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NUVEM DE TAGS

Twitter testa sua própria versão do “Close Friends” do Instagram

Lucas Soares  

Olhar Digital

O Twitter colocou em testes uma função que permite que você compartilhe tweets apenas com um número selecionado de seguidores, assim como ocorre com os “Close Friends” nos Stories do Instagram.

A função batizada, pelo menos provisoriamente, de “Flock” foi anunciada em julho do ano passado, mas só agora parece estar dando as caras. Quem descobriu a existência dos testes foi o engenheiro reverso Alessandro Paluzzi, que encontrou o recurso nos códigos do aplicativo.

Segundo Paluzzi, é possível adicionar até 150 seguidores em uma lista e os tweets que você enviar para esse grupo vão ser exibidos apenas para ele. Assim como ocorre com os “Close Friends”, vai haver um indicativo visual para quem recebe saber que aquele conteúdo é fechado para usuários específicos do Twitter. 

Close Friends do Twitter

No entanto, você pode editar o grupo a qualquer momento, e o Twitter diz que não notificará ninguém que você remover. A empresa também está testando um recurso chamado Comunidades, que oferece um espaço dedicado para grupos de pessoas com os mesmos interesses.

Em nota, o Twitter disse ao The Verge que está “sempre trabalhando em novas maneiras de ajudar as pessoas a se envolverem em conversas saudáveis ​​e [está] atualmente explorando maneiras de permitir que as pessoas compartilhem de forma mais privada”.

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Estudo mostra que risco de miocardite é pequeno comparado ao benefício da vacina

Kaique Lima 

Olhar Digital

Um estudo comandado por pesquisadores da Universidade de Hong Kong, na China, apontou que o risco de miocardite em quem recebeu a vacina da Pfizer contra a Covid-19 é pequeno, quando comparado com o benefício da imunização. Segundo os pesquisadores, o risco de inflamação é muito pequeno.

Um dos estudos concluiu que o risco de miocardite é de seis para cada um milhão de pessoas que receberam a vacina da Pfizer. Já o segundo, apontou que o risco é de oito por milhão. Porém, ambos constataram que o risco é ligeiramente maior em adolescentes do sexo masculino.

Os estudos, porém, não permitem conclusões sobre a incidência de inflamações cardíacas em crianças. Isso acontece porque a formulação da vacina infantil é diferente das doses para os adultos, com apenas um terço da dose completa.

Importância dos estudos

Segundo os autores, os estudos são importantes para auxiliar no planejamento de programas de vacinação para adolescentes em grandes populações, como é o caso do Brasil. Um dos estudos, que foi realizado na China, não viu elevação de miocardite em quem tomou outras vacinas, como a CoronaVac.

Apesar de haver elevação no risco de miocardite em adolescentes que tomaram a vacina da Pfizer, esses casos, em geral, não são graves. Nenhuma das vítimas de miocardite foi internada em UTIs. Em contrapartida, entre as pessoas que não tomaram a vacina, 14 foram para a UTI e 12 morreram.

“Apesar de o risco absoluto ser muito baixo, a elevação do risco deve ser comunicada a médicos e recipientes da vacina”, escreveram os pesquisadores. De acordo com os especialistas, porém, deve ser levado em conta o benefício da vacinação, principalmente no contexto atual da pandemia.

Via: O Globo

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Faxina em Marte: Nasa conclui limpeza de tubo de coleta entupido do rover Perseverance

Flavia Correia  

Olhar Digital

Nesta terça-feira (25), a Nasa anunciou que foi concluída a limpeza do tubo de coleta 261 do rover Perseverance, que estava obstruído. Conforme noticiado pelo Olhar Digital, isso aconteceu depois que o robô conseguiu sua sexta coleta de rochas em Marte, no fim de dezembro.

“Quando você se depara com um desafio, às vezes é melhor dar um passo atrás e sacudi-lo”, diz o post no Twitter da missão Perseverance. “Eu me virei em algumas rochas próximas para ficar inclinado, e fiz uma torção com um pé. Em algum lugar ao longo do caminho eu sacudi as outras duas pedras no meu sistema de amostragem. De volta à [missão] #SamplingMars em breve”.

De acordo com a Nasa, a equipe responsável pelo robô trabalhou metódica e minuciosamente, atingindo de imediato um bom progresso na compreensão do melhor caminho a seguir para a resolução do problema.

A implementação das etapas iniciais de recuperação logo alcançou o primeiro sucesso: as duas pedras superiores foram ejetadas do carrossel de brocas durante um procedimento de teste. 

Na segunda-feira (17), a câmera WATSON, instrumento científico do rover, fez imagens do carrossel de brocas e suas pedras — e também fotografou o solo sob o robô para estabelecer exatamente o que estava lá embaixo antes de qualquer estratégia de recuperação ser aplicada. 

“Mais tarde, no mesmo dia, rodamos o carrossel cerca de 75 graus antes de devolvê-lo à sua posição original. As imagens da WATSON mostraram que as duas pedras superiores foram ejetadas durante o processo”, revelou a Nasa no comunicado. 

Segundo os cientistas da agência, no dia seguinte, eles receberam o segundo conjunto de imagens do solo abaixo do rover, que mostram duas novas pedras. Isso quer dizer que as pedras ejetadas do carrossel foram depositadas de volta na superfície de Marte como planejado.

Desafios inesperados fazem parte das missões a Marte

Ainda de acordo com a Nasa, as outras duas pedras, localizadas no fundo do carrossel, ainda permaneciam. “É interessante notar que alguns dos testes iniciais realizados na Terra indicam que a localização das duas pedras restantes pode não representar um problema significativo com a operação do carrossel, mas estamos continuando a análise e testes para confirmar isso”.

“Como todas as missões a Marte, tivemos alguns desafios inesperados”, disse a Nasa em comunicado na semana passada. “Esperamos o mesmo resultado desta vez — ao tomar medidas incrementais, analisar resultados e seguir em frente, planejamos resolver totalmente esse desafio e voltar à exploração e amostragem na Cratera Jezero”.

No entanto, segundo o que diz o tweet da missão postado nesta segunda-feira, parece que até essas duas últimas pedrinhas foram removidas com sucesso.

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SpaceX Dragon volta à Terra com toneladas de carga da ISS a bordo

Flavia Correia 

Olhar Digital

Conforme noticiado pelo Olhar Digital, no último domingo (23), a cápsula Cargo Dragon C209 desatracou da Estação Espacial Internacional (ISS). A mais recente missão de carga da SpaceX já está de volta à Terra com uma enorme quantidade de experimentos científicos a bordo .

A nave de carga C209, da SpaceX, mergulhou no Golfo do México às 18h05 desta segunda-feira (24). Imagem: SpaceX

De acordo com o site Space.com, o cargueiro CRS-24 caiu no Oceano Atlântico às 18h05 (pelo horário de Brasília), na costa da Flórida, perto da Cidade do Panamá.

“Splashdown of Dragon confirmou, completando a 24ª missão de reabastecimento da SpaceX para a estação espacial”, escreveu a SpaceX no Twitter.

A nave de carga devolveu cerca de 2.270 kg de ciência à Terra, incluindo um “citoesqueleto” que estuda a sinalização celular em humanos, e o retorno de um microscópio de imagem leve, de 12 anos, sendo aposentado após mais de uma década de uso em órbita. 

Carga da SpaceX Dragon foi entregue ao Centro Espacial Kennedy, da Nasa

Esses experimentos e todo o restante do conteúdo da cápsula foram devolvidos ao Centro Espacial Kennedy da Nasa, na Flórida, para serem entregues aos cientistas, segundo informações de um comunicado da SpaceX.

A espaçonave encerrou sua missão após pouco mais de um mês no espaço, permitindo que os astronautas da Expedição 66 recebessem alimentos frescos e suprimentos da Terra em 22 de dezembro, um dia após o lançamento.

Trazendo de volta muita ciência, a cápsula estava sendo aguardada inicialmente para as primeiras horas da manhã de segunda-feira, mas dois dias de mau tempo em potenciais locais de pouso no Golfo do México adiaram os planos.

“A Expedição 66 deseja ao Dragon um bom retorno”, disse o astronauta da Nasa Tom Marshburn ao rádio Controle da Missão da estação, em nome da tripulação, logo após o desencaixe. “Parabéns a Houston e à SpaceX. Mal posso esperar para ver o que os resultados trazem”.

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Pesquisadores trabalham em vacina contra o vício em opióides

Kaique Lima  

Olhar Digital

epidemia de opióides tem sido um dos maiores problemas das áreas de segurança e saúde dos Estados Unidos nos últimos anos. Sem uma solução fácil para esta questão, os pesquisadores estão precisando pensar em saídas completamente inéditas para conseguir tratar o vício, o que inclui, uma vacina.

Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, em Nova York, está trabalhando em uma vacina que tem como alvo o vício em oxicodona. Atualmente, a candidata a imunizante contra opióides está sendo testada em alguns voluntários com transtornos de abuso de drogas.

Sem prazer no uso

Em teoria, a vacina funcionaria impedindo que a oxicodona estimule os centros de prazer do cérebro. A ideia é baseada no entendimento de que se os usuários não sentem prazer ao fazer uso das substâncias, eles são menos propensos a usá-las e menos ainda a se tornarem dependentes.

“A ideia por trás da vacina é que, depois de um tempo, o corpo produzirá um anticorpo para essa estrutura química específica”, disse Sandra Comer, professora de neurobiologia da Universidade de Columbia. “Se alguém usar oxicodona, o anticorpo se ligará a essa molécula e não permitirá que ela entre no cérebro”.

Sem recaídas

A expectativa dos pesquisadores é que a vacina diminua a taxa de recaídas de tratamentos de dependência de opióides que são realizados com assistência médica. Segundo Comer, atualmente, esta taxa gira em torno dos 50%.

“Se eles recaírem, esperamos que a vacina ainda forneça algum nível de proteção, pelo menos contra overdose”, disse ela. ““E talvez uma oportunidade para nós os envolvermos novamente no tratamento”, completou a pesquisadora.

Caso a primeira vacina atinja os resultados desejados, os pesquisadores esperam desenvolver tratamentos com a mesma lógica contra a dependência de outros opióides, como heroína e fentanil. Essas duas substâncias têm efeitos ainda mais devastadores em seus usuários.

Via: Futurism

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Estudo confirma que consumo de álcool causa câncer

Kaique Lima  

Olhar Digital

Um novo estudo genético em larga escala demonstrou que o consumo de álcool tem ligação direta com a incidência de câncer. Os dados apontam que o consumo de bebidas alcoólicas é responsável por pelo menos 400.000 mortes por câncer a cada ano ao redor do mundo.

Evidências de estudos realizados em países ocidentais já demonstravam que o álcool tem uma forte ligação com casos de câncer na cabeça, pescoço, esôfago, fígado, cólon e mama. Porém, existe uma dificuldade em definir se esses tipos de câncer estão ligados somente ao consumo de bebidas alcoólicas

Todos esses tipos de tumores estão ligados a possíveis fatores de confusão e podem ter outras causas, como o tabagismo e uma alimentação pobre em nutrientes e rica em sal, açúcar e gordura. Isso também ocorre em outros tipos de câncer, como pulmão e estômago.

Gene de baixa tolerância

Para diminuir essas confusões, equipes da Universidade de Pequim e da Academia Chinesa de Ciências, ambas da China, e da Oxford Population Health, resolveram investigar quais variantes genéticas estavam ligadas a um menor consumo de álcool em populações asiáticas.

Nos chineses e em outras populações do leste da Ásia, foram encontradas duas variantes genéticas que reduzem a tolerabilidade ao álcool. Ambas estão fortemente ligadas à menor ingestão de álcool, por causarem um efeito conhecido como “flushing’, que é bastante desagradável.

Os pesquisadores então estudaram amostras de DNA de cerca de 150.000 pessoas, sendo 60.000 homens e 90.000 mulheres. Vale ressaltar que, na China, o consumo de álcool é um hábito predominantemente masculino, sendo bastante raro encontrar mulheres que bebem regularmente.

Análise focada em homens

Em uma análise focada nos homens, os pesquisadores descobriram que os homens que tinham um ou os dois genes de baixa tolerância ao álcool tinham entre 13% e 25% menos chances de desenvolver câncer. Essa chance era ainda menor em relação aos tipos de câncer relacionados ao álcool.

Em geral, os homens com os genes de baixa tolerância ao álcool não bebem ou bebem muito pouco. Com isso, apresentam 14% menos chances de desenvolver qualquer tipo de câncer e 31% menos risco de desenvolver câncer de cabeça e pescoço, esôfago, cólon, reto e fígado.

Os resultados permaneceram os mesmos quando os dados foram ajustados para outros fatores de risco, como tabagismo, dieta, atividade física, obesidade e histórico familiar de câncer. Porém, em homens que bebiam mesmo com o gene de baixa tolerância, a incidência de câncer aumentou.

Via: Oxford Population Health

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Segundo estudo, Ômicron sobrevive por mais tempo na pele e no plástico

Fonte: Do Olhar Digital

De acordo com um estudo publicado na plataforma BioRxiv, os pesquisadores da Universidade de Medicina da Prefeitura de Kyoto (Japão) descobriram que a variante Ômicron pode sobreviver até 21 horas na pele e também 193 horas, o que representa cerca de oito dias, através de superfícies plásticas.

Por mais que ainda não tenha sido revisado por pares, o estudo não conseguiu verificar até que momento o vírus ainda vivo na superfície conseguiria infectar as pessoas. Os pesquisadores conseguiram ver com mais clareza que a Ômicron é a variante que mais consegue sobreviver por mais empo no plástico.

  • Ômicron, como já mencionado antes: 193,5 horas
  • Alfa: 191,3 horas
  • Beta: 156,6 horas
  • Delta: 114 horas
  • Gama: 59,3 horas
  • Cepa original: 56 horas

Já o tempo de permanência da Covid-19 na pele foi o seguinte:

  • Ômicron: 21,1 horas
  • Alfa: 19,6 horas
  • Beta: 19,1 horas
  • Delta: 16,8 horas
  • Gama: 11 horas
  • Cepa original: 8,6 horas

Até chegar nessa conclusão, a equipe testou a capacidade de sobrevivência de cada variante, inclusive a Ômicron, em uma placa de poliestireno (plástico). Depois, foi realizado testes em amostras de pele humana coletadas para autópsia forense: “Em tese, se essas partículas encontradas em superfícies forem contaminantes, então isso pode explicar parte do processo de infecção pela Ômicron.”

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Subvariante BA.2 já cresce mais rápido que a ômicron; veja o que se sabe

Kaique Lima  

Olhar Digital

Alguns dias após a descoberta da variante ômicron do vírus da Covid-19, foram descobertas duas subvariantes da nova cepa: BA.1 e BA.2. Naquele momento, a BA.1 era a responsável pelo maior número de infecções, enquanto a BA.2 era muito mais rara e não atraiu atenção dos especialistas.

Porém, a atual situação da pandemia em alguns países, como a Dinamarca, demonstram que o número de casos causados pela BA.2 está crescendo. No país escandinavo, os casos da subvariante da ômicron já estão na casa dos 45%, antes, a prevalência era de 20%.

Em outros países da região, como Suécia e Noruega, e outros fora da Escandinávia, como o Reino Unido, também viram a quantidade de casos de Covid-19 causados pela BA.2 crescerem. Estima-se que os novos casos da subvariante estejam dobrando a cada quatro dias.

Dominância da BA.2

Caso esse ritmo se mantenha, a BA.2 deve se tornar dominante na Dinamarca já em fevereiro. Porém, no Reino Unido, a cepa ainda corresponde a cerca de 1,5% do total de casos. Logo, mesmo que o ritmo de crescimento siga constante, a subvariante não deve se tornar dominante tão cedo.

A BA.2 possui uma série de alterações genéticas em relação à BA.1, inclusive na proteína spike, que é usada pelo vírus para infectar as células humanas. Essas alterações tornam a subvariante especialmente perigosa, já que a maior parte das vacinas atuais têm a proteína spike como foco.

Ômicron furtiva

Por conta de suas alterações genéticas, a BA.2 tem sido chamada de “ômicron furtiva”,por ser mais difícil de se identificar. A BA.1 possui uma mutação que a torna visível nos testes PCR, contudo, a BA.2 não possui essa mutação, o que faz com que seja necessário um sequenciamento genético para sua detecção.

Porém, esse aspecto não afeta os testes de diagnóstico, que detectam a BA.2 normalmente. A mutação dificulta apenas o mapeamento da prevalência da cepa. Além disso, ao que tudo indica, a sublinhagem não é mais ou menos agressiva que a BA.1.

De acordo com as autoridades de saúde dinamarquesas, análises iniciais não demonstraram um aumento no número de hospitalizações pela BA.2 em comparação com a BA.1. O próximo passo é testar a sublinhagem com anticorpos induzidos pelas vacinas.

Os resultados ainda não foram divulgados, contudo, é esperado que os imunizantes tenham um efeito positivo contra formas graves da doença causada pela subvariante. 

Via: Superinteressante

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Telescópio James Webb, da Nasa, chega ao destino final, a 1,5 milhão de quilômetros da Terra

Telescópio espacial James Webb foi lançado ao espaço em 25 de dezembro de 2021 pela agência espacial americana. Ele vai complementar o Hubble, telescópio mais famoso da agência, que está há 31 anos em órbita.

Por g1

Telescópio James Webb chega ao destino final: cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra

Nasa, agência espacial americana, anunciou nesta segunda-feira (24) que o telescópio James Webb, lançado ao espaço em 25 de dezembro, chegou ao destino final, a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra (veja vídeo).

O James Webb é o novo telescópio espacial da Nasa (JWST, na sigla em inglês: James Webb Space Telescope). Ele é, basicamente, um grande observatório espacial que consegue enxergar objetos – como estrelas, galáxias e exoplanetas – super distantes no espaço.

Sua massa é de 6,5 toneladas. Ele custou US$ 10 bilhões (cerca de R$ 56,4 bilhões).

Animação divulgada pela Nasa ilustra o telescópio no destino final — Foto: Nasa/Reprodução/Twitter

Animação divulgada pela Nasa ilustra o telescópio no destino final — Foto: Nasa/Reprodução/Twitter

Ele vai permitir aos astrônomos, literalmente, enxergar coisas no Universo que eles não conseguiam ver antes – como as primeiras galáxias que surgiram nele.

Isso é possível por dois motivos: o primeiro é que o James Webb é muito grande: seu espelho primário tem 6,5m de diâmetro (quase 3 vezes maior que o do telescópio Hubble, seu antecessor).

O segundo é que ele consegue enxergar em infravermelho. O Hubble só enxergava uma faixa limitada desse comprimento de onda.

Como a luz infravermelha tem um comprimento de onda mais longo que os outros, o James Webb vai conseguir olhar mais para trás no tempo – e enxergar as primeiras galáxias que se formaram no início do Universo.

É como olhar para o passado.

Entenda a importância do telescópio James Webb, lançado em 25 de dezembro de 2021 pela Nasa

“Quanto mais longe [está a galáxia], mais no passado. É um efeito meio maluco de relatividade, mas você pode pensar assim: quando a gente está vendo uma coisa muito distante, está vendo uma coisa que aconteceu há muito tempo atrás – há bilhões de anos – e simplesmente levou muito tempo para a luz chegaàr até aqui”, explica o astrônomo Thiago Signorini Gonçalves, do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Nas palavras da própria Nasa, o telescópio vai “alterar de forma fundamental o nosso entendimento sobre o universo”.

Telescópio James Webb, da Nasa. — Foto: Reprodução/Twitter Nasa Webb Telescope

Telescópio James Webb, da Nasa. — Foto: Reprodução/Twitter Nasa Webb Telescope

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Estudo mostra que cérebro fica alerta para perigos mesmo durante o sono

Matheus Barros 

Olhar Digital

Não é nenhuma novidade que o cérebro humano permanece ativo enquanto dormimos. Porém, um estudo realizado pela Universidade de Salzburg, na Áustria, mostrou que além de estar ativo, o cérebro continua em alerta para possíveis perigos que estejam a nossa volta.  

A pesquisa acompanhou o sono de 17 voluntários e alguns deles ouviram um áudio de uma voz conhecida falando seus nomes, enquanto outros escutaram o áudio vindo de uma voz desconhecida. Foi possível concluir que o grupo que ouviu os desconhecidos tiveram mais respostas que os demais.  

Os voluntários expostos ao desconhecido tiveram mais mudanças na atividade cerebral enquanto escutavam o áudio do que os demais. O padrão de ondas cerebrais apresentado por estas pessoas funciona como “um mecanismo bastante inteligente que permite filtrar o que é relevante ou não e, quando for relevante, aciona uma cadeia de processos facilitando o processamento dessa informação sem precisar que você acorde e interrompa o sono”. 

Os pesquisadores explicaram que o estudo mostra que “o cérebro adormecido extrai informações sensoriais relevantes para processamento posterior”. “Nossos resultados colocam vozes desconhecidas como mais relevantes – ou em termos evolucionários potencialmente mais ameaçadoras – e, consequentemente, mais excitantes para quem dorme do que vozes familiares”, acrescentou.  

De acordo com o estudo, após repetir as vozes desconhecidas algumas vezes, o cérebro voltou a sua resposta comum. O que significa que ele reconheceu a voz e entendeu que ela não era uma ameaça após ser repetida, que mostra que o cérebro humano precisa de um tempo para se acostumar com um novo som, mesmo durante o sono. 

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