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NUVEM DE TAGS

Homem de 27 anos mata o pai e comete suicídio na Zona Norte do Recife

Crime ocorreu na noite desta segunda (29), no bairro de Campo Grande. Homem mais velho era um policial civil aposentado.

Por g1 PE

Um homem de 27 anos matou o próprio pai, que era policial civil aposentado, e cometeu suicídio. O crime ocorreu na noite desta segunda-feira (29), na Zona Norte do Recife.

O caso foi confirmado pelo delegado Elielton Xavier, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e pelo 13º Batalhão da Polícia Militar.

O crime ocorreu por volta das 18h, na Rua Pereira Passos, em Campo Grande. Na casa, segundo vizinhos, mora a ex-mulher do homem de 27 anos.

Os dois foram identificados pelo delegado como Sóstenes Filho e Sóstenes Neto. A idade do policial aposentado não foi divulgada.

O delegado Elielton Xavier informou que não poderia repassar mais informações, mas confirmou as identidades das vítimas.

Informações repassadas para a polícia dão conta de que o filho deu um tiro na barriga do pai e depois efetuou um disparo no próprio corpo.

Os dois ainda foram levados para o Hospital da Restauração (HR), no Derby, na área central da cidade, mas morreram ainda na noite desta segunda.

Estatísticas

Segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS), em setembro deste ano, foram registrados 280 homicídios, oito a menos que o mesmo mês, em 2020.

Entre janeiro e setembro deste ano, houve queda de 11,7% no número de assassinatos, em comparação com o mesmo período de 2020, saindo de 2.836 para 2.504.

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Pai é inocentado após passar dois anos preso acusado de matar o filho de oito meses

Dorgival Junior foi inocentado pelo tribunal do júri, em Petrolina, PE. Para celebrar a liberdade do filho, a mãe de Dorgival caminhou 25 km, do presídio até a casa da família.

Por Emerson Rocha, g1 Petrolina

Durante dois anos e 14 dias, o ajudante de obras Dorgival José da Silva Junior, de 24 anos, ficou preso acusado de matar o filho, um bebê de apenas oito meses. A criança morreu em outubro de 2019, na casa onde morava com os pais e o irmão gêmeo, no bairro Nova Vida 1, em Petrolina, Sertão de Pernambuco. Na última quinta-feira (18), depois de 12 horas de julgamento no fórum da cidade, a defesa de Dorgival conseguiu provar a inocência dele. Um alívio para o coração da professora Maria Luzinete Gomes.

No dia seguinte ao veredito, a mãe, que sempre acreditou na inocência do filho, estava na porta do presídio Doutor Edvaldo Gomes. 744 dias depois, Dona Luzinete e Dorgival se abraçam, sem grades ao redor e o sentimento de que a justiça tinha sido feita. 

A retomada da liberdade começou com o pagamento de uma promessa feita por eles. Mãe filho caminharam por 25 km, durante quase 7 horas, do presídio até a casa de Dona Luzinete, que fica no N1, zona rural de Petrolina.

“As pessoas diziam: ‘você com essa idade, vai a pé, 25 km?’. Eu dizia que isso era pouco. Ruim foi dois anos de espera. Seis horas, sete horas a pé, 25 km, não é nada”, diz Maria Luzinete.

Para chegar até o final dos 25 km de caminhada, é preciso voltar até a madrugada do dia 20 de outubro de 2019, quando a história da família mudou. “Quando a gente acordou e fomos fazer o leite dos meninos, percebemos que um dos nossos filhos não estava respirando. Ligamos para o Samu, para saber o que tinha acontecido. O Samu chegou, viu a criança e, infelizmente, não tinha mais o que ser feito”, recorda Dorgival.

Na noite da morte do pequeno Douglas Ravi, na casa da família estavam Dorgival, a mãe da criança, o irmão gêmeo de Douglas e a babá. Todos dormindo, após retornar de uma festa de aniversário. Depois que o Samu constatou a morte do bebê, a polícia foi chamada. “Foi feita a perícia e depois fomos encaminhados para a delegacia para prestar depoimento”, diz o pai.

Não demorou para que Dorgival fosse considerado suspeito do crime. De acordo com o advogado de defesa, Marcílio Rubens, a perícia técnica, que esteve na casa da família, detectou que Douglas sofreu uma asfixia direta, o que causou a morte.

“Os indícios iniciais traziam a presença de sangue humano em uma camisa utilizada por Dorgival, no dia anterior à morte do bebê. Essa camisa foi localizada pela perícia e, constatado que o sangue seria do bebê, houve a suposição de que o pai teria praticado o crime. Em razão disso, foi determinada a prisão dele”, explica o advogado.

Dorgival foi preso no dia 4 de novembro, 14 dias a pós a morte do filho. Uma situação pela qual ele nunca imaginou passar. “Nunca pensei que além da dor de perder meu filho, ia ser preso por conta disso. Fiquei realmente surpreso”.

Enquanto ele passava os dias presos, do lado de fora a família lutava para provar a sua inocência. Para o advogado, a ação dos familiares foi crucial para o desfecho do caso.

“O que contribuiu sobremaneira, decorrente do próprio esforço, sacrifício financeiro feito pela família, que é uma família simples, mas que se desincumbiu de custear uma perícia particular, de ir em busca de outras provas, sob pena de um sacrifício feito por eles, mas que possibilitou uma contraprova em relação às provas inicialmente produzidas e o questionamento acerca dessas provas, demonstrando que havia falhas investigativas”.

Durante o julgamento, o Ministério Público também pediu a absolvição de Dorgival, por entender que as provas seriam insuficientes para sustentar o pedido de condenação. A defesa alegou que a causa da morte não foi uma esganadura, assim como, que o pai não poderia ser o autor de qualquer violência contra a criança. Por meio de perícia particular paga pela família de Dorgival, ficou provado que Douglas Ravi morreu após se asfixiar no próprio vômito.

Do sonho de ser pai ao pesadelo na prisão

Ser pai sempre fez parte dos planos de Dorgival. Quando descobriu que a esposa estava grávida de gêmeos, ele conta que “foi a maior alegria do mundo”.

“Eu tinha o sonho de ser pai, e descobrir que era gêmeos, foi uma bênção na vida da gente. Eu era muito feliz, muito abençoado por Deus, por ter os meus filhos”.

A morte de Ravi e a prisão mudaram a vida da família de ponta a cabeça. Além da liberdade e do filho morto, Dorgival perdeu os primeiros anos do filho que está vivo, o casamento e o emprego.

“Não conseguia dormir. Além de ter perdido meu filho, fui encaminhado para aquele lugar. Não desejo a ninguém. Perdi o emprego, esse tempo todo que passei lá, longe do meu outro filho. Não tive a oportunidade de acompanhar o crescimento de meu outro filho. O sonho de ser pai. Fui impedido de acompanhar o crescimento do meu filho”, lamenta Dorgival.

Enquanto lutava para comprovar a inocência de Dorgival, a família teve que conviver com notícias falsas sobre a morte da criança. Para Emerson Gomes, mesmo preso, o irmão sempre quis descobrir a verdade sobre a morte da criança.

Maria Luzinete e os filhos, Dorgival e Emerson — Foto: Emerson Rocha / g1 Petrolina

“Eu queria saber o que aconteceu e era o que ele mais queria também. Por isso, ele não se incomodou tanto em estar preso. Apesar de toda dificuldade, de todo esse processo, ele queria descobrir o que aconteceu com o filho dele. Devido tantas mentiras e histórias mal contadas, eu sei que muita gente ao nosso redor acreditava que tinha acontecido isso daí”.

Recomeço

De acordo com o advogado Marcílio Rubens, pelo fato de a absolvição de Dorgival também ter sido solicitada pelo Ministério Público, a tendência é que não haja recurso. Livre das acusações, o pai só pensa em recomeçar a vida. Dorgival disse que, quando soube que seria libertado, só teve um pensamento.

“Ver meu outro filho. Deus fez tudo para que eu possa cuidar dele, recuperar o tempo perdido”.

Religiosa, Maria Luzinete fez do terço seu companheiro fiel durante os dias de prisão do filho. As idas ao presídio eram constantes, mesmo durante a pandemia, quando a entrada de visitantes foi proibida. Foi guiada pelo amor aos filhos, que ela nunca desistiu de lutar por justiça. Agora, a mãe espera que Dorgival consiga recomeçar.

“Espero que alguém possa dar oportunidade ao meu filho e veja ele como cidadão de bem, que ajude ele a arranjar um emprego. Ele tem uma criança para criar”, afirma.

O sacrifício para provar a inocência de Dorgival, segundo o advogado, custou cerca de R$ 50 mil à família. O dinheiro foi investido na elaboração da perícia complementar e na busca por outras provas. Apesar das dívidas, a mãe não se arrepende. “O mais difícil de tudo foi a ausência dele”.

Ainda de acordo com Marcílio Rubens, com a inocência de Dorgival confirmada, a família pode entrar com ações indenizatórias contra o Estado e os meios de comunicação que publicaram notícias falsas sobre o caso.

“A retratação social, ainda que ela se dê em parte, dificilmente se dará no todo, pela dificuldade de você atingir as mesmas pessoas que tiveram a notícia [de que Dorgival cometeu crime] inicialmente. O que se busca é reconstituir, minimamente, a dignidade dessa família, trazer de volta aquilo que foi perdido, em parte, porque nada devolverá a Dorgival a perda do convívio com filho sobrevivente durante esses dois anos e 14 dias, a vida que ele perdeu de construir”, diz o advogado, completando:

“O que a gente espera é uma reparação mínima. Erros dessa natureza devem servir como exemplo para que não se cometa novos erros, para que não se precipite o julgamento em relação às pessoas antes da maturação efetiva dos fatos”.

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Com 15 e 16 anos, jovens de São Paulo são apreendidas em flagrante tentando arrombar apartamento em Boa Viagem

De acordo com a Polícia Militar, as adolescentes têm histórico de arrombamentos e antes atuavam no Rio de Janeiro. As duas serão apresentadas ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

Por g1 PE

Adolescentes de SP são flagradas tentando arrombar apartamento em Boa Viagem, no Recife

Duas adolescentes de 15 e 16 anos foram apreendidas quando tentavam arrombar um apartamento na Avenida Boa Viagem, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, no domingo (28). De acordo com a Polícia Militar, as jovens, que são de São Paulo, têm histórico de arrombamentos, inclusive no Rio de Janeiro, e atuavam com dois homens, que não foram encontrados.

As duas foram encaminhadas para o plantão do Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA). De acordo com a Polícia Civil, elas foram autuadas pelo ato infracional equivalente ao crime de tentativa de roubo em residência e serão apresentadas ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

Por nota, a PM também informou que há mandado de apreensão em aberto contra elas no Rio de Janeiro. Os nomes das duas jovens não foram divulgadas por causa de determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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Médicos dizem ainda não ter encontrado fatores que possam ligar uso de ivermectina a surto de lesões na pele que causam coceira

Estudo da UFAL levantou possibilidade de aumento de casos de sarna ao uso indiscriminado do medicamento. Causa do surto, registrado em ao menos 13 cidades pernambucanas, ainda é investigada.

Por g1 PE e TV Globo

Casos de lesões de pele foram registrados na capital pernambucana e também em outras 12 cidades — Foto: Reprodução/TV Globo

Casos de lesões de pele foram registrados na capital pernambucana e também em outras 12 cidades — Foto: Reprodução/TV Globo

As causas do surto de lesões na pele que causam coceira ainda não foram identificadas. Dois médicos que acompanham os casos no Recife afirmaram, nesta segunda-feira (29), que ainda não encontraram fatores que levem à correlação entre o uso de ivermectina e notificações de pessoas com sintomas na capital.

A hipótese foi levantada por pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), que estudam a possibilidade de o uso indiscriminado do medicamento estar relacionado a um aumento de casos de escabiose, mais conhecida como sarna humana. A sarna é uma das hipóteses investigadas, bem como alergias e fatores ambientais.

A Secretaria de Saúde do Recife informou que, nesta segunda-feira (29), subiu para 195 o número casos de lesões cutâneas a esclarecer. Eles foram registrados em 41 bairros do município, com predominância na Guabiraba e em Dois Irmãos, na Zona Norte.

Ao menos outras 12 cidades notificaram pessoas com sintomas, somando mais de 400 registros desde o começo de outubro, quando foram registrados os primeiros pacientes no Recife.

Uma equipe dermatologistas passou a reforçar as investigações na capital. Entre eles, está a médica do Hospital das Clínicas e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia regional Pernambuco, Cláudia Ferraz. Ela esteve com a equipe da prefeitura na comunidade do Sítio dos Macacos, na Guabiraba.

“A gente ainda não tem absolutamente nenhuma correlação com o que está visualizando aqui. Existem hipóteses de resistência com o uso indiscriminado [da ivermectina], mas a gente não tem nenhum fator relevante que faça a gente pensar que isso poderia estar acontecendo exclusivamente aqui”, declarou a dermatologista.

Equipe que investiga surto de lesões que causam coceira visitou comunidade do Sítio dos Macacos, no Recife, nesta segunda-feira (29) — Foto: Reprodução/TV Globo

Equipe que investiga surto de lesões que causam coceira visitou comunidade do Sítio dos Macacos, no Recife, nesta segunda-feira (29) — Foto: Reprodução/TV Globo

A médica também explicou que, dos pacientes que viu, notou lesões bem variadas que podem estar associadas a diferentes causas.

“Podem ser quadros associados a ácaros, podem ser quadros de dermatite de contato a algum fato ambiental, podem ser quadros alérgicos de base que foram exacerbados pelo calor. Então, a gente ainda precisa definir o diagnóstico morfológico para a gente partir para uma etiologia [estudo das causas] real para validar qualquer uma dessas hipóteses”, disse.

O infectologista do Hospital Universitário Oswaldo Cruz Demetrius Montenegro acompanha as investigações como especialista e faz parte da comissão que atua junto à prefeitura do Recife. Segundo ele, apesar de ser uma única apuração, os pacientes têm sintomas bem variados.

“Mesmo que a gente chegue à conclusão de que é escabiose, não dá para dizer que é uma superescabiose já resistente à ivermectina porque algumas pessoas que usaram ivermectina melhoraram”, defendeu o infectologista, que acompanhou equipes da prefeitura nesta segunda, em uma ação na Zona Norte.

Montenegro afirmou que existe um grupo de pessoas cujas lesões se assemelham à sarna, foram tratadas e ficaram boas, mas também há outro em que as manchas não eram características de escabiose.

“Tem um outro grupo, também muito extenso, em que as lesões não eram características de escabiose e não melhoraram. Eram lesões muito parecidas com picadas de inseto mesmo ou de alergia. Então, aí, realmente, não tem como dizer que seja uma escabiose resistente a ivermectina”, disse.

Olinda

Nesta segunda, Olinda informou que foram registradas 36 ocorrências. As notificações foram feitas nos seguintes bairros: Peixinhos (7); Jardim Brasil (5); Água Compridas (4); Ouro Preto (4), Jardim Atlântico (3); Aguazinha (3); Sapucaia (2); Tabajara (2); Bultrins (1); Vila Popular (1); Passarinho (1); Salgadinho (1); Sítio Novo (1); Amaro Branco (1).

Exames

Recife faz coleta de sangue e captura de mosquitos para investigar casos de coceira

Além de passar a contar com dermatologistas na equipe, nesta segunda-feira (29), as investigações continuaram por meio da aplicação de questionários nos locais de maior incidência, da realização de novos exames clínicos e laboratoriais e da instalação de armadilhas para capturar mosquitos

“A gente ainda não tem como precisar a causa, é por isso que a gente está fazendo uma ação no território de estar aprofundando nas perguntas para as pessoas que tiveram os sintomas e coletando mais outros exames, bem como mais insetos para que tenhamos mais elementos”, apontou a secretária-executiva de Vigilância em Saúde da capital.

Hemograma, exames para detectar rubéola e outras doenças e sorologia para identificar se as pessoas tiveram dengue, zika e chikungunya fazem parte da investigação por análise laboratorial. As equipes foram a casas onde houve registro de pessoas com sintomas.

O exame laboratorial para sarna é feito a partir de uma pequena raspagem de amostra da pele onde é investigada a presença do ácaro do tipo Sarcoptes scabiei variedade hominis, que causa a doença.

“A raspagem na pele, a gente tem se comunicado com serviços especializados em dermatologia, fizemos na semana passada aqui no território, mas agora mudamos de estratégia. Estamos com parceria com o governo do estado […] e ao se encontrar casos novos, esses pacientes serão encaminhados para serviço e avaliação do dermatologista e também a coleta”, explicou.

A Secretaria de Saúde do Recife informou que o resultado do teste para detectar o ácaro da escabiose realizado em pacientes com sintomas ainda não saiu.

Notificação

No dia 19 de novembro, o Núcleo de Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde Pública da SES lançou uma nota técnica que orientou os serviços e profissionais de saúde a notificarem, em até 24 horas, o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) sobre os casos de pessoas com lesões na pele e coceira.

A SES informou em nota que tem dado apoio às investigações através da equipe técnica da secretaria, do Laboratório Central (Lacen) e especialistas.

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Homem morre em acidente de moto na PE-158 em Panelas

Edvanilson José da Silva conduzia uma motocicleta quando perdeu o controle em uma curva e caiu.

Por g1 Caruaru

Acidente em Panelas — Foto: Portal Agreste Violento/Reprodução

Acidente em Panelas — Foto: Portal Agreste Violento/Reprodução

Um homem de 33 anos morreu em um acidente na PE-158, em Panelas, no Agreste de Pernambuco, na segunda-feira (29).

De acordo com a Polícia Militar, Edvanilson José da Silva conduzia uma motocicleta quando perdeu o controle em uma curva e caiu. Ele sofreu diversos ferimentos e não resistiu.

A Polícia Civil e o Instituto de Criminalística estiveram no local para as medidas cabíveis. O corpo do foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.

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Surto de lesões na pele que provocam coceira: Vitória de Santo Antão registra casos e número de cidades com notificações chega a 13

São 11 municípios na Região Metropolitana, um Mata Norte e um na Mata Sul do estado com notificações. Causas ainda estão sendo investigadas.

Por g1 PE

Surto de lesões de pele que provocam coceira ainda tem causa desconhecida — Foto: Reprodução/TV Globo

Surto de lesões de pele que provocam coceira ainda tem causa desconhecida — Foto: Reprodução/TV Globo

A prefeitura de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, informou, neste sábado (27), que investiga três casos lesões na pele que provocam coceira.

Com esse acréscimo, sobe para 13 o número de cidades com casos notificados no estado, sendo 11 delas na Região Metropolitana do Recife, um na Mata Norte e uma na Mata Sul do estado.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), constam, no Centro de Informações Estratégicas de Vigilância à Saúde (Cievs), até agora, 223 casos sintomáticos que apresentaram erupção cutânea e coceira.

Esses números, no entanto, divergem dos informados pelos municípios individualmente. Até a última atualização desta reportagem, as prefeituras apontavam 427 casos suspeitos (veja tabela abaixo).

Confira situação de casos em Pernambuco

MunicípiosNotificadosEm investigaçãoDescartados
Recife1761760
Jaboatão dos Guararapes63603
Olinda22220
Paulista660
Igarassu550
Abreu e Lima000
Camaragibe1101100
Cabo de Santo Agostinho990
São Lourenço da Mata871
Araçoiaba110
Itamaracá000
Ipojuca880
Moreno000
Itapissuma13130
Nazaré da Mata330
Vitória de Santo Antão330
Total4274234

Fonte: Prefeituras (Atualizado às 17h21 do dia 27/11/2021)

Os primeiros casos do surto apareceram no Recife, no início do mês passado. As pessoas relatam coceira intensa, com lesões avermelhadas espalhadas pela pele. A causa do surto é desconhecida e segue em investigação.

Não há registro de agravamento associado a esses quadros. A SES reforçou, por nota, que relatos de casos de natureza similar estão sendo constantemente verificados junto às secretarias municipais, em parceria com as Gerências Regionais de Saúde (Geres), para notificação oficial.

No dia 19 de novembro, o Núcleo de Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde Pública da SES lançou uma nota técnica que orientou os serviços e profissionais de saúde a notificarem, em até 24 horas, o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) sobre os casos de pessoas com lesões na pele e coceira.

As gestões municipais, a SES e especialistas ainda não identificaram qual a causa das lesões. As possibilidades investigadas vão desde a escabiose, conhecida popularmente como sarna humana, até reações alérgicas, desequilíbrios ambientais e questões como contaminação da água e proximidade com áreas de mata.

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Parte de estrutura para show de João Gomes é destruída durante fortes chuvas em Arcoverde

Telhado de posto de combustível também é atingido durante ventania.

Por g1 Caruaru

Fortes chuvas com ventania foram registradas no município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, durante o fim de semana.

Por causa do vento forte, um posto de gasolina, na Avenida Sebastião Luiz Cavalcante, teve parte do telhado derrubado.

Também por causa das chuvas, uma parte da estrutura do palco preparada para o show do cantor João Gomes foi destruída. Apesar dos estragos, ninguém ficou ferido.

Estrutura do show de João Gomes em Arcoverde — Foto: Pernambuco Notícias/Reprodução

Estrutura do show de João Gomes em Arcoverde — Foto: Pernambuco Notícias/Reprodução

De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), em Arcoverde choveu 17,6 milímetros.

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Carro capota após colidir em outro veículo em Caruaru

Acidente aconteceu no cruzamento da Rua Visconde de Inhaúma e Barão do Porto Seguro, no Maurício de Nassau.

Por g1 Caruaru

Um acidente foi registrado em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, no fim de semana.

Um carro capotou ao colidir em outro veículo no cruzamento da Rua Visconde de Inhaúma e Barão do Porto Seguro, no bairro Maurício de Nassau.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve no local. Não informação sobre os feridos. A causa do acidente está sendo investigada pela Polícia Civil.

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Menina de 8 anos morre e mãe dela fica ferida após carro colidir em moto, em Jataúba

Mãe e filha estavam em uma moto quando foram atingidas pelo automóvel; motorista prestou socorro.

Por g1 Caruaru

Wellyda Beatriz não resistiu aos ferimentos e morreu em um acidente, em Jataúba — Foto: WhatsApp TV Asa Branca/Reprodução

Wellyda Beatriz não resistiu aos ferimentos e morreu em um acidente, em Jataúba — Foto: WhatsApp TV Asa Branca/Reprodução

Uma menina de 8 anos morreu e a mãe dela ficou ferida após um acidente no sábado (27), em Jataúba, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Civil, mãe e filha estavam em uma moto quando foram atingidas por um carro.

“Após o acidente, o motorista do veículo acionou as autoridades de saúde e policial”, conforme informou a polícia por meio de nota. As duas foram encaminhadas para o hospital, mas Wellyda Beatriz Soares Silva não resistiu.

Até a publicação desta matéria, o estado de saúde da mulher não havia sido informado. Ainda segundo a Polícia Civil, foi instaurado inquérito policial para apurar o caso.

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Mais cinco cidades de PE registram casos de lesões na pele que provocam coceira; surto atinge 11 municípios

Cabo de Santo Agostinho, Igarassu, Ipojuca, Itapissuma e Nazaré da Mata divulgaram, nesta quinta-feira (25), que registraram notificações. Surto também atinge a capital e outras cinco cidades.

Por g1 PE

 Com o acréscimo divulgado nesta quinta-feira (25), subiu para 11 o número de municípios onde o surto foi registrado. — Foto: Reprodução/WhatsApp

Com o acréscimo divulgado nesta quinta-feira (25), subiu para 11 o número de municípios onde o surto foi registrado. — Foto: Reprodução/WhatsApp

Mais cinco cidades de Pernambuco registraram casos de moradores com lesões na pele que provocam coceira: Cabo de Santo AgostinhoIgarassu, Ipojuca e Itapissuma, no Grande Recife, e Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte. Com esse acréscimo, divulgado nesta quinta (25), subiu para 11 o número de municípios com notificações de ocorrências ligadas ao surto.

A lista inclui, ainda, RecifeCamaragibePaulistaOlindaJaboatão dos Guararapes e São Lourenço da Mata. As pessoas relatam coceira intensa, com lesões avermelhadas espalhadas pela pele. A causa do surto é desconhecida e segue em investigação (veja mais abaixo nesta reportagem).

Agora, dos 14 municípios do Grande Recife, dez apresentam casos. Nazaré da Mata é a primeira cidade do interior a fazer a notificação.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), constam, no Centro de Informações Estratégicas de Vigilância à Saúde (Cievs), até agora, 199 casos sintomáticos que apresentaram erupção cutânea e coceira.

Esses números, no entanto, divergem dos informados pelos municípios individualmente. As prefeituras apontam para a identificação de mais de 300 casos no Grande Recife e na Zona da Mata Norte.

Os primeiros casos do surto apareceram no Recife, no início do mês passado. Desde o dia 1º de outubro, foram contabilizadas 149 pessoas com sintomas na capital.

Também foram identificados 22 casos em Olinda, seis em Paulista, 21 em Jaboatão dos Guararapes e seis em São Lourenço da Mata, além de 108 em Camaragibe.

O Cabo de Santo Agostinho notificou, nesta quinta, cinco casos, que estão sendo investigados por equipes da Vigilância Epidemiológica do município.

A orientação da Secretaria Municipal de Saúde é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para que possa ser realizada uma avaliação clínica.

Em Igarassu, foram notificados dois: uma criança de cinco anos e um idoso de 72 anos, moradores do Sítio Lira e do bairro de Saramandaia.

De acordo com a prefeitura, os casos estão sendo investigados e amostras de sangue e de água foram encaminhadas para análise clínica no Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE).

Recife foi a primeira cidade a notificar casos das lesões que acarretam coceira — Foto: Reprodução/TV Globo

Recife foi a primeira cidade a notificar casos das lesões que acarretam coceira — Foto: Reprodução/TV Globo

O município de Itapissuma registrou três casos nesta quinta. Todos foram encaminhados para a investigação da Vigilância Epidemiológica.

De acordo com a prefeitura, os pacientes estão em observação, tomando antialérgico e foram orientados a evitar contato com outras pessoas.

A Secretaria de Saúde de Ipojuca notificou cinco casos suspeitos: uma criança e quatro adultos. Todos apresentaram sinais de vermelhidão na pele e coceira e procuraram os serviços de saúde.

Em Nazaré da Mata, na Mata Norte, três pessoas com lesões avermelhadas e coceira foram identificadas pela Secretaria de Saúde do município.

Investigação

De acordo com a SES-PE, os casos estão sob investigação clínica, epidemiológica e laboratorial pelos municípios, com apoio da equipe técnica da SES-PE, Lacen-PE e especialistas.

No dia 19 de novembro, o Núcleo de Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde Pública da Secretaria Estadual de Saúde lançou uma nota técnica que orientou os serviços e profissionais de saúde a notificarem, em até 24 horas, o Cievs sobre os casos de pessoas com lesões na pele e coceira.

As gestões municipais, a SES e especialistas ainda não identificaram qual a causa das lesões. As possibilidades investigadas vão desde a escabiose, conhecida popularmente como sarna humana, até reações alérgicas ou desequilíbrios ambientais provocados por questões como água e proximidade com áreas de mata.

A relação com arboviroses, que são as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como denguezika vírus e chikungunya, é uma possibilidade remota apontada pelos epidemiologistas.

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