa em uma nova rede sem fio.

Como conectar a Alexa no Wi-Fi

1. Primeiro, abra o aplicativo da Alexa no seu telefone e faça o login com as suas credenciais da Amazon;

2. Na barra inferior, toque na opção ‘Dispositivos’;

3. Em seguida, na próxima tela, toque em ‘+’ na lateral superior direita e depois em ‘Adicionar dispositivo’.

Como conectar a Alexa no Wi-Fi
A Alexa conta com aplicativo oficial no Android, iOS e Windows. Imagem: Reprodução

4. Agora, toque no tipo de dispositivo que você está configurando. Se for um Echo Dot, por exemplo, acesse a primeira opção.

5. No fim, o seu aparelho Echo aparecerá na lista de dispositivos disponíveis. No entanto, para isso acontecer, a Alexa deve estar no modo de configuração. 

Para isso, segure com o dedo sobre o botão de ação do seu Echo até que a cor seja alterada para laranja, o que normalmente leva alguns segundos.

Como conectar a Alexa no Wi-Fi
Seu Echo deve estar no modo de configuração para se conectar em uma nova rede sem fio. Imagem: Reprodução

6. Por fim, selecione uma das redes Wi-Fi listadas na última tela, insira a senha e toque na opção ‘Conectar’.

Se por algum motivo não conseguir conectar o seu Echo, uma dica que costuma funcionar é desligar e ligar o aparelho e tentar o processo mais uma vez.

Pronto! A partir de agora, a Alexa memorizará a nova rede para se manter sempre conectada, mesmo que o Echo seja desligado da tomada.

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CityCruiser: empresa cria triciclo elétrico com pedal para atuar como táxi

Por Lucas Berredo, editado por Fábio Marton  

Olhar Digital

Você pegaria um táxi que fosse operado por um triciclo elétrico? Pois bem, a empresa alemã Bayk desenvolveu o conceito no CityCruiser, um táxi a pedais — ou “velotáxi”, como a própria marca o chama — construído para atender às altas demandas de mobilidade elétrica nos grandes centros urbanos, em especial na Europa. Segundo a companhia, o veículo já está presente em 50 países e 120 cidades do mundo.

O CityCruiser é o modelo mais recente da linha de veículos da Bayk, uma companhia com mais de 20 anos da história na Alemanha. Em todas as configurações, o táxi oferece assistência de até 25 km/h com um motor de 250 watts de potência e 10 kgfm de torque. O limite de velocidade é restrito por software, ou seja, é possível ir além da margem posta pela empresa — embora isso arrisque danificar componentes do triciclo.

Segundo a Bayk, o táxi CityCruiser consegue fazer 80 km com uma única carga — um alcance suficiente para fazer uma viagem pela cidade ou levar as pessoas aos seus destinos diários. A empresa alemã, porém, ressalta que a extensão da carga pode depender do uso do pedal de assistência, nível do motor e aspectos geográficos, como vento, temperatura e superfície do asfalto.

Há também um painel solar adicional na parte superior do veículo, mas a empresa não esclareceu se ele serve para realimentação. O câmbio pode ser de três, cinco ou 14 velocidades e o cockpit é feito de polietileno ecológico. O táxi possui ainda capacidade para 495 quilos, incluindo ciclista e passageiros, e 5 m2 na carenagem para patrocínios.

Táxis presentes na Alemanha e na França

É possível começar uma frota de “velotáxis” com 20 veículos, segundo a Bayk. O táxi a pedais com motor duplo custa em torno de 9.990 euros (em torno de R$ 51,5 mil, em conversão direta), enquanto os carregadores rápidos saem em torno de US$ 2.890 (R$ 14,9 mil).

Entre as cidades onde o táxi CityCruiser está presente, estão Tóquio, Nagoya e Kyoto, no Japão, e Lille, Nice e Montpellier, na França — neste último país, os veículos foram licenciados para a empresa local Happymoov —, além de uma série de localidades na Alemanha.

Táxi Citycruiser
Bayk/Divulgação

Vale lembrar que a ideia de criar táxis com veículos de dois ou três rodas não é exatamente nova. No Brasil, as semelhantes “bike táxis” — sem a carenagem e a estilização da Bayk, é verdade — chegaram a funcionar em São Paulo por meio do aplicativo Bikxi no fim dos anos 2010, mas a iniciativa não vingou em uma cidade com quase 6,2 milhão de carros, segundo dados do Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito do Estado de São Paulo).

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