Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Ex-chanceler e advogada críticos a Ortega são presos na Nicarágua

Regime nicaraguense já prendeu 31 críticos e opositores ao governo, inclusive 7 candidatos à presidência, desde junho. Ortega deve se reeleger para 4º mandato seguido na eleição de novembro.

Por France Presse

O ex-chanceler nicaraguense Francisco Aguirre e a ativista de direitos humanos María Oviedo foram detidos por suspeita de ações contra a soberania da Nicarágua, em mais uma medida do governo contra críticos do presidente Daniel Ortega.

Com as prisões de Aguirre e Oviedo, subiu para 31 o número de opositores detidos pelo governo Ortega desde junho. A repressão é vista como uma forma de se reeleger para um quarto mandato consecutivo nas eleições de 7 de novembro.

“Denunciamos o sequestro do ex-chanceler Francisco Aguirre, detido sem justificativa pela polícia”, escreveu em uma rede social o movimento de oposição Unidade Nacional Azul e Branco (Unab), sem informar a data da detenção.

O Ministério Público (MP) da Nicarágua disse na quinta-feira (29) ter pedido à Justiça “a ampliação do período de investigação e detenção judicial” do ex-chanceler, que o pedido foi aceito e que foi estipulada a prisão por 90 dias.

Aguirre, economista e analista político de 76 anos, está sendo investigado por “supostamente ter cometido atos que minam a independência, soberania e autodeterminação da Nicarágua”, ao incitar publicamente “interferência estrangeira nos assuntos internos”, segundo a acusação.

Ele também é acusado de ter celebrado “a imposição de sanções contra o Estado da Nicarágua e seus cidadãos” (uma alusão às mais de 130 sanções internacionais adotadas desde 2018 contra funcionários e familiares do presidente, por violação dos direitos humanos).

A polícia também informou a detenção da advogada María Oviedo, que está sendo investigada pelos mesmos delitos imputados a Aguirre.

Entre os críticos de Ortega presos estão sete candidatos à presidência: Cristiana Chamorro, Arturo Cruz, Félix Maradiaga, Juan Sebastián Chamorro, Miguel Mora, Medardo Mairena e Noel Vidaurre, além de três ex-guerrilheiros críticos do governo e importantes opositores.

Aguirre foi embaixador da Nicarágua nos Estados Unidos e posteriormente chanceler no governo do ex-presidente Arnoldo Alemán (1997-2002). Ele também trabalhou no Banco Mundial e é crítico à gestão do governo de Daniel Ortega, no poder desde 2007.

O Parlamento nicaraguense aprovou em fevereiro de 2020 uma reforma criminal que permite às autoridades prender, por até 90 dias, pessoas investigadas por um crime. Antes, o prazo era de três dias para apurar, prender e formalizar as denúncias.

As acusações contra Aguirre têm como base uma lei aprovada em dezembro passado que sanciona os nicaraguenses “por atos de traição” que “minam a independência e a soberania” e “promovem a ingerência estrangeira”.

A lei também impede que os afetados concorram a cargos eleitos pelo voto popular e estabelece penas de 10 a 15 anos de prisão para os crimes de “traição à pátria” e “violação da soberania”.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

A incrível civilização antiga que mumificava os mortos 2 mil anos antes dos egípcios

Múmias da cultura chinchorro foram incluídas na Lista do Patrimônio Mundial pela Unesco nesta semana.

Por BBC

“As mais antigas evidências arqueológicas conhecidas de mumificação artificial de corpos”, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), estão presentes na América do Sul, na costa árida do deserto do Atacama.

Há mais de 7 mil anos, essa região foi habitada por uma sociedade de caçadores-coletores na qual os mortos tinham grande importância. As habilidosas técnicas de mumificação da cultura chinchorro datam de 2 mil anos antes dos egípcios.

O valor foi reconhecido pela Unesco, que incluiu, no fim de julho de 2021, suas múmias e a área que guarda seus achados arqueológicos na Lista do Patrimônio Mundial.

Uma sociedade de pescadores

A cultura chinchorro habitou a região entre os portos de Ilo, no Peru, e Antofagasta, no Chile.

Apesar de muito árida, a área tinha recursos marinhos em abundância devido aos efeitos da corrente fria de Humboldt, que cria um fenômeno chamado ressurgência no oceano, e dos diversos riachos que a atravessam para desembocar no mar.

Assim, os chinchorro se especializaram na exploração dos recursos marinhos e chegaram a desenvolver diversas ferramentas para facilitar a atividade pesqueira, como um anzol feito de espinhos de cactos e pontas de arpão.

A descrição feita pela Unesco fala ainda de “ferramentas feitas de materiais de origem mineral e vegetal, bem como instrumentos simples feitos de ossos e conchas”.

Informações do Museu Chileno de Arte Pré-Colombiana dão conta de que, “a partir de tumores encontrados nas orelhas das múmias da época, sabe-se que mergulhavam em grande profundidade”.

A habilidade para a pesca permitiu que eles construíssem assentamentos semipermanentes na foz dos rios e riachos da área.

Embora existam poucas informações sobre a forma como se organizavam, há indícios de que se reuniam em grupos de 30 a 50 pessoas que aparentemente tinham alguma relação de parentesco.

Como os chinchorro mumificavam os mortos

Segundo informações da Universidade de Tarapacá, no Chile, que tem liderado a pesquisa e conservação da cultura chinchorro, o processo de mumificação consistia na extração dos órgãos e vísceras dos mortos por meio de incisões e na sua substituição por vegetais, penas, pedaços de couro, lã e outros materiais.

Também se removia o couro cabeludo e a pele do rosto e abria-se o crânio para retirar o cérebro — depois de seco, ele era preenchido com cinzas, terra, argila e pelos de animais.

Por fim, modelava-se o rosto, que era adornado com uma peruca feita com cabelo humano. O corpo ganhava uma vestimenta de tecido vegetal e era coberto com uma camada de argila.

Embora no início os chinchorro mumificassem apenas recém-nascidos e crianças — que eram preservados junto de estatuetas de barro —, em seu auge, por volta de 3.000 a.C., eles chegaram a mumificar todo tipo de membro da sociedade, independentemente da idade.

Diferentes tipos de múmias

Ainda segundo a Universidade de Tarapacá, até o momento foram analisadas 208 múmias. O estudo da amostra revelou que as técnicas de embalsamamento usadas por esse povo variaram ao longo do tempo e foram simplificadas nos estágios finais, ao contrário do que aconteceu com os egípcios, que foram sofisticando suas técnicas.

Há múmias negras, cobertas por óxido de manganês; múmias vermelhas, pintadas com óxido de ferro; e múmias enfaixadas. Entre os pontos em comum que compartilham estão a peruca, uma máscara facial e bastões para reforçar o corpo.

“A cultura chinchorro considerava suas múmias como parte do mundo dos vivos, o que explica por que deixavam os olhos e a boca abertos e usavam macas, feitas de fibra vegetal ou pele de animal, para transportá-las”, destaca a Universidade de Tarapacá.

As avançadas técnicas de embalsamamento, auxiliadas pelas condições climáticas do ambiente desértico e salino do Atacama, levaram à preservação das cerca de 120 múmias que hoje estão no acervo do Museu Arqueológico de San Miguel de Azapa, no Chile.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Polícia de Hong Kong investiga vaia ao hino chinês durante Jogos de Tóquio

Apesar de Hong Kong competir separadamente, é o hino da China que toca quando há medalhas para atletas do território.

Por G1

A polícia de Hong Kong informou nesta sexta-feira (30) que está investigando as vaias e os cantos para abafar o hino nacional da China durante a transmissão dos Jogos Olímpicos de Tóquio em um centro comercial na segunda (26).

Os torcedores estavam reunidos em um shopping para assistir à conquista da medalha de ouro por Edgar Cheung na esgrima.

Na cerimônia da medalha, alguns torcedores vaiaram o hino nacional chinês — que tocou após a entrega do ouro — e gritaram “Somos Hong Kong”, o que foi transmitido pela televisão.

“Somos Hong Kong” é uma canção comumente cantada pelos torcedores de futebol da cidade em cantonês — idioma majoritário no território e em outras partes do sul da China. Em Pequim, sede do poder chinês, fala-se o mandarim.

As autoridades de Hong Kong pró-Pequim promulgaram novas leis no ano passado proibindo qualquer insulto ao hino nacional e à bandeira chinesa.

Nesta semana, o judiciário local condenou pela 1ª vez uma pessoa com base na lei de segurança nacional. A pena foi divulgada nesta sexta: nove anos de prisão.

Com uma semana de Olimpíadas, Hong Kong tem o melhor desempenho em Jogos Olímpicos com a conquista da medalha de ouro na esgrima por Edgar Cheung e as duas pratas na natação, com Siobhan Haughey.

Mas o sucesso esportivo coincide com tempos difíceis para a ex-colônia britânica que foi reintegrada à China em 1997. A potência asiática tem colocado em prática uma violenta repressão em resposta às gigantescas e muitas vezes violentas manifestações pró-democracia de dois anos atrás.

Hong Kong, China e Taipé Chinesa

Desde os Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, Hong Kong compete com o nome “Hong Kong, China”. O motivo é a transferência do controle sobre o território semiautônomo, anteriormente britânico, para Pequim (efetivada em 1997).

Além de Hong Kong, competem nos Jogos Olímpicos os atletas de Taiwan sob o nome “Taipé Chinesa” — em referência à capital da ilha.

A razão para isso é que o governo taiwanês se reconhece como representante legítimo de toda a China, tanto que o nome oficial é “República da China”. Mas Pequim veta essa nomenclatura. A saída encontrada, ainda na década de 1980, foi a adoção do nome “Taipé Chinesa”.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Casa desmorona e cai no mar com força das ondas durante ressaca na Argentina

Cena foi filmada por bombeiros na noite de quarta-feira (28); proprietários não estavam no local. Moradores da região temem que outras residências tenham o mesmo destino em Mar del Tuyu, na província de Buenos Aires.

Por G1

Uma casa desmoronou e caiu no mar no Mar del Tuyu, na província de Buenos Aires, na Argentina, na quarta-feira (28).

A cena foi registrada por bombeiros (assista acima) e mostra fortes ondas batendo contra a propriedade enquanto parte dela começa a ruir, até que ela finalmente despenca.

Os donos já estariam cientes do risco e haviam desocupado o local. Vizinhos afirmaram que tentaram entrar em contato com eles para saber se ainda haveria algo para tentar salvar de dentro da construção, mas não conseguiram, segundo o jornal “Clarín”.

Ainda de acordo com o jornal argentino, moradores da região temem que outras residências nas proximidades tenham o mesmo fim, com ondas cada vez mais fortes que tem atingido as praias a cada ressaca.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

EUA exigirão que funcionários públicos estejam vacinados contra a Covid ou se submetam a testes semanais

País vem encontrando dificuldades em atingir a imunidade coletiva e tem experimentado uma ‘pandemia de não-vacinados’. Governo Biden também quer incentivo de US$ 100 para quem for se vacinar.

Por G1

O governo dos Estados Unidos passará a exigir que funcionários públicos estejam vacinados contra a Covid-19 ou que apresentem testes semanais negativos para a doença, segundo um comunicado da Casa Branca divulgado nesta quinta-feira (29).

A medida foi anunciada pelo presidente Joe Biden em um pronunciamento oficial e é uma resposta à situação da pandemia no país, que vem se agravando entre os não-vacinados por conta da alta transmissão da variante delta, já dominante no país.

“As vacinas são a melhor proteção para casos graves da Covid-19”, disse Biden. “Todos os casos de hospitalizações e mortes que temos hoje são de pessoas não vacinadas”.

O governo americano emprega cerca de 2 milhões de servidores públicos, que estarão sujeitos a esta nova normativa. O comunicado diz ainda que espera que esta iniciativa federal possa servir de modelo também para o setor privado.

Funcionário dos transportes em Nova York (EUA) recebe vacina contra a Covid-19 em 10 de março — Foto: Shannon Stapleton/Arquivo/Reuters

A Casa Branca, entretanto, somente forçará aqueles funcionários que trabalham diretamente com pacientes em hospitais do departamento de Assuntos de Veteranos a serem vacinados.

Os outros funcionários do governo que optarem por não fazer a vacinação não serão demitidos, mas terão de ser testados frequentemente – possivelmente semanalmente – e somente poderão participar de viagens de trabalho essenciais.

Vacinação para militares

A Casa Branca também defende que o Departamento de Defesa comece a avaliar o acréscimo das vacinas contra a Covid-19 entre os imunizantes exigidos para o serviço militar.

O exército americano mantém uma lista de vacinas obrigatórias, atualizada constantemente, para membros das forças armadas que atuam dentro e fora do país.

“Isso é particularmente importante porque nossas tropas servem em todo o mundo, muitos dos lugares onde as taxas de vacinação são baixas e as doenças predominam”, diz a nota.

O presidente americano também afirmou esperar que as autoridades de saúde dos EUA tomem uma decisão nos próximos meses sobre a aprovação definitiva das vacinas – que atualmente receberam o aval de emergência.

“Minha expectativa é que eles cheguem a essa conclusão no início do outono [a partir de setembro no hemisfério norte]”, disse Biden a repórteres após seu pronunciamento na Casa Branca.

Incentivos financeiros

O governo Biden também fez um pedido para que estados e municípios paguem US$ 100 (cerca de R$ 500) para quem for se vacinar contra a Covid-19.

“Eu sei que dar US$100 para aqueles que ainda não se vacinaram pode não parecer justo para aqueles que se vacinaram, mas se isso fizer com que a gente controle a pandemia, vamos fazer”, disse o presidente.

A medida deve aumentar os índices de vacinação em estados que ainda não alcançaram uma taxa mínima de proteção comunitária – e já foi aprovada pela prefeitura da cidade de Nova York, que começará a recompensar os novos vacinados a partir desta sexta (30).

Além disso, a administração democrata disse que irá reforçar o pedido a empresas privadas para que trabalhadores possam receber folga nos dias em que forem vacinar. O governo federal irá reembolsar empresas por esta medida.

Uso de máscaras

O presidente americano fez um pedido aos americanos que sigam as orientações mais recentes sobre o uso de máscaras feitas pelas autoridades de saúde pública dos EUA.

“Precisamos usar uma máscara para proteger uns aos outros e impedir a rápida disseminação desse vírus enquanto trabalhamos para vacinar mais pessoas”, disse Biden.

Na terça, o Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês), voltou atrás e recomendou que pessoas que receberam vacina contra o coronavírus voltem a usar máscaras quando estiverem em ambientes fechados, de acordo com a circunstância.

Uma recomendação especial foi feita para que, mesmo entre os vacinados, seja mantido o uso de máscaras em escolas por professores, funcionários, alunos e visitantes de escolas.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Fatia do bolo de casamento do príncipe Charles com princesa Diana vai a leilão após passar 40 anos guardado

Lances iniciais estão previstos entre 200 e 300 libras. Alimento foi dado para uma das empregadas da residência oficial da rainha Elizabeth II quem o manteve protegido dentro de uma lata.

Por G1

Pedaço do bolo de casamento do príncipe Charles com a princesa Diana, em 29 de julho de 1981, foi preservado por 40 anos — Foto: Reprodução/Dominic Winter

Pedaço do bolo de casamento do príncipe Charles com a princesa Diana, em 29 de julho de 1981, foi preservado por 40 anos — Foto: Reprodução/Dominic Winter

Uma fatia do bolo do casamento da princesa Diana com o príncipe Charles da Inglaterra, celebrado em 1981, foi colocada em leilão após ficar guardada por 40 anos.

Os lances iniciais estão previstos, segundo a casa de leilões Dominic Winter Auctioneers, para sair entre 200 e 300 libras (cerca de R$ 1,4 mil e R$ 2 mil).

O alimento foi dado para Moyra Smith, uma das empregadas da residência oficial da rainha Elizabeth II na época da boda, quem o manteve protegido dentro de uma lata.

Em 2008, a família Smith vendeu a relíquia para um colecionador privado – ele é quem agora oferece a fatia do bolo para leilão.

Junto com o bolo há um cartão com a mensagem: “Com os melhores cumprimentos de Suas Altezas Reais, o Príncipe e a Princesa de Gales”.

Apesar de estar envolto em plástico filme, a empresa que anuncia a venda o bolo alertou que pode não ser uma boa ideia tentar provar um pedacinho do doce.

Segundo a casa de leilões, existe um pequeno grupo de colecionadores dedicado a preservar pedaços de bolos dos casamentos reais.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Terremoto de magnitude 8,2 atinge a costa do Alasca e gera alerta de tsunami

Não há registro de danos graves ou de feridos até o momento; epicentro é próximo a regiões pouco habitadas no Pacífico Norte.

Por G1

Terremoto no Alasca - MAPA — Foto: G1 Mundo

Terremoto no Alasca – MAPA — Foto: G1 Mundo

Um tremor de magnitude 8,2 — considerado valor muito alto — atingiu a costa do Alasca, estado pertencente aos Estados Unidos, na madrugada desta quinta-feira (29). Autoridades americanas emitiram um alerta de tsunami.

Até a última atualização desta reportagem, não havia dados sobre feridos ou vítimas — o epicentro estava próximo a áreas muito pouco habitadas da região. Autoridades do Havaí estão em atenção caso o alerta se estenda ao arquipélago.

Outros países também estão observando se há risco, inclusive Japão e Nova Zelândia. O Canadá também aguarda saber a gravidade do possível tsunami.

Segundo o USGS, observatório sismológico dos EUA, houve ao menos outros dois tremores secundários, um deles com magnitude superior a 6, valor que também costuma causar estragos em regiões mais habitadas.

A situação mais preocupante é com a pequena cidade de Perryville, a apenas 91 km do epicentro. A maior cidade do estado, Anchorage, também poderia ser afetada pelas ondas.

O Alasca sofreu em 1964 o mais forte terremoto de sua história: um tremor de magnitude 9,2, que deixou mais de 250 mortos pela destruição.

A alta atividade sísmica da região está relacionada com o Cinturão de Fogo do Pacífico: uma área de encontro de placas tectônicas que afeta praticamente toda a costa do oceano. Veja o mapa abaixo.

Mapa identifica a região do Círculo de Fogo do Pacífico — Foto: Ciência/G1

Mapa identifica a região do Círculo de Fogo do Pacífico — Foto: Ciência/G1

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Time de atletismo da Austrália em Tóquio entra em quarentena após contato com atleta com Covid-19

No mesmo dia, atleta dos EUA favorito a medalha no salto com vara foi tirado da competição após contrair o coronavírus.

Por G1

A equipe de atletismo da Austrália que disputa os Jogos Olímpicos de Tóquio entrou em quarentena nesta quinta-feira (29) após um atleta do país entrar em contato com outro competidor diagnosticado com o coronavírus, informou o Comitê Olímpico Australiano.

Segundo o comitê, esse atleta seria integrante da equipe dos Estados Unidos. A imprensa australiana apurou que esse competidor infectado é o americano Sam Kendricks, que participaria do salto com vara, uma das várias provas do atletismo.

Kendricks era uma das melhores esperanças de medalha dos Estados Unidos na modalidade e acabou retirado da competição por ser diagnosticado com o vírus causador da Covid-19. Ele passa bem.

Ainda não se sabe quanto tempo esse isolamento forçado durará. Todos serão testados. As provas de atletismo começam nesta sexta-feira (30).

Este é o primeiro caso em que um time inteiro entra em isolamento forçado após contato com outro atleta que teve teste positivo para a Covid-19 nestes Jogos Olímpicos. Os comitês organizadores estabeleceram uma série de protocolos em caso de diagnósticos de coronavírus entre os integrantes das Olimpíadas — atletas, técnicos ou outras pessoas envolvidas, inclusive imprensa.

Casos de Covid na ‘bolha de Tóquio’ chegam a 200

O balanço mais recente do coronavírus nos organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio registrou 24 novos casos de Covid-19 em pessoas ligadas à Olimpíadas, sendo três atletas. Com isso, o número de casos registrados chega a 200 — 21 atletas no total.

Tóquio bate recorde de números de casos de Covid-19 desde o início da pandemia

Há uma preocupação com a saúde dos envolvidos no evento e com os moradores da capital do Japão porque Tóquio vem atingindo dia após dia recordes nos números de casos de coronavírus.

Por causa da atual situação da pandemia — que levou ao adiamento dos Jogos, projetados para 2020 —, a maior parte das competições ocorre com portões fechados para o público.

Embora tenha reconhecido que “não há risco zero”, o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, elogiou os rígidos protocolos do comitê organizador para pessoas envolvidas no evento.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Mulher cai de janela do 2º andar enquanto dançava em festa privada com cantor na Colômbia

Incidente foi registrado por um artista de Barranquilla, no norte do país, em vídeo que gravava para suas redes sociais. Ela foi levada para o hospital ainda desacordada e não corre risco de vida.

Por G1

Uma mulher caiu da janela do segundo andar de um apartamento enquanto dançava em uma festa privada com o cantor colombiano Engell Melody, na semana passada.

O incidente foi registrado pelo próprio artista em Barranquilla – no norte da Colômbia – em um vídeo que ele gravava para suas redes sociais.

Nas imagens é possível vê-la se desequilibrando e caindo pela janela que estava aberta. Em seguida, Engell se dá conta do que houve e corre para o parapeito, de onde se vê a mulher imóvel no chão.

“Ela está fora de perigo, graças a Deus”, disse Engell em uma rede social. “Ter apenas fraturas, com essa altura, é um milagre.”

Mulher se desequilibra e cai do 2º andar de apartamento na Colômbia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Mulher se desequilibra e cai do 2º andar de apartamento na Colômbia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A mulher foi levada ainda desacordada para um hospital, onde recebeu atendimento e não corre risco de vida, segundo reportagem do jornal “El Tiempo”, que também a identificou como Greysi García.

“Eu agradeço a todas as pessoas que estão orando pela saúde da nossa amiga”, disse o artista.

Engell ainda afirmou que as imagens mostram claramente que ela não foi empurrada, e que poderia acontecer “com qualquer um que estivesse ali”.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Macron não pede desculpas, mas reconhece ‘dívida’ da França com a Polinésia por testes nucleares

Até hoje, nenhum governo pediu oficialmente desculpas pelos mais de 200 testes nucleares realizados durante 30 anos no local.

Por RFI

A questão dos testes nucleares foi um dos principais motivos da viagem do presidente Emmanuel Macron à Polinésia Francesa, onde reconheceu a existência de uma “dívida” com esse território no oceano Pacífico. Até hoje, nenhum governo pediu oficialmente desculpas pelos mais de 200 testes realizados durante 30 anos no local.

Foi preciso esperar até os 42 minutos do último discurso na viagem de quatro dias que Macron realiza à Polinésia Francesa. Na sede da presidência do governo local, diante de centenas de pessoas, com o pescoço adornado por colares de flores tradicionais da localidade, o presidente francês finalmente mencionou a delicada questão.

“Eu queria lhes dizer que a nação tem uma dívida em relação à Polinésia Francesa. Durante muito tempo, o Estado preferiu manter o silêncio sobre esse passado. São 30 anos de explosões sucessivas. O que eu quero quebrar hoje é esse silêncio. Eu assumo e quero a verdade e a transparência com vocês”, afirmou.

O cumprimento das promessas deve começar com a abertura de arquivos militares sobre os polêmicos testes nucleares realizados no território de 1966 até 1996. A iniciativa permitirá aos polinésios conhecer a localização e a intensidade precisa desses exercícios que deixaram milhares de vítimas – muitas delas sofrem até hoje de câncer.

Por isso, o presidente francês prometeu também uma melhor indenização aos atingidos. Segundo ele, os serviços do Estado estarão encarregados de encontrar potenciais vítimas em arquipélagos longínquos do território.

“Confiem em mim como eu confio em vocês. É preciso tempo. Eu lhes digo tudo o que eu sei: diante de vocês, eu assumo e reconheço. Gostaria que, juntos, possamos afastar essas nuvens e essa sombra, porque temos juntos uma nova página a escrever, feita de ambição e futuro”, reiterou.

No entanto, uma palavra, tão esperada pelos polinésios não foi pronunciada: desculpa. Macron descartou o pedido porque, segundo ele, como o general de Gaulle na época, ele não sabe se caso estivesse na mesma posição também poderia ter ordenado os testes nucleares.

“Eu poderia me livrar deste assunto pedindo desculpas, como fazemos quando esbarramos em alguém para poder continuar nosso trajeto, mas isso é muito fácil. E é muito fácil para um presidente da República da minha geração dizer que, de alguma forma, meus antecessores erraram, que o pior foi feito”, argumentou.

Para ele, a escolha dos testes foi feita na época para que a França pudesse contar com armas nucleares, “especialmente para defender a Polinésia Francesa”.

Testes nucleares durante 30 anos

Em 1966, sob o comando do general Charles de Gaulle, a França transferiu seu campo de testes no deserto do Saara aos atóis de Mururoa et Fangataufa, onde realizou 193 exercícios nucleares atmosféricos até 1974, e subterrâneos até 1996.

Macron reconheceu que o mesmo tipo de teste não teria sido feito “em Creuse ou na Bretanha”, regiões da França continental. “Foram feitos aqui porque era mais longe, porque era um local perdido no meio do Pacífico”, assumiu.

Os anúncios ocorrem cinco anos depois do reconhecimento, pelo então presidente francês, François Hollande, durante uma visita em 2016, sobre “o impacto ao meio ambiente e à saúde” dos testes nucleares na Polinésia. Na época, o chefe de Estado fez uma série de promessas, mas muitas delas ainda não foram cumpridas, como a abertura de um memorial dedicado à questão.

O presidente da Polinésia Francesa, Edouard Fritch, comemorou o discurso de Macron. Segundo ele, “após 25 anos de silêncio, a verdade será finalmente colocada sobre a mesa”.

No entanto, para as vítimas, os anúncios são insuficientes. “Não teve nenhum avanço, apenas demagogia. As mentiras do Estado continuam”, criticou Auguste Uebe-Carlson, presidente da associação 193.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.