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Recife registra aumento de índice de positividade de Covid e passa a exigir agendamento para realização de testes

Idosos, gestantes e crianças com menos de 5 anos não precisam agendar. Percentual de testes positivos na cidade subiu de 26,1% para 29,5%, em uma semana.

Por g1 PE

Recife registrou, nos últimos dias, o aumento do índice de positividade de Covid-19. Diante disso, a prefeitura anunciou, nesta quinta (10), que passou a exigir o agendamento, por meio do Conecta Recife, para a realização de exames, nos oito postos de testagem da rede municipal.

O percentual de testes positivos na rede municipal tem aumentado. Na semana entre 30 de outubro e 5 de novembro) o Recife realizou 2.391 exames de Covid-19. Desses, 624 deram positivo; o equivalente a 26,1% do total.

Na semana iniciada no dia 6 de novembro, 5.591 testes tinham sido realizados na cidade até esta quinta-feira (10). O número de resultados positivos foi de 1.652. O índice de positividade ficou em 29,5%.

No dia 3 de novembro, o governo anunciou que o índice de positividade para a Covid-19 havia triplicado em Pernambuco, chegando a 11,8%.

Como agendar

Todos os dias, a partir das 15h, o município vai liberar as vagas disponíveis para marcação para o dia seguinte no Conecta Recife. O agendamento pode ser feito tanto pelo aplicativo, quanto pelo site, na aba “Vamos Testar”.

No horário agendado, basta se dirigir para o local escolhido e apresentar um documento oficial com foto e um comprovante de residência.

Quem não precisa agendar

Nesse momento, a prefeitura manteve apenas três grupos liberados para comparecer ao local de testagem sem a necessidade de marcação. Essa prioridade vale para idosos, gestantes e crianças de até 5 anos.

Qualquer pessoa que se enquadrar em um desses grupos pode procurar um ponto de testagem e apresentar o comprovante de residência e o documento com foto.

Pontos de testagem

Atualmente, a Prefeitura do Recife mantém oito pontos de testagem no município:

  • Policlínica Arnaldo Marques, no Ibura;
  • Policlínica Waldemar de Oliveira, em Santo Amaro;
  • Upinha Dr Moacyr André Gomes, no Morro da Conceição;
  • Upinha Governador Eduardo Campos, na Bomba do Hemetério;
  • Upinha Vila Arraes, na Várzea;
  • Centro de Saúde Professor Mário Ramos, em Casa Amarela;
  • Centro de testagem Parque Dona Lindu, em Boa Viagem;
  • Centro de Saúde José Dustan, na Iputinga.

Desses locais, três funcionam todos os dias da semana, inclusive aos sábados e domingos: o Centro de Saúde Professor Mário Ramos, em Casa Amarela; o Centro de testagem Parque Dona Lindu, em Boa Viagem e o Centro de Saúde José Dustan, na Iputinga.

Os demais pontos de testagem abrem apenas em dias úteis.

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Estado de SP tem aumento de 56% em internações em UTI por Covid em duas semanas, e governo paulista emite alerta

Segundo Secretaria Estadual da Saúde, na Grande SP, a ocupação de enfermarias por pacientes com a doença teve alta de 81% e, nas UTIs, o crescimento foi de 65%.

Por José Roberto Brunier, SP2 e g1 SP — São Paulo

SP registra alta nas internações por covid e Estado reforça importância da vacinação

O estado de São Paulo registrou nesta quinta-feira (10) um aumento de quase 56% nas internações por Covid-19 em unidades de tratamento intensivo (UTI) nas últimas duas semanas.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o número de pacientes internados passou de 288 para 448.

A ocupação de enfermarias por pacientes com a doença no estado passou de 555 pacientes para 832, uma alta de 49,9% no mesmo período.

O aumento, segundo a pasta, se deve ao cenário de que as coberturas vacinais com doses de reforço caminham muito lentamente no estado.

Na Grande São Paulo, a ocupação de enfermarias por pacientes com a doença registrou alta ainda maior, de 81%, passando de 364 vagas ocupadas para 660. Em UTIs, o crescimento foi de 65% (passou de 215 para 355 pacientes internados).

O secretário de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, David Uip, destacou que “os paulistas precisam ser completamente vacinados”.

“Se nós pegarmos quem não tomou a primeira dose de reforço, quem não tomou a segunda dose de reforço e as crianças que não foram vacinadas, totalizamos 17 milhões de paulistas. Então, a primeira recomendação é que, por favor, se vacine. Segunda recomendação da secretaria é que as pessoas voltem a usar máscara em ambientes fechados, inclusive transporte público. Isso não vai virar decreto, mas é recomendação. Terceiro ponto, nós, Brasil, São Paulo, precisamos ter os novos medicamentos antivirais, que são, por via oral, eficazes, que vão evitar internações. Então são recomendações óbvias que precisam ser revistas”, afirmou Uip.

Segundo a infectologista Mirian Dal Ben, pessoas que tenham risco maior de pegar a forma mais grave da Covid devem considerar o uso de máscara para se proteger do vírus. “Se eu sou uma pessoa que convivo com alguém do grupo de risco, com doença de base, também tenho que tomar mais cuidado. E o outro lado também: se eu sou uma pessoa que está com algum sintoma de Covid, dor de garganta leve, nariz escorrendo, mesmo espirros, eu tenho que colocar a mão na consciência e também usar máscara pra eu não contaminar os outros. a gente tem visto muitas pessoas com sintomas bem fraquinhos assim, espirros, e, no final das contas, é Covid”.

Cidade de São Paulo

Na capital paulista, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) registrou na semana epidemiológica de 30 de outubro a 5 de novembro o aumento de 22% na taxa de positividade para a Covid-19 na cidade.

Segundo o órgão, a média móvel (sete dias) de casos de Covid-19 positivos, notificados na última semana, foi de 727 casos.

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Brasil registra 95 mortes por Covid e total chega a 688.539; média segue com tendência de queda

São 34.909.480 casos conhecidos de Covid-19 registrados desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

O Brasil registrou nesta terça-feira (8) 95 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.539 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 38, com variação de -44% em relação aos últimos 7 dias, tendência de queda – hoje completa uma semana com esta tendência.

Brasil, 8 de novembro

  • Total de mortes: 688.539
  • Registro de mortes em 24 horas: 95
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 38 (variação em 14 dias: -44%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 34.909.480
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 11.970
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 4.402 (variação em 14 dias: -13%)
Média de mortes — Foto: Arte g1

Média de mortes — Foto: Arte g1

No total, o país registrou 11.970 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.909.480 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 4.402, com variação de -13% em relação à semana anterior.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Média de casos — Foto: Arte g1

Média de casos — Foto: Arte g1

  • Subindo (3 estados): SE, SP, GO
  • Em estabilidade (8 estados e o DF): DF, PI, ES, PA, RR, RO, AP, MA, AL
  • Em queda (11 estados): SC, CE, PE, BA, RJ, PR, MS, MT), MG, RS, AM
  • Não divulgaram até 20h (4 estados): AC, PB, RN e TO
Destaques das médias — Foto: Arte g1

Destaques das médias — Foto: Arte g1

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Covid-19: testes positivos em alta acendem alerta sobre nova onda no Brasil

Levantamento do Instituto Todos pela Saúde (ITpS) mostra que a taxa de exames positivos para a doença em laboratórios particulares saltou quase 600% em menos de um mês

Por BBC

Laboratórios particulares e farmácias em todo Brasil vêm registrando aumento nos testes positivos para covid-19 nas últimas semanas, em um indício do que epidemiologistas classificam como um “alerta” para uma nova onda de casos no país.

Levantamento do Instituto Todos pela Saúde (ITpS) mostra que a taxa de exames positivos para a doença em laboratórios particulares passou de 3% para 17% em menos de um mês — um salto de 566%.

O aumento de casos foi registrado principalmente no Sudeste e Centro-Oeste do país, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso.

O ITpS também registrou alta na procura por testes ao longo do mês de outubro em todo o Brasil.

Já nas farmácias, os exames positivos para a doença voltaram ao patamar de dois dígitos, segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que reúne 26 redes responsáveis por cerca de 45% das vendas de medicamentos no país.

Das 14.970 testagens realizadas de 17 a 23 de outubro, 2.320 (15,5%) apresentaram diagnóstico positivo. Na semana anterior, a taxa havia sido de 9,36%.

O epidemiologista e pesquisador da ITpS, Anderson Brito, explica que a alta de testes positivos aponta para a tendência de surgimento de uma nova onda em algumas semanas.

“Provavelmente observaremos um aumento geral de testes positivos nos próximos dias, assim como aconteceu nas outras duas ondas de 2022”, diz.

A demora para que o salto nos casos identificados pelas farmácias e laboratórios particulares seja também notada com clareza nos dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass) é natural, segundo o especialista.

“Os testes em laboratórios servem como um termômetro — quando há uma alta na positividade no sistema privado é questão de tempo até começarmos a observar isso também na rede pública e de forma mais ampla.”

Para o epidemiologista Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas, os aumentos registrados até agora são “um sinal de alerta”.

“Não há motivo para desespero, pois ainda não sabemos a gravidade da onda ou se os casos provocarão muitas internações e óbitos”, afirmou o especialista à BBC News Brasil. “Mas precisamos lembrar que a adesão às doses de reforço no Brasil tem sido baixa, o que não é uma boa notícia.”

Quase 80% da população brasileira recebeu duas doses da vacina contra a covid-19, mas menos de 50% foram imunizados com uma ou duas doses de reforço, segundo dados das secretarias estaduais de Saúde.

“A vacinação é o melhor caminho para o fim da pandemia e o grande desafio é lembrar a parte da população que ainda não se imunizou ou tomou as doses de reforço disso”, afirma Hallal.

Do Sudeste para o resto do Brasil?

O levantamento do Instituto Todos pela Saúde aponta para uma alta especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso.

Neste último, os testes positivos subiram de 3% para 18% entre os dias 22 e 29 de outubro — ou seja, foram registrados seis vezes mais diagnósticos.

Já em São Paulo, no mesmo período, os positivos subiram de 10% para 19%. No Rio, de 15% para 26%.

Mas segundo os epidemiologistas consultados pela BBC Brasil, a tendência é que a nova onda ultrapasse as fronteiras desses Estados e chegue a todo o país em breve.

“Desde que a pandemia começou, o aumento de casos começa em uma região restrita, mas logo se espalha”, diz Pedro Hallal. “Ou seja, é provável que a nova atinja também outras partes do Brasil.”

“A covid é uma doença que se dissemina muito rápido e facilmente. Leva o tempo de um voo para que uma nova variante saia de São Paulo e chegue no Pará”, afirma Anderson Brito.

O epidemiologista explica, porém, que a pandemia nem sempre acontece ao mesmo tempo em outros lugares, especialmente quando se trata de países e continentes diferentes.

“A Europa está saindo de sua última onda de casos, que durou cerca de dois meses, e só agora estamos observando uma tendência de aumento no Brasil”, diz.

No último final de semana, uma nova variante do coronavírus, chamada de BQ.1, foi identificada no Rio de Janeiro, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde.

A variante já havia sido encontrada no Amazonas em 20 de outubro, de acordo com a unidade da Fiocruz no Estado, o que fortalece a suposição de que ela já circula em diferentes locais do país.

Nos Estados Unidos e na Europa, a BQ.1 já é considerada dominante.

– Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63550537

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Médicos alertam para uso indiscriminado de remédio controlado que trata insônia

O uso do zolpidem sem orientação médica é um risco à saúde. Pacientes relataram até alucinações depois de tomar a medicação.

Por Fantástico

Uso indevido de zolpidem, remédio para insônia, vira assunto na internet

Um remédio controlado, que trata insônia, está ganhando fama nas redes sociais: é o zolpidem. O uso indiscriminado – e sem orientação médica – é um risco à saúde. Pacientes relataram até alucinações depois de tomar a medicação.

Médicos indicam o zolpidem para alguns casos de insônia, e a bula é clara: o remédio não deve ser usado por mais de quatro semanas.

“Ele é um hipnótico direto. Por exemplo, se eu tomo um medicamento que tem uma ação sedativa, eu vou sentindo a entrada do sono, aquele estímulo, eu vou bocejando, eu vou sentindo que eu estou entrando no sono”, explica Dalva Poyares, pesquisadora do Instituto do Sono e professora da Unifesp.

Com o zolpidem é diferente. O indutor de sono age em receptores específicos dos neurônios que fazem com que o cérebro apague de maneira rápida e de repente. É como se a gente se desligasse.

Por isso é que os médicos alertam que é tão importante se deitar imediatamente após tomar o remédio. Ficar mexendo no celular, ir ao banheiro, à cozinha já sob o efeito do zolpidem pode ter sérias consequências.

“É como se eu tivesse acordado e, ao mesmo tempo, dormindo. Esse estado é muito semelhante ao sonambulismo”, diz Dalva Poyares.

O estudante Pedro Henrique, de 22 anos, conta que, após tomar o zolpidem, decidiu que ia viajar… literalmente. Ele comprou dois pacotes de viagens para Buenos Aires que totalizaram R$ 9 mil.

“Tive uma alucinação. Acreditei que minha avó era rainha de Genóvia e que ela estava me esperando em Buenos Aires”, conta.

Pedro Henrique conseguiu cancelar a viagem, e a história dele viralizou. Relatos de efeitos colaterais se multiplicam na internet. 

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Coração de doador goiano não foi enviado a paciente em SP devido a bloqueios em rodovias e não pode mais ser transplantado, diz Saúde

Doador era um jovem de 21 anos que não resistiu após sofrer um traumatismo crânio-encefálico. Especialista explica que o órgão precisa chegar em no máximo quatro horas ao receptor.

Por Gabriela Macêdo e John William, g1 Goiás e TV Anhanguera

Problema de logística impede transplante cardíaco de órgão captado em Goiás

O coração de um doador goiano não foi enviado a um paciente de São Paulo devido aos bloqueios das rodovias, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) do estado paulista. O doador, que era um jovem de 21 anos, estava internado no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) e não resistiu após sofrer um traumatismo crânio-encefálico. As interdições nas rodovias foram iniciadas na noite de domingo (30), por pessoas que não aceitaram o resultado do 2º turno da eleição.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Goiás, o coração seria destinado ao paciente do estado de São Paulo, mas não chegou nem a ser captado, ainda que estivesse apto para isso. A pasta completou que “não houve aceite do órgão por parte do estado paulista”.

Já a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo (SES-SP) explicou que o transporte de coração exige rapidez e que o órgão deve chegar até o doador em um período de até quatro horas.

“Equipes técnicas responsáveis consideraram que, devido a bloqueios, não seria possível realizar a operação de forma que o órgão chegasse com segurança ao paciente”, explicou a pasta de São Paulo.

Monitor de batimentos cardíacos em hospital de Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Monitor de batimentos cardíacos em hospital de Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A Saúde de Goiás ainda complementou que após São Paulo não conseguir realizar o aceite ao órgão, seguiu com a seleção de receptor para o Distrito Federal, onde não houve receptor compatível.

A Secretaria de Saúde de Goiás explica que o coração deveria ter sido captado na terça-feira (1), dia em que o jovem teve morte encefálica. No mesmo dia, foram captados os rins e córneas deste doador, que foram destinados a pacientes de Goiás, e o fígado, que foi encaminhado ao Distrito Federal. Ao todo, cinco pessoas foram beneficiadas com as doações.

O médico Silvio explica que o prazo para uma doação de órgão, especialmente quando se trata do coração, é fundamental.

“A logística do transplante cardíaco exige cuidados especiais. O órgão, após retirado do doador, tem uma viabilidade de, no máximo, quatro, cinco horas, diferente de outros órgãos”, explicou o médico.

“Tem que ser uma logística de transporte rápido, se for mais longe, ou terrestre, se for mais perto”, completou.

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Em qualquer tratamento, as palavras importam. E muito

Pacientes que lutam contra a obesidade e o uso de substâncias que causam dependência são vítimas de termos estigmatizantes

Por Mariza Tavares — Rio de Janeiro

Lutar contra a balança. Vencer o consumo excessivo de álcool ou outras drogas que viciam. Quem enfrentou o problema ou conhece alguém nesta situação sabe como esse é um caminho tortuoso, no qual abundam obstáculos. E as palavras importam, muito. A questão vai além do politicamente correto: termos estigmatizantes prejudicam o tratamento e põem em risco a qualidade de vida dos pacientes. No estudo “Say what you mean, mean what you say: the importance of language in the treatment of obesity”, publicado na revista da Sociedade Americana de Obesidade, pesquisadores mostraram como a linguagem negativa é amplamente utilizada no tratamento dos pacientes, comprometendo o relacionamento com os profissionais de saúde e o engajamento na batalha para perder peso. A própria terminologia empregada nos trabalhos sobre cirurgias bariátricas embute uma carga pejorativa, com o uso de palavras como “fracasso” e “morbidez”.

O mesmo se aplica aos que se empenham contra a dependência do álcool e outras drogas: viciado, alcoólatra e junkie são expressões que causam dor, vergonha e provocam o afastamento. “Nossa linguagem revela o que pensamos das pessoas e afetam as políticas públicas”, diz Michael Botticelli.

Em 2017, quando era diretor de políticas para o controle de drogas no governo Obama, ele foi autor de um memorando propondo termos mais neutros. Nos EUA, o número de mortos por overdose supera o de vítimas de acidentes automobilísticos e estima-se que quase 90% dos indivíduos que precisam de ajuda não a recebem. No documento, enfatizava que o preferível seria “pessoa com distúrbio de uso de substância”, no lugar de abuso e dependência, indicando que este é um estado do qual é possível livrar-se e que não pode ser encarado como o resultado de um fracasso pessoal.

Pesquisas apontam que esses pacientes são vistos com preconceito maior do que aqueles com deficiências físicas ou doenças psiquiátricas. Botticelli também sugere descartar expressões como “ficar limpo” – por causa da carga negativa de “estar sujo” – e adotar “pessoa em recuperação” ou “indivíduo sem fazer uso de substâncias”. Quem tem problemas com opioides, por exemplo, costuma necessitar de outras drogas para superar sua condição, o que não quer dizer que o “vício” permaneça, já que está sob monitoramento médico.

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Cutucar o nariz pode aumentar o risco de Alzheimer e demência; entenda

Segundo pesquisadores, bactéria é capaz de “viajar” pelo nariz até o cérebroPor Jeniffer Cardoso, editado por André Lucena  

Olhar Digital

Cutucar o nariz é um problema que vai além da questão dos bons modos. O hábito pode ter relação com um maior risco de desenvolver Alzheimer e demência.

Após testes em camundongos, pesquisadores da Universidade Griffith, da Austrália, demonstraram que uma bactéria pode viajar através do nervo olfativo até o cérebro, onde cria marcadores que são um sinal revelador da doença de Alzheimer.

O estudo, publicado na revista Scientific Reports, mostrou que a Chlamydia pneumoniae usou o nervo que se estende entre a cavidade nasal e o cérebro como um caminho para invadir o sistema nervoso central. As células do cérebro responderam depositando a proteína beta amilóide, que é uma característica da doença de Alzheimer.

Segundo o professor James St John, coautor pesquisa, o resultado dos testes com ratos é preocupante. “Vimos isso acontecer em um modelo de camundongo, e a evidência é potencialmente assustadora para humanos também”.

O nervo olfativo é diretamente exposto ao ar e oferece um caminho curto para o cérebro, contornando a barreira hematoencefálica. Em outras palavras: trata-se de uma rota simples para vírus e bactérias.

A equipe já está planejando a próxima fase da pesquisa e pretende provar que o mesmo caminho pode ser percorrido pela bactéria em humanos. “Precisamos fazer esse estudo em humanos e confirmar se a via funciona da mesma forma. É uma pesquisa que já foi proposta por muitas pessoas, mas ainda não concluída. O que sabemos é que essas mesmas bactérias estão presentes em humanos, mas não descobrimos como eles chegam lá”, acrescentou St John.

Como impedir a “viagem” de bactéria pelo nariz?

Segundo o coautor do estudo, existem alguns passos simples para evitar que a bactéria avance até o cérebro. “Cutucar e arrancar os pelos do nariz não é uma boa ideia. Ao danificar o revestimento do nariz, você pode aumentar o número de bactérias que podem entrar em seu cérebro”, explicou.

Testes de olfato também podem ter potencial para a detecção de Alzheimer e demência, diz o professor St John, já que a perda do olfato é um indicador precoce dessas condições.

Ainda segundo o pesquisador, o fator de risco aumenta após os 65 anos, mas outras causas devem ser analisadas. “Não é apenas a idade, mas também a exposição ambiental. E achamos que bactérias e vírus são importantes nesse processo”, concluiu.

Via Medical XPress

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Brasil registra 163 novas mortes por Covid; média móvel volta a indicar alta

São 687.960 óbitos e 34.849.068 casos conhecidos de Covid-19 registrados desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

O Brasil registrou nesta quarta-feira (26) 163 pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 687.960 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 69, com variação de +34% em relação aos últimos 7 dias, voltando a apontar tendência de alta após quatro dias em estabilidade.

Brasil, 26 de outubro

  • Total de mortes: 687.960
  • Registro de mortes em 24 horas: 163
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 69 (variação em 14 dias: +34%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 34.849.068
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 7.774
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 5.056 (variação em 14 dias: +10%)

No total, o país registrou 7.774 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.849.068 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 5.056, com variação de +10% em relação à semana anterior.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

  • Em alta (7 estados): CE, GO, MS, MG, PE, PR, RJ
  • Em estabilidade (6 estados e o DF): BA, AM, RN, DF, MA, PI, SE
  • Em queda (10 estados): PA, MT, SP, RS, PB, RO, RR, AL, ES, SC
  • Não divulgaram (3 estados): AC, AP, SE

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal

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China lança vacina via oral contra a Covid-19

O imunizante foi desenvolvido pela biofarmacêutica chinesa CanSino Biologics e está sendo oferecido gratuitamente como dose de reforço para pessoas previamente vacinadas.

Por Associated Press

Uma vacina via oral inalável contra a Covid-19 foi administrada possivelmente pela primeira vez no mundo nesta quarta-feira (26) em Xangai, na China.

A vacina, uma espécie de fumaça que é aspirada pela boca, está sendo oferecida gratuitamente como dose de reforço para pessoas previamente vacinadas, de acordo com um anúncio em uma conta oficial em uma rede social da cidade.

Os cientistas esperam que essas vacinas “sem agulhas” tornem a vacinação mais acessível em países com sistemas de saúde frágeis por elas serem mais fáceis de administrar. Com isso, eles também podem persuadir pessoas que não se sentem confortáveis com uma injeção no braço.

A China quer que mais pessoas recebam doses de reforço antes de relaxar as duras restrições à pandemia que estão travando a economia e, cada vez mais, fora de sincronia com o resto do mundo. Em meados de outubro, 90% dos chineses estavam totalmente vacinados e 57% receberam uma dose de reforço.

Um vídeo postado por uma mídia estatal chinesa mostrou pessoas em um centro de saúde comunitário colocando o bico de um copo branco translúcido na boca. O texto que acompanhava dizia que, depois de inalar lentamente o conteúdo, as pessoas prendem a respiração por cinco segundos, e o procedimento todo é concluído em menos de 20.

“Foi como beber uma xícara de chá com leite”, disse um morador de Xangai no vídeo.

Eficácia ainda em estudo

A eficácia da vacina sem agulha ainda não foi totalmente explorada. A vacina inalável foi aprovada pelos reguladores chineses em setembro, mas apenas como uma dose de reforço depois que estudos mostraram que ela desencadeou uma resposta imune naquelas pessoas que haviam recebido anteriormente duas doses de outra vacina chinesa.

Uma vacina tomada por via oral pode afastar o vírus antes que ele atinja o resto do sistema respiratório, embora isso dependa em parte do tamanho das gotículas, disse um especialista à agência de notícias Associated Press.

A eficácia de uma vacina via oral depende do tamanho dessas gotículas, afirmou Vineeta Bal, uma médica imunologista da Índia.

A vacina inalável foi desenvolvida pela empresa biofarmacêutica chinesa CanSino Biologics Inc. como uma versão em aerossol da vacina contra adenovírus da empresa, que usa um vírus do resfriado relativamente inofensivo.

A vacina tradicional de dose única foi aprovada para uso em mais de 10 mercados, incluindo a China, Hungria, Paquistão, Malásia, Argentina e México. A versão inalável recebeu aprovação para testes clínicos na Malásia, disse uma reportagem da mídia malaia no mês passado.

Vacinas nasais

Reguladores na Índia também aprovaram uma vacina nasal, uma outra abordagem sem agulha, mas essa ainda não foi lançada. A vacina, desenvolvida nos EUA e licenciada para a fabricante indiana de vacinas Bharat Biotech, é esguichada no nariz.

Cerca de uma dúzia de vacinas nasais estão sendo testadas globalmente, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Para impedir a propagação da Covid, a China conta principalmente com duas vacinas de vírus inativado desenvolvidas internamente que se mostraram eficazes na prevenção de mortes e doenças graves, mas menos que as vacinas da Pfizer e da Moderna.

As autoridades chinesas também não obrigam a vacinação – entrar em um prédio de escritórios ou outros locais públicos exige um teste COVID-19 negativo, não um certificado de vacinação. E a rígida abordagem de “Covid zero” do país fez com que apenas uma pequena parcela da população se infectasse, em comparação com outros países.

Como resultado disso, também não está claro o quão a Covid-19 se espalharia se as restrições fossem retiradas no país. Até agora, o Partido Comunista não mostrou sinais de que pretende afrouxar a política de “Covid zero”, agindo rapidamente para restringir viagens e impor bloqueios quando apenas alguns casos são descobertos.

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