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NUVEM DE TAGS

Anvisa mantém máscaras obrigatórias em aeronaves, mas libera serviço de bordo

Serviço de alimentação durante voos poderá ser retomado a partir do dia 22 de maio.

Por g1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou nesta quinta-feira (12) suas medidas de proteção sanitária contra a Covid-19 em aeroportos e aeronaves.

Com as novas regras, o uso de máscaras faciais permanece obrigatório em aviões e áreas restritas de aeroportos, mas o serviço de alimentação a bordo poderá ser retomado a partir do dia 22 de maio.

Segundo a agência, a decisão da diretoria colegiada (órgão máximo da Anvisa) considera o cenário epidemiológico atual, no qual o risco de exposição de viajantes está bastante reduzido.

A Agência recomenda que os serviços de bordo sejam os mais breves possíveis, de forma a não prejudicar significativamente o uso de máscaras de proteção facial pelos viajantes.

“Recomenda, também, que todos os resíduos sólidos gerados pelo serviço de bordo sejam recolhidos o mais breve possível, sendo que especial atenção deve ser dada aos objetos que possam ter tido contato direto ou indireto com a boca do viajante, como copos, pratos, garfos e outros”, disse a Agência, em nota.

O retorno do uso da capacidade máxima para transporte de passageiros também foi autorizado pela agência.

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PE confirma mais 669 casos e três mortes por Covid; estado totaliza 929.090 infectados e 21.648 óbitos

Dados foram divulgados nesta quarta (11) pelo governo. Números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia no estado.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, nesta quarta-feira (11), mais 669 casos do novo coronavírus. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, mais três mortes por Covid-19.

Com os dados divulgados no boletim desta terça, Pernambuco passou a totalizar 929.090 casos confirmados da doença, sendo 58.560 graves e 870.530 leves.

Os números são registrados desde março de 2020, quando começou a pandemia em Pernambuco. Neste período, o governo contabilizou 21.648 mortes provocadas pela doença.

Entre os casos confirmados nesta quarta, três deles, ou 0,4%, são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 666 (99,6%) são leves.

As três mortes confirmadas nesta quarta ocorreram, de acordo com o governo, entre os dias 23 de fevereiro e 17 de março deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

O boletim desta quarta confirmou as mortes de duas mulheres e um homem residentes dos municípios de Garanhuns (1), Itapissuma (1) e Terezinha (1).

Os pacientes tinham entre 53 e 88 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (1), 60 a 69 (1) e 80 e mais (1). Um apresentava doenças preexistentes: doenças respiratórias (1) e imunossupressão (1).

Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Dois casos seguem em investigação.

Vacinação

Desde 18 de janeiro de 2021, Pernambuco aplicou 19.197.759 doses de vacinas contra a Covid.

Com relação às primeiras doses, foram 8.219.559 aplicações. A cobertura chegou a 92,62% do público elegível.

Do total, 7.273.176 pessoas, ou 81,95% do público elegível, completaram seus esquemas vacinais.

Foram 7.100.050 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 contempladas com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços, a chamada terceira dose, foram aplicadas 3.433.471 unidades. A cobertura ficou em 51,98% do público elegível.

O estado também aplicou 248.164 unidades da segunda dose de reforço, a conhecida 4ª dose. A cobertura atingiu 35,2% do público elegível.

Leitos

Nesta terça, a taxa global de ocupação de leitos para doentes de Covid na rede pública estadual era de 45%, de um total de 1.521 vagas disponíveis.

Nas UTIs, havia 669 vagas e 63% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 852 unidades e a taxa de ocupação ficou em 31%.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 30%, de um total de 206 unidades abertas.

Nas UTIs, havia 118 vagas disponíveis e 46% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, havia 88 leitos e 8% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020, quando começou a pandemia, Pernambuco realizou 3.906. 608 testes para detectar a Covid.

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Covid: metade das pessoas diagnosticadas tiveram sequelas da doença, mostra Fiocruz

Estudo com mais de 600 pacientes apontou que 50% das pessoas infectadas com o novo coronavírus tiveram Covid longa.

Por g1

Estudo mostrou que 50% das pessoas infectadas com o novo coronavírus tiveram Covid longa.  — Foto: Reprodução/TV Globo

Estudo mostrou que 50% das pessoas infectadas com o novo coronavírus tiveram Covid longa. — Foto: Reprodução/TV Globo

Um estudo divulgado pela Fiocruz Minas nesta quarta-feira (11) mostrou que metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 tiveram sequelas da doença.

A pesquisa, que acompanhou 646 pacientes infectados pelo novo coronavírus por 14 meses identificou que pelo menos 324 pessoas (50% do total) tiveram sintomas pós-infecção, o que, conforme classificação da Organização Mundial da Saúde, a OMS, é caracterizado como Covid longa.

O estudo foi publicado na revista científica Transactions of The Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene.

Segundo a pesquisa, os sintomas mais comuns contabilizados ao término da infecção foram os seguintes:

  • Fadiga – cansaço extremo associado à uma dificuldade em realizar atividades rotineira. Relatado por 115 pessoas (35,6%);
  • Tosse persistente – Relatado por 110 pessoas (34%);
  • Dificuldade para respirar – Relatado por 86 pessoas (26,5%);
  • Perda de olfato ou paladar – Relatado por 65 pessoas (20,1%);
  • Dores de cabeça frequentes – Relatado por 56 pessoas (17,3%);

Outros sintomas como insôniaansiedade tontura também foram evidenciados pelos pesquisadores, porem num número menor de casos.

Já relatos de problemas de saúde mais graves como trombose, foram diagnosticados em um número ainda menor de pacientes, cerca de 6% dos indivíduos que participaram do estudo.

Todos esses sintomas pós-infecção aconteceram nas três formas da doença (grave, moderada e leve) e muitos deles persistiram durante os 14 meses da análise.

“Temos casos de pessoas que continuam sendo monitoradas, pois os sintomas permaneceram para além dos 14 meses. Constatamos ainda que a presença de sete comorbidades, entre elas hipertensão arterial crônica, diabetes, cardiopatias, câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica e tabagismo ou alcoolismo levou à infecção aguda mais grave e aumentou a chance de ocorrência de sequelas”, disse a pesquisadora Rafaella Fortini, que coordenou o estudo.

De acordo com a Fiocruz, os resultados do estudo mostram que ainda temos muito que aprender sobre os efeitos a longo prazo da Covid-19 e como tratá-la adequadamente..

“Ainda há muito o que se conhecer: por que acontece? De que forma ela age no organismo? As respostas para esses questionamentos vão nos permitir entender a fisiopatologia da Covid longa, nos dando condições de resolver essas sequelas de maneira adequada”, completou a pesquisadora.

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Justiça obriga União e governo de PE a fornecer remédio à base de Cannabis para criança de 8 anos com autismo

Justiça Federal deu prazo de 20 dias para União e governo fornecerem canabidiol. Segundo Ministério Público Federal (MPF), paciente já passou por outras formas de tratamento.

Por Vítor Oliveira*, g1 PE

Uma criança de 8 anos, diagnosticada com a forma grave do Transtorno do Espectro Autista (TEA), ganhou no Judiciário o direito ao tratamento com remédio à base de Cannbabis. Com a decisão da Justiça Federal em Pernambuco, os governos federal e de Pernambuco são obrigados a fornecer o canabidiol 200mg/ml.

O canabidiol é uma das centenas de substâncias químicas encontradas na Cannabis sativa, a maconha, mas que não produz os efeitos psicoativos da planta. O medicamento não integra a lista de produtos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco informou que a decisão saiu no dia 4 de maio de 2022. A Justiça Federal deu um prazo de 20 dias, contando a partir da notificação do estado e da União, para o início do fornecimento do remédio.

Por meio de nota divulgada nesta terça (10), o MPF informou que a decisão do Judiciário tem caráter de urgência. A criança deve receber o canabidiol “pelo tempo necessário do tratamento”.

A responsável pelo caso é a procuradora da República Carolina de Gusmão Furtado. Ela entrou com recurso “na condição de fiscal da ordem jurídica”.

O MPF informou, ainda, que a mãe da paciente recorreu da decisão da 1ª instância do Juizado Especial Federal Cível, que havia negado o fornecimento do remédio.

Argumentação

Ainda segundo o MPF, laudos médicos indicaram que a criança já havia sido submetida a diversos tratamentos farmacológicos, sem sucesso, e resultando em “graves efeitos colaterais”.

Ministério Público Federal argumentou também que, mesmo com acompanhamento médico, ela desenvolveu comportamento de agressividade e autoagressividade, “com crises que ocorrem desde 2016, comprometendo a qualidade de vida da paciente e de toda a família”.

De acordo com a decisão da 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais da Seção Judiciária em Pernambuco, os requisitos para concessão de medicamento estão presentes no caso. São eles:

Incapacidade financeira da família, já que a mãe da paciente está desempregada e comprovou não ter condições de arcar com a medicação, e comprovação médica da imprescindibilidade do medicamento e da ineficiência dos outros fármacos já usados.

Respostas

O Ministério da Saúde informou que encaminhou a questão para a Advocacia Geral da União (AGU), que é a responsável pela defesa do governo federal nos assuntos do Judiciário.

O ministério disse, ainda, que aguarda uma decisão para poder se pronunciar sobre o fornecimento do remédio.

g1 entrou em contato com a Secretaria Estadual de Saúde (SES) para saber se a decisão será cumprida, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

Importação autorizada

O MPF apontou, ainda, que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de outubro de 2021, diz que é “dever do estado fornecer o medicamento que, embora não tenha registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), tenha a importação autorizada por ela”.

De acordo com o MPF de Pernambuco, na decisão, a 1ª Turma Recursal destacou que a própria Anvisa retirou o canabidiol do rol de substâncias proibidas no Brasil, permitindo a importação de produtos derivados da cannabis.

Segundo o MPF, a permissão vale para pessoas físicas no uso próprio para tratamento de saúde, desde que haja prescrição de profissional legalmente habilitado.

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Pernambuco tem aumento de 70,2% nos casos suspeitos de chikungunya e de 39,3% nas notificações de dengue

Dados, divulgados nesta terça (10), são até 30 de abril e comparados com mesmo período de 2021. Zika é a única das três arboviroses que teve redução de notificações no período.

Por g1 PE e TV Globo

Pernambuco registrou, nos quatro primeiros meses de 2022, um aumento 45,9% nas notificações de casos suspeitos de pessoas com doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya, em comparação com o ano anterior .

O estado teve um crescimento de 77,2% dos casos suspeitos de chikungunya e de 39,3% dos de dengue no período. Das três doenças, apenas zika teve queda das notificações em comparação com 2021 (veja números na tabela abaixo).

Os dados, divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta terça-feira (10), são da semana epidemiológica 17, encerrada no dia 30 de abril, até quando foram notificados 27.272 casos das três doenças. No mesmo período de 2021, foram 18.690 notificações das três doenças. Ao longo de todo o ano passado, foram confirmados 40.467 casos de arboviroses.

Casos de arobviroses até a semana 17

ArboviroseNotificações 2022Notificações 2021Comparativo
Dengue16.62011.93239,3%
Zika6661.122-40,6%
Chikungunya9.9865.63677,20%
Total27.27218.69045,9%

Fonte: SES-PE

O estado já teve 2.831 confirmações de pessoas com arboviroses, sendo 1.212 com dengue, 1.619 com chikungunya e nenhuma com zika ao longo dos quatro primeiros meses de 2022.

Em 2022, já foram notificados 20 suspeitas de mortes de pessoas com arboviroses, sem confirmações ou casos descartados. No mesmo período de 2021, foram notificados 15 óbitos suspeitos, sendo 7 descartados, segundo a secretaria.

Ainda não foi realizado um novo levantamento de risco de infestação do mosquito. Segundo dados de março, 29 dos 184 municípios estavam em situação de risco de surto de arboviroses, o Recife entre eles, e 100 em situação de alerta. Outros 53 tinham situação satisfatória e dois não mandaram dados para a SES.

Dicas de prevenção

Casos de dengue seguem em alta, doença é transmitida pelo mosquito aedes aegypti

O estado está no período chuvoso e, por isso, é preciso estar alerta para evitar a proliferação do mosquito. A gerente de Vigilância Ambiental do Recife, Vânia Nunes, ressaltou que o mês de maio tem sido marcado por chuvas noturnas e, por isso, é importante checar pela manhã locais em que pode acumular água .

“A gente precisa fazer uma vistoria em todos os depósitos que podem acumular água. Se for um balde, a gente precisa escovar”, alertou Vânia Nunes.

Para fazer denúncias de possíveis focos do mosquito na capital, as pessoas podem ligar para a ouvidoria municipal do Sistema Único de Saúde (SUS), pelo telefone 0800 2811520.

A administração municipal também disponibiliza a plataforma bora se cuidar contra o mosquito no site ou no aplicativo ConectaRecife. Pela internet, é possível acionar a vigilância ambiental, utilizando geolocalização.

Confira outras dicas de prevenção:

  • Caixas-d’água, tonéis e tanques: mantenha sempre bem tampados.
  • Garrafas e pneus: Não acumule garrafas e pneus em casa; se for o caso, deixe as garrafas vazias com a boca para baixo e guarde os pneus em local coberto.
  • Bandeja externa da geladeira: retire a água pelo menos uma vez por semana e lave-a com bucha ou esponja e sabão.
  • Plantas: prefira cultivar plantas em vasos com areia e evite usar o pratinho; se necessário utilização do pratinho, preencha-o com areia.
  • Lixo: coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada; não jogue lixo em terrenos baldios e verifique o horário de coleta.
  • Calhas: remova folhas e galhos e tudo o que possa impedir a passagem da água pelas calhas.
  • Bebedouro de animais: lave os bebedouros de animais com escova, água e sabão, semanalmente.
  • Ralos: verifique se todos os ralos da casa não estão entupidos; limpe-os pelo menos uma vez por semana e, se não os estiver usando, deixe-os fechados.
  • Laje: não deixe água da chuva acumulada sobre a laje.
  • Baldes, jarras e potes: lave por dentro, com escova e sabão, jarras, potes, baldes e tanques utilizados para armazenar água, semanalmente; quando não estiverem sendo utilizados, esses utensílios devem ser emborcados e guardados protegidos de chuva.
  • Fique atento: a água deve ser despejada em local seco.

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PE notifica segundo caso suspeito de hepatite grave em crianças com origem desconhecida

Segundo Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), paciente tem 14 anos e mora em Salgueiro.Ele deu entrada no Hospital Getúlio Vargas, no Recife, com febre e dor.

Por Priscilla Aguiar, g1 PE

Adolescente está internado no Hospital Getúlio Vargas (HGV), no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

Adolescente está internado no Hospital Getúlio Vargas (HGV), no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife — Foto: Reprodução/TV Globo

O segundo caso suspeito de hepatite aguda grave de origem desconhecida foi registrado nesta terça (10) em Pernambuco. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), o paciente é um adolescente de 14 anos que mora Salgueiro, no Sertão.

primeiro caso suspeito da doença no estado foi registrado na segunda (9). É uma criança de 1 ano, moradora de Toritama, no Agreste.

O estado informou que já notificou o Ministério da Saúde dos dois casos. O adolescente deu entrada no Hospital Getúlio Vargas, no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife, no sábado (7), com febre e dor, após atendimento inicial no Hospital Regional Inácio de Sá, em Salgueiro.

A Secretaria de Saúde informou que os primeiros exames coletados no jovem detectaram aumento nas transaminases, que são enzimas intracelulares que atuam catalisando diversas reações, principalmente no fígado.

Isso é considerado um dos critérios elencados pelo órgão federal para definição de caso suspeito. O adolescente continua internado em uma enfermaria da unidade. O quadro dele, segundo a equipe que o acompanha, “vem evoluindo bem”.

Outro caso

Com o novo registro, Pernambuco passa a ter dois casos suspeitos de hepatite de origem desconhecida. O primeiro caso foi de um menino de 1 ano de Toritama. Ele foi atendido no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, e recebeu alta hospitalar na sexta (6).

A SES acrescentou que as investigações dos dois casos continuam em andamento “com a realização de exames complementares para análise laboratorial das hepatites virais, agentes possivelmente relacionados a este tipo de hepatite e outras doenças, assim como as investigações epidemiológicas realizadas junto aos municípios de residência dos pacientes”.

Alerta

Diante do misterioso surto de hepatite em crianças na Europa e nos Estados Unidos, o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Pernambuco (Cievs-PE) emitiu nota de alerta orientando toda a rede de saúde – unidades públicas e privadas.

Em caso de observação de casos suspeitos e que atendam às definições, as unidades de saúde devem realizar a notificação de imediato.

As notificações de casos suspeitos devem ser feitas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (81) 3184-0191 e 99488-4267 (para profissionais de saúde).

No dia 24 de abril, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou, pelo menos, 169 casos de hepatite aguda de origem desconhecida. A maioria dos registros envolve bebês, crianças e adolescentes entre um mês e 16 anos. Do total, 17 (o equivalente a cerca de 10%) necessitaram de transplante de fígado e uma morte foi registrada.

O que é hepatite?

Segunda maior doença infecciosa letal do mundo, atrás apenas da tuberculose, a hepatite é a inflamação do fígado.

As principais causas são os vírus (A, B, C, D e E). Alguns medicamentos, consumo excessivo de álcool e outras drogas e doenças autoimunes, metabólicas e genéticas também podem desencadeá-la.

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Brasil registra menor média móvel de mortes por Covid desde abril de 2020; são 84 vítimas por dia

São 664.248 óbitos e 30.570.405 casos conhecidos registrados do novo coronavírus desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Média móvel de casos subiu nas últimas semanas e está em 16 mil por dia.

Por g1

O Brasil registrou nesta segunda-feira (9) 59 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 664.248 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 84 –a menor registrada desde 8 de abril de 2020 (quando estava em 83), no início da pandemia. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -12%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 9 de maio

  • Total de mortes: 664.248
  • Registro de mortes em 24 horas: 59
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 84 (variação em 14 dias: -12%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 30.570.405
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 10.606
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 16.219 (variação em 14 dias: +19%)
Média móvel de óbitos por Covid no Brasil, a cada dia, nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Média móvel de óbitos por Covid no Brasil, a cada dia, nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1

Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e São Paulo não tiveram registro de morte em 24 horas. No Acre, também não houve qualquer novo caso registrado no período.

O país também registrou 10.606 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 30.570.405 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 16.219, variação de +19%em relação a duas semanas atrás –quando chegou à faixa dos 12 mil casos diários, nível mais baixo desde os primeiros meses do surto de Covid em 2020.

Curva da média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1 — Foto: Editoria de Arte/g1

Curva da média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1 — Foto: Editoria de Arte/g1

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (6 estados): RN, AP, CE, AL, RJ, PE
  • Em estabilidade (8 estados): GO, PR, RR, SE, MA, PI, ES, RS
  • Em queda (12 estados e o DF): AC, SP, DF, MS, PA, MG, PB, BA, TO, RO, MT, SC, AM

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Médias móveis de mortes e casos nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Médias móveis de mortes e casos nos estados — Foto: Editoria de Arte/g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Os rituais de beleza milenares que estão voltando à moda

A demanda pela sabedoria milenar vem crescendo — e essas práticas estão ajudando as pessoas a viver de forma mais consciente em relação à sua própria saúde e ao meio ambiente.

Por BBC

No filme Cleópatra, de 1963, a rainha do Egito interpretada por Elizabeth Taylor recusa um convite do mensageiro de Marco Antônio, enquanto repousa nua em uma banheira cheia de leite coberta de flores, brincando despretensiosamente com um navio dourado.

O filme pode ter tido seus problemas — como as célebres discussões entre Taylor e seu par romântico, Richard Burton — mas sua iconografia é conhecida. No antigo Egito, as rainhas e deusas eram admiradas por seu poder e sensualidade e por suas profundas associações com o mundo natural, a maternidade e a cura.

A Cleópatra de Taylor aparece frequentemente tomando banho de banheira e sendo paparicada, como teria sido a personagem na vida real. Os rituais de beleza dos abastados do Egito antigo eram demorados e complexos, começando com longos banhos de leite em infusão com óleo de açafrão.

Mas nenhum desses elementos era por acaso. O ácido lático ajudaria a esfoliar a pele, enquanto o açafrão é usado para tratar uma série de condições há milhares de anos.

Essa especiaria é colhida cuidadosamente dos estigmas cor de laranja da flor púrpura Crocus sativus. Cultivado no cinturão quente e seco que vai da Espanha, no oeste, até a Caxemira, no leste, o açafrão é conhecido como “ouro vermelho” por sua intensidade e pelo custo da sua produção.

As flores precisam ser colhidas manualmente de madrugada e seus finos ramos são delicadamente raspados. São necessárias quase 9 mil flores para gerar apenas 50 gramas de fios de açafrão.

Hoje, seu preço já é alto e, como as mudanças climáticas vêm ameaçando seu cultivo, deve subir ainda mais.

Em comparação com o apelo futurista de alguns dos produtos mais vendidos hoje em dia, a realidade nua e crua das origens do açafrão pode parecer irrelevante. Afinal, quem se importa em saber de onde vêm as coisas enquanto aplica um supercreme que custa R$ 500 o pote?

Um relatório do Grupo NPD, especializado em pesquisa de mercado, concluiu em 2021 que 68% dos consumidores querem produtos de tratamento para a pele formulados com ingredientes “limpos” — ou seja, sem substâncias químicas artificiais, como PFAs (compostos perfluoroalquil e polifluoroalquil), parabenos e ftalatos.

Atendendo às exigências de maior prestação de contas da indústria, um grupo de grandes marcas de beleza lançou o Consórcio EcoBeautyScore, para estabelecer um sistema de avaliação de impactos ambientais, com transparência global.

E, em iniciativa similar, a nova Coalizão B Beauty pretende reunir certificações individuais para enfrentar os impactos consideráveis causados pela indústria.

O interesse por ingredientes naturais e orgânicos continua a aumentar, tendo atingido US$ 11,9 bilhões (cerca de R$ 59,2 bilhões) em 2020 — um crescimento de 2,9% em relação ao ano anterior, segundo a empresa de pesquisas britânica Ecovia Intelligence.

E, neste admirável mundo novo preocupado com a igualdade social e natural, os rituais e ingredientes naturais usados por Cleópatra fornecem uma rica fonte de inspiração.

“Fomos ensinados a ignorar as tradições e buscar produtos ‘direto do laboratório'”, segundo a guru da beleza natural Imelda Burke, no seu livro The Nature of Beauty (“A natureza da beleza”, em tradução livre), de 2016.

“Mas, embora os novos desenvolvimentos sejam importantes, há muito que podemos aprender com nossos antepassados.”

O óleo de rosas, por exemplo, tem uma longa história no Oriente Médio. A Turquia, que ainda é um dos maiores produtores mundiais, nutre sua paixão pela água de rosas purificada há dois mil anos. Atualmente, o óleo pode ser encontrado em versões modernas, sendo vendido por uma quantia considerável.

E não é de se admirar: repleta de vitaminas, sais minerais e antioxidantes para hidratar a pele, a flor mais admirada do mundo é um anti-inflamatório que pode ser usada para acalmar a pele irritada, oferecendo ainda seu típico aroma de jardim.

A cúrcuma é outro exemplo. Embora sua demanda no mundo ocidental tenha aumentado nos últimos anos (não só no café com leite), essa raiz amarela brilhante é essencial na prática ayurvédica há mais de 4,5 mil anos.

“A cúrcuma é um bom promotor da imunidade, possui fortes propriedades antioxidantes e é cerca de cinco a oito vezes mais potente que as vitaminas C e E”, declarou à revista Vogue o farmacêutico Shabir Daya, da empresa britânica Victoria Health.

Na Índia, os noivos aplicam cúrcuma nas suas mãos e rostos antes do casamento, como símbolo de purificação e bênção. O ingrediente ativo da cúrcuma é a curcumina — que também pode ter efeitos colaterais, no entanto.

Já as mulheres berberes, no Marrocos, até hoje recolhem óleo de argan dos ramos espinhosos das árvores. Rico em ômega 3 e 6, o que é bom para a pele, o óleo de argan é comercializado como um cobiçado produto de beleza na região próxima ao Mediterrâneo há milhares de anos.

No outro lado do mundo, na Polinésia, o óleo de monoi, produzido ao mergulhar as pétalas de gardênias do Taiti em óleo de coco, foi criado há dois mil anos pelo povo nativo maohi, que reconhecia suas propriedades amaciantes para a pele e os cabelos.

E, na Costa Rica, os povos bribri e cabécar usam o chá verde para melhorar a pele, ajudar a clarear manchas e reduzir inflamações.

Todos esses ingredientes chegaram aos produtos ocidentais de tratamento para a pele. Mas a questão não é mais se as marcas ocidentais incorporaram ervas e especiarias exóticas como a próxima “novidade”, em algum resquício de mau gosto da colonização. A indústria da beleza vem observando uma quantidade cada vez maior de mulheres negras e indígenas tomando posse de sua herança histórica com o renascimento de rituais e ingredientes ancestrais, de forma a celebrar suas culturas, em vez de se apropriar delas — e sempre de acordo com as suas necessidades.

Marcas como Cheekbone Beauty, da canadense Jennifer Harper (do povo anishinaabe), e Prados Beauty, criada pela americana Cece Meadows (do povo chicano), criaram sua linha de produtos com base em ervas naturais, como sálvia e lavanda, que são utilizadas por suas comunidades há décadas.

Muitas das fundadoras usam suas marcas para gerar empregos para suas comunidades, que vão desde a coleta dos ingredientes na natureza até a venda dos produtos nos mercados de agricultores e lojas.

Essa compreensão vital da sociedade é um sintoma de outras mudanças que estão acontecendo na indústria.

“A discussão está mudando — de natural e orgânico para sustentável”, afirmou Amarjit Sahota, fundador e presidente da Ecovia Intelligence, para o portal Cosmetics Design Europe em dezembro de 2021.

“Estamos vendo cada vez mais ingredientes sustentáveis… Muitos pioneiros da beleza orgânica e natural queriam desenvolver produtos que fossem melhores para a saúde humana e para o meio ambiente. Inicialmente, as formulações tinham base vegetal, para terem menor impacto sobre a saúde humana. Mas, à medida que a sustentabilidade se tornava parte importante da indústria, esses pioneiros realmente tomaram a frente em termos de iniciativas sustentáveis. Não é mais apenas sobre ser natural e orgânico; é sobre questões verdes mais amplas.”

Essas preocupações não são isoladas.

“Em vista da covid-19 e do aceleramento da crise climática, causando enchentes, secas, perdas de safras e deslocamento de pessoas em todo o mundo, estamos reconhecendo que a natureza está se defendendo”, afirma Kathryn Bishop, da consultoria de planejamento estratégico The Future Laboratory.

“Está na hora dos seres humanos reconhecerem que é preciso haver simbiose e respeito pela natureza.”

A relação entre beleza, asseio e meio ambiente, sempre ligados, finalmente está se tornando prioridade. Os consumidores estão procurando produtos que reflitam e respondam às suas preocupações — em relação à beleza, às outras pessoas e ao planeta e toda a sua vida, buscando práticas que as tranquilizem e as conectem com algo maior.

Restaurar o equilíbrio

Os costumes antigos inspirados na natureza e nos ingredientes naturais estão sendo recuperados e explorados como meio de restaurar o equilíbrio — e como forma de reconexão com o que realmente interessa no planeta.

A marca australiana de bem-estar Subtle Energies reúne os métodos tradicionais indianos da ayurveda e os benefícios da aromaterapia. Seus produtos de tratamento para a pele contêm óleos essenciais de palmarosa, jasmim-árabe e olíbano, com óleos base de jojoba e ginseng indiano.

“Os óleos essenciais são instrumentos maravilhosos que nos foram dados pela mãe natureza”, afirma Farida Irani, fundadora da marca.

“Eles são a força da vida e, com seu uso, estamos aumentando nossa força vital. É a sabedoria antiga nos tempos modernos, ajudando as pessoas a viverem com mais consciência em relação a elas próprias e ao planeta.”

“As práticas e abordagens antigas para cuidar do corpo, da mente, da pele e dos cabelos foram retiradas da Terra e da natureza”, afirma Bishop à BBC Culture.

“Muitas vezes, elas estão relacionadas a estações específicas do ano e eventos sazonais, celebrando a Terra, a flora e a fauna que ela gentilmente fornece e que são usadas com respeito como adornos, para limpeza ou como alimentos e bebidas.”

“Essas práticas são anteriores ao antropoceno, quando o impacto dos seres humanos sobre a Terra superou o da natureza”, acrescenta ela.

“Mas, com as pessoas cada vez mais preocupadas com suas pegadas sobre a Terra, seja a pegada de carbono ou o uso de recursos, essas práticas e ingredientes de beleza com consciência planetária estão ajudando as pessoas a reduzir o impacto das suas rotinas diárias de autocuidado e higiene.”

Rotinas simples também compõem o gua sha, um método tradicional chinês de automassagem, que utiliza uma pedra com pontas arredondadas, do tamanho de uma mão (normalmente feita de jade, quartzo rosa ou obsidiana preta) para deslizar ao longo da pele e ativar a circulação.

O gua sha é utilizado há séculos para ajudar a combater problemas como dores e tensão muscular e foi adotado pela indústria ocidental de beleza. Quinze minutos deslizando uma pedra fria pela sua testa e bochechas podem ajudar a reduzir a tensão do dia a dia.

A escritora Hannah-Rose Yee descreveu o ritual do gua sha da sua avó para a revista britânica Stylist: “Até hoje, ela leva o seu gua sha e o desliza metodicamente sobre o rosto em movimentos suaves e elegantes todas as noites.”

“Eu ficava obcecada com esse ritual quando era criança. Me sentava ao pé da cama dela e ficava assistindo, em êxtase, enquanto ela sorria para mim no reflexo do espelho. Uma vez, ela me deixou segurar o gua sha, e eu me lembro da sensação fria e pesada nas minhas mãos. Quando fiquei maior, ela me mostrou como fazer. Hoje, faço meu próprio ritual de gua sha uma vez por semana com um rolo de quartzo rosa. Espero que, um dia, minha avó me dê seu instrumento de gua sha de jade.”

Mas talvez haja poucas coisas que incentivem mais os usuários a desacelerar e fazer reflexões mais profundas que o uso do calor, adotado por muitas culturas ao longo dos séculos, incluindo a asteca.

Por pelo menos 700 anos antes da chegada dos colonizadores espanhóis à antiga Mesoamérica, os temazcals eram as saunas vulcânicas onde os astecas cansados se banhavam — não em água, mas em vapor.

Temazcal vem da palavra temāzcalli, que significa “casa de calor” no idioma náuatle, falado pelos astecas. Os temazcals, em sua maioria, pareciam estruturas com abóbadas, feitas de rocha vulcânica, e simbolizavam o ventre da mãe natureza, sugerindo a ideia de renascimento.

A ciência moderna demonstrou que os astecas estavam certos. O vapor pode ajudar a limpar sistemas respiratórios bloqueados e aliviar outras condições de saúde.

Os antigos maias frequentemente realizavam cerimônias de temazcal para os guerreiros que voltavam das batalhas, combinando cânticos mesoamericanos, meditação e rochas aquecidas mergulhadas em água com infusão de ervas, para criar vapor aromático. Hoje em dia, as saunas continuam a oferecer benefícios similares.

Irani tem muita esperança no retorno dos antigos rituais.

“Romper com os próprios elementos que nos compõem causou muitos dos problemas que vemos no mundo hoje em dia. Mas, se trouxermos equilíbrio para os elementos — primeiro para nós e depois para o ambiente à nossa volta — veremos mudanças positivas na nossa forma de viver.”

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Com mais 689 infectados e quatro óbitos por Covid-19, Pernambuco totaliza 925.284 casos e 21.623 mortes

Estado contabilizou, entre março de 2020 e esta quarta-feira (4), 58.534 quadros graves e 866.750 formas leves da doença.

Por g1 PE

Mais 689 infectados pelo novo coronavírus e quatro óbitos provocados pela Covid-19 foram confirmados em Pernambuco nesta quarta-feira (4). O estado passou a totalizar 925.284 casos da infecção e 21.623 mortes devido à doença. Os registros começaram a ser feitos em março de 2020, na chegada da pandemia.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que as novas confirmações abrangem três (0,4%) diagnósticos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 686 (99,6%) casos leves da Covid-19. Ao todo, Pernambuco contabilizou 58.534 quadros graves e 866.750 formas leves da doença.

Com relação às quatro mortes, elas aconteceram entre os dias 9 de fevereiro de 2022 e 23 de março deste ano.

Mortes

As mortes foram de três homens e uma mulher residentes dos municípios de Exu (1), Garanhuns (1) e Recife (2). Os pacientes tinham entre 45 e 81 anos. As faixas etárias são: 40 a 49 (1), 60 a 69 (2) e 80 ou mais (1).

Todos os pacientes apresentavam doenças preexistentes: Diabetes (2), doenças cardíacas (2), doenças neurológicas (1) e imunossupressão (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade.

Vacinados

Desde janeiro de 2021 até esta segunda (2), o estado aplicou 19.077.429 doses de vacinas contra a Covid- 19. Com relação às primeiras doses, foram 8.190.102 aplicações. A cobertura chegou a 92,28% da população elegível.

Do total, 7.245.777 pessoas, ou 81,64% da população elegível, já completaram seus esquemas vacinais, sendo 7.072.651 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços, também chamadas de terceiras doses, já foram aplicadas 3.397.664. A cobertura chegou a 51,44%. Também já foram aplicadas 220.584 segundas doses de reforço, também chamadas de quarta dose. Esta cobertura está em 31,3%.

Outras informações detalhadas sobre a população vacinada contra a Covid-19 estão disponíveis no Painel de Acompanhamento Vacinal.

Ocupação de leitos

Nesta quarta-feira (4), a taxa global de ocupação de leitos para doentes com Covid-19 na rede pública estadual ficou em 48%, de um total de 1.531 vagas. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), 65% dos 675 leitos estavam ocupados. Nas enfermarias, dos 856 leitos, 35% estavam ocupados.

Na rede particular de saúde em Pernambuco, a taxa global de ocupação de leitos para Covid era de 34%, de um total de 221 vagas abertas. Nas UTIs, 52% dos 133 leitos tinham pacientes. Nas enfermarias, eram 88 leitos e 8% deles estavam ocupados.

Testes

Desde março de 2020 até esta quarta (4), Pernambuco realizou 3.886.667 testes para a Covid-19. Nas últimas 24 horas, foram 3.475 exames feitos no estado.

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PE confirma mais 775 casos e oito mortes por Covid; estado totaliza 924.595 infectados e 21.619 óbitos

Dados foram divulgados nesta terça-feira no boletim de acompanhamento da pandemia elaborado pelo governo.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco confirmou, nesta terça-feira (3), mais 775 casos do novo coronavírus. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) também registrou, oficialmente, outras oito mortes provocadas pela Covid-19.

Com os dados divulgados nesta terça, o estado passou a totalizar 924.595 casos confirmados da doença, sendo 58.531 graves e 866.064 leves.

Os números são computados desde março de 2020, quando começou a pandemia no estado. Nesse período, também foram registradas, oficialmente, 21.619 mortes pela Covid-19.

Entre os casos confirmados nesta terça, seis (0,8%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 769 (99,2%) são leves.

As mortes confirmadas pelo boletim desta terça, segundo o governo, entre os dias 30 de janeiro e 18 de abril deste ano.

Os casos do novo coronavírus estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mortes

As mortes foram de quatro homens e quatro mulheres residentes dos municípios de Aliança (1), Camaragibe (1), Caruaru (1), Itambé (1), Paulista (1), Recife (1), Santa Filomena (1) e Vitória de Santo Antão (1).

Os pacientes tinham entre 32 e 87 anos. As faixas etárias são: 30 a 39 (1), 50 a 59 (1), 60 a 69 (2), 70 a 79 (3) e 80 ou mais (1).

Do total, dois pacientes apresentavam doenças preexistentes: Alzheimer (1), artrite reumatoide (1), diabetes, doenças cardíacas (1), histórico de AVC (1) e Parkinson (1). Um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Seis casos seguem em investigação.

Vacinados

Desde janeiro de 2021 até esta terça (3), o estado aplicou 19.061.460 doses de vacinas contra a Covid- 19. Com relação às primeiras doses, foram 8.189.158 aplicações. A cobertura chegou a 92,27% da população elegível.

Do total, 7.241.829 pessoas, ou 81,60% desta população, já completaram seus esquemas vacinais, sendo 7.068.703 vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outras 173.126 com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços, também chamadas de terceiras doses, foram aplicadas 3.392.955 doses.

A cobertura está em 51,37% do público elegível. Também foram aplicadas 214.313 segundas doses de reforço, também chamadas de quarta dose. A cobertura está em 30,4%.

Outras informações detalhadas sobre a população vacinada contra a Covid-19 estão disponíveis no Painel de Acompanhamento Vacinal.

Leitos

Nesta terça, a taxa global de ocupação de leitos para doentes de Covid na rede pública estadual ficou em 47%, de um total de 1.517 vagas abertas.

Nas UTIs, havia 661 unidades disponíveis e 65% delas estavam ocupadas. Nas enfermarias, eram 856 leitos e 34% deles tinham pacientes.

Na rede particular, a taxa global de ocupação de leitos ficou em 33%, de um total de 220 vagas abertas.

Nas UTIs, eram 132 unidades e 50% delas estavam com pacientes. Nas enfermarias, havia 88% vagas e 8% delas estavam ocupadas.

Testes

Desde março de 2020, Pernambuco realizou 3.883.192 testes para detectar Covid.

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