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Comer abacate reduz risco de ataques cardíacos em até 21%

Edson Kaique Lima  

Olhar Digital

Um estudo da Universidade da Califórnia em San Diego apontou que comer abacates reduz em até 21% o risco de ataques cardíacos em homens e mulheres. Este efeito é atingido, inclusive, quando a fruta é consumida em substituição à manteiga, queijo ou carnes processadas.

De acordo com o estudo, ao comer pelo menos duas porções de abacate por dia, reduziu o risco de ataque cardíaco em até 21%, no comparativo com não comer ou comer abacates raramente. Porém, não houve nenhum benefício relacionado à redução de risco de acidente vascular cerebral (AVC).

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte em todo o mundo. Ao todo, quase 18 milhões de pessoas morrem por ano por problemas relacionados à saúde cardíaca todos os anos.

Via: CNN Brasil

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Alta dos remédios a partir de abril provoca compra antecipada: ‘Da consulta direto pra farmácia’, diz moradora de Curitiba

Segundo o Sindicato da Indústria Farmacêutica, reajuste previsto é de 10,89% em 13 mil medicamentos. Alta prejudica orçamento dos consumidores, que também encaram preços mais caros em outros produtos.

Por Natalia Filippin, g1 PR — Curitiba

anúncio do aumento de quase 11% no preço de remédios a partir de abril fez com que a publicitária Larissa Vaz da Silva antecipasse a compra dos medicamentos que usa para tentar economizar nos próximos meses. Ela faz tratamento contra depressão há quase 10 anos.

“Não consigo fazer um estoque grande porque é só com a receita, mas comprei os remédios pelo preço antigo para dois ou três meses, que é o intervalo de consultas. Eu não ia comprar o remédio já, ia guardar a receita e só comprar quando precisasse. Mas, agora, fui obrigada a me programar para sair da consulta direto pra farmácia”, diz ela.

Larissa tem 23 anos e mora em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Atualmente, ela toma Desvenlafaxina e Ritalina.

“Meus medicamentos já foram mais da metade do meu salário por um período da minha vida. Já cheguei em um momento, em 2019, a gastar quase R$ 900 por mês, eu fazia um tratamento bem mais pesado. Agora estou em um período bem melhor, em um processo praticamente de desmame dos remédios. Mas, mesmo assim, ainda gasto bastante, sem contar os outros reajustes que estamos sofrendo”.

A jovem conta que consegue a Ritalina pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas, como o médico que a trata é particular, não consegue pegar o remédio com a mesma receita.

“Aí eu acabo comprando para não precisar ir novamente ao postinho, ou encaminharem para um psiquiatra da rede pública”.

O índice de reajuste é calculado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão vinculado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que reúne vários ministérios.

A recomposição anual de preços pode ser aplicada em uma lista de 13 mil remédios disponíveis no mercado varejista brasileiro.

As farmácias e drogarias, assim como laboratórios, distribuidores e importadores, não podem cobrar pelos medicamentos preço acima do permitido pela CMED.

A lista de preços máximos permitidos para a venda de medicamentos é disponibilizada para consulta dos consumidores e é atualizada mensalmente.

O reajuste será aplicado a esse valor máximo, o que não significa que todos os remédios sofrerão reajustes.

Dificuldade

A moradora de Curitiba Bruna Krause Saldanha toma três tipos de medicamentos desde 2017: Venvanse, Depakote e Aripiprazol. Ela faz tratamento de depressão, transtorno de bipolaridade e borderline.

“É uma situação complicada. O Aripiprazol normalmente ganho amostra grátis do meu psiquiatra, mas tenho medo que, com o aumento dos valores das medicações, ele pare de me dar porque também pare de receber. O Depakote eu tomo dois comprimidos por dia, a caixa com 60 comprimidos para durar um mês custa uns R$ 90. Já o Venvanse é caríssimo, a dosagem que eu tomo que é 50 mg e eu pago mais de R$ 400, vem 28 comprimidos, não chega nem a ser 30”.

Bruna afirma que não pode interromper os tratamentos e lamenta também não conseguir adiantar a compra dos medicamentos que usa, pois já são muito caros mesmo sem o reajuste.

“No meu caso não dá para fazer estoque porque se eu fizer, vou gastar um salário mínimo inteiro, é sem condições. Até tem outras opções mais baratas para déficit de atenção, por exemplo, mas o único que funciona mesmo para mim é Venvanse e é o mais caro que tem. Teve uma época que eu tomava lítio, que também é um estabilizador de humor e o SUS oferece, mas só em uma dosagem específica. Eu tomava de 450 mg, e eles só ofereciam de 300 mg. Aí é um comprimido que não tem como cortar e dividir”.

Apesar da saga mensal para conseguir manter a medicação em dia, Bruna ainda reconhece que para ela ainda é menos difícil do que para outras pessoas que sequer têm dinheiro ao básico, quem dirá para tratamentos mais específicos como os dela.

“Eu ainda tenho como pagar, mas pensa quem não faz tratamento psiquiátrico por não ter condições de bancar o custo e aí sofre com depressão por anos. O problema, é claro, não é de agora, mas o aumento [do preço dos remédios] só piora o que já é difícil pra boa parte da população”, diz.

Um levantamento do economista André Braz, da FGV/Ibre, mostra que os idosos e as famílias mais pobres comprometem uma parte maior da renda com remédios.

Quem ganha até um salário mínimo e meio deixa na farmácia quase 6% dos ganhos. Para quem recebe acima de 11,5 salários, as despesas com remédios ficam abaixo de 3%, quase a metade.

“É um impacto super relevante, porque a ele, a gente deve somar também o previsto para o plano de saúde, que também deve ter reajuste de dois dígitos este ano. Os indivíduos que têm doenças graves, que exigem um investimento grande em medicamentos, realmente podem comprometer uma parcela muito maior do salário”, pontua.

Como é calculado o reajuste

Pela legislação em vigor, o reajuste anual dos preços de medicamentos é definido considerando a inflação, além de outros indicadores do setor.

No início do ano, o Comitê Técnico-Executivo da CMED decidiu definir em zero dois fatores que compõem a fórmula do reajuste dos preços dos medicamentos para este ano: o fator de produtividade (Fator X) e o fator de ajuste de preços relativos intrassetor (Fator Z).

O primeiro deles, Fator X, é estabelecido a partir da estimativa de ganhos futuros de produtividade das empresas que compõem a indústria farmacêutica no país. Segundo um comunicado da Anvisa, o Fator Z também terá valor igual a zero, conforme preveem as regras de uma resolução do comitê que estabelece os critérios de composição de fatores para o ajuste de preços de fármacos.

Reajuste não é automático e nem imediato — Foto: Divulgação

Reajuste não é automático e nem imediato — Foto: Divulgação

Além dos fatores X e Y, entram no cálculo o fator Y – que se refere a ajuste de preços relativos entre setores – e a inflação.

No ano passado, o reajuste autorizado foi de até 10,08% para os medicamentos, ante uma inflação de 4,52% no ano anterior.

Por meio do CMED, o governo controla o reajuste de preços de medicamentos periodicamente – estabelecendo o aumento máximo que esses produtos podem atingir no mercado brasileiro.

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Brasil tem 290 mortes por Covid-19 em 24 horas; média móvel segue em queda

Média móvel de mortes está em 213. São 29.946.070 casos registrados do novo coronavírus desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

O Brasil registrou nesta quinta-feira (31) 290 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 659.860 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 213, a mais baixa desde 19 de janeiro de 2022. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de-34%, tendência de queda nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 31 de março

  • Total de mortes: 659.860
  • Registro de mortes em 24 horas: 290
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 213 (variação em 14 dias: -34%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 29.946.070
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 33.653
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 25.910 (variação em 14 dias: -34%)
Média móvel de mortes desta quinta — Foto: Arte g1

Média móvel de mortes desta quinta — Foto: Arte g1

Acre, Amazonas, Amapá, Piauí e Roraima não tiveram registro de morte por Covid nas últimas 24 horas. Acre também não teve registro de casos.

O país também registrou 33.653 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 29.946.070 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 25.910, variação de -34%.

Média móvel de casos desta quinta — Foto: Arte g1

Média móvel de casos desta quinta — Foto: Arte g1

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (1 estado): PE
  • Em estabilidade (4 estados): GO, MS, AM e AP
  • Em queda (21 estados e o DF): RR, TO, RN, SC, DF, AL, MT , ES, PR, MA, PI, CE, PB, RS, MG, PA, BA, AC, RO, SP, RJ, SE

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Médias móveis em destaques — Foto: Arte g1

Médias móveis em destaques — Foto: Arte g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Brasil tem 276 mortes por Covid-19 em 24 horas e chega ao total de 659.570

São 29.912.417 casos registrados do novo coronavírus desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Média móvel de mortes está em 215.

Por g1

Mais de 80% dos brasileiros tomaram as duas doses ou a dose única contra Covid

O Brasil registrou nesta quarta-feira (30) 276 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 659.570 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 215, a mais baixa desde 19 de janeiro de 2022. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de-36%, marcando o 34º dia seguido de tendência de queda nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 30 de março

  • Total de mortes: 659.570
  • Registro de mortes em 24 horas: 276
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 215 (variação em 14 dias: -36%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 29.912.417
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 30.440
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 26.180 (variação em 14 dias: -34%)
Média móvel de mortes desta quarta — Foto: Arte g1

Média móvel de mortes desta quarta — Foto: Arte g1

Acre, Amapá, Maranhão, Rio Grande do Norte e Rondônia não tiveram registro de morte por Covid nas últimas 24 horas. Roraima não divulgou dados de casos e mortes nesta quarta, alegando problemas técnicos.

O país também registrou 30.440 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 29.912.417 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 26.180, variação de -34%.

Média móvel de casos desta quarta — Foto: Arte g1

Média móvel de casos desta quarta — Foto: Arte g1

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (1 estado): PE
  • Em estabilidade (2 estados): RJ e MS
  • Em queda (22 estados e o DF): RN, TO, SC, MT, ES, DF, AL, CE, GO, MA, PR, MG, PI, RS, PA, PB, BA, AC, AP, RO, SE, AM, SP
  • Não divulgou (1 estado): RR

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Médias móveis em destaques — Foto: Arte g1

Médias móveis em destaques — Foto: Arte g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Pernambuco tem menor circulação viral em toda a pandemia: de cada 100 testes de Covid, menos de um dá positivo

Segundo governo, taxa atual de positividade dos exames é de 0,95%. Números foram apresentados em coletiva de imprensa, nesta terça (29).

Por Pedro Alves, g1 PE

Pernambuco vive, atualmente, o momento com menor circulação do novo coronavírus de toda a pandemia, que começou em marco de 2020. Segundo o governo, de cada 100 testes processados pelo Laboratório Central (Lacen), 0,95% dá positivo. Arredondando, isso significa que, de cada 100 pessoas que fazem o exame, uma tem a Covid-19 comprovada.

Nesta terça-feira (29), diante dos baixos índices da doença e o avanço da vacinação contra a Covid, entrou em vigor a norma que desobriga o uso de máscaras em ambientes abertos. O anúncio da liberação foi feito na segunda (28).

A proteção ainda é necessária em locais fechados e em ambientes como terminais de ônibus, em que há aglomeração de pessoas.

Em coletiva de imprensa realizada no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, no Centro do Recife, o secretário estadual de Saúde, André Longo, disse que houve melhora significativa nos índices da pandemia.

“Vivemos o momento com menor circulação viral em relação à Covid-19 desde o início da pandemia, na semana epidemiológica 12, encerrada no sábado (26). Pela sétima semana seguida, houve redução nos casos de Srag positivos para Covid. Foram 42 registros, queda de 12% e de 36% em comparação às últimas semanas epidemiológicas, as semanas 11 e 10, respectivamente”, afirmou.

Sobre a positividade dos exames de Covid, o secretário lembrou os patamares de janeiro, em que havia, no estado, epidemias simultâneas de coronavírus e da Influenza A causada pelo vírus H3N2. “Na última semana de janeiro, de cada 100 exames processados, 52 chegavam a positivar”, disse.

André Longo também afirmou que houve queda nos casos de pessoas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), quadro que pode ter inúmeras causas, incluindo o coronavírus e outras doenças infecciosas. Atualmente, segundo o gestor, o estado vive uma época de sazonalidade dessas doenças.

“As solicitações por leitos de UTI também atingiram o menor patamar da pandemia. Foram 203 solicitações na semana passada. Houve quedas de 11%, na última semana, e de 19%, em 15 dias. Lembrando que a grande maioria dessas solicitações não é mais por Covid, mas por outros quadros respiratórios que, por vezes, se apresentam com características de Srag”, declarou.

A secretária executiva de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Sidia Haiut, disse que o atual decreto, que desobrigou o uso de máscaras e também liberou a capacidade total em eventos de qualquer tipo, é válido até que haja uma nova determinação, diferentemente das determinações anteriores que tinham prazo de validade.

“Hoje, a gente anuncia um avanço no plano de convivência e autoriza liberação total dos eventos. Não há mais restrição em relação a algumas atividades. Lembrando que é exigido o passaporte vacinal. Maiores de 12 anos precisam ter a segunda dose e maiores de 18 anos a dose de reforço, se já tiverem passado quatro meses da segunda dose”, afirmou a secretária executiva.

Boletim

Nesta terça, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou 1.994 ocorrências de Covid-19. Entre os casos confirmados, 19 (1%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 1.975 (99%) são leves.

Com os novos dados, Pernambuco passou a totalizar 894.462 casos confirmados da doença, sendo 58.264 graves e 836.198 leves.

Mortes

O boletim também confirmou dez óbitos. Essas mortes ocorreram entre os dias 6 de maio de 2021 e 27 de março de 2022. Com isso, o Estado totaliza 21.386 mortes pela Covid-19.

As vítimas foram quatro homens e seus mulheres residentes dos municípios de Palmares (1), Recife (7), Ribeirão (1) e São Caitano (1).

Os pacientes tinham entre 35 e 94 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (1), 50 a 59 (2), 60 a 69 (2), 70 a 79 (1) e 80 e mais (4). Do total, sete pacientes tinham doenças preexistentes: câncer (3), imunossupressão (2), tabagismo/histórico de tabagismo (2), hipertensão (1), diabetes (1) e doença cardiovascular (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.761.859 testes para detectar a Covid-19.

Vacinação

Desde o início da campanha de imunização, em janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 17.962.509 doses de vacinas contra a Covid- 19. Foram aplicadas 8.080.477 primeiras doses, ou seja, 91,05% do público elegível. Ao todo, 6.958.785 pessoas que vivem em Pernambuco completaram os seus esquemas vacinais. A cobertura chegou a 78,41%.

Destas pessoas, 6.785.659 foram vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 com vacina aplicada em dose única. Também foram aplicadas 2.923.247 terceiras doses, que são chamadas de primeira dose de reforço.

A cobertura chegou a 44,26% da população elegível. Outras informações detalhadas sobre a população vacinada contra a Covid-19 estão disponíveis no Painel de Acompanhamento Vacinal.

Leitos

Nesta terça, a taxa global de ocupação de leitos na rede pública estadual era de 37%. Eram oferecidas 2.023 vagas.

Nas UTIs, a taxa de ocupação de leitos era de 43%. Os hospitais públicos ofertavam 992 vagas desse tipo. Também havia doentes em 30% dos leitos de enfermaria públicos. Eram ofertadas 1.031 vagas.

Na rede privada, a taxa global de ocupação de leitos de Covid era de 31%. Eram oferecidas 238 vagas, ao todo.

Nas UTIS particulares, a taxa de ocupação de leitos era de 45%. Eram 147 vagas desse tipo. A taxa de ocupação nos leitos de enfermaria privados era de 8%. Eram 91 unidades.

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Com mais 353 infectados e 10 óbitos por Covid-19, Pernambuco totaliza 892.468 casos e 21.376 mortes

Entre março de 2020 e esta segunda-feira (28), estado contabilizou 58.245 quadros graves e 834.223 formas leves da doença provocada pelo novo coronavírus.

Por g1 PE

A confirmação de mais 353 infectados pelo novo coronavírus e 10 óbitos devido à Covid-19 em Pernambuco, nesta segunda-feira (28), levou o estado a totalizar 892.468 casos da infecção e 21.376 mortes pela doença. Os registros começaram a ser feitos em março de 2020, na chegada da pandemia.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou que as novas confirmações incluem 16 (4,5%) diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 337 (95,5%) casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco contabilizou 58.245 quadros graves e 834.223 formas leves da doença.

Com relação às 10 mortes, elas aconteceram entre os dias 29 de março de 2021 e 4 de março de 2022. Foram sete homens e três mulheres que moravam nos municípios de Catende (1), Itaíba (1), Lajedo (1), Petrolândia (1), Recife (5) e Vitória de Santo Antão (1).

Os pacientes tinham entre 61 e 92 anos. As faixas etárias são: 60 a 69 (3), 70 a 79 (4) e 80 e mais (3).

Do total, nove pacientes tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (4), hipertensão (2), diabetes (2), doença respiratória (1), doença reumática (1), doença renal (1), hipotireoidismo (1), tabagismo (1) e doença vascular (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um segue em investigação.

Vacinação

Pernambuco aplicou 17.952.159 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 8.078.825 primeiras doses. Do total, 6.957.234 pessoas completaram os esquemas vacinais, sendo 6.784.108 com imunizantes duas doses e outros 173.126 com vacina aplicada em dose única.

Em relação às doses de reforços (terceira dose), já foram aplicadas 2.916.100 (cobertura de 44,15%).

Leitos

A ocupação de leitos de UTI é de 44% na rede pública e de 49% na rede privada.

Mais vacinas

Pernambuco recebeu, nesta segunda-feira, mais 165.250 doses de vacina da Astrazeneca/Fiocruz contra a Covid-19. As doses recebidas devem ser utilizadas na aplicação de segundo reforço (ou 4ª dose), que, em Pernambuco, foi recomendada para população de 65 anos e mais.

Desde o início da campanha, em 18 de janeiro de 2021, Pernambuco recebeu 21.139.293 doses de vacinas contra a Covid-19. Foram 5.507.170 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz; 4.287.253 da Coronavac/Butantan; 8.480.070 da Pfizer/BioNTech; 738.500 doses da vacina pediátrica da Pfizer; 947.240 doses da vacina da Coronavac/Butantan para as crianças e 1.152.060 da Janssen.

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Alopecia: o que é a condição capilar que motivou agressão de Will Smith a Chris Rock no Oscar

Por conta das falhas capilares causadas pela doença, Pinkett Smith, mulher do ator de Hollywood, decidiu raspar a cabeça.

Por BBC

Will Smith dá tapa na cara de Chris Rock e, em seguida, ganha Oscar de melhor ator

A cerimônia do Oscar 2022 ficou marcada pela agressão do ator Will Smith contra Chris Rock durante a premiação mais importante do cinema.

Chris levou um tapa no rosto após Will Smith se irritar com o comentário feito pelo ator sobre Pinkett Smith, que tem a cabeça raspada por conta da alopecia, uma condição capilar que causa a queda de cabelo.

Enquanto apresentava a cerimônia, Chris Rock comparou a esposa de Smith com a protagonista de “Até o limite da honra” (1997), vivida por Demi Moore, que raspou os cabelos – o filme é sobre a primeira mulher a participar do treinamento de força de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos.

Após o comentário de Chris RockWill Smith deixou seu lugar na plateia, subiu no palco, deu um tapa na cara do comediante e voltou para seu lugar.

“Eu acho que o Will Smith acabou de me dar uma surra”, disse Rock, em meio a um palavrão.

“Mantenha o nome da minha esposa fora da sua boca”, gritou Smith, também em meio a palavrões.

A polícia de Los Angeles disse que não recebeu nenhuma queixa oficial sobre o incidente. Chris Rock ainda não se pronunciou.

O que é a alopecia?

A alopecia é um dos problemas mais relacionados à perda de cabelo ou pelo entre homens e mulheres em qualquer parte do corpo. Ela pode ser causada por influências genéticas, processos inflamatórios locais ou doenças sistêmicas.

Um dos tipos mais comuns de alopecia é a areata, que é uma doença autoimune — quando as células atacam o próprio organismo. Ela atinge aproximadamente 2% da população mundial em diferentes níveis — pode afetar desde pequenas áreas do couro cabeludo ou da barba, por meio de lesões circulares, ou até causar a completa ausência dos fios em todo o corpo.

Outro tipo comum da alopecia é a androgenética, que também é autoimune e causa o afinamento progressivo dos fios. Ela é mais recorrente entre os homens, cujas áreas mais atingidas são a coroa e a região frontal (entradas).

Já as mulheres — estima-se que 5% tenham alopecia androgenética — sofrem com sintomas, que costumam ser mais discretos, como perda capilar na região central do couro cabeludo. No caso delas, os períodos de queda intensa podem ter relação com irregularidade menstrual, acne ou obesidade.

O quadro não é contagioso e não apresenta riscos à saúde, além da perda capilar em si. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), casos de perda total dos fios no corpo em razão da alopecia são uma minoria: cerca de 5%.

A perda capilar em pessoas com algum tipo de alopecia pode ser intensificada por fatores emocionais, como estresse intenso.

Mas a queda capilar não se restringe à alopecia. Especialistas apontam que a situação pode ocorrer por motivos específicos como o uso exagerado de processos químicos no cabelo, dietas, consumo de determinados medicamentos e doenças que afetam outras áreas do corpo, como o hipotireoidismo.

Como resolver a queda capilar?

De acordo com a SBD, não há uma forma de prevenir a alopecia por se tratar de uma doença cujas causas são desconhecidas. Mas há algumas orientações para tentar evitar quadro intenso de queda capilar, como reduzir o estresse sempre que possível.

Há diversas alternativas para tratar a queda causada pela alopecia. Porém, por se tratar de uma doença autoimune, não existe um tratamento considerado definitivo para evitar a perda capilar. Dessa forma, é provável que o paciente precise de acompanhamento constante e enfrente períodos de perda capilar intensa e outros de estabilidade.

Existem diversos tratamentos para tratar a queda capilar, como medicamentos tópicos ou até mesmo injeção no couro cabeludo, que estimulam o folículo a produzir cabelo novamente e precisa ser feita de modo contínuo.

Além disso, também podem ser usados bloqueadores hormonais, por meio de medicamentos orais. O objetivo desses tratamentos é estacionar o processo de queda capilar e recuperar parte dos fios perdidos.

Para as áreas que foram completamente tomadas pela queda dos fios, uma alternativa é o transplante capilar. Ele ajuda a melhorar o aspecto estético ao reimplantar fios do próprio couro cabeludo na região calva. Apesar de melhorar as áreas afetadas pela calvície, a técnica não impede a queda nas demais áreas.

Em meio às diversas alternativas, especialistas ressaltam que é fundamental que o paciente busque um dermatologista para que possa entender as causas da perda capilar e para que o médico defina o melhor tratamento para o caso.

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Pernambuco confirma mais 831 casos e 11 mortes provocadas pela Covid-19

Dados foram divulgados neste domingo (27) pelo governo. Estado passou a totalizar 892.115 casos confirmados e.21.366 óbitos.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, neste domingo (27), mais 831 casos do novo coronavírus. A secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou oficialmente outras 11 mortes provocadas pela Covid-19.

Com os novos dados, Pernambuco passou a totalizar 892.115 casos confirmados da doença, sendo 58.229 graves e 833.886 leves.

Eles estão sendo computados desde março de 2020, quando começou a pandemia em Pernambuco. Nesse período, o governo também totalizou 21.366 mortes pela Covid-19.

Entre os casos confirmados neste domingo, 20, ou 2% do total, são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 811 (98%) são leves.

As mortes confirmadas neste domingo ocorreram entre os dias 27 de março de 2021 e 8 de março deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

O boletim também confirmou seis mortes de homens e cinco de mulheres. Essas pessoas moravam em Jaboatão dos Guararapes (2) e Recife (9).

Os pacientes tinham entre 36 e 91 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (1), 50 a 59 (2), 70 a 79 (4) e 80 e mais (4).

Do total, nove pacientes tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (6), diabetes (4), doença neurológica (2), doença renal (2), câncer (1), doença hepática (1) e histórico de AVC (1).

Um um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 17.937.930 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.074.136 aplicações. A cobertura chegou a 90,98% do público elegível.

Do total, 6.953.013 pessoas, ou 78,34% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais.

Foram 6.779.887 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às doses de reforço, foram aplicadas 2.910.781 unidades. A cobertura chegou a 44,07% do público elegível.

Leitos

Neste domingo, a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid na rede pública de Pernambuco era de 39%, de um total de 2.023 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 992 unidades disponíveis e e 44% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, eram 1.031 leitos e 34% deles tinham doentes com Covid.

Na rede particular, a taxa global de ocupação era de 33%, de um total de 237 unidades abertas.

Nas UTIs, havia 146 vagas e 49% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 91 unidades e 8% tinham pacientes.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.754.529 testes para detectar Covid.

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Anticoncepcional masculino deve ser testado em humanos ainda este ano

Edson Kaique Lima  

Olhar Digital

Pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, trazem boas notícias para os homens que não desejam ter filhos. De acordo com os pesquisadores, é possível que o tão esperado anticoncepcional masculino entre em testes ainda esse ano.

O candidato a anticoncepcional masculino foi apelidado de GPHR-529, é um composto não hormonal para controle de natalidade em homens. Nos testes, em modelos animais, os pesquisadores conseguiram manter camundongos de laboratório estéreis por quatro a seis semanas, com eficácia de 99%.

Via: Futurism

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Com mais 2.149 infectados e 13 óbitos por Covid-19, Pernambuco totaliza 884.902 casos e 21.318 mortes

Estado contabilizou, entre março de 2020 e esta quarta-feira (23), 58.171 quadros graves e 826.731 formas leves da doença provocada pelo novo coronavírus.

Por g1 PE

Pernambuco confirmou, nesta quarta-feira (23), mais 2.149 infectados pelo novo coronavírus e 13 óbitos devido à Covid-19, passando a totalizar 884.902 casos da infecção e 21.318 mortes provocadas pela doença. Os registros começaram a ser feitos em março de 2020, na chegada da pandemia ao estado.

Entre as novas confirmações divulgadas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), 16 (1%) são diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 2.133 (99%) são casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco registrou 58.171 quadros graves e 826.731 formas leves da doença.

Mortes

Com relação às 13 mortes, elas aconteceram entre o dia 25 de março de 2021 e a segunda-feira (21). As vítimas foram 6 homens e 7 mulheres residentes dos municípios de Carnaubeira da Penha (1), Olinda (4), Petrolina (2) e Recife (6).

Os pacientes tinham entre 26 e 89 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (2), 40 a 49 (2), 50 a 59 (1), 60 a 69 (5), 70 a 79 (1) e 80 e mais (2).

Do total, 11 pacientes tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (7), diabetes (4), doença renal (2), imunossupressão (2), doença neurológica (2), histórico de tabagismo (1), doença hematológica (1), câncer (1), hipotireoidismo (1) e obesidade (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 17.893.246 doses de vacinas contra a Covid- 19. Com relação às primeiras doses, foram 8.063.727 aplicações, o que equivale a 90,86% da população elegível.

Do total, 6.941.177 pessoas, ou 78,21% da população elegível, já completaram seus esquemas vacinais, sendo 6.768.051 pessoas vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 com vacina aplicada em dose única.

Também foram aplicadas 2.888.342 terceiras doses, de reforço. A cobertura chegou a 43,73% da população elegível. Outras informações detalhadas sobre a população vacinada contra a Covid-19 estão disponíveis no Painel de Acompanhamento Vacinal.

Leitos

Nesta quarta, a taxa de ocupação de leitos para doentes com Covid na rede pública de Pernambuco era de 38%, de um total de 2.048 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 997 vagas disponíveis e 43% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 1.051 leitos e a taxa de ocupação deles ficou em 33%.

Na rede particular de saúde, a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid era de 30%, de um total de 266 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 161 vagas disponíveis e 45% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, eram 105 leitos e 7% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020, quando começou a pandemia em Pernambuco, o estado realizou 3.730.154 testes para detectar a Covid.

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