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Argentina anuncia o começo da quarta onda de Covid-19

A um mês da chegada do inverno, a vacinação está estagnada e a população começa a perder a imunidade adquirida. Ministra da Saúde garantiu que não haverá novos confinamentos.

Por Márcio Resende, RFI — Buenos Aires

O anúncio de uma nova onda da pandemia na Argentina é consequência do último relatório sobre a situação sanitária no país, divulgado neste domingo (15). O panorama descrito pelo Ministério da Saúde argentino apontou que os contágios duplicaram em apenas uma semana, triplicaram em duas semanas e quadruplicaram em um mês.

Nos sete dias prévios, houve 33.989 casos, 92,6% a mais do que os 17.646 de uma semana antes. Foram 182% a mais do que há duas semanas. Nas últimas quatro semanas, os contágios aumentaram 305,2%, passando de 8.387 aos atuais 33.989.

“Hoje estamos começando na Argentina a quarta onda de Covid-19 que nos chega numa situação totalmente diferente das anteriores”, indicou a ministra da Saúde, Carla Vizzotti, na abertura do Conselho Federal de Saúde que reuniu os ministros da Saúde das 24 províncias argentinas na cidade patagônica de Villa La Angostura.

A ministra sublinhou um “panorama em relação à vacinação que permite atravessar uma nova fase da pandemia”.

“Não há possibilidade de novos confinamentos”, garantiu Vizzotti, descartando a possibilidade de novos confinamentos como os praticados em 2020, quando a Argentina teve, durante 233 dias, a quarentena mais prolongada e estrita do mundo.

“Os casos vão aumentar. Por isso, precisamos avançar com a vacinação para que não se traduzam em hospitalizações nem mortes”, orientou a ministra Vizzotti.

Perda da imunidade adquirida

Devido à queda de casos durante o verão, a Argentina deixou de divulgar relatórios diários, adotando a modalidade semanal a partir de 17 de abril. No entanto, desde então, a curva de contágios aumentou à medida que a temperatura caiu, pouco mais de um mês antes do inverno.

A queda da temperatura aconteceu em paralelo a três fatores que os especialistas apontam como os principais para explicar a nova onda: a altamente contagiosa variante ômicron, o relaxamento nos cuidados de prevenção e a diminuição da imunidade adquirida, seja através dos contágios ou das vacinas.

Em janeiro de 2022, a Argentina era o oitavo país com o maior número de casos de Covid registrados em 24h

“Durante o verão, a variante ômicron contagiou boa parte da população, trazendo uma imunidade temporária. Ao mesmo tempo, a vacinação avançou, reforçando a imunidade através de imunizantes. Agora, meses depois, essas duas proteções começam a perder eficácia. Daí a importância da terceira dose”, explica à RFI Roberto Debbag, presidente da Sociedade Latino-americana de Infectologia Pediátrica.

A campanha de vacinação, embora tenha atingido 88% da população com uma dose e 80% com o esquema completo, está há meses estagnada, sobretudo na dose de reforço com 47,6%.

“O principal motivo para o aumento dos casos é o lento ritmo de vacinação com a dose de reforço. Sabemos que apenas duas doses não é suficiente para a variante ômicron”, observa Eduardo López, infectologista do Hospital de Crianças de Buenos Aires e diretor de infectologia pediátrica da Faculdade de Medicina de Buenos Aires

Nova onda de casos leves

Apesar do aumento de contágios, o índice de ocupação de leitos nas UTI mantém-se estável em 41,2% e o número de mortes até diminuiu na última semana de 76 a 47, uma queda de 40%.

“Isso indica que estamos começando uma nova onda, mas numa nova onda de casos leves”, diferenciou o ministro da Saúde do país, Fernán Quirós.

“Não será como nas ondas anteriores em que os casos subiam, depois aumentavam as internações e dias depois os pacientes faleciam. Desta vez, será uma enorme maioria de casos leves graças à vacinação e à imunidade adquirida”, prevê Quirós.

O atual protocolo do ministério da Saúde argentino estabelece que os testes sejam feitos apenas em idosos e em grupos de risco. Por isso, os especialistas calculam que o aumento de 92,6% dos casos durante a última semana, apesar de elevado, seja subestimado.

Na capital argentina, onde rege outro protocolo de testes, aberto a todos os segmentos, o aumento de casos foi de 128% nos sete últimos dias.

Desde o começo da pandemia, a Argentina teve 9,135 milhões de contágios dos quais faleceram 128.776 num total de 47 milhões de habitantes. Em 87% dos novos casos, a variante ômicron, através da sublinhagem BA.2, é a dominante.

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Congresso americano fará reunião sobre casos de avistamento de OVNIs divulgados pelo Pentágono

Durante esta terça-feira autoridades dos EUA vão se reunir para falar sobre relatório que apresentou 144 imagens de objetos voadores não identificados.

Por g1

Frame de vídeo divulgado pelo Pentágono mostra objeto voador não identificado (OVNI) nos céus dos EUA. — Foto: U.S Defense Ministry/Reprodução

Frame de vídeo divulgado pelo Pentágono mostra objeto voador não identificado (OVNI) nos céus dos EUA. — Foto: U.S Defense Ministry/Reprodução

O Congresso dos EUA realizará uma audiência pública nesta terça-feira (17) para falar sobre o relatório divulgado pelo Pentágono em 2021 que apresentava 144 imagens de objetos voadores não identificados (OVNIs).

A reunião acontecerá às 10h de Brasília e será transmitida ao vivo (em inglês) pelo Congresso americano. O evento será comandado pelo comitê de Contraterrorismo, Contrainteligência e Contraproliferação do Comitê de Inteligência da Câmara.

Marinha dos EUA confirma veracidade de vídeos com OVNIs

O evento de amanhã ocorre cinco meses depois que uma Lei de Defesa Nacional exigiu que os militares estabelecessem um escritório permanente para reunir e analisar a questão dos OVNIs. Esse documento também pedia um relatório anual e briefings semestrais para o Congresso.

“Desde que cheguei ao Congresso, tenho me concentrado na questão dos fenômenos aéreos não identificados como uma ameaça à segurança nacional e um interesse de grande importância para o público americano”, disse André Carson, que supervisionará a audiência.

Obama admite que governo dos EUA tem registros oficiais de OVNIs

Participarão dessa reunião dois funcionários importantes do governo americano: Ronald Moultrie, o principal oficial de inteligência do Pentágono, e Scott Bray, vice-diretor de Inteligência Naval.

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Biden viaja para Buffalo para se encontrar com famílias de vítimas do ataque

Um atirador matou 10 pessoas e deixou 3 feridas em um supermercado no último sábado (14).

Por Sávio Ladeira, g1

O presidente dos Estados UnidosJoe Biden, e a primeira-dama, Jill Biden, viajam nesta terça-feira (17) para a cidade de Buffalo, no estado de Nova York, onde um atirador matou 10 pessoas e deixou 3 feridas em um supermercado no último sábado.

De acordo com um comunicado da Casa Branca, Biden e Jill se encontrarão com famílias das vítimas, líderes da comunidade e equipes de resgate que atenderam a ocorrência.

O roteiro da viagem inclui uma visita ao memorial no TOPS Market, local do ataque. Depois irão até um centro comunitário onde conversarão com os familiares e outras pessoas afetadas pela tragédia, além de cumprimentar policiais, bombeiros e outros oficiais envolvidos no caso.

Segundo o comunicado, o presidente dos EUA considera o ataque um “ato de terrorismo motivado por uma ideologia perversa de ódio que mancha a alma da nação americana”. Biden irá pedir que o Congresso atue para retirar as armas da mãos de criminosos e pessoas com sérios problemas mentais. E pedirá que as pessoas sejam mais unidas e abracem a diversidade.

Relato de uma sobrevivente

A pequena Londin Thompson, de 8 anos, contou como se escondeu, com o pai, durante o ataque

Sobrevivente de 8 anos conta como se escondeu do atirador nos EUA

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Presidente da Finlândia diz que irá resolver impasse com a Turquia

Durante esta segunda-feira o líder turco disse que não apoiaria candidatura dos escandinavos à Otan.

Por g1

O presidente da Finlândia, Sauli Niinistö, disse nesta terça-feira (17) que seu país e a Suécia conseguirão chegar a um acordo com a Turquia sobre suas objeções aos planos dos dois países nórdicos de ingressar na aliança da Otan.

“As declarações da Turquia mudaram muito rapidamente e se tornaram mais difíceis nos últimos dias. Mas tenho certeza de que, com a ajuda de discussões construtivas, resolveremos a situação”, disse o presidente durante um discurso ao parlamento da Suécia. “

Negativa turca

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse nesta segunda-feira que seu país não irá aprovar a entrada da Suécia e Finlândia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) —para que um novo integrante seja admitido é preciso que todos os atuais membros concordem com o ingresso do país requerente.

Tradicionalmente neutros, os países do norte europeu sinalizaram a intenção de integrar rapidamente a aliança militar do Ocidente após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Erdogan disse ainda que as delegações sueca e finlandesa “não deveriam nem se incomodar em vir a Ancara (capital da Turquia)” para convencê-la a aprovar a entrada na Otan.

Suécia decidiu solicitar formalmente a adesão à aliança militar ocidental nesta segunda-feira, seguindo o caminho da Finlândia, que anunciou no domingo a intenção de entrada.

Suécia e Finlândia ficam próximas à Rússia — Foto: Arte g1

Suécia e Finlândia ficam próximas à Rússia — Foto: Arte g1

Turquia surpreendeu seus aliados da Otan ao dizer, ainda na semana passada, que não via os pedidos da Finlândia e da Suécia de forma positiva.

O país citou o que classificou como “histórico” das nações escandinavas de hospedar membros de militantes curdos.

O presidente Erdogan, chamou os países escandinavos de “hospedagens para organizações terroristas”.

Turquia disse que deseja que os países nórdicos interrompam o apoio a militantes curdos em seu território e suspendam as proibições de venda de algumas armas para a Turquia.

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Explosão em comunidade na Nigéria deixa mortos e feridos, diz mídia local

Informações primária apontam para uma explosão de gás. O alvo ainda não foi confirmado oficialmente.

Por g1

Uma explosão em uma construção na região de Kano, na Nigéria, deixou ao menos 3 pessoas mortas, segundo informações da mídia local.

O comissário da polícia da região afirmou que o acidente foi causado por uma explosão de gás.

O jornal local Daily Trust diz ter ouvido testemunhas que alegam que o ataque ocorreu contra uma escola.

Equipes de resgate já estão no local para ajudar a socorrer possíveis vítimas e tirar outras que estão presas nos escombros.

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Vítimas de ataque a igreja na Califórnia eram de origem taiwanesa

Durante este domingo um atirador abriu fogo contra uma Igreja em Laguna Woods, nos EUA.

Por France Presse

Uma pessoa morreu, quatro ficaram gravemente feridas e uma teve ferimentos leves em um ataque a tiros neste domingo (15) em uma igreja perto de Los Angeles.

Todas as vítimas são de origem taiwanesa, afirmou nesta segunda-feira em Taipé o ministério das Relações Exteriores de Taiwan.

“O escritório de nossa representação em Los Angeles verificou imediatamente com a polícia local e outras autoridades que a pessoa morta e os cinco feridos são de origem taiwanesa”, afirma um comunicado do ministério.

Os fiéis participavam em uma refeição após o culto matinal quando o atirador começou o ataque em uma igreja de Orange County, a 70 quilômetros de Los Angeles, segundo as autoridades.

As pessoas presentes conseguiram deter o agressor, “amarraram suas pernas com um cabo e retiraram pelo menos duas armas dele” antes que os policiais chegassem ao local para prendê-lo, disse o subcomandante do condado de Orange, Jeff Hallock.

“Esse grupo de fiéis mostrou heroísmo e coragem excepcionais”, disse Hallock. “Eles certamente evitaram ferimentos e mortes adicionais”.

Atirador é preso depois de abrir fogo em igreja nos EUA

Os investigadores ainda tentam determinar a motivação do ataque, disse o subcomandante, antes de informar que suposto agressor, que não ficou ferido, seria um adulto de origem asiática na casa dos 60 anos.

“Uma pessoa morreu no local”, disse Hallock. “Outras quatro vítimas ficaram gravemente feridas e uma teve ferimentos leves. Todos adultos”.

As autoridades disseram que receberam uma ligação de emergência da igreja presbiteriana Geneva às 13h26 (17h26 no horário de Brasília) de domingo.

O gabinete do governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou que trabalha com as autoridades locais para monitorar a situação.

“Ninguém deveria ter medo de ir ao seu local de culto. Nossos pensamentos estão com as vítimas”, tuitou a conta do governo estadual.

A congressista democrata Katie Porter, que representa o condado de Orange em Washington, descreveu o ataque como uma “notícia terrível e perturbadora, especialmente menos de um dia depois de um tiroteio em massa em Buffalo”.

O tiroteio na Califórnia aconteceu depois que, no sábado, um homem branco de 18 anos abriu fogo e matou 10 pessoas e feriu outras três – quase todos afro-americanos – em um supermercado em Buffalo, Nova York, no que as autoridades chamaram de ataque racista.

Atirador mata dez pessoas em supermercado no estado de Nova York

Tiroteios em massa viraram algo frequente nos Estados Unidos, onde os esforços para regulamentar a posse de armas não conseguiram superar o poderoso lobby da indústria, mesmo após massacres.

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Rússia afirma que candidaturas de Suécia e Finlândia à Otan são ‘grave erro’

Os dois países aprovaram no domingo (15) a adesão à aliança militar. O Kremlin já prometeu represálias ‘sem precedentes’. Finlândia e Suécia, próximos geograficamente da Rússia, adotavam a neutralidade até o começo da guerra na Ucrânia.

Por g1

Premiê da Suécia anuncia intenção do país em ingressar na Otan

As candidaturas de Suécia e Finlândia para integrar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) são um “grave erro” que escalarão ainda mais as tensões da Rússia com o Ocidente, afirmou nesta segunda-feira (16) o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Riabkov.

Riabkov disse que “o nível de tensão” entre seu país e o Ocidente aumentará caso as novas adesões aconteçam.

“É um grave erro adicional, cujas consequências terão um longo alcance”, declarou o vice-ministro, segundo a agência de notícias Interfax.

Também nesta segunda-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia “acompanhará de perto” as candidaturas de Finlândia e Suécia para a Otan, que, segundo ele, não fortalecerão a “arquitetura da segurança da Europa”.

Riabkov disse que a resposta da Rússia “dependerá das consequências práticas da adesão” dos dois países nórdicos à aliança militar ocidental.

“Para nós, está claro que a segurança da Suécia e da Finlândia não será reforçada por esta decisão”, afirmou.

Fronteira entre Rússia e Finlândia — Foto: Arte/g1

Fronteira entre Rússia e Finlândia — Foto: Arte/g1

No domingo (15), a Finlândia reafirmou a intenção de pedir adesão à Otan. No mesmo dia, o partido social-democrata da Suécia, do governo, aprovou no Parlamento do país a candidatura à aliança militar.

Ambos os países mantinham à década o modelo de neutralidade, pelo qual não aderiam a nenhuma aliança militar e nem enviavam tropas ao exterior. Os dois não entraram para a Otan nem durante a Guerra Fria.

A mudança de rumo, considerada o principal movimento da geopolítica mundial em decorrência da invasão da Rússia à Ucrânia, é considerada uma grande ameaça pela Rússia, que alega que a Otan vem buscando se aproximar de seu território nos últimos anos.

Finlândia, vizinha da Rússia, compartilha 1.300 quilômetros de fronteira com o país.

Rússia justificou, entre outras alegações, a ofensiva contra a Ucrânia por sua aproximação da Otan e pelou apoio político, diplomático e militar da organização ao governo ucraniano. Moscou pretendia, desta maneira, afastar os ocidentais de suas fronteiras.

Os países da Aliança também estão fornecendo grandes quantidades de armas às forças ucranianas que lutam contra o exército russo há quase três meses.

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Após 3 décadas, McDonald’s anuncia saída total da Rússia

Rede de fast food norte-americana afirmou que venderá todos os seus negócios em território russo e que processo já foi iniciado.

Por g1

McDonald’s anunciou nesta segunda-feira (16) que vai se retirar totalmente da Rússia. A rede de fast food dos Estados Unidos afirmou que já iniciou o processo para a venda de seus negócios em território russo.

Em março, após o início da guerra na Ucrânia, o McDonald’s já tinha anunciado o fechamento de seus 850 restaurantes na Rússia e a suspensão de todas as suas operações no país, seguindo o passo de várias multinacionais que decidiram se distanciar de Moscou após a invasão russa da Ucrânia.

A gigante do fast food apontou para a crise humanitária causada pela guerra, dizendo que manter seus negócios na Rússia “não é mais sustentável, nem é consistente com os valores do McDonald’s“.

A rede de fast food empregava 62 mil funcionários na Rússia, país onde estava presente há mais de 30 anos. O primeiro McDonald’s no país foi aberto logo após a queda do Muro de Berlim e foi um símbolo poderoso do alívio das tensões da guerra fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, que entraria em colapso em 1991.

Impacto financeiro

A companhia espera um impacto financeiro entre US$ 1,2 bilhão e US$ 1,4 bilhão ao deixar a Rússia.

Rússia, onde o McDonald’s administra diretamente mais de 80% de seus restaurantes que levam seu nome, representa 9% do faturamento total da empresa e 3% de seu lucro operacional.

O CEO Chris Kempczinski disse que a “dedicação e lealdade ao McDonald’s” dos funcionários e centenas de fornecedores russos tornaram difícil a decisão de sair. “No entanto, temos um compromisso com nossa comunidade global e devemos permanecer firmes em nossos valores”, afirmou.

A rede disse que continua pagando os salários integrais de seus funcionários no país. A empresa disse que busca um comprador russo para contratar esses trabalhadores, mas não deu informações sobre potenciais compradores.

Com informações da AP

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A assombrosa história da espanhola que planejou ‘filha perfeita’ e depois a matou

Aurora Rodríquez Carballeira era tida como intelectual brilhante; a filha, Hildegart, que tinha 18 anos quando morreu, uma jovem prodígio que despontava como escritora e pensadora. O crime comoveu a Espanha. Mas por que Aurora matou Hildegart?

Por BBC

Na madrugada de 9 de junho de 1933, Aurora Rodríguez Carballeira acordou em sua casa em Madri, na Espanha, tomou banho, vestiu-se e mandou sua empregada levar os cachorros para passear. Imediatamente em seguida, assassinou a própria filha.

Ela atirou à queima-roupa enquanto a filha dormia, três vezes no rosto e uma no peito. E, calmamente, foi visitar seu amigo e advogado José Botella Asensi.

“Vim contar que matei minha filha, para que você não pense que estou maluca e para que me diga o que tenho que fazer”, confessou ela, relatando todos os pormenores, sem omitir nenhum detalhe que pudesse inocentá-la. Em nenhum momento, negou sua responsabilidade.

O assassinato comoveu a Espanha — e não só pela “falta de causas lógicas, se é que pode haver lógica em um assassinato da própria filha”, nas palavras do jornal espanhol La Tierra.

Até aquele dia, a assassina era “o modelo do que poderia ter sido a mulher espanhola: autossuficiente, extremamente culta e inteligente, uma intelectual brilhante que não se esquiva da esfera pública”, segundo a escritora Almudena Grandes, cujo romance La madre de Frankenstein (“A mãe de Frankenstein”, em tradução livre) é baseado em Aurora Rodríguez — que era, na opinião dela, uma mulher “fascinante”.

A filha assassinada, Hildegart Rodríguez, era uma jovem prodígio de 18 anos, importante ativista engajada na liberação sexual das mulheres e em causas sociais, além de prolífica escritora.

“É uma história extraordinária, tão fabulosa que ninguém poderia tê-la inventado”, afirmou Grandes, uma das mais famosas escritoras espanholas contemporâneas, cuja morte em novembro de 2021 comoveu o mundo literário.

Aurora Rodríguez Carballeira

Quando tinha 35 anos de idade, Aurora Rodríguez, que nasceu aproximadamente em 1879 em Ferrol, na Galícia (Espanha), concebeu mais que uma filha: traçou um plano.

Ela admirava as ideias da eugenia, teoria voltada para o aperfeiçoamento da espécie humana por meio de intervenção manipulada e métodos seletivos. Nessa época, a eugenia era um tema bastante popular entre intelectuais de várias correntes ideológicas.

Mais tarde, Adolf Hitler (1889-1945) as colocaria em prática durante o Holocausto, o assassinato em massa de milhões de judeus, bem como homossexuais, ciganos, Testemunhas de Jeová e outras minorias, durante a 2ª Guerra Mundial, a partir de um programa de extermínio sistemático patrocinado pelo partido nazista.

Aurora Rodríguez queria gerar e criar a filha em condições ideais e convertê-la na “mulher mais perfeita, que, como uma estátua humana, fosse o padrão, a medida da humanidade e a redentora final”, como ela diria posteriormente a seus psiquiatras.

Ela escolheu um homem com as características consideradas necessárias: “fisicamente perfeito, com idade madura, plena vitalidade, inteligência com um toque de astúcia e cultura extensa e pouco profunda”, segundo Carmen Domingo, autora do ensaio biográfico Mi Querida Hija Hildegart (“Minha querida filha Hildegart”, em tradução livre), explicou à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Quando ficou grávida, Aurora mudou-se para Madri e colocou em prática “uma série de técnicas que faziam parte da eugenia, sobre como levar a cabo uma boa gravidez e assegurar a geração de uma menina”, segundo Domingo. Essas técnicas incluíam dietas restritivas e exercícios.

Mas por que Aurora Rodríguez queria uma menina se, para ela, “a mulher, por mais doloroso que seja confessá-lo, é o pior da espécie humana” e se ela vivia em um mundo dominado pelos homens?

“Porque ela estava convencida de que quem poderia mudar o mundo precisaria ser capaz de reproduzi-lo — e só as mulheres podem ter filhos”, explica Domingo.

Hildegart Rodríguez Carballeira

Em 9 de dezembro de 1914, Aurora deu à luz a filha que desejava. Deu a ela o nome de Hildegart e dedicou-se a repassar ao que chamava de sua “estátua de carne” os conhecimentos que havia acumulado devorando a biblioteca do seu pai — já que ela própria nunca teve educação formal.

O trabalho de Aurora Rodríguez começou a ter resultados. Antes de completar dois anos de idade, Hildegart já sabia ler e, aos três, já escrevia. Aos oito anos, falava inglês, francês e alemão.

“O que a menina estudava eram temas concretos, pois tudo era encaminhado para que se tornasse uma superdotada para redimir a humanidade”, segundo Domingo.

Aos 13 anos, Hildegart Rodríguez já era formada com excelentes qualificações e, aos 14, começou a estudar Direito, com uma licença especial devido à sua pouca idade. Foi nessa época que ela também entrou na vida pública e política, como militante socialista (e, posteriormente, republicana).

Segundo a escritora Rosa Montero, que incluiu a história de Aurora e Hildegart Rodríguez no seu livro Nosotras (“Nós, mulheres”, em tradução livre), Aurora “treinou-a desde o berço com mãos de ferro de uma domadora circense, até convertê-la em um exemplar anômalo e excepcional, uma pobre menina prodígio”.

‘Não tive infância’

Além de estudar na universidade, Hildegart dava palestras e escrevia artigos para uma série de revistas e periódicos. Ela também foi autora de 16 monografias.

Aos 17 anos, ela terminou a faculdade de direito com louvor e começou mais duas: medicina e filosofia e letras.

Nessa época, Hildegart já era famosa. Feminista de vanguarda, ela defendia conceitos como educação sexual, controle da natalidade, esterilidade e divórcio, e escrevia ensaios sobre temas variados, de “A rebeldia sexual da juventude” até “Malthusianismo e neomalthusianismmo”, passando por “Como curar e evitar as doenças venéreas”.

A eugenia estava presente nos seus escritos, pois, segundo ela, era fundamental para formarmos uma sociedade mais justa e igualitária, como afirma no livro O problema eugênico: pontos de vista de uma mulher moderna, publicado em 1930.

Em 1932, Hildegart foi uma das fundadoras da Liga Espanhola para a Reforma Sexual com Bases Científicas, em conjunto com o famoso médico e cientista Gregorio Marañón.

Mas ela pagou um preço alto por suas conquistas.

“Não tive infância”, declarou certa vez Hildegart Rodríguez ao jornalista Eduardo de Guzmán, autor do livro Aurora de Sangre (“Aurora de sangue”, em tradução livre). “Precisei usar [a infância] toda para estudar sem descanso, dia e noite.”

Ela também não teve a liberdade que permeava as causas que ela defendia. Vivia à sombra da mãe, que controlava toda a sua vida e nunca se separava dela. Aurora a acompanhava nas aulas, reuniões sociais e políticas… e até dormiam no mesmo quarto.

Julián Besteiro, político espanhol que foi professor de Hildegart na universidade, comentou: “nos estudos, Hildegart é simplesmente formidável, mas esse fenômeno de ser tão ligado a sua mãe me evoca a imagem de um filhote de canguru preso na bolsa invisível com o cordão umbilical intacto”.

Diversos pesquisadores suspeitam que essa proximidade era transmitida até para as obras de Hildegart, que, embora tenham sido assinadas por ela, provavelmente foram escritas por Aurora.

Uma das obras que mais chamaram a atenção a este respeito é o artigo intitulado “Injustiças: Caim e Abel”, publicado em 19 de maio de 1933 no jornal La Tierra. Foi o último texto publicado por Hildegart naquele periódico, mas Aurora confirmaria posteriormente que ela fora a autora, dizendo que ali estava uma pista que apontava para morte da filha.

O artigo exalta a “paixão e grandeza” de Caim, o “homem que mais uma vez se igualou a Deus ao retirar a vida [do seu irmão Abel]”.

“Se você o ler conhecendo a história, pode ver as duas ali, com a mãe dizendo ‘isso não está caminhando bem e vai acabar mal'”, ressalta a biógrafa Carmen Domingo. “Ao assinar este artigo, Hildegart assinou sua sentença de morte.”

O artigo finaliza dizendo: “Evoquemos, pois, com adornos de simpatia, a figura progressista, de traços audazes, do Caim rebelde que atingiu a maestria na tríplice arte de Amar, Lutar e Matar”. E, 21 dias depois, o mesmo jornal noticiaria: “acontecimento dolorosíssimo: Hildegart está morta”.

O motivo

Muitos estudiosos apontam esse artigo como a declaração pública das intenções de Aurora Rodríguez, mas ele não esclarece de forma alguma suas motivações, sobre as quais ela nunca deu uma resposta clara.

O que teria levado Aurora a matar “a menina na qual depositei todas as minhas ilusões sobre a mulher com quem sonhava com espírito messiânico, com impulsos sobre-humanos, capaz de traçar novos caminhos para os homens oprimidos e escravizados”, como diria no seu julgamento? Por que fazê-lo se, segundo ela, “sua morte era, em grande parte, meu fracasso”?

Diversas pessoas imaginaram que talvez tenha sido porque Hildegart havia se apaixonado, o que, para Aurora, colocaria em risco a missão da sua vinda à Terra. Entre os candidatos a seus namorados secretos, estavam um cientista norueguês, um escultor que fazia um busto de Hildegart e um escritor e político de Barcelona, na Espanha.

Outros acreditam que não tenha sido por amor, mas sim porque o escritor H. G. Wells e o sexólogo Havelock Ellis a haviam convidado a passar uma temporada na Inglaterra e, na mente de Aurora, isso era parte de uma conspiração para torná-la uma agente secreta e prostituí-la.

Ou talvez tenha sido por desentendimentos políticos, ou porque Hildegart se cansou de sua mãe e quis emancipar-se. Ou simplesmente porque teve vontade de sair para ver o mundo.

Todas essas hipóteses e outras mais foram e continuaram sendo analisadas, mas, para Carmen Domingo, Aurora assassinou sua filha “porque era fruto da época em que viveu, das suas circunstâncias e da sua patologia”.

“Tudo isso era um coquetel Molotov que explodiu quando Hildegart decidiu seguir um caminho diferente do que ela havia previsto. Um caminho que nunca saberemos qual seria, porque não existe menção de qual foi o gatilho específico que fez com que Aurora matasse sua criação”, afirma ela.

Mas Aurora Rodríguez parecia ter intimamente claras as razões para matar sua filha, que não havia sido “produto de uma paixão sexual cega, mas sim um plano perfeitamente preparado, executado com precisão matemática e com um objetivo concreto”, como diria ela própria décadas depois ao jornalsta Eduardo de Guzmán.

“Eu a criei, fiz e formei ao longo dos anos. Sei perfeitamente aonde devia chegar”, segundo ela. Era sua obra e, na sua mente, tinha o direito de destruí-la. “Ela nasceu com uma missão ideal, da qual não podia desviar-se por nenhuma debilidade humana.”

Quando o advogado Asensi levou Aurora Rodríguez à polícia para confessar a autoria do assassinato de sua filha, perguntaram a ela os motivos. A resposta foi: “eu os tive e de gravidade correspondente ao acontecido”.

Julgamento peculiar

Embora a notícia repercutisse em todos os jornais, as manchetes daquela época eram ocupadas por uma crise no governo que havia acabado de acontecer e afetaria o julgamento de Aurora Rodríguez.

Segundo Domingo, “o momento político espanhol era muito complicado”.

“Vínhamos da [proclamação da] república e a Europa considerava a Espanha um dos países mais modernos do mundo ocidental. Tínhamos sufrágio universal, que ainda não existia na maioria dos países europeus. Mas, quando Aurora Rodríguez matou sua filha, houve uma mudança de governo, da esquerda moderada para a direita”, explica.

“Quando o julgamento começou [em 1934], houve uma situação muito curiosa”, conta Domingo. “Os advogados e psiquiatras de defesa de Aurora eram modernos, de esquerda e progressistas, e desde o primeiro momento acreditaram que ela sofria de um problema mental.”

“Mas o advogado da promotoria, ou seja, do governo e seu psiquiatra eram de direita e interessava à direita demonstrar que ela não estava louca, mesmo que estivesse, devido aos ganhos políticos que eles obteriam se uma senhora de esquerda houvesse matado sua filha”, afirma a biógrafa.

O promotor era José Valenzuela Moreno, que, para defender-se das críticas, publicou naquele mesmo ano El asesinato de Hildegart visto por el fiscal de la causa (“O assassinato de Hildegart visto pelo promotor da causa”, em tradução livre). Nele, Valenzuela escreveu que Aurora tinha “um cérebro desordenado pela intoxicação de mil leituras mal digeridas”.

“Oh, o lado perigoso dos livros! Seria muito proveitoso um estudo ponderado dessa questão interessantíssima… É cem mil vezes preferível a inteligência natural de um analfabeto que a mente enlameada de um leitor sem preparação moral e intelectual anterior”, escreveu ele.

Mas “esse cérebro desordenado” não era de uma louca, segundo alegou o promotor com afinco… e com sucesso, já que Aurora Rodríguez acabou condenada como uma pessoa em pleno uso das faculdades mentais, a uma pena de 26 anos, 8 meses e 1 dia de prisão.

Aurora recebeu a sentença com alegria. Ela não só concordava com ela (pois havia passado todo o julgamento protestando contra seu advogado de defesa, negando que estivesse louca), mas tinha já um novo plano: reformar completamente o sistema prisional.

Mas sua passagem pela prisão foi curta. Em 1935 ela foi transferida para o hospital psiquiátrico de Ciempozuelos, perto de Madri, onde ficou internada até a morte, em 1956.

Seu histórico médico das décadas que passou no manicômio foi publicado em 1977 e serviu para enriquecer não apenas o conhecimento sobre ela, mas também o da psiquiatria da época.

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Ação de assassino que matou 10 pessoas nos EUA foi transmitida ao vivo; plataforma interrompeu transmissão

Serviço de streaming Twitch informou, em comunicado, que encerrou a transmissão menos de dois minutos após o ato de violência. Jovem de 18 anos também deixou outras três pessoas feridas em um supermercado de Buffalo, no estado de Nova York.

Por g1

O assassino de 18 anos que matou 10 pessoas e deixou outras três feridas em um supermercado de Buffalo, no estado de Nova York, chegou a transmitir o crime ao vivo na plataforma Twitch, conhecida por realizar transmissões online. Ele foi identificado como Payton Gendron e está preso.

Em comunicado à agência Associated Press, o serviço de streaming afirmou que “encerrou a transmissão de Gendron menos de dois minutos após o início da violência”. O crime foi registrado neste sábado (14).

A governadora de Nova York, Kathy Hochul, nativa de Buffalo, pediu que a indústria de tecnologia assuma a responsabilidade por seu papel na propagação do discurso de ódio em uma entrevista neste domingo (15) à ABC.

“Os CEOs dessas empresas precisam ser responsabilizados e garantir a todos nós que estão dando todos os passos humanamente possíveis para poder monitorar essas informações. Como essas ideias depravadas estão fermentando nas mídias sociais – está se espalhando como um vírus agora”, disse ela, acrescentando que a falta de supervisão pode levar outros a imitar o atirador.

Investigação

Agentes federais conversaram com os pais do assassino e cumpriram vários mandados de busca. As autoridades tentam confirmar a autenticidade de um manifesto de 180 páginas que foi postado online, que detalhava a trama e identificava o criminoso.

A principal suspeita é de que o crime foi motivado por ódio racial. Uma investigação preliminar descobriu que Gendron visitou repetidamente sites que defendem ideologias de supremacia branca e teorias da conspiração baseadas em raça e pesquisou tiroteios em mesquitas, de 2019, em Christchurch, Nova Zelândia, e o homem que matou dezenas em um acampamento de verão na Noruega, em 2011.

Não ficou claro por que Gendron viajou cerca de 320 quilômetros de Conklin, Nova York, para Buffalo e escolheu aquela mercearia em particular, mas os investigadores acreditam que ele pesquisou especificamente a demografia da população ao redor do Tops Friendly Market e estava procurando por comunidades com um grande número de residentes afro-americanos.

O mercado fica localizado em um bairro predominantemente negro.

“É demais. Estou tentando testemunhar, mas é demais. Você não pode nem ir à maldita loja em paz”, disse Yvonne Woodard, moradora de Buffalo, à AP. “É simplesmente louco.”

Em uma entrevista também neste domingo à ABC, o comissário de polícia de Buffalo, Joseph Gramaglia, disse que Gendron esteve na cidade “pelo menos no dia anterior”.

“Parece que ele veio aqui para explorar a área, para fazer um pequeno trabalho de reconhecimento na área antes de realizar seu ato maligno e doentio”, disse Gramaglia.

A polícia disse que Gendron atirou, no total, em 11 negros e dois brancos no sábado. Capturas de tela supostamente da transmissão do Twitch parecem mostrar um epíteto racial rabiscado no rifle usado no ataque, bem como o número 14, uma provável referência a um slogan de supremacia branca.

“Oramos por suas famílias. Mas depois de orarmos – depois de nos levantarmos – temos que exigir mudanças. Temos que exigir justiça”, disse a procuradora-geral do estado, Letitia James, em um emocionante culto religioso em Buffalo na manhã de domingo.

“Isso foi terrorismo doméstico, puro e simples.”

Veja localização da cidade. — Foto: Arte: g1

Veja localização da cidade. — Foto: Arte: g1

Vítimas

Entre os mortos estava o segurança Aaron Salter – um policial aposentado de Buffalo – que disparou vários tiros contra Gendron, disse Gramaglia no sábado. Uma bala atingiu a armadura do jovem, mas não teve efeito. Gendron, então, matou Salter, antes de caçar mais vítimas.

“Ele se preocupava com a comunidade. Ele cuidava da loja”, disse Yvette Mack, que havia feito compras na Tops no início do sábado, sobre Salter. “Ele fez um bom trabalho, você sabe. Ele era muito legal e respeitável.”

Também foi morta Ruth Whitfield, 86 anos, mãe do comissário aposentado dos bombeiros de Buffalo, Garnell Whitfield.

O prefeito de Buffalo, Byron Brown, disse aos fiéis que viu o ex-bombeiro no local do tiroteio no sábado, procurando por sua mãe.

“Minha mãe tinha acabado de ir ver meu pai, como faz todos os dias, na casa de repouso e parou no Tops para comprar apenas alguns mantimentos. E ninguém ouviu falar dela”, disse Whitfield ao prefeito na época. Ela foi confirmada como vítima no final do dia, disse Brown.

Katherine Massey, que tinha ido à loja para pegar alguns mantimentos, também foi morta, de acordo com o Buffalo News. Os nomes das demais vítimas não foram divulgados.

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