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Nevasca histórica afeta quase 30 milhões de pessoas nos EUA

Pessoa caminha no meio da nevasca na Avenida A em East Village na região de Nova York durante a madrugada desta terça-feira (27) (Foto: Patrick Sison/AP Photo)

Pessoa caminha no meio da nevasca na Avenida A em East Village na região de Nova York durante a madrugada desta terça-feira (27) (Foto: Patrick Sison/AP Photo)

A cidade de Nova York está paralisada desde a noite de segunda-feira (26) por uma tempestade de neve que se estende pelo nordeste do país e que forçou as pessoas a permanecerem dentro de casa até o fim do temporal.

Desde as 23h locais de segunda (2h de Brasília desta terça-feira), o trânsito normal nas ruas da cidade foi interditado por determinação do prefeito, Bill de Blasio. Está permitida apenas a circulação de veículos de emergência.

O metrô da cidade, que normalmente funciona 24 horas por dia e transporta diariamente cerca de 6 milhões de passageiros, também foi fechado a partir do mesmo horário, assim como outros meios do transporte público, o que impede que os nova-iorquinos se desloquem pela cidade, a não ser que seja a pé.

As aulas também estão suspensas, até segunda ordem, na cidade de Nova York e em outras localidades da região mais atingida pelo temporal. As medidas são tão drásticas que afetam até às bicicletas para entrega de comida, muito populares em Manhattan. “Esta será, provavelmente, uma das maiores tempestades de neve na cidade de Nova York”, advertiu o prefeito De Blasio.

Nevasca atinge Nova York; prefeito pede para pessoas não saírem de casa (Foto: AP)
Nevasca atinge Nova York; prefeito pede para pessoas não saírem de casa (Foto: AP)

No total, a tempestade de neve afeta localidades que somam juntas cerca de 29 milhões de habitantes, incluída a cidade de Nova York, a mais populosa do país. Em sete estados da região, de Nova Jersey até o Maine, na fronteira com o Canadá, foram declarados estados de emergência, totais ou regionais, que incluem, além de Nova York, outras cidades importantes, como Boston.

Na capital do estado de Massachusetts, segundo a determinação das autoridades, também está proibida a circulação de veículos nas ruas, assim como em todo o estado de Connecticut e em vários condados do estado de Nova York.

A força da tempestade de neve começou a ser sentida no fim da noite de segunda-feira e acredita-se que a mesma poderá se prolongar até às 10h locais desta terça-feira (14h de Brasília), segundo as previsões meteorológicas.

Haverá ventos de até 40 km/h, com rajadas superiores aos 100 km/h, o que dará uma sensação de frio muito superior à temperatura real, que era de cerca de de -3 graus centígrados em Nova York no fim da noite de segunda. A previsão é que o acúmulo de neve nas ruas da cidade chegue a cerca de 50 centímetros.

Desde ontem, os voos de toda a região começaram a ser cancelados, incluindo os do aeroporto mais importante da área, o JFK, de Nova York, e o de Newark, no estado vizinho de Nova Jersey.

De acordo com a imprensa local, estima-se que entre os dois dias, segunda e terça, serão cancelados cerca de 6,7 mil voos que deveriam chegar ou sair dos terminais aéreos do nordeste dos Estados Unidos.

A tempestade também provocou o adiamento de dois jogos da liga profissional de basquete do país, a NBA, que foram reprogramados. O New York Knicks enfrentaria o Sacramento Kings no Madison Square Garden, enquanto o Brooklyn Nets receberia o Portland Trail Blazers no Barclays Center.

A paralisação de muitas atividades da cidade afetou até a sede das Nações Unidas, que suspendeu reuniões e atos que estavam programados desde a tarde de segunda, incluindo um para lembrar o Holocausto judeu que estava programado para esta terça.

No entanto, não está previsto que as operações de Wall Street sejam interrompidas e o pregão da Bolsa de Valores de Nova York deverá funcionar normalmente.

 

 

Da EFE

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Após 70 anos, últimos sobreviventes não esquecem horrores de Auschwitz

O sobrevivente de Auschwitaz Laszlo Bernath, de 87 anos, posa para a agência Reuters em Budapeste (Foto: Laszlo Balogh/Reuters)

O sobrevivente de Auschwitz Laszlo Bernath, de 87 anos, posa para a agência Reuters em Budapeste (Foto: Laszlo Balogh/Reuters)

 

Cerca de 300 sobreviventes de Auschwitz regressam nesta terça-feira (27) ao lugar onde viveram um dos piores horrores da história humana para advertir contra a repetição de um crime semelhante, 70 anos depois da libertação do campo nazista pelo exército soviético, em 27 de janeiro de 1945.

“É o último aniversário de número redondo celebrado na presença de um importante grupo de sobreviventes”, explica Piotr Cywinski, diretor do museu do campo de Auschwitz, instalado em 1940 pela Alemanha nazista no sul da Polônia.

Auschwitz-Birkenau foi o lugar da morte de cerca 1,1 milhão de pessoas, entre elas 1 milhão de judeus de vários países europeus. Transformado em museu e memorial, recebeu no ano passado 1,5 milhão de visitantes.

Trata-se do maior e mais mortífero campo de extermínio e de concentração nazista e o único preservado tal como foi abandonado pelos alemães que fugiram do Exército Vermelho. Outros campos de concentração nazistas na Polônia, como Sobibor, Treblinka ou Belzec, foram destruídos completamente pelos alemães para eliminar as provas.

A família de Laszlo, que foi toda exterminada no maior campo de concentração nazista (Foto: Laszlo Balogh/Reuters)
Laszlo segura a foto de sua família, que foi toda exterminada no maior campo de concentração nazista (Foto: Laszlo Balogh/Reuters)

Lembranças
Passaram-se 70 anos, mas os derradeiros sobreviventes de Auschwitz lembram como se fosse hoje dos gritos horríveis dos eletrocutados, da angústia permanente de morrer e dos rostos das mulheres e crianças a caminho das câmaras de gás.

“Ninguém pode imaginar o grito de uma pessoa eletrocutada” quando, desesperada, se joga contra o alambrado para por fim à sua vida, conta a polonesa Zofia Posmysz, de 91 anos, com o rosto marcado pela emoção e pela dor, apesar dos muitos anos que se passaram desde sua chegada a Auschwitz, em 1942.

As recordações atormentam essa bela e pequena mulher que suportou três anos em Auschwitz e em Ravensbrück: “Vi cadáveres pendurados nas cercas de arames. À noite, as mulheres jovens saíam dos barracões e iam se jogar contra as cercas elétricas. Era horrível, era realmente horrível!”, relembra a ex-interna nº 7566.

Auschwitz sobrevivente (Foto: AFP)

Jozef Paczynski, de 95 anos, preso nº 121, poderia reproduzir, como os olhos fechados, o corte de cabelo de Rudolf Höss, o carrasco de Auschwitz, de quem foi seu cabeleireiro habitual. Depois de tantos anos, ele continua a se assustar. Por que o comandante do campo elegeu ele, um “miserável prisioneiro”, incorporado à unidade dos cabeleireiros, após sua chegada em junho de 1940 com cerca de 700 homens do primeiro comboio dos presos políticos poloneses?

“Havia oito ou dez cabeleireiros profissionais de Varsóvia e Höss ordenou que um aprendiz como eu cortasse o cabelo dele”, relatou à AFP. “Minhas mãos tremiam. Mas uma ordem é uma ordem. Tive que fazer meu trabalho”, diz. “O corte era muito fácil, ao estilo alemão. Tinha que raspar a nuca com a lâmina e passar a máquina dos lados. Tinha bons instrumentos, meus colegas afiaram bem a navalha”, relata.

Jozef Paczynski, preso nº 121 de Auschwitz (Foto: Bartosz Siedlik/AFP)

Jozef Paczynski, preso nº 121 de Auschwitz (Foto: Bartosz Siedlik/AFP)

Não passou pela sua cabeça matar Höss com essa lâmina? “Muitas vezes me perguntam. Eu era consciente das consequências, não estava louco, se eu lhe cortasse o pescoço, metade dos prisioneiros do campo seriam imediatamente executados”, contou.
Quando foram deportados, Zofia e Jozef tinham ambos 19 anos. Sobreviveram porque eram jovens, aprenderam rapidamente a viver no campo e foram encarregados de um “bom trabalho”.

“Aprendi a sobreviver nesse lugar. A não ser o primeiro da fila, a não estar nos cantos quando tinha que andar em grupo. A estar no meio para ficar longe do cão do guarda, que podia pegar a gente. Fazia de tudo para não me expor aos castigos”, conta Zofia Posmysz.
Kazimierz Albin, de 92 anos, sobreviveu porque conseguiu escapar em 27 de fevereiro de 1942 com outros seis internos. “Era uma noite estrelada. Fazia uns 8 ou 10 graus negativos”, relata o prisioneiro n° 118.

“Tínhamos que atravessar o rio nus, em meio a placas de gelo’, conta. Quando foi libertado, Kazimierz Albin se uniu à Resistência. As fugas eram pouco habituais. Com 1.300.000 deportados para Auschwitz, apenas 802 – entre eles, 45 mulheres – fugiram, segundo dados do museu do campo.

Auschwitz sobrevivente (Foto: AFP)

“É possível esquecer todos esses assassinatos? É possível perdoar? Jamais poderei esquecer as mulheres, as crianças levadas para a câmara de gás”, lamenta Jozef Paczynski. Mas, acrescentou, “vamos travar uma guerra sem fim? Os mortos não vão ressuscitar. Hoje estou contente de que haja reconciliação, de que haja paz, de que tenham caído as fronteiras. Estou contente e digo isso abertamente aos alemães”, conclui.

Libertação
Os campos de concentração e de extermínio nazistas foram libertados à medida que os exércitos aliados avançavam rumo a Berlim. A libertação começou em 24 de julho de 1944 com a do campo de Majdanek (periferia de Lublin, Polônia) pelo Exército Vermelho e concluiu em 8 de maio com a capitulação sem condições da Alemanha.

É preciso diferenciar a libertação dos campos propriamente ditos das evacuações, um processo complexo e que foi escalonado ao longo do último ano da guerra. A libertação, pelo Exército Vermelho, de Auschwitz-Birkenau foi precedida pela dissolução paulatina do complexo a partir do verão de 1944 e pela retirada de mais de 60 mil prisioneiros.

Entrada principal de Auschwitz nos dias atuais, ainda com a famosa placa com os dizeres 'O trabalho liberta' (Foto: Pawel Ulatowski/Reuters)
Entrada principal de Auschwitz nos dias atuais, ainda com a famosa placa com os dizeres ‘O trabalho liberta’ (Foto: Pawel Ulatowski/Reuters)

A evacuação de Auschwitz começou a ser preparada no final de 1944, pouco depois de as forças soviéticas liberarem o primeiro campo de concentração grande da Polônia: o de Majdanek, perto de Província de Lublin, onde se estima que 200 mil pessoas podem ter sido assassinadas.

Em janeiro de 1945 as autoridades nazistas deram a ordem de transferir a maioria dos prisioneiros de Auschwitz, e em 17 de janeiro partiram as primeiras colunas formadas unicamente por pessoas saudáveis capazes de resistir aos penosos deslocamentos, em alguns casos a pé, que hoje são conhecidos como ‘marchas da morte’. Sob o frio, com neve e sem alimentos nem abrigo essas colunas chegaram a percorrer até 250 quilômetros.

Em Auschwitz ficaram apenas sete mil prisioneiros famintos e extremamente exaustos, que dias depois da partida de seus companheiros deram as boas-vindas às tropas soviéticas.

Quando esses soldados entraram no campo encontraram muitos dos pertences das vítimas, centenas de milhares de roupas, cerca de 800 mil vestidos e mais de seis toneladas de cabelo humano.

O sobrevivente Sam Beller mostra o seu número de prisioneiro tatuado no braço enquanto visita Auschwitz nesta segunda-feira (26) (Foto: JANEK SKARZYNSKI / AFP)
O sobrevivente Sam Beller mostra o seu número de prisioneiro tatuado no braço enquanto visita Auschwitz nesta segunda-feira (26) (Foto: JANEK SKARZYNSKI / AFP)

Líderes
Os presidentes francês François Hollande, o alemão Joachim Gauck, o ucraniano Petro Poroshenko, o chefe da administração presidencial russa Serguei Ivanov e o secretário americano do Tesouro Jack Lew assistirão à cerimônia principal da terça-feira à tarde em frente ao memorial de Birkenau, lugar de extermínio de um milhão de judeus europeus.

Também se espera o rei belga Felipe, acompanhado de sua esposa Matilde, e os soberanos da Holanda, Guilherme Alexandre e Máxima, assim como vários outros presidentes e primeiros-ministros. Uma centena de ex-prisioneiros chegaram de Israel junto a um ministro. O cardeal arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz, representará a Santa Sede. Moscou justificou a ausência do presidente Vladimir Putin por não ter sido oficialmente convidado.

*Com informações de AFP, Reuters e EFE.

 

 

Do G1, em São Paulo*

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Avião desvia rota após sapato cair de bagageiro e ferir passageira

Hilda Holland com o marido; ela foi atingida por um sapato durante um voo e desmaiou (Foto: SWNS/Grosby Group)

Hilda Holland com o marido; ela foi atingida por um sapato durante um voo e desmaiou (Foto: SWNS/Grosby Group)

Um sapato que caiu de um compartimento de bagagens levou um avião a desviar sua rota e a fazer um pouso de emergência.

O voo ia das ilhas Canárias para a Inglaterra quando uma passageira idosa foi atingida na cabeça por um sapato. O objeto estava no bagageiro e caiu quando uma passageira tentava pegar um blusa lá dentro.

A britânica Hilda Holland, de 79 anos, ficou inconsciente após o impacto e o avião fez um pouso de emergência em Lisboa para que ela fosse levada ao hospital.

Em entrevista ao jornal inglês “Birmingham Mail” após voltar a seu país, Hilda disse que ficou traumatizada e que ela e o marido não pretendem voar mais.

 

Do G1, em São Paulo

 

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Japão e Jordânia tentam libertação de reféns do Estado Islâmico

Imagem divulgada pelo SITE (grupo de monitoramente do terrorismo) mostra o refém japonês Kenji Goto em imagem que teria sido feita após a decapitação de outro refém, Haruta Yukawa (Foto: Reprodução/Twitter/SITE Intel Group)

Imagem divulgada por grupo de monitoramento do terrorismo mostra o refém japonês Kenji Goto (Foto: Reprodução/Twitter/SITE Intel Group)

O Japão continua intensificando nesta terça-feira (27) seus contatos com a Jordânia para conseguir a libertação de Kenji Goto, o jornalista japonês sequestrado pelo Estado Islâmico (EI), enquanto se coloca a possibilidade de que a mesma aconteça dentro de uma troca de reféns entre o governo jordaniano e o grupo jihadista.

“Há avanços nos contatos com a Jordânia”, disse o vice-ministro das Relações Exteriores japonês, Yasuhide Nakayama, em declarações divulgadas pela emissora pública de TV do Japão, ‘NHK’.

Nakayama, que chefia a equipe especial que trabalha em Amã, a capital da Jordânia, para gerenciar a crise dos reféns, também acrescentou que os dois países concordam com a meta de libertar o piloto jordaniano Muaz Kasasbeh, retido desde dezembro pelo EI.

Em uma gravação exibida na internet no último fim de semana, o grupo jihadista pediu a libertação da extremista Al Rishawi, condenada à morte na Jordânia por um atentado fracassado, em troca da libertação do jornalista japonês.

Além disso, o jornal jordaniano “Jordan Times” afirmou nesta segunda-feira (26) que o EI teria proposto uma troca “2+2”, que consistiria em libertar o piloto e o jornalista em troca de Al Rishawi e de outro jihadista condenado em 2008 pelas autoridades jordanianas.

O ministro porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, evitou fazer qualquer comentário ao ser perguntado se o Executivo japonês teria pedido à Jordânia a libertação de Al Rishawi para, em troca, conseguir o retorno de Goto.

A possibilidade de uma troca, que Tóquio e Amã analisam com cautela há dias, foi rejeitada publicamente pelos Estados Unidos, aliado do Japão e da Jordânia.

Jen Psaki, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, disse em entrevista coletiva que a troca “entraria dentro da mesma categoria” que o pagamento de um resgate e que representaria a aceitação das exigências de um grupo terrorista.

Goto, de 47 anos, é um dos dois reféns japoneses sequestrados pelo EI, que no sábado anunciou a execução do outro, Haruna Yukawa.

A organização jihadistas anunciou a execução através de uma gravação acompanhada de uma imagem na qual Goto exibe uma fotografia de Yukawa, que foi supostamente decapitado.

O governo japonês continua analisando a autenticidade do áudio e da fotografia, mas considera que “há muitas possibilidades” de que o material seja real.

 

Da EFE

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Morador de Washington diz ser dono de drone encontrado na Casa Branca

Foto divulgada pelo Serviço Secreto mostra o drone que caiu no jardim da Casa Branca nesta segunda-feira (26) (Foto: AP Photo/US Secret Service)

Foto divulgada pelo Serviço Secreto mostra o drone que caiu no jardim da Casa Branca nesta segunda-feira (26) (Foto: AP Photo/US Secret Service)

 

Um homem assumiu que é o dono do drone encontrado na manhã desta segunda-feira (26) nos jardins da Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos. Segundo o Serviço Secreto, o homem disse que o drone era usado por lazer e que não tinha a intenção de que sobrevoasse a casa presidencial.

O homem, residente de Washington, ligou para o Serviço Secreto para dizer que era o dono do dispositivo, após divulgação de reportagens sobre o caso. A promotoria da cidade vai analisar o caso para determinar se ele será julgado ou não.

Um funcionário do Serviço Secreto, que falou sob anonimato à Associated Press, disse que até o momento não há nenhuma razão para desconfiar do homem, mas que agentes interrogam outras pessoas para comprovar o caso.

Mais cedo, quando o Serviço Secreto anunciou que o drone foi encontrado nos jardins da Casa Branca, foi informado que o dispositivo não representava ameaça.

“Segundo os primeiros elementos recolhidos, não representa nenhuma ameaça para ninguém na Casa Branca”, disse Josh Earnest, porta-voz de Barack Obama.

Obama está em Nova Délhi por três dias para estreitar os laços com a Índia, o que faz parte de uma estratégia para “reequilibrar” a defesa e o comércio dos EUA na Ásia para combater a China.

Agências reguladoras dos EUA estão trabalhando para elaborar novas regras para drones comerciais utilizados para agricultura e coleta de notícias.

Agentes do Serviço Secreto fazem ronda no jardim da Casa Branca, em Washington, na tarde de 20 de setembro, após a invasão de Omar Gonzalez (Foto: AP Photo/Susan Walsh )
Imagem de 20 de setembro mostra agentes do Serviço Secreto fazendo ronda no jardim da Casa Branca, em Washington (Foto: AP Photo/Susan Walsh )
Do G1, em São Paulo

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Trânsito interrompido e inundações marcam segundo dia de nevasca nos EUA

Da Agência Brasil

Transporte terrestre foi limitado a veículos de emergência em Boston e Nova Iorque / Foto: Agência Lusa/Andrew Kelly/Direitos ReservadosTransporte terrestre foi limitado a veículos de emergência em Boston e Nova IorqueFoto: Agência Lusa/Andrew Kelly/Direitos Reservados

A nevasca, apelidada de Juno, continuou a atingir, na madrugada desta terça-feira (27), a Costa Leste dos Estados Unidos e o Nordeste do país. As tempestades de neve devem continuar ao longo do dia e atingem uma região que concentra cerca de 20% da população norte-americana. Além do cancelamento de quase 6 mil voos, o transporte terrestre foi limitado a veículos de emergência em Boston e Nova Iorque, ontem à noite, e a restrição continua enquanto houver tempestades.

A tempestade de neve tem ventos muito fortes, de até 120 quilômetros por hora, e provoca intensa queda de temperatura. Com a má condição climática, metade dos voos que saem dos aeroportos de Nova Iorque foi cancelada e o tráfego aéreo em Boston só será normalizado amanhã (28). Nas cidades, a neve é retirada por máquinas especiais nas principais avenidas. O governo de Massachusetts emitiu alerta na madrugada devido a inundações na Costa Nordeste, onde ondas gigantes chegam até a algumas áreas residenciais.

As escolas e repartições públicas permanecem fechadas e a orientação é que as pessoas não saiam de casa neste segundo dia de tempestade. A nevasca é considerada uma das mais severas que já atingiram a região, que concentra a área metropolitana de Nova Iorque, Boston, da Filadelfia e de Connecticut. Nessas áreas, segundo estimativa do Itamaraty, vivem cerca de 60% da população brasileira residente nos Estados Unidos.

Os consulados brasileiros em Nova Iorque e Boston não funcionam hoje por causa da nevasca, mas mantêm os telefones do plantão atendendo normalmente às emergências da comunidade.

Até o início da madrugada de hoje não havia informações oficiais sobre vítimas da nevasca, mas os meios de comunicação e os governos municipais e estaduais mantêm estado de alerta e atenção e orientam as pessoas a não se expor às baixas temperaturas.

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Oceano quente está derretendo maior geleira da Antártida Oriental, dizem cientistas

Da Agência O Globo

Águas em torno da geleira estavam cerca de 1,5ºC mais quente. / Foto: AFP
Águas em torno da geleira estavam cerca de 1,5ºC mais quente.Foto: AFP

A maior geleira da Antártida Oriental, contendo gelo equivalente a seis metros acima do nível do mar, está derretendo devido à água quente do oceano, apontaram cientistas australianos nesta segunda-feira (26).

A geleira Tooten, de 120km de comprimento e mais de 30km de largura, era pensada como uma área intocada pelas correntes mais quentes. No entanto, uma viagem à região congelada encontrou que as águas em torno da geleira estavam mais quentes do que o esperado e, provavelmente, derretendo o gelo por baixo.

“Sabíamos que a geleira estava diminuindo a partir dos dados de satélite, e nós não sabíamos por quê”, afirmou a AFP o cientista-chefe da viagem Steve Rintoul.

Ele disse que, até recentemente, acreditava-se que a camada de gelo da Antártida Oriental era cercada por águas frias e, portanto, muito estável e sem risco de mudar muito. Mas o resultado da viagem foi que as águas em torno da geleira estavam cerca de 1,5ºC mais quentes do que em outras áreas visitadas na mesma viagem durante o verão do hemisfério sul.

“Chegamos na frente da geleira e medimos temperaturas que foram quentes o suficiente para conduzir um derretimento significativo”, disse Rintoul. “E por isso o fato de que a água quente pode alcançar esta geleira é um sinal de que a Antártica Oriental é potencialmente mais vulnerável às mudanças no oceano impulsionadas pela mudança climática sobre a qual estamos acostumados a pensar.”

Expedições anteriores tinham sido incapazes de chegar perto da geleira devido ao gelo pesado, mas Rintoul disse que o tempo ajudou o navio quebra-gelo Aurora Australis e uma equipe de cientistas e técnicos da Divisão Australiana da Anártica e outras organizações.

Rintoul disse que a geleira não estava prestes a derreter completamente durante a noite e causar um aumento de seis metros no nível do mar, mas a pesquisa foi importante, uma vez que os cientistas tentam prever como as mudanças na temperatura dos oceanos terão impacto sobre as camadas de gelo.

“Este estudo é um passo para uma melhor compreensão de exatamente quais partes das camadas de gelo são vulneráveis ao aquecimento do oceano e esse é o tipo de informação que podemos usar para melhorar as nossas previsões de futuras subidas do nível do mar”, disse ele.

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Estado Islâmico pede mais ataques em países ocidentais

Da Agência Brasil

Refém morto pelo Estado Islâmico em novembro de 2014 / Foto: AFP 

Refém morto pelo Estado Islâmico em novembro de 2014Foto: AFP

A organização extremista Estado Islâmico pediu nesta segunda-feira (26) mais ataques terroristas nos países ocidentais e saudou os atentados cometidos recentemente, como o ocorrido na redação do jornal francês Charlie Hebdo.

“Apelamos aos muçulmanos na Europa e no Ocidente infiel para que ataquem onde quer que estejam (…) prometemos aos cristãos que vão continuar a viver em estado de terror, medo e insegurança”, afirmou Abou Mohammad al-Adnani, porta-voz da organização, em mensagem áudio difundida na internet. “Vocês ainda não viram nada”, acrescentou.

Segundo o porta-voz, a organização extremista considera “inimigos” os muçulmanos que podem atacar inimigos e não o fazem.

O apelo do Estado Islâmico surge mais de duas semanas após os atentados em Paris ao jornal Charlie Hebdo e a um supermercado judaico, que fizeram 20 mortos, entre os quais os três terroristas.

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Marcha no México lembra quatro meses de desaparecimento de estudantes

Da AFP

Nas ruas, os mexicanos lembraram os jovens desaparecidos / Foto: AFPNas ruas, os mexicanos lembraram os jovens desaparecidosFoto: AFP

Pais dos 43 estudantes mexicanos que desapareceram e foram supostamente massacrados em Guerrero (sul) lideravam, na segunda-feira (26), uma série de marchas pela Cidade do México, aos quatro meses do crime, para lembrar o governo de que não deixarão de lutar até encontrar seus filhos.

“Já são quatro meses que não nos dizem (onde estão). Esta marcha é para que nos devolvam os ‘chamacos’ (jovens). Esta marcha é uma prova de que muitos estados estão se unindo à luta”, disse à AFP, em uma das marchas, Bernabé Adrajan, pai de Adán, um dos desaparecidos.

O dia de manifestações começou pela manhã com quatro marchas simultâneas convocadas em diferentes pontos da capital, com concentração prevista em um grande comício na praça central do Zócalo.

As marchas, das quais participam principalmente professores de uma corrente radical do sindicato nacional de educação, ocorrem em um clima de desconfiança crescente entre os pais com a investigação oficial deste crime brutal, que chocou o México e a comunidade internacional.

No sul da capital, centenas de alunos e professores provenientes do conturbado estado de Guerrero começaram a marcha levando um grande manto vermelho com as fotos dos 43 jovens. À frente da caminhada, alguns pais erguiam fotos dos filhos.

“O que queremos é que não se esqueça. Que isto não fique na impunidade”, disse à AFP Mario Pérez, estudante do quarto ano da escola rural de magistério da comunidade de Ayotzinapa (Guerrero), à qual pertenciam as vítimas.

Perto dos manifestantes, alguns dos quais exibiam paus e outros estavam encapuzados, seguiam policiais da tropa de choque. A prefeitura informou que 3.500 policiais serão mobilizados nas marchas.

Durante este dia de protestos, pais e colegas dos 43 jovens e grupos sociais que os apoiam exigirão ao governo que mantenha a busca de seus filhos, que foram atacados na noite de 26 de setembro por policiais locais e Iguala que aparentemente seguiam ordens do prefeito, acusado de servir ao tráfico de drogas.

A promotoria mexicana acredita que os estudantes, a maioria com idades entre 18 e 21 anos, foram massacrados naquela noite.

A investigação oficial aponta que, após o ataque, os jovens foram entregues a pistoleiros do cartel Guerreros Unidos, que os teriam assassinado e queimado em um afastado lixão da cidade vizinha de Cocula, antes de jogar suas cinzas em sacos dentro de um rio próximo.

Nos últimos dias, veículos mexicanos reproduziram as declarações de um dos últimos detidos por envolvimento com este crime, Felipe Rodríguez, aliás ‘El Cepillo’, manifestando que ele e outros quatro pistoleiros tinham assassinado “uns 15” estudantes e que pelo menos 25 mais já teriam morrido “por asfixia” durante o trajeto em caminhões entre Iguala e Cocula.

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Carro fica destruído após acidente com duas mortes nos EUA

Carro é içado após acidente que matou duas pessoas neste domingo (25) em Los Angeles, nos EUA (Foto: Los Angeles Daily News, Hans Gutknecht/AP)

Carro é içado após acidente que matou duas pessoas neste domingo (25) em Los Angeles, nos EUA (Foto: Los Angeles Daily News, Hans Gutknecht/AP)

Um carro ficou completamente destruído após um acidente no qual duas pessoas morreram neste domingo (25) em uma rodovia na região metropolitana de Los Angeles, nos Estados Unidos.

O acidente aconteceu na rodovia estadual 118 , no vale de San Fernando, e envolveu apenas um veículo. As duas pessoas que estavam no carro morreram. Policiais que foram até o local resgataram um cachorro de pequeno porte com vida.

 

 

Do G1 SP

 

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