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Recife suspende novamente vacinação contra Covid para crianças de 3 e 4 anos por falta de doses de Coronavac

Prefeitura disse que cobrou duas vezes ao Ministério da Saúde que mandasse mais unidades, mas não teve retorno.

Por g1 PE

A prefeitura do Recife anunciou, nesta terça (29), uma nova suspensão da vacinação contra a Covid-19 para crianças de 3 e 4 anos. A medida, que entra em vigor na quarta (30), foi tomada por causa da falta de doses da Coronavac, único imunizante recomendado para essa faixa etária.

A determinação foi divulgada seis dias depois de a prefeitura retomar o procedimento de imunização das crianças de 3 e 4 anos em cinco pontos de vacinação.

No dia 23 deste mês, o município recebeu um lote com 1,3 mil doses de Coronavac, mas essa quantidade não foi suficiente para manter a imunização.

Por meio de nota, a prefeitura informou que a determinação foi necessária “após o Ministério da Saúde não enviar novas remessas de Coronavac”.

“A gestão municipal cobrou por duas vezes, através de ofícios enviados ao órgão federal, o envio das doses, mas não obteve retorno”, disse a prefeitura, no comunicado.

Essa é a segunda vez que o Recife precisa paralisar a aplicação da primeira e segunda doses contra covid-19 das crianças com 3 e 4 anos.

No começo de novembro, com a falta de estoque de Coronavac na Secretaria de Saúde municipal e sem previsão para normalização da distribuição por parte do Ministério de Saúde, a gestão também precisou suspender a vacinação dos meninos e meninas nessas faixas etárias.

A medida foi seguida por outros municípios da Região Metropolitana. Um levantamento da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) mostrou que dezenas de cidades enfrentaram o mesmo problema.

Segundo a prefeitura, no Recife, 11.769 crianças entre 3 e 4 anos receberam a primeira dose do imunizante, o equivalente a 27,27% do total.

A segunda dose foi aplicada apenas em 3.741 meninos e meninas, cerca de 8,66% do público-alvo.

Pernambuco totaliza, desde o início da pandemia, em março de 2020, 1.083.184 casos confirmados da doença, sendo 60.202 graves e 1.022.982 leves.

Eles estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha. No mesmo período, o estado somou 22.470 mortes pela Covid-19.

O que diz o ministério

Por meio de nota, o Ministério da Saúde disse que distribui vacinas contra a Covid-19 a todos os estados de forma proporcional e igualitária.

“Até o momento, já foram disponibilizadas duas milhões de doses a todos os estados e Distrito Federal para a vacinação de crianças de 3 a 4 anos de idade”, informou.

Ainda de acordo com a pasta, para Pernambuco, foram entregues 40 mil doses na segunda remessa, distribuída a partir de 18 de novembro.

“Cabe aos estados o planejamento e gerência da distribuição entre os municípios”, afirmou o comunicado.

O que diz o estado

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) disse, em nota, que as 40 mil doses enviadas ao estado representam menos de metade das doses solicitadas para atender a demanda do estado.

Em Pernambuco, existem 149.786 crianças com 3 anos e 154.355 crianças com 4 anos de idade, de acordo com a SES.

A pasta também disse que alertou recentemente aos municípios para manter o estoque organizado e garantir a correta administração das doses “uma vez que o recebimento de imunizantes da Coronavac para este grupo vem sofrendo descontinuidade na entrega de remessas pelo governo federal desde o primeiro semestre deste ano”.

A SES também afirmou que aguarda a entrega de novas doses dos imunizantes pelo Ministério da Saúde para reabastecer as cidades que esgotaram seus estoques.

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Entenda os riscos da rinomodelação, procedimento que causou necrose no nariz do cantor Naldo

Médicas explicam que os casos são raros e os profissionais precisam estar aptos para notar se logo após o procedimento já há sinais de que algo não vai bem.

Por Júlia Putini, g1

Naldo Benny sofre princípio de necrose após procedimento estético — Foto: Reprodução/Instagram/NaldoBenny

Naldo Benny sofre princípio de necrose após procedimento estético — Foto: Reprodução/Instagram/NaldoBenny

Entre os vários tipos de preenchimentos faciais está a rinomodelação, procedimento que aplica ácido hialurônico de alta densidade no nariz para redefinir o formato. Assim como ocorre em outras áreas do rosto, o resultado é apenas temporário, mas carrega riscos ainda maiores por ser realizado na cartilagem.

Esse tecido cartilaginoso, muito vascularizado, faz com que a cicatrização seja mais demorada e delicada. Nesta segunda-feira (28), o cantor Naldo Benny publicou um relato nas suas redes sociais revelando que a rinomodelação a qual ele se submeteu gerou uma necrose do nariz, ocasionando manchas roxas. Veja abaixo o caso explicado por uma cirurgiã e uma dermatologista.

Apesar de Naldo não ter comentado qual tipo de profissional que realizou a intervenção, desde 2016 é permitido pelo Conselho Federal de Odontologia que dentistas a apliquem botox e outros preenchimentos faciais em procedimentos estéticos. Ou seja, não é uma exclusividade de médicos cirurgiões e dermatologistas.

Em 2019, uma resolução do Conselho Federal de Odontologia reconheceu a harmonização orofacial (sorriso e face) como especialidade odontológica, requisitando a realização de um curso com carga horária de 500 horas. Na época, o Conselho Federal de Medicina (CFM) não concordou com a resolução e abriu um processo pedindo a suspensão dessa resolução, mas a liminar foi indeferida.

A cirurgiã plástica Tatiana Moura explica que a necrose é uma intercorrência rara, mas que pode acontecer com o uso dessas substâncias, diferentemente do que acontece com a toxina botulínica.

“Se há uma injeção intravascular do ‘preenchedor’ prejudica o aporte sanguíneo para a região daquele vaso, o que gera a necrose”, explica a cirurgiã do Hospital Albert Sabin de São Paulo.

De acordo com ela, a região do nariz e dos lábios são regiões com o maior índice de complicações, até por serem as regiões mais buscadas para procedimentos, mas esses casos são raros. Em geral, logo após a colocação da substância já dá para notar se há algo errado acontecendo e intervir para evitar incidentes.

Há vários protocolos para tratamento de casos como o de Naldo. A cirurgiã diz que um deles involve a injeção de uma enzima chamada de hialuronidase, que dissolve o preenchedor aplicado. Também podem ser prescritos remédios corticoides e vaso dilatadores, de uso tópico ou oral.

Em casos mais graves, é preciso fazer enxertos ou retalhos para reconstruir a região. “É importante fazer esse tipo de procedimento com profissionais que saibam tratar a intercorrência”, alerta Tatiana.

A dermatologista especializada em rejuvenescimento Carla Góes diz que é fundamental avaliar a aparência do local após a aplicação.

“A região tratada sempre precisa estar íntegra após, ou seja, com aspecto rosado sem excesso de edema (inchaço) e sem hipovascularização, que é quando a região fica esbranquiçada”, afirma.

Carla complementa dizendo que, no caso do nariz, existem manobras que podem ser realizadas após aplicação para ter a certeza de que nenhum vaso foi atingido.

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Câncer de mama: veneno de cobra pode ser nova esperança contra tumores agressivos

Estudos do Instituto Butantan abrem novos caminhos para tratar tumores e incluem até o uso do veneno da jararaca e da cascavel

Jeniffer Cardoso

Olhar Digital

Neste domingo (27), Dia Nacional de Luta contra o Câncer de Mama, uma boa notícia para pacientes que lutam contra a doença: novas estratégias de terapia desenvolvidas por pesquisadores do Instituto Butantan mostram resultados promissores.

O objetivo é o reduzir os efeitos colaterais e potencializar os tratamentos convencionais, principalmente contra tumores do subtipo triplo negativo, mais agressivo e frequente em mulheres abaixo dos 40 anos de idade.

Veneno de cobra contra câncer de mama

Um dos estudos investiga o potencial do veneno da jararaca em células infectadas. O grupo envolvido no trabalho descobriu que a peçonha da cobra é capaz de modular proteínas importantes relacionadas ao metabolismo das células tumorais, resposta imune e inflamação.

Outra pesquisa avalia os possíveis benefícios de uma proteína presente no veneno da cascavel. Chamada crotoxina, ela pode ser capaz de inibir a proliferação e a migração das células tumorais de câncer de mama, sem afetar as células normais, freando o mecanismo de transição epitelial-mesenquimal (TEM).

Técnica estimula a atividade no tumor para destruí-lo

Além das pesquisas envolvendo o veneno da jararaca e da cascavel, pesquisadores do Butantan trabalham em um método inovador para estimular o crescimento do tumor para desestabilizá-lo e induzir a morte das células cancerosas.

A proposta é aplicar um quimioterápico em conjunto com uma substância estimulante de proliferação celular, chamada Fator de Crescimento de Fibroblasto tipo 2 (FGF2, na sigla em inglês).

Testes em modelos celulares e animais, ainda não publicados, mostram que o tumor de mama triplo negativo diminuiu em mais de 10 vezes com essa formulação – o que não ocorre com o quimioterápico sozinho.

Atualmente, o tratamento do câncer de mama triplo negativo é o mais complexo e exige tratamento quimioterápico agressivo.

Com as novas pesquisas, os cientistas do Instituto Butantan esperam oferecer uma alternativa para que pacientes tenham mais qualidade de vida, a partir da aplicação de uma dosagem menor de medicamentos. Além da redução de efeitos colaterais, isso também poderia gerar menos custos para os programas de saúde.

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Recife começa a aplicar 5ª dose da vacina contra Covid em idosos com mais de 80 anos; veja locais

No último dia 18, estado divulgou que das 19 pessoas com síndrome respiratória aguda grave, 17 estavam nessa faixa etária.

Por g1 PE

A prefeitura do Recife anunciou nesta quarta-feira (23) o início da aplicação da quinta dose das vacinas contra a Covid-19 em idosos com mais de 80 anos. Na cidade, 21,8 mil pessoas estão aptas a receber o terceiro reforço do imunizante, segundo a gestão municipal.

A vacinação tem início já nesta quarta (24). Para ser imunizado é preciso ter recebido a quarta dose (segundo reforço) da vacina há pelo menos quatro meses.

A aplicação da quinta dose havia sido liberada pelo governo do estado na última segunda-feira (21), mas dependia da organização de cada prefeitura.

O idoso que quiser ser atendido pode ir direto a um dos locais de vacinação, sem necessidade de agendamento. Mas quem fizer o agendamento pelo site ou pelo aplicativo Conecta Recife não precisa enfrentar fila.

A prefeitura também divulgou a lista com endereço e horário de funcionamento dos 150 locais onde é possível receber a quinta dose sem agendamento e dos 32 onde a marcação está disponível.

A imunização também está sendo feita, todos os dias da semana, em quatro shoppings da cidade: RioMar, Recife, Boa Vista e Tacaruna. Não é necessário agendamento.

Para se vacinar

Para se vacinar, é preciso apresentar um documento de identificação e o comprovante de que já completou o ciclo de vacinação. As equipes de saúde aceitam tanto o cartão de vacinação como o Certificado Digital de Vacinação, disponível no Conecta Recife.

As doses aplicadas nesse grupo serão da Pfizer/BioNTech. Com a quinta dose de reforço, as autoridades de saúde buscam reforçar a proteção, considerando a perda progressiva de imunidade causada pelo avanço da idade.

A decisão de aplicar o reforço também ocorre em meio ao aumento no número de casos de Covid em Pernambuco e com a chegada ao estado das subvariantes BQ.1 e XBB da Ômicron.

No último dia 18, a Secretaria Estadual de Saúde divulgou que seis em cada dez internados com Covid em Pernambuco estavam com a vacinação atrasada. Dos 19 pacientes que desenvolveram quadros de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no estado, 17 tinham mais de 80 anos.

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Música alta no fone de ouvido pode levar à surdez; conheça os limites e saiba como proteger a audição

Mais de 1 bilhão de jovens no mundo todo correm risco de perda auditiva por conta do som alto em fones de ouvido e espaços de entretenimento, como festas.

Por Marina Pagno, g1

Se você está começando a ler este texto ouvindo a sua música favorita no fone de ouvido, talvez seja prudente dar uma atenção especial ao volume. Principalmente se for para abaixá-lo.

Ouvir um som alto nos fones até pode ser prazeroso e relaxante, mas o volume excessivo diretamente no ouvido pode causar surdez momentânea e até irreversível.

Segundo estudo publicado na última semana na revista “BMJ Global Health”, mais de 1 bilhão de jovens e adolescentes no mundo todo estão em risco potencial de perda auditiva por causa do uso de fones de ouvido e auriculares e pela presença em locais de música alta.

A perda auditiva causada pelo chamado ruído recreativo já é tratada como caso de saúde pública e motivo de alertas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para evitar uma geração marcada pela surdez, especialistas apontam que a solução passa, principalmente, pela consciência de cada um.

Nessa matéria, você vai entender mais sobre:

  • como o uso exagerado de fones de ouvido pode levar à surdez;
  • quais são os limites de som e a exposição de tempo recomendada;
  • o que fazer para continuar a usar fones de ouvido e evitar perda auditiva.

Solta o som, DJ?

Arthur Menino Castilho, presidente da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO) e especialista da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), explica que um som mais alto próximo ou diretamente nos ouvidos causa uma espécie de ‘estresse acústico’ dentro da orelha.

“Nossas células ciliadas da audição estão colocadas nessa situação para qual elas não foram desenhadas. O resultado disso é perda de audição, que pode ser imediata ou tardia”, disse.

A perda auditiva começa a partir do mal funcionamento de alguma parte do sistema que fica dentro da orelha. Basicamente, são três tipos:

  • A mais comum é a perda condutiva do som. Ela acontece quando há algum bloqueio que dificulta a condução do som.Esse problema ocorre na orelha externa ou média, onde estão localizados o tímpano e os famosos ossos do ouvido (martelo, bigorna e estribo). Excesso de cera ou perfurações no tímpano causados por barulho alto podem causar esse tipo de perda auditiva. Com tratamento, é reversível.
  • Na perda neurossensorial, o problema acontece quando há danos nas células sensoriais, localizadas no ouvido interno e responsáveis por codificar os sinais sonoros que são levados até o nervo auditivo e, depois, ao cérebro. Ela é causada pelo envelhecimento ou por exposição a sons muito intensos. Nesse caso, a perda auditiva é irreversível.
  • Há também a perda mista, quando há uma mistura das duas acima.

“Você vai em um show, fica muito perto da caixa de som e dos instrumentos, e fica com um tempo de exposição excessivo à fonte sonora, e aí você pode ter uma perda imediata e irreversível. Ou você pode estar em uma linha de produção de uma fábrica, que tem um som muito elevado, e você não está usando proteção adequada, e aí com os anos isso pode levar à perda de audição irreversível”, afirma Castilho.

“Uma coisa é ficar exposto a 90 decibéis de uma injetora de plástico em uma fábrica, que é um som chato, ninguém gosta, atrapalha, dá dor de cabeça. Outra coisa é você ficar exposto a 90 decibéis ao som de um rock bom ou com alguma coisa legal tocando. Lesa igual, só que uma te traz prazer e a outra, não”, diz o médico otorrinolaringologista.

Quais são os limites?

A intensidade do som é medida em decibéis (dB): quanto maior o volume do som, maior será a quantidade de decibéis. De acordo com Arthur Menino Castilho, o ideal é que o som presente nos fones de ouvido fique na faixa de 80 a 85 dB.

No Brasil, uma normativa do governo federal voltada para a segurança dos trabalhadores coloca limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente. A tabela também vale para ruído recreativo e dá um tempo máximo de exposição de acordo com a quantidade de decibéis.

Tabela indica níveis de ruído e tempo de exposição máxima para cada um — Foto: Reprodução/Ministério do Trabalho e Previdência

Tabela indica níveis de ruído e tempo de exposição máxima para cada um — Foto: Reprodução/Ministério do Trabalho e Previdência

Em 85 dB, por exemplo, dá para ficar exposto por oito horas seguidas. Se você aumentar o som e chegar a 115 dB, esse limite cai para apenas sete minutos. Acima disso, não é permitido.

Usuários de fones de ouvido geralmente escolhem volumes de até 105 dB, segundo pesquisas científicas. Pelas normas brasileiras, o tempo de exposição nesse caso é de somente 30 minutos. Já os níveis médios de som em locais de entretenimento variam e podem chegar a 112 dB. Uma pessoa só poderia ouvir um som nesse volume por 10 minutos, tempo considerado curto para quem frequenta baladas e shows.

Como saber a quantidade de decibéis que sai do meu fone de ouvido? Alguns smartphones oferecem opções para controlar os limites de volume de acordo com os decibéis e enviam notificações para que o som seja abaixado, caso o aparelho detecte a presença de volume alto nos fones por um período que possa afetar a audição.

Mas, uma forma mais simples, a dica é deixar o volume pela metade. “Assim, existe uma grande chance de você estar abaixo desse limiar”, afirma Castilho.

A prática, porém, necessita de ouvidos atentos. “O que pode acontecer é que, quando você deixa na metade, você se acostuma, aí entra uma música mais legal e você aumenta. Aí aumenta um pouco mais. Quando você vê, está com a intensidade lá em cima e nem percebeu”, explica.

Sistema iOS, presente em celulares da Apple, possui limitadores de volume, que precisam ser ativados pelos usuários — Foto: Reprodução

Sistema iOS, presente em celulares da Apple, possui limitadores de volume, que precisam ser ativados pelos usuários — Foto: Reprodução

Sinais da surdez

O zumbido é o principal sinal de que algo está errado na sua audição. Ele ocorre principalmente em casos de perdas auditivas graves e imperceptíveis no dia a dia.

“Zumbido é um barulho que não existe aqui fora. Existe apenas dentro da sua cabeça, do seu ouvido. É uma alteração elétrica da percepção da audição que está com problema, e que seu cérebro não consegue interpretar aquele código, o que gera o zumbido”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO).

“Não que todo mundo que tenha zumbido tenha perda de audição, mas quando você tem perda de audição, principalmente induzida por ruído, o zumbido é um sinal importante”, ressalta o médico.

De acordo com o especialista, informações e conteúdos educativos sobre saúde auditiva vindos do poder público poderiam ajudar na prevenção de casos de surdez. Mas, na ausência disso, o cuidado com a audição pode começar diretamente por quem está com o fone de ouvido pendurado na orelha.

“O ponto principal é a pessoa ter consciência que, se estiver escutando muito intenso, vai perder a audição. O problema é que essa perda não acontece na hora. Pode demorar anos”, coloca Castilho.

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Com Covid em alta, Pernambuco libera aplicação de 5ª dose vacina em idosos a partir de 80 anos; veja detalhes

Anúncio foi feito, nesta segunda (21), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE). No estado, asse público é formado por 264 mil pessoas.

Por g1 PE

Em meio a uma nova onda de Covid-19, Pernambuco liberou a aplicação da quinta dose, ou terceiro reforço, da vacina para idosos a partir de 80 anos de idade. O anúncio foi feito, nesta segunda (21), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE). No estado, asse público é formado por 264 mil pessoas.

Segundo o governo, alguns fatores foram fundamentais para a Comissão Gestora Bipartite (CIB) determinar a imunização para esse grupo.

Um levantamento feito pelo governo apontou que que há um “grande percentual” de pacientes maiores de 80 anos entre os internados pela Covid-19 nos leitos de terapia intensiva e enfermaria nas unidades de saúde.

Além disso, o estado confirmou, nas últimas semanas, a circulação da BQ.1 e da XBB, subvariantes da Ômicron.

A autorização da nova etapa de imunização acontece em um momento em que Pernambuco vivencia uma alta de casos da doença.

Na sexta (18), o governo disse que seis de cada dez pacientes internados estão com a vacinação atrasada.

A taxa de ocupação de leitos de UTIs para pacientes de doenças respiratórias na rede pública aumentou 9%, em duas semanas.

Por meio de nota, o secretário estadual de Saúde, André Longo, afirmou que é preciso levar com consideração o fato de que “idosos acima de 80 anos sofrem com a imunossenescência e perda progressiva da imunidade associada ao avanço da idade”. Esses são fatores de risco para adoecimentos graves.

Longo também afirmou que foi necessário privilegiar esse público, uma vez que “o cenário atual aponta uma falta de disponibilidade, por parte do governo federal, de imunizantes que atendam toda a população.”

Sobre as novas variantes, o pediatra Eduardo Jorge, integrante do Comitê Estadual de Acompanhamento da Vacinação, afirmou que elas são “especialmente mais evasivas para a resposta imune das vacinas já administradas na população”.

Ainda segundo ele, o ideal seria contar no Brasil com as vacinas bivalentes, que incluem, ao menos, as subvariantes BA.4 e BA.5 da Ômicron.

Como o país ainda não dispõe desse tipo de imunizante, o especialista disse que há evidências de que novos reforços com a vacina da Pfizer induzem melhoria da proteção imunológica.

Como será a aplicação

A aplicação da quinta dose nos idosos a partir de 80 anos será feita com o produto da Pfizer, que já está no estado.

As vacinas destinadas a esse público serão enviadas para as Gerências Regionais de Saúde (Geres) na quarta-feira (23), onde ficarão disponíveis para retirada por parte dos municípios.

Também por meio de nota, a superintendente de Imunizações de Pernambuco, Ana Catarina Melo, afirmou que só poderão tomar a quinta dose aqueles idosos que já tenham, no mínimo, quatro meses de aplicação da quarta dose da vacina.

Municípios

Também nesta segunda, o governo anunciou que vai receber, na terça (22), 40 mil doses de Coronavac para atender crianças de 3 e 4 anos. Esse público deixou de ser imunizado por falta dessa vacina em várias cidades de Pernambuco.

O estado disse que a nova remessa será enviada para as Geres na quarta (23), com os lotes de Pfizer destinados à quinta dose dos idosos.

O governo alertou os gestores municipais para a importância de organizar o estoque, garantindo a correta administração das doses.

O estado afirmou que a entrega de imunizantes da Coronavac para este grupo “vem sofrendo descontinuidade desde o primeiro semestre deste ano”.

Antivirais

O governo de Pernambuco definiu também nesta segunda os critérios para distribuição dos 2.045 kits dos medicamentos antivirais enviados pelo Ministério da Saúde para tratamento, em caráter experimental, da Covid.

A SES-PE disse que, segundo recomendações do Ministério da Saúde, poderão tomar os remédios antivirais pessoas com teste positivo para a doença, que não requerem o uso de oxigênio suplementar e que estejam até o quinto dia do início dos sintomas.

O público-alvo para o tratamento experimental são pacientes imunossuprimidos com 18 anos ou mais ou pacientes em geral a partir de 65 anos.

Diante da pouca quantidade recebida, ficou definido que os kits serão encaminhados para as sedes das Geres.

Cada Gerência deverá se reunir, nos próximos dias, com os municípios para pactuar e organizar a distribuição dos fármacos.

Preços de testes

O Procon de Pernambuco informou nesta segunda que constatou grande diferença de preços cobrados em farmácias do Recife para venda de testes rápidos para detectar Covid.

A maior diferença de preço foi encontrada no Auto Teste Antígeno Nasal, 456,85% encontrado por R$ 29,99 num local e até por R$ 167,00 em outro.

O Teste Antígeno Nasal, realizado de forma presencial nas farmácias, teve variação de 53, 87%, o menor preço encontrado foi R$ 64,99 e o maior R$ 100,00, em locais distintos. O RT-PCR variou de R$ 190,00 a R$ 350,00, uma diferença de 84,21%.

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Pernambuco libera vacinação contra Covid para bebês de 6 a 11 meses sem comorbidades

Estado tem 64 mil crianças entre 6 e 11 meses. Imunizante utilizado será o Pfizer Baby, que precisa ser aplicado em três doses.

Por g1 PE

O governo de Pernambuco autorizou, nesta quinta (17), a vacinação contra a Covid-19 para bebês de 6 a 11 meses, mesmo que eles não tenham doenças preexistentes, as chamadas comorbidades. O estado tem 64 mil crianças nessa faixa etária.

Pernambuco já havia autorizado a vacinação de crianças entre 6 meses e 2 anos de idade, mas que tivessem comorbidades.

Segundo o estado, a demanda de pais e responsáveis foi baixa. Isso levou a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) a liberar a aplicação nesse público elegível de uma forma mais ampla.

Os bebês serão imunizados com a vacina Pfizer Baby. A ritmo da aplicação das doses vai depender da realidade de cada município, informou a Secretaria Estadual de Saúde.

g1 fez um levantamento dos locais onde as vacinas da Covid para bebês estão sendo aplicadas na Região Metropolitana do Recife.

Com a Pfizer Baby, a imunização ocorre com três doses. Entre a primeira e a segunda, o intervalo precisa ser de, pelo menos, três semanas (21 dias). A terceira dose deve ser aplicada dois meses (oito semanas) após a segunda.

Em nota, o secretário de Saúde, André Longo, afirmou que os pais estão desperdiçando a oportunidade de proteger seus filhos contra formas graves da doença. Ele também afirmou que o avanço para o público geral busca não desperdiçar as doses de Pfizer Baby recebidas pelo estado.

Mais casos

O avanço da imunização ocorre no momento em que Pernambuco tem um aumento de internações por causa do coronavírus. A ocupação de leitos de UTI chegou a 75% na rede pública. A última vez que o estado teve mais de 70% dos leitos ocupados foi em agosto.

Cidades do Grande Recife têm aumentado a estrutura de vacinação e testagem, diante do aumento de casos. Nesta sexta (18), um novo ponto de imunização entra em operação no Shopping Tacaruna, no Recife.

A prefeitura de Jaboatão dos Guararapes também abre, na mesma data, dois novos pontos para a realização de testes gratuitos: no Shopping Guararapes, em Piedade, e na Policlínica Cônego Pedro, em Cavaleiro.

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Estado de SP volta a registrar mais de 300 internações por dia por Covid pela 1ª vez desde julho

Conforme dados da Secretaria de Estado da Saúde, 8 em cada 10 internações estão concentradas na Grande SP.

Por Ana Carolina Moreno, TV Globo e g1 SP

Internações por Covid-19 voltam a subir no Estado de São Paulo

O estado de São Paulo voltou a registrar nesta terça-feira (15) mais de 300 novas internações por dia de casos suspeitos e confirmados de Covid-19 pela primeira vez desde 27 de julho deste ano, apontam dados da Secretaria de Estado da Saúde. É a média mais alta em quatro meses.

Ainda conforme os dados, 8 em cada 10 internações, tanto em enfermaria quanto em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), estão concentradas na Grande SP.A média na região é de 242 novas internações por dia.

Já na capital paulista, a média de novas internações foi de 195 na terça-feira. O número dobrou em dez dias, já que, em 6 de novembro, a média era de 92 novas internações.

Apesar disso, o número de mortes está em queda, abaixo de 30 óbitos por dia, variando entre 14 e 29.

Internações por Covid em 2022 em São Paulo — Foto: Arte/g1

Internações por Covid em 2022 em São Paulo — Foto: Arte/g1

Internação na UTI

Os dados do governo apontam também que um novo ritmo tem feito a taxa de ocupação de leitos de UTI subir na capital paulista. Até esta terça, a média era de 337 pacientes internados na UTI, sendo a maior média desde 1º de agosto.

Ainda segundo o Censo Covid, desde 1º de novembro, o total de leitos de UTI destinados ao atendimento de pacientes com Covid aumentou 23%, passando de 489 para 601. Por isso, a taxa de ocupação está em 56,15%, a maior desde 22 de julho.

Além disso, o total de leitos ocupados aumentou 84%, de 183 para 337.

Média móvel de mortes em queda

O Brasil registrou na segunda-feira (14) 24 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.770 desde o início da pandemia. A média móvel é de 33 mortes por dia, com variação de -32% em relação a duas semanas atrás, o que aponta tendência de queda há 14 dias seguidos.

No total, o país registrou 2.582 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.963.985 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 7.786. A variação foi de +61% em relação à média de duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

  • Em alta (3 estados): AM, PA, RS
  • Em estabilidade (8 estados): SP, MT, MS, AL, PB, RO, AP, SC
  • Em queda (5 estados): ES, CE, MA, SE, PR
  • Não divulgaram até 20h (10 estados e o Distrito Federal): AC, BA, DF, GO, MG, PE, PI, RJ, RN, RR, TO

Médica critica falta de comunicação oficial

‘Aumento muito agudo de casos que a gente não viu na onda anterior’, diz infectologista Luana Araújo sobre momento da Covid no Brasil

A infectologista Luana Araújo criticou a falta de informações oficiais sobre um novo episódio de aumento de casos de Covid-19 no Brasil e disse que a população foi deixada ‘à própria sorte’ pelos governos.

Em entrevista à GloboNews, Luana alertou para a necessidade de se ter uma comunicação centralizada, que seria de responsabilidade do Ministério da Saúde, para informar a população sobre as fases da pandemia. E criticou o fato de estados terem orientações diferentes sobre a vacinação e medidas de contenção da doença.

“Isso cria uma confusão e gera um amadorismo na vigilância, o que faz com que as pessoas percebam que os casos estão aumentando antes da gente ter uma comunicação oficial de uma perspectiva de aumento de casos, que é o que deveria ter acontecido. Vimos essa onda acontecendo na Europa e nos Estados Unidos em um passado recente, já era para a gente ter compreendido, aprendendo as lições anteriores da pandemia, que isso ia chegar aqui”, afirmou.

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Após atrasar em 14 dias envio de vacinas, Saúde diz ao STF que não há ‘descaso’ com imunização infantil contra Covid-19

Ao Supremo, Ministério da Saúde afirmou que governo tomou medidas para viabilizar a imunização de crianças de 6 meses a 4 anos. Lote chegou ao Brasil no dia 27 de outubro; governo federal encaminhou as doses aos estados em 10 de novembro.

Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

Vacinação infantil está lenta

Após demorar 14 dias para enviar aos estados vacinas para bebês e crianças contra a Covid-19, o governo federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (16), que não há “descaso” com a vacinação infantil.

Em documento enviado à Corte, a consultoria jurídica da Advocacia-Geral da União que atua no Ministério da Saúde justificou a declaração sob o argumento de que já “existe uma estratégia de vacinação com os imunizantes Pfizer e Coronavac”.

O órgão apontou ainda que “as medidas requeridas para a vacinação do público infantil já estão sendo adotadas por este Ministério da Saúde”.

As primeiras vacinas da Pfizer contra a Covid-19 destinadas para bebês e crianças começaram a ser distribuídas no dia 10 de novembro. O lote, com 1 milhão de doses, chegou ao Brasil no dia 27 de outubro. O governo federal demorou 14 dias para fazer o envio das vacinas aos estados.

imunizante foi aprovado pela Anvisa no dia 16 de setembro para o público infantil de 6 meses a 4 anos de idade – nem a agência reguladora nem a Pfizer colocaram restrições na aplicação das doses dentro dessa faixa etária.

Ação

Os esclarecimentos foram enviados ao tribunal para atender a uma determinação do ministro Ricardo Lewandowski, relator de uma ação do partido Rede Sustentabilidade sobre o tema.

A sigla afirmou ao Supremo que há “descaso” do governo em relação à imunização de crianças de 6 meses a 4 anos. A AGU rebateu os argumentos e defendeu o arquivamento do pedido.

“Considerando que as informações prestadas indicam haver atuação do Ministério da Saúde para a aquisição e distribuição de imunizantes para o público infantil, requer-se sejam indeferidos os pedidos”, apontam os documentos.

O Ministério da Saúde também afirmou que orientou os estados e o Distrito Federal para que “a imunização seja organizada de acordo com os quantitativos de vacinas disponibilizadas e adesão do público à vacinação, razão pela qual dar-se-á início à vacinação pela faixa etária de 6 meses, seguidas das faixas etárias de 1 e 2 anos de idades com comorbidade”.

A pasta rebateu o argumento de que haveria “preferência” em relação ao público.

“Ao contrário do que afirma a requerente, o início da vacinação pelos portadores de comorbidades não se trata de preferência ou de filtragem das crianças a serem vacinadas, mas de uma estratégia voltada à organização em conformidade com a quantidade de imunizantes disponibilizados.”

Histórico

Na ação, apresentada em 8 de novembro, a Rede pediu que a Corte determine ao governo a apresentação, em 48 horas, de um plano específico para o grupo, que tenha detalhes como:

  • a indicação de quais doses serão aplicadas (Pfizer a partir de 6 meses e/ou CoronaVac a partir de 3 anos);
  • e as datas de distribuição aos estados e quaisquer outras informações pertinentes.

A sigla pediu ainda que sejam destinados recursos para a compra de doses de reforço das vacinas já aplicadas para crianças acima de 3 anos; e que sejam divulgadas campanhas públicas de incentivo à vacinação infantil contra a Covid-19, inclusive com necessidade de busca ativa de crianças aptas a serem vacinadas.

“A posição do governo federal durante todo o enfrentamento da pandemia, e mais especificamente na vacinação de crianças, afronta princípios basilares da Constituição Federal, a Lei devidamente aprovada pelo Congresso Nacional e precedentes do Supremo Tribunal Federal. O abuso precisa ser, infelizmente e uma vez mais, contido notadamente com a prolação de decisão judicial”, escreveu o partido no pedido.

A Rede completou a solicitação afirmando que “não é crível que o governo federal” continue adotando condutas que não sigam a ciência e “balizas técnicas”.

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Cidade de SP começa nesta quarta a cadastrar crianças entre 6 meses e 3 anos para ‘xepinha’ da vacina contra Covid

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, capital recebeu 34,8 mil doses do imunizante da Pfizer voltado para este público. Inicialmente, vacinação será voltada para crianças com comorbidades. Saiba como realizar inscrição na ‘xepa’.

Por g1 SP — São Paulo

Crianças de seis meses a 3 anos poderão sem comorbidades podem ser cadastradas a partir desta quarta-feira (16) para a chamada “xepinha” da vacina contra a Covid-19 na cidade de São Paulo. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), este grupo poderá ser imunizado caso haja doses remanescentes no final do expediente dos postos de imunização .

A vacinação desta faixa etária começará na quinta-feira (17) na capital. Inicialmente, apenas crianças com comorbidades e/ou indígenas serão imunizadas. Ainda não há previsão de quando será liberada a imunização para o público geral.

De acordo com a SMS, a capital paulista recebeu do Ministério da Saúde 34.840 doses do imunizante da Pfizer voltado para este público, mas cidade teria 367.439 crianças na faixa etária em questão.

As vacinas serão aplicadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), de segunda a sexta, das 7h às 19h, e nas UBSs Integradas, aos sábados, também das 7h às 19h.

O esquema vacinal de crianças a partir de seis meses e menores de 3 anos de idade é realizado apenas com o imunizante da Pfizer de tampa vinho, o único liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para este público. Ele prevê a aplicação de três doses, com um intervalo de quatro semanas (28 dias) entre a primeira e a segunda e de oito semanas (56 dias) entre a segunda e a terceira.

Como inscrever crianças na ‘xepinha’?

De acordo com o instrutivo da Secretaria Municipal de Saúde, cada unidade de saúde deve organizar uma lista de espera própria com crianças que morem ou estudem na sua área de abrangência.

Para fazer a inscrição, é necessário ir à unidade de saúde, informar um telefone, pelo qual o responsável será informado em caso de disponibilidade de dose remanescente, e apresentar um comprovante de endereço.

A residência ou a escola da criança deve estar dentro da área de abrangência da unidade de saúde procurada (consulte aqui a unidade de referência do seu endereço).

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