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Brasil tem maior média de casos desde julho; mortes seguem com tendência de alta

Dados foram reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa neste domingo (18).

Por g1

O Brasil está com a média de mortes por Covid-19 em alta, com 130 óbitos diários, de acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa deste domingo (18).

O que você precisa saber:

  • Com média de 130 óbitos diários, o número de mortes por Covid segue com tendência de alta no país
  • 8 estados estão com tendência de alta na média de mortes. Confira abaixo quais são eles;
  • A média diária de casos conhecidos chegou a 42 mil, maior índice desde 25 de julho
  • Na vacinação infantil, mais de 54% das crianças tomaram a 1ª dose do imunizante contra a Covid (dados de sexta-feira).
  1. Mortes
  2. Casos conhecidos
  3. Vacinação

Mortes

  • Total de mortes: 691.854
  • Registro de mortes em 24 horas: 24
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 130 (variação em 14 dias: 30%)
Média móvel de mortes por Covid-19 — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes por Covid-19 — Foto: Arte/g1

Casos conhecidos

  • Total de casos conhecidos confirmados: 35.914.141
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 11.716
  • Média de casos nos últimos 7 dias: 42.650 (variação em 14 dias: 45%)
Média móvel de casos de Covid-19 — Foto: Arte/g1

Média móvel de casos de Covid-19 — Foto: Arte/g1

Médias de mortes nos estados

  • Subindo (7 estados): AL, BA, ES, MT, PR, RS e SC
  • Em estabilidade (5 estados): AC, AP, RO, SE e SP
  • Em queda (2 estados): AM e PB
  • Não divulgaram até 20h (12 estados e o DF): CE, DF, GO, MA, MG, MS, PA, PE, PI, RJ, RN, RR e TO

Vacinação

Segundo dados de sexta-feira (16), quase 50% da população tomou a dose de reforço contra a Covid. Entre as crianças, mais de 54% tomou a primeira dose de vacinas.

  • Dose de reforço: 106.948.663 (49,78% da população total e 59,53% da população vacinável**)
  • Totalmente imunizados (receberam duas doses ou dose única): 172.376.091 (80,24% da população total e 86,12% da população vacinável*)
  • Parcialmente imunizados (que receberam apenas uma das doses necessárias): 182.415.426 (84,91% da população total e 91,14% da população vacinável*)
  • Crianças de 3 a 11 anos totalmente imunizadas: 9.880.484 (37,41% da população entre três e 11 anos)
  • Crianças de 3 a 11 anos com a primeira dose: 14.278.477 (54,01% da população entre três e 11 anos)
  • Total de doses aplicadas: 461.740.180 (84,77% das doses distribuídas para os estados)

Os estados de SP, RJ, MA, TO e AP não separam os números de terceira e quarta dose. Por esse motivo, os percentuais de reforço podem estar inflados.

Vacinação nesta sexta — Foto: Arte g1

Vacinação nesta sexta — Foto: Arte g1

*população com 3 anos de idade ou mais; **população com 12 anos de idade ou mais.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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‘Marco histórico para a ciência no Brasil’, diz reitor da UFRN após Anvisa autorizar pela 1ª vez plantio de cannabis

Agência concedeu na quinta (15) autorização para que a universidade cultive a planta em projetos de pesquisa sobre a atuação de derivados da erva em casos de distúrbios neurológicos e psiquiátricos.

Por Roberto Peixoto, g1

Pela primeira vez, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu uma autorização para que a planta cannabis seja cultivada no país para pesquisa cientifica.

Com isso, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que pleiteou o recurso frente à agência, será a primeira instituição do país a realizar o cultivo controlado e o processamento da planta para fins de pesquisa científica.

Em entrevista ao g1, o reitor da instituição, Daniel Diniz, avalia a aprovação da Anvisa como uma “marco histórico para a ciência no Brasil” e ressalta que esse é apenas um primeiro passo para a produção de dados científicos sobre o tema.

“Até ontem as pesquisas eram limitadas, então para a ciência brasileira é um marco histórico. Vários outros países já fazem isso, então eu fico muito feliz que a partir de agora muitas instituições vão ingressar com um pedido semelhante e certamente a Anvisa deverá autorizar”, ressalta.

Diniz explica que o processo para aprovação da liberação na Anvisa vinha sendo reivindicado pela instituição há quase dois anos, quando a UFRN, frente ao seu Instituto do Cérebro (ICe), entrou com um recurso administrativo depois de ter um pedido negado em 2021.

Na época, a universidade solicitou o cultivo da cannabis para a produção de projetos de pesquisa pré-clínica de modelo animal (com ratos e camundongos) para avaliação da eficácia da combinações de fitocanabinoides, substâncias que apresentam efeitos terapêuticos.

Antes, apenas uma universidade de Minas Gerais (Universidade Federal de São João Del-Rei) tinha autorização para cultivo da planta, mas em in vitro, ou seja, somente o cultivo de células e tecidos da cannabis estavam liberados.

Para contornar esse entrave, a UFRN vinha então realizando pesquisas na área, avaliando os efeitos da cannabis na redução de convulsões em ratos, por exemplo, mas através da importação dos extratos da planta, o que, segundo Diniz, limitava o tipo de estudo que poderia ser feito.

“Quando a gente importa esses produtos os fitocanabinoides vem com uma determinada composição, que varia dependendo da importação, o que dificulta o trabalho do pesquisador, que precisa combinar esses canabinóides de formas diferentes, para investigar os seus efeitos”, ressalta Diniz.

Condições para o plantio na UFRN

Segundo a autorização da Anvisa, a UFRN deve agora então cumprir condições já previstas no projeto de pesquisa para garantir que a cannabis seja usada apenas no desenvolvimento de fármacos:

  • O plantio vai ocorrer em salas especiais, em sistema fechado (cultivo indoor);
  • O espaço tem, aproximadamente, 100 metros quadrados, com alvenaria resistente e portas maciças. O acesso ao espaço será feito mediante controle biométrico de pessoas previamente registradas;
  • Edifício e entorno têm moderno sistema de videomonitoramento (24h/7 dias), bem como vigilância armada todos os dias do ano;
  • Sistema de vídeo deve ser capaz de gravar em qualquer condição de iluminação e gerar imagens de qualidade que precisam estar disponíveis para vistorias.

“Agora esperamos que a pesquisa brasileira traga muitos avanços, temos muito pela frente, mas se pensarmos nas pessoas que tem diversas condições que precisam da cannabis, isso já é algo muito importante”, diz Diniz.

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Brasil vive explosão de casos de dengue em 2022; ano pode terminar com recorde de mortes pela doença

Total de mortes por dengue em 2022 já é maior do que o registrado nos últimos seis anos. Até a primeira semana de dezembro, 978 óbitos foram confirmados e mais de 1,4 milhão de casos registrados.

Por Marina Pagno, g1

O Brasil registrou 978 mortes por dengue em 2022. O total acumulado neste ano até 5 de dezembro já supera o verificado em cada um dos últimos seis anos. O número é um alerta para uma nova epidemia da doença, que vem atingindo todas as regiões e deve se manter nos primeiros meses de 2023.

  • Além das 978 mortes por dengue confirmadas, outras 98 estão em investigação, segundo o boletim epidemiológico mais recente do Ministério da Saúde
  • Número tão alto assim só foi registrado em 2015, quando 986 pessoas morreram de dengue no Brasil.
  • Até o momento, o número de mortes aumentou 400% em 2022 em relação ao total de 2021;
  • Os casos de dengue saltaram 172,4% no comparativo entre o mesmo período de 2021 e 2022.

Se confirmadas as projeções, 2022 pode terminar como o ano mais mortal para a dengue no Brasil: o número de mortes pode ultrapassar 1 mil, algo nunca visto desde a década de 1980, quando a doença ‘ressurgiu’ no país e começou a ser mais frequente, com ciclos de maior e menor intensidade.

“A gente nunca passou dos mil mortos e com certeza vai passar”, projeta o infectologista Alexandre Naime Barbosa, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

De acordo com o médico, nos últimos anos, as maiores epidemias de dengue no Brasil aconteceram em 2015, 2016 e 2019, além de 2022, que já garantiu o lugar nessa lista antes mesmo de terminar.

Os dados parciais apontam para 1,4 milhão de casos prováveis de dengue no Brasil em 2022, de acordo com o boletim do Ministério da Saúde – em todo o ano de 2021, 544 mil foram infectados.

Antes vista com mais força em regiões quentes e úmidas, desta vez a dengue decidiu se concentrar também em áreas que antes registravam pouca ou nenhuma incidência de infecções pelo vírus, que é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti.

“Em Santa Catarina, por exemplo. Joinville e Blumenau, que nunca tiveram dengue, neste ano estão tendo uma grande epidemia desde o primeiro semestre”, afirma o médico infectologista.

Joinville, localizada no norte catarinense, é a quarta cidade do Brasil com maior número de casos de dengue neste ano. Confira a lista dos 10 municípios com mais casos prováveis de dengue (até 5 de dezembro):

  1. Brasília (DF): 67.274 casos;
  2. Goiânia (GO): 53.796;
  3. Aparecida de Goiânia (GO): 25.138;
  4. Joinville (SC): 21.406;
  5. Araraquara (SP): 21.017;
  6. São José do Rio Preto (SP): 19.927;
  7. Fortaleza (CE): 19.037;
  8. Anápolis (GO); 17.144;
  9. Natal (RN): 15.403;
  10. Teresina (PI): 15.033;

O que está por trás da epidemia de 2022

Períodos chuvosos, principalmente no verão, aliados à diminuição da percepção de risco para a dengue, são apontados como os principais motivos que levaram à alta nos casos e mortes nesse ano.

Com a chuva, aumentam os riscos de água parada. É o cenário perfeito para que o Aedes aegypti se reproduza.

O infectologista Alexandre Naime Barbosa também cita a falta de políticas públicas para orientar e incentivar à população a combater a dengue.

“Para você controlar a dengue, você precisa controlar o vetor. Para controlar o vetor, você precisa da colaboração da população e de ações públicas. As ações nos municípios foram bastante diminuídas por conta da pandemia, como os ‘fumacê’ e as visitas dos agentes de saúde e de endemias”, diz Barbosa.

O principal vetor da dengue é mosquito Aedes aegypti. O vírus é transmitido para humanos por meio da picada da fêmea do mosquito infectado. Por isso, é importante eliminar os criadouros do mosquito e, assim, evitar que ele se prolifere.

“”As pessoas esqueceram que a dengue mata. Se esqueceu tudo aquilo que estava se falando da dengue, de não criar o mosquito e, além disso, faltou uma campanha do Ministério da Saúde”, diz Barbosa.

Como a previsão aponta para novamente um verão chuvoso no Brasil, a tendência, segundo o especialista, é de que a dengue siga em alta pelo menos até meados de abril de 2023.

“Nós vivemos em um caldeirão de doenças infecciosas. A gente tem que ficar em alerta sempre”, resume o infectologista.

O que é essencial saber sobre a dengue:

  • O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado e possui quatro sorotipos diferentes – todos podem causar as diferentes formas da doença;
  • Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte;
  • Os principais sintomas são: febre alta (acima de 38°C), dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas;
  • dengue hemorrágica, forma mais grave da doença, é mais comum quando a pessoa contrai o vírus pela segunda vez;
  • Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento;
  • Como evitar a dengue? O mais importante é não deixar água parada e acumulando por aí: o mosquito pode usar como criadouros grandes espaços, como caixas d’água e piscinas abertas, até pequenos objetos, como tampas de garrafa e vasos de planta;
  • E a vacina? Por enquanto, há somente um imunizante disponível no Brasil, mas apenas no mercado privado e com restrições de uso. Ele só pode ser aplicado em quem já teve contato com o vírus da dengue, justamente para evitar uma nova infecção e a dengue hemorrágica.

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Estudo aponta 52 sublinhagens da Covid em Serrana e reforça eficácia da vacina contra mortes e casos graves; entenda

Cidade escolhida para vacinação em massa em 2020 teve sequenciamento genético que permitiu identificar mutações do vírus, com prevalência da delta, gama e ômicron. Números de pacientes com sintomas leves se manteve em alta para diferentes variantes, segundo pesquisa.

Por g1 Ribeirão Preto e Franca

Um estudo recém-publicado na revista científica internacional “Viruses” aponta a circulação de ao menos 52 subvariantes da Covid (veja números abaixo) em Serrana (SP), município conhecido em todo o país por ter sido o primeiro a realizar uma vacinação em massa contra a Covid-19, no chamado “Projeto S”.

Ainda assim, de acordo com os pesquisadores, os índices elevados de imunização completa da população – acima dos 80% com doses da Coronavac – ajudaram a manter, em menor proporção, as mortes e os casos graves do coronavírus.

Por meio de um sequenciamento genético dos moradores, cientistas apontaram a prevalência das linhagens delta, gama e ômicron, além da incidência, em menor número, de algumas raras em território nacional, como a C.37, mais comum em países andinos, no período compreendido entre junho de 2020 e abril de 2022.

Entenda, nos tópicos abaixo, como foi realizada a pesquisa e os resultados mais importantes:

  • Como foi feita a pesquisa?
  • Quantas variantes da Covid foram encontradas em Serrana?
  • Qual foi o impacto da incidência dessas variantes na cidade?
  • O que os resultados indicam com relação à vacinação?

Como foi feita a pesquisa?

A pesquisa é parte do Projeto S, um estudo clínico do Instituto Butantan, com apoio de instituições como o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) e Fundação Hemocentro, que realizou uma vacinação em massa em Serrana, município com cerca de 45 mil habitantes na região de Ribeirão Preto (SP).

O objetivo foi monitorar os pacientes imunizados para analisar a eficácia da Coronavac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, com diferentes números e sob aspectos diversos, como faixa etária, tempo e variantes da doença.

Com apoio da Fapesp e revisão de pares, o estudo assinado por 30 autores que acaba de ser publicado na “Viruses” se utilizou do material genético de 4.375 pessoas da cidade, em sua maioria com idades entre 21 e 50 anos.

As amostras foram coletadas entre junho de 2020 e abril de 2022, desde quando se tem conhecimento da circulação do vírus da Covid até a conclusão da campanha de vacinação, com ao menos duas doses do imunizante.

Quantas variantes da Covid foram encontradas em Serrana?

Ao avaliar as amostras, os cientistas identificaram a incidência de pelo menos 52 sublinhagens do vírus da Covid-19.

A variante delta foi a predominante, com 37,8% de incidência entre todos os genomas analisados, em um total de 1.653 casos.

Na sequência, aparecem a ômicron, com 34,6% dos resultados (1.513 ocorrências), e a gama, com 24,1% (1.053 casos).Variantes da Covid em Serrana, SPdelta: 37,78 %ômicron: 34,58 %gama: 24,07 %zeta: 1,71 %outras linhagens: 1,85 %Fonte: Fapesp

Qual foi o impacto da incidência das variantes na cidade?

Segundo os pesquisadores, a maioria dos casos diagnosticados de Covid para as três variantes mais comuns foi de sintomas leves, acima dos 88%:

  • gama: 88,9%
  • delta: 98,1%
  • ômicron: 99,1%

O que os resultados indicam com relação à vacinação?

Para os cientistas, os números deixam evidente que o elevado índice de vacinação da cidade, acima dos 80%, contribuiu para a redução das mortes e dos casos graves de Covid, especialmente em meio à circulação das variantes gama e delta. Em março deste ano, o médico Gustavo Volpe, um dos coordenadores do Projeto S, já havia mencionado que o aumento das infecções com as novas cepas não influenciou na curva de óbitos.

Para o grupo, o trabalho pode embasar futuros estudos com monitoramento genético em infecções virais, além de ajudar em medidas de enfrentamento das doenças.

Ao mostrar a importância da vacina diante de diferentes variantes, o resultado vai além das conclusões do Projeto S no final de 2021, que apontou eficácia de 80,5% contra casos de Covid-19 e de 94,9% contra as mortes.

Anteriormente, a sorologia mostrou que, seis meses depois da segunda dose, 99% dos participantes ainda produziam anticorpos.

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Mais de 83 mil pessoas não tomaram a segunda dose da vacina contra Covid no Recife

Especialistas ligam atraso na imunização ao atual número de pacientes com a doença em Pernambuco.

Por Mário Carvalho e Priscilla Aguiar, TV Globo e g1 PE

Recife tem milhares de pessoas com vacinação contra Covid atrasada

Com o aumento dos casos de Covid-19 em Pernambuco, especialistas chamam atenção para o atraso na imunização. No Recife, 83.872 pessoas não tomaram a segunda dose da vacina contra o novo coronavírus. Isso representa 5,2% do total de moradores que já deveriam estar com o esquema vacinal completo .

O cenário é ainda pior quando se analisa a terceira dose: 291.539 ainda não agendaram esse reforço, o que equivale a 16% do público-alvo.

As informações são da Secretaria de Saúde do Recife. O reflexo disso, segundo especialistas, está diretamente ligado ao atual número de pacientes com Covid-19 no estado.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, de cada dez pacientes internados com o novo coronavírus no estado, seis não estavam em dia com as doses de vacina contra a doença.

Mulher toma vacina contra a Covid-19 no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

Mulher toma vacina contra a Covid-19 no Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

A partir dos índices, os especialistas voltam a recomendar máscaras em locais de aglomeração e uso de álcool em gel, medidas que já não estavam mais tão presentes no nosso dia a dia como no começo da pandemia. Cuidados que, aliados à vacinação, são a melhor forma de se proteger.

“A gente já vê mais relato de casos, aumento das filas de testagem, aumento da positividade dos testes, mais internamentos acontecendo. Então, vale reforçar medidas de prevenção, como manter o cartão atualizado e uso de máscara, principalmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas”, alertou o infectologista Bruno Hishigami.

 O infectologista Bruno Hishigami falando sobre os índices de Covid-19 — Foto: Reprodução/TV Globo

O infectologista Bruno Hishigami falando sobre os índices de Covid-19 — Foto: Reprodução/TV Globo

Para o especialista, o atraso na imunização e a circulação de um subtipo da variante ômicron da Covid-19 colaboraram com o aumento dos casos.

“A chegada da variante, para mim, é o mais decisivo. E junto com isso tem a baixa taxa de vacinação com doses de reforço. Hoje, a gente já tem esse conhecimento de que para garantir uma proteção melhor da ômicron são necessárias pelo menos três doses”, disse.

O empreendedor Hugo Ernani, de 45 anos, estava com a quarta dose da vacina contra a Covid-19 em atraso e, com o aumento dos casos, resolveu atualizar o cartão vacinal.

“Agora, estou muito em contato com o público e é muito importante. A vacina que nos ajudou a voltar a viver normalmente e a gente não pode descuidar”, disse.

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Guaraná ajuda a combater envelhecimento; podcast do g1 detalha formas saudáveis de consumo

Brasil é o maior produtor comercial do mundo. Fruto tem três vezes mais cafeína que o café e auxilia na prevenção de doenças.

Por Carol Lorencetti, g1

No idioma Sateré-Mawé, o nome dele era “Waraná”, bebida usada em rituais e um símbolo de conhecimento.
O guaraná é um fruto da Amazônia brasileira, famoso por fornecer energia. Mas os benefícios da bebida vão muito além disso.

O podcast “De onde vem o que eu como” ouviu os pesquisadores André Atroch, da Embrapa, e Elizabeth Torres, da USP, sobre as vantagens que o consumo do guaraná pode trazer para a saúde. E não, não estamos falando do refrigerante. Ouça no podcast e, na sequência, leia mais sobre esse assunto abaixo:

Consumo de guaraná previne doenças

A pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo), Elizabeth Torres, detalha que o consumo de guaraná em pó, diluído em água, diminui o risco de diabetes tipo 2, além de atuar como anti-inflamatório e antioxidante (combate o envelhecimento das células).

“O guaraná atua para deixar o organismo em equilíbrio, sem estresse, e isso pode levar a uma diminuição do risco de câncer”, completa.

A pesquisadora conta que uma colher de sopa de guaraná por dia já é suficiente para trazer benefícios à saúde (desde que não haja nenhuma contraindicação médica). Ela conduz pesquisas sobre o guaraná na Faculdade de Saúde Pública da USP.

Em um dos estudos, os participantes consumiram três gramas de guaraná em pó por dia, diluído em água, por 15 dias. O resultado foi uma diminuição do colesterol ruim e um aumento do colesterol bom.

“O guaraná tem um papel muito importante para a saúde humana”, destaca Elizabeth.

Bebida tem mais cafeína que o café

“É uma planta espetacular”, resume o pesquisador da Embrapa, André Atroch, que estuda o guaraná há 20 anos.

Segundo o pesquisador, o teor de cafeína no guaraná varia entre 4 e 7%, enquanto no café, esse índice fica entre 1,5 e 2%. É daí que vem o potencial energético da bebida.

Ele explica que existem tipos de guaraná com maiores concentrações de cafeína, enquanto outras têm teor maior de antioxidantes. Também há variedades em que as quantidades dessas substâncias são mais equilibradas.

Hoje, Atroch conta que 90% do guaraná brasileiro fica no mercado interno. Metade da produção vai para a indústria de refrigerantes. O restante é destinado à fabricação de energéticos, xaropes, pó e bastão de guaraná. “10% do fruto é exportado para nichos de mercado”, conclui.

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Brasil registra 145 mortes por Covid em 24h; média móvel de vítimas se mantém em alta

São 689.853 vítimas da doença em todo o país. Total de casos conhecidos desde o início da pandemia é de 35.304.715, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa.

Por g1

O Brasil registrou 145 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, nesta quinta-feira (1º), chegando a 689.998 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 86, com variação de 133% em relação aos últimos 7 dias, tendência de alta pelo 11º dia seguido. Esta é a maior média desde 7 de outubro.

Também é o 7º dia seguido em que a média de casos conhecidos está acima de 20 mil novos casos diários.

Brasil, 1º de dezembro

  • Total de mortes: 689.998
  • Registro de mortes em 24 horas: 145
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 86 (variação em 14 dias: +138%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 35.336.482
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 31.767
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 27.056 (variação em 14 dias: +110%)
Média de mortes — Foto: Arte g1

Média de mortes — Foto: Arte g1

No total, o país registrou 31.767 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 35.336.482 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 27.056, e a variação foi de 110% em relação a duas semanas antes – esta é a maior média desde 7 de agosto.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Média de casos conhecidos — Foto: Arte g1

Média de casos conhecidos — Foto: Arte g1

  • Subindo (16 estados): GO, RN, BA, SE, MA, MG, PB, RS, PE, PA, SP, AL, ES, PR, RJ, SC
  • Em estabilidade (6 estados e o DF): AM, AP, RR, AC, CE, DF, RO
  • Em queda (1 estado): MT
  • Não divulgou até 20h (3 estados): MS, PI e TO
Médias em destaque — Foto: Arte g1

Médias em destaque — Foto: Arte g1

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Alzheimer: em feito importante, medicamento consegue retardar progressão da doença

Apesar de desacelerar o declínio cognitivo em cerca de 27%, lecanemab apresentou sérios efeitos colaterais em alguns pacientes que participaram do estudo experimental da droga.

Por g1

Medicamento para retardar efeitos do Alzheimer tem resultado promissor

Pesquisadores relataram nesta terça-feira (29) que uma droga experimental retardou moderadamente o inevitável agravamento do Alzheimer, doença que lentamente destrói habilidades de memória e pensamento e outras funções mentais importantes.

lecanemab, produzido pela empresa americana de biotecnologia Biogen juntamente com a farmacêutica japonesa Eisai, já havia mostrado resultados positivos em setembro, quando foi anunciado que a droga diminuiu cerca de 27% a taxa de declínio cognitivo em uma escala de demência clínica durante um período de 18 meses (taxa essa comparada com a de pacientes que receberam placebo).

Agora, as empresas divulgaram os resultados completos de seu estudo com quase 1.800 participantes entre 50 e 90 anos com Alzheimer em estágio inicial em um congresso em San Francisco, nos Estados Unidos, e publicaram o material no prestigiado periódico científico The New England Journal of Medicine.

Os novos dados, porém, embora bastante celebrados, mostraram que a droga – um anticorpo projetado para remover depósitos de uma proteína chamada beta-amilóide, que se acumula no cérebro de pessoas com Alzheimer – foi associada a um tipo perigoso de inchaço cerebral em quase 13% dos pacientes que participaram do estudo.

Alguns pacientes também apresentaram sangramentos no cérebro, com cinco sofrendo macro-hemorragias e 14% sofrendo micro-hemorragias – um sintoma ligado inclusive a duas mortes de pessoas que receberam a droga em um estudo de acompanhamento.

Em um comunicado, a Eisai disse acreditar que as mortes “não podem ser atribuídas ao lecanemab”.

Essas fatalidades, contudo, ainda estão sendo investigadas, visto que o cientistas ainda não sabem ao certo se foram causadas pela droga.

Maria Carrillo, diretora científica da Associação de Alzheimer dos EUA, afirma que o resultado do estudo é importante justamente porque mostra que a droga ataca a beta-amilóide, um dos principais fatores responsáveis pela progressão do Alzheimer, mas faz uma ressalva.

“Todos nós entendemos que isso não é uma cura, mas estamos tentando realmente compreender o que significa retardar o Alzheimer, porque isso é algo inédito”, disse Carrillo.

Apesar disso, qualquer atraso no declínio cognitivo no início da doença pode ser significativo para “quanto tempo temos com nossos entes queridos em um estágio da doença em que ainda podemos aproveitar nossa família”, acrescentou ela.

A Eisai agora está buscando a aprovação da droga com a Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA), a reguladora norte-americana.

Segundo a agência Associated Press, uma decisão sobre a aprovação do medicamento é esperada para o início de janeiro.

*Com informações da agência Associated Press.

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Recife suspende novamente vacinação contra Covid para crianças de 3 e 4 anos por falta de doses de Coronavac

Prefeitura disse que cobrou duas vezes ao Ministério da Saúde que mandasse mais unidades, mas não teve retorno.

Por g1 PE

A prefeitura do Recife anunciou, nesta terça (29), uma nova suspensão da vacinação contra a Covid-19 para crianças de 3 e 4 anos. A medida, que entra em vigor na quarta (30), foi tomada por causa da falta de doses da Coronavac, único imunizante recomendado para essa faixa etária.

A determinação foi divulgada seis dias depois de a prefeitura retomar o procedimento de imunização das crianças de 3 e 4 anos em cinco pontos de vacinação.

No dia 23 deste mês, o município recebeu um lote com 1,3 mil doses de Coronavac, mas essa quantidade não foi suficiente para manter a imunização.

Por meio de nota, a prefeitura informou que a determinação foi necessária “após o Ministério da Saúde não enviar novas remessas de Coronavac”.

“A gestão municipal cobrou por duas vezes, através de ofícios enviados ao órgão federal, o envio das doses, mas não obteve retorno”, disse a prefeitura, no comunicado.

Essa é a segunda vez que o Recife precisa paralisar a aplicação da primeira e segunda doses contra covid-19 das crianças com 3 e 4 anos.

No começo de novembro, com a falta de estoque de Coronavac na Secretaria de Saúde municipal e sem previsão para normalização da distribuição por parte do Ministério de Saúde, a gestão também precisou suspender a vacinação dos meninos e meninas nessas faixas etárias.

A medida foi seguida por outros municípios da Região Metropolitana. Um levantamento da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) mostrou que dezenas de cidades enfrentaram o mesmo problema.

Segundo a prefeitura, no Recife, 11.769 crianças entre 3 e 4 anos receberam a primeira dose do imunizante, o equivalente a 27,27% do total.

A segunda dose foi aplicada apenas em 3.741 meninos e meninas, cerca de 8,66% do público-alvo.

Pernambuco totaliza, desde o início da pandemia, em março de 2020, 1.083.184 casos confirmados da doença, sendo 60.202 graves e 1.022.982 leves.

Eles estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha. No mesmo período, o estado somou 22.470 mortes pela Covid-19.

O que diz o ministério

Por meio de nota, o Ministério da Saúde disse que distribui vacinas contra a Covid-19 a todos os estados de forma proporcional e igualitária.

“Até o momento, já foram disponibilizadas duas milhões de doses a todos os estados e Distrito Federal para a vacinação de crianças de 3 a 4 anos de idade”, informou.

Ainda de acordo com a pasta, para Pernambuco, foram entregues 40 mil doses na segunda remessa, distribuída a partir de 18 de novembro.

“Cabe aos estados o planejamento e gerência da distribuição entre os municípios”, afirmou o comunicado.

O que diz o estado

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) disse, em nota, que as 40 mil doses enviadas ao estado representam menos de metade das doses solicitadas para atender a demanda do estado.

Em Pernambuco, existem 149.786 crianças com 3 anos e 154.355 crianças com 4 anos de idade, de acordo com a SES.

A pasta também disse que alertou recentemente aos municípios para manter o estoque organizado e garantir a correta administração das doses “uma vez que o recebimento de imunizantes da Coronavac para este grupo vem sofrendo descontinuidade na entrega de remessas pelo governo federal desde o primeiro semestre deste ano”.

A SES também afirmou que aguarda a entrega de novas doses dos imunizantes pelo Ministério da Saúde para reabastecer as cidades que esgotaram seus estoques.

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Entenda os riscos da rinomodelação, procedimento que causou necrose no nariz do cantor Naldo

Médicas explicam que os casos são raros e os profissionais precisam estar aptos para notar se logo após o procedimento já há sinais de que algo não vai bem.

Por Júlia Putini, g1

Naldo Benny sofre princípio de necrose após procedimento estético — Foto: Reprodução/Instagram/NaldoBenny

Naldo Benny sofre princípio de necrose após procedimento estético — Foto: Reprodução/Instagram/NaldoBenny

Entre os vários tipos de preenchimentos faciais está a rinomodelação, procedimento que aplica ácido hialurônico de alta densidade no nariz para redefinir o formato. Assim como ocorre em outras áreas do rosto, o resultado é apenas temporário, mas carrega riscos ainda maiores por ser realizado na cartilagem.

Esse tecido cartilaginoso, muito vascularizado, faz com que a cicatrização seja mais demorada e delicada. Nesta segunda-feira (28), o cantor Naldo Benny publicou um relato nas suas redes sociais revelando que a rinomodelação a qual ele se submeteu gerou uma necrose do nariz, ocasionando manchas roxas. Veja abaixo o caso explicado por uma cirurgiã e uma dermatologista.

Apesar de Naldo não ter comentado qual tipo de profissional que realizou a intervenção, desde 2016 é permitido pelo Conselho Federal de Odontologia que dentistas a apliquem botox e outros preenchimentos faciais em procedimentos estéticos. Ou seja, não é uma exclusividade de médicos cirurgiões e dermatologistas.

Em 2019, uma resolução do Conselho Federal de Odontologia reconheceu a harmonização orofacial (sorriso e face) como especialidade odontológica, requisitando a realização de um curso com carga horária de 500 horas. Na época, o Conselho Federal de Medicina (CFM) não concordou com a resolução e abriu um processo pedindo a suspensão dessa resolução, mas a liminar foi indeferida.

A cirurgiã plástica Tatiana Moura explica que a necrose é uma intercorrência rara, mas que pode acontecer com o uso dessas substâncias, diferentemente do que acontece com a toxina botulínica.

“Se há uma injeção intravascular do ‘preenchedor’ prejudica o aporte sanguíneo para a região daquele vaso, o que gera a necrose”, explica a cirurgiã do Hospital Albert Sabin de São Paulo.

De acordo com ela, a região do nariz e dos lábios são regiões com o maior índice de complicações, até por serem as regiões mais buscadas para procedimentos, mas esses casos são raros. Em geral, logo após a colocação da substância já dá para notar se há algo errado acontecendo e intervir para evitar incidentes.

Há vários protocolos para tratamento de casos como o de Naldo. A cirurgiã diz que um deles involve a injeção de uma enzima chamada de hialuronidase, que dissolve o preenchedor aplicado. Também podem ser prescritos remédios corticoides e vaso dilatadores, de uso tópico ou oral.

Em casos mais graves, é preciso fazer enxertos ou retalhos para reconstruir a região. “É importante fazer esse tipo de procedimento com profissionais que saibam tratar a intercorrência”, alerta Tatiana.

A dermatologista especializada em rejuvenescimento Carla Góes diz que é fundamental avaliar a aparência do local após a aplicação.

“A região tratada sempre precisa estar íntegra após, ou seja, com aspecto rosado sem excesso de edema (inchaço) e sem hipovascularização, que é quando a região fica esbranquiçada”, afirma.

Carla complementa dizendo que, no caso do nariz, existem manobras que podem ser realizadas após aplicação para ter a certeza de que nenhum vaso foi atingido.

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