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Presidente da Turquia decide antecipar eleições no país

O pleito presidencial e parlamentar do país estava marcado para 18 de junho, mas agora deve ser realizado em 14 de maio, segundo Erdogan.

Por Reuters

O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse que realizará eleições em 14 de maio, um mês antes do previsto.

O gabinete do presidente divulgou neste domingo (22) um vídeo de Erdogan anunciando a data durante uma reunião com jovens eleitores na província de Bursa, no noroeste do país, na noite de sábado (21).

As eleições presidenciais e parlamentares da Turquia estavam marcadas para 18 de junho, mas o presidente já havia sinalizado que a votação poderia ser antecipada.

As pesquisas de opinião mostram que as eleições parlamentares e presidenciais serão acirradas e marcarão o maior teste de Erdogan em suas duas décadas no comando da potência militar regional, membro da Otan e importante economia do mercado emergente.

Erdogan anunciou sua candidatura à própria sucessão na próxima eleição. A Turquia atravessa uma grave crise econômica, com uma inflação de mais de 84%.

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Por que governo japonês está oferecendo milhares de dólares para famílias deixarem Tóquio

Valor do incentivo financeiro dado às famílias para se mudar para regiões menos populosas vai triplicar a partir de abril.

Por BBC

O governo japonês vai passar a oferecer 1 milhão de ienes (mais de R$ 40 mil) por filho para cada família que se mudar da populosa capital, Tóquio, para um dos municípios localizados nas províncias do país.

O novo valor — que representa um acréscimo de cerca de 700 mil ienes ao subsídio atualmente dado às famílias para realocação — será concedido a partir de abril, conforme noticiaram vários meios de comunicação locais, como o jornal Tokyo Shimbun e a agência de notícias Kyodo.

De acordo com a imprensa japonesa, a principal intenção do governo é revitalizar as províncias fora da capital, onde a população está envelhecendo rapidamente.

De fato, o Japão tem a maior taxa per capita de pessoas acima de 65 anos no mundo.

No entanto, o segundo objetivo da medida é reduzir a densidade populacional da área metropolitana de Tóquio, que abriga quase um quarto da população total do Japão: mais de 37 milhões de pessoas, o que faz dela a cidade mais populosa do planeta.

E embora o ano passado tenha sido a primeira vez em 25 anos que a população de Tóquio encolheu, de acordo com o relatório demográfico mais recente, a capital ainda é considerada um forte ímã para os habitantes mais jovens do país.

Isso levou algumas regiões a ficarem presas em uma espiral de despovoamento, com escolas em desuso — e, em alguns casos, vilarejos inteiros abandonados.

Como informaram autoridades do governo à agência de notícias Kyodo, a oferta é válida para famílias que vivem em uma das 23 divisões que existem na capital japonesa e nas cidades vizinhas de Saitama, Chiba e Kanagawa.

E para receber o subsídio, elas devem se mudar para fora desse conglomerado urbano, embora as autoridades tenham deixado claro que também podem residir em algumas zonas rurais nos arredores da capital japonesa.

Alta densidade

Como observa o jornalista Leo Lewis, do jornal britânico Financial Times, o problema é que Tóquio continua muito atraente mesmo para as pessoas que vivem lá, com um aumento constante na demanda por moradia.

Apesar da pandemia de covid-19 e das opções de trabalho remoto, o preço médio de um apartamento novo em Tóquio, de acordo com o Real Estate Economic Institute, superou o pico durante a bolha imobiliária do Japão em 1989.

E o aumento do incentivo do governo anunciado agora também tem uma razão subjacente. Segundo o próprio governo, apenas cerca de 2.400 pessoas aproveitaram os subsídios oferecidos para se mudar da capital no último ano fiscal.

Isso é apenas 0,006% dos quase 38 milhões de habitantes que residem na capital.

Para o jornalista britânico Justin McCurry, do jornal britânico The Guardian, que mora em Tóquio, a principal causa para o programa de incentivo do governo não ter funcionado como esperado é que tem certas exigências que o impedem de ser muito popular.

“As famílias que optam por este benefício devem morar em seus novos lares por pelo menos cinco anos, e um membro da família deve estar trabalhando ou planejando abrir um novo negócio”, observou o correspondente.

“Aqueles que se mudarem antes de completar cinco anos vão ter que devolver o dinheiro em espécie.”

A emissora pública do Japão, NHK, começou a apresentar uma série de reportagens em que divulga os benefícios de morar fora da cidade grande, para incentivar as famílias que moram na capital a fazer as malas.

“Nós vimos esse programa e, naturalmente, você pensa a respeito”, afirmou Erika Horiguchi, que mora em Tóquio com o marido e a filha, ao jornal Financial Times.

“Mas não temos planos de mudar. Há uma razão pela qual os japoneses vêm para Tóquio, e não acho que o governo possa mudar isso”, acrescentou.

– Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-64161454

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Número de brasileiros com autorização para ter arma aumenta 7 vezes durante mandato de Bolsonaro

Até o governo Temer, 117 mil pessoas tinham registro como caçador, atirador ou colecionador. O último presidente deu licença de CAC para mais 695 mil. Os dados foram obtidos pelo g1 via Lei de Acesso à Informação e antes eram negados por Bolsonaro.

Por Arthur Stabile, g1

A quantidade de brasileiros com autorização para ter arma de fogo aumentou sete vezes durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Ao longo do mandato do ex-presidente, a quantidade de CACs (grupo formado por caçadores, atiradores e colecionadores) subiu de 117.467, em 2018, para 813.188, em 2022, conforme dados obtidos pelo g1 via Lei de Acesso à Informação junto ao Exército.

Esta é a primeira vez que é divulgado o total de novos CACs durante o mandato de Bolsonaro – desde a posse, em 1º de janeiro de 2019, até dezembro de 2022. Em quatro anos, o governo Bolsonaro autorizou 695.721 pessoas a ter armas, número que representa 872 novos cadastros por dia.

Dados do Anuário de Segurança Pública, com base em estatísticas do Exército Brasileiro, indicam que 117.467 pessoas tinham licença para ter armas em todo o país até 2018, último ano do governo de Michel Temer (MDB). Com os registros liberados pelo governo Bolsonaro, o total de CACs aumentou 592% e fechou o ano passado em 813.188.

Houve crescimento paulatino de novos CACs sob Bolsonaro; veja a seguir:

  • 2019: 73.788
  • 2020: 104.933
  • 2021: 198.640
  • 2022: 318.360

Pela legislação, cabe ao Exército analisar e aprovar os registros de quem pretende virar um CAC. O mapeamento é feito desde 2004 através do sistema Sigma (Sistema de Gerenciamento Militar de Armas).

O número de autorizações em 2022, último ano do governo Bolsonaro, representa 46% de todas as autorizações sob a gestão do ex-presidente: 318.360 autorizações. Até a metade do ano, 158.565 pessoas obtiveram novos registros para comprar armas, de acordo com o Anuário de Segurança Pública. Dados do Exército obtidos pelo g1 indicam que outras 159.795 pessoas receberam aval no segundo semestre.

O último ano do governo Bolsonaro também aumentou em seis vezes a quantidade de registros concedidos para CACs (grupo formado por caçadores, atiradores e colecionadores) por ano. Em comparação com o fim do governo Temer, 47.361 registros foram aprovados durante 2018, contra 318.360 de Bolsonaro em apenas 12 meses.

Mais armas nas ruas

Bolsonaro tinha entre suas principais pautas o armamento da população. O ex-presidente editou decretos que facilitaram o acesso a armas, inclusive as de grosso calibre e uso restrito, como fuzis, com critérios menos rígidos para posse e aquisição, bem como maior limite de munições disponíveis por ano para CACs.

Dados divulgados em primeira mão pelo g1 na quinta-feira (19) mostram que o governo Bolsonaro liberou 904 mil novas armas para caçadores, atiradores e colecionadores de 2019 até 2022.

Entenda o que é o registro CAC

Os registros concedidos aos CACs ao longo do governo Bolsonaro representam a liberação de 619 novas armas por dia no país nos últimos quatro anos.

Foram ao todo 904.858 registros para aquisição de novas armas, aumento constante desde 2019, quando ocorreram 78.335 liberações. Em 2020, foram 137.851, e em 2021, o número passou para 257.541 e, em 2022, o recorde de 431.131 – que representa 47% do total sob Bolsonaro.

O presidente permitia que colecionadores tivessem cinco armas; caçadores podiam ter 15; atiradores, 30.

Os decretos de Bolsonaro foram parcialmente suspensos pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em setembro de 2022. No dia 2 de janeiro, o presidente Lula (PT) revogou as normas sobre armas e definiu novas regras, dentre as quais a suspensão de novas concessões para CACs registrarem novas armas.

Também estipulou que novos CACs podem ter três armas –o limite vale para colecionadores, caçadores e atiradores.

Legalização das armas sem mudar a lei

Rafael Alcadipani, professor da Faculdade Getúlio Vargas (FGV) e integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que o governo de Jair Bolsonaro “legalizou as armas” no país sem mudar a lei do desarmamento, da década de 2000.

“Jair Bolsonaro, em sua gestão, fez uma espécie de legalização das armas por meio de CACs, é isso que aconteceu. O ex-presidente não quis mexer mais fortemente na legislação e liberou CACs o máximo que ele podia e as pessoas começaram a ter mais liberalidade de acesso às armas”, diz.

Em seu mandato, Bolsonaro assinou uma série de decretos que facilitou o acesso às armas de fogo por parte de CACs. Em 2 de janeiro, o governo Lula suspendeu os decretos e paralisou a concessão de novos registros e novas armas para a categoria.

O especialista destaca os saltos expressivos ano a ano, com os registros quase dobrando de 2021 para 2022, o que classifica como uma realidade “bastante temerária”. Alcadipani afirma que mais registros de CACs levam ao aumento de acidentes com armas de fogo, à quantidade de armamentos legais que caem nas mãos do crime organizado e também possibilita o aumento de suicídios.

“Essa situação de arma de fogo é bastante complexa, perigosa com relação à realidade brasileira. A gente espera que o governo federal tome medida mais enérgicas e não tão tímidas como tem tomado agora, para que a gente tenha um equilíbrio no controle de armas no Brasil”, afirma o professor.

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Menina indiana renuncia a herança milionária e entra em monastério

Devanshi Sanghvi herdaria o negócio de pedras preciosas de seu pai, o Sanghvi and Sons, mas decidiu ingressar uma ordem rígida da religião da família, a fé janinista, que não permite apego a bens materiais.

Por France Presse

Uma indiana de oito anos renunciou a uma herança milionária e ingressou esta semana em uma estrita ordem religiosa da fé jainista.

Devanshi Sanghvi herdaria o negócio de joias Sanghvi and Sons, em Surat, conhecida localmente como a “cidade do diamante” por sua importância no comércio mundial de pedras preciosas. A empresa tem patrimônio líquido de cerca de US$ 60 milhões.

A família anunciou esta semana a vocação de Devanshi, que passou por uma cerimônia de quatro dias até que, nesta quarta-feira (18), chegou em uma carruagem puxada por um elefante ao templo onde trocou suas roupas luxuosas por vestimentas simples de algodão branco.

A criança, conhecida entre os membros da comunidade jainista, “nunca viu televisão, filmes ou foi a shopping centers e restaurantes”, contou uma pessoa próxima à família.

Ela está entre os mais jovens a realizarem uma cerimônia “diksha” para abandonar suas posses materiais e entrar no monacato jainista. Segundo a imprensa local, seus pais disseram que a menina tinha pressa em se converter.

O jainismo, religião da qual a família faz parte, foi fundado na Índia no século VI antes da era cristã. Defende a não violência, o ascetismo, o veganismo e o amor por todas as criaturas. Tem mais de quatro milhões de adeptos no país.

Essa religião é alvo de críticas por algumas de suas práticas rituais, como o jejum extremo.

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Mergulhadores japoneses registram raras imagens de lula gigante nadando no mar

Animal de 2,5 metros vive nas proximidades do Japão, mas avistá-lo na água é algo incomum.

Por France Presse

Mergulhadores japoneses registram imagens de lula gigante

Um casal de mergulhadores captou imagens impressionantes no Japão: o animal de 2,5 metros de comprimento é uma lula gigante .

Yosuke Tanaka e a esposa Miki operam uma empresa de mergulho na cidade de Toyooka, na região de Hyogo e foram alertados sobre a lula por um vendedor de equipamentos de pesca que a avistou em uma baía.

Os mergulhadores foram atrás do animal e tiveram a sorte de estar frente a frente com a lula, que se movia lentamente e aparentava estar enfraquecida, com a pele descascando.

As lulas gigantes vivem nas águas ao redor do Japão e, ocasionalmente, chegam à praia, mas vê-las vivas na natureza é um acontecimento bem raro.

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Descoberta arqueológica: México encontra artefatos de civilização antiga que podem ter até 2 mil anos

Em uma cripta, cerca de 240 objetos foram encontrados, incluindo peças de estuque com escrita zapoteca, disse o Inah.

Por g1

Uma tumba que pode ter até 2 mil anos foi encontrada no México e, nela, havia murais que não eram de conhecimento público.

A descoberta pode revelar como eram os ritos funerários dos zapotecas, um dos povos que viviam na região sudoeste do México.

O mural mais bem-preservado mostra figuras vestidas com roupas sofisticadas e tem um fundo vermelho e amarelo. Esse foi encontrado na cidade de San Pedro Nexicho, no estado de Oaxaca.

O local fica a cerca de 48 quilômetros da antiga capital zapoteca, Monte Alban, onde ainda hoje é templos e palácios (o local, hoje, é uma atração turística).

Uma parte do mural encontrado nas tumbas mostra, aparentemente, uma procissão de guerra, segundo o departamento responsável pelas antiguidades no México, o Inah.

Uma parte dos murais foi parcialmente reconstruída de fragmentos que estavam no chão.

O instituto afirmou que a maior das tumbas foi saqueada anos atrás, embora ainda ainda tenha sido encontrada lá, bem como pequenas peças de cerâmica, conchas e pedras verdes em outras partes do local da escavação.

Em uma cripta, cerca de 240 objetos foram encontrados, incluindo peças de estuque com escrita zapoteca, disse o Inah.

As câmaras mortuárias são da época do apogeu clássico e pós-clássico dos zapotecas, por volta de 200 -1.100 dC.

Os zapotecas foram contemporâneos dos antigos maias.

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Em meio a protestos no Peru, Dina Boluarte diz que governo está firme e que vandalismo será punido

Boluarte também enfatizou medidas contra serão tomadas “com todo o peso da lei” contra os responsáveis ​​pelos atos de violência. Em Lima, um prédio histórico pegou fogo; em Arequipa, manifestantes tentaram invadir o aeroporto.

Por g1

Em meio a um violento confronto entre manifestantes e polícia no PeruDina Boluarte, presidente do país e alvo dos atos que começaram em dezembro do ano passado, afirmou que a situação foi controlada e que “o governo está firme e o seu gabinete mais unido do que nunca”.

“Todo o rigor da lei vai cair sobre essas pessoas que praticam vandalismo”, completou Boluarte em pronunciamento à nação nesta quinta-feira (19). Ela também fez um apelo por diálogo e calma.

“Ao povo peruano, aos que querem trabalhar em paz e aos que geram atos de protesto, digo: não me cansarei de chamá-los ao bom diálogo, dizendo-lhes que trabalhem pelo país”, disse a presidente.

Prédio pega fogo em meio a protestos no Peru

Boluarte também enfatizou medidas contra serão tomadas “com todo o peso da lei” contra os responsáveis ​​pelos atos de violência, que, nas suas palavras, não ficarão impunes.

Em Lima, capital do país, um prédio histórico pegou fogo. Em Arequipa, segunda maior cidade do país, foi registrada uma batalha campal entre as forças de ordem e mil manifestantes que tentaram invadir o aeroporto e foram repelidos com gás lacrimogêneo, segundo a imprensa local.

As autoridades confirmaram 54 mortes relacionadas à crise no país, desde o início do conflito, em dezembro. Segundo o governo, 44 pessoas morreram em protestos e 9 em incidentes ligados a bloqueios nas estradas. A outra morte foi de um policial.

O conflito

Os confrontos entre manifestantes e forças de segurança já deixaram 48 mortos no Peru. Além de pedirem a renúncia de Boluarte, os manifestantes querem mudanças políticas e também que haja responsabilização pelas mortes.

As manifestações começaram depois que o Congresso derrubou o presidente Pedro Castillo, no dia 7 de dezembro, e Boluarte assumiu. Castillo foi preso e condenado a uma pena inicial de 18 meses.

Ainda quando era presidente, ele era investigado em diversos processos. Castillo, então, tentou dissolver o Congresso. Sem apoio do exército, do Judiciário e do Legislativo, ele foi derrubado e preso horas depois.

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Empresa tenta bater recorde de maior pizza do mundo nos EUA

Com uma área total de 1.310 metros quadrados, a pizza será dividida em mais de 68 mil fatias quando estiver pronta.

Por Reuters

Empresa tenta bater recorde de maior pizza do mundo nos EUA

Uma tentativa de construir a maior pizza do mundo está em andamento em Los Angeles, nos Estados Unidos, desde quarta-feira (18). Com uma área total de 1.310 metros quadrados, a pizza será dividida em mais de 68 mil fatias quando estiver pronta.

O intuito da Pizza Hut, empresa responsável pela ação, é entrar para o livro dos recordes.

“O planejamento está em andamento há algum tempo. Quero dizer, há vários meses planejamos como fazer isso. A equipe realmente começou ontem e esperamos quebrar o recorde mundial”, afirmou David Graves, presidente da empresa.

Para fazer a pizza, fatias retangulares de massa foram colocadas ao longo da base. Em seguida, o molho de pizza foi aplicado. Por fim, queijo e pepperoni foram adicionados. Um dispositivo de cozimento paira sobre a pizza para cozinhá-la.

Para fazer a pizza, foram usados:

  • Massa: 6,2 toneladas;
  • Molho: 2,2 toneladas;
  • Queijo: 3,9 toneladas;
  • Pepperoni: 630.496 fatias.

“O melhor é que nada disso será desperdiçado. Na verdade, podemos doá-lo para alguns bancos de alimentos locais aqui na comunidade de Los Angeles. Então, estamos muito animados com isso”, disse Graves.

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Rumor sobre ossos de mamute leva caçadores de tesouros a buscar artefatos em rio de Nova York

Em podcast, garimpeiro contou que ossadas valiosas teriam sido descartadas em rio da cidade norte-americana na década de 1940. Veracidade da história não foi confirmada — mas dezenas de pessoas têm procurado pelos artefatos mesmo assim.

Por Deepti Hajela, Associated Press

Pergunte às pessoas o que você pode encontrar enterrado na lama no fundo do East River de Nova York, nos Estados Unidos, e elas provavelmente dirão “um chefe da máfia” antes de pensar em ossos de mamute.

Mas vários grupos de caçadores de tesouros foram para a hidrovia nas últimas semanas depois de ouvir um convidado no podcast do comediante Joe Rogan afirmar que um compartimento com ossos de mamute pré-históricos potencialmente valiosos foi despejado no rio na década de 1940.

Apesar da falta de evidências para apoiar a história, caçadores de tesouros usando barcos, aparelhos de mergulho e tecnologia, como câmeras operadas remotamente, têm procurado, na esperança de que presas de mamute se escondam nas águas turvas do rio.

“Acho que as chances são tão boas quanto na loteria. E as pessoas compram esses ingressos todos os dias”, disse Don Gann, 35, de Nova Jersey, um mergulhador comercial que está na “caçada” desde o início da semana passada com seu irmão e dois funcionários.

Tudo começou em um episódio do podcast “The Joe Rogan Experience” que foi ao ar em dezembro de 2022. No programa, John Reeves, um garimpeiro do Alasca apaixonado por fósseis, falou sobre suas terras, onde descobriu ossadas e presas antigas.

Segundo ele, na primeira metade do século 20, quando a propriedade ainda era de outra pessoa, a busca por ouro no terreno revelou restos de mamíferos pré-históricos. Parte desse material foi levado para a cidade de Nova York décadas atrás para ser entregue ao Museu Americano de História Natural.

Reeves citou o rascunho de um relatório elaborado por três homens, incluindo um que trabalhava no museu, que incluía uma referência a alguns fósseis e ossos considerados inadequados para o museu — e que acabaram sendo descartados no rio.

“Vou começar uma corrida por ossos”, disse Reeves a Rogan no podcast antes de ler o documento, que especifica o local de despejo como a antiga East River Drive, que agora é conhecida como FDR Drive, por volta da 65th Street.

“Vamos ver se alguém aí tem senso de aventura (…). Deixe-me contar uma coisa sobre ossos de mamute, presas de mamute: eles são extremamente valiosos”, afirmou Reeves.

Depois que o episódio foi ao ar, o Museu Americano de História Natural se manifestou: “Não temos nenhum registro do descarte desses fósseis no East River, nem conseguimos encontrar nenhum registro desse relatório nos arquivos do museu ou em outras fontes científicas”, afirmou em comunicado.

Quando contatado pela Associated Press por telefone, Reeves se recusou a falar e, em vez disso, disse a um repórter para ler as páginas do rascunho que ele havia postado nas redes sociais.

As páginas publicadas nas redes sociais identificam três homens como autores: Richard Osborne, antropólogo; Robert Evander, que anteriormente trabalhou no departamento de paleontologia do Museu Americano de História Natural; e Robert Sattler, arqueólogo de um consórcio de tribos nativas do Alasca.

Contatado pela Associated Press, Sattler disse que a história sobre os ossos despejados veio de Osborne, que morreu em 2005.

O documento citado por Reeves era real, disse ele, e escrito em meados da década de 1990. Mas não era algo destinado a uma revista acadêmica. Foi um ponto de partida para algo, talvez um livro, baseado no conhecimento de Osborne de um período no Alasca em que restos de mamutes estavam sendo descobertos em abundância. O pai de Osborne trabalhava em uma empresa envolvida na escavação.

Sattler disse que Osborne passou algum tempo trabalhando na empresa quando jovem e provavelmente ouviu a história sobre ossos sendo jogados no rio de outra pessoa. Sattler disse que não tinha nenhum detalhe além das lembranças de Osborne.

“Ele teria algum conhecimento de alguém dizendo que despejaram alguma sobra de material no East River”, disse Sattler.

Restos de mamute descobertos no Alasca acabaram no Museu Americano de História Natural, incluindo alguns ainda em exibição hoje.

A área da costa de Manhattan onde Reeves alegou que os ossos foram despejados passou por grandes mudanças nas décadas de 1930 e 1940, quando a East River Drive, mais tarde renomeada para o presidente Franklin D. Roosevelt, foi construída. A rodovia foi totalmente aberta aos motoristas em 1942, levantando questões sobre como alguém poderia ter despejado um enorme tesouro ali sem interromper o tráfego.

Gann disse que viu cerca de duas dúzias de outros grupos de caçadores de fósseis no tempo que passou procurando por restos de mamute no East River. A visibilidade no rio é extremamente ruim e a corrente no fundo é forte, disse ele. Em um bom dia, talvez seja possível ver trinta centímetros à frente.

Ainda assim, o ávido mergulhador gosta bastante de procurar por itens incomuns. “Eu procurei por artefatos estranhos durante toda a minha vida, então este meio que se encaixa no meu repertório”, disse Gann.

Ele e sua equipe não encontraram nada, o que Gann admite ser decepcionante, mas isso o estimulou a fazer algumas de suas próprias investigações na história. Agora, Gann mudou o foco das buscas para um local fora da parte sul do Brooklyn, que, de acordo com ele, seria uma área mais provável para a carga ter sido despejada do que no East River.

“Se não encontrar nada, então não encontrei nada. [Pelo menos] dei uma chance honesta”, afirmou Gann.

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Confronto com a polícia no sul do Peru deixa um morto

País vive intensos protestos desde a primeira semana de dezembro do ano passado, quando o Congresso destituiu o presidente Pedro Castillo.

Por France Presse

Um confronto entre manifestantes e policiais na cidade andina de Macusani deixou ao menos um morto e uma pessoa ferida durante protestos para exigir a renúncia da presidente do Peru, Dina Boluarte.

A vítima é um mulher de 35 anos que “chegou ao serviço de emergência sem sinais vitais”, informou o hospital San Martín de Porres, em Macusani.

Os confrontos na cidade, que acontecem às vésperas de uma grande marcha em Lima e uma greve nacional, elevaram para 43 o número de mortos desde que começaram as manifestações, em 7 de dezembro.

Pouco após o anúncio da morte, uma turba incendiou uma delegacia e uma sede do Poder Judicial, de acordo com a imprensa local. Agentes da polícia foram resgatados por um helicóptero durante o ataque à delegacia, indicou o canal N.

Onda de protestos

Peru vive intensos protestos desde a primeira semana de dezembro do ano passado, quando o Congresso destituiu o presidente Pedro Castillo, que fracassou na tentativa de impor um autogolpe de Estado, com o qual pretendia fechar o Parlamento, governar por decreto e convocar uma Assembleia Constituinte.

O epicentro dos protestos é Puno, uma região de indígenas aymaras e historicamente renegada pelo poder público.

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A então vice-presidente Dina Boluarte substituiu Castillo na presidência, de acordo com a lei, mas o alto número de vítimas mortais da repressão imposta pelas forças de segurança motivaram a indignação contra a mandatária.

Os protestos começaram nas regiões andinas do sul do Peru e chegaram a Lima.

Boluarte afirmou que não renunciará e propôs ao Congresso, dominado pela oposição de direita, adiantar as eleições, que seriam em 2026, para abril de 2024, quando termina seu mandato.

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