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Bolívar avalia desempenho dos estreantes e justifica ausência de outros contratados do Santa Cruz

Técnico do Santa Cruz evitou individualizar atuações e preferiu fazer uma análise coletiva, destacando o potencial de crescimento dos reforços

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

A estreia do Santa Cruz na Série C, a derrota para o Manaus por 2 a 0, na Arena da Amazônia, foi também o primeiro jogo de quatro atletas tricolores: o zagueiro Hebert, o lateral-direito Weriton, o lateral-esquerdo Julinho e o meia Vitinho. Assim como todo o time, eles tiveram atuações abaixo do que era esperado pelo técnico Bolívar, que preferiu não individualizar na análise.

– Falando sobre os estreantes, sobre Weriton, Julinho, Vitinho e Hebert. (São) jogadores que a gente contratou para poder dar uma encorpada nessa equipe e hoje, numa forma geral, acabaram tendo uma atuação muito parecida. A equipe acabou tendo uma desatenção nos dois gols e isso acabou sendo caro para a gente. Acho que, num modo geral, são jogadores que vão crescer junto com a equipe durante a competição -, resumiu o treinador.

O zagueiro Herbert e o lateral-esquerdo Julinho participaram diretamente dos lances em que saíram os gols do Manaus. No primeiro gol, Julinho não conseguiu impedir o cruzamento na área, finalizado por Vanilson, que estava nas costas de Hebert. No segundo, Julinho acompanhou à distância o cruzamento. Na área, estavam Weriton e Hebert, que assistiram Vanilson dominar livre de marcação e mandar para as redes.

Bolívar também comentou a razão de ter “segurado” a estreia de outros contratados pelo clube. Especificamente do volante Everton Dias, do meia Rondinelly e dos atacantes Frank e Lucas Batatinha. De acordo com o treinador, lançá-los em campo agora poderia gerar uma cobrança incompatível com a condição física e técnica deles.

– São jogadores que estão em transição, acabaram chegando muito próximos do jogo. Chegaram com uma semana sem fazer treinamento. Então, a gente tinha que dar essa condição. Eles precisam passar por um processo de transição para que a gente possa utilizá-los. Porque a partir do momento que esses atletas viajam não tendo uma condição 100%, eles vão ser cobrados numa condição 100%. Então precisam passar por esse processo para estar 100% para nos ajudar – explicou.

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No Sport, Paulinho Moccelin reedita parceria com Louzer após ano vitorioso na Chapecoense

Atacante tem dois títulos, justamente o Catarinense e a Série B do Brasileiro 2020, conquistados com o técnico; Moccelin tem números positivos no ataque e na marcação

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Paulinho Moccelin chegou ao Sport como homem de confiança do técnico Umberto Louzer, com quem estava na Chapecoense. Tanto que acertou a transferência para a Ilha do Retiro pouco após a contratação do treinador. Agora, com a estreia na Série A de 2021, o atacante reedita a parceria com o comandante após um ano vitorioso pelo clube catarinense.

Aos 27 anos de idade, Moccelin tem dois títulos na carreira. Justamente o Campeonato Catarinense e a Série B do Brasileiro 2020, conquistados com Louzer no ano passado. No início deste mês, inclusive, o atacante tinha proposta para renovar o contrato na Arena Condá, mas seguiu o caminho do técnico para o Sport.

– Umberto foi um cara que me deu total liberdade de jogar. Poder vir para cá, aceitar essa proposta, foi importante para mim. Feliz de poder estar aqui – diz o atleta.

Moccelin tornou-se destaque na campanha da Chapecoense durante a Série B, conquistando o acesso e o título. No setor ofensivo, ele ficou com seis assistências e marcou cinco gols – um de cobrança de falta, dois de cabeça e dois com finalização de dentro da área.

Além dos números no ataque, ele também teve peso pela capacidade de reforçar a marcação da equipe – característica fundamental na proposta de Louzer.

O atacante terminou o campeonato sendo o atleta com o maior número de desarmes na equipe. Foram 84 em 29 jogos, fazendo uma média de 2,9 por duelo. Também por isso terminou sofrendo com a quantidade de cartões amarelos, sendo advertido 14 vezes.

– A quantidade foi até pelo esquema de jogo de Umberto, de recompor, de marcação. Espero que esse ano possa diminuir um pouco – brinca o atleta.

Gol da Chapecoense! paulinho Moccelin cobra falta direto no gol, e marca um belo gol, aos 10 do 1º tempo

Moccelin está sem atuar desde janeiro, por conta de uma lesão grave na perna – rompeu os ligamentos do tornozelo esquerdo e fraturou a fíbula. Mas está treinando no CT leonino e espera pela estreia no Sport. A equipe enfrenta o Internacional, às 20h30 do domingo, no Beira-Rio.

– Estou recuperado, muito ansioso de poder estar vestindo essa camisa e espero fazer o que eu fiz ano passado. Dar o meu melhor, de entrega, de luta, de intensidade.

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André quer superar Diego Souza na artilharia do Sport, e brinca: “Se não voltar, eu vou passar rápido”

Atacante tem 29 gols pelo Rubro-negro em edições do Brasileirão e fica atrás do meio-campista, que tem 33; no acumulado geral de competições, os dois estão separados por 10 gols, com Diego na frente

Por Redação do ge — Recife
Globo Esporte

André faz a diferença, Sport vence Corinthians e jogador comemora melhor fase da carreira

A reestreia de André pelo Sport está cada vez mais próxima. Regularizado e treinando com o elenco no CT do Leão, o atacante se prepara para disputar a Série A do Brasileiro no clube pela terceira vez na carreira. Visando reeditar as boas passagens que teve na Ilha do Retiro, o camisa 90 agora traça uma nova meta: quer ultrapassar os números de Diego Souza pelo Rubro-negro.

– Eu volto tentando bater recordes. Sei que o Diego está ali próximo, estou conseguindo ver ele… Vou tentar passar ele. Não sei se agora, se no próximo ano, mas acho que minha principal meta é passar o Diego. Então se ele não voltar, demorar… eu vou passar ele rápido. Fica aí o recado para ele.

Diego Souza tem o título de maior artilheiro do Sport na história da Série A – com 38 gols. Logo atrás aparecem Leonardo – com 33 – e André, com 29 até o momento. No acumulado geral das competições, por sua vez, Diego tem 53 contra 43 de André. Ambos com duas passagens pelo clube, só que o atacante entra agora para a terceira.

Juntos, eles conquistaram o Pernambucano de 2017 e a melhor campanha da história do Sport na era dos pontos corridos – com o sexto lugar em 2015. Atualmente, Diego Souza está no Grêmio – com contrato até o fim do ano -, mas constantemente vira alvo de campanha da torcida rubro-negra para voltar ao Leão.

Em relação ao desempenho do clube no Brasileirão, por sua vez, André prefere adotar a postura de pensar a cada rodada. Na avaliação do atacante o momento de definir o futuro da equipe será mais próximo da reta final do campeonato.

– Não dá para dizer que a gente vai brigar lá em cima. O que a gente não quer é brigar lá em baixo. Então tomara que a gente consiga fazer um campeonato tranquilo e lá na frente, faltando 10 rodadas, a gente vê o que pode brigar.

André está treinando com o elenco desde a última terça-feira, entrou no Boletim Informativo Diário da CBF e se diz pronto para estrear pelo Sport. A definição pela titularidade, no entanto, o atacante deixa nas mãos do técnico Umberto Louzer. A equipe enfrenta o Internacional às 20h30 do domingo, no Beira-Rio.

– Estou bem, estou no BID, à disposição. Agora se vou jogar ou não é uma coisa do treinador. A gente tem que respeitar as coisas que estavam acontecendo aqui, existiam titulares. Então pouco a pouco vou trabalhar para melhorar minha forma física e ganhar meu espaço como titular.

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Rei do Acesso, Givanildo busca clube, mas planeja aposentadoria para o fim do ano

Há mais de dois anos sem trabalhar, técnico quase assumiu o América-RJ, mas faltou acordo: “Esperei um pouquinho e fui ao banco. Cheguei lá, bati, nada. Zero”; clube contesta versão

Por Diogo Marques

Globo Esporte

São mais de dois anos com saudade do trabalho. O técnico Givanildo Oliveira não esconde o incômodo pelo tempo longe do futebol. O último clube treinado por ele foi o América-MG, em 2019. Desde a demissão, bola rolando só pela TV. O tempo afastado o faz pensar em aposentadoria, embora mantenha viva a esperança de voltar a trabalhar aos 72 anos.

– Eu ainda tenho esperança que apareça algum time pra trabalhar. Eu não vou dizer que não espero. Eu estou com 72 anos, mas eu me cuido, estou inteiro e lúcido. Mas eu estou achando que com o avançar do tempo está ficando mais difícil.

O período afastado do futebol, no entanto, não é por falta de propostas. Segundo o treinador, houve convites de clubes da Paraíba e do Rio Grande do Norte, todos recusados por falta de um acerto financeiro.

E de acordo com o técnico, foi também a parte financeira que o impediu de assumir o América-RJ, em janeiro deste ano. Givanildo chegou a ser anunciado pela equipe carioca, mas desistiu do acerto um dia antes da viagem para o Rio.

“Ligaram, acertamos valor, me passaram o que estava acontecendo lá no campeonato e daí houve um acerto financeiro. ‘Quanto vocês me dão?’ Disseram o valor deles, eu disse o meu. ‘Tá fechado? Tá’ Só que, quando foi à noite, eu esperei um pouquinho e fui ao banco. Cheguei lá, bati, nada. Zero (não haviam depositado o valor)”.

– Aí falei com quem tinha entrado em contato e disse que tinha alguma coisa errada. Eu fui no caixa e não tinha o depósito. Eles disseram: ‘Não, quando o senhor chegar aqui a gente vê isso’. Então não vou, não. E esse foi o motivo. Eu não fui – acrescentou.

Em nota enviada ao ge, o América-RJ demonstrou repúdio às declarações de Givanildo. Segundo o clube, o treinador foi contatado pelo presidente, Sidney Santana, que acertou bases do contrato para jogos finais da seletiva de 2020. Mas, após efetuada compra de passagem, o técnico não teria aparecido e informado caso de Covid-19 na família como motivo.

O América-RJ afirma ter desejado melhoras ao familiar e pedido devolução do valor da passagem, que não foi feito. Sidney Santana informou que encaminhará o assunto ao departamento jurídico do clube (confira nota na íntegra ao final da reportagem).

Prazo decisivo

Givanildo Oliveira é conhecido como o Rei do Acesso pelas seis vezes que conseguiu fazer o clube que dirigia subir de divisão. Foram cinco da Série B para a Série A, uma da Série C para a Série B. Além disso, é atualmente o treinador com mais títulos estaduais no Brasil, com 18 conquistas.

Ele mora na cidade de Olinda, em Pernambuco, onde segue esperando o telefone tocar com uma proposta de trabalho. Em paralelo à espera, faz planos para a aposentadoria. A ideia do técnico é dar adeus ao futebol no fim deste ano, se o cenário atual se mantiver.

“Chegou o final do ano e não apareceu nada, parei. Até agora, eu não me sinto parado. Tenho força pra trabalhar, gosto do que eu faço, estou sentindo saudade do meu trabalho, mas tudo tem sua hora. Você não pode querer passar do limite, não. Meu limite, hoje, é até dezembro.”

Confira nota oficial do América-RJ após declarações de Givanildo

O AMERICA FOOTBALL CLUB vem apresentar NOTA DE REPÚDIO as declarações infundadas e inverídicas do Sr. Givanildo de Oliveira.

Este foi contatado diretamente pelo Presidente do Clube, Dr. Sidney Santana, que acertou com o mesmo todas as bases para sua vinda, para os jogos finais da seletiva de 2020. Trato feito, o clube efetuou a compra da passagem de vinda, e ficou aguardando a chegada do técnico.

Como este não chegou no momento acordado, e nem veio no voo adquirido, sem dar qualquer satisfação, mantivemos contato com o mesmo via telefone, e este então informou que havia sido diagnosticado um caso de Covid na sua família, o que o impediu de vir. Lamentamos, naquele momento, a saúde do familiar, desejamos melhoras, e solicitamos a devolução dos valores pagos pela passagem. Tal devolução jamais ocorreu.

Nos dias seguintes, corroborando a verdade dos fatos, o Sr. Givanildo deu a seguinte declaração, tanto para o site do globo esporte, como em seu Instagram oficial:

“Na minha carreira toda, é a primeira vez que acontece isso comigo. Tivemos esse problema com uma pessoa muito próxima a mim e eu não tinha como viajar. Estava muito animado em dirigir este grande clube, seria a primeira vez no Rio de Janeiro. Peço desculpas ao torcedor por não conseguir estar nessa caminhada junto ao time, mas infelizmente foi algo que não tive como controlar.”

O assunto será encaminhado ao departamento jurídico do clube para que sejam tomadas as medidas jurídicas cabíveis.

Sidney Seixas de Santana

Presidente do America Football Club

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Bolívar lembra bons inícios de Santa Cruz e Vila Nova na Série C de 2020: “Vamos tentar repetir”

Treinador comandou o clube goiano na temporada passada, mas acabou sendo demitido após derrota na estreia da segunda fase

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Na edição passada da Série C, Santa Cruz e Vila Nova terminaram o primeiro turno com as melhores campanhas do Grupo A da competição. Na ocasião, quem comandava o clube goiano era Bolívar, hoje treinador coral.

Na expectativa pelo início de mais uma edição de Terceirona na carreira como técnico, Bolívar está comandando um período de três semanas de preparação, após a eliminação na semifinal do Campeonato Pernambucano.

– Tanto Santa Cruz quanto Vila Nova tiveram campanhas muito boas nos seus inícios (em 2020), e vamos tentar repetir isso. Acredito muito principalmente porque temos esse tempo para trabalhar com o elenco, podendo dar uma boa resposta na nossa estreia. Não tenho dúvidas que vamos fazer uma grande primeira rodada e garantir um grande início de competição – comentou.

Na sequência da Série C da temporada anterior, ambas as equipes conseguiram classificação para o quadrangular de acesso. Porém, Bolívar foi demitido logo após a derrota na estreia da segunda fase, diante do Ituano.

Se o Santa Cruz não conseguiu o objetivo de subir à Série B, o Vila alcançou o acesso e ainda chegou ao título da Terceirona. Na fase classificatória, Bolívar comandou o Tigre em dois jogos diante do Tricolor, acumulando uma vitória e uma derrota. O triunfo em Goiânia, inclusive, derrubou a invencibilidade coral de quatro jogos na ocasião.

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Após título estadual, Náutico estuda primeiros reforços para disputa da Série B

Segundo Hélio dos Anjos e diretoria, elenco precisa de peças para uma competição longa como a segunda divisão nacional

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Náutico quebra dois tabus e conquista o título pernambucano de 2021

Náutico venceu o Pernambucano no último domingo e a torcida ainda está em clima de festa. Quem faz o clube, contudo, também está pensando na Série B, que, para o Timbu, começa na sexta-feira, contra o CSA. A comissão técnica e a diretoria acreditam que o elenco não está pronto e precisa de reforços para brigar pelo acesso.

– Estamos estudando isso. Paralelo a nossas responsabilidades no Pernambucano, discutimos muito isso com a direção, principalmente com Ari (Barros, executivo de futebol), que faz toda essa relação de contratações – explicou o técnico Hélio dos Anjos.

Até o momento, o Náutico só anunciou um reforço para a competição nacional (o meia Vargas, do Afogados). Hélio dos Anjos revelou que dois outros nomes estavam engatilhados, mas não puderam ser concretizados agora porque atuam fora do Brasil.

– Vamos fazer nosso melhor. Tivemos dificuldade com janela internacional (período para contratação de jogadores que atuam no exterior), que fechou. Mas tudo isso é discutido porque a busca por resultados continua. A vida do Náutico continua.

No momento, o clube prioriza duas funções: lateral esquerdo e atacante de lado. Outras contratações, principalmente para o setor de meio, não estão descartadas, mas o Timbu tenta agir com calma para trazer peças que cheguem para jogar – não apenas para compor o grupo.

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Sport trabalha por recuperação de Everaldo e condicionamento físico do time para estreia na Série A

Atacante sofreu pancada na final do Pernambucano e tenta se recuperar a tempo de jogo contra Internacional, no domingo; outros jogadores, como Mikael e Thiago Neves, reforçam preparo

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Rhaldney recebe cartão amarelo por falta dura em Everaldo aos 3 do 1º tempo

Everaldo entrou como titular na final do Pernambucano, no último domingo, mas só ficou 17 minutos em campo. Isso porque ele sofreu uma pancada numa dividida com o volante Rhaldney e não aguentou seguir na partida. Agora, o Sport trabalha pela recuperação do atacante e pelo melhor condicionamento físico do time para a estreia na Série A.

A equipe faz a primeira partida no Brasileiro às 20h30 do domingo, contra o Internacional, no Beira-Rio.

Melhores momentos de Náutico 1 (5 x 3) 1 Sport pela final do Pernambucano 2021

Visando o desenvolvimento da equipe, na última semana – ainda antes da decisão contra o Náutico -, o técnico Umberto Louzer chegou a comandar treinamentos com até três horas de duração. Nos trabalhos, o início das sessões era voltado para a parte física, uma vez que Louzer está focado em melhorar a condição do time.

– Temos uma semana para trabalhar forte e ir condicionando. O próprio Mikael, por exemplo, que ficou um período sem atuar, outros atletas também que estão retornando de lesão. É importante para que a gente consiga ter uma equipe mais equilibrada nesse aspecto físico e que eles consigam potencializar as suas capacidades.

Titular contra o Náutico, Everaldo se machucou aos três minutos da partida, em uma dividida com o volante Rhaldney. Ele ainda fez sinal pedindo para segurar a substituição, mas pouco depois caiu no gramado chorando de dor e pediu para sair. A extensão da contusão será avaliada pelo departamento médico.

Em relação ao meia-atacante Thiago Neves e o centroavante Mikael, a questão é recuperar o condicionamento após período de afastamento. Ambos chegaram a desfalcar o time por conta de dores musculares e estão atuando por tempo reduzido nas partidas desde que retomaram os treinos.

Há também os atletas que estão há mais tempo afastados das competições, casos do goleiro Carlos Eduardo, do volante João Igor e do atacante Leandro Barcia – todos se recuperando de cirurgia. No caso de Carlos Eduardo, ele tem trabalhado de capacete e deve ser liberado para jogos até julho – prazo semelhante ao de Barcia.

Além dos nomes que envolveram o departamento médico, o Sport também precisará trabalhar o ritmo dos três reforços recém-contratados: André, Paulinho Moccelin e Hayner. Os dois últimos vêm treinando no CT leonino, enquanto o primeiro chegou ao Recife e se apresenta com o elenco nesta terça. André vinha trabalhando em academia no Rio de Janeiro para manter a forma física.

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Terceiro título em quatro anos e quebra de tabu consolidam boa fase do Náutico

Taça do Pernambucano conquistada neste domingo entra em lista de dois estaduais, um nacional e um acesso conquistados desde 2018; período é marcado também pelo retorno aos Aflitos

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Espote

O título sobre o Sport, conquistado no último domingo, nos Aflitos, representou o fim de dois tabus que o Náutico há muito lutava para quebrar. Desde 1968, não vencia uma final contra o rival. E desde 1974 não ganhava um troféu nos Aflitos. Mais do que isso, vencer o Pernambucano consolida o momento positivo que o clube vive desde 2018 – justo após uma das mais severas crises de sua história.

Em 2017, o Timbu havia sido rebaixado para a Série C como lanterna da B. Estava endividado, não conseguia voltar para os Aflitos, que havia deixado de receber jogos em 2013, e vivia tabu de 13 anos (não ganhava uma taça sequer desde 2004).

A partir do ano seguinte, no entanto, o rumo mudou. Com uma nova gestão, capitaneada pelo presidente Edno Melo e pelo vice de futebol Diógenes Braga, o Timbu passou a ter conquistas – dentro e fora de campo.

Título e Aflitos em 2018

A primeira das conquistas foi o Pernambucano de 2018. Com um time desacreditado e elenco curto, o Timbu superou seus rivais, venceu o Central na decisão e rompeu o jejum de 14 anos sem conquistas. Na Série C, fez a melhor campanha da primeira fase, mas caiu no mata-mata diante do Bragantino.

A temporada, no entanto, terminaria em esperança. Em dezembro de 2018, após um longo período de espera, o Náutico conseguiu reinaugurar os Aflitos em amistoso diante do Newell’s Old Boys-ARG. De lá para cá, o time passaria a mandar todas suas partidas no estádio – à exceção de pouquíssimas ocasiões em que voltou à Arena de Pernambuco.

Primeiro nacional em 2019 e volta à Série B

Em 2019, no Pernambucano, o Náutico acabou vice-campeão, perdendo a final para o Sport. Mas voltou a sorrir na Série C, num jogo épico contra o Paysandu, no qual conseguiu o acesso nos pênaltis. Voltou à Série B, com grande festa no gramado dos Aflitos.

Comandado por Gilmar Dal Pozzo, o Timbu venceu o título depois, o primeiro nacional, diante do Sampaio Corrêa, em São Luís.

Dificuldades em 2020

Se teve um ano difícil durante este período, foi 2020. O Náutico foi eliminado na primeira fase da Copa do Nordeste, caiu na semifinal do Pernambucano, teve problemas financeiros (também decorrentes da paralisação da pandemia do novo coronavírus) e fez uma campanha ruim na Série B.

A temporada só não foi pior porque, na reta final, com a chegada de Hélio dos Anjos, o Timbu cresceu e conseguiu evitar um rebaixamento que parecia certo. O Náutico se livrou da queda na penúltima rodada, após uma arrancada que fez o time cortar sete pontos de distância para o primeiro time fora do Z-4.

Marquinhos bate pênalti para fora, e Kieza garante o título do Náutico

Quebras de tabu e história em 2021

Mesmo com as dificuldades do ano anterior, a diretoria decidiu manter a base da equipe. Confiou que a evolução sob o comando de Hélio dos Anjos seria duradoura – não apenas reflexo da motivação que um novo treinador traz ao grupo.

A aposta deu certo. Com poucos reforços, a base do time que acabara a temporada anterior, o Timbu atropelou na primeira fase, fez a melhor campanha, melhor ataque e chegou à final após vencer o Santa Cruz na semifinal. Mas o melhor estava guardado para a decisão.

Diante do Sport, o Náutico tinha dois desafios: quebrar o jejum de não ganhar finais contra o rival desde 1968 e de não vencer um título nos Aflitos desde 1974. Na pressão dos pênaltis, o Timbu conquistou todos os objetivos, elevando o crescimento recente a um novo patamar.

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No Sport, Louzer afasta clima de terra arrasada após derrota no Estadual e foca na Série A

Após ficar com vice-campeonato do Pernambucano ao perder nos pênaltis, Rubro-negro vira chave para estreia no Brasileiro; equipe volta a campo no próximo domingo, contra o Internacional

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

A perda do título no Campeonato Pernambucano pesa. Mas é preciso virar a chave para a próxima meta do Sport na temporada: a Série A do Brasileiro. Na semana de estreia pelo campeonato nacional, o técnico Umberto Louzer afasta o clima de terra arrasada após a derrota nos pênaltis para o Náutico e foca no crescimento da equipe para o torneio.

– Toda perda de título é ruim. No tempo normal nós não perdemos o jogo, mas na somatória geral a gente acaba perdendo o título. Então isso é ruim, mas tem que servir de crescimento. Assim como nas vitórias falávamos que não estaria tudo bem, que precisávamos evoluir, crescer, melhorar em vários aspectos, na derrota também não podemos achar terra arrasada, é interpretar o mais rápido, identificar aquilo que precisamos evoluir.

O Sport estreia no Brasileirão às 20h30 do próximo domingo, contra o Internacional, no Beira-Rio. Assim como na última temporada, a equipe entra em campo focada no campeonato nacional, uma vez que caiu da Copa do Brasil ainda na primeira fase e terminou as disputas do Pernambucano e Copa do Nordeste. Agora, o Rubro-negro tem uma semana de trabalhos até a primeira partida na Série A.

– Passamos para os atletas. Eles são sabedores daquilo que precisamos evoluir como equipe para que, ao longo da temporada e do Brasileiro, a gente possa atender aos objetivos do clube com boas performances dentro da competição.

Além do elenco à disposição durante o Pernambucano, o técnico passará a contar com mais três reforços recém-contratados pelo Rubro-negro. Caso dos atacantes André e Paulinho Moccelin, e do lateral-direito Hayner.

O primeiro tem chegada ao Recife prevista para esta segunda-feira, enquanto os dois últimos vêm treinando com o elenco e ainda não estrearam porque não foram inscritos no Estadual.

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Santa Cruz entra em semana final de preparação para Série C com missão de entrosar recém-contratados

Faltando uma semana para primeiro desafio na competição, diretoria tricolor ainda pode trazer um goleiro e outro centroavante

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Com dez reforços anunciados desde a chegada do técnico Bolívar, o Santa Cruz entra na semana de estreia na Série C com a missão de incorporar os jogadores ao elenco e iniciar a campanha em busca do acesso à segunda divisão do Campeonato Brasileiro. A equipe entra em campo diante do Manaus, às 18h do próximo domingo, na Arena da Amazônia.

Desde o fim do Campeonato Pernambucano, seis atletas foram anunciados e vão realizar suas estreias na Série C. Outros dois jogadores, mesmo com mais tempo de clube, também não ganharam minutos até agora: o zagueiro Hebert e o volante Everton Dias.

– A gente vem acompanhando a euforia dos torcedores, dessa parte externa com essas novas contratações. Era importante, eu vinha conversando com a diretoria, com o Fabiano Melo (executivo). Precisávamos de um elenco recheado, com características diferentes. E hoje podemos encontrar dois jogadores com qualidade por posição – avaliou o técnico Bolívar.

Nos próximos dias, o Santa ainda deve anunciar as contratações de um goleiro mais experiente e outro centroavante. Um dos nomes que agradam o departamento de futebol coral é o do atacante Wallace Pernambucano, ex-Náutico. Porém, a tendência é que o jogador termine o Campeonato Potiguar pelo América-RN.

Até o domingo, o clube também terá de regularizar os reforços para tê-los à disposição. O lateral-esquerdo Julinho, o lateral-direito Weriton, o volante Vitinho, o meia Rondinelly e os atacantes Frank e Lucas Batatinha aguardam publicação dos seus nomes no Boletim Informativo Diário da CBF.

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