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NUVEM DE TAGS

Pernambuco registra mais 110 casos de Covid-19 e sete mortes

Desde o começo da pandemia, Secretaria Estadual de Saúde contabilizou 923.820 exames positivos para a doença e 21.611 óbitos.

Por g1 PE

Pernambuco contabilizou, nesta segunda-feira (2), mais sete mortes e 110 casos da Covid-19. Com isso, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) totalizou 923.820 infectados e 21.611 óbitos por causa da doença desde o começo da pandemia, em março de 2020.

Dos novos registros da doença, cinco foram casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 105 de pessoas com quadros leves. Considerando essa divisão, foram contabilizados 58.525 casos graves e 865.295 leves da doença.

Mortes

As sete mortes que entraram para as estatísticas oficiais nesta segunda (2) ocorreram entre os dias 5 de fevereiro e 17 de abril deste ano. As vítimas foram cinco homens e duas mulheres, com idade entre 66 e 86 anos, nas seguintes faixas etárias: 60 a 69 (2), 70 a 79 (2) e 80 ou mais (3).

Os pacientes que faleceram moravam nas cidades de Barra de Guabiraba (1), Bom Conselho (1), Brejo da Madre de Deus (1), Caetés (1), Igarassu (1), Santa Maria da Boa Vista (1) e Tuparetama (1).

Entre eles, seis tinham doenças preexistentes: hipertensão (3), obesidade (1), imunossupressão (1), tabagismo (1), diabetes (1), doença respiratória, câncer (1) e histórico de AVC (1). A SES explicou que um paciente pode ter mais de uma comorbidade e informou que um caso segue em investigação.

Vacinas

Pernambuco recebeu, na tarde desta segunda (2), 239.030 novas doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 186.030 unidades do imunizante da Pfizer/BioNTech e 53.000 da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz.

O governo do estado informou que essas vacinas são destinadas, respectivamente, para segunda dose de grávidas, imunossuprimidos e adolescentes entre 12 e 17 anos e para dose de reforço para maiores de 18 anos.

Desde o início da campanha de vacinação contra a Covid-19, em 18 de janeiro de 2021, até esta segunda-feira (2), Pernambuco recebeu 22.321.523 doses de vacinas contra a Covid-19. Desse total, foram:

  • 5.871.670 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz;
  • 4.287.253 da CoronaVac/Butantan;
  • 8.666.100 da Pfizer/BioNTech;
  • 893.500 doses da vacina pediátrica da Pfizer;
  • 947.240 doses da vacina da CoronaVac/Butantan para as crianças;
  • 1.628.760 da Janssen.

Vacinados

Desde janeiro de 2021 até esta segunda (2), o estado aplicou 18.987.695 doses de vacinas contra a doença. Com relação à primeira dose, foram 8.179.011 aplicações (cobertura de 92,16%).

Ao todo, 7.196.374 pessoas (o correspondente a 81,09% do público elegível) completaram os esquemas vacinais, sendo 7.023.248 vacinados com imunizantes aplicados em duas doses e outros 173.126 contemplados com a vacina aplicada em dose única.

No que se refere à terceira dose, também chamada de primeira dose de reforço, foram aplicadas 3.385.703 (cobertura de 51,26%). Quanto à quarta dose, também chamada de segunda dose de reforço, houve 203.402 aplicações (o equivalente a 28,8% do público elegível).

Ocupação de leitos

Nesta segunda-feira (2), a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid-19 na rede pública estadual ficou em 45%, de um total de 1.542 vagas. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), 63% dos 686 leitos estavam ocupados. Nas enfermarias, dos 856 leitos, 31% estavam ocupados.

Na rede particular de saúde em Pernambuco, a taxa global de ocupação de leitos para Covid era de 34%, de um total de 221 vagas abertas. Nas UTIs, 50% dos 133 leitos tinham pacientes. Nas enfermarias, eram 88 leitos e 8% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020 até esta segunda-feira (2), Pernambuco realizou 3.879.152 testes para a Covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 1.078 exames feitos no estado.

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PE confirma mais 238 casos e quatro mortes por Covid; estado totaliza 923.710 infectados e 21.604 óbitos

Dados foram divulgados neste domingo (1º) no boletim de acompanhamento da pandemia elaborado pelo governo.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, neste domingo (1º), mais 238 casos do novo coronavírus. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, outras quatro mortes provocadas pela Covid-19.

Com os dados divulgados neste domingo, o estado passou a totalizar 923.710 casos confirmados da doença, sendo 58.520 graves e 865.190 leves.

Os números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia no estado. Nesse período, também foram registradas, oficialmente, 21.604 mortes pela Covid-19.

Entre os casos confirmados neste domingo, dois (0,8%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 236 (99,2%) são leves.

As mortes confirmadas pelo boletim deste domingo ocorreram, segundo o governo, entre os dias 6 de fevereiro e 18 de abril deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

O boletim deste domingo também confirmou duas mortes de homens e duas de mulheres. Essas pessoas moravam em Caruaru (1), Igarassu (1), Petrolina (1) e Vitória de Santo Antão (1).

Os pacientes tinham entre 54 e 80 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (2), 70 a 79 (1) e 80 ou mais (1).

Do total, três pacientes apresentavam doenças preexistentes: doenças cardíacas ou vasculares (1), neoplasia (1), doença cromossômica (1), tabagismo/histórico de tabagismo (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um caso segue em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 18.945.568 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.173.771 aplicações. A cobertura chegou a 92,10% do público elegível.

Do total, 7.190.677 pessoas, ou 81,02% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais.

Foram 7.017.551 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços, a terceira dose, foram aplicadas 3.369.253 unidades. A cobertura chegou a 51,01% do público elegível.

Em Pernambuco, também foram aplicadas 188.662 unidades da chamada 4ª dose. A cobertura chegou a 26,7% do público elegível.

Leitos

Neste domingo, a taxa global de ocupação de leitos para doentes de Covid na rede pública estadual ficou em 45%, de um total de 1.548 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 692 unidades disponíveis e 61% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 856 leitos e 33% deles tinham pacientes.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 34%, de um total de 221 vagas abertas.

Nas UTIs, eram 133 unidades e 51% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, havia 88% vagas e 8% delas estavam ocupadas.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.878.074 testes para detectar Covid.

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Surto de hepatite em crianças não está relacionado à vacinação contra a Covid

Enquanto autoridades sanitárias nacionais investigam as causas e a Organização Mundial da Saúde faz alerta global de que está monitorando a doença, surgiram falsas associações atribuindo o surto à vacinação contra a Covid.

Do g1

surto de hepatite que já atinge mais de uma centena de crianças em diversos países do mundo ainda não tem uma causa conhecida. Genericamente, a hepatite é uma doença caracterizada por uma inflamação no fígado que pode ser causada por inúmeros agentes — os mais comuns são os infecciosos, mas também há casos por medicamentos e drogas, por exemplo.

Enquanto autoridades sanitárias nacionais investigam as causas e a Organização Mundial da Saúde faz alerta de que está monitorando a doença, surgiram falsas associações atribuindo o surto à vacinação contra a Covid.

“Não há relação entre esses casos de hepatite e as vacinas justamente porque essas crianças em que esses casos foram observados não estavam vacinadas com a vacinada da Covid-19, segundo os órgãos oficiais”, disse a pesquisadora Mellanie Fontes-Dutra, professora da Escola de Saúde da Unisinos em entrevista a Julia Duailibi.

“Essas relações que estão sendo feitas com as vacinas, elas não cabem, elas não se sustentam, e elas já foram retiradas e desconsideradas pelas agências oficiais e por todos os envolvidos nessa investigação”, completou Mellanie.

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Hepatite misteriosa: governo de PE emite alerta para que casos suspeitos em crianças sejam notificados

Embora estado não tenha registrado casos da doença, confirmada nos EUA e em países da Europa, governo enviou comunicado para unidades de saúde públicas e particulares.

Por g1 PE

Diante do misterioso surto de hepatite em crianças na Europa e nos Estados Unidos, o governo de Pernambuco emitiu um alerta para a observação de ocorrências suspeitas. Caso seja necessário, as unidades de saúde devem fazer notificação imediata. Nesta quarta-feira (27), o estado informou que, apesar dessa medida, não foram registrados casos locais da doença.

No domingo (24), a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou, pelo menos, 169 casos de hepatite aguda de origem desconhecida. A maioria das notificações envolve bebês, crianças e adolescentes entre um mês e 16 anos. Do total, 17 (o equivalente a cerca de 10%) necessitaram de transplante de fígado e uma morte foi registrada.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que o governo do estado “está atento e monitorando a ocorrência do agravo ao redor do mundo”.

Segunda maior doença infecciosa letal do mundo, atrás apenas da tuberculose, a hepatite é a inflamação do fígado. As principais causas são os vírus (A, B, C, D e E). Alguns medicamentos, consumo excessivo de álcool e outras drogas e doenças autoimunes, metabólicas e genéticas também podem desencadeá-la.

O alerta do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Pernambuco (Cievs-PE) foi emitido na segunda-feira (25). O documento é destinado a unidades públicas e particulares de saúde.

As notificações de casos suspeitos devem ser feitas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (81) 3184-0191 e 99488-4267 (para profissionais de saúde).

Ainda de acordo com o governo do estado, informações vêm sendo repassadas pela OMS. A entidade mundial disse, segundo a secretaria, que “testes adicionais têm sido realizados para outras infecções, produtos químicos e toxinas”.

“As investigações estão em andamento em todos os países que relatam casos. São eles: Reino UnidoIrlanda do Norte, Espanha, DinamarcaHolandaItáliaNoruega, França, RomêniaBélgicaIsrael e Estados Unidos”, informou a SES, na nota.

Detalhes

O alerta de número 01/22 do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) em Pernambuco apontou que as primeiras infecções ocorreram na Escócia, sendo logo depois diagnosticadas em outros locais do Reino Unido.

“No total, foram registrados cerca de 80 pacientes pela Agência de Saúde e Segurança do Reino Unido. A idade dos casos variou de 22 meses a 13 anos”, disse a Cievs, no texto.

Ainda segundo o informe, o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças registrou casos na Espanha, na Dinamarca e na Holanda.

O Cievs afirmou, ainda, que “o adenovírus foi confirmado em vários casos europeus, mas não em todos”. Também declarou que “nenhum vínculo epidemiológico conhecido ou exposições comuns foram encontrados entre essas crianças”.

De acordo com o alerta feito em Pernambuco, os casos no Reino Unido apresentavam-se clinicamente com hepatite aguda grave, com níveis elevados de enzimas hepática, e muitos casos apresentavam icterícia.

Alguns dos casos relataram sintomas gastrointestinais, incluindo dor abdominal, diarreia e vômitos nas semanas anteriores. A maioria dos doentes não apresentou febre.

Os adenovírus se espalham de pessoa para pessoa e, mais comumente, causam doenças respiratórias, mas, dependendo do tipo, também podem causar outras doenças, como gastroenterite (inflamação do estômago ou intestinos), conjuntivite (olho rosa) e cistite (infecção da bexiga).

O adenovírus tipo 41, geralmente, se apresenta como diarreia, vômito e febre, muitas vezes acompanhados de sintomas respiratórios. Embora existam relatos de casos de hepatite em crianças imunocomprometidas com essa infecção, o adenovírus tipo 41 não é conhecido por ser uma causa de hepatite em crianças saudáveis.

O Cievs de Pernambuco disse, ainda, que os testes laboratoriais realizados excluíram os vírus da hepatite A, B, C, D e E: “A hipótese da Covid-19, no entanto, não vem se sustentando, pois várias das crianças afetadas não tiveram a doença”.

Equipes de saúde, principalmente de pediatria, devem estar atentas a crianças e adolescentes com 16 anos ou menos, principalmente com relato de passagem pelos locais afetados, que apresentem icterícia ou sintomas compatíveis com hepatite aguda não A-E.

Mortes

Todos os anos, segundo a OMS, as hepatites virais causam 1,7 milhão de mortes no mundo. No Brasil, entre 1999 e 2018, foram registrados 632.814 casos da doença. Desse total, 167.108 (26,4%) foram do tipo A, 233.027 (36,8%) do B, 228.695 (36,1%) do C e 3.984 (0,7%) do D (ou Delta).

Os dados constam no Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019, divulgado nesta semana pelo Ministério da Saúde.

Tipos da doença

Hepatite A

Em 2018, de acordo com o Ministério da Saúde, foram notificados 2.149 casos de hepatite A no Brasil, o que equivale a uma taxa de detecção de 1 caso por 100 mil habitantes. Em 2008, era de 6,2 por 100 mil habitantes.

A transmissão se dá por contágio fecal-oral, na ingestão de alimentos e/ou água contaminados, especialmente em locais com condições precárias de saneamento básico. Outra forma, essa menos comum, é através da prática sexual oral-anal, pelo contato da mucosa da boca com o ânus da pessoa infectada.

Nem sempre a hepatite A apresenta sintomas, apenas nos quadros agudos. Entre os principais, estão dor abdominal, diarreia, náusea, vômito, intolerância a cheiros, pele e olhos amarelados, urina escura, fezes claras, mal-estar e dor no corpo.

Na maioria dos casos, a doença se cura sozinha, em uma ou duas semanas, e a pessoa adquire imunidade, ou seja, não tem uma nova infecção. O tratamento desse tipo de hepatite é sintomático e ainda inclui repouso e dieta, além de evitar o consumo de bebida alcoólica.

A forma mais eficaz de se prevenir é com a vacina, disponível gratuitamente para crianças de 15 meses a 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias) nas unidades básicas de saúde. Para grupos de risco, a imunização ocorre nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.

Fazem parte desse grupos pessoas de qualquer idade que tenham hepatopatias crônicas, coagulopatias, hemoglobinopatias, HIV, doenças imunossupressoras e de depósito, fibrose cística e trissomias, candidatos a transplante de órgãos e doadores de órgãos cadastrados em programas de transplantes.

Para os demais indivíduos, a imunização está disponível em clínicas e laboratórios privados. Além disso, é importante lavar bem os alimentos antes de consumi-los, não comprá-los em qualquer lugar, só beber água limpa, ter atenção à água que usará para cozinhar e cuidar da higiene pessoal.

Hepatite B

No ano passado, 13.992 casos de hepatite B foram registrados no país, o que representa 6,9 casos por 100 mil habitantes.

Nessa variação, a transmissão ocorre pelo contato com sangue contaminado, por meio do compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam, materiais que não foram esterilizados corretamente, sexo desprotegido e de mãe para filho (transmissão vertical) no parto.

Apresenta tanto formas agudas, ou seja, quando há sintomas (são cerca de 10% das ocorrências, tendo as mesmas manifestações clínicas da hepatite A), quanto crônicas (quando o vírus persiste no organismo por mais de seis meses).

A enfermidade tem tratamento, ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e controle, a fim de que não evolua para cirrose e câncer de fígado. É feito com a administração de medicamentos antivirais.

Ministério da Saúde também disponibiliza vacina. Para as crianças, são quatro doses (ao nascer, 2, 4 e 6 meses) e, para os adultos, três doses, a depender da situação vacinal. Pessoas que tenham algum tipo de imunodepressão ou o vírus HIV precisam de um esquema especial, com dose em dobro.

Hepatite C

Pelos dados do Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019, no ano passado foram notificados 26.167 casos de hepatite C no Brasil, com taxa de detecção de 13 por 100 mil habitantes. Esse tipo da doença é o mais mortal. De 2000 a 2017, foram 53.715 óbitos associados a ela.

Ministério da Saúde relatou que, atualmente, mais de 500 mil pessoas convivem com o vírus e não sabem, já que se trata de uma enfermidade, geralmente, silenciosa, até que atinja maior gravidade.

A forma crônica é comum em 80% dos pacientes e, desses, 20% podem evoluir para cirrose hepática e de 1% a 5% para câncer de fígado.

A patologia é transmitida da mesma forma que a B, por contato com sangue contaminado, sexo desprotegido e de mãe para filho na hora do parto.

O tratamento, gratuito pelo SUS, se dá com o uso de antivirais de administração oral, determinados de acordo com o genótipo do vírus e o comprometimento do fígado. Ele é realizado de três meses a um ano e tem excelentes chances de cura, passando de 95%.

Por não ter vacina contra a hepatite C, a melhor forma de se prevenir é não compartilhar objetos de uso pessoal e cortantes ou perfurantes, usar preservativo e, ao se submeter a qualquer procedimento, certificar-se de que os materiais usados são esterilizados e os descartáveis não estão sendo reaproveitados.

Hepatite D

No ano passado, no país, houve 145 casos da hepatite D. Esse tipo da enfermidade depende da presença do vírus B para contaminar uma pessoa.

Da mesma forma que as outras variações, dificilmente o doente apresenta sintomas, que também são os mesmos. A forma de transmissão é por relações sexuais sem camisinha com alguém infectado, da mãe doente para o filho durante o parto e pelo compartilhamento de objetos cortantes.

A infecção pode ser tanto aguda quanto crônica e tem tratamento (com duração de três meses a um ano) e controle, evitando a evolução para cirrose e câncer. A melhor forma de se prevenir e não contrair a hepatite B é através da vacina.

Hepatite E

Esse tipo de hepatite tem baixa prevalência no Brasil, tanto que nem consta no Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019. O contágio é igual ao da A: por condições precárias de saneamento básico, água e alimentos contaminados e falta de higiene pessoal.

Os doentes também quase não apresentam sintomas, mas, quando estes surgem, são basicamente os mesmos dos demais tipos de hepatite: cansaço, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, fezes claras, urina escura e pele e olhos amarelados.

Na maioria dos casos, não necessita de tratamento, sendo indicado apenas repouso e não consumir bebida alcoólica. Há o risco de se tornar crônica em pessoas imunodeprimidas e transplantados.

Por não ter vacina, a melhor forma de se prevenir é lavar bem as mãos após ir ao banheiro e antes de comer, lavar bem os alimentos e não ter contato com água de valões, riachos, chafarizes, enchentes e esgoto.

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Com mais 808 casos de Covid e sete mortes, Pernambuco totaliza 921.063 infecções e 21.586 óbitos

Na quarta (27), houve registro de 805 casos leves e três graves. SES informou que mortes confirmadas ocorreram entre 29 de janeiro e 21 de março deste ano.

Por g1 PE

Mais 808 casos e sete mortes de pacientes com Covid-19 foram confirmados nesta quarta (27), em Pernambuco. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), com os novos registros, o estado passou a totalizar 921.063 infecções e 21.586 óbitos, registrados desde março de 2020.

Do total de novos casos, três (0,4%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 805 (99,6%) são leves. Com isso, o estado passou a totalizar 58.505 ocorrências graves e 862.558 leves, de pessoas que não precisaram ser internadas.

A SES informou que as sete mortes confirmadas nesta quarta são antigas e foram recuperadas pelas unidades de saúde e secretarias municipais. Elas ocorreram entre o dia 29 de janeiro e 21 de março deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

Nesta quarta, o boletim confirmou cinco mortes de homens e duas de mulheres. Essas pessoas moravam em Condado (2), Cabo de Santo Agostinho (1), Igarassu (1), Gameleira (1), Caetés (1) e Itambé (1).

Os pacientes tinham entre 54 e 85 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (1), 60 a 69 (2), 70 a 79 (1) e 80 e mais (3).

Do total, cinco pacientes apresentavam doenças preexistentes: Doenças Cardíacas ou Vasculares (1), Diabetes (2), Hipertensão (2), Doença Renal Crônica (1), Doença Neurológica (1), Tabagismo (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 18.877.813 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.166.175 aplicações. A cobertura ficou em 92,01% do público elegível.

Do total, 7.170.279 pessoas, ou 80,79% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais. Foram 6.997.153 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforço, a terceira dose, foram aplicadas 3.337.432 unidades. A cobertura chegou a 50,53% do público elegível.

O estado também aplicou 181.159 unidades da chamada 4ª dose. A cobertura atingiu a marca de 25,7% do público elegível.

Leitos

Nesta quarta, a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid na rede pública de Pernambuco ficou em 43%, de um total de 1.656 vagas abertas.

Nas UTIs, eram 797 unidades disponíveis e 54% delas estavam com doentes. Nas enfermarias, havia 859 leitos e 33% deles estavam ocupados.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 34%, de um total de 223 vagas abertas. Nas UTIs, eram 135 unidades disponíveis e 51% delas tinham pacientes. Nas enfermarias da rede privada, eram 88 vagas e 8% delas estavam ocupadas.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.865.809 testes para detectar a Covid.

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Brasil registra 164 novas mortes por Covid; média móvel é de 96 óbitos por dia

São 662.941 óbitos e 30.374.434 casos registrados do novo coronavírus desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Sete estados não registraram mortes.

Por g1

Brasil registra 164 mortes por covid em 24 horas

O Brasil registrou nesta terça (26) 164 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 662.941 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 96. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de-27%, tendência de queda nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 26 de abril

  • Total de mortes: 662.941
  • Registro de mortes em 24 horas: 164
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 96 (variação em 14 dias: -27%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 30.374.694
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 21.102
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 13.596 (variação em 14 dias: -33%)
Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Amapá, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins não tiveram registro de morte em 24 horas.

Média móvel de casos conhecidos — Foto: Arte/g1

Média móvel de casos conhecidos — Foto: Arte/g1

O país também registrou 21.102 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 30.374.694 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 13.596, variação de -33%em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (7 estados): SC, MG, MS, AC, PA, RO e TO
  • Em estabilidade (4 estados): RS, GO, AP e PB
  • Em queda (15 estados e o DF): PR, ES, RJ, SP, DF, MT, AM, RR, AL, BA, CE, MA, PE, PI, RN e SE

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Destaques da média móvel nos estados — Foto: Arte/g1

Destaques da média móvel nos estados — Foto: Arte/g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais).

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Quarta dose de vacina contra Covid é liberada para pessoas a partir de 60 anos em PE; Recife abre agendamento

Governo autorizou, nesta segunda (25), nova fase da campanha. No Recife, aplicação começa na terça (26). Estado anunciou ‘Dia D’ contra gripe e sarampo, no sábado (30).

Por g1 PE

O governo de Pernambuco autorizou, nesta segunda (25), a aplicação da 4ª dose da vacina contra Covid-19 em pessoas a partir de 60 anos. No Recife, o agendamento pela internet já está liberado e a nova fase da campanha começa na terça-feira (26).

Com o anúncio feito nesta segunda, Pernambuco amplia o público elegível que pode tomar a 4ª dose contra Covid, também chamada de segunda dose de reforço. Em 25 de março, foi autorizada a aplicação desse reforço em pessoas a partir de 65 anos.

No estado, o público estimado para tomar a quarta dose da vacina é de 1,2 milhão de pessoas. Até esta segunda, a cobertura vacinal nessa etapa da campanha estava em 18% do público elegível.

Também até esta segunda, cerca de 1 milhão de moradores do estado tinham sido contemplados com a terceira dose.

Isso equivale a 80,6% da cobertura vacinal nessa faixa etária. Quando se considera a população com mais de 18 anos, o percentual de cobertura se aproxima de 50%.

No Recife, a 4ª dose será aplicada no público elegível que recebeu o primeiro reforço contra a Covid há, pelo menos, quatro meses.

Na capital, 44.265 pessoas entre 60 e 64 anos podem participar dessa etapa da imunização. Para tomar a dose, as pessoas precisam realizar agendamento pelo Conecta Recife.

No dia escolhido para a vacinação, é preciso apresentar documento de identificação, além de um comprovante de que já completou o ciclo vacinal, para agilizar o atendimento.

São aceitos tanto o cartão de vacinação como o Certificado Digital de Vacinação, disponível no Conecta Recife.

A 4ª dose pode ser aplicada com os imunizantes da Janssen, Astrazeneca e Pfizer, independentemente da vacina recebida nas doses anteriores.

No Recife, desde dezembro de 2021, os imunossuprimidos são vacinados com a 4ª dose. Desde março deste ano, as pessoas a partir de 65 anos também são beneficiadas.

Sarampo e gripe

Vacina contra sarampo será aplicada no 'Dia D', no sábado (30) — Foto: Reprodução/TV Globo

Vacina contra sarampo será aplicada no ‘Dia D’, no sábado (30) — Foto: Reprodução/TV Globo

Também nesta segunda, o governo de Pernambuco anunciou a realização do “Dia D” de vacinação contra gripe e sarampo. A ação ocorrerá no sábado (30).

São convocados para a iniciativa os maiores de 60 anos e os pais das crianças de 6 meses a 4 anos de idade, além de trabalhadores em saúde.

A vacinação contra as duas doenças começou em 4 de abril. Segundo o governo, a cobertura, até esta segunda, era de 16,8% para sarampo, incluindo os trabalhadores da saúde, e 6% para gripe.

Entre o público elegível para tomar a vacina da gripe, foram contemplados 19,9% dos trabalhadores da saúde e 12,2% das pessoas com 60 anos ou mais.

A meta é imunizar, até 3 de junho, data de encerramento da campanha, pelo menos 95% dos grupos elegíveis para sarampo e 90% para a gripe.

A atual vacina da influenza imuniza contra três cepas da gripe: H1N1, H3N2, incluindo a cepa Darwin e tipo B.

A fórmula da vacina é diferente da aplicada no ano passado. Por isso, mesmo quem se imunizou no final de 2021 precisa tomar a nova dose para garantir uma proteção efetiva.

Na segunda etapa também serão imunizados contra a gripe as grávidas, mulheres que tiverem bebês há menos de 45 dias povos indígenas, professores das escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente.

Também estão nesses grupos elegíveis caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas.

Fazem parte dos grupos, ainda, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas.

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OMS confirma morte de criança por hepatite de causa desconhecida

Até quinta-feira (21), ao menos 169 casos da doença haviam sido confirmados. Não foram divulgados detalhes sobre a criança que morreu.

Por g1

A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou, neste sábado (23), que houve ao menos uma morte devido à hepatite de causa desconhecida que está afetando crianças e bebês em diversos países.

Não há detalhes sobre a idade da criança que morreu ou o país que registrou o óbito.

Até a quinta-feira (21), ao menos 169 casos da doença haviam sido identificados, espalhados por 10 países europeus (veja distribuição mais abaixo), nos Estados Unidos e em Israel.

As crianças afetadas têm de 1 mês a 16 anos de idade; 17 delas precisaram de um transplante de fígado.

Adenovírus e Sars-CoV-2 detectados

A causa do problema ainda é desconhecida, mas o adenovírus foi detectado em pelo menos 74 casos. Já o coronavírus Sars-CoV-2 foi identificado em 20 casos entre os que foram testados. Em 19 casos, foi detectada uma infecção simultânea pelos dois vírus.

Reino Unido, que tem a maioria dos casos relatados até agora, viu um aumento significativo, recentemente, nas infecções por adenovírus, principalmente em amostras de fezes de crianças. A Holanda também relatou um aumento na circulação de adenovírus.

No entanto, devido a testes laboratoriais aprimorados para adenovírus, esses resultados podem representar a identificação de um resultado raro ocorrendo em níveis não detectados anteriormente – que agora está sendo reconhecido devido ao aumento dos testes.

Um outro ponto é que, embora o adenovírus seja uma hipótese de causa do problema, ele não explica totalmente a gravidade do quadro clínico das crianças, afirmou a OMS.

Isso porque o adenovírus tipo 41 – o detectado nas crianças até agora – não costuma causar problemas no fígado em crianças saudáveis, e sim diarreia, vômito e febre, muitas vezes acompanhados de sintomas respiratórios.

Geralmente, os adenovírus costumam causar infecções que se resolvem sozinhas – como resfriados. Dependendo do tipo, ele também pode causar conjuntivite, gastroenterite e cistite (infecção na bexiga).

Casos

Ao menos 169 casos da doença foram identificados até agora, distribuídos em 11 países:

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Estudo sugere que antidepressivos não melhoram qualidade de vida dos pacientes

Edson Kaique Lima  

Olhar Digital

Uma equipe da Universidade Real de Riad, na Arábia Saudita, descobriu que os antidepressivos não têm uma ação efetiva e quantificável na melhora da qualidade de vida dos pacientes que fazem tratamento com esses medicamentos.

O artigo, que foi revisado por pares, examinou dados coletados entre os anos de 2005 e 2015 do MEPS, sigla em inglês para Painel de Pesquisa de Despesas Médicas, dos Estados Unidos. Os pesquisadores analisaram os dados de mais de 17 milhões de adultos diagnosticados com depressão.

Desses, cerca de 57,6% tomaram algum tipo de antidepressivo para tratamento dos transtornos. Curiosamente, houve uma melhora detectável nos resultados de saúde mental em todo o recorte de dados do MEPS analisados pelos pesquisadores.

Sem melhorias quantificáveis

No entanto, não houve diferença entre os indicadores quantificáveis de qualidade de vida entre os pacientes que tomaram antidepressivos e os que não tomaram nenhum tipo de medicação. Porém, os pesquisadores ponderaram algumas informações sobre os resultados encontrados nas análises.

“São necessários estudos de longo prazo avaliando o impacto real de intervenções farmacológicas e não farmacológicas na qualidade de vida desses pacientes”, disseram os pesquisadores no relatório final do estudo, que foi publicado na revista de acesso aberto Plos One.

As descobertas, no entanto, são força para um crescente sentimento de ceticismo sobre os tratamentos para depressão atuais. Um artigo do escritor P.E Moskowitz já dizia que é necessário analisar a relação entre os reais benefícios e os perigos do uso de antidepressivos,

“Uma onda de pesquisas sugere que as drogas são menos eficazes e mais perigosas do que muitos acreditavam anteriormente”, escreveu Moskowitz. Segundo ele, alguns médicos já têm uma visão de que os antidepressivos, em determinadas situações, podem fazer mais mal do que bem para os pacientes.

Via: Futurism

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Uso de máscara em locais fechados deixa de ser obrigatório em PE; saiba onde ainda é necessário usar

Liberação começa a valer na quarta-feira (20). Uso do item de proteção era obrigatório no estado desde maio de 2020, mas estava liberado em locais abertos desde 29 de março.

Por g1 PE

O uso de máscara em locais fechados deixa de ser obrigatório em Pernambuco a partir da quarta-feira (20). A liberação do item de proteção foi anunciada pelo governo do estado nesta terça-feira (19), após 703 dias desde o início da medida, em maio de 2020, adotada devido à pandemia da Covid-19.

Apesar de ter divulgado, na manhã desta terça (19), que continuaria sendo exigido o uso da máscara nos locais de embarque e desembarque de ônibus e metrô, o governo voltou atrás e anunciou, à tarde, que a obrigatoriedade passa valer apenas dentro do transporte público.

Ou seja, o uso da máscara continua sendo obrigatório em:

  • Ônibus, metrô;
  • Escolas;
  • Hospitais, consultórios e demais unidades de saúde.

O novo decreto foi assinado pelo governador Paulo Câmara (PSB) 20 dias depois da liberação das máscaras em locais abertos em Pernambuco, em vigor desde 29 de março.

A obrigatoriedade do uso de máscara em todo o estado estava em vigor desde o dia 16 de maio de 2020. A medida, inicialmente, era somente para funcionários de serviços essenciais e passou a valer para toda a população de Pernambuco.

Indicadores em queda

Quem deve continuar usando máscara contra a Covid-19 mesmo com o fim da obrigatoriedade?

Em um pronunciamento por vídeo enviado à imprensa, o governador Paulo Câmara (PSB) disse que o estado encerrou, no sábado (16), uma semana epidemiológica com todos os indicadores da pandemia da Covid-19 em queda.

“Também na semana passada, atingimos o patamar de 80% da população vacinada com duas doses ou dose única, e mais de 80% dos maiores de 60 anos com a dose de reforço. Esses números nos dão condições de avançar mais um passo no nosso Plano de Convivência com a Covid e encerrar a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados”, afirmou o governador.

No boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta terça-feira (19), Pernambuco confirmou mais 1.037 infectados pelo novo coronavírus e dez mortes de pessoas com a Covid-19, totalizando 915.203 casos da doença e 21.552 óbitos pela infecção.

Na gravação, Paulo Câmara também declarou que é preciso seguir incentivando a vacinação contra a Covid-19.

“Foram dois longos anos com a necessidade do uso de máscaras como medida preventiva, e só está sendo possível essa flexibilização pela consciência e compromisso da absoluta maioria da população, que acreditou na ciência e nas orientações das autoridades sanitárias. Vamos continuar incentivando a vacinação e trabalhando para encerrar definitivamente esse capítulo da nossa história”, disse.

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