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Depois de fiscalização, Masterboi é notificada pela PCR e tem 20 dias para retirar produtos

A empresa Masterboi, localizada na Imbiribeira, foi interditada nesta quarta-feira (29) pela Prefeitura do Recife e tem 20 dias para remover cerca de mil toneladas de produtos estocados nas câmaras frigoríficas. Durante o prazo, a empresa também deve adotar um plano emergencial de contingência.

As medidas foram determinadas após nova vistoria conjunta realizada pelas equipes das secretarias de Meio Ambiente, Saúde e Defesa Civil.

Durante a vistoria, as equipes constaram que a tubulação de onde partiu o vazamento de gás ocorrido na segunda (26) foi soldada e o local não apresenta mais o cheiro forte de amônia.

A empresa comunicou que, até momento, foram retiradas 60 toneladas de produtos das câmaras e transportadas para outros armazéns por meio de carretas contratadas. Afora os órgãos municipais e a Adrago, a inspeção foi acompanhada por lideres da comunidade 7 de maio, que fica por trás do empreendimento.

A Secretaria de Meio Ambiente e a Vigilância Sanitária determinaram a retirada dos alimentos porque a Masterboi precisa fazer diversas adequações na estrutura e se regularizar junto ao município. Só depois disso, o empreendimento pode reabrir. Durante os próximos 20 dias, o compressor do sistema de refrigeração que foi responsável pelo vazamento de gás amônia permanecerá desligado. Mas, outras duas máquinas continuarão funcionando para que os produtos existentes no local não estraguem.

A Masterboi ainda terá implantar uma série de medidas preventivas, a exemplo de sistema de alarme, sinalizações e sensores para detecção de vazamento. Mesmo assim, os órgãos de controle do município já advertiram que, ao menor sinal de um novo vazamento, a empresa terá imediatamente todas as câmaras frigoríficas fechadas, as máquinas desligadas e os alimentos incinerados.

 

 

Blog do Jamildo

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ITAÍBA // Advogado de Mysheva rebate acusações de fazendeiro sobre assassinato de promotor

O advogado de Mysheva Martins, noiva do promotor assassinado, Thiago Faria, rebateu asacusações feitas pelo principal suspeito do crime, o fazendeiro José Maria, de que Mysheva teria participação na morte do noivo em Itaíba, no Agreste de Pernambuco. De acordo com José Augusto Branco, as acusações feitas no vídeo não são verídicas. A defesa de Mysheva desafiou o fazendeiro a mostrar algum documento que comprove o pedido de união estável dois dias após o assassinato, assim como disse desconhecer venda de gado do promotor para pagamento da execução do crime.

Ainda segundo o advogado, Mysheva não teria dado a certeza de que de fato teria sido Edmacy o homem que atirou no promotor. José Augusto revelou que, após o crime, uma foto de Edmacy foi apresentada à Mysheva através de um celular e, naquele momento, ela afirmou que a pessoa da imagem parecia com o executor, mas que o assassino estava de óculos e chapéu grande. Não houve, de acordo com o advogado, um reconhecimento legal, com várias pessoas parecidas postas em um vidro, mas uma indução, com a foto de uma só pessoa.

A produção conversou com a perita Vanja Coelho, que trabalha no caso com mais três peritos, e ela informou que o Instituto de Criminalística (IC) pretende entregar o laudo da reprodução simulada até o dia 10 de fevereiro. Ainda segundo Vanja Coelho, na semana passada, os peritos voltaram na cena do crime para, com calma, visualizar melhor a dinâmica do homicídio do promotor e poder esclarecer todas as dúvidas.

Ela disse ainda que os tiros da reprodução simulada foram de verdade. Os peritos usaram cartuchos completos das armas para ter uma sonoridade mais próxima possível dos disparos feitos para matar Thiago Faria. Por segurança, o local foi isolado 400 metros. Na reprodução simulada, os peritos encenaram o momento da execução do promotor e os carros utilizados foram do mesmo modelo dos usados no dia do crime. A única coisa que mudou foi a cor do carro onde estavam os assassinos porque o veículo escuro que seria usado quebrou quando seguia para a PE-300, em Itaíba.

 

TV Jornal

Imagem: TV Jornal

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PCR vai estudar ações para proteger ovos de tartarugas

O técnico ambiental e ambientalista voluntário Adriano Artoni, que esteve presente na desova da tartaruga na praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, nesta terça-feira (28), fez um apelo aos órgãos responsáveis pela iluminação na orla. Segundo ele, quando as tartaruguinhas nascem elas se guiam pela luz da lua para conseguirem chegar ao mar e, com as luzes da orla acesas, elas podem se confundir e irem em direção à avenida Boa Viagem, correndo o risco de serem atropeladas, como aconteceu na última desova, em 2007.

A redação do NE10 entrou em contato com a PCR, através da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, que informou que não vê necessidade de apagar as luzes na orla nos dias da eclosão dos ovos. Porém, ela esclareceu que a Brigada Ambiental da prefeitura acionará especialistas na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e no projeto Tamar para saber as melhores medidas a serem adotadas.


A quantidade médias de ovos da espécie de tartaruga-verde é de 130 a 150
Foto: Adriano Artoni

DESOVA – Por volta de 1h da madrugada de hoje, uma tartaruga da espécie tartaruga-verde desovou na praia de Boa Viagem, na altura da Rua Bruno Veloso, em frente ao Hotel International Palace. Foi a primeira vez este ano que houve uma desova na praia de Boa Viagem.

O ambientalista voluntário Adriano Artoni informou que há riscos para os ovos nessa localidade, por causa da movimentação que a praia tem. As pessoas podem roubá-los, ou até mesmo destruí-los sem intenção. Com esse receio, ambientalistas conseguiram isolar a área, que precisa ficar desse jeito por 45 a 72 dias, período em que as tartaruguinhas irão nascer.

A quantidade média de ovos para essa espécie de tartaruga é de 120 a 150, e uma tartaruga-verde pode pôr, por ano, de 3 a 6 vezes.

 

NE10

Foto: Adriano Artoni/ divulgação

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Pernambuco tem mais linhas de telefonia móvel que pessoas

Pernambuco tem, segundo o balanço da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) do ano de 2013, 12 milhões e 400 mil linhas de telefonia móvel, quase três milhões a mais do que o número de habitantes do Estado, que é de pouco mais de 9 milhões. Na região Nordeste, a quantidade de linhas de Pernambuco é a segunda maior, ficando atrás apenas da Bahia, que tem quase 18 milhoes de linhas para proximadamente 15 milhões de habitantes.

O número é grande quando se considera o fato de que nem todos os habitantes possuem linha telefônica, significando que várias pessoas possuem mais de uma linha, na maioria das vezes de operadoras diferentes. Isso ocorre principalmente por causa do trabalho, da família ou dos amigos.

É o caso da comerciante pernambucana Eliane Silva, 34 anos, que possui dois chips pré-pagos há três anos, um da operadora Oi e outro da TIM. Ela conta que precisa de mais de um por causa dos contatos, a maioria com telefone Oi. O sinal das operadoras também influenciaram na escolha.”Tem lugares que eu vou que a Oi não pega, e outros que a TIM não pega”, conta.

Assim como Eliane, a maioria das linhas no Brasil, segundo o balanço da Anatel, é pré-paga: 78,05% das mais de 271 milhões das linhas ativas. O número total de linhas representa um crescimento de 3,5% em relação ao ano anterior, totalizando quase dez milhões a mais. A quantidade de linhas, portanto, também é maior do que o número de habitantes, que é de 201 milhões.

No País, o estado com maior número de linhas móveis ativas é São Paulo, com 65 milhões de linhas por 43,6 milhões de habitantes. O menor número é Roraima, que tem 507 mil, pouco a mais do que o total de habitantes, de 448 mil.

 

 

NE10

Foto: AFP

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Conta d’água vai ficar mais cara

O aumento da conta de água será definido na próxima semana pela Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe). Ela vai realizar uma audiência pública na próxima sexta-feira, às 9 horas, no auditório do Banco Central, em Santo Amaro, para apresentar ao público a metodologia usada no cálculo do reajuste a ser cobrado pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa).

O último aumento da conta de água entrou em vigor no dia 18 de fevereiro do ano passado. Em 2013, a Arpe definiu um reajuste médio de 7,98% para a conta de água. No entanto, esse percentual foi alterado, porque a Compesa passou a pagar menos na conta de energia devido a uma decisão do governo federal que entrou em vigor em janeiro de 2013. Essa diminuição do custo foi repassada ao consumidor, que ficou com um aumento (também médio) de 5,19%.

Os consumidores que quiserem saber mais informações sobre o aumento poderão encontrá-las no site da Arpe (www.arpe.pe.gov.br). Até 48 horas antes da audiência, a agência vai colocar no site a metodologia usada no cálculo do reajuste assim como o percentual defendido pela Arpe.

A data da audiência pública foi publicada no Diário Oficial do último sábado. A finalidade do evento é colher informações que podem contribuir para definir o aumento da conta de água. É por isso que o reajuste é definido depois de uma análise feito pelos técnicos da Arpe.

O presidente da Compesa, Roberto Tavares, e o diretor de Regulação Econômica-financeira da Arpe, Hélio Lopes, não quiseram explicar à reportagem do Jornal do Commercio detalhes sobre o aumento, apesar de ser um serviço prestado por uma estatal e definido pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe), ligada ao governo do Estado.
As principais despesas da Compesa são a folha de pagamento dos funcionários, os serviços de terceiros e a energia elétrica. A folha saiu de R$ 258 milhões em 2013 e deve chegar a um valor estimado de R$ 306 milhões em 2014, de acordo com informações da estatal.

Ainda em relação aos números previstos para 2014, a estatal estima ter uma redução nos gastos com energia e serviços de terceiros, quando comparados com 2013. A redução na conta de luz vai ocorrer em função de um programa de eficiência energética adotado pela estatal.

 

 

 

Do JC Oline

 

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VÍDEO EXCLUSIVO // Fazendeiro acusa noiva de promotor pelo assassinato em Itaíba

O fazendeiro Zé Maria, suspeito de ser o mandante da morte do promotor Thiago Faria, gravou um vídeo, exclusivo para a TV Jornal, no qual acusa a noiva da vítima de ter envolvimento no crime. O fazendeiro, que está foragido há mais de três meses, disse que a advogada Mysheva Martins pagou os executores do crime com o dinheiro de gado pertecente ao promotor, que foi vendido na semana posterior ao assassinato.

De acordo com Zé Maria, o veículo do Thiago foi parado no acostamento a pedido da noiva para que os pistoleiros matassem o noivo. Após o homicídio, um casal teria oferecido ajuda a mulher, que recusou. Ele disse também que  a noiva tinha interesse no dinheiro do promotor, já que, um dia após o enterro, entrou com um pedido de união estável.

O fazendeiro criticou a atuação da polícia, que não teria ouvido o depoimento dele, e disse que, se o pedido de prisão provisória dele for revogado pela Justiça, ele se apresenta para prestar depoimento. Zé Maria está em um esconderijo há mais de 3 meses, desde que foi apontado como mandante do crime. O cunhado dele, Edmacy Ubirajara, chegou a ser preso e passou dois meses no Centro de Triagem de Abreu e Lima (Cotel), de onde saiu em dezembro.

O promotor Thiago Faria foi assassinado a tiros em outubro do ano passado quando seguia com a noiva, Mysheva Martins, para a cidade de Itaíba, no Agreste de Pernambuco. O Ministério Público e a Polícia Civil, que investigam o crime, afirmam que não podem dar informações sobre as investigações porque o caso corre em segredo de Justiça.
 
Da TV Jornal

Imagem: TV Jornal

 

 

 

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MPPE solicita afastamento definitivo de dez vereadores de Caruaru

Após ouvir os dez vereadores indiciados na Operação Ponto Final da Polícia Civil, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) decidiu entrar com ação por ato de improbidade administrativa que solicita o afastamento definitivo dos parlamentares. De acordo com a promotora Bianca Stella Azevedo Barroso, a solicitação foi encaminhada ao Poder Judiciário. Segundo ela, o juiz da Vara da Fazenda deCaruaru é quem deve julgar. “Ele irá rever todo o processo e haverá oportunidade para apresentação de defesa”, disse.

Ainda de acordo com a promotora, se, ao final do julgamento, os vereadores forem condenados, poderão perder a função pública, ter os direitos políticos suspensos – não podendo se candidatar no período de três a cinco anos – e podem ainda ser condenados a pagar multa civil de até 100 vezes o valor da remuneração que recebem.

Bianca Stella informou também que o secretário de Relações Institucionais da prefeitura, Marco Casé, e o secretário adjunto, Davi Cardoso, serão notificados para comparecer à sede do MPPE em Caruaru para prestar declarações. “A ouvida dessas novas pessoas será feita porque elas foram citadas pelos vereadores. Quando ouvimos os dez, terminamos uma parte do procedimento. Agora, continuaremos ouvindo para apurar outras denúncias”.

A ouvida dos edis começou no dia 16 de janeiro. Prestaram declarações na data os vereadores Eduardo Cantarelli (SDD), Jadiel Nascimento (PROS), Jajá (sem partido), Louro do Juá (SDD), Val (DEM), Cecílio Pedro (PTB), Val das Rendeiras (PROS) e Sivaldo (PP). No dia 24 foi a vez dos parlamentares Evandro Silva (PMDB) e Neto (PMN). Todos prestaram declarações sobre os supostos atos de corrupção pelos quais foram denunciados.

Câmara não recebeu notificação do TJPE

Tribunal de Justiça de Pernambuco (Foto: Luna Markman/G1)Tribunal determinou a volta imediata de vereadores
(Foto: Luna Markman/G1)

O procurador jurídico da Câmara de Vereadores de Caruaru, José Américo Monteiro, informou nesta terça-feira (28) que a Casa ainda não foi notificada sobre a decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). O desembargador Fausto Campos determinou no dia 17 a volta imeditada dos dez parlamentares aos cargos.

O procurador da Casa lembrou que ainda há um outro processo na Vara da Fazenda Pública que impediria a volta imediata dos vereadores. Como medida, já enviou uma petição para que o juiz José Fernando Santos de Sousa se pronuncie sobre a decisão do TJPE. Segundo Monteiro, o pedido pode ser apreciado ainda nesta terça.

Para o desembargador Itamar Pereira da Silva, também do TJPE, a decisão do magistrado Fausto Campos já é válida e soberana sobre as demais, inclusive sobre as de primeira instância, de Varas do município, de acordo com a assessoria do tribunal.

De acordo com o documento do TJPE, é “insustentável a manutenção do afastamento dos impetrantes do cargo eletivo de vereador da cidade de Caruaru, ante a ausência de concreta demonstração de que os mesmos estariam, direta ou indiretamente, prejudicando a coleta de provas” (sic). A decisão ressalta ainda a situação econômica da casa: “a medida atacada repercute severa e negativamente sobre as finanças da Câmara de Vereadores de Caruaru que em decorrência da suspensão de dez de seus membros, teve que proceder com a convocação e posse de igual número de suplentes para substituí-los” (sic).

Vereadores aprovam projeto novamente

Dos 22 vereadores que compareceram à sessão extraordinária na Câmara, na última quinta-feira (23), dois votaram contra e 20 a favor do projeto que inclui o Bus Rapid Transit (BRT). O plano visa à melhoria da mobilidade urbana de Caruaru, no Agreste pernambucano. O encontro começou com duas horas de atraso, porque os parlamentares esperaram pareceres das comissões de Legislação e Redação, de Finanças e de Obras e Serviços.

Leonardo Chaves, presidente da Câmara de Vereadores de Caruaru  (Foto: Reprodução/TV Asa Branca)Seria necessária outra sessão, para ratificar plano.
(Foto: Reprodução/TV Asa Branca)

No plenário, o presidente da Casa, Leonardo Chaves (PSD), informou que seria necessária outra votação para ratificar a validade do projeto. No entanto, perguntou aos presentes se os votos seriam mantidos em segunda análise e recebeu falas positivas dos parlamentares. O edil Demóstenes Veras (PTB) não participou da sessão, porque estava em plantão médico. Chaves decidiu encerrar a sessão e encaminhar o documento para a sanção.

No dia 17 de dezembro de 2013, ocorreu a primeira votação do projeto, que recebeu 17 votos a favor e cinco votos contra, além de uma abstenção. Um dia depois, dez vereadores foram presos durante a Operação Ponto Final. Na terça-feira (21), os parlamentares decidiram acatar a recomendação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e anularam a votação, por unanimidade.

Comissão de Ética e cassação

Na quarta-feira (15), a promotora Bianca Stella Azevedo informou que a Câmara de Vereadores atendeu à solicitação sobre o processo de cassação dos parlamentares afastados. O presidente da casa, Leonardo Chaves (PSD), tinha – a partir da segunda (13) – 48 horas para se pronunciar sobre o caso, sob risco de responder por crime de improbidade administrativa, por omissão.

A Câmara de Vereadores de Caruaru realizou na quinta-feira (16), a substituição dos cinco vereadores suplentes da Comissão de Ética da Casa. De acordo com o presidente da Casa, Leonardo Chaves (PSD), deixaram a Comissão os parlamentares Louro do Juá (SDD), Eduardo Cantarelli (SDD), Cecílio Pedro (PTB), Sivaldo Oliveira (PP) e Jadiel Nascimento (PROS). Também segundo o presidente, os edis foram substituídos pelos vereadores Edjailson (PTdoB), Edmilson (PCdoB), Ranilson (PTB), Lula Torres (PR) e Romildo (PTN).

Gravações revelam suposto esquema

Imagens e áudios do inquérito policial da Operação Ponto Final foram veiculados com exclusividade pelo ABTV 2ª Edição. Neles, aparecem os vereadores Eduardo Cantarelli (SDD), Jajá (PPS), Neto (PMN), Val (DEM), Louro do Juá (DEM), Jadiel Nascimento (PROS), além de dois interlocutores não identificados. Em três conversas, são tratados supostos esquemas para obter vantagens com a aprovação de um projeto. Confira abaixo as transcrições.

Primeira parte do material
Eduardo Cantarelli (EC), Jajá (JJ) e representante da Prefeitura de Caruaru (RPC) conversam sobre quantias em dinheiro.

 

EC: Veja, não foi isso que eu falei pra você, ontem?
RPC: 250? [R$250 mil]
EC: Não foi isso?
RPC: Foi.
EC: Você leva pra ele… Se ele chegar a isso… Ou a isso aqui. A gente vê…
RPC: 250 [R$ 250 mil], pode ser 200, 150.
JJ: Veja bem… ‘Bora’ ver? [Corte]
JJ: E aí? Já resolveu?
RPC: Não. É o que eu já disse a Eduardo. O prefeito descartou. Ele disse ‘Não vou fazer isso não’. Então…
JJ: Nada.
RPC: É.

Segunda parte do material
Neto (NT), Val (VL) e Louro do Juá (LJ) conversam sobre a possibilidade de serem presos e a aprovação de um projeto. A gravação é de escuta ambiente.

 

NT: Se reunimos ontem e tá firmado os oito? Se for pra ir pro presídio, vai os oito, se for pra ir pro céu vai os oito, ninguém abre mão. A gente tivemos uma reunião ontem e fizemos uma votação. Que tem organização. A gente já decidiu que tá organizado. Se amanhã… Hoje a gente pegar o projeto… Se for pra segunda votação e se pedirem à gente pra aprovar, a gente vai botar a cara a tapa. Tem que ter uma emenda e é dobrado. A gente já disse: ‘A gente vai inflacionar pra poder decidir hoje’.
VL: E numa questão de entendimento, a gente pode até acatar… Mas se tiver entre a gente um desacordo…
NT: A gente se reuniu ontem, como eu disse a você, pra votar contra. Val, Louro, Evandro… E também tem o seguinte… Se o prefeito quiser por unanimidade, a gente aprova por unanimidade. Agora, só que vai dar na cara que teve o dinheiro, e você não quer demonstrar isso pra sua base. Quer?
LJ: O pensamento nosso foi esse. Nesse valor. Agora, se por acaso não quiserem a gente derrotar… Que a gente derrota! Se derrotar e depois vir arrependido, chamar a gente… A gente só vem em dobro. Tem que ter uma mudança no projeto, pra gente se pegar.

Terceira parte do material
Jadiel Nascimento (JN) e um homem não identificado (HNI). Eles falam de encontro com Val das Rendeiras e sobre um projeto que seria votado no dia seguinte. A gravação é de escuta telefônica.

 

HNI: Alô, Jadiel? Jadiel?
JN: Diz, homem.
HNI: E aí, alguém ligou pra você?
JN: Não. Até agora não. E pra tu? Eu me encontrei com Val das Rendeiras, agora. E ele, o prefeito, parece que não tem interesse de conversar com ninguém. Ele [Val das Rendeiras] disse: ‘Ó… O homem até agora não conversou com ninguém. Amanhã já entra o projeto e até agora não conversou. Então, amanhã, ele não ache ruim o resultado’. Aí ele [Val das Rendeiras] disse: ‘Só dá certo se for o grupo todo junto. Porque se for conversar um por um…’ Eu mesmo não vou garantir o voto não.

Operação Ponto Final

Os vereadores Jadiel Nascimento (PROS), Sivaldo Oliveira (PP), Val das Rendeiras (PROS), Cecílio Pedro (PTB), Val (DEM), Louro do Juá (DEM), Eduardo Cantarelli (SDD), Neto (PMN), Evandro Silva (PMDB) e Jajá (PPS) foram presos no dia 18 de dezembro durante a Operação Ponto Final, da Polícia Civil.

Vereadores presos serão encaminhados à penitenciária (Foto: Amanda Dantas / TV Asa Branca)
Vereadores foram presos suspeitos de corrupção.
(Foto: Amanda Dantas / TV Asa Branca)

No dia 24 de dezembro, seis dos dez vereadores foram soltos. O primeiro a deixar a unidade foi Louro do Juá (DEM). Em seguida, Jajá (PPS). Logo após, foi a vez de Val das Rendeiras (PROS) e Neto (PMN). Depois, Sivaldo Oliveira (PP) foi liberado e, por último, Evandro Silva (PMDB).

No dia 25 de dezembro, deixaram a penitenciária Cecílio Pedro (PTB) e Val (DEM), após pagarem fiança de R$ 50 mil cada, por porte ilegal de armas. Os pedidos de habeas corpus de Eduardo Cantarelli (SDD) e Jadiel Nascimento (PROS) foram aceitos no dia 26 pelo Tribunal de Justiça do Pernambuco (TJPE).

Uma coletiva de imprensa foi realizada no dia 27 de dezembro para apresentar dados da conclusão do inquérito. Nela, foi informado que os vereadores são suspeitos de prática de corrupção passiva, que é a solicitação de vantagem indevida; de concussão, que é crime contra a administração pública; e de organização criminosa, que é a integração e ações de cunho criminal. No caso dos vereadores, por serem funcionários públicos, a pena de Organização Criminosa pode aumentar de 1/6 a 2/3.

De acordo com o gestor operacional do Interior I e presidente da investigação, Erick Lessa, três vereadores foram considerados os mentores do suposto esquema. “Os cabeças eram Cecílio Pedro (PTB) e Sivaldo Oliveira (PP) da situação, e Val das Rendeiras (PROS) da oposição. A mediação entre as partes era feita pelo vereador Eduardo Cantarelli (SDD) que era o mais ousado do esquema” afirma Lessa. Questionado o porque de ‘ousado’, o delegado afirma que ele era bem incisivo nas negociações.

Ainda de acordo com o delegado Erick Lessa, um dos vereadores que tentou ajudar a polícia durante as ouvidas foi Jadiel Nascimento (PROS). Ele apelou pela delação premiada, porém, o Ministério Público entendeu que o depoimento dele não teria contribuído para esclarecer como o esquema de fato era feito.

Vereador diz que sofreram ‘armação’

Coletiva de imprensa dos vereadores em Caruaru (Foto: Jael Soares/G1 Caruaru)
Coletiva de imprensa dos vereadores em Caruaru.
(Foto: Jael Soares/G1 Caruaru)

Também no dia 27 de dezembro, uma coletiva foi realizada pelos dez vereadores que estiveram presos após a Operação Ponto Final. Sivaldo Oliveira (PP), Val (DEM) e Evando Silva (PMDB) representaram os demais e declararam inocência de todos, mas não passaram informações concretas sobre os possíveis motivos do inquérito da Polícia Civil. Eles afirmaram que sequer sabem os fatos que dão base para indiciá-los.

Evandro Silva iniciou os depoimentos e questionou a falta de defesa na prisão preventiva e falou abertamente sobre um esquema que pode estar por trás das prisões. “Foi pego todo mundo de surpresa. Vocês veem que foi de um pessoal que já vinha preparando isso, inclusive sabendo às vezes até da sentença. Porque foi veiculado que um senhor suplente de vereador ia para um cargo. Estava tudo já esquematizado”, afirmou.

Sivaldo Oliveira e Cecílio Pedro (PTB), da situação, são considerados pela polícia os líderes do grupo criminoso, juntamente a Val, líder da oposição. Eles dizem não entender o porquê destes indícios, já que mais de 99% dos projetos vindos da Prefeitura de Caruaru teriam sido aprovados. “Formação de quadrilha – que termo tão pesado! Formação de quadrilha de quê? Então, quer dizer que a partir do momento que você defende algo e é a favor ou contra, você é de uma quadrilha? Como é que uma quadrilha trabalha aprovando tudo que o prefeito quer? O que era bom para Caruaru foi aprovado, inclusive o BRT”, comentou Oliveira, o segundo a se pronunciar na coletiva.

Para eles, o que pode ter havido é um mal entendido em falas ou ações. “Muitas vezes você fala uma coisa e a pessoa entende de outra forma. Às vezes você solta uma brincadeira e o povo pensa que é verdade, leva para outro sentido. Aqui temos um grupo de amigos. Amigos que discutiram projetos e aprovamos os projetos. E aí, o que tem de errado com isso? Caruaru vai saber no tempo certo, acreditamos na justiça”, falou Sivaldo Oliveira.

Apontado pelo delegado Erick Lessa como mediador do grupo, o vereador Eduardo Cantarelli (SDD) foi questionado pelo G1 se ações ou articulações políticas dele podem ter sido confundidas com práticas ilícitas. “A gente foi preso de forma arbitrária. A gente está tendo a primeira oportunidade de se defender e falar com a população caruaruense. O que foi falado pelo delegado, ele está fazendo o papel dele e respeito; o que vai ser falado pela gente, vai ser no momento – se houver processo – de defesa. Ele pode falar muito bem de mim, de Evandro, de Sivaldo, o que quiser, mas eu quero ver se ele vai provar o que está falando”.

Após o fim das perguntas da imprensa, o vereador Val retomou o microfone e comentou que a prisão “aconteceu na véspera da CPI que ia investigar o prefeito que aí está”.

 

 

Do G1 Caruaru

Foto: Jael Soares/G1 Caruaru

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Depósito da Masterboi no Recife é interditado após vazamento de amônia

O depósito da empresa Masterboi que fica no bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife, onde houve um vazamento de amônia na noite da segunda (27), foi interditado, na manhã desta terça (28). As equipes da Prefeitura que foram ao local  constataram que 36 dos 46 moradores da vizinhança que foram entrevistados pelos técnicos apresentaram sintomas de intoxicação, segundo informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde. Os pacientes foram atendidos no local e não precisaram ser hospitalizados.

Por parte da Secretaria de Meio Ambiente, a interdição foi motivada por dois fatores principais: a falta de licença ambiental e a constatação de poluição atmosférica e hídrica — resíduos de óleo estavam sendo jogados na rede pluvial do bairro. Por essas infrações, a empresa pode ser multada em até R$ 250 mil.

A vistoria da Vigilância Sanitária do município também constatou a ausência da licença ambiental e determinou a interdição cautelar do depósito. O processo administrativo que será aberto poderá resultar em multa e em interdição permanente. A Defesa Civil ainda informou que os moradores do entorno já podem voltar para suas casas, pois o gás que vazou teria se dissipado no ar.

“O problema é que é um tubo onde está saindo a amônia pra comunidade. O cheiro, realmente, é insuportável, e também não tem licença da Vigilância Sanitária”, explicou a gerente da Vigilância Sanitária do Recife, Adeílza Ferraz.

A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) informou que o registro do depósito é feito no Ministério da Agricultura devido ao fato de a empresa realizar transações comerciais em nível federal. Por esta razão, a Adagro não deverá se envolver no caso ou emitir qualquer parecer.

A amônia é uma das substâncias usadas para auxiliar a refrigeração dos frigoríficos.

Depósito da Masterboi da Imbiribeira foi interditado após vazamento de amônia (Foto: Fernando Rêgo Barros/TV Globo)
Depósito da Masterboi foi interditado após vazamento de
amônia (Foto: Fernando Rêgo Barros/TV Globo)

Alguns moradores disseram que o vazamento não seria o primeiro a ocorrer na empresa. “Já aconteceu antes e vinha acontecendo com frequência, mas ontem foi o pior que teve”, afirmou o técnico de enfermagem Jadson Fábio dos Santos, morador de uma casa próxima ao depósito.

De acordo com a Defesa Civil, a Masterboi terá que apresentar um plano de emergência e regularizar a situação. Em nota, a empresa informou que opera nesse depósito há quatro meses e que a paralisação da unidade se deu para que a ocorrência fosse investigada. O documento afirma, ainda, que “todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas com base na segurança ambiental e do trabalho. Ressaltamos também que a empresa aportou investimentos com o objetivo de adequar as operações ao padrão de qualidade e segurança da Masterboi”.

Vazamento
O vazamento de amônia no depósito da Masterboi fez com que 23 famílias, cerca de 92 pessoas, fossem orientadas a dormir fora de casa.  A Defesa Civil da capital informou que um abrigo foi colocado à disposição das famílias, mas elas preferiram ficar na casa de parentes.

A assessoria de imprensa da Masterboi informou, através de nota, que o vazamento ocorreu por volta das 20h, na sala de máquinas, onde ficam os compressores do sistema de refrigeração. O técnico plantonista identificou o vazamento e ninguém ficou ferido.

A empresa também afirmou que todas as medidas de segurança foram tomadas para que o vazamento fosse contido ainda durante a madrugada. O depósito da empresa fica na Rua Antônio Eduardo Amorim, no bairro da Imbiribeira. A assessoria da Masterboi explicou que, como houve um vazamento, o material fica no ar até ser completamente dissipado, o que pode causar incômodo aos moradores por causa do mau cheiro.

 

 

G1 PE

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Nasce o quinto filho do governador Eduardo Campos

Emocionado, Eduardo segura Miguel (Foto: Aluisio Moreira / Divulgação).
Nasceu na terça-feira (28/01), às 15h05, o quinto filho do governador Eduardo Campos e da primeira dama Renata Campos. Miguel de Andrade Lima Campos nasceu de parto normal, com 3,455 quilos e 51,5 centímetros, na maternidade do Hospital Santa Joana, no Recife, e recebeu o carinho dos irmãos, familiares e amigos do casal.
Eduardo e Renata chegaram ao hospital no final da manhã, após consulta da primeira dama com o obstetra Romero Carvalho, que realizou o parto. O procedimento transcorreu normalmente e a primeira dama já se encontra no apartamento.
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Orgão de trânsito divulga resultado da operação Termômetro no Agreste

Foi divulgado na manhã desta segunda-feira (27) o balanço da operação Termômetro, realizada em Caruaru, no agreste do estado. O objetivo da ação foi autuar e disciplinar os motoristas que transgrediam as leis de trânsito.

Ao todo, foram fiscalizados 2847 veículos, sendo 404 autuados e 100 removidos. Também foram realizados 25 testes de alcoolemia. A operação foi realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), Autarquia de Defesa Social Trânsito e Transporte (Adestra), Detran –PE e Departamento de Estradas e Rodagens (DER).

Os pontos de fiscalização foram realizados em quatro bairro de Caruaru; Indianópolis, Salgado, Rendeiras e Inocop, além da Avenida Agamenon Magalhães.  Também foram montados postos na BR-232 e 104.

Na operação foram envolvidos 105 profissionais, 32 viaturas e dois guinchos.

 

 

 

 

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