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Como andamos em duas pernas? Cientistas respondem

Os pesquisadores se concentraram em mudanças evolutivas na cabeça femoral de vários dinossauros, répteis primitivos e aves

Por Isabela Valukas Gusmão, editado por Lucas Soares  

Olhar Digital

Uma pesquisa feita pela Universidade de Yale tenta associar o desenvolvimento do fêmur dos dinossauros e pássaros que permitiu a esses animais serem bípedes. Os resultados encontrados resolvem uma questão de longa data sobre a evolução dos dinossauros, além de oferecer um excelente exemplo de como novas características físicas podem surgir.

Os pesquisadores se concentraram em mudanças evolutivas na cabeça femoral – local onde o fêmur superior se conecta ao osso do quadril – de vários dinossauros, répteis primitivos e aves. O professor da Universidade de Yale, Bhart-Anjan S. Bhullar, declarou que o fêmur é uma parte crítica da anatomia dos dinossauros. “As cabeças femorais voltadas para dentro são necessárias para uma locomoção bípede rápida e eficaz”, apontou Bhullar.

Segundo Bhullar, durante muitos anos houve duas teorias conflitantes sobre como as cabeças femorais dos dinossauros se desenvolveram. Enquanto uma teoria sustentava que a cabeça femoral tinha uma saliência, que reorientava as pernas; a outra apontava que era a cabeça femoral que se torcia para dentro ao longo do tempo.

Ambas as teorias sobre os ossos encontram respaldo em animais modernos. A teoria da torção pode ser verificada nos primeiros dinossauros e crocodilos modernos; já a teoria do crescimento foi vista em dinossauros e aves posteriores.

Inovação na análise dos ossos

Nesse novo estudo foram utilizadas imagens 3D para estudar o desenvolvimento da cabeça femoral de uma variedade de fósseis e embriões animais. O que eles descobriram foi surpreendente, pois as evidências mostram que ambas as teorias ocorrem juntas.

Bhullar apontou que “o desenvolvimento embrionário dessa característica óssea principal mudou completamente. Esse tipo de mudança oculta no desenvolvimento pode ser mais comum do que pensamos na evolução, e deve servir para alertar contra a ideia amplamente difundida de que as características que se desenvolvem de forma diferente devem ter evoluído separadamente.”

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O menino que arriscou a vida de 40 mil pessoas ao montar um reator nuclear caseiro

O garoto, que ficou conhecido como “Escoteiro Radioativo”, era fascinado por ciência desde a infância e passou a estuda química aos 10 anos.

Por Isabela Valukas Gusmão, editado por Lucas Soares  

Olhar Digital

O norte-americano David Hahn, de 17 anos, tentou criar um reator nuclear no quintal de sua casa, em 1995, nos EUA. Na época, ele utilizou filtros de café e potes de picles para manusear produtos radioativos, o que colocou em risco a vida de quase 40 mil pessoas.

As autoridades locais de Commerce Township, em Michigan, precisaram intervir na situação para que o desfecho não fosse trágico. O garoto, que ficou conhecido como “Escoteiro Radioativo” era fascinado por ciência desde a infância. Ele passou a estudar química com apenas 10 anos, e aos 14, chegou a fabricar nitroglicerina, um composto altamente explosivo.

A paixão do jovem fez com que ele danificasse o seu quarto com seus experimentos. Diante disso, seus pais mandaram que ele transferisse seu “laboratório” para o galpão no quintal. Foi alojado nesse espaço que Hahn começou a construir um reator nuclear caseiro.

Para isso, três elementos químicos acessíveis foram coletados para concretizar o plano. O jovem coletou tório (retirado de lanternas); rádio (retirado de relógios); trítio (retirado de miras noturnas para armas); e lítio (que ele conseguiu ao comprar mil dólares em pilhas). Além disso, ele contou com o auxílio de filtros de café e potes de picles para manusear produtos químicos perigosos e potencialmente mortais.

Com todos os elementos, Hahn criou uma fonte de nêutrons rudimentar, porém incapaz de produzir combustível fissionável na taxa de outros reatores. Entretanto, o que o jovem não contava -ou talvez contasse- era que o dispositivo já estava espalhando radiação detectável em uma área que cobria várias casas da vizinhança.

As autoridades encontraram o garoto e o galpão

Por acaso, a polícia localizou o galpão de Hahn depois de parar o carro do adolescente e ele ter confessado que carregava no porta-malas do carro material radioativo. O caso se expandiu e as autoridades federais foram acionadas, o que levou a Agência de Proteção Ambiental à porta da família do garoto.

Felizmente, o material foi coletado, descartado e enterrado como lixo radioativo de baixo nível em Utah. Em 2007, o David Hahn voltou a ser investigado pelo FBI por suspeita de tentar construir um novo reator. Na ocasião, ele chegou a ser preso por roubar detectores de fumaça para adquirir amerício, um elemento radioativo. Em 2016, Hahn morreu de overdose aos 39 anos, após sofrer de depressão e abusar de drogas.

Via History

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Videogame para cães: empresa lança dispositivo para desenvolver a cognição dos animais

Joipaw possui tela touch, ajuste de altura e dispenser automático de biscoitos

Rodrigo Mozelli  

Olhar Digital

A Joipaw, empresa de Hong Kong, lançou um videogame voltado para cães e que promete desenvolver seu potencial cognitivo. O console roda quebra-cabeças interativos e “desafiadores”.

Os jogos possuem interação por meio de tela touchscreen, desenvolvida especialmente para os caninos, além de suporte de altura ajustável e dispensador de biscoitos automático.

Segundo os criadores, o dispositivo ajuda na prevenção à demência, doença que atinge cães com mais de oito anos, em geral.

Além do console em si, os pets “usam rastreador na coleira e enviam dados sobre suas atividades para o aplicativo”, afirma Dersim Avdar, co-fundador da Joipaw.

Entre os dados colhidos, estão passos, tempo descansando, brincando ou correndo, etc. Já no console, o cão ganha uma recompensa sempre que ganha nos jogos.

As informações sobre o desempenho do bichinho também são contabilizadas. Dados, como tempo gasto para completar determinado game e dificuldades encontradas são colhidos.

“Nossa abordagem se baseia em anos de experiência em software e hardware combinados com décadas de pesquisa sobre cognição canina e interação animal-computador”, afirmou Avdar. “Os cachorros podem jogar videogame adaptado às suas necessidades e você pode ver como eles estão indo – e talvez até competir com o cachorro do vizinho.”

O console está em pré-venda em seu site por cerca de R$ 35 no câmbio atual.

Com informações de Gizmodo

Será que os cachorros pensam? Novo estudo traz resposta

Um estudo publicado no Journal of Comparative Psychology, conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo, nos EUA, descobriu que os cachorros têm a capacidade de formar conceitos abstratos a partir de treinamentos.

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O que o caos no Twitter nos revela sobre a segurança dos nossos dados?

Vimos grandes demissões de nos grupos de Segurança da Informação, Privacidade e Compliance. E a situação muda a cada dia

Por Redação, editado por Adriano Camargo  

Olhar Digital

Essas últimas semanas estão intensas para o Twitter, desde as demissões em massa e o anúncio apressado do retorno da comercialização do recurso que permite a falsificação de pessoas e marcas, até o bloqueio não intencional de alguns usuários que habilitaram uma configuração específica de autenticação de múltiplos fatores (MFA).  

Além disso, vimos também grandes demissões de indivíduos-chave nos grupos de Segurança da Informação, Privacidade e Compliance. E a situação muda a cada dia! 

À primeira vista, pode parecer que isso tem um impacto maior para as pessoas que para as empresas/negócios, mas toda questão destaca como é fácil para a percepção de uma empresa mudar da noite para o dia e levanta questões sobre a estabilidade das posturas de segurança entre os fornecedores.  Então, o que podemos aprender com tudo isso que está acontecendo no Twitter?

Em primeiro lugar, devemos reconhecer que, embora a aquisição do Twitter venha sendo promovida há muito tempo, a maioria dessas mudanças não foram anunciadas com antecedência. Isto significa que é possível que a postura de segurança e privacidade de uma empresa que hospeda nossos dados seja alterada da noite para o dia, e isso envolve nosso próprio perfil de risco de cibersegurança.  

Sua empresa está preparada para isso? Até que ponto a segurança da sua empresa depende de controles nativos dentro da própria tecnologia do seu provedor de aplicações? Qual é a sua capacidade de aplicar rapidamente os controles de segurança na nuvem no caso de qualquer mudança em sua aplicação ou provedor de serviços na nuvem? 

Quando questões como estas surgirem com qualquer fornecedor de tecnologia que possua dados organizacionais, as equipes farão perguntas e estarão interessadas em planos de risco, tais como: 

  • Qual o impacto disso na disponibilidade de serviços? 
  • Isso irá impactar as atualizações de serviços? 
  • Isso transforma as linhas de comunicação que temos com o fornecedor e como isso pode afetar nossa capacidade de resolver problemas? 

Sob o modelo de responsabilidade compartilhada, as empresas precisam ter um mapa de controles e responsabilidades, e estes devem ser revisados para antecipar quaisquer mudanças de risco diante de quaisquer mudanças importantes nos negócios de seus fornecedores.  Os processos devem ser bem definidos, documentados e continuamente verificados, permitindo que a empresa esteja à frente de qualquer problema. 

Em segundo lugar, isto ressalta o risco permanente para uma empresa na qual funcionários armazenam e trocam dados sensíveis na infinidade de aplicações SaaS. Das quais a maioria, inclusive, não estão sob o controle de suas equipes de TI. Permitir o uso de uma aplicação SaaS confiável (mas não gerenciada) nem sempre representa um risco tão grande quanto o uso de um serviço de transferência de arquivos não confiável com uma política de privacidade ruim. Mas é fundamental lembrar que a divulgação dos seus dados em toda parte só aumenta o risco de que um serviço exponha essas informações.  

É por isso que tantas empresas preferem implementar uma política de acesso baseada em zero trust, limitando a quantidade e o tipo de dados que estão expostos a tais serviços. 

Precisamos também considerar a possibilidade de que um ou mais funcionários possam sabotar o serviço, vazar dados sensíveis ou simplesmente cometer um erro porque estão estressados e sobrecarregados. Como uma ameaça interna (potencialmente em grande escala) afetaria sua empresa se questões semelhantes ocorressem em um de seus fornecedores de aplicações ou de nuvem? 

Como em qualquer estratégia de segurança cibernética, é fundamental considerar o equilíbrio entre risco e benefício comercial. Dessa forma, enquanto as empresas continuam consumindo serviços de nuvem em um ritmo crescente, talvez a queda do Twitter ajude a aumentar a conscientização dos líderes no board em relação a esses novos tipos de risco. Além disso, existe a esperança de que isso talvez também nos ajude como profissionais de infraestrutura e segurança a justificar nossos programas e o investimento contínuo, tanto em controles de segurança na nuvem quanto em estruturas de segurança de zero trust. 

Richard Davis é chefe de Redes e Soluções de Segurança da Netskope para EMEA 

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Artemis 1: cápsula Orion quebra recorde de voo da Apollo 13

A cápsula Orion viajou mais longe do que qualquer espaçonave projetada para transportar seres humanos antes

Jeniffer Cardoso  

Olhar Digital

A cápsula Orion, enviada à Lua na missão Artemis 1, estabeleceu um novo recorde para um voo da NASA. No sábado (26), ela voou mais longe do que qualquer outra espaçonave projetada para transportar astronautas humanos já havia feito, superando o recorde anterior estabelecido pela Apollo 13, em 1970. Por volta de meio-dia, a Orion estava a aproximadamente 401.798 quilômetros da Terra.

De todas as missões que poderiam ter atingido a marca, já era esperado que a Artemis 1 tenha sido a única a fazê-lo. O plano de voo original da Apollo 13, aliás, nem previa um voo recorde. A distância de 400.171 quilômetros do nosso planeta só foi alcançada por um fato inesperado: uma explosão no meio da missão forçou a NASA a traçar um novo curso de retorno (mais longo) para módulo de comando Odyssey.

Com um suprimento limitado de oxigênio no Módulo Lunar Aquarius, a NASA precisava levar a Apollo 13 de volta à Terra o mais rápido possível. Foi aí que a agência estabeleceu uma rota de voo que usava a gravidade da Lua para lançar a missão ao nosso planeta.

Entrada da Orion na órbita da Lua

Na sexta-feira (25), a missão Artemis 1, da NASA, alcançou mais um marco importante. A cápsula Orion usou o Módulo de Serviço Europeu, projetado e implantado pela Agência Espacial Europeia (ESA), para realizar uma manobra que utilizou a gravidade da Lua para entrar na chamada “órbita retrógrada distante” (DRO).

O que vai acontecer com a espaçonave da missão Artemis 1

Depois de cerca de cinco dias na DRO, Orion vai retornar para o ponto mais próximo da Lua, a 100 km de altitude, de onde é possível observar as características distintas da superfície lunar, incluindo suas crateras de impacto. Então, ela usará esse sobrevoo próximo para usar a força gravitacional da Lua para acelerar de volta à Terra.

No caminho, ela vai descartar o módulo de serviço, para reentrar na atmosfera a 40.200 km/h. Nesse momento, previsto para acontecer no dia 11 de dezembro, a cápsula vai experimentar temperaturas de quase 2.800 graus Celsius, estando protegida pelo maior escudo térmico do mundo (com cinco metros de diâmetro).

Após a reentrada segura, serão acionados os paraquedas, para garantir um mergulho preciso no Oceano Pacífico, na costa da Califórnia, representando o teste final da espaçonave.

Com 26 dias de duração, a missão Artemis 1 foi projetada, principalmente, para testar a cápsula Orion e o megafoguete Space Launch System (SLS), da NASA.

Seguindo essa missão, o próximo grande teste da nave Orion será o voo Artemis 2, que representará a primeira vez que a cápsula voará com tripulantes a bordo. Na ocasião, será percorrido o mesmo trajeto do voo não tripulado.

Mais tarde, com a missão Artemis 3, que está prevista para 2025 ou 2026, a cápsula finalmente pousará no polo sul da Lua, levando a primeira mulher e a primeira pessoa preta da história a pisar em solo lunar, mais de meio século depois da última vez que estivemos por lá, por meio das missões Apollo.

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O que polvos e cérebros humanos têm em comum?

Polvos e humanos são mais parecidos do que poderíamos imaginar. Agora, cientistas estão perto de descobrir o motivo

Jeniffer Cardoso  

Olhar Digital

Cefalópodes como polvos e lulas são animais altamente inteligentes, com sistemas nervosos complexos. Se retrocedermos na história evolutiva, encontraremos o último ancestral comum conhecido de humanos e cefalópodes: um animal primitivo semelhante a um verme com inteligência mínima e manchas oculares simples.

Mais tarde, o reino animal foi dividido em dois grupos de organismos – aqueles com espinha dorsal e aqueles sem. Enquanto os vertebrados, principalmente os primatas e outros mamíferos, desenvolveram cérebros grandes e complexos com diversas habilidades cognitivas, os invertebrados não. Com uma exceção: os cefalópodes.

Os cientistas há muito se perguntam por que um sistema nervoso tão complexo só foi capaz de se desenvolver nesses moluscos. Agora, uma equipe internacional liderada por pesquisadores do Max Delbrück Center, da Alemanha, e do Dartmouth College, nos Estados Unidos, apresentou um possível motivo.

Em um artigo publicado na Science Advances, eles explicam que os polvos têm um repertório amplamente expandido de microRNAs (miRNAs) em seu tecido neural – refletindo desenvolvimentos semelhantes aos dos vertebrados.

“Portanto, é isso que nos conecta ao polvo”, diz o professor Nikolaus Rajewsky, diretor científico do Instituto de Biologia de Sistemas Médicos o Centro Max Delbrück (MDC-BIMSB).

Ao todo, 42 novas famílias de miRNA foram encontradas – especificamente no tecido neural e principalmente no cérebro. Dado que esses genes foram conservados durante a evolução dos cefalópodes, a equipe concluiu que eles foram claramente benéficos para os animais e, portanto, são funcionalmente importantes.

Polvos são criaturas inteligentes e… alienígenas?

Do ponto de vista evolutivo, os polvos são únicos entre os invertebrados. Eles têm um cérebro central e um sistema nervoso periférico capaz de agir de forma independente.

Se um polvo perde um tentáculo, o membro permanece sensível ao toque e ainda pode se mover. A razão pela qual os polvos são os únicos a desenvolverem funções cerebrais tão complexas pode residir no fato de que eles usam seus braços como ferramentas para abrir conchas, por exemplo.

Os polvos também mostram outros sinais de inteligência: são muito curiosos e podem se lembrar das coisas. Eles também podem reconhecer as pessoas e gostar mais de algumas do que de outras. Os pesquisadores agora acreditam que eles até sonham, já que mudam a cor e a estrutura da pele durante o sono.

Apaixonado por esses animais, Rajewsky vai além: “Dizem que se você quer conhecer um alienígena, mergulhe e faça amizade com um polvo”. Ele agora planeja unir forças com outros pesquisadores de polvos para formar uma rede europeia que permitirá um maior intercâmbio entre os cientistas. Embora a comunidade seja pequena atualmente, Rajewsky diz que o interesse pelos polvos está crescendo em todo o mundo, inclusive entre os especialistas comportamentais.

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SpaceX lança nave de carga com sementes e outros itens para a Estação Espacial Internacional

Sementes de tomates anões foram lançadas à Estação Espacial a bordo de nave da SpaceX

Jeniffer Cardoso 

Olhar Digital

A SpaceX enviou com sucesso uma espaçonave de carga Dragon cheia de ciência para a Estação Espacial Internacional no sábado (26), na 26ª missão comercial de reabastecimento da empresa para a ISS.

O lançamento, que foi o 54º lançamento geral da SpaceX e o quinto de uma nave Dragon em 2022, estava originalmente programado para 22 de novembro, mas foi adiado por causa do mau tempo.

“Lindo lançamento. Como sempre, ótimo ver isso”, comemorou a porta-voz da NASA, Sandra Jones, durante a transmissão ao vivo da missão. A Dragon atracou no laboratório orbital às 9h39 (horário de Brasília) deste domingo (27).

Nave da SpaceX levou sementes para experimento na ISS

Ao todo, a Dragon carregou 3,5 mil quilos. Algumas das cargas úteis a bordo incluem matrizes de energia solar, além de um microscópio para observar mudanças nos sistemas imunológicos da tripulação da Estação Espacial Internacional e um hardware para capturar imagens dos olhos dos astronautas.

Foram enviados também sementes de tomates anões, em mais uma etapa da série de experimentos Veggie. O programa vem explorando o cultivo de alimentos e até flores no espaço.

Com a NASA tendo acabado de lançar sua missão lunar não tripulada Artemis 1, a preparação para excursões de longa duração sob o Programa Artemis exigirá repensar como fornecer alimentos aos astronautas e mantê-los saudáveis ​​por semanas ou meses, não apenas na ISS, mas também na Lua.

Os cientistas já estão analisando os resultados da recente colheita de pimentas maduras. Até o momento, esse é o experimento de crescimento de plantas mais longo já feito na Estação Espacial Internacional. Foram 135 dias de trabalho, que geraram uma quantidade enorme de dados e ajudaram os pesquisadores a encontrar novas técnicas de fertilização fora da Terra.

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WhatsApp cria atalho para você conversar com si mesmo; veja como usar

Prática é uma opção para quem precisa salvar lembretes, listas de tarefas ou outras anotações em um lugar de fácil acesso. Antes da atualização, era preciso criar um grupo e remover os outros contatos ou salvar o próprio número no celular.

Por g1

Como conversar com você mesmo no WhatsApp — Foto: Divulgação/WhatsApp

Como conversar com você mesmo no WhatsApp — Foto: Divulgação/WhatsApp

WhatsApp liberou um atalho na lista de contatos para permitir que usuários possam conversar consigo mesmos no Android e no iPhone (iOS). Até então, uma das formas usadas para isso era criar grupos e então remover os contatos adicionados.

Agora, o usuário que selecionar o botão de iniciar uma conversa verá o seu próprio número no topo da lista de contatos. Apesar de parecer uma prática inusitada, conversar com si mesmo no aplicativo pode ser uma boa opção para deixar recados salvos.

“Essa funcionalidade traz a conveniência de poder enviar notas para sua lista de tarefas, lembretes, listas de compras e qualquer outra anotação que o usuário queira ter acesso facilmente, na palma da sua mão, no aplicativo que ele já usa com frequência”, diz o WhatsApp.

Veja a nova forma de conversar com você mesmo no WhatsApp:

  1. Na tela inicial, crie uma nova conversa com o ícone no canto inferior direito;
  2. Caso seu aplicativo esteja atualizado, sua foto aparecerá no topo da lista de contatos;
  3. Clique no seu nome e comece a enviar mensagens.

Ainda não recebeu a atualização? Veja o que fazer

Caso o atalho ainda não apareça na sua conta, é possível conversar com você mesmo pelos métodos antigos. Um deles é por meio de um grupo, em que você adiciona um contato e depois o remove, o que não faz a conversa ser encerrada. Veja como fazer:

  1. No Android, toque nos três pontinhos. No iPhone, toque em nova conversa (ícone de lápis e papel);
  2. Depois, selecione a opção “Novo Grupo“;
  3. Selecione um contato e adicione ele ao grupo criado;
  4. Com a conversa aberta, clique no nome do grupo;
  5. Toque no nome do outro participante, selecione “Remover do grupo” e confirme a decisão.

Também é possível conversar com você mesmo ao salvar o seu próprio contato no WhatsApp. Veja como funciona esse método:

  1. No Android, toque no ícone no canto inferior direito. No iPhone, toque no ícone de lápis e papel;
  2. Toque em “Novo contato“;
  3. Adicione o seu nome e o número do seu telefone;
  4. Toque em “Salvar“;
  5. Procure o seu contato dentro do app e, então, inicie uma conversa.

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Elon Musk anuncia verificações douradas e cinzas no Twitter; selo azul será relançado

Novas marcas certificarão contas de empresas e governos. Indivíduos continuarão a ter o selo azul, cujo serviço, cobrado, será relançado na semana que vem, junto das novas cores, disse o empresário.

Por g1

Mensagem exibida no perfil @Jesus no Twitter mostra que a conta recebeu o selo azul, de verificada, por assinar a versão paga do Twitter Blue, que custa US$ 8 por mês — Foto: Reprodução/Twitter/@Jesus

Mensagem exibida no perfil @Jesus no Twitter mostra que a conta recebeu o selo azul, de verificada, por assinar a versão paga do Twitter Blue, que custa US$ 8 por mês — Foto: Reprodução/Twitter/@Jesus

Twitter lançará marcas de verificação douradas e cinzas, além de relançar o serviço cobrado da azul, anunciou nesta sexta-feira (25) o presidente-executivo da plataforma, Elon Musk.

Segundo o empresário, o selo dourado será usado para identificar empresas, e o cinza, governos nacionais e locais. A já tradicional checagem azul ficará reservada a indivíduos.

As novas marcas entrarão em funcionamento em uma semana, anunciou o empresário em uma postagem na rede social. Também na semana que vem, a plataforma relançará o polêmico serviço cobrado para a verificação azul, anunciou Musk.

“Cheque dourado para empresas, cheque cinza para governos, azul para indivíduos (celebridades ou não). Doloroso, mas necessário”, escreveu.

Todas as contas verificadas serão autenticadas manualmente antes que a verificação seja ativada, ainda segundo o bilionário.

“Indivíduos podem ter um logotipo minúsculo secundário para mostrar que pertencem a uma organização, se verificado como tal por essa organização”, disse Musk em outro tweet, acrescentando que dará uma explicação mais longa na próxima semana.

A empresa havia pausado a cobrança no serviço cobrado do selo azul, de US$ 8 (cerca de R$ 42,50), por conta do aumento de contas falsas após o lançamento inicial. Musk disse que o problema foi resolvido, e a verificação será relançada em 29 de setembro.

A marca de seleção azul era originalmente reservada para contas verificadas de políticos, personalidades famosas, jornalistas e outras figuras públicas.

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Exoplaneta de massa monstruosa é uma das maiores superterras já descobertas

Com quase o dobro do raio e aproximadamente dez vezes a massa da Terra, o exoplaneta de nome TOI-1075b está localizado a 200 anos-luz daqui

Flavia Correia  

Olhar Digital

Um estudo disponível no servidor de pré-impressão arXiv e já aceito para publicação pelo periódico científico The Astronomical Journal descreve a descoberta de um colossal exoplaneta a apenas 200 anos-luz da Terra. Segundo os autores, ele é uma das maiores superterras já observadas.

São chamados de superterras os planetas com massa superior à da Terra mas inferior à dos gigantes gasosos do Sistema Solar. O termo refere-se apenas à massa, não implicando sobre as condições das superfícies ou habitabilidade. Esses planetas, no geral, são rochosos, mas podem também ser gasosos ou híbridos.

Com quase o dobro do raio da Terra, o exoplaneta de nome TOI-1075b, objeto desta pesquisa recente, encontra-se em uma espécie de “planetas de raio-lacuna”, um aparente déficit de mundos entre 1,5 e 2 raios terrestres, ligeiramente maiores do que grande parte das superterras rochosas, mas menores do que os chamados mininetunos.

Segundo o estudo, a massa de TOI-1075b é quase dez vezes a da Terra, o que é muito pesado para um mundo gasoso. É provável que o exoplaneta seja rochoso, como Mercúrio, Terra, Marte e Vênus. 

A classe de planetas de raio-lacuna só foi identificada há alguns anos, em 2017, quando já se tinha um catálogo grande o suficiente de planetas alienígenas (de fora do nosso Sistema Solar) para os cientistas notarem um padrão. 

No caso de exoplanetas com uma certa proximidade de suas estrelas, muito poucos deles se encaixam nessa lacuna. Existem várias explicações possíveis para isso. O principal motivo parece ser que, abaixo de um certo tamanho, um exoplaneta simplesmente não tem massa para reter uma atmosfera contra a radiação evaporativa tão próxima da estrela hospedeira. De acordo com este modelo, os exoplanetas na lacuna devem, portanto, ter uma atmosfera bastante considerável, consistindo principalmente de hidrogênio e hélio.

TOI-1075b foi descoberto por caçador de exoplanetas da NASA

O planeta TOI-1075b foi detectado em dados do Transiting Exoplanet Survey Satellite, o caçador de exoplanetas da NASA mais conhecido pela abreviação TESS, que procura por quedas fracas e regulares na luz das estrelas, que possam sugerir que elas estão sendo orbitadas por um corpo planetário. Os astrônomos também podem calcular o raio desses corpos observando quanto da luz da estrela é reduzida.

Com base nisso, os cientistas deduziram que a estrela anã laranja TOI-1075 estava sendo orbitada por um exoplaneta que teria em torno de 1,8 vezes o raio da Terra, em um período orbital de cerca de 14,5 horas, características que o encaixam nos critérios para um mundo de raio-lacuna.

Em seguida, os cientistas precisavam pesá-lo. Para isso, é necessário alavancar um efeito diferente que um exoplaneta tem em relação à sua estrela hospedeira: a atração gravitacional. A maior parte da gravidade em uma interação estrela-planeta é fornecida pela estrela, mas o planeta também exerce um pequeno puxão gravitacional de volta sobre ela. 

Isso também é uma métrica alcançável pela observação da oscilação da luz estelar. A estrela TOI-1075 tem uma massa e um raio de cerca de 60% do nosso Sol, então a equipe pôde calcular com precisão a massa do exoplaneta para 9,95 massas terrestres. 

Por fim, era necessário descobrir sua densidade média – o que pôde ser facilmente calculado já de posse das informações sobre o tamanho e a massa. E TOI-1075b tem uma densidade de 9,32 gramas por centímetro cúbico. Isso é quase o dobro da densidade da Terra, de 5,51 gramas por centímetro cúbico.

Espera-se que um exoplaneta na lacuna de massa tenha uma atmosfera substancial de hidrogênio-hélio. No entanto, a densidade de TOI-1075b é inconsistente com essa composição. “Com base na composição prevista do TOI-1075b e no período orbital ultracurto, não esperamos que o planeta tenha retido um envelope H/He”, disseram os pesquisadores.

“TOI-1075b poderia ter: nenhuma atmosfera (rocha nua); uma atmosfera de vapor de metal/silicato com uma composição definida pelo oceano de magma vaporizador na superfície, uma vez que a temperatura de equilíbrio do TOI-1075 b é quente o suficiente para derreter uma superfície rochosa; ou, especialmente na extremidade inferior de sua faixa de densidade média permitida, possivelmente uma fina camada ou de H/He ou de CO2”.

Ou seja, esse exoplaneta é tão quente (por estar muito perto de sua estrela) que sua superfície poderia ser um oceano de magma que produz uma atmosfera de rocha vaporizada.

E quem poderá tirar essa dúvida? Segundo o site Science Alert, o Telescópio Espacial James Webb, que é poderosamente hábil para analisar atmosferas de exoplanetas. Assim, apontá-lo para o TOI-1075b deve revelar se ele tem uma atmosfera fina, uma atmosfera de silicato ou nenhuma atmosfera – e essa informação pode revelar alguma peculiaridade anteriormente desconhecida da formação e evolução de planetas.

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