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China: vidro quebra e homem fica pendurado em ponte a 100 metros de altura

Turista passa bem, segundo autoridades locais, e investigação foi iniciada para apurar incidente perto da cidade de Longjing, no nordeste do país.

Por BBC

Ventos chegaram a 150 km/h, derrubando placas de vidro em ponte na montanha de Piyan — Foto: Reprodução via BBC

Ventos chegaram a 150 km/h, derrubando placas de vidro em ponte na montanha de Piyan — Foto: Reprodução via BBC

Um turista ficou pendurado em uma ponte a 100 metros de altura na China, cujos painéis de vidro se romperam com uma forte ventania na sexta-feira (7).

O homem foi levado ao hospital para acompanhamento e está em “estado emocional e físico estável”, segundo autoridades locais.

Vários pedaços do piso caíram com o vento, que chegou a uma velocidade de 150 km/h.

O incidente aconteceu na montanha de Piyan, perto da cidade de Longjing, no nordeste do país.

Segundo a agência de notícias Xinhua, bombeiros correram para socorrer o turista, mas ele conseguiu voltar a um ponto seguro com a ajuda de pessoas presentes no local. A área foi fechada e uma investigação sobre o incidente foi iniciada.

Imagens do turista pendurado no meio da ponte foram amplamente compartilhadas nas redes sociais chinesas.

Acredita-se que a China tenha cerca de 2.300 pontes de vidro — projetadas como atração no crescente turismo doméstico do país.

Em 2016, um turista se feriu ao cair em pedras enquanto caminhava em uma passarela de vidro na cidade de Zhangjiajie.

Em 2018, a província de Hebei fechou todas as suas 32 atrações de vidro — incluindo pontes, passarelas e mirantes — para inspeções de segurança.

Em outro ponto do país, na província de Guangxi, uma pessoa morreu e outras seis ficaram feridas ao escorregarem em uma placa de vidro em 2019.

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Dezenas de corpos de possíveis vítimas da Covid-19 aparecem às margens do Ganges, na Índia

Cerca de 40 foram localizados no distrito de Buxar, perto da fronteira entre os estados de Bihar e Uttar Pradesh, dois dos mais pobres do país, mas imprensa local diz que podem ser mais de 100. Moradores acreditam que eles foram parar no rio porque crematórios estão lotados, ou porque parentes não puderam pagar madeira necessária para piras funerárias.

Por France Presse

Dezenas de cadáveres que seriam de vítimas da Covid-19 apareceram às margens do rio Ganges, no norte da Índia – informaram as autoridades nesta segunda-feira (10).

A pandemia se espalhou rapidamente pelo vasto interior rural da Índia, sobrecarregando as infraestruturas sanitárias locais, assim como crematórios e cemitérios.

Ashok Kumar, um funcionário local, observou que cerca de 40 corpos foram encontrados no distrito de Buxar, perto da fronteira entre os estados de Bihar e Uttar Pradesh, dois dos mais pobres da Índia.

“Ordenou-se aos funcionários responsáveis que se desfizessem de todos os corpos, sejam eles enterrados, ou incinerados”, disse Kumar à AFP.

Algumas informações da imprensa local apontam para mais de 100 corpos.

Informes que citam outros funcionários mencionam que alguns estavam inchados e parcialmente queimados, o que significa que podem ter estado no rio por vários dias.

Moradores da região disseram à AFP acreditar que os cadáveres tenham sido jogados no rio porque os crematórios estão lotados, ou porque seus parentes não puderam pagar a madeira necessária para as piras funerárias.

“Para nós, isso é realmente chocante”, disse o morador Kameshwar Pandey, à AFP.

De acordo com estatísticas oficiais, cerca de 4 mil pessoas morrem todos os dias na Índia por causa do coronavírus. O número total de mortos seria de quase 250 mil.

Com base nas evidências constatadas em crematórios, muitos especialistas acreditam, porém, que o verdadeiro número diário possa ser várias vezes maior.

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Cataratas de Vitória: como uma das maiores quedas d’água do mundo secou

A queda d’água de Vitória, no Zimbábue, é considerada uma das maravilhas naturais do mundo. Em um período de 2019, porém, ela se limitou a pequenos filetes de água.

Por Mark Kinver, BBC

Cataratas Vitória, acima em foto de janeiro de 2019, ainda no período de cheia — Foto: Reuters

Cataratas Vitória, acima em foto de janeiro de 2019, ainda no período de cheia — Foto: Reuters

Em seu volume máximo, as Cataratas de Vitória, no Zimbábue, facilmente se encaixam entre as maravilhas naturais do mundo. Com dimensão de 1,7 km em seu ponto mais largo e altura de mais de 100 metros, elas são conhecidas pelos locais não só como as maiores cataratas africanas, mas também como a ‘fumaça que troveja”.

A queda d’água é formada pelo fluxo do rio Zambezi caindo sobre um precipício chamado Primeiro Desfiladeiro. O precipício foi esculpido pela ação da água sobre rochas vulcânicas que formam essa região do sul da África.

Em dezembro de 2019, porém, a maior parte dessa majestosa queda d’água foi silenciada.

Em meio à maior seca em um século na região, sobraram ali apenas alguns filetes de água. Segundo a imprensa local, o fluxo hídrico voltou cerca de três meses depois, mas persistem as preocupações quanto ao futuro das cataratas e do clima africano.

Como uma das principais atrações turísticas locais, as Cataratas de Vitória são uma valiosa fonte de renda para o Zimbábue e a Zâmbia. À medida que a notícia do baixo nível de água se espalhou, comerciantes locais notaram uma queda considerável na chegada de turistas.

Além disso, a falta de água prejudicou o abastecimento de energia, uma vez que afetou o funcionamento de hidrelétricas.

Os efeitos foram além: agências humanitárias alertaram que aumentou a necessidade de auxílio alimentar para a população local, uma vez que as colheitas foram prejudicadas pela seca.

Secas extremas

Observadores de padrões climáticos no rio Zambezi acreditam que as mudanças climáticas estão causando um retardamento da temporada de monções, fazendo com que as chuvas se concentrem em eventos maiores e mais intensos.

Isso torna mais difícil o armazenamento de água na região, além de tornar mais dramático o impacto da temporada estendida de secas, com mais consequências danosas para a população e o meio ambiente.

Um evento climático extremo não pode, isoladamente, ser considerado consequência das mudanças climáticas. Mas essa região do sul da África tem registrado uma série de duras secas que refletem o que cientistas climáticos previam que iria ocorrer, como resultado de aumento nos gases de efeito estufa na atmosfera global, lançados por ação humana.

O presidente da Zâmbia, Edgar Lungu, disse à época que o ressecamento da queda d’água era “um duro lembrete de o que as mudanças climáticas estão fazendo com o nosso ambiente”.

O relatório de 2019 da ONU sobre O Estado do Clima na África pintava um cenário preocupante para um continente que pode ver sua população dobrar no próximo século.

Em discurso no lançamento do relatório, em outubro de 2020, Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial, observou: “Mudanças climáticas estão tendo um impacto crescente no continente africano, atingindo com mais dureza os mais vulneráveis, e contribuindo para a insegurança alimentar, o deslocamento de populações e o estresse sobre recursos hídricos”.

“Nos últimos meses, vimos enchentes devastadoras, invasões de gafanhotos do deserto e, agora, a perspectiva de secas, por causa do La Niña”, prosseguiu.

O relatório da ONU acrescenta que 2019 esteve entre os anos mais quentes da história no continente africano, uma tendência que deve continuar.

O mais preocupante é que, ao mesmo tempo em que a África deve ser o continente mais duramente atingido pelas mudanças climáticas, é também o que tem menos capacidade de se adaptar às realidades de um mundo mais quente — em áreas como suprimento de água, segurança alimentar e proteção da biodiversidade, em meio a cada vez mais secas e enchentes intensas.

*A série da BBC Then and Now (Antes e Agora, em tradução livre) mostra como a Terra está mudando, em consequência de temperaturas crescentes. Esta reportagem aponta os efeitos das mudanças climáticas nas Cataratas de Vitória, uma das maravilhas naturais do mundo localizadas no Zimbábue.

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Marinha dos EUA faz apreensão gigantesca de armas no Mar da Arábia do Norte; veja fotos

Entre os objetos apreendidos estão dezenas de mísseis antitanque russos e milhares de rifles de assalto chineses. Armamento cobriu parte do USS Monterrey, que tem 173 metros.

Por G1

Milhares de armas ilícitas são exibidas a bordo do USS Monterey, cruzador de mísseis guiados da Marinha dos EUA, que foram apreendidas em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte em 8 de maio de 2021 — Foto: Marinha dos EUA via Reuters

Milhares de armas ilícitas são exibidas a bordo do USS Monterey, cruzador de mísseis guiados da Marinha dos EUA, que foram apreendidas em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte em 8 de maio de 2021 — Foto: Marinha dos EUA via Reuters

A Marinha dos Estados Unidos apreendeu um grande carregamento ilícito de armas no Mar da Arábia do Norte na semana passada, anunciou a Quinta Frota da Marinha americana.

Entre os armamentos apreendidos estão dezenas de mísseis antitanque russos e milhares de rifles de assalto chineses, segundo a frota americana baseada no Bahrein.

A apreensão do arsenal foi feita pelo cruzador de mísseis guiados USS Monterey na quinta-feira (6) e divulgada no sábado (8). As fotos foram reveladas no domingo (9).

Segundo a Marinha americana, o carregamento ilícito estava em uma embarcação sem bandeira que estava em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte.

Helicóptero SH-60 Seahawk, designado pelo cruzador de mísseis guiados USS Monterey, voa acima de embarcação que levava carregamento de armas ilícitas em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte. Foto tirada em 6 de maio de 2021. — Foto: Marinha dos EUA via Reuters

Helicóptero SH-60 Seahawk, designado pelo cruzador de mísseis guiados USS Monterey, voa acima de embarcação que levava carregamento de armas ilícitas em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte. Foto tirada em 6 de maio de 2021. — Foto: Marinha dos EUA via Reuters

A carga levou dois dias para ser transferida para o USS Monterey e a tripulação foi interrogada, recebeu água e comida e depois liberada, segundo a Marinha americana.

A quantidade de armas apreendida é tão grande que cobriu grande parte da cabine de comando traseira do USS Monterrey, que tem 567 pés (173 metros) de comprimento, segundo a CNN.

“O carregamento de armas incluía dezenas de mísseis guiados antitanque russos avançados, milhares de rifles de assalto chineses tipo 56, centenas de metralhadoras PKM, rifles de precisão e lançadores de granadas propelidas por foguete”, segundo comunicado.

A Marinha americana acrescentou que o armamento está sob custódia dos EUA enquanto a fonte original e o destino estão sob investigação.

Milhares de armas ilícitas a bordo de navio sem bandeira apreendidas em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte. Foto tirada em 7 de maio de 2021. — Foto: Marinha dos EUA via Reuters

Milhares de armas ilícitas a bordo de navio sem bandeira apreendidas em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte. Foto tirada em 7 de maio de 2021. — Foto: Marinha dos EUA via Reuters

Milhares de armas ilícitas são exibidas a bordo do USS Monterey, cruzador de mísseis guiados da Marinha dos EUA, que foram apreendidas em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte em 8 de maio de 2021 — Foto: Marinha dos EUA via Reuters

Milhares de armas ilícitas são exibidas a bordo do USS Monterey, cruzador de mísseis guiados da Marinha dos EUA, que foram apreendidas em águas internacionais do Mar da Arábia do Norte em 8 de maio de 2021 — Foto: Marinha dos EUA via Reuters

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Presidente do COI adia visita a Tóquio por aumento de casos de Covid-19

Os Jogos Olímpicos estão programados para começar no dia 23 de julho. Tóquio está em estado de emergência.

Por France Presse

Thomas Bach, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), adiou uma visita que faria neste mês ao Japão após o aumento de casos de Covid-19 no país, anunciou nesta segunda-feira (10) o comitê de organização dos Jogos de Tóquio.

A viagem de Bach estava prevista para 17 e 18 de maio, de acordo com os organizadores. No entanto, eles decidiram “adiar a visita por diversas situações, sobretudo a prorrogação do estado de emergência vinculado ao vírus” pelo governo japonês.

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostra que 60% dos japoneses querem o cancelamento dos jogos.

Governo do Japão e o Comitê Organizador dos jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio aumentam medidas de segurança por causa da Covid

Os Jogos Olímpicos estão programados para começar no dia 23 de julho.

O estado de emergência foi prologado até 31 de maio nas regiões do país mais afetados pela pandemia (Tóquio é uma dessas regiões).

O confinamento no Japão, no entanto, é menos rigoroso no Japão que os confinamentos impostos em outros países do mundo.

Nova data para a visita

De acordo com a imprensa japonesa, os organizadores dos Jogos Olímpicos pretendem reprogramar a visita de Bach para junho.

Seiko Hashimoto, a presidente do comitê Tóquio-2020, já havia alertado na sexta-feira que seria muito difícil organizar uma visita em maio do presidente do COI, após a prorrogação do estado de emergência.

A crise de saúde no Japão foi menos intensa até agora que em outros países, com 10.800 mortes registradas oficialmente desde o início de 2020.

Mas o programa nacional de vacinação avança lentamente e alguns departamentos registraram nas últimas semanas níveis recorde de infecções de Covid-19, com a propagação de variantes agravando a situação.

O governo japonês e os organizadores dos Jogos de Tóquio insistem que o evento, adiado por um ano em 2020 devido ao vírus, poderá, apesar das dificuldades, acontecer “com segurança” este ano.

Mas todas as pesquisas mostram que a maioria dos japoneses defende o cancelamento ou um novo adiamento.

O primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, permaneceu na defensiva nesta segunda-feira ao insistir no Parlamento que “nunca” colocou os Jogos Olímpicos em primeiro lugar e que sua prioridade continua sendo “a vida e a saúde dos japoneses”.

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Novos confrontos deixam centenas de feridos em Jerusalém

Manifestantes palestinos e policiais israelenses se enfrentaram de novo na Esplanada das Mesquitas. Mais de 500 pessoas se feriram desde o início dos confrontos, na sexta-feira (7).

Por G1

Novos confrontos entre palestinos e policiais israelenses na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, deixaram centenas de feridos nesta segunda-feira (10) no “Dia de Jerusalém”.

A data do calendário hebraico celebra o dia em que Israel conquistou Jerusalém Oriental e a Cidade Velha, que abriga lugares sagrados muçulmanos, judeus e cristãos, em 1967.

Os confrontos têm ocorrido na Cidade Velha, no complexo da mesquita de Al-Aqsa, que é conhecida pelos muçulmanos como Santuário Nobre e pelos judeus como Monte do Templo.

O local é considerado o mais sagrado do Judaísmo e o terceiro mais sagrado do Islã.

Manifestantes atiraram pedras e a polícia respondeu com bombas de efeito moral e balas de borracha do lado de fora da mesquita.

A polícia diz que os manifestantes atiraram pedras contra os policiais e em uma estrada adjacente, perto do Muro das Lamentações, onde milhares de judeus israelenses se reuniam para orar.

Ao menos 180 pessoas ficaram feridas e 80 foram hospitalizadas, segundo médicos palestinos. Desde o início dos confrontos, na sexta-feira (7), mais de 500 se feriram.

Despejos em Jerusalém Oriental

As tensões aumentaram após Israel anunciar que vai seguir com o despejo programado de famílias palestinas no bairro Sheikh Jarrah, em Jerusalém Oriental.

Uma audiência que seria realizada nesta segunda na Suprema Corte de Israel, para analisar os despejos, foi adiada.

Um tribunal de primeira instância já decidiu a favor da reivindicação dos colonos judeus sobre as terras onde as casas dos palestinos estão localizadas.

Jerusalém Oriental é reivindicada como a futura capital da Palestina, e palestinos veem a decisão como uma tentativa de Israel de expulsá-los da região.

Israel diz que Jerusalém é sua capital e indivisível, mas a grande maioria dos países reconhecem Tel Aviv como a capital do país.

Confrontos desde sexta

Mais de 200 pessoas ficaram feridas em confrontos na Esplanada das Mesquitas na sexta, onde milhares de palestinos se reuniam para a última oração antes do fim do Ramadã, o mês do jejum muçulmano.

No sábado (8) e no domingo (9) a calma voltou à praça, mas os confrontos entre palestinos e a polícia israelense se espalharam para outras áreas de Jerusalém Oriental.

Militantes palestinos na Faixa de Gaza dispararam quatro foguetes contra Israel no domingo e mais três projéteis hoje, segundo militares israelenses.

Israel respondeu ao ataque de domingo com tiros de tanques contra posições do Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Polícia israelense usa bombas de efeito moral contra palestinos em Jerusalém

Para tentar diminuir as tensões, a polícia israelense disse que proibiu grupos judeus de fazerem visitas neste Dia de Jerusalém à praça sagrada que abriga al-Aqsa, que os judeus reverenciam como o local dos templos judaicos bíblicos.

A polícia também estuda mudar o trajeto de uma marcha tradicional do Dia de Jerusalém, na qual milhares de jovens judeus com bandeiras israelenses caminham pelo Portão de Damasco da Cidade Velha e pelo Bairro Muçulmano.

Preocupação internacional

O Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, expressou “sérias preocupações” sobre a situação em Jerusalém.

Negociadores do chamado Quarteto do Oriente Médio (também chamado de Quarteto de Madri) expressaram “profunda preocupação” com a nova espiral de violência.

O grupo é formado por ONU, União Europeia, Estados Unidos e Rússia.

A ONU disse que Israel deveria suspender quaisquer despejos e empregar “o máximo de contenção no uso da força” contra os manifestantes.

O coordenador especial da ONU para o Processo de Paz no Oriente Médio, o diplomata norueguês Tor Vennesland, pediu a todos que respeitem os locais sagrados “para o bem da paz e da estabilidade”.

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Bomba deixa mortos no Afeganistão

Explosão aconteceu no caminho de um ônibus em Zabul, sudeste do país.

Por G1

Pelo menos 11 pessoas morreram depois que uma bomba explodiu, na noite de domingo (9), no caminho de um ônibus no Afeganistão, horas antes de o Talibã decretar um cessar-fogo de três dias por ocasião do Aid al-Fitr, que marca o fim do Ramadã, anunciou o Ministério do Interior. O ataque também deixou 28 feridos.

O ataque aconteceu na província de Zabul, no sudeste do país, disse Tareq Arian, porta-voz do ministério.

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Tiroteio em festa de aniversário deixa sete mortos nos EUA

Homem matou seis pessoas e depois se suicidou no estado do Colorado. Governador do estado afirma que ato foi ‘devastador’. Os EUA foram palco de uma série de tiroteios em massa nas últimas semanas.

Por France Presse

Um homem abriu fogo neste domingo (9) em uma festa de aniversário no Colorado, matando seis pessoas antes de cometer suicídio, informou a polícia americana.

A polícia de Colorado Springs respondeu a uma chamada de emergência na manhã deste domingo em um estacionamento de trailers, onde encontraram seis adultos mortos a tiros e um homem adulto gravemente ferido.

O ferido foi levado a um hospital local, onde não resistiu.

As investigações preliminares revelaram que as famílias se reuniram para uma festa de aniversário dentro de um dos trailers quando ocorreu o tiroteio.

“O suspeito, namorado de uma das vítimas, dirigiu até a residência, entrou e começou a atirar nas pessoas na festa antes de tirar a própria vida”, explicou a polícia em nota. “Ainda estamos investigando para determinar o motivo.”

Nenhuma das crianças que estavam na festa de aniversário ficou ferida no ataque, segundo a polícia.

As autoridades não divulgaram as identidades das vítimas.

“Os policiais que responderam ao chamado e os investigadores que ainda estavam no local ficaram incrivelmente chocados”, revelou o chefe de polícia de Colorado Springs, Vince Niski. “Isso é algo que você espera que nunca aconteça em sua própria comunidade.”

O prefeito de Colorado Springs, John Suthers, disse que esse “ato de violência sem sentido” chocou a comunidade e pediu orações pelas vítimas, suas famílias e os primeiros socorristas.

O governador do estado, Jared Polis, afirmou que foi um ato “devastador”.

Este foi o terceiro tiroteio em massa em Colorado Springs desde outubro de 2015, incluindo um massacre durante o Halloween e um ataque a uma clínica de planejamento familiar, relembrou a mídia local.

Os Estados Unidos foram palco de uma série de tiroteios em massa nas últimas semanas, incluindo um ocorrido em uma unidade da FedEx em Indianápolis, outro em escritórios na Califórnia, um terceiro em um supermercado em Boulder, Colorado, e outro em casas de massagem em Atlanta.

No mês passado, o presidente Joe Biden chamou a violência armada de uma “epidemia” e um “constrangimento internacional” para seu país.

Em 2020, houve mais de 43.000 mortes por armas de fogo nos Estados Unidos, de acordo com o Gun Violence Archive.

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Índia bate recorde mundial de casos de Covid pelo 2º dia; cresce a pressão por lockdown nacional

Medida foi adotada em 2020 e conseguiu frear a 1ª onda. Especialistas, líderes da oposição e até juízes da Suprema Corte dizem que a medida parece ser a única opção contra o vírus.

Por G1

A Índia registrou nesta sexta-feira (7) mais um recorde diário de casos de coronavírus, com 414.188 infectados. Foi o 2º dia seguido de recorde mundial e a 3ª vez que o país tem mais de 400 mil casos confirmados em 24 horas.

O país teve também mais 3.915 óbitos, elevando o total de mortes para 234 mil e o de infectados para quase 21,5 milhões, segundo dados do Ministério da Saúde indiano.

São 16 dias seguidos com mais de 300 mil infectados e o 10º com mais de 3 mil mortes. O país já registrou mais de 2,7 milhões de casos confirmados e 25 mil óbitos nos primeiros 7 dias de maio.

Mesmo com os recordes sucessivos, especialistas consideram que os números oficiais estão muito abaixo da realidade e que o pior cenário ainda vai acontecer dentro de algumas semanas (veja mais abaixo).

Índia bate mais um recorde no número de casos de Covid; Narendra Modi promove reforma parlamentar

Com a explosão da segunda onda no país, o primeiro-ministro Narendra Modi enfrenta cada vez mais pressão para impor um lockdown nacional, como foi adotado com sucesso em 2020.

Sem uma decisão centralizada do governo, estados e municípios têm adotado medidas de restrição por conta própria, mas elas não têm sido suficientes para frear a escalada de casos e mortes.

Especialistas, líderes da oposição e até juízes da Suprema Corte dizem que a medida parece ser a única opção contra o vírus, que se alastra por cidades e vilas e agora atinge até áreas rurais.

A Índia é o segundo mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes do país, e cerca de 70% da população vive no interior.

Subnotificação de casos e mortes

A explosão no número de casos provocou o colapso dos hospitais, que enfrentam falta de leitos, remédios e oxigênio. Crematórios não conseguem atender ao volume de corpos nas grandes cidades.

Muitas pessoas morrem em casa ou na porta dos hospitais, à espera de um leito ou oxigênio. Parentes precisam pagar pelos insumos médicos dos internados e até pela lenha da cremação.

Diversas cidades têm feito cremações em massa e até a noite. O número de cerimônias sob os protocolos da Covid-19 são muito maiores do que o de vítimas dos balanços oficiais do governo.

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Menina abre fogo em escola nos EUA, fere 3 e é desarmada por professora

Aluna, que não teve a identidade revelada, cursava a sexta série na instituição. Autoridades de Rigby, pequena cidade em Idaho, tentam entender por que a criança com 11 ou 12 anos de idade levou uma arma para a escola e efetuou disparos.

Por G1

Uma menina abriu fogo em uma escola de Rigby, em Idaho (Estados Unidos) e baleou três pessoas nesta quinta-feira (6). Segundo a polícia local, ela parou quando uma professora conseguiu desarmá-la. Os feridos foram atingidos nos membros superiores e inferiores e, disseram as autoridades, não correm risco de morrer.

De acordo com a polícia local, essa garota — que não teve a identidade revelada — era uma aluna da sexta série da instituição. Isso quer dizer que ela tem 11 ou 12 anos de idade. Na escola, a menina sacou a arma de dentro da mochila e começou a disparar, dentro e fora da unidade.

Após ser desarmada, a criança ficou sob a guarda da professora que a deteve e, em seguida, foi levada em custódia pelos policiais.

Os investigadores ainda tentam entender o motivo do ataque e como a menina conseguiu acesso à arma. “Não temos muito detalhes neste momento sobre o porquê. Estamos investigando, seguindo todos os caminhos”, disse Steve Anderson, xerife do condado de Jefferson.

Entre os baleados, estão dois alunos. Segundo a agência Associated Press, um deles pode precisar de cirurgia. A terceira pessoa teria sido atingida do lado de fora da escola, afirmam investigadores.

O governador do estado de Idaho, Brad Little, lamentou em um comunicado o tiroteio na escola de Rigby, pequena cidade com pouco mais de 4 mil habitantes.

“Estou orando pelas vidas e pela segurança das pessoas envolvidas nos acontecimentos trágicos de hoje. Obrigado às nossas agências de segurança e líderes escolares pelos esforços em atuar nesse incidente”, disse Little.

MAPA - Tiros em Rigby, nos EUA — Foto: G1 Mundo

MAPA – Tiros em Rigby, nos EUA — Foto: G1 Mundo

Violência nos EUA

Os EUA sofreram uma série de tiroteios em massa nas últimas semanas, incluindo em uma instalação da FedEx em Indianápolis, um prédio de escritórios na Califórnia, um supermercado no Colorado e vários spas em Atlanta. No mês passado, o presidente Joe Biden classificou a violência armada nos Estados Unidos como uma “epidemia” e um “constrangimento internacional”.

Mais de 43 mil mortes por armas de fogo foram registradas nos Estados Unidos no ano passado, incluindo suicídios, de acordo com o Gun Violence Archive.

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