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Trem com 200 a bordo e caminhão batem nos EUA

Trem bateu em caminhão e depois descarrilou (Foto: WTVD-11/Via AP Photo)

Trem bateu em caminhão e depois descarrilou (Foto: WTVD-11/Via AP Photo)

Um trem com 200 passageiros se chocou com um caminhão em uma passagem de nível no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (9), informaram fontes oficiais. A colisão não deixou feridos graves.

De acordo com o xerife do condado de Halifax, Wes Tripp, o caminhão, que levava equipamento pesado, ficou preso na via pouco antes do cruzamento do trem.

Segundo autoridades, acidente não deixou feridos graves (Foto: WTVD-11/Via AP Photo)
Segundo autoridades, acidente não deixou feridos graves (Foto: WTVD-11/Via AP Photo)

“O motorista do caminhão tentou, insistentemente, tirar o caminhão, quando um trem da companhia Amtrak apareceu e aconteceu a colisão”, disse Tripp. “Foi muita sorte que tenhamos apenas pessoas com ferimentos leves”, afirmou, pelo celular, falando do local do acidente.

O xerife contou ainda que o motorista do caminhão saiu ileso.

No Twitter, a Amtrak declarou que o trem acidentado circula diariamente, cobrindo o trajeto entre Charlotte, na Carolina do Norte, e Nova York, via Washington.

Passageiros deixam trem após colisão na Carolina do Norte (Foto: WTVD-11/Via AP Photo)
Passageiros deixam trem após colisão na Carolina do Norte (Foto: WTVD-11/Via AP Photo)
Da France Presse

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Maduro pedirá poderes especiais na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (Foto: Ariana Cubillos/AP Photo)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (Foto: Ariana Cubillos/AP Photo)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta segunda-feira (9) que solicitará à Assembleia Nacional poderes especiais para defender ‘a integridade’ do país após os Estados Unidos declararem uma ‘emergência nacional’ pelo ‘risco extraordinário’ que a situação do país caribenho representaria para sua segurança.

“Amanhã, na sessão da Assembleia Nacional, o vice-presidente (Jorge Arreaza) vai a entregar ao presidente (da Assembleia), Diosdado Cabello, uma solicitação para uma Lei Habilitante especial e extraordinária para defender a paz, a soberania, a tranquilidade e a integridade de nossa pátria”, disse Maduro.

“Uma lei anti-imperialista para preparar-nos em todos os cenários e em todos ganhar e em todos triunfar com a paz”, acrescentou durante um discurso no palácio presidencial transmitido em cadeia de rádio e televisão.

Se for aprovada pela maioria qualificada do parlamento com a qual conta o chavismo, a lei permitiria a Maduro governar por decreto e sem controle parlamentar pelo tempo que solicitar.

Maduro destacou que fez este pedido para enfrentar o ‘decreto lei’ anunciado nos EUA e pelo qual, além de declarar esta ‘emergência nacional’, se ‘aplicam e ampliam’ as sanções a alguns cidadãos venezuelanos incluídas em uma lei aprovada em dezembro do ano passado por Washington.

O presidente venezuelano revelou que para chegar a esta decisão pediu recomendações ao Conselho de Estado, ao Conselho da Defesa da Nação, ao alto comando militar e ao conselho de vice-presidentes de governo. “Recomendações para preservar a paz, preservar a soberania, para denunciar política e diplomaticamente em todas as instâncias esta agressão dos EUA”, afirmou.

Maduro já recebeu estes poderes especiais através do mecanismo constitucional conhecido como Lei Habilitante no final de novembro de 2013 pelo período de um ano.

Na ocasião, o presidente os havia pedido para realizar durante 2014 uma ‘ofensiva estremecedora’ contra a corrupção e os especuladores, uma de suas prioridades ao ser eleito presidente em abril de 2013.

O antecessor e mentor de Maduro, o falecido Hugo Chávez (1999-2013), também solicitou a Lei Habilitante em várias oportunidades.

 

 

Da EFE

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Panamá apreende 2 toneladas de cocaína em tribo indígena

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Policiais do Panamá apreenderam duas toneladas de cocaína em uma tribo indígena nesta segunda-feira (9), em uma das maiores apreensões já feitas no país.

A tribo está localizada perto da fronteira com a Colômbia.

Duas pessoas foram presas.

O governo teme influência dos carteis de droga que atuam na Colômbia sobre as tribos panamenhas.

 

Do G1, em São Paulo

Foto: Reprodução

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Palácio de Versalhes vai vetar paus de selfie

Em Paris, alguns museus já pensam em proibir os paus de selfie  (Foto: AFP PHOTO / DOMINIQUE FAGET)

Em Paris, alguns museus já pensam em proibir os paus de selfie (Foto: AFP PHOTO / DOMINIQUE FAGET)

O Palácio de Versalhes, na França, decidiu vetar os paus de selfie: seguranças do local têm pedido que os visitantes guardem os aparatos – que, acoplados em smartphones, ajudam os usuários a tirar fotos de si mesmos – e, em breve, uma norma vai proibi-los oficialmente.

A direção do museu argumenta que há risco de que os paus de selfie acabem acidentalmente danificando objetos valiosos, ao ficarem próximos de obras de arte – eles podem se estender a até 1,5 metro.

Museus parisienses ainda não tomaram uma decisão a respeito: o Louvre garante que não emitirá nenhum veto “no momento”, desde que sejam respeitadas as regras do museu, informa o jornal Le Monde.

Mas, segundo a agência France Presse, os museus caminham em direção à proibição. O Centro Pompidou, por exemplo, vê o veto com bons olhos, “mas ainda não tomou uma decisão”, dizem seus diretores.

‘Medida preventiva’
O crescente uso dos paus de selfies tem despertado reações de outros museus do mundo.

No início de março, a Smithsonian, instituição que administra os 19 museus nacionais de Washington, proibiu oficialmente o uso dos apetrechos como “uma medida preventiva para proteger os visitantes e as coleções, sobretudo em momentos de grande fluxo de pessoas”.

A proibição já está em vigor também no MoMA e no Guggenheim, de Nova York, no Museu de Belas Artes de Boston e no museu J. Paul Getty, de Los Angeles.

Na Austrália, o museu National Gallery de Camberra também decidiu pela proibição.

 

Da BBC

 

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Arqueólogos estudam esqueletos em construção de linha férrea em Londres

Um esqueleto é visto durante uma escavação arqueológica em Londres, na Inglaterra. A equipe estima ter cerca de 3 mil esqueletos humanos no local, que era utilizado para enterrar pacientes do hospital Bedlam, o primeiro hospital psiquiátrico do mundo (Foto: Matt Dunham/AP)

Um esqueleto é visto durante uma escavação arqueológica em Londres, na Inglaterra. A equipe estima haver cerca de 3 mil esqueletos humanos no local, que era utilizado para enterrar pacientes do hospital Bedlam, o primeiro hospital psiquiátrico do mundo (Foto: Matt Dunham/AP)

Arqueólogos anunciaram segunda-feira (9) que começaram a escavar os ossos de cerca de 3 mil pessoas enterradas nos séculos 16 e 17 numa área central onde está sendo construída uma linha de trem em Londres.

Esqueletos de uma mulher e uma criança são encontrados durante uma escavação em Londres, na Inglaterra. Arqueólogos estimam ter 3 mil esqueletos no local, que era utilizado para enterrar pacientes do Bedlam, o primeiro hospital psiquiátrico do mundo (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)

Esqueletos de uma mulher e uma criança. (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)

Eles serão estudados por cientistas antes de serem enterrados novamente em outro lugar.O cemitério Bedlam pode revelar novas informações sobre como os londrinos vivam muito tempo atrás, e em especial sobre a peste bubônica, que matou muitas das pessoas enterradas ali.

Com abertura prevista para 2018, a linha de 118 quilômetros que atravessará Londres é o maior projeto de construção da Grã-Bretanha, e também sua maior escavação arqueológica. A parte central de 21 quilômetros passa no subsolo, o que significa cavar sob algumas das partes mais antigas e mais densamente povoadas da cidade.

“Arqueologicamente, será a amostra mais importante que temos da população de Londres nos séculos 16 e 17”, disse Carver.

O cemitério foi inaugurado em 1569 como lugar de descanso final de cidadãos prósperos e indigentes, dissidentes religiosos, incluindo o revolucionário do século 17 Robert Lockyer, e pacientes do Hospital Bedlam, primeiro manicômio do mundo. O nome do hospital, uma corruptela de Belém, tornou-se sinônimo de caos.

 

Da AP

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Apresentadora libanesa responde a xeque que a mandou ‘calar a boca’

Versão legendada do vídeo em que a apresentadora interrompe a entrevista com o xeque já teve mais de 2,5 milhões de visualizações (Foto: Reprodução/Youtube/MEMRITV)

Versão legendada do vídeo em que a apresentadora interrompe a entrevista com o xeque já teve mais de 2,5 milhões de visualizações (Foto: Reprodução/Youtube/MEMRITV)

Um vídeo em que uma apresentadora libanesa confronta um acadêmico islâmico e acaba interrompendo a entrevista com ele está fazendo sucesso na internet. Em 5 dias, já foram mais de 2,5  milhões de visualizações apenas na versão traduzida publicada no Youtube pela organização MEMRI-TV,  que legenda trechos de programas árabes para dar acesso a quem não fala esse idioma.

Segundo a tradução dessa entidade, a apresentadora Rima Karaki, da TV Al Jadeed, interrompeu o xeque Hani Al Siba’i quando este respondia sobre a entrada de cristãos em organizações islâmicas. Siba’i, que estava em um estúdio em Londres, começou a falar de movimentos de esquerda na Europa nos anos 1970, como Baader Meinhof, na Alemanha, e as Brigadas Vermelhas, da Itália, e a apresentadora interveio pedindo que ele respondesse mais especificamente.

“Doutor Al Siba’i, vamos nos focar no presente. Atualmente, quais slogans são usados para atrair [cristãos] para esses grupos?”, disse. “Ouça, não me interrompa. Vou responder como eu quiser. Não vou responder da maneira como você quer porque estou aqui para servir uma ideia em que acredito”, retrucou o xeque. Rima pediu que ele não se irritasse. “Nós o respeitamos e sabemos que quer dar uma resposta completa. Infelizmente nosso tempo é limitado”, argumentou.

O xeque disse que havia sido combinado que ele não seria interrompido. Em seguida, o diálogo se desenrola da seguinte maneira:

Al Siba’i: “Você acha que pode ser tão insolente?”
Rima: “Prossiga, mas não me chame de nada.”
Al Siba’i: “Sirvo à ideia em que acredito.”
Rima: “Neste estúdio, eu conduzo o programa. Pelo seu bem, estou dizendo que nosso tempo está acabando. Se for elaborar tanto, não temos tempo para mais questões. Se começarmos a discutir história, não teremos tempo para nosso assunto. Agora é com o senhor. Se tivermos tempo, responderá a todas as questões, mas sou eu quem vai decidir.”
Al Siba’i: “Você pode decidir o quanto quiser, mas eu vou fazer o que eu quiser”.
Rima: “Bem, vamos ouvir sua resposta. Vamos voltar ao assunto em vez de perder tempo discutindo.”
Al Siba’i: “Já terminou? Cale a boca, assim posso falar. Estou falando para que as pessoas possam entender”.
Rima: “Como um xeque respeitado como o senhor pode mandar uma apresentadora de TV calar a boca?”
Al Siba’i:“Sou respeitado, quer você queira, quer não”
Rima: “Chega. Vamos terminar isso”.
Al Siba’i: Não está à minha altura ser entrevistado por você. Você é uma mulher que… [neste momento o áudio do xeque é cortado]
Rima: Só um segundo – ou há respeito mútuo ou a conversa acaba.

O vídeo disponível no Youtube termina neste ponto, com o xeque já fora da tela.

Rima apresenta programa na emissora Al Jadeed, do Líbano (Foto: Reprodução/Facebook/Rima Karaki)
Rima apresenta programa na emissora Al Jadeed, do Líbano (Foto: Reprodução/Facebook/Rima Karaki)
Do G1, em São Paulo

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Estudantes protestam por outra morte de jovem negro nos EUA

Manifestantes protestam contra a morte de Tony Robinson em Madison, Wisconsin. (Foto: Andy Manis/AP Photo)

Manifestantes protestam contra a morte de Tony Robinson em Madison, Wisconsin. (Foto: Andy Manis/AP Photo)

Centenas de estudantes marcharam nesta segunda-feira (9) pelas ruas de Madison, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, até a sede do governo local, em protesto pela morte na última sexta-feira (6) de Tony Robinson, um jovem negro desarmado, por disparos feitos por um policial.

Os manifestantes caminharam de forma pacífica com um cartaz branco com os dizeres “Black lives matter” (‘A vida dos negros importa’), uma reivindicação que surgiu no ano passado após a morte de Eric Garner, em Nova York, e Michael Brown, em Ferguson, no estado do Missouri, por disparos de policiais.

Os estudantes deixaram as salas de aula para lotar a entrada e o primeiro andar do capitólio estadual, onde gritaram “Todos somos Tony Robinson” e exigiram justiça, assim como fizeram nas redes sociais com a hashtag #TonyRobinson.

O chefe de polícia de Madison, no Wisconsin, Mike Koval, que durante o fim de semana visitou a família de Robinson, pediu desculpas pela morte do jovem. “A reconciliação não pode começar sem que eu comece dizendo ‘sinto muito”, afirmou Koval, em mensagem no blog do departamento de polícia, no qual desejou que, com o tempo, a família e os amigos de Tony ‘possam encontrar em seu coração algum grau de perdão’.

A morte do jovem negro pela polícia é mais uma da lista de casos parecidos que, após a morte de Michael Brown em agosto do ano passado, trouxeram o tema da discriminação das forças policiais sobre as minorias para o centro dos debates nos EUA.

Manifestantes com imagem do jovem negro Tony Robinson. (Foto: Andy Manis/AP Photo)
Manifestantes com imagem do jovem negro Tony Robinson. (Foto: Andy Manis/AP Photo)

Em entrevista coletiva em nome da família, Turim Carter, tio de Robinson, afirmou que o trabalho da polícia ‘é necessário, e muitas vezes seus atos são heróicos’, mas considerou que ‘algo tem que mudar’. “Este é um problema maior do que Tony. Põe em evidência um tema universal com a aplicação da lei”, disse Carter, que acrescentou que seu sobrinho ‘cometeu seus erros’, mas o descreveu como um menino ‘bom, de bom coração’.

Carter agradeceu as demonstrações de apoio e pediu a todos os que estão participando de passeatas e vigílias que o façam de forma pacífica. “Não só a vida dos negros importa, todas as vidas importam”, ressaltou Carter, que destacou a herança multirracial de seu sobrinho, de pai negro e mãe branca.

O fato ocorreu depois que a polícia recebeu denúncias sobre o comportamento suspeito de Robinson na rua, antes que o mesmo se dirigisse a um apartamento onde, segundo a versão policial, o jovem teve um enfrentamento físico com o agente.

Tony recebeu um disparo do agente Matt Kenny, com 12 anos de experiência no corpo de polícia, que foi afastado administrativamente enquanto a Divisão de Investigação Criminal averigua o caso.

A mãe de Robinson, Andrea Irwin, garantiu em entrevista à emissora “WKOW”, filial da “CNN”, que seu filho era um jovem ‘carinhoso’ e disse que está desconcertada pelo ocorrido. “Meu filho jamais foi uma pessoa violenta, jamais”, garantiu Irwin.

Robinson tinha antecedentes criminais e estava sob liberdade condicional após ser considerado culpado, em outubro, de assalto à mão armada, segundo a imprensa americana.

 

 

Da EFE

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Após gato voltar para casa, casal descobre que cremou felino errado

Um casal de Hackney, na Inglaterra, ficou chocado após seu gato de estimação voltar para casa semanas depois de achar que o felino tinha morrido em um acidente de trânsito.

Após gato voltar para casa, casal descobriu que cremou gato errado (Foto: Reprodução/Yourcat.co.uk)
Após gato voltar para casa, casal descobriu que cremou gato errado (Foto: Reprodução/Yourcat.co.uk)

Margaret e John Ross haviam realizado, inclusive, uma cerimônia de cremação para o gato chamado Amigo.

Mas, após algumas semanas depois da cremação, eis que Amigo é encontrado são e salvo.

Segundo o casal, o felino tinha sumido de casa. Dias depois, eles receberam uma ligação de um vizinho, que disse que Amigo estava morto à beira de uma estrada.

Pensando que fosse os restos de seu felino de estimação, Margaret e John decidiram cremá-lo.

Passado um mês, no entanto, Amigo foi encontrado e levado para um abrigo de animais. Como ele tinha um chip de identificação, o centro entrou em contato como casal, que parecia não acreditar na notícia.

 

Do G1, em São Paulo

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Tripulação cita problema no freio em avião que derrapou em Nova York

Um problema de freio pode ter feito um jato da Delta Air Lines derrapar na pista do Aeroporto de LaGuardia, em Nova York, na semana passada, de acordo com o depoimento da tripulação do voo, disseram investigadores de segurança federal nesta segunda-feira (9).

Avião da Delta derrapou na pista do aeroporto LaGuardia, em Nova York, nesta quinta-feira (5) (Foto: Reprodução/ Twitter/ New York City Fire Department)
Avião da Delta derrapou na pista do aeroporto LaGuardia, em Nova York, no dia 5 de março (Foto: Reprodução/ Twitter/ New York City Fire Department)

Os freios automáticos foram colocados no “máximo”, mas a tripulação “não sentiu qualquer desaceleração nas rodas” antes de o avião se chocar contra uma cerca, disse o Comitê Nacional de Segurança nos Transportes em comunicado, acrescentando que o interruptor de freio foi encontrado na posição “máximo” durante a investigação.

“O capitão informou que foi incapaz de impedir o avião de derrapar para a esquerda”, disse a agência, confirmando relatos anteriores da mídia.

O avião MD-88 operado pela Delta parou a poucos metros das águas geladas da Baía Flushing. Sua asa esquerda e outras partes foram danificadas, mas nenhum passageiro ficou gravemente ferido.

“Os investigadores do grupo de Aeronavegabilidade continuarão a analisar e testar o antiderrapante, o freio automático e os sistemas de reversão hoje”, acrescentou.

Outro jato MD-88 operado pela Delta pousou na mesma pista três minutos antes do avião acidentado e sua tripulação descreveu a ação de frenagem na pista como “boa”, disse a agência.

Ainda assim, o Comitê Nacional de Segurança nos Transportes afirmou que analisará as condições climáticas no momento do acidente.

Até 31 de dezembro de 2014, a Delta operava 117 jatos MD-88, com uma idade média de 24,2 anos, o segmento mais antigo da frota da Delta. A agência declarou que a Delta executou uma verificação do avião acidentado na madrugada de 2 de março.

Vinte e três passageiros no avião sofreram ferimentos leves, e todos os passageiros enviados a um hospital para avaliação foram liberados, disse a agência.

 

Da Reuters

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Bebê é retirada viva de carro semisubmerso 14 horas após acidente

Criança fica 14 horas pendurada de cabeça par abaixo próxima da água gelada em carro inundado (Foto: AP)

Criança fica 14 horas pendurada de cabeça par abaixo próxima da água gelada em carro inundado (Foto: AP)

Uma criança de pouco mais de um ano de idade sobreviveu a um acidente automobilístico e ficou por 14 horas dentro de um carro parcialmente submerso em um rio nos Estados Unidos.

A menina de 18 meses foi encontrada pendurada de cabeça para baixo logo acima da água. Ela foi achada por um pescador na tarde de sábado.

A mãe do bebê dirigia por uma rodovia do Estado de Utah quando o carro bateu em uma barreira de cimento e caiu no rio. O acidente ocorreu durante a noite e por isso ninguém percebeu o que havia acontecido até o dia seguinte.

Bombeiros levaram a criança para um hospital em Salt Lake City, onde sua condição de saúde melhorou de crítica para estável.

A mãe, Lynn Groesbeck, de 25 anos, foi encontrada morta no banco do motorista.

Tarde da noite
Segundo o policial Cory Slaymaker, Groesbeck havia visitado seus pais na sexta-feira e saiu da casa deles por volta de 22h30.

O acidente aconteceu quando ela voltava para sua cidade, Springville.

O pescador só encontrou o veículo, parcialmente submerso, por volta de 12h30 do dia seguinte. “Os parentes não perceberam que elas estavam desaparecidas”, afirmou Slaymaker.

Três policiais e quatro bombeiros que entraram no rio Spanish Fork para prestar Socorro foram depois hospitalizados com hipotermia.

A polícia disse que não daria mais detalhes do caso.

 

Da BBC

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