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Os rituais de beleza milenares que estão voltando à moda

A demanda pela sabedoria milenar vem crescendo — e essas práticas estão ajudando as pessoas a viver de forma mais consciente em relação à sua própria saúde e ao meio ambiente.

Por BBC

No filme Cleópatra, de 1963, a rainha do Egito interpretada por Elizabeth Taylor recusa um convite do mensageiro de Marco Antônio, enquanto repousa nua em uma banheira cheia de leite coberta de flores, brincando despretensiosamente com um navio dourado.

O filme pode ter tido seus problemas — como as célebres discussões entre Taylor e seu par romântico, Richard Burton — mas sua iconografia é conhecida. No antigo Egito, as rainhas e deusas eram admiradas por seu poder e sensualidade e por suas profundas associações com o mundo natural, a maternidade e a cura.

A Cleópatra de Taylor aparece frequentemente tomando banho de banheira e sendo paparicada, como teria sido a personagem na vida real. Os rituais de beleza dos abastados do Egito antigo eram demorados e complexos, começando com longos banhos de leite em infusão com óleo de açafrão.

Mas nenhum desses elementos era por acaso. O ácido lático ajudaria a esfoliar a pele, enquanto o açafrão é usado para tratar uma série de condições há milhares de anos.

Essa especiaria é colhida cuidadosamente dos estigmas cor de laranja da flor púrpura Crocus sativus. Cultivado no cinturão quente e seco que vai da Espanha, no oeste, até a Caxemira, no leste, o açafrão é conhecido como “ouro vermelho” por sua intensidade e pelo custo da sua produção.

As flores precisam ser colhidas manualmente de madrugada e seus finos ramos são delicadamente raspados. São necessárias quase 9 mil flores para gerar apenas 50 gramas de fios de açafrão.

Hoje, seu preço já é alto e, como as mudanças climáticas vêm ameaçando seu cultivo, deve subir ainda mais.

Em comparação com o apelo futurista de alguns dos produtos mais vendidos hoje em dia, a realidade nua e crua das origens do açafrão pode parecer irrelevante. Afinal, quem se importa em saber de onde vêm as coisas enquanto aplica um supercreme que custa R$ 500 o pote?

Um relatório do Grupo NPD, especializado em pesquisa de mercado, concluiu em 2021 que 68% dos consumidores querem produtos de tratamento para a pele formulados com ingredientes “limpos” — ou seja, sem substâncias químicas artificiais, como PFAs (compostos perfluoroalquil e polifluoroalquil), parabenos e ftalatos.

Atendendo às exigências de maior prestação de contas da indústria, um grupo de grandes marcas de beleza lançou o Consórcio EcoBeautyScore, para estabelecer um sistema de avaliação de impactos ambientais, com transparência global.

E, em iniciativa similar, a nova Coalizão B Beauty pretende reunir certificações individuais para enfrentar os impactos consideráveis causados pela indústria.

O interesse por ingredientes naturais e orgânicos continua a aumentar, tendo atingido US$ 11,9 bilhões (cerca de R$ 59,2 bilhões) em 2020 — um crescimento de 2,9% em relação ao ano anterior, segundo a empresa de pesquisas britânica Ecovia Intelligence.

E, neste admirável mundo novo preocupado com a igualdade social e natural, os rituais e ingredientes naturais usados por Cleópatra fornecem uma rica fonte de inspiração.

“Fomos ensinados a ignorar as tradições e buscar produtos ‘direto do laboratório'”, segundo a guru da beleza natural Imelda Burke, no seu livro The Nature of Beauty (“A natureza da beleza”, em tradução livre), de 2016.

“Mas, embora os novos desenvolvimentos sejam importantes, há muito que podemos aprender com nossos antepassados.”

O óleo de rosas, por exemplo, tem uma longa história no Oriente Médio. A Turquia, que ainda é um dos maiores produtores mundiais, nutre sua paixão pela água de rosas purificada há dois mil anos. Atualmente, o óleo pode ser encontrado em versões modernas, sendo vendido por uma quantia considerável.

E não é de se admirar: repleta de vitaminas, sais minerais e antioxidantes para hidratar a pele, a flor mais admirada do mundo é um anti-inflamatório que pode ser usada para acalmar a pele irritada, oferecendo ainda seu típico aroma de jardim.

A cúrcuma é outro exemplo. Embora sua demanda no mundo ocidental tenha aumentado nos últimos anos (não só no café com leite), essa raiz amarela brilhante é essencial na prática ayurvédica há mais de 4,5 mil anos.

“A cúrcuma é um bom promotor da imunidade, possui fortes propriedades antioxidantes e é cerca de cinco a oito vezes mais potente que as vitaminas C e E”, declarou à revista Vogue o farmacêutico Shabir Daya, da empresa britânica Victoria Health.

Na Índia, os noivos aplicam cúrcuma nas suas mãos e rostos antes do casamento, como símbolo de purificação e bênção. O ingrediente ativo da cúrcuma é a curcumina — que também pode ter efeitos colaterais, no entanto.

Já as mulheres berberes, no Marrocos, até hoje recolhem óleo de argan dos ramos espinhosos das árvores. Rico em ômega 3 e 6, o que é bom para a pele, o óleo de argan é comercializado como um cobiçado produto de beleza na região próxima ao Mediterrâneo há milhares de anos.

No outro lado do mundo, na Polinésia, o óleo de monoi, produzido ao mergulhar as pétalas de gardênias do Taiti em óleo de coco, foi criado há dois mil anos pelo povo nativo maohi, que reconhecia suas propriedades amaciantes para a pele e os cabelos.

E, na Costa Rica, os povos bribri e cabécar usam o chá verde para melhorar a pele, ajudar a clarear manchas e reduzir inflamações.

Todos esses ingredientes chegaram aos produtos ocidentais de tratamento para a pele. Mas a questão não é mais se as marcas ocidentais incorporaram ervas e especiarias exóticas como a próxima “novidade”, em algum resquício de mau gosto da colonização. A indústria da beleza vem observando uma quantidade cada vez maior de mulheres negras e indígenas tomando posse de sua herança histórica com o renascimento de rituais e ingredientes ancestrais, de forma a celebrar suas culturas, em vez de se apropriar delas — e sempre de acordo com as suas necessidades.

Marcas como Cheekbone Beauty, da canadense Jennifer Harper (do povo anishinaabe), e Prados Beauty, criada pela americana Cece Meadows (do povo chicano), criaram sua linha de produtos com base em ervas naturais, como sálvia e lavanda, que são utilizadas por suas comunidades há décadas.

Muitas das fundadoras usam suas marcas para gerar empregos para suas comunidades, que vão desde a coleta dos ingredientes na natureza até a venda dos produtos nos mercados de agricultores e lojas.

Essa compreensão vital da sociedade é um sintoma de outras mudanças que estão acontecendo na indústria.

“A discussão está mudando — de natural e orgânico para sustentável”, afirmou Amarjit Sahota, fundador e presidente da Ecovia Intelligence, para o portal Cosmetics Design Europe em dezembro de 2021.

“Estamos vendo cada vez mais ingredientes sustentáveis… Muitos pioneiros da beleza orgânica e natural queriam desenvolver produtos que fossem melhores para a saúde humana e para o meio ambiente. Inicialmente, as formulações tinham base vegetal, para terem menor impacto sobre a saúde humana. Mas, à medida que a sustentabilidade se tornava parte importante da indústria, esses pioneiros realmente tomaram a frente em termos de iniciativas sustentáveis. Não é mais apenas sobre ser natural e orgânico; é sobre questões verdes mais amplas.”

Essas preocupações não são isoladas.

“Em vista da covid-19 e do aceleramento da crise climática, causando enchentes, secas, perdas de safras e deslocamento de pessoas em todo o mundo, estamos reconhecendo que a natureza está se defendendo”, afirma Kathryn Bishop, da consultoria de planejamento estratégico The Future Laboratory.

“Está na hora dos seres humanos reconhecerem que é preciso haver simbiose e respeito pela natureza.”

A relação entre beleza, asseio e meio ambiente, sempre ligados, finalmente está se tornando prioridade. Os consumidores estão procurando produtos que reflitam e respondam às suas preocupações — em relação à beleza, às outras pessoas e ao planeta e toda a sua vida, buscando práticas que as tranquilizem e as conectem com algo maior.

Restaurar o equilíbrio

Os costumes antigos inspirados na natureza e nos ingredientes naturais estão sendo recuperados e explorados como meio de restaurar o equilíbrio — e como forma de reconexão com o que realmente interessa no planeta.

A marca australiana de bem-estar Subtle Energies reúne os métodos tradicionais indianos da ayurveda e os benefícios da aromaterapia. Seus produtos de tratamento para a pele contêm óleos essenciais de palmarosa, jasmim-árabe e olíbano, com óleos base de jojoba e ginseng indiano.

“Os óleos essenciais são instrumentos maravilhosos que nos foram dados pela mãe natureza”, afirma Farida Irani, fundadora da marca.

“Eles são a força da vida e, com seu uso, estamos aumentando nossa força vital. É a sabedoria antiga nos tempos modernos, ajudando as pessoas a viverem com mais consciência em relação a elas próprias e ao planeta.”

“As práticas e abordagens antigas para cuidar do corpo, da mente, da pele e dos cabelos foram retiradas da Terra e da natureza”, afirma Bishop à BBC Culture.

“Muitas vezes, elas estão relacionadas a estações específicas do ano e eventos sazonais, celebrando a Terra, a flora e a fauna que ela gentilmente fornece e que são usadas com respeito como adornos, para limpeza ou como alimentos e bebidas.”

“Essas práticas são anteriores ao antropoceno, quando o impacto dos seres humanos sobre a Terra superou o da natureza”, acrescenta ela.

“Mas, com as pessoas cada vez mais preocupadas com suas pegadas sobre a Terra, seja a pegada de carbono ou o uso de recursos, essas práticas e ingredientes de beleza com consciência planetária estão ajudando as pessoas a reduzir o impacto das suas rotinas diárias de autocuidado e higiene.”

Rotinas simples também compõem o gua sha, um método tradicional chinês de automassagem, que utiliza uma pedra com pontas arredondadas, do tamanho de uma mão (normalmente feita de jade, quartzo rosa ou obsidiana preta) para deslizar ao longo da pele e ativar a circulação.

O gua sha é utilizado há séculos para ajudar a combater problemas como dores e tensão muscular e foi adotado pela indústria ocidental de beleza. Quinze minutos deslizando uma pedra fria pela sua testa e bochechas podem ajudar a reduzir a tensão do dia a dia.

A escritora Hannah-Rose Yee descreveu o ritual do gua sha da sua avó para a revista britânica Stylist: “Até hoje, ela leva o seu gua sha e o desliza metodicamente sobre o rosto em movimentos suaves e elegantes todas as noites.”

“Eu ficava obcecada com esse ritual quando era criança. Me sentava ao pé da cama dela e ficava assistindo, em êxtase, enquanto ela sorria para mim no reflexo do espelho. Uma vez, ela me deixou segurar o gua sha, e eu me lembro da sensação fria e pesada nas minhas mãos. Quando fiquei maior, ela me mostrou como fazer. Hoje, faço meu próprio ritual de gua sha uma vez por semana com um rolo de quartzo rosa. Espero que, um dia, minha avó me dê seu instrumento de gua sha de jade.”

Mas talvez haja poucas coisas que incentivem mais os usuários a desacelerar e fazer reflexões mais profundas que o uso do calor, adotado por muitas culturas ao longo dos séculos, incluindo a asteca.

Por pelo menos 700 anos antes da chegada dos colonizadores espanhóis à antiga Mesoamérica, os temazcals eram as saunas vulcânicas onde os astecas cansados se banhavam — não em água, mas em vapor.

Temazcal vem da palavra temāzcalli, que significa “casa de calor” no idioma náuatle, falado pelos astecas. Os temazcals, em sua maioria, pareciam estruturas com abóbadas, feitas de rocha vulcânica, e simbolizavam o ventre da mãe natureza, sugerindo a ideia de renascimento.

A ciência moderna demonstrou que os astecas estavam certos. O vapor pode ajudar a limpar sistemas respiratórios bloqueados e aliviar outras condições de saúde.

Os antigos maias frequentemente realizavam cerimônias de temazcal para os guerreiros que voltavam das batalhas, combinando cânticos mesoamericanos, meditação e rochas aquecidas mergulhadas em água com infusão de ervas, para criar vapor aromático. Hoje em dia, as saunas continuam a oferecer benefícios similares.

Irani tem muita esperança no retorno dos antigos rituais.

“Romper com os próprios elementos que nos compõem causou muitos dos problemas que vemos no mundo hoje em dia. Mas, se trouxermos equilíbrio para os elementos — primeiro para nós e depois para o ambiente à nossa volta — veremos mudanças positivas na nossa forma de viver.”

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Com mais 689 infectados e quatro óbitos por Covid-19, Pernambuco totaliza 925.284 casos e 21.623 mortes

Estado contabilizou, entre março de 2020 e esta quarta-feira (4), 58.534 quadros graves e 866.750 formas leves da doença.

Por g1 PE

Mais 689 infectados pelo novo coronavírus e quatro óbitos provocados pela Covid-19 foram confirmados em Pernambuco nesta quarta-feira (4). O estado passou a totalizar 925.284 casos da infecção e 21.623 mortes devido à doença. Os registros começaram a ser feitos em março de 2020, na chegada da pandemia.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que as novas confirmações abrangem três (0,4%) diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 686 (99,6%) casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco contabilizou 58.534 quadros graves e 866.750 formas leves da doença.

Com relação às quatro mortes, elas aconteceram entre os dias 9 de fevereiro de 2022 e 23 de março deste ano.

Mortes

As mortes foram de três homens e uma mulher residentes dos municípios de Exu (1), Garanhuns (1) e Recife (2). Os pacientes tinham entre 45 e 81 anos. As faixas etárias são: 40 a 49 (1), 60 a 69 (2) e 80 ou mais (1).

Todos os pacientes apresentavam doenças preexistentes: Diabetes (2), doenças cardíacas (2), doenças neurológicas (1) e imunossupressão (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade.

Vacinados

Desde janeiro de 2021 até esta segunda (2), o estado aplicou 19.077.429 doses de vacinas contra a Covid- 19. Com relação às primeiras doses, foram 8.190.102 aplicações. A cobertura chegou a 92,28% da população elegível.

Do total, 7.245.777 pessoas, ou 81,64% da população elegível, já completaram seus esquemas vacinais, sendo 7.072.651 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços, também chamadas de terceiras doses, já foram aplicadas 3.397.664. A cobertura chegou a 51,44%. Também já foram aplicadas 220.584 segundas doses de reforço, também chamadas de quarta dose. Esta cobertura está em 31,3%.

Outras informações detalhadas sobre a população vacinada contra a Covid-19 estão disponíveis no Painel de Acompanhamento Vacinal.

Ocupação de leitos

Nesta quarta-feira (4), a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid-19 na rede pública estadual ficou em 48%, de um total de 1.531 vagas. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), 65% dos 675 leitos estavam ocupados. Nas enfermarias, dos 856 leitos, 35% estavam ocupados.

Na rede particular de saúde em Pernambuco, a taxa global de ocupação de leitos para Covid era de 34%, de um total de 221 vagas abertas. Nas UTIs, 52% dos 133 leitos tinham pacientes. Nas enfermarias, eram 88 leitos e 8% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020 até esta quarta (4), Pernambuco realizou 3.886.667 testes para a Covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 3.475 exames feitos no estado.

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PE confirma mais 775 casos e oito mortes por Covid; estado totaliza 924.595 infectados e 21.619 óbitos

Dados foram divulgados nesta terça-feira no boletim de acompanhamento da pandemia elaborado pelo governo.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, nesta terça-feira (3), mais 775 casos do novo coronavírus. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, outras oito mortes provocadas pela Covid-19.

Com os dados divulgados nesta terça, o estado passou a totalizar 924.595 casos confirmados da doença, sendo 58.531 graves e 866.064 leves.

Os números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia no estado. Nesse período, também foram registradas, oficialmente, 21.619 mortes pela Covid-19.

Entre os casos confirmados nesta terça, seis (0,8%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 769 (99,2%) são leves.

As mortes confirmadas pelo boletim desta terça, segundo o governo, entre os dias 30 de janeiro e 18 de abril deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

As mortes foram de quatro homens e quatro mulheres residentes dos municípios de Aliança (1), Camaragibe (1), Caruaru (1), Itambé (1), Paulista (1), Recife (1), Santa Filomena (1) e Vitória de Santo Antão (1).

Os pacientes tinham entre 32 e 87 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (1), 50 a 59 (1), 60 a 69 (2), 70 a 79 (3) e 80 ou mais (1).

Do total, dois pacientes apresentavam doenças preexistentes: Alzheimer (1), artrite reumatoide (1), diabetes, doenças cardíacas (1), histórico de AVC (1) e Parkinson (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Seis casos seguem em investigação.

Vacinados

Desde janeiro de 2021 até esta terça (3), o estado aplicou 19.061.460 doses de vacinas contra a Covid- 19. Com relação às primeiras doses, foram 8.189.158 aplicações. A cobertura chegou a 92,27% da população elegível.

Do total, 7.241.829 pessoas, ou 81,60% desta população, já completaram seus esquemas vacinais, sendo 7.068.703 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços, também chamadas de terceiras doses, foram aplicadas 3.392.955 doses.

A cobertura está em 51,37% do público elegível. Também foram aplicadas 214.313 segundas doses de reforço, também chamadas de quarta dose. A cobertura está em 30,4%.

Outras informações detalhadas sobre a população vacinada contra a Covid-19 estão disponíveis no Painel de Acompanhamento Vacinal.

Leitos

Nesta terça, a taxa global de ocupação de leitos para doentes de Covid na rede pública estadual ficou em 47%, de um total de 1.517 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 661 unidades disponíveis e 65% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 856 leitos e 34% deles tinham pacientes.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 33%, de um total de 220 vagas abertas.

Nas UTIs, eram 132 unidades e 50% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, havia 88% vagas e 8% delas estavam ocupadas.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.883.192 testes para detectar Covid.

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Pernambuco registra mais 110 casos de Covid-19 e sete mortes

Desde o começo da pandemia, Secretaria Estadual de Saúde contabilizou 923.820 exames positivos para a doença e 21.611 óbitos.

Por g1 PE

Pernambuco contabilizou, nesta segunda-feira (2), mais sete mortes e 110 casos da Covid-19. Com isso, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) totalizou 923.820 infectados e 21.611 óbitos por causa da doença desde o começo da pandemia, em março de 2020.

Dos novos registros da doença, cinco foram casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 105 de pessoas com quadros leves. Considerando essa divisão, foram contabilizados 58.525 casos graves e 865.295 leves da doença.

Mortes

As sete mortes que entraram para as estatísticas oficiais nesta segunda (2) ocorreram entre os dias 5 de fevereiro e 17 de abril deste ano. As vítimas foram cinco homens e duas mulheres, com idade entre 66 e 86 anos, nas seguintes faixas etárias: 60 a 69 (2), 70 a 79 (2) e 80 ou mais (3).

Os pacientes que faleceram moravam nas cidades de Barra de Guabiraba (1), Bom Conselho (1), Brejo da Madre de Deus (1), Caetés (1), Igarassu (1), Santa Maria da Boa Vista (1) e Tuparetama (1).

Entre eles, seis tinham doenças preexistentes: hipertensão (3), obesidade (1), imunossupressão (1), tabagismo (1), diabetes (1), doença respiratória, câncer (1) e histórico de AVC (1). A SES explicou que um paciente pode ter mais de uma comorbidade e informou que um caso segue em investigação.

Vacinas

Pernambuco recebeu, na tarde desta segunda (2), 239.030 novas doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 186.030 unidades do imunizante da Pfizer/BioNTech e 53.000 da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz.

O governo do estado informou que essas vacinas são destinadas, respectivamente, para segunda dose de grávidas, imunossuprimidos e adolescentes entre 12 e 17 anos e para dose de reforço para maiores de 18 anos.

Desde o início da campanha de vacinação contra a Covid-19, em 18 de janeiro de 2021, até esta segunda-feira (2), Pernambuco recebeu 22.321.523 doses de vacinas contra a Covid-19. Desse total, foram:

  • 5.871.670 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz;
  • 4.287.253 da CoronaVac/Butantan;
  • 8.666.100 da Pfizer/BioNTech;
  • 893.500 doses da vacina pediátrica da Pfizer;
  • 947.240 doses da vacina da CoronaVac/Butantan para as crianças;
  • 1.628.760 da Janssen.

Vacinados

Desde janeiro de 2021 até esta segunda (2), o estado aplicou 18.987.695 doses de vacinas contra a doença. Com relação à primeira dose, foram 8.179.011 aplicações (cobertura de 92,16%).

Ao todo, 7.196.374 pessoas (o correspondente a 81,09% do público elegível) completaram os esquemas vacinais, sendo 7.023.248 vacinados com imunizantes aplicados em duas doses e outros 173.126 contemplados com a vacina aplicada em dose única.

No que se refere à terceira dose, também chamada de primeira dose de reforço, foram aplicadas 3.385.703 (cobertura de 51,26%). Quanto à quarta dose, também chamada de segunda dose de reforço, houve 203.402 aplicações (o equivalente a 28,8% do público elegível).

Ocupação de leitos

Nesta segunda-feira (2), a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid-19 na rede pública estadual ficou em 45%, de um total de 1.542 vagas. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), 63% dos 686 leitos estavam ocupados. Nas enfermarias, dos 856 leitos, 31% estavam ocupados.

Na rede particular de saúde em Pernambuco, a taxa global de ocupação de leitos para Covid era de 34%, de um total de 221 vagas abertas. Nas UTIs, 50% dos 133 leitos tinham pacientes. Nas enfermarias, eram 88 leitos e 8% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020 até esta segunda-feira (2), Pernambuco realizou 3.879.152 testes para a Covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 1.078 exames feitos no estado.

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PE confirma mais 238 casos e quatro mortes por Covid; estado totaliza 923.710 infectados e 21.604 óbitos

Dados foram divulgados neste domingo (1º) no boletim de acompanhamento da pandemia elaborado pelo governo.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, neste domingo (1º), mais 238 casos do novo coronavírus. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, outras quatro mortes provocadas pela Covid-19.

Com os dados divulgados neste domingo, o estado passou a totalizar 923.710 casos confirmados da doença, sendo 58.520 graves e 865.190 leves.

Os números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia no estado. Nesse período, também foram registradas, oficialmente, 21.604 mortes pela Covid-19.

Entre os casos confirmados neste domingo, dois (0,8%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 236 (99,2%) são leves.

As mortes confirmadas pelo boletim deste domingo ocorreram, segundo o governo, entre os dias 6 de fevereiro e 18 de abril deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

O boletim deste domingo também confirmou duas mortes de homens e duas de mulheres. Essas pessoas moravam em Caruaru (1), Igarassu (1), Petrolina (1) e Vitória de Santo Antão (1).

Os pacientes tinham entre 54 e 80 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (2), 70 a 79 (1) e 80 ou mais (1).

Do total, três pacientes apresentavam doenças preexistentes: doenças cardíacas ou vasculares (1), neoplasia (1), doença cromossômica (1), tabagismo/histórico de tabagismo (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um caso segue em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 18.945.568 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.173.771 aplicações. A cobertura chegou a 92,10% do público elegível.

Do total, 7.190.677 pessoas, ou 81,02% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais.

Foram 7.017.551 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços, a terceira dose, foram aplicadas 3.369.253 unidades. A cobertura chegou a 51,01% do público elegível.

Em Pernambuco, também foram aplicadas 188.662 unidades da chamada 4ª dose. A cobertura chegou a 26,7% do público elegível.

Leitos

Neste domingo, a taxa global de ocupação de leitos para doentes de Covid na rede pública estadual ficou em 45%, de um total de 1.548 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 692 unidades disponíveis e 61% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 856 leitos e 33% deles tinham pacientes.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 34%, de um total de 221 vagas abertas.

Nas UTIs, eram 133 unidades e 51% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, havia 88% vagas e 8% delas estavam ocupadas.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.878.074 testes para detectar Covid.

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Surto de hepatite em crianças não está relacionado à vacinação contra a Covid

Enquanto autoridades sanitárias nacionais investigam as causas e a Organização Mundial da Saúde faz alerta global de que está monitorando a doença, surgiram falsas associações atribuindo o surto à vacinação contra a Covid.

Do g1

surto de hepatite que já atinge mais de uma centena de crianças em diversos países do mundo ainda não tem uma causa conhecida. Genericamente, a hepatite é uma doença caracterizada por uma inflamação no fígado que pode ser causada por inúmeros agentes — os mais comuns são os infecciosos, mas também há casos por medicamentos e drogas, por exemplo.

Enquanto autoridades sanitárias nacionais investigam as causas e a Organização Mundial da Saúde faz alerta de que está monitorando a doença, surgiram falsas associações atribuindo o surto à vacinação contra a Covid.

“Não há relação entre esses casos de hepatite e as vacinas justamente porque essas crianças em que esses casos foram observados não estavam vacinadas com a vacinada da Covid-19, segundo os órgãos oficiais”, disse a pesquisadora Mellanie Fontes-Dutra, professora da Escola de Saúde da Unisinos em entrevista a Julia Duailibi.

“Essas relações que estão sendo feitas com as vacinas, elas não cabem, elas não se sustentam, e elas já foram retiradas e desconsideradas pelas agências oficiais e por todos os envolvidos nessa investigação”, completou Mellanie.

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Hepatite misteriosa: governo de PE emite alerta para que casos suspeitos em crianças sejam notificados

Embora estado não tenha registrado casos da doença, confirmada nos EUA e em países da Europa, governo enviou comunicado para unidades de saúde públicas e particulares.

Por g1 PE

Diante do misterioso surto de hepatite em crianças na Europa e nos Estados Unidos, o governo de Pernambuco emitiu um alerta para a observação de ocorrências suspeitas. Caso seja necessário, as unidades de saúde devem fazer notificação imediata. Nesta quarta-feira (27), o estado informou que, apesar dessa medida, não foram registrados casos locais da doença.

No domingo (24), a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou, pelo menos, 169 casos de hepatite aguda de origem desconhecida. A maioria das notificações envolve bebês, crianças e adolescentes entre um mês e 16 anos. Do total, 17 (o equivalente a cerca de 10%) necessitaram de transplante de fígado e uma morte foi registrada.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que o governo do estado “está atento e monitorando a ocorrência do agravo ao redor do mundo”.

Segunda maior doença infecciosa letal do mundo, atrás apenas da tuberculose, a hepatite é a inflamação do fígado. As principais causas são os vírus (A, B, C, D e E). Alguns medicamentos, consumo excessivo de álcool e outras drogas e doenças autoimunes, metabólicas e genéticas também podem desencadeá-la.

O alerta do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Pernambuco (Cievs-PE) foi emitido na segunda-feira (25). O documento é destinado a unidades públicas e particulares de saúde.

As notificações de casos suspeitos devem ser feitas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (81) 3184-0191 e 99488-4267 (para profissionais de saúde).

Ainda de acordo com o governo do estado, informações vêm sendo repassadas pela OMS. A entidade mundial disse, segundo a secretaria, que “testes adicionais têm sido realizados para outras infecções, produtos químicos e toxinas”.

“As investigações estão em andamento em todos os países que relatam casos. São eles: Reino UnidoIrlanda do Norte, Espanha, DinamarcaHolandaItáliaNoruega, França, RomêniaBélgicaIsrael e Estados Unidos”, informou a SES, na nota.

Detalhes

O alerta de número 01/22 do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) em Pernambuco apontou que as primeiras infecções ocorreram na Escócia, sendo logo depois diagnosticadas em outros locais do Reino Unido.

“No total, foram registrados cerca de 80 pacientes pela Agência de Saúde e Segurança do Reino Unido. A idade dos casos variou de 22 meses a 13 anos”, disse a Cievs, no texto.

Ainda segundo o informe, o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças registrou casos na Espanha, na Dinamarca e na Holanda.

O Cievs afirmou, ainda, que “o adenovírus foi confirmado em vários casos europeus, mas não em todos”. Também declarou que “nenhum vínculo epidemiológico conhecido ou exposições comuns foram encontrados entre essas crianças”.

De acordo com o alerta feito em Pernambuco, os casos no Reino Unido apresentavam-se clinicamente com hepatite aguda grave, com níveis elevados de enzimas hepática, e muitos casos apresentavam icterícia.

Alguns dos casos relataram sintomas gastrointestinais, incluindo dor abdominal, diarreia e vômitos nas semanas anteriores. A maioria dos doentes não apresentou febre.

Os adenovírus se espalham de pessoa para pessoa e, mais comumente, causam doenças respiratórias, mas, dependendo do tipo, também podem causar outras doenças, como gastroenterite (inflamação do estômago ou intestinos), conjuntivite (olho rosa) e cistite (infecção da bexiga).

O adenovírus tipo 41, geralmente, se apresenta como diarreia, vômito e febre, muitas vezes acompanhados de sintomas respiratórios. Embora existam relatos de casos de hepatite em crianças imunocomprometidas com essa infecção, o adenovírus tipo 41 não é conhecido por ser uma causa de hepatite em crianças saudáveis.

O Cievs de Pernambuco disse, ainda, que os testes laboratoriais realizados excluíram os vírus da hepatite A, B, C, D e E: “A hipótese da Covid-19, no entanto, não vem se sustentando, pois várias das crianças afetadas não tiveram a doença”.

Equipes de saúde, principalmente de pediatria, devem estar atentas a crianças e adolescentes com 16 anos ou menos, principalmente com relato de passagem pelos locais afetados, que apresentem icterícia ou sintomas compatíveis com hepatite aguda não A-E.

Mortes

Todos os anos, segundo a OMS, as hepatites virais causam 1,7 milhão de mortes no mundo. No Brasil, entre 1999 e 2018, foram registrados 632.814 casos da doença. Desse total, 167.108 (26,4%) foram do tipo A, 233.027 (36,8%) do B, 228.695 (36,1%) do C e 3.984 (0,7%) do D (ou Delta).

Os dados constam no Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019, divulgado nesta semana pelo Ministério da Saúde.

Tipos da doença

Hepatite A

Em 2018, de acordo com o Ministério da Saúde, foram notificados 2.149 casos de hepatite A no Brasil, o que equivale a uma taxa de detecção de 1 caso por 100 mil habitantes. Em 2008, era de 6,2 por 100 mil habitantes.

A transmissão se dá por contágio fecal-oral, na ingestão de alimentos e/ou água contaminados, especialmente em locais com condições precárias de saneamento básico. Outra forma, essa menos comum, é através da prática sexual oral-anal, pelo contato da mucosa da boca com o ânus da pessoa infectada.

Nem sempre a hepatite A apresenta sintomas, apenas nos quadros agudos. Entre os principais, estão dor abdominal, diarreia, náusea, vômito, intolerância a cheiros, pele e olhos amarelados, urina escura, fezes claras, mal-estar e dor no corpo.

Na maioria dos casos, a doença se cura sozinha, em uma ou duas semanas, e a pessoa adquire imunidade, ou seja, não tem uma nova infecção. O tratamento desse tipo de hepatite é sintomático e ainda inclui repouso e dieta, além de evitar o consumo de bebida alcoólica.

A forma mais eficaz de se prevenir é com a vacina, disponível gratuitamente para crianças de 15 meses a 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias) nas unidades básicas de saúde. Para grupos de risco, a imunização ocorre nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.

Fazem parte desse grupos pessoas de qualquer idade que tenham hepatopatias crônicas, coagulopatias, hemoglobinopatias, HIV, doenças imunossupressoras e de depósito, fibrose cística e trissomias, candidatos a transplante de órgãos e doadores de órgãos cadastrados em programas de transplantes.

Para os demais indivíduos, a imunização está disponível em clínicas e laboratórios privados. Além disso, é importante lavar bem os alimentos antes de consumi-los, não comprá-los em qualquer lugar, só beber água limpa, ter atenção à água que usará para cozinhar e cuidar da higiene pessoal.

Hepatite B

No ano passado, 13.992 casos de hepatite B foram registrados no país, o que representa 6,9 casos por 100 mil habitantes.

Nessa variação, a transmissão ocorre pelo contato com sangue contaminado, por meio do compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam, materiais que não foram esterilizados corretamente, sexo desprotegido e de mãe para filho (transmissão vertical) no parto.

Apresenta tanto formas agudas, ou seja, quando há sintomas (são cerca de 10% das ocorrências, tendo as mesmas manifestações clínicas da hepatite A), quanto crônicas (quando o vírus persiste no organismo por mais de seis meses).

A enfermidade tem tratamento, ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e controle, a fim de que não evolua para cirrose e câncer de fígado. É feito com a administração de medicamentos antivirais.

Ministério da Saúde também disponibiliza vacina. Para as crianças, são quatro doses (ao nascer, 2, 4 e 6 meses) e, para os adultos, três doses, a depender da situação vacinal. Pessoas que tenham algum tipo de imunodepressão ou o vírus HIV precisam de um esquema especial, com dose em dobro.

Hepatite C

Pelos dados do Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019, no ano passado foram notificados 26.167 casos de hepatite C no Brasil, com taxa de detecção de 13 por 100 mil habitantes. Esse tipo da doença é o mais mortal. De 2000 a 2017, foram 53.715 óbitos associados a ela.

Ministério da Saúde relatou que, atualmente, mais de 500 mil pessoas convivem com o vírus e não sabem, já que se trata de uma enfermidade, geralmente, silenciosa, até que atinja maior gravidade.

A forma crônica é comum em 80% dos pacientes e, desses, 20% podem evoluir para cirrose hepática e de 1% a 5% para câncer de fígado.

A patologia é transmitida da mesma forma que a B, por contato com sangue contaminado, sexo desprotegido e de mãe para filho na hora do parto.

O tratamento, gratuito pelo SUS, se dá com o uso de antivirais de administração oral, determinados de acordo com o genótipo do vírus e o comprometimento do fígado. Ele é realizado de três meses a um ano e tem excelentes chances de cura, passando de 95%.

Por não ter vacina contra a hepatite C, a melhor forma de se prevenir é não compartilhar objetos de uso pessoal e cortantes ou perfurantes, usar preservativo e, ao se submeter a qualquer procedimento, certificar-se de que os materiais usados são esterilizados e os descartáveis não estão sendo reaproveitados.

Hepatite D

No ano passado, no país, houve 145 casos da hepatite D. Esse tipo da enfermidade depende da presença do vírus B para contaminar uma pessoa.

Da mesma forma que as outras variações, dificilmente o doente apresenta sintomas, que também são os mesmos. A forma de transmissão é por relações sexuais sem camisinha com alguém infectado, da mãe doente para o filho durante o parto e pelo compartilhamento de objetos cortantes.

A infecção pode ser tanto aguda quanto crônica e tem tratamento (com duração de três meses a um ano) e controle, evitando a evolução para cirrose e câncer. A melhor forma de se prevenir e não contrair a hepatite B é através da vacina.

Hepatite E

Esse tipo de hepatite tem baixa prevalência no Brasil, tanto que nem consta no Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019. O contágio é igual ao da A: por condições precárias de saneamento básico, água e alimentos contaminados e falta de higiene pessoal.

Os doentes também quase não apresentam sintomas, mas, quando estes surgem, são basicamente os mesmos dos demais tipos de hepatite: cansaço, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, fezes claras, urina escura e pele e olhos amarelados.

Na maioria dos casos, não necessita de tratamento, sendo indicado apenas repouso e não consumir bebida alcoólica. Há o risco de se tornar crônica em pessoas imunodeprimidas e transplantados.

Por não ter vacina, a melhor forma de se prevenir é lavar bem as mãos após ir ao banheiro e antes de comer, lavar bem os alimentos e não ter contato com água de valões, riachos, chafarizes, enchentes e esgoto.

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Com mais 808 casos de Covid e sete mortes, Pernambuco totaliza 921.063 infecções e 21.586 óbitos

Na quarta (27), houve registro de 805 casos leves e três graves. SES informou que mortes confirmadas ocorreram entre 29 de janeiro e 21 de março deste ano.

Por g1 PE

Mais 808 casos e sete mortes de pacientes com Covid-19 foram confirmados nesta quarta (27), em Pernambuco. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), com os novos registros, o estado passou a totalizar 921.063 infecções e 21.586 óbitos, registrados desde março de 2020.

Do total de novos casos, três (0,4%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 805 (99,6%) são leves. Com isso, o estado passou a totalizar 58.505 ocorrências graves e 862.558 leves, de pessoas que não precisaram ser internadas.

A SES informou que as sete mortes confirmadas nesta quarta são antigas e foram recuperadas pelas unidades de saúde e secretarias municipais. Elas ocorreram entre o dia 29 de janeiro e 21 de março deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

Nesta quarta, o boletim confirmou cinco mortes de homens e duas de mulheres. Essas pessoas moravam em Condado (2), Cabo de Santo Agostinho (1), Igarassu (1), Gameleira (1), Caetés (1) e Itambé (1).

Os pacientes tinham entre 54 e 85 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (1), 60 a 69 (2), 70 a 79 (1) e 80 e mais (3).

Do total, cinco pacientes apresentavam doenças preexistentes: Doenças Cardíacas ou Vasculares (1), Diabetes (2), Hipertensão (2), Doença Renal Crônica (1), Doença Neurológica (1), Tabagismo (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 18.877.813 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.166.175 aplicações. A cobertura ficou em 92,01% do público elegível.

Do total, 7.170.279 pessoas, ou 80,79% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais. Foram 6.997.153 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforço, a terceira dose, foram aplicadas 3.337.432 unidades. A cobertura chegou a 50,53% do público elegível.

O estado também aplicou 181.159 unidades da chamada 4ª dose. A cobertura atingiu a marca de 25,7% do público elegível.

Leitos

Nesta quarta, a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid na rede pública de Pernambuco ficou em 43%, de um total de 1.656 vagas abertas.

Nas UTIs, eram 797 unidades disponíveis e 54% delas estavam com doentes. Nas enfermarias, havia 859 leitos e 33% deles estavam ocupados.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 34%, de um total de 223 vagas abertas. Nas UTIs, eram 135 unidades disponíveis e 51% delas tinham pacientes. Nas enfermarias da rede privada, eram 88 vagas e 8% delas estavam ocupadas.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.865.809 testes para detectar a Covid.

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Brasil registra 164 novas mortes por Covid; média móvel é de 96 óbitos por dia

São 662.941 óbitos e 30.374.434 casos registrados do novo coronavírus desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Sete estados não registraram mortes.

Por g1

Brasil registra 164 mortes por covid em 24 horas

O Brasil registrou nesta terça (26) 164 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 662.941 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 96. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de-27%, tendência de queda nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 26 de abril

  • Total de mortes: 662.941
  • Registro de mortes em 24 horas: 164
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 96 (variação em 14 dias: -27%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 30.374.694
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 21.102
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 13.596 (variação em 14 dias: -33%)
Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Amapá, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins não tiveram registro de morte em 24 horas.

Média móvel de casos conhecidos — Foto: Arte/g1

Média móvel de casos conhecidos — Foto: Arte/g1

O país também registrou 21.102 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 30.374.694 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 13.596, variação de -33%em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (7 estados): SC, MG, MS, AC, PA, RO e TO
  • Em estabilidade (4 estados): RS, GO, AP e PB
  • Em queda (15 estados e o DF): PR, ES, RJ, SP, DF, MT, AM, RR, AL, BA, CE, MA, PE, PI, RN e SE

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Destaques da média móvel nos estados — Foto: Arte/g1

Destaques da média móvel nos estados — Foto: Arte/g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais).

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Quarta dose de vacina contra Covid é liberada para pessoas a partir de 60 anos em PE; Recife abre agendamento

Governo autorizou, nesta segunda (25), nova fase da campanha. No Recife, aplicação começa na terça (26). Estado anunciou ‘Dia D’ contra gripe e sarampo, no sábado (30).

Por g1 PE

O governo de Pernambuco autorizou, nesta segunda (25), a aplicação da 4ª dose da vacina contra Covid-19 em pessoas a partir de 60 anos. No Recife, o agendamento pela internet já está liberado e a nova fase da campanha começa na terça-feira (26).

Com o anúncio feito nesta segunda, Pernambuco amplia o público elegível que pode tomar a 4ª dose contra Covid, também chamada de segunda dose de reforço. Em 25 de março, foi autorizada a aplicação desse reforço em pessoas a partir de 65 anos.

No estado, o público estimado para tomar a quarta dose da vacina é de 1,2 milhão de pessoas. Até esta segunda, a cobertura vacinal nessa etapa da campanha estava em 18% do público elegível.

Também até esta segunda, cerca de 1 milhão de moradores do estado tinham sido contemplados com a terceira dose.

Isso equivale a 80,6% da cobertura vacinal nessa faixa etária. Quando se considera a população com mais de 18 anos, o percentual de cobertura se aproxima de 50%.

No Recife, a 4ª dose será aplicada no público elegível que recebeu o primeiro reforço contra a Covid há, pelo menos, quatro meses.

Na capital, 44.265 pessoas entre 60 e 64 anos podem participar dessa etapa da imunização. Para tomar a dose, as pessoas precisam realizar agendamento pelo Conecta Recife.

No dia escolhido para a vacinação, é preciso apresentar documento de identificação, além de um comprovante de que já completou o ciclo vacinal, para agilizar o atendimento.

São aceitos tanto o cartão de vacinação como o Certificado Digital de Vacinação, disponível no Conecta Recife.

A 4ª dose pode ser aplicada com os imunizantes da Janssen, Astrazeneca e Pfizer, independentemente da vacina recebida nas doses anteriores.

No Recife, desde dezembro de 2021, os imunossuprimidos são vacinados com a 4ª dose. Desde março deste ano, as pessoas a partir de 65 anos também são beneficiadas.

Sarampo e gripe

Vacina contra sarampo será aplicada no 'Dia D', no sábado (30) — Foto: Reprodução/TV Globo

Vacina contra sarampo será aplicada no ‘Dia D’, no sábado (30) — Foto: Reprodução/TV Globo

Também nesta segunda, o governo de Pernambuco anunciou a realização do “Dia D” de vacinação contra gripe e sarampo. A ação ocorrerá no sábado (30).

São convocados para a iniciativa os maiores de 60 anos e os pais das crianças de 6 meses a 4 anos de idade, além de trabalhadores em saúde.

A vacinação contra as duas doenças começou em 4 de abril. Segundo o governo, a cobertura, até esta segunda, era de 16,8% para sarampo, incluindo os trabalhadores da saúde, e 6% para gripe.

Entre o público elegível para tomar a vacina da gripe, foram contemplados 19,9% dos trabalhadores da saúde e 12,2% das pessoas com 60 anos ou mais.

A meta é imunizar, até 3 de junho, data de encerramento da campanha, pelo menos 95% dos grupos elegíveis para sarampo e 90% para a gripe.

A atual vacina da influenza imuniza contra três cepas da gripe: H1N1, H3N2, incluindo a cepa Darwin e tipo B.

A fórmula da vacina é diferente da aplicada no ano passado. Por isso, mesmo quem se imunizou no final de 2021 precisa tomar a nova dose para garantir uma proteção efetiva.

Na segunda etapa também serão imunizados contra a gripe as grávidas, mulheres que tiverem bebês há menos de 45 dias povos indígenas, professores das escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente.

Também estão nesses grupos elegíveis caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas.

Fazem parte dos grupos, ainda, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas.

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