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Ursos abrem porta e entram em carro nos EUA

Moradores da cidade de Avon, no estado de Connecticut, dizem que passeios de ursos na vizinhança são comuns. Animais causaram apenas pequenos danos ao estofamento do veículo.

Por G1

Câmeras instaladas em uma casa de Avon, Connecticut (Estados Unidos), flagraram o momento em que uma família de ursos cercou um carro. Dois deles conseguiram abrir a porta do veículo, entrar, permanecer lá por um curto momento, e ir embora. 

Segundo a emissora NBC, os donos do carro disseram que os animais não riscaram a lataria ao subir para abrir a porta. Apenas causaram danos pequenos ao estofamento do veículo.

Moradores da região dizem que “visitas” de ursos são comuns na região. Scott Turken, um dos vizinhos ouvidos pela NBC, afirmou inclusive que esses encontros acontecem quase todo mês, às vezes com os animais revirando o lixo.

“O fato de eles abrirem as portas do carro é algo maluco”, brincou Turken.

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Atestado mostra que causa de morte de príncipe Philip foi velhice, diz jornal

A causa de morte foi registrada como velhice, de acordo com o jornal ‘The Telegraph’. O príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, tinha 99 anos quando morreu.

Por G1

A causa da morte do príncipe Philip, no dia 9 de abril, foi velhice, de acordo com uma reportagem publicada na terça-feira (4) pelo jornal inglês “The Telegraph”. Philip, marido da rainha Elizabeth II, tinha 99 anos quando faleceu.

O Palácio de Buckingham não divulgou qual foi a causa da morte na ocasião.

Segundo o “Telegraph”, o certificado de morte foi assinado pelo médico Huw Thomas, que lidera a equipe de profissionais da saúde real.

No documento, ele declarou que a morte foi “idade avançada”. É uma causa aceita na descrição quando o paciente tem mais de 80 anos e se o médico o acompanhou por um longo tempo e observou um declínio de saúde.

Poucas semanas antes de sua morte, Philip foi submetido a uma cirurgia cardíaca.

No dia 9 de abril, a nota do Palácio de Buckingham dizia que o príncipe havia falecido pacificamente no Castelo de Windsor.

O registro legal da morte aconteceu no dia 13 de abril.

Enterro no Castelo de Windsor

enterro aconteceu no dia 17 de abril na capela de São Jorge, no Castelo de Windsor. O príncipe foi enterrado nesse mesmo castelo.

Por conta da pandemia de Covid-19 no Reino Unido, apenas 30 pessoas, entre filhos, netos e outros parentes próximos puderam comparecer à Capela de São Jorge.

Além da rainha Elizabeth II, que viveu ao lado de Philip por mais de 70 anos, quatro dos sucessores diretos ao trono participaram da despedida (os príncipes Charles, William, Harry e Andrew).

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Supermercados do Reino Unido ameaçam parar de comprar do país

Em uma carta aberta aos congressistas brasileiros, grupo disse ser ‘extremamente preocupante’ projeto de lei que muda regras de regularização de ocupação de terras públicas.

Por G1

Grandes supermercados e produtores de alimentos britânicos e europeus ameaçaram nesta quarta-feira (5) boicotar produtos do Brasil por causa de um projeto de lei que, afirmam, levaria a um desmatamento maior da floresta amazônica.

Em uma carta aberta aos congressistas brasileiros, um grupo com 38 integrantes afirmou que consideram “extremamente preocupante” a apresentação em abril do projeto de lei 510/21, que trata sobre a regularização de ocupação de terras públicas.

A proposta é, basicamente, uma reformulação do texto da medida provisória 910 – que foi debatida em 2019, mas perdeu a validade por não ter sido votada dentro do prazo limite, em maio – e do projeto de lei 2.633/2020. Esse mesmo grupo havia manifestado oposição aos projetos.

A Medida Provisória ampliava casos onde seria aceita a autodeclaração de posse, cuja comprovação não seria mais feita por visitação, mas à distância, com uso de monitoramento via satélite, e fiscalização somente em casos de denúncia.

E também aumentava o prazo para regularizar ocupações, especialmente na Amazônia Legal.

Os signatários dizem que esses projetos apresentam “ameaças potencialmente ainda maiores para a Amazônia que antes”.

O grupo é composto por grandes redes de supermercados britânicos como Tesco, J Sainsbury, Marks & Spencer, assim como a alemã Aldi, empresas de produção de alimentos como a National Pig Association, o fundo público de previdência sueco AP7 e outros gestores de investimentos.

O texto do projeto de lei prevê a “regularização fundiária, por alienação, ou concessão de direito real de uso, das ocupações de áreas de domínio da União; estabelece como marco temporal de ocupação a data de 25 de maio de 2012, quando foi editado o Código Florestal“.

Além disso, “amplia a área passível de regularização para até 2.500 hectares; dispensa vistoria prévia da área a ser regularizada, podendo ser substituída por declaração do próprio ocupante”.

“Ao longo do último ano, assistimos a uma série de circunstâncias que provocaram níveis extremamente elevados de incêndios florestais e desmatamento no Brasil”, denunciam os signatários da carta aberta.

Os signatários anunciaram que, caso as “as proteções existentes” na legislação brasileira desapareçam, eles não terão “outro remédio a não ser reconsiderar nosso apoio e uso da cadeia de abastecimento de produtos agrícolas brasileiros”.

Em 2019 e 2020, o desmatamento na Amazônia foi de 10.700 quilômetros quadrados e 9.800 km2, respectivamente, os maiores níveis desde 2008, de acordo com dados oficiais.

Desmatamento na Amazônia em 2020 foi o maior dos últimos 10 anos

Durante a reunião de cúpula do clima organizada em 22 de abril pelo presidente americano, Joe Biden, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil buscará a neutralidade de carbono até 2050.

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Índia passa dos 20 milhões de infectados pelo coronavírus

País é o segundo do mundo a atingir a marca de 20 milhões de infectados. O número de mortos é de 222,4 mil, mas especialistas apontam que há subnotificação.

Por G1

Índia chegou à marca de 20 milhões de casos notificados de coronavírus nesta terça-feira (4). É o segundo país que atinge esse número, depois dos Estados Unidos.

O país levou 10 meses para registrar os primeiros 10 milhões de infecções, e nos 4 meses seguintes o número dobrou.

Índia ultrapassa marca de 20 milhões de casos de Covid-19

Veja o ranking de países por número de casos de acordo com a universidade Johns Hopkins:

  • Estados Unidos: 32,4 milhões
  • Índia: 20,3 milhões
  • Brasil: 14,8 milhões

Há 3,45 milhões de pessoas ainda doentes. Nas últimas 24 horas, foram notificadas 357 mil novas infecções.

O número de mortes chegou a 22,4 mil, com 3,5 mil novas mortes (acredita-se, no entanto, que há subnotificação, e que as mortes podem ser até 10 vezes mais numerosas).

Explosão de casos e mortes por Covid-19 na Índia: entenda em 5 pontos

O primeiro-ministro, Narendra Modi, não impôs um lockdown nacional por ter medo de uma recessão econômica, mas os governos regionais decretaram medidas de restrição.

A oposição pede para que Modi aja de maneira mais enérgica para conter a pandemia. Ele tem sido criticado por ter permitido que milhares de pessoas comparecessem a eventos religiosos e políticos sem máscaras nos meses de março e abril.

Sistema de saúde sobrecarregado

A alta de infecções sobrecarregou o sistema de saúde do país, que enfrenta problema da falta de oxigênio. Há vítimas que morrem em ambulâncias ou mesmo em carros estacionados do lado de fora dos hospitais.

Na segunda-feira, um funcionário do Ministério da Saúde afirmou que em algumas regiões o número de infecções está em tendência de queda. O modelo do governo aponta para um pico no meio desta semana.

Problemas na vacinação

Cerca de 9,5% da população de 1,35 bilhão recebeu pelo menos uma dose.

O país enfrenta uma queda súbita no número de vacinas ministradas. Há problemas de oferta e entrega.

Ao menos três estados relataram falta de doses.

As previsões mostram que os dois principais produtores de vacinas no país vão demorar pelo menos dois meses para conseguir aumentar a produção (a quantidade atual é de 70 milhões a 80 milhões de doses por mês).

A Índia pediu para que a Pfizer, a Johnson & Johnson e a Moderna ofereçam propostas de contratos, mas nenhuma das três o fez até agora.

Suspensão de liga de críquete

A liga de críquete, o esporte mais popular no país, foi suspensa por causa da crise de saúde. O campeonato estava acontecendo sem público, apenas com transmissão pela TV.

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Trem do metrô da Cidade do México cai em avenida e deixa dezenas de mortos e feridos

Ao menos 23 pessoas morreram e 65 ficaram feridas, segundo a prefeita da capital mexicana. Resgate precisou ser suspenso devido ao risco de desabamento do restante do viaduto.

Por G1

Vagões do metrô descarrilaram e despencaram após um viaduto desabar na noite desta segunda-feira na Cidade do México (horário local, madrugada de terça-feira no Brasil).

Ao menos 23 pessoas morreram e 65 ficaram feridas, segundo a prefeita da capital mexicana, Claudia Sheinbaum. Há crianças entre as vítimas e 7 feridos estão em estado grave.

Nesta reportagem você vai ver:

  • Viaduto do metrô desabou na Cidade do México, capital do país
  • Vagões com passageiros caíram e atingiram carros em avenida
  • Ao menos 23 pessoas morreram e 65 ficaram feridas
  • Feridos conseguiram sair dos vagões por conta própria
  • Uma pessoa saiu com vida de automóvel que foi esmagado
  • Resgate precisou ser suspenso devido ao risco de colapso da estrutura
  • Linha 12 é a mais nova e mais extensa do metrô da Cidade do México
  • Comparativo entre os metrôs da Cidade do México e de São Paulo
Metrô cai após viaduto desabar na Cidade do México e deixa dezenas de mortos e feridos — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/Editoria de Arte

Metrô cai após viaduto desabar na Cidade do México e deixa dezenas de mortos e feridos — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/Editoria de Arte

O viaduto da linha 12 do Metrô da cidade, que vai de Mixcoac a Tláhuac, ruiu entre as estações Los Olivos e Tezonco por volta de 22h30 (horário local, 0h30 de terça-feira em Brasília).

A estrutura e dois vagões desabaram sobre veículos que circulavam na avenida Tláhuac.

Vários feridos conseguiram sair dos vagões por conta própria e uma pessoa saiu com vida de um automóvel que foi esmagado pelos escombros do viaduto, segundo a prefeita.

Dezenas de socorristas e bombeiros trabalharam durante a madrugada para retirar passageiros dos escombros, mas o resgate precisou ser interrompido pelo risco de colapso.

“Por enquanto, interrompemos o resgate porque o metrô está muito instável. Uma grua vai chegar para ajudar”, afirmou a prefeita da Cidade do México.

Segundo Sheinbaum, aparentemente uma viga da estrutura do metrô cedeu, mas a causa do acidente ainda será investigada.

Pessoas observam trabalho de resgate na Cidade do México — Foto: Eduardo Castillo / AP Photo

José Martínez disse emocionado que normalmente pega o trem em direção a Tláhuac, mas escapou do acidente porque não conseguiu embarcar a tempo, após sair do trabalho.

“Fui salvo por cerca de 15 minutos, ainda bem que nada me aconteceu”, afirmou Martínez.

Este é o segundo acidente no metrô da capital mexicana neste ano. Em janeiro, um incêndio nas instalações de controle do metrô deixou uma pessoa morta e 29 intoxicadas.

Em março do ano passado, uma pessoa morreu e 41 ficaram feridas após dois trens colidirem dentro de uma estação.

Destroços de viaduto e trem na Cidade do México — Foto: Carlos Jasso / Reuters

Equipes de resgate na área onde trem e viaduto do Metrô desabaram na Cidade do México — Foto: Marco Ugarte / AP Photo

Metrô da Cidade do México

Inaugurado em 1969, o metrô da Cidade do México é um dos principais meios de transporte da capital e da região metropolitana, onde vivem cerca de 20 milhões de pessoas.

O metrô da cidade tem 226 km de extensão, 12 linhas e 195 estações e transporta mais de 1,6 bilhão de passageiros por ano.

Ele é o segundo maior da América do Norte, atrás apenas do de Nova York.

A Cidade do México é a capital do México e a maior cidade da América do Norte, com 9,2 milhões de habitantes. Para efeito de comparação, a cidade de São Paulo tem 12,3 milhões.

Metrô cai após viaduto desabar na Cidade do México e deixa dezenas de mortos e feridos — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/Editoria de Arte

Linha 12 do metrô

A linha 12, na qual ocorreu o acidente desta segunda, é a mais nova e a mais extensa do metrô da cidade.

Ela tem com 25,1 km de comprimento e foi inaugurada em 2012 pelo atual ministro do Exterior do México e então prefeito da capital, Marcelo Ebrard.

De janeiro a março deste ano, a linha transportou 15,9 milhões de passageiros (mais de 5,3 milhões de pessoas por mês) e foi a 7ª com maior número de passageiros.

A mais movimenta foi a linha 1, com quase 22,5 milhões de passageiros transportados (7,5 milhões por mês).

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Israel investiga tumulto em festival religioso que deixou 45 mortos

Várias pessoas foram pisoteadas. Evento para judeus ortodoxos reuniu cerca de 100 mil no norte do país, que começa a retomar festivais após controlar a pandemia.

Por G1

A controladoria do Estado de Israel anunciou nesta segunda-feira (3) a abertura de uma investigação sobre o tumulto em um festival religiosoque deixou 45 mortos e mais de 100 feridos na madrugada de sexta-feira (30).

Matanyahu Englman, chefe da controladoria, afirmou em entrevista coletiva que a tragédia poderia ter sido evitada e que instaurou uma “investigação especial” para determinar as causas do incidente.

Responsável por supervisionar o funcionamento das instituições públicas, o órgão do governo israelense já havia alertado duas vezes – em 2008 e 2011 – sobre falhas na organização do evento.

“Se isto tivesse sido solucionado, talvez a catástrofe poderia ter sido evitada”, disse Englman.

O chefe de polícia da região, Shimon Lavi, e o ministro da Segurança Pública, Amir Ohana, disseram que assumem a responsabilidade pelo incidente, mas o segundo rejeita ser culpado pelas mortes.

Já a ministra dos Transportes, Miri Regev, próxima a Netanyahu, é apontada pela imprensa local como um alvo da investigação por ter fretado ônibus para levar peregrinos ao evento.

Mais de 100 feridos

Cerca de 100 mil pessoas — a maioria judeus ortodoxos — participavam da celebração Lag B’Omer, o maior evento desde o controle da pandemia do coronavírus no país.

Relatos apontam que pessoas caíram em uma arquibancada, o que causou um princípio de tumulto. Uma multidão então tentou sair por uma passagem estreita e pessoas foram pisoteadas.

“Infelizmente, encontramos crianças pequenas pisoteadas”, afirmou Eli Beer, diretor de um serviço voluntário de ambulância, a uma rádio local. “Conseguimos salvar algumas delas”.

O Magen David Adom, equivalente israelense à Cruz Vermelha, atendeu 150 feridos. Muitos foram levados a hospitais.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu foi ao local da tragédia e classificou-a como um “pesado desastre”. O premiê declarou o domingo um dia de luto nacional pelas vítimas da tragédia.

Festival na pandemia

Lag B’Omer é um feriado em homenagem ao rabino Simon Bar Yochai, um religioso do século II cujos restos mortais estão enterrados no Monte Meron.

O evento marca o início da retomada das grandes celebrações (religiosas ou não) em Israel, país que conseguiu controlar a Covid-19 com uma das vacinações em massa mais rápidas do mundo.

Quase todas as atividades já retornaram à normalidade pré-pandemia, e o governo israelense tirou recentemente a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre.

O festival foi cancelado no ano passado devido à pandemia. Em 2019, organizadores calcularam que 250 mil compareceram ao local.

Celebrações após a tragédia

Antes da mortes, a multidão percorria corredores e salões, dançando, cantando, rezando e acendendo velas e fogueiras.

Depois do incidente, alguns religiosos voltaram ao Monte Meron para continuar a celebrar o festival judaico.

MAPA — Local do tumulto que deixou mortos em Israel — Foto: G1 Mund

MAPA — Local do tumulto que deixou mortos em Israel — Foto: G1 Mundo

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Avalanches nos Alpes franceses deixam cinco mortos

Três avalanches foram registradas no sudoeste francês. Promotoria investiga possibilidade de homicídio culposo em caso de deslizamento provocado por esquiadores.

Por RFI

Cinco pessoas morreram nesta segunda-feira (3) vítimas de avalanches nos Alpes franceses. Um dos acidentes pode ter sido causado por outros esquiadores, que provocaram o deslizamento de forma involuntária.

Apesar do dia ensolarado, três avalanches foram registradas pela manhã no sudeste da França. A primeira ocorrência foi registrada quando três pessoas escalavam o maciço [parede de rocha] de Écrins.

As vítimas – dois esquiadores e um guia, todos com cerca de 30 anos – foram arrastadas pela neve em um corredor localizado a 3.200 metros de altitude, próximo ao refúgio Adèle Planchard, no vilarejo de Villar d’Arène, no departamento de Hautes Alpes.

Mapa identifica o departamento de Hautes Alpes, no sudoeste da França — Foto: G1 Mundo

Mapa identifica o departamento de Hautes Alpes, no sudoeste da França — Foto: G1 Mundo

A queda foi de cerca de 400 metros de altura e os corpos foram encontrados parcialmente cobertos de neve pelos salva-vidas e pela guarda da montanha, que chegou ao local de helicóptero, junto com um médico e um cão farejador.

A segunda avalanche aconteceu na mesma região, em Ailefroide, um pouco mais ao sul. Um homem de 55 anos e uma mulher de 50 anos morreram vítimas de um deslizamento que pode ter sido provocado por dois esquiadores que se encontravam em um nível superior – essa é a hipótese levantada pela promotoria de Grenoble.

Montanhas íngremes

Em entrevista ao canal de televisão France 2, Baptiste Le Prince, que fazia parte do grupo de alpinistas que estava no topo da montanha, disse que era impossível saber se outras pessoas escalavam ao mesmo tempo.

“Nós não tínhamos nenhuma visibilidade. Só depois que vimos as pontas dos esquis, enfiados na neve”, relatou.

A promotoria abriu uma investigação por homicídio culposo.

A terceira avalanche, no setor de Valjouffrey, surpreendeu três pessoas, uma das quais ficou gravemente ferida, segundo a imprensa local.

A região é conhecida por suas montanhas íngremes, com inclinação de 45%, que os aventureiros escalam antes de descer esquiando. As condições meteorológicas eram favoráveis para a prática de escaladas. Mas as variações recentes de temperatura podem ter contribuído para os deslizamentos.

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EUA começarão a reunir famílias migrantes separadas no governo de Donald Trump

Não está claro quantas crianças ainda estão longe de seus pais, mas estima-se que sejam cerca de mil. O governo não esclareceu se as famílias terão permissão para residência legal nos EUA.

Por France Presse

Algumas das famílias de migrantes separadas durante o governo do ex-presidente republicano Donald Trump nos Estados Unidos vão começar ser reunidas nesta semana, anunciou nesta segunda-feira (3) o secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS), Alejandro Mayorkas.

Mayorkas informou que quatro mães que fugiram de “situações extremamente perigosas em seus países de origem” serão reunidas com seus filhos depois de serem separados na fronteira entre os Estados Unidos e o México.

Justiça americana suspende deportação de famílias separadas ao entrar nos EUA

A administração de Joe Biden estabeleceu uma equipe dedicada para rastrear as famílias e reuni-las, chefiada pelo próprio secretário.

Mayorkas é o primeiro latino e o primeiro imigrante a chefiar este Departamento, que trata, entre outras tarefas, da segurança nas fronteiras.

Segundo a mídia americana, duas das famílias beneficiárias são uma mãe mexicana e uma mãe hondurenha que foram separadas dos filhos no final de 2017. Algumas das crianças que se reunirão tinham apenas três anos quando foram separadas.

Política de separação de famílias

A política de “tolerância zero” de Trump sobre a imigração irregular começou a ser aplicada em 2017 e foi formalmente anunciada em 2018. Ao separar famílias (a maioria de centro-americanos fugindo da violência), o governo republicano procurava dissuadir os migrantes a iniciar a jornada para o norte.

Sua implementação, que estima ter afetado cerca de 5.000 menores de idade, foi suspensa devido a uma onda de indignação nacional e global. Não está claro quantas crianças ainda estão longe de seus pais, mas estima-se que sejam cerca de mil.

A administração Trump guardou arquivos incompletos e pouco fez para cooperar com as organizações que tentaram reunir as famílias com seus filhos.

Os poucos dados disponíveis decorrem principalmente de ações judiciais que tentaram rastrear pais que foram deportados para longe de seus filhos que permaneceram nos Estados Unidos.

Muitas são originárias de áreas rurais e comunidades localizadas em zonas montanhosas de difícil acesso, tarefa logística também complicada pela pandemia e pelos dois furacões que assolaram a América Central durante o outono boreal.

Barreiras culturais

Anos após a separação, os pais enfrentam potenciais barreiras culturais e linguísticas com os filhos que podem ter vagas lembranças deles.

O governo não esclareceu se as famílias terão permissão para residência legal nos Estados Unidos.

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México registra primeiro caso da variante indiana da Covid-19

Primeiro caso foi registrado no estado de San Luis Potosí. País já contabiliza mais de 217 mil mortes.

Por France Presse

México registrou o primeiro caso da variante indiana do coronavírus no estado de San Luis Potosí, no centro-norte do país, informaram autoridades neste domingo (2).

“Ontem fomos notificados sobre três novos isolamentos, foram identificadas variantes em três amostras, duas delas sem importância e uma que é de interesse e justamente é a B.1.617, originalmente identificada na Índia”, disse em coletiva de imprensa Miguel Ángel Lutzow, secretário de Saúde local.

“Já foi identificada no nosso país e de fato a primeira vez que é identificada é aqui em San Luis Potosí”, acrescentou durante coletiva de imprensa.

O funcionário disse que a variante foi identificada em uma pessoa residente na capital do estado e que está sendo feito o processo de investigação.

“O mais provável é que tenha sido por contato com pessoas que estiveram nos Estados Unidos”, disse. Ele acrescentou que a pessoa afetada está em recuperação e não está mais hospitalizada.

A variante indiana do coronavírus é considerada responsável, em parte, pela letal segunda onda da pandemia na Índia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou na semana passada que esta mutação do vírus tinha sido identificada em 17 países, vários deles europeus.

O México, com 126 milhões de habitantes, registra até o momento 2.347.780 casos confirmados de coronavírus e 217.168 óbitos.

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Argentina ultrapassa 3 milhões de casos da Covid-19 e se aproxima de 65 mil mortes

Nas últimas 24 horas, foram registrados 11.394 contágios e 156 óbitos pelo coronavírus. País passa por segunda onda de infecções.

Por G1

Argentina chegou a 3 milhões de casos da Covid-19 neste domingo (2). São, exatamente, 3.005.259 infecções confirmadas da doença, com um acúmulo de 64.252 mortes, de acordo com dados oficiais do Ministério da Saúde do país.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 11.394 contágios e 156 óbitos pelo coronavírus. O país passa por uma segunda onda de infecções, enquanto o governo endurece as medidas de isolamento — até 21 de maio está proibida a circulação entre as 20h e as 6h, exceto para trabalhadores essenciais.

Além disso, o Ministério da Saúde do país manteve limitações ao ensino presencial por pelo menos mais três semanas. Teatros, cinemas, academias, cassinos, salões de dança e grandes shopping centers também estão fechados.

Com cerca de 45 milhões de habitantes, o governo argentino conseguiu imunizar 15,6% da população com pelo menos uma dose — foram obtidas 9,8 milhões, das quais 8 milhões já foram aplicadas.

Oxigênio

Na quinta-feira (29), o governo congelou o preço do oxigênio medicinal por 90 dias e orientou produtores do país a priorizarem o sistema de saúde devido à alta no número de casos do coronavírus.

“Todos os produtores de oxigênio líquido são obrigados a alocar suprimentos ao setor de saúde”, determinou uma resolução do Ministério da Saúde publicada no Diário Oficial.

A Argentina quer evitar o tipo de crise enfrentada pela Índia, onde empresas de TI criaram “salas de guerra” para fornecer oxigênio, remédios e leitos hospitalares. O Brasil também sofreu com uma escassez de oxigênio no início do ano com um colapso do sistema de saúde em Manaus.

A Argentina suspendeu qualquer aumento nos preços de oxigênio medicinal porque “em um contexto de procura crescente, mudanças foram relatadas nos preços de remédios, suprimentos e, em particular, de oxigênio medicinal líquido a granel ou em tubos”, argumentou o governo.

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