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NUVEM DE TAGS

OMS confirma morte de criança por hepatite de causa desconhecida

Até quinta-feira (21), ao menos 169 casos da doença haviam sido confirmados. Não foram divulgados detalhes sobre a criança que morreu.

Por g1

A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou, neste sábado (23), que houve ao menos uma morte devido à hepatite de causa desconhecida que está afetando crianças e bebês em diversos países.

Não há detalhes sobre a idade da criança que morreu ou o país que registrou o óbito.

Até a quinta-feira (21), ao menos 169 casos da doença haviam sido identificados, espalhados por 10 países europeus (veja distribuição mais abaixo), nos Estados Unidos e em Israel.

As crianças afetadas têm de 1 mês a 16 anos de idade; 17 delas precisaram de um transplante de fígado.

Adenovírus e Sars-CoV-2 detectados

A causa do problema ainda é desconhecida, mas o adenovírus foi detectado em pelo menos 74 casos. Já o coronavírus Sars-CoV-2 foi identificado em 20 casos entre os que foram testados. Em 19 casos, foi detectada uma infecção simultânea pelos dois vírus.

Reino Unido, que tem a maioria dos casos relatados até agora, viu um aumento significativo, recentemente, nas infecções por adenovírus, principalmente em amostras de fezes de crianças. A Holanda também relatou um aumento na circulação de adenovírus.

No entanto, devido a testes laboratoriais aprimorados para adenovírus, esses resultados podem representar a identificação de um resultado raro ocorrendo em níveis não detectados anteriormente – que agora está sendo reconhecido devido ao aumento dos testes.

Um outro ponto é que, embora o adenovírus seja uma hipótese de causa do problema, ele não explica totalmente a gravidade do quadro clínico das crianças, afirmou a OMS.

Isso porque o adenovírus tipo 41 – o detectado nas crianças até agora – não costuma causar problemas no fígado em crianças saudáveis, e sim diarreia, vômito e febre, muitas vezes acompanhados de sintomas respiratórios.

Geralmente, os adenovírus costumam causar infecções que se resolvem sozinhas – como resfriados. Dependendo do tipo, ele também pode causar conjuntivite, gastroenterite e cistite (infecção na bexiga).

Casos

Ao menos 169 casos da doença foram identificados até agora, distribuídos em 11 países:

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Estudo sugere que antidepressivos não melhoram qualidade de vida dos pacientes

Edson Kaique Lima  

Olhar Digital

Uma equipe da Universidade Real de Riad, na Arábia Saudita, descobriu que os antidepressivos não têm uma ação efetiva e quantificável na melhora da qualidade de vida dos pacientes que fazem tratamento com esses medicamentos.

O artigo, que foi revisado por pares, examinou dados coletados entre os anos de 2005 e 2015 do MEPS, sigla em inglês para Painel de Pesquisa de Despesas Médicas, dos Estados Unidos. Os pesquisadores analisaram os dados de mais de 17 milhões de adultos diagnosticados com depressão.

Desses, cerca de 57,6% tomaram algum tipo de antidepressivo para tratamento dos transtornos. Curiosamente, houve uma melhora detectável nos resultados de saúde mental em todo o recorte de dados do MEPS analisados pelos pesquisadores.

Sem melhorias quantificáveis

No entanto, não houve diferença entre os indicadores quantificáveis de qualidade de vida entre os pacientes que tomaram antidepressivos e os que não tomaram nenhum tipo de medicação. Porém, os pesquisadores ponderaram algumas informações sobre os resultados encontrados nas análises.

“São necessários estudos de longo prazo avaliando o impacto real de intervenções farmacológicas e não farmacológicas na qualidade de vida desses pacientes”, disseram os pesquisadores no relatório final do estudo, que foi publicado na revista de acesso aberto Plos One.

As descobertas, no entanto, são força para um crescente sentimento de ceticismo sobre os tratamentos para depressão atuais. Um artigo do escritor P.E Moskowitz já dizia que é necessário analisar a relação entre os reais benefícios e os perigos do uso de antidepressivos,

“Uma onda de pesquisas sugere que as drogas são menos eficazes e mais perigosas do que muitos acreditavam anteriormente”, escreveu Moskowitz. Segundo ele, alguns médicos já têm uma visão de que os antidepressivos, em determinadas situações, podem fazer mais mal do que bem para os pacientes.

Via: Futurism

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Uso de máscara em locais fechados deixa de ser obrigatório em PE; saiba onde ainda é necessário usar

Liberação começa a valer na quarta-feira (20). Uso do item de proteção era obrigatório no estado desde maio de 2020, mas estava liberado em locais abertos desde 29 de março.

Por g1 PE

O uso de máscara em locais fechados deixa de ser obrigatório em Pernambuco a partir da quarta-feira (20). A liberação do item de proteção foi anunciada pelo governo do estado nesta terça-feira (19), após 703 dias desde o início da medida, em maio de 2020, adotada devido à pandemia da Covid-19.

Apesar de ter divulgado, na manhã desta terça (19), que continuaria sendo exigido o uso da máscara nos locais de embarque e desembarque de ônibus e metrô, o governo voltou atrás e anunciou, à tarde, que a obrigatoriedade passa valer apenas dentro do transporte público.

Ou seja, o uso da máscara continua sendo obrigatório em:

  • Ônibus, metrô;
  • Escolas;
  • Hospitais, consultórios e demais unidades de saúde.

O novo decreto foi assinado pelo governador Paulo Câmara (PSB) 20 dias depois da liberação das máscaras em locais abertos em Pernambuco, em vigor desde 29 de março.

A obrigatoriedade do uso de máscara em todo o estado estava em vigor desde o dia 16 de maio de 2020. A medida, inicialmente, era somente para funcionários de serviços essenciais e passou a valer para toda a população de Pernambuco.

Indicadores em queda

Quem deve continuar usando máscara contra a Covid-19 mesmo com o fim da obrigatoriedade?

Em um pronunciamento por vídeo enviado à imprensa, o governador Paulo Câmara (PSB) disse que o estado encerrou, no sábado (16), uma semana epidemiológica com todos os indicadores da pandemia da Covid-19 em queda.

“Também na semana passada, atingimos o patamar de 80% da população vacinada com duas doses ou dose única, e mais de 80% dos maiores de 60 anos com a dose de reforço. Esses números nos dão condições de avançar mais um passo no nosso Plano de Convivência com a Covid e encerrar a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados”, afirmou o governador.

No boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta terça-feira (19), Pernambuco confirmou mais 1.037 infectados pelo novo coronavírus e dez mortes de pessoas com a Covid-19, totalizando 915.203 casos da doença e 21.552 óbitos pela infecção.

Na gravação, Paulo Câmara também declarou que é preciso seguir incentivando a vacinação contra a Covid-19.

“Foram dois longos anos com a necessidade do uso de máscaras como medida preventiva, e só está sendo possível essa flexibilização pela consciência e compromisso da absoluta maioria da população, que acreditou na ciência e nas orientações das autoridades sanitárias. Vamos continuar incentivando a vacinação e trabalhando para encerrar definitivamente esse capítulo da nossa história”, disse.

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Após pouco mais de 100 dias, média móvel de mortes por Covid no Brasil volta a ficar abaixo de 100

São 662.076 óbitos e 30.258.475 casos registrados do novo coronavírus desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

Média de mortes por Covid no Brasil fica abaixo de 100

O Brasil registrou nesta segunda-feira (18) 65 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 662.076 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 98abaixo de 100 pela primeira vez desde 5 de janeiro (quando também estava em 98), há 103 dias. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de-47%, tendência de queda nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 18 de abril

  • Total de mortes: 662.076
  • Registro de mortes em 24 horas: 65
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 98 (variação em 14 dias: -47%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 30.258.475
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 10.393
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 14.253 (variação em 14 dias: -36%)
Média móvel de óbitos por Covid no Brasil, a cada dia, nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Média móvel de óbitos por Covid no Brasil, a cada dia, nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Acre, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins não tiveram qualquer registro de morte em 24 horas.

O país também registrou 10.393 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 30.258.475 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 14.253,variação de -36% em relação a duas semanas atrás.

Curva da média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1

Curva da média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (3 estados): PR, ES, AM
  • Em estabilidade (1 estado): RR
  • Em queda (22 estados e o DF): DF, SC, BA, PA, GO, RN, AL, CE, PI, RS, MT, SP, RJ, MG, MS, SE, TO, RO, PB, MA, AP, AC, PE

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Médias móveis de mortes e casos nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Médias móveis de mortes e casos nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Implante na coluna pode ajudar pacientes com Parkinson a voltar a andar, diz estudo

Ana Luiza Figueiredo  

Olhar Digital

Um novo estudo oferece esperança para que pacientes com a doença de Parkinson em estado avançado possam voltar a andar e ter uma noite de sono completa.

O estudo foi publicado por pesquisadores franceses no New England Journal of Medicine na última semana. Nele, os pesquisadores afirmam ter descoberto que um implante na medula espinhal pode ajudar pacientes com Parkinson avançado a voltar a andarPUBLICIDADE

Pessoas que sofrem com a doença de Parkinson muitas vezes tem dificuldades para andar poucos passos e até mesmo para dormir. A doença degenerativa atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Ela vai aos poucos degenerando as funções motoras dos indivíduos, mas em estágios mais avançados acabam muitas vezes presos à cama ou a cadeiras de rodas.

Esse sintoma da doença é causado pela hipotensão ortostática: quando a pessoa se levanta, a pressão arterial cai, o que causa tontura e até mesmo desmaio. Pessoas com Parkinson sofrem a condição porque um regulador em seus cérebros, responsável por garantir fluxo sanguíneo suficiente para a cabeça quando nos levantamos, acaba sendo interrompido.

É aí que entra o estudo dos pesquisadores franceses. No começo deste ano, os neurocirurgiões Jocelyne Bloch e Gregoire Courtine revelaram um implante na medula espinhal foi capaz de fazer três pessoas paralisadas voltarem a andar.

O implante também foi testado em uma mulher de 48 anos, que não tem a doença de Parkinson, mas possui sintomas tão similares com a doença, como a hipotensão ortostática, que chegou a ser diagnosticada com Parkinson inicialmente. Antes de receber o implante, a mulher em questão desmaiava após alguns poucos passos.

Mas, três meses depois da cirurgia, ela conseguiu caminhar mais de 250 metros com a ajuda de um andador, afirmou o estudo. “Ela não está curada, ela não correria uma maratona, mas esta cirurgia claramente melhorou a qualidade de vida dela”, a neurocirurgiã Jocelyn Bloch disse à agência de notícias AFP.

O que o implante faz em pessoas paralisadas é imitar os pulsos elétricos enviados pelo cérebro para os músculos, o que causa a reconexão do que havia sido rompido. Já para pessoas com hipotensão ortostática, comum em quem tem Parkinson, o implante estimula o regulador no cérebro que sente a necessidade de enviar mais sangue quando ficamos em pé.

Outro sintoma comum entre pessoas que sofrem com Parkinson é a insônia e o estudo também oferece uma possível solução, ou pelo menos algo para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. O sono pode ser afetado tanto pelos tremores incontroláveis que esses pacientes possuem, o que os acorda, mas também existe outro fator, a falta de dopamina.

Assim, o estudo propõe um dispositivo similar a uma bomba de insulina, que fornece apomorfina o suficiente durante a noite para ajudar a resolver o problema da insônia.

Via AFP

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Pernambuco confirma mais 284 casos do novo Coronavírus e seis mortes provocadas por Covid-19

Dados foram divulgados neste sábado (16) pelo governo. Agora, estado totaliza 913.786 casos confirmados da doença e 21.531 óbitos.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, neste sábado (16), mais 284 casos do novo coronavírus. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, outras seis mortes provocadas pela Covid-19.

Com os dados registrados no boletim deste sábado, Pernambuco passou a totalizar 913.786 casos confirmados da doença, sendo 58.459 graves e 855.327 leves.

Os números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia no estado. Nesse período, o governo também confirmou, ao todo, 21.531 mortes pela Covid-19.

Entre os casos confirmados neste sábado, quatro, ou 1,5% do total, são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 280 (98,5%) são leves.

As mortes confirmadas neste sábado ocorreram, segundo o estado, entre os dias 11 de abril de 2020 e 15 de março de 2022.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

Neste sábado, o boletim confirmou cinco mortes de homens e uma de mulher. Essas pessoas moravam em Camaragibe (1), Garanhuns (1) e Recife (4).

Os pacientes tinham entre 41 e 95 anos. As faixas etárias são: 40 a 49 (1), 50 a 59 (1), 60 a 69 (2) e 80 e mais (2).

Do total, três pacientes tinham doenças preexistentes: diabetes (1), doença hepática (1) e câncer (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 18.634.273 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.145.356 aplicações. A cobertura chegou a 91,78% do público elegível.

Do total, 7.118.255 pessoas, ou 80,21% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais.

Foram 6.945.129 pessoas vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforço, foram aplicadas 3.257.725 unidades. A cobertura ficou em 49,32% do público elegível.

O governo informou, ainda, ter aplicado plicadas 90.605 unidades da 4ª dose. A cobertura chegou a 12,8% do público elegível.

Leitos

Neste sábado, a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid na rede pública estadual ficou em 41%, de um total de 1.770 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 815 vagas disponíveis e 50% delas estavam com doentes. Nas enfermarias, eram 955 unidades abertas e 33% delas estavam ocupadas.

Na rede privada, a taxa global de ocupação ficou em 32%, de um total de 217 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 126 leitos e 50% deles tinham doentes. Nas enfermarias, havia 91 vagas abertas e 8% delas estavam ocupadas.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.834.738 testes para detectar Covid-19.

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Pfizer espera lançar vacina eficaz contra todas variantes ainda em 2022

Por Matheus Barros, editado por Lucas Soares  

Olhar Digital

O presidente da Pfizer, Albert Bourla, relatou que a empresa está trabalhando em uma vacina que seja capaz de neutralizar todas as variantes existentes da Covid-19 e deve lançá-la ainda neste ano.  

Bourla relatou que espera que o imunizante fique pronto até o outono do Hemisfério Norte. O executivo ressaltou que essa ainda “é uma possibilidade, mas não uma certeza”.  

A Pfizer foi uma das primeiras farmacêuticas a lançar uma vacina contra a Covid-19, juntamente com sua parceira alemã BioNTech. O fármaco é baseado na tecnologia de RNA mensageiro, que ensina o organismo a combater o SARS-CoV-2.  

Porém, assim como outras vacinas, foi possível perceber que a eficácia do imunizante da Pfizer foi reduzida com o decorrer do tempo e também contra a variante Ômicron e suas subvariantes, mesmo tendo seguido oferecendo uma alta proteção contra casos graves, internações e mortes.  

Por ora, a Pfizer está realizando testes de diferentes vacinas e diferentes doses. “Assim que soubermos qual é o melhor caminho a seguir, solicitaremos a aprovação”, concluiu o executivo em entrevista coletiva na Federação Internacional de Indústria Farmacêutica (IFPMA). 

Covid-19 continua como pandemia, decide OMS 

 A Organização Mundial de Saúde (OMS), anunciou na última quarta-feira (13) que a Covid-19 continua classificada como pandemia e que a doença continua se propagando de forma intensa e a evolução do vírus é imprevisível. Alguns países do mundo, inclusive o Brasil, discutem a possibilidade de rebaixar a crise para endemia

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, disse que a decisão segue o parecer do comitê de emergência da entidade e que nesse momento a Covid-19 ainda é uma “emergência de Saúde Pública de Importância Internacional e que segue se comportando de forma “imprevisível, agravada pela sua ampla circulação e intensa transmissão em humanos”. 

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Mundo registra mais de 500 milhões de casos de Covid-19, aponta universidade

Levantamento da Universidade Johns Hopkins também contabiliza 6,1 milhões de mortes pela doença em todo o mundo.

Por g1

O mundo ultrapassou os 500 milhões de casos registrados de Covid-19, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, que monitora os números desde o início da pandemia.

Até às 8h (horário de Brasília) desta quinta-feira (14), a universidade contabilizava 501.970.999 casos da doença, com mais de 6,1 milhões de mortes.

O número de casos considera apenas os que foram registrados – a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o número real de infectados seja muito maior, por causa da subnotificação. Na quarta-feira (13), a entidade havia anunciado que continua considerando a pandemia uma emergência de saúde pública internacional.

EUA lideram casos e mortes

Os Estados Unidos lideram o número de infectados e de mortes pela Covid-19 até agora. Segundo o balanço da universidade, são mais de 80,5 milhões de casos no país, que tem quase 1 milhão de mortes registradas. Nos últimos 28 dias, foram mais de 880 mil novos casos.

Já a Coreia do Sul lidera no número de novos casos vistos nos últimos 28 dias, com 7,7 milhões de novos registros. Em seguida vêm Alemanha (quase 5 milhões), França (3,6 milhões) e Vietnã (3,5 milhões).

AChina também tem registrado recordes de novos casos desde o início da pandemia.

Embora os casos sigam crescendo, o ritmo de novos registros vem caindo desde o fim de janeiro – quando a variante ômicron levou a um recorde de infectados em vários países, inclusive no Brasil.

Já as doses de vacina contra a Covid-19 aplicadas no mundo inteiro estão na casa dos bilhões, mas a distribuição é desigual: enquanto 64 países já ultrapassaram a meta da OMS de vacinar mais de 70% de suas populações até julho deste ano – o Brasil está entre eles –, outros 68 ainda não chegaram a 40%, que era a meta estabelecida para o final do ano passado. Desse total, 21 ainda não vacinaram nem sequer 10% de seus habitantes.

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Com mais 1.122 infectados e nove mortes por Covid-19, Pernambuco totaliza 909.660 casos e 21.500 óbitos

Estado contabilizou, entre março de 2020 e esta terça-feira (12), 58.432 quadros graves e 851.228 formas leves da doença.

Por g1 PE

Pernambuco confirmou, nesta terça-feira (12), 1.122 infectados pelo novo coronavírus e nove óbitos provocados pela Covid-19. O estado passou a totalizar 909.660 casos da infecção e 21.500 mortes devido à doença, registros que começaram a ser feitos em março de 2020, na chegada da pandemia.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que as novas confirmações incluem 14 (1%) diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 1.108 (99%) casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco contabilizou 58.432 quadros graves e 851.228 formas leves da doença.

Com relação às nove mortes, elas aconteceram entre os dias 29 de janeiro de 2021 e 21 de fevereiro de 2022.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

O boletim desta terça também confirmou cinco mortes de mulheres e quatro de homens. Essas pessoas moravam em Caruaru (2), Goiana (1), Jaboatão dos Guararapes (3) e Recife (3).

Os pacientes tinham entre 38 e 97 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (1), 50 a 59 (2), 60 a 69 (1), 70 a 79 (1) e 80 e mais (4).

Do total, oito pacientes tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (4), diabetes (3), hipertensão (2), doença respiratória (1), obesidade (1), doença hematológica (1), doença hepática (1), imunossupressão (1) e doença neurológica (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um caso segue em investigação.

Sequenciamento

Nesta terça, O Instituto Aggeu Magalhães (IAM-Fiocruz-PE) divulgou o resultado de novo sequenciamento genético. Ficou constatada a predominância da variante Ômicron em Pernambuco.

Todas as 54 amostras positivas para a Covid-19 processadas nesta nova análise foram identificadas como da linhagem Ômicron.

Desse total, três amostras positivas para a sublinhagem BA.2. As coletas dos pacientes foram realizadas entre a segunda quinzena de fevereiro até o final de março.

Foram três pessoas da mesma família, sendo dois homens, de 68 e 32 anos respectivamente, e uma mulher de 63 anos. Eles moram em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife.

As amostras foram coletadas em 18 de março no centro estadual de testagem para a Covid-19 do Geraldão e sequenciadas no dia 7 de abril. Os três, que foram assintomáticos, estão com o esquema vacinal completo para a doença.

A BA.2 foi detectada pela primeira vez no Estado em sequenciamento genético do Instituto Aggeu Magalhães divulgado no fim de março. Uma mulher morreu por causa dessa subvariante.

As 54 amostras analisadas neste último sequenciamento foram de pacientes residentes nas cidades de Cabrobó (2), Caruaru (24), Cedro (1), Condado (1), Dormentes (1), Fernando de Noronha (1), Garanhuns (1), Jaboatão dos Guararapes (4), Orocó (1), Ouricuri (1), Paudalho (1), Paulista (1), Petrolina (2), Recife (7), Salgueiro (3), Santa Maria da Boa Vista (1), Serrita (1) e Surubim (1).

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 18.587.224 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.133.914 aplicações. A cobertura chegou a 91,65% do público elegível.

Do total, 7.102.206 pessoas, ou 80,03% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais.

Foram 6.929.080 pessoas vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforço, foram aplicadas 3.244.546 unidades. A cobertura ficou em 49,12% do público elegível.

Em relação à 4ª dose, foram aplicadas 84.314 unidades. A cobertura chegou a 12% do público elegível.

Mais vacinas

Pernambuco recebeu, nesta terça, mais 71.800 doses de vacinas contra a Covid-19. A nova remessa do imunizante da Pfizer pediátrica já está na sede do Programa Nacional de Imunizações (PNI-PE) para separação dos quantitativos que serão enviados para os municípios.

As vacinas devem ser utilizadas para finalização do esquema básico (2ª dose) de imunização do público formado por crianças entre 5 e 11 anos.

Mais de 173 mil crianças, ou apenas 14% do grupo etário, estão com o esquema vacinal completo em Pernambuco, onde a população estimada é de mais 1,1 milhões de pessoas.

Do início da campanha, Pernambuco recebeu 21.886.543 doses de vacinas contra a Covid-19. Desse total, foram 5.720.670 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz; 4.287.253 da Coronavac/Butantan; 8.480.070 da Pfizer/BioNTech; 893.500 doses da vacina pediátrica da Pfizer; 947.240 doses da vacina da Coronavac/Butantan para as crianças e 1.530.810 da Janssen.

Leitos

Nesta terça, a taxa global de ocupação de leitos para doentes de Covid na rede pública estadual era de 44%, de um total de 1.678 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 789 unidades disponíveis e 54% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 889 leitos e 35% deles estavam ocupados.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos era de 34%, de um total de 217 vagas disponíveis.

Nas UTIs, havia 126 vagas e 53% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, eram 91 unidades e 8% delas estavam ocupadas.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.821.627 testes para detectar Covid.

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Com mais 205 infectados e oito óbitos por Covid-19, Pernambuco totaliza 908.086 casos e 21.487 mortes

Estado registrou, entre março de 2020 e este domingo (10), 58.413 quadros graves e 849.673 formas leves da doença.

Por g1 PE

Mais 205 infectados pelo novo coronavírus e oito óbitos provocados pela Covid-19 foram confirmados em Pernambuco, neste domingo (10). O estado passou a totalizar 908.086 casos da infecção e 21.487 mortes devido à doença, números que começaram a ser registrados em março de 2020, na chegada da pandemia.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou que as novas confirmações incluem seis (2%) diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 199 (98%) casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco contabilizou 58.413 quadros graves e 849.673 formas leves da doença.

Mortes

Com relação às oito mortes, elas aconteceram entre os dias 26 de março de 2021 e 10 de fevereiro de 2022. As vítimas foram cinco mulheres e três homens com idade entre 49 e 97 anos, nas seguintes faixas etárias: 40 a 49 (1), 60 a 69 (2), 70 a 79 (2) e 80 e mais (3).

Os pacientes que faleceram moravam nas cidades de Caruaru (1), Cupira (1), Recife (5) e Jaboatão dos Guararapes (1). Todos os oito tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (5), diabetes (3) e obesidade (1), segundo a SES, que informou que um paciente pode ter mais de uma comorbidade.

Vacinados

Desde janeiro de 2021, quando teve início a campanha de vacinação contra a Covid-19 em Pernambuco, até este domingo (10), o estado aplicou 18.452.617 doses de vacinas contra a Covid- 19.

Com relação à primeira dose, foram 8.126.568 aplicações (cobertura de 91,57%). Ao todo, 7.051.818 pessoas (o correspondente a 79,46% do público elegível) completaram os esquemas vacinais, sendo 6.878.692 vacinados com imunizantes aplicados em duas doses e outros 173.126 contemplados com a vacina aplicada em dose única.

No que se refere à terceira dose, também chamada de primeira dose de reforço, foram aplicadas 3.181.177 (cobertura de 48,16%). Quanto à quarta dose, também chamada de segunda dose de reforço, houve 53.133 aplicações (o equivalente a 7,5% do público elegível).

Ocupação de leitos

Neste domingo (10), a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid-19 na rede pública estadual ficou em 44%, de um total de 1.687 vagas abertas. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), 54% dos 789 leitos estavam ocupados. Nas enfermarias, dos 898 leitos, 35% deles estavam ocupados.

Na rede particular de saúde em Pernambuco, a taxa global de ocupação de leitos para Covid era de 31%, de um total de 242 vagas abertas. Nas UTIs, 45% dos 149 leitos tinham pacientes. Nas enfermarias, eram 93 leitos e 8% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020 até este domingo (10), Pernambuco realizou 3.816.037 testes para a Covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 1.734 exames realizados no estado.

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