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Nasa mantém tradição e lança a sonda Lucy com cápsula do tempo para humanos do futuro

Rafael Arbulu  

Olhar Digital

Prevista para lançar mais uma missão importante no próximo final de semana, a Nasa manterá viva uma tradição longeva na exploração espacial: a sonda Lucy, que vai visitar oito asteroides troianos de Júpiter, levará consigo uma cápsula do tempo com mensagens direcionadas para humanos no futuro.

Há, porém, uma mudança de público-alvo: normalmente, mensagens do tipo são direcionadas a comunidades alienígenas inteligentes cuja descoberta possa nos estar reservada no futuro (ou elas nos descobrirem). Desta vez, porém, a agência espacial americana buscará lembrar as gerações posteriores do valor trazido pela exploração do espaço e a busca pelo conhecimento que advém disso.PUBLICIDADE

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“Essa cápsula do tempo contém mensagens de membros proeminentes de nossa sociedade: indivíduos que nos pediram para contemplarmos a condição humana bem como o nosso lugar no universo”, disse a Nasa por meio de um comunicado oficial. “Esses líderes e pensadores ofereceram palavras de aconselhamento, sabedoria, alegria e inspiração a todos aqueles que venham a ler essa placa em um futuro distante”.

A medida remete às sondas Pioneer 10 e 11, bem como as sondas Voyager 1 e 2: segundo a Nasa, cada uma delas tinha uma cápsula do tempo – placas com mensagens específicas – em suas respectivas missões.

As duas Voyager, inclusive, ainda estão trabalhando, nos enviando informações para análise mais de 40 anos após seus lançamentos – amba chegaram no que a Nasa chama de “espaço interestelar”, com a Voyager 1 a uma distância atual de 23.156.220.275 km de distância da Terra, enquanto a Voyager 2 segue a 19.204.827.725 km. Ambas devem “morrer” logo, contudo, haja vista que os recursos de energia vão aos poucos se esgotando – assim como aconteceu com as duas Pioneer anos atrás.

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“Eu estava no Ensino Fundamental quando as Pioneers foram lançadas, e no Ensino Médio quando as Voyagers saíram, e eu me lembro bem de me sentir motivado e inspirado por aquelas cápsulas”, disse ao Space.com Hal Levinson, investigador chefe da missão Lucy. “As placas da Pioneer e da Voyager reduziram a distância entre a vida na Terra e a exploração da galáxia, especialmente considerando que elas levaram mensagens da humanidade para qualquer extraterrestre que cruzar seus caminhos”.

Para Levinson e a Nasa, a ideia da cápsula do tempo da sonda Lucy – que ficará dentro do nosso sistema solar – é a de que algum “arqueólogo estelar do futuro” possa descobrir a sonda e tentar imaginar como nós éramos e vivíamos.

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A placa contém mensagens de diversas personalidades, ditas em vários pontos da nossa história, indo desde premiados do Nobel até artistas consagrados, como os quatro membros do grupo musical britânico Beatles (dos quais Paul McCartney e Ringo Starr seguem vivos, após as mortes de John Lennon e George Harrison). Inclusive, o nome da sonda Lucy deriva da canção “Lucy in the Sky with Diamonds”, um dos maiores sucessos da banda.

Na página oficial da Lucy, mantida pela Nasa, há uma lista das mensagens na cápsula do tempo, e a própria agência espacial listou algumas delas no vídeo especial que você viu mais acima.

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A missão Lucy está prevista para lançamento no máximo até sábado, dia 16 de outubro de 2021.

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Segunda tripulação da estação espacial chinesa vai ao espaço nesta sexta-feira

Rafael Rigues 

Olhar Digital

A China enviará ao espaço nesta sexta-feira (15) a segunda tripulação a ocupar o módulo central (Tianhe) de sua futura estação espacial, a Tiangong. Três “taikonautas” (como a China chama seus astronautas) decolarão a bordo de um foguete Longa Marcha 2F partindo do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, no deserto de Gobi, às 13h23 (horário de Brasília). O lançamento será transmitido ao vivo, e com comentário em inglês, no canal da emissora chinesa CGTN no YouTube.

Os tripulantes são Zhai Zhigang, Wang Yaping e Ye Guangfu, que eram a tripulação de backup da Shenzhou-12, que retornou à Terra recentemente. Este será o primeiro voo de Ye e a primeira vez que uma mulher, Wang, visita a Tiangong. Já Zhai é conhecido por ter sido o primeiro astronauta chinês a realizar uma caminhada espacial, em 2008.

A missão Shenzhou-13 tem duração prevista de seis meses, o dobro da atual recordista, a Shenzhou-12, que durou três meses. Neste período, os astronautas continuarão o trabalho de montagem e certificação do Tianhe, módulo central da estação Tiangong e único componente que já está no espaço.

Entre as atividades previstas está um teste de transferência de uma espaçonave de uma porta de atracamento para outra, usando o braço robótico da estação. A espaçonave a ser usado no teste é a Tianzhou 2, que levou suprimentos para a Shenzhou-12.

Também estão planejadas duas ou três caminhadas espaciais, que terão como objetivo instalar um adaptador que permitirá que o braço robótico principal da estação se conecte a um braço menor, que será instalado em um módulo futuro. 

Em 20 de setembro uma espaçonave não tripulada, a Tianzhou 3, se acoplou à estação levando 6 toneladas de suprimentos, equipamento e experimentos. Segundo a agência espacial chinesa, para concluir a construção da Tiangong até 2022 serão necessárias 11 missões no total, incluindo quatro missões tripuladas, quatro missões de carga e o lançamento de três módulos.

Além de Tianhe, a estação receberá outros dois módulos, que quando conectados lhe darão a forma de um T: são eles o Wentian (busca pelos céus) e Mengtian (sonhando com os céus). Wentian e Tianhe terão braços robóticos para manipulação de componentes externos, e Mengtian terá uma câmara de descompressão para acesso ao exterior da estação.

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Quando completada a estação Tiangong, terá vida útil de 10 anos, que poderá ser estendida a até 15 anos com upgrades futuros.

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Viver sem respirar? Experiência com cérebros de girinos mostra que é possível

Por Flavia Correia, editado por Rafael Rigues  

Olhar Digital

Pesquisadores da Universidade Ludwig Maximilians, de Munique, na Alemanha, desenvolveram uma técnica capaz de manter girinos vivos mesmo depois de perderem a capacidade de respirar. O estudo, publicado na quarta-feira (13) na revista iScience, tem um importante valor na medicina, já que abre a possibilidade para preservar a vida de pacientes que sofrem derrames que cortam o suprimento de oxigênio do cérebro, entre outras condições semelhantes.

Segundo o site Futurism, realizando alguns ajustes biológicos, os cientistas injetaram algas fotossintéticas nos girinos, criando uma relação simbiótica entre elas e os anfíbios, que mantém os animais vivos sem qualquer oxigênio ambiental.

Para testar seu novo híbrido, a equipe deixou os girinos sem oxigênio até que seus cérebros desligassem completamente. Em seguida, eles iluminaram o tanque de água, ativando as algas em seus cérebros e fazendo com que produzissem oxigênio. 

Assim que fizeram isso, os cérebros dos girinos tornaram-se ativos novamente, indicando que as algas estavam mantendo seu novo hospedeiro vivo com sucesso.

Simbiose artificial com plantas pode manter qualquer cérebro animal vivo? 

De acordo com o biólogo do Gettysburg College, Ryan Kerney, que não participou do novo estudo, já faz mais de uma década que pesquisadores, incluindo ele mesmo, vêm tentando criar relações simbióticas artificiais com algas, com o objetivo de mudar ou melhorar a fisiologia animal.

Ele acrescentou que ainda existem muitas incógnitas, uma preocupante falta de regulamentação sobre o nicho do campo científico e riscos associados a algas nocivas. “Mas as implicações potenciais também são fascinantes para especular”, acrescentou. “Podemos parar de respirar e ainda manter nossos cérebros funcionando?”

Ainda não existe uma resposta certa para o questionamento de Kerney, mas, ao que tudo indica, a ciência está no caminho de encontrá-la.

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Cão robô armado com rifle: empresa mostra equipamento nos EUA

Desenvolvido por uma parceira entre a Ghost Robotics e a Sword Defense, arma para fins militares tem alcance de 1.200 metros. Empresas não disseram se produto será vendido.

Por g1

Uma empresa especializada plataformas robóticas desenvolveu nos Estados Unidos uma versão de seu cão robô equipado com uma arma.

Em uma publicação no Twitter, a Ghost Robotics mostrou o equipamento feito em parceria com a Sword Defense, especializada em armamentos.

As empresas não disseram se o produto será comercializado. A arma, no entanto, não será autônoma, disse o CEO da Ghost Robotics, Jiren Parikh, de acordo com a “New Scientist”.

“É totalmente controlado por um operador remoto”, diz Parikh. “Há um humano controlando a arma”.

O armamento acoplado ao robô é chamado de Special Purpose Unmanned Rifle (Spur), que em tradução livre ao português significa “Rifle Não Tripulado de Uso Especial”. A arma pode ser instalada em uma variedade de plataformas robóticas.

Apenas alguns detalhes foram divulgados, como o zoom óptico de até 30 vezes, câmera térmica para mirar no escuro e alcance de 1.200 metros.

A máquina foi exibida no início desta semana na conferência anual de 2021 da Associação do Exército dos Estados Unidos. Os cães robôs são usados em operações de reconhecimento de terreno pelo exército norte-americano.

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Volvo revela primeiro veículo feito de aço sem combustíveis fósseis

Gabriela Bulhões 

Olhar Digital

A Volvo se associou a uma produtora de aço sueca SSAB para desenvolver um tipo de aço que possa ser usado em seus veículos que não usa combustíveis fósseis. Sendo assim, agora, a montadora revelou que conseguiu desenvolver o primeiro veículo do mundo feito de aço livre de fósseis, que é um transportador de carga de quatro rodas elétrico feito para pedreiras e mineração.

tecnologia é autônoma, não emite gases de efeito estufa e pode seguir uma rota pré-programada para o transporte de materiais na obra. Inclusive, a empresa produz o aço sem fósseis substitui o carvão usado durante o processo de fabricação pelo hidrogênio da eletrólise. 

Segundo a Forbes , o veículo da Volvo inteiro não é exatamente livre de fósseis, já que o aço usado para os componentes fornecidos por fornecedores terceirizados, como seu motor elétrico, foram feitos usando meios tradicionais. 

Só que mesmo assim, um dos líderes do Grupo Volvo, Lars Stenqvist, explicou que “a maior parte do aço” do veículo não contém fósseis e que três toneladas do peso de 8,2 toneladas do transportador são feitas de aço verde, incluindo também outros componentes, como os pneus do veículo.

A Volvo pretender iniciar uma produção em pequena escala para o veículo em 2022 e aumentar a produção, dependendo da disponibilidade de aço. “Assim como as nações do mundo se unem na COP26 para tratar das mudanças climáticas, também as organizações e indústrias devem trabalhar em colaboração para desenvolver novas soluções inovadoras para a emissão de gases de efeito estufa futuro livre”, concluiu o CEO da marca, Martin Lundstedt.

Fonte: Engadget

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Coquetel de medicamentos pode ter eliminado câncer terminal

Kaique Lima 

Olhar Digital

Um coquetel de medicamentos oferecido por cientistas do Instituto de Pesquisa do Câncer de Londres (ICR) pode ter sido capaz de erradicar tumores que foram classificados como intratáveis. Alguns pacientes, inclusive, já vinham recebendo tratamentos paliativos, com cânceres terminais na cabeça e pescoço.

O tratamento consiste em um coquetel de dois medicamentos, onivolumabe e o ipilimumabe. O primeiro é indicado para tratamento de câncer de pulmão e, o segundo, para alguns tipos de câncer de pele. A combinação pareceu diminuir tumores em pacientes com câncer em estágio avançado.

Resultados animadores

Alguns dos pacientes saíram praticamente livres do câncer e os participantes sobreviveram, em média, três meses a mais do que os que receberam tratamentos quimioterápicos tradicionais. Isso pode significar uma opção a mais para pessoas desenganadas ou que não teriam muitas opções viáveis.

Um dos pacientes, identificado como Barry Ambrose, disse que não exitou em participar dos testes. Segundo ele, seu diagnóstico era de um câncer incurável na garganta, que havia se espalhado para os pulmões. Para ele, os testes com o coquetel eram uma espécie de tábua de salvação.

O tratamento foi eficaz em limpar a garganta de Ambrose depois de um período de oito semanas. Em seguida, ele foi submetido a quimioterapia e uma cirurgia para eliminação do câncer nos pulmões. Hoje, ele diz viver uma vida normal, em que pode velejar e andar de bicicleta.

Cautela necessária

Apesar dos resultados muito animadores, o destino com o coquetel de drogas como um tratamento clínico usado amplamente em pacientes de câncer ainda é bastante incerto. Os resultados da fase três não tiveram resultados estatisticamente relevantes em todos os pacientes.

Essa é a medida usada pelos cientistas para determinar se um tratamento teve ou não algum efeito prático ou se as recuperações aconteceram por acaso. O não cumprimento dessa etapa de referência não pode dar aos cientistas a certeza de que foi o coquetel de drogas que eliminou os tumores.

Apesar da falta de significância estatística, esses resultados são clinicamente significativos”, disse ao The Guardian o professor de terapias biológicas do ICR, Kevin Harrington. Porém, ainda será necessário um acompanhamento mais longo para averiguar como será a sobrevida dos pacientes.

Via: Futurism

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Facebook com mais problemas: outra ex-funcionária quer depor contra a gigante das redes sociais

Por Eduardo Sorrentino, editado por Jeniffer Cardoso  

Olhar Digital

O movimento recente de declarações contra o Facebook, desencadeado pela ex-gerente de integridade Frances Haugen, deve aumentar. Agora, mais uma ex-funcionária se diz disposta a testemunhar contra a plataforma.

Sophie Zhang disse em uma entrevista que sentia ter “sangue nas mãos” depois de trabalhar no Facebook. Ela se colocou à disposição da justiça para testemunhar contra a empresa de Mark Zuckerberg junto ao Congresso americano.

Ela trabalhou como cientista de dados no Facebook por quase três anos, e afirmou que também repassou documentos sobre a empresa a uma agência de aplicação da lei dos Estados Unidos. Zhang se nega a dizer quais seriam essas informações, nem para qual agência elas foram enviadas.

Em 2020, quando foi demitida, Zhang redigiu um extenso memorando para detalhar porque acreditava que a empresa não estava fazendo o suficiente para combater o ódio e a desinformação, especialmente em países menores e em desenvolvimento.

Agora, ela se diz novamente encorajada a falar porque acredita haver apoio bipartidário para ações relacionadas à proteção de crianças na internet.

No dia seguinte à entrevista de Zhang, um porta-voz do Facebook negou as acusações, dizendo que a empresa havia investido bilhões em segurança e proteção nos últimos anos.

Pelo jeito, essa polêmica está longe de terminar…

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Exclusivo: coletivo Anonymous dá entrevista e conta os motivos do ciberativismo

Por Eduardo Sorrentino, editado por Jeniffer Cardoso 

Olhar Digital

Você considera que vivemos em uma democracia de verdade? Você acha que os governantes que elegemos nos representam e agem de acordo com nossos interesses? O Anonymous acha que não. E quer construir um Brasil — e um mundo — em que as coisas não sejam mais assim.

Recentemente, o coletivo de ciberativistas alcançou notoriedade outra vez, após vazar documentos da Fib Bank, investigada pela CPI da Covid-19. As informações obtidas pelos hackers agora fazem parte do inquérito da comissão. E agora, o Olhar Digital conseguiu conversar com o coletivo com exclusividade para entender: o que é o Anonymous? O que eles querem?

[Anonymous] “O Anonymous é uma ideia, não um grupo. Ela se materializa pela necessidade de um ideal coletivo, feito do povo para o povo, sem a intervenção e necessidades que atendem apenas a vontade do sistema. Nós somos ativistas que se identificam com a causa da liberdade em todas suas nuances.”

Para responder as nossas perguntas, o grupo realizou uma chamada coletiva, em conjunto, explicando que todas as opiniões que são emitidas fazem parte de um ideal: garantir um mundo livre. E que, na opinião dos Anonymous, está cada vez mais ameaçado.

[Anonymous] “Quando uma autoridade ou empresa passa a prejudicar a população, nós garantimos que ela não vai sair impune. Podemos fazer isso divulgando dados e informações, sequestrando seus sistemas ou apenas modificando sua tela inicial para chamar a atenção da população para um determinado assunto”.

Para defender a democracia e lutar por uma sociedade mais equilibrada, os hackers acreditam que vale tudo. Invadir sistemas, aplicar ataques de DdoS ou até mesmo raptar servidores. O arsenal dos cibercriminosos também faz parte das ferramentas dos ativistas virtuais. E eles garantem que não tem medo de usá-los.

[Anonymous] “Um objeto para destrancar uma porta pode ser usada por um ladrão ou por um chaveiro. O que determina se algo é ético ou não são as intenções de quem usa essas ferramentas.”

Hoje, essas ações estão concentradas nas operações #OpBrasil, #OpCovid19, #OpFIBBANK e #OpAnhanguá — esta última, voltada a defesa dos povos indígenas. E eles avisam: não irão parar.

[Anonymous] “Estamos apenas no começo. Aqueles que continuam lucrando com o sangue brasileiro devem nos esperar. Nós estamos em todo lugar.”

O Olhar Digital perguntou aos ativistas se eles tinham uma mensagem especial para nossos espectadores. E eles declararam que apenas juntos poderemos defender a democracia e criar um futuro melhor…

[Anonymous] Não existimos por estar tudo correto ou justo a todos. Nascemos pelas falhas dos governantes, das injustiças sociais, de dentro da boca faminta, dos olhos dos que esperam auxílio, dos gritos de quem está no escuro. Nos movemos, nos dedicamos, pois desejamos que seja igualmente seguro para cada cidadão se indignar contra os erros dos governantes. Portanto, organizem-se. Mobilizem-se. Os bons são a maioria. Com a organização popular em torno de um objetivo comum nós podemos mudar os rumos da nossa sociedade. A população não deve temer seu governo, o governo é que deve temer sua população.

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Senadora norte-americana pede que Mark Zuckerberg retenha documentos relacionados a depoimento de ex-gerente

Maria Cantwel disse que relato da Frances Haugen “levanta preocupações significativas” sobre se o Facebook enganou o público, reguladores federais e o comitê.

Por Reuters

A presidente do Comitê de Comércio do Senado dos Estados Unidos, Maria Cantwell, pediu nesta terça-feira que o CEO do FacebookMark Zuckerberg, preserve todos os documentos relacionados ao depoimento feito na semana passada pela informante Frances Haugen.

“O depoimento … levanta preocupações significativas sobre se o Facebook enganou o público, reguladores federais e este comitê”, disse Cantwell, que é do partido democrata.

“Este comitê continuará a supervisionar e trabalhar para buscar projetos de lei que protejam a privacidade dos consumidores, melhorem a segurança de dados e fortaleçam a fiscalização federal para abordar os prejuízos digitais, que são o assunto dessas audiências.”

Cantwell pediu que o Facebook preserve e retenha as pesquisas internas da empresa citadas por Haugen e a avaliação do Facebook sobre a pesquisa; sistemas de ranqueamento ou composição; experimentos ou recomendações para alterar esses sistemas de ranqueamento e o impacto das plataformas do Facebook em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade.

O Facebook não respondeu imediatamente a um pedido por comentários.

Na semana passada, o Comitê de Comércio criticou duramente o Facebook, acusando Zuckerberg de buscar sempre lucros maiores enquanto era arrogante sobre a segurança dos usuários.

O comitê exigiu que agências de regulação investiguem as acusações feitas pela informante de que a empresa de redes sociais prejudica a saúde mental de crianças e alimenta divisões.

Zuckerberg defendeu a empresa, dizendo que as acusações estão em discordância com os objetivos do Facebook.

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Os polêmicos ‘robôs policiais’ que vigiam cidadãos em Singapura

Máquinas emitem avisos contra quem se envolve em ‘comportamentos sociais indesejáveis’; elas foram testadas durante três semanas em setembro.

Por BBC

Fumou em área proibida? Estacionou a bicicleta indevidamente? Violou as regras de distanciamento social implementadas por causa da pandemia de coronavírus?

Se você mora em Singapura, no sudeste asiático, você pode estar sendo observado por um robô-patrulha que emite aviso contra quem se envolve em “comportamentos sociais indesejáveis”.

Trata-se da mais recente arma incorporada ao arsenal de tecnologia de vigilância da cidade-estado, onde a população é rigidamente controlada.

Um exemplo famoso em todo o mundo é a restrição às gomas de mascar.

Quem for flagrado jogando chiclete na rua ou carregando grandes quantidades do produto pode ser multado em até mil dólares (cerca de R$ 5,5 mil).

Os robôs-patrulha, por enquanto, estão sendo apenas testados, mas já alimentam preocupações com a privacidade.

Singapura se tornou um exemplo mundial de vigilância, com várias ferramentas para rastrear seus habitantes, de câmeras de segurança a postes de luz equipados com tecnologia de reconhecimento facial.

O teste foi feito durante três semanas no mês passado. Os robôs, apelidados de ‘Xavier’, foram enviados para patrulhar um conjunto habitacional e um shopping center.

As máquinas são dotadas de sete câmeras e alertam a população quando detectam “comportamentos sociais indesejáveis”.

Isso inclui fumar em áreas proibidas, estacionar bicicletas indevidamente e violar as regras de distanciamento social.

Durante uma patrulha recente, um dos robôs entrou em um conjunto habitacional e parou em frente a um grupo de moradores idosos assistindo a uma partida de xadrez.

“Por favor, mantenha uma distância de um metro, por favor, mantenha cinco pessoas por grupo”, alertou uma voz robótica, enquanto uma câmera em cima da máquina apontava seu olhar para eles.

Liberdades individuais

As autoridades de Singapura defendem uma visão de “nação inteligente” hipereficiente e voltada para a tecnologia, mas ativistas dizem que a privacidade está sendo sacrificada e as pessoas têm pouco controle sobre o que acontece com seus dados.

Singapura é frequentemente criticada por restringir as liberdades civis e sua população está acostumada a controles rígidos, mas ainda há um desconforto crescente com tecnologias invasivas.

A ativista de direitos digitais Lee Yi Ting lembra que os dispositivos são apenas a forma mais recente de vigilância no país.

“Tudo isso aumenta a sensação de que as pessoas em Singapura devem ser muito mais cuidadosas com o que dizem e fazem do que em outros países”, disse ela em entrevista à agência de notícias AFP.

Mas o governo defendeu o uso de robôs, dizendo que eles não estavam sendo usados​​ para identificar ou tomar medidas contra os infratores durante o período de testes, e que eram necessários para lidar com uma crise de trabalho conforme a população do país envelhece.

“A força de trabalho está realmente diminuindo”, disse Ong Ka Hing, da agência governamental que desenvolveu os robôs ‘Xavier’, acrescentando que eles poderiam ajudar a reduzir o número de policiais necessários para patrulhas a pé.

A ilha de cerca de 5,5 milhões de habitantes tem 90 mil câmeras de vigilância, um número que deve dobrar até 2030, e tecnologia de reconhecimento facial — que ajuda as autoridades a identificar rostos na multidão — pode ser instalada em postes de luz em toda a cidade.

Houve uma rara reação pública neste ano, quando as autoridades admitiram que os dados de rastreamento de coronavírus coletados por um sistema oficial foram acessados pela polícia. Posteriormente, o governo aprovou uma legislação para limitar seu uso.

Mas os críticos dizem que as leis da cidade-estado geralmente impõem poucas limitações à vigilância do governo, e os cingapurianos têm pouco controle sobre o que acontece com os dados coletados.

“Não há restrições de privacidade sobre o que o governo pode ou não pode fazer”, disse Indulekshmi Rajeswari, advogado de proteção de dados de Singapura que agora mora na Alemanha.

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