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Thiago Neves sente panturrilha, é substituído em jogo do Sport contra Atlético-MG e será reavaliado

Meia-atacante esteve em campo apenas por 18 minutos na noite deste domingo, na Ilha do Retiro, pela Série A do Brasileiro

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Thiago Neves sente a perna e deixa o campo ainda no 1º tempo contra o Atlético-MG

Thiago Neves pouco jogou na partida do Sport contra o Atlético-MG, na noite deste domingo, na Ilha do Retiro, pela Série A, e acabou fazendo falta – o Galo venceu o jogo por 1 a 0. Principal jogador do time, o meia-atacante foi substituído aos 18 minutos do 1º tempo, após sentir a panturrilha direita (veja no vídeo).

Por meio da assessoria de imprensa, o Sport informou que Thiago Neves “foi medicado e será reavaliado durante a semana”. Na transmissão do Sportv, ele aparece conversando com um companheiro pouco antes de ser substituído pelo também meia Gustavo. Na imagem, aponta para a panturrilha e faz um sinal que indica uma fisgada.

Neilton

Após ficar de fora do jogo contra o Internacional, na estreia do Sport na Série A, o atacante Neilton chegou a ser liberado pelo departamento médico para o jogo contra o Atlético-MG. No entanto, voltou a sentir a sentir a lesão no tornozelo direito no último treino antes da partida e foi vetado. A expectativa do clube é que na terça o jogador possa treinar com o grupo na reapresentação.

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Presente em conquistas recentes do Náutico, Camutanga se vê como ídolo e mira novos feitos

Zagueiro chegou ao clube em 2018, quando Timbu passava por difícil reconstrução, firmou-se na equipe e virou peça fundamental em três títulos e no acesso à Série C

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

O único jogador do elenco do Náutico que participou ativamente de todas as conquistas recentes do clube, de 2018 para cá, foi Camutanga. Campeão estadual em 2018 e 2021 e destaque no título da Série C de 2019, o zagueiro já se vê como ídolo alvirrubro, mas espera consolidar essa condição com mais feitos nos próximos anos.

A maior referência de Camutanga em termos de idolatria entre os alvirrubros é o ex-atacante Kuki, hoje membro da comissão técnica fixa do clube, a grande figura das últimas gerações de torcedores do Náutico.

“Já foram três títulos e um acesso, mas que venha muito mais para cada dia crescer mais como ídolo, quem sabe chegar 25% do que Kuki é. Então, sim, me considero (ídolo), mas tenho muito o que ganhar pelo clube ainda.”

Olhando em retrospectiva, Camutanga acredita que cresceu como jogador ao longo das temporadas que jogou pelo Náutico (está na quarta). Não só ele evoluiu, acredita, mas também o clube – que vivia uma grave crise administrativa e esportiva e conseguiu dar a volta por cima, cujo ponto máximo seria um retorno à primeira divisão.

– Vejo como um crescimento, tanto na minha carreira quanto no clube. Quando eu cheguei aqui, em 2018, o clube vinha de um rebaixamento (para a Série C), então foi uma reconstrução de elenco. Poucas pessoas ficaram. Eu fui um dos que cheguei e estou até hoje fazendo parte desse clube, onde já conquistei um acesso e três títulos. Neste ano, vamos brigar para conquistar mais um acesso e quem sabe o título também, mas com muito trabalho e pés no chão.

Por falar em pés no chão, Camutanga acredita que seu status de jogador querido pela torcida não o garante no time. Ele é titular, mas precisa manter-se trabalhando para segurar a posição e afastar a concorrência, que tem hoje Yago Silva e Ronaldo Alves como principais nomes.

– Sou titular hoje, mas não tenho cadeira cativa, preciso trabalhar todo dia para manter minha titularidade. Tem gente trabalhando, como Yago, Ronaldo, os meninos da base. É uma disputa muito boa. Estamos jogando eu e Wagner (Leonardo), mas ninguém tem lugar garantido.

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Análise: ainda há tempo de realinhar o Santa Cruz, e boa parte das correções está nas mãos de Bolívar

Prestes a completar 30 contratações na temporada, Tricolor apresentou diversos problemas na montagem do elenco e inicia Série C com missão de organizar a casa

Por Alexandre Ricardo e Cabral Neto — Recife

Globo Esporte

Depois dos insucessos nas competições locais e na Copa do Brasil, o Santa Cruz teve três semanas de intertemporada para preparar a equipe visando o início da Série C do Campeonato Brasileiro. Porém, a preocupação da torcida coral voltou à tona com a derrota por 2 a 0 para o Manaus, na estreia da competição.

Em busca de viabilizar uma reação, a diretoria tricolor sempre esteve presente no mercado. Com a chegada do goleiro Marcão, o clube atingiu 29 contratações na temporada e ainda procura por um zagueiro. Da lista, sete nomes deixaram o clube – os goleiros Martín Rodríguez e Filipe Silva, o lateral-esquerdo Alan Cardoso, o volante Elicarlos, os meias Marcos Vinícius e Péricles, além do atacante Maxwell.

Com um limite de 40 inscrições a serem feitas na Série C, a necessidade de ter um bom grau de acerto nas contratações aumenta. Porém, mesmo com algumas estreias acontecendo no último final de semana, pouco se viu de evolução na equipe coral. É o que aponta o comentarista da Globo, Cabral Neto.

– A intensa rotatividade no time titular e a reformulação no elenco para disputar a Série C, apenas três meses depois de iniciar a temporada, já indicam o alto número de erros da diretoria na formulação do elenco. O time foi comandado por três treinadores, sete dos 29 atletas contratados foram embora e não houve indício de evolução.

Desde a sua chegada, Bolívar recebeu 12 reforços para o elenco. Em sua curta passagem pelo Arruda, Alexandre Gallo indicou a contratação do volante Everton Dias, que ainda não estreou pelo clube.

– Nessa temporada, o time entrou em campo 22 vezes e perdeu 12 jogos. Na temporada passada, para servir de parâmetro, foram oito derrotas em 45 partidas. Nos primeiros 22 jogos do ano passado, o Tricolor tinha perdido apenas três, todas para equipes de divisões superiores (CRB, Fortaleza e Sport). Os fatos são contundentes, não existe receita para o sucesso no futebol, mas a receita para o fracasso existe e a direção está seguindo a cartilha completa – analisou Cabral.

Contratações do Santa Cruz na temporada 2021:

  • Era João Brigatti (17/2 a 11/4) – Martín Rodríguez*, Filipe Silva*, Geaze, Hebert, Fernando Pileggi, Alan Cardoso*, Elicarlos*, Derley, Augusto César, Karl, Péricles*, Marcos Vinícius*, Quiñonez, Maxwell*, Madson
  • Era Alexandre Gallo (14/4 a 26/4) – Everton Dias
  • Era Bolívar (26/4 até hoje) – Breno Calixto, Digão, Weriton, Julinho, Vitinho, Rondinelly, Adriano Michael Jackson, França, Bustamante, Frank, Lucas Batatinha, Wallace Pernambucano, Marcão

* Já deixaram o clube

Além de Everton Dias, outros quatro reforços ainda não entraram em campo pelo clube: Rondinelly, Frank, Lucas Batatinha e Wallace Pernambucano. Com 17 rodadas pela frente, a expectativa da torcida é de uma mudança no cenário para brigar pelo acesso à Série B.

“Ainda há tempo de realinhar o clube e boa parte dessa correção está nas mãos de Bolívar. O espaço entre os jogos dará ao treinador a possibilidade de melhorar a equipe e tentar mudar a rota atual do Santa Cruz.”

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Após lesão, Neilton trabalha dois turnos no Sport e volta antes do prazo para fazer estreia na Série A

Desfalque na primeira rodada do Brasileirão por conta de uma entorse no tornozelo, atacante pede para retornar e está liberado para duelo com o Atlético-MG, no domingo

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Neilton estava vivendo o seu melhor momento no Sport, com dois gols e uma assistência, quando sofreu uma entorse no tornozelo e virou desfalque para a estreia na Série A. Depois do empate com o Internacional, a previsão era de que o atacante ainda ficasse mais uma semana afastado. Só que ele fez treinos dobrados nos últimos dias, pediu e voltou antes do prazo.

– Eu me preparei bastante. Fiz trabalhos intensos em casa, no clube por dois períodos. Chegava em casa e fazia também. Eu pedi para voltar, disse que estou preparado. Também não adianta pedir e não estar bem. Fiz um trabalho na segunda-feira, me senti bem, e depois do treino tratei à tarde e à noite. Agora estou mais firme, preparado – comenta o atleta.

Gol do Sport! Everaldo tabela com Neílton, chuta forte e abre o placar, aos 45 do 1º Tempo

Treinando com o elenco desde a terça-feira, data da reapresentação, Neilton está liberado para reforçar o Sport contra o Atlético-MG, às 20h30 do domingo. Caso o técnico Umberto Louzer opte por utilizá-lo, será a primeira partida do atacante pelo Leão no Brasileiro. Motivo pelo qual intensificou o trabalho de recuperação.

– Jogador gosta de estar dentro de campo. Fisioterapia eu odeio. Gosto dos fisioterapeutas, mas a pressa é para estrear e ajudar dentro de campo. Na época da lesão, foi onde eu estava com ritmo de jogo bacana, estava ajudando com gol, assistência. Acho que estava no melhor momento ali na equipe.

Com dois gols e uma assistência, Neilton acumula 13 partidas pelo Sport – sendo 11 delas como titular. Sob o comando de Louzer, inclusive, sempre esteve na escalação principal – até o momento da lesão.

Liberado pelo departamento médico, ele tem chances de retomar a vaga logo contra o Atlético-MG. Everaldo ainda segue na transição física e Toró está isolado para fazer teste de Covid-19 – reduzindo alternativas no setor. Agora, Neilton vive a perspectiva de estrear pelo Sport na Série A, a nona edição em que o atacante participa.

– Estou bem focado, com a cabeça muito boa para fazer o Brasileirão da minha vida, fazer história aqui no Sport. Eu tenho minhas metas, mas não gosto muito de ficar falando. Tenho as minhas individualmente e também coletivamente, que acho que estão em primeiro lugar. Penso em sonhar grande aqui e sei que posso sonhar grande, porque a equipe é bem qualificada, e se a gente encaixar direitinho vamos brigar por algo muito bom no campeonato.

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Náutico rescinde contrato de volante Antonio Bustamante

Americano-boliviano disputou apenas duas partidas com a camisa alvirrubra e já estava fora dos planos do técnico Hélio dos Anjos desde o começo da temporada

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Antonio Bustamante chega com currículo de seleção boliviana ao Náutico para a Série B

O volante Antonio Bustamante não é mais jogador do Náutico. O clube rescindiu o contrato do jogador nesta quinta-feira. A informação foi dada pelo Diario de Pernambuco e confirmada à reportagem do ge pelo executivo de futebol do clube, Ari Barros.

Cercado de expectativas quando chegou, devido a sua origem pouco comum para reforços do futebol brasileiro, o volante americano (filho de boliviano) deixa o Náutico sem ter conseguido se firmar em momento algum no time.

No total, fez apenas duas partidas com a camisa alvirrubra, ambas em 2020. Desde então, está encostado no grupo. O técnico Hélio dos Anjos já havia revelado, desde o início da temporada, que não contava com ele. O Náutico tentava encontrar um clube para negociá-lo.

Como não encontrou, o Timbu decidiu abreviar sua estada em Recife de forma unilateral e rescindir seu contrato, que iria até o final do ano.

Com contrato rompido, o jogador está livre para buscar outra equipe. E o Náutico deve preencher o espaço que se abre na folha salarial para reforçar o time para a Série B.

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Análise: Sport larga na Série A com maior potencial em 2021 e tem ajustes imediatos à vista

Rubro-negro investe em contratações após brigar contra o rebaixamento no ano passado e tem melhora da construção inicial de jogadas como prioridade entre os ajustes no time

Por Cabral Neto e Camila Alves — Recife

Globo Esporte

Com cinco desfalques e um trabalho ainda recente do técnico Umberto Louzer, o Sport estreou na Série A 2021 com poucas expectativas. O segundo tempo do empate contra o Internacional, no entanto, deu a tônica do que se pode esperar do Rubro-negro nesta temporada.

Depois de brigar pela permanência no último Brasileiro, o Leão larga no campeonato com uma equipe de maior potencial e tem a melhora da construção inicial de jogadas como prioridade entre os ajustes. É o que avalia o comentarista da Globo, Cabral Neto.

– O time precisa ganhar mais dinâmica e intensidade nos primeiros passes, com variação entre trocas curtas de bola e lançamentos, por isso a contratação de um volante qualificado precisa ser vista como grande prioridade. Para que a ideia de jogo de Louzer possa funcionar, é preciso que hajam peças que possibilitem esse modelo de jogo.

Isso porque a estratégia utilizada pelo treinador ainda na Chapecoense prevê duas características fundamentais: uma defesa bem organizada – alternando a marcação e pressionando a saída de bola – e rápidas escapadas para o ataque.

Em seis partidas desde a chegada de Louzer, o Sport só havia demonstrado algo semelhante na vitória por 3 a 0 sobre o Náutico, ainda na fase de grupos do Pernambucano, e agora no segundo tempo contra o Inter.

A partida com o Colorado, inclusive, demonstrou o potencial do elenco em comparação ao ano passado, avalia Cabral. Principalmente considerando a melhora da equipe quando Louzer usou o banco de reservas. Ainda mais considerando que o Leão estreou sem os titulares Maidana, Neilton e Everaldo, além dos reservas Toró e Thiago Lopes – todos lesionados.

– Minha perspectiva de antes é de que tinha potencial para fazer uma competição mais tranquila. Acho que esse segundo tempo foi essa demonstração. O grupo de jogadores do Sport deste ano passa a impressão de ter mais capacidade, com mais e melhores opções ofensivas que o do último campeonato nacional.

Com o pior ataque da última edição, o Rubro-negro investiu no setor ofensivo e conseguiu buscar o empate contra o Inter justamente com André, um dos estreantes. Agora, com mais 37 rodadas pela frente, a perspectiva é de que a equipe consiga alcançar objetivos maiores em 2021.

– A Série A é um campeonato duríssimo. O Sport entra para buscar uma permanência mais tranquila que a do ano passado, esse é seu grande objetivo. E, pela distribuição de vagas para os torneios internacionais, ter tranquilidade significa possibilidade de classificação na Sul-Americana, algo que quase conseguiu na temporada passada, apesar de toda a limitação do elenco.

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Hélio dos Anjos projeta melhora em estrutura e espera deixar legado no Náutico

Treinador ganhou o Pernambucano deste ano e quer levar Timbu ao acesso, mas também enxerga necessidade de evolução na infraestrutura do departamento de futebol alvirrubro

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Hélio dos Anjos fala sobre título com o Náutico e planos para o futuro

O técnico Hélio dos Anjos venceu o Campeonato Pernambucano 2021 com o Náutico e quer levar a equipe de volta à Série A do Campeonato Brasileiro ainda neste ano. Mas a ambição dele não é apenas dentro de campo. O treinador espera também deixar um legado na infraestrutura do departamento de futebol do clube.

Ele falou isso quando questionado se poderia deixar o Náutico, diante da expectativa de receber propostas do Oriente Médio no futuro próximo. Segundo Hélio, a prioridade seria a permanência no Timbu, mas ele acredita que isso deve estar vinculado a um projeto mais amplo com o clube alvirrubro.

– Projeto não envolve só contrato, negociação financeira… Envolve o todo. Sempre estou colocando que, onde a gente passa, quer deixar algo. E para eu deixar algo, tem que ter um projeto. Não gostaria de passar dois anos aqui e o próximo treinador que vier, olhar e falar: “Poxa, Hélio passou aqui dois anos e não aconteceu nada”.

O técnico fala especificamente de evoluções na estrutura do departamento de futebol, como melhoras no maquinário da academia de musculação, da parte de fisiologia e coisas afins – reformas que ele enxerga como necessárias para o Timbu dar um passo adiante no cenário nacional.

“O projeto que eu falo é de ir revitalizando o clube sempre, porque daqui a pouco, dentro do campo, você entra para uma primeira divisão. E aí? Vai ter estrutura para se manter?”

Hélio se coloca no papel de alguém capaz de direcionar as principais necessidades do futebol do clube. Ele vem conversando com a diretoria e apontando o que vê como as maiores carências do departamento que chefia.

– Eu tenho o direito de colocar dessa forma, como tenho obrigação de orientar o clube, mostrar para o clube aquilo que ele pode melhorar. O Náutico é muito grande de camisa, muito grande em representatividade. E nós também precisamos ser maiores internamente, estruturalmente. É isso que eu procuro.

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Com 40 inscrições disponíveis, Santa Cruz mira goleiro e zagueiro para fechar ciclo inicial na Série C

Após chegada de Wallace Pernambucano, diretoria tricolor está prestes a atingir o número de 30 contratações na temporada

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

A chegada de novos reforços no Santa Cruz ainda não acabou. Após a contratação do centroavante Wallace Pernambucano, a diretoria coral procura um goleiro e um zagueiro para fechar o primeiro ciclo de aquisições visando a Série C do Campeonato Brasileiro.

De acordo com o executivo de futebol do clube, Fabiano Melo, as buscas não são encaradas com urgência, pois o técnico Bolívar tem titulares estabelecidos para os setores. Com 28 contratações realizadas desde o início da temporada, o Tricolor alcançaria a marca de 30 com esses dois reforços.

Um dos nomes recentemente consultados para disputar uma vaga na defesa foi o de Léo Silva, que disputou o Campeonato Paulista pela Inter de Limeira e pertence à Ponte Preta. Porém, sem acordo entre os três clubes envolvidos, o defensor permanece na equipe alvinegra para a Série D.

No gol, a intenção do Santa é trazer um atleta com mais experiência. Além de Jordan (23 anos), que veste a camisa 1, a comissão técnica conta com Geaze (26 anos) e Jaime (20 anos).

Segundo o artigo 7º do regulamento da Série C, cada clube pode inscrever 40 atletas até o dia 25 de agosto – data que antecede a 14ª rodada da competição. A partir daí, são permitidas oito trocas antes do dia 15 de setembro.

Além dos 20 atletas relacionados na estreia contra o Manaus, o técnico Bolívar ainda tem outros cinco aguardando para estrear pelo clube: Everton Dias, Rondinelly, Frank, Lucas Batatinha e Wallace Pernambucano.

Da lista, Rondinelly e Wallace precisam de regularização para ficar à disposição visando o jogo deste sábado, contra o Floresta, pela segunda rodada do Grupo A. A partida está marcada para as 17h, no Arruda, e marca o reencontro do técnico Leston Júnior com o Santa Cruz.

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Náutico tenta, pela primeira vez, conquistar estadual e acesso na mesma temporada

Timbu jamais conseguiu ganhar o Pernambucano no mesmo ano em que subiu de divisão; em todas as vezes que conquistou o acesso, Timbu não conquistou Estadual – ou o contrário

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Náutico terá, na Série B de 2021, a chance de conquistar um feito inédito em sua história: ganhar o título Pernambucano e subir de divisão na mesma temporada. O Timbu jamais conseguiu a dobradinha. Sempre que conseguiu a promoção, não havia sido campeão estadual. Sempre que ganhou o estadual, não alcançou o acesso – seja porque já estava na Série A, seja porque foi eliminado em divisões inferiores da competição nacional.

Em 1989, já estava na Série A

Em sua história, o Náutico conseguiu subir quatro vezes de divisão. A primeira delas foi em 1988, da B para a A. O Timbu acabou na segunda posição, atrás apenas da Inter de Limeira, campeã daquela edição.

No Pernambucano de 88, a posição do Náutico foi a mesma, mas, em vez de comemoração, o vice-campeonato trouxe tristeza. O Timbu fez boa campanha no estadual, mas foi derrotado pelo Sport na final – e por um placar elástico, 4 a 1.

Os gols de Inter de Limeira 2 x 1 Náutico, pela Série B do Brasileiro de 1988

O Náutico voltaria a ser campeão estadual no ano seguinte, em 89, com o famoso trio Nivaldo, Augusto e Bizu. A dobradinha com o acesso não foi possível, porque, naquela temporada, o Timbu já disputou a primeira divisão.

Torcida do Náutico faz festa no aeroporto por acesso em 88 — Foto: Reprodução/TV Globo

Torcida do Náutico faz festa no aeroporto por acesso em 88 — Foto: Reprodução/TV Globo

Bicampeonato estadual não se reflete em acesso

No Pernambucano, o Náutico só voltaria a ser campeão em 2001. Após quebrar o jejum de 11 anos sem taças no Pernambucano, fez boa campanha na primeira fase da Segundona. Foi o terceiro colocado de seu grupo (os times foram divididos em duas chaves com 14 equipes, separadas regionalmente), mas caiu nas quartas de final para o Figueirense, que mais tarde subiria de divisão.

Em 2002, o Timbu conseguiu o bicampeonato estadual, mas experimentou nova frustração no Brasileiro. Desta vez, a campanha foi ruim já na primeira fase, em que acabou na 20ª posição de 26 times. Escapou de voltar à Série C por pouco, já que acabou com os mesmos 32 pontos que o Americano, 21º e rebaixado.

Deixou escapar em 2004

O Náutico não tardaria muito a voltar a ser campeão pernambucano. Após vencer o bicampeonato entre 2001 e 2002, passou em branco em 2003, mas emendou um terceiro título em quatro anos ao levantar a taça em 2004.

O roteiro na Série B se assemelhou ao de 2001. Campanha muito boa na primeira fase e decepção na etapa decisiva.

O Náutico de Zé Teodoro fechou a primeira fase na vice-liderança, com 45 pontos em 23 jogos, um ponto a menos que o líder Brasiliense. De acordo com o regulamento da época, os oito classificados foram divididos em dois quadrangulares. Duas equipes passariam de cada chave e formariam o quadrangular final, que definiria a dupla que subiria para a primeira divisão.

O Náutico caiu logo no primeiro quadrangular. Sem conseguir repetir as boas atuações da primeira fase, o Timbu ganhou dois jogos, perdeu três e empatou um. Ficou atrás de Bahia e Avaí, e caiu fora da competição.

Faltou pouco em 2018

O time de 2018 seguiu o padrão estabelecido pelas equipes de 2004 e 2001. Só que na Série C. Campeão estadual após 14 anos de hiato, o Náutico foi muito bem na primeira fase do Brasileiro. Líder geral da competição, chegou ao mata-mata confiante.

Nem precisava de muito para avançar. Bastava derrotar o Bragantino em uma eliminatória de duas partidas para garantir o acesso, já que a semifinal e a final serviriam apenas para definir posições. Os quatro times classificados para a semi já estariam na Série B do ano seguinte.

Mas, assim como em 2001 e 2004, a esperança não se concretizou. O Timbu perdeu por 3 a 1 na ida, fora de casa, e não conseguiu reagir na Arena de Pernambuco. Empatou só por 1 a 1 e deixou escapar um acesso ao qual era favorito.

Acessos vieram após fracassos no Pernambucano

Exposta dessa maneira, parece que a história do Náutico na busca pelo acesso foi feita apenas de reveses. Mas não é verdade. O Timbu, além de 1989, conseguiu subir de divisão outras três vezes – embora nunca tenha conciliado essas conquistas com títulos estaduais.

O Náutico subiu de divisão em 2006 (da B para a A), em 2011 (da B para a A) e em 2019 (da C para a B).

Em 2006, o Náutico foi o quarto colocado no estadual. Em 2011, ficou na terceira posição. E, em 2019, foi vice.

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Após Sport buscar empate contra o Inter, Louzer valoriza reação e aguarda volta de lesionados

Rubro-negro sai perdendo por 2 a 0 no Beira-Rio, mas busca empate no segundo tempo com gols de Thiago Neves e André; equipe tem um ponto e está em oitavo lugar no Brasileirão

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Empatar com o Internacional, no Beira-Rio, é um resultado considerado satisfatório para a maioria dos clubes. Principalmente quando os donos da casa conseguem abrir 2 a 0 no placar. E foi justamente esse cenário que fez o técnico do Sport, Umberto Louzer, enaltecer a garra e a dedicação dos atletas.

– O resultado é positivo. Feliz principalmente pelo poder de reação. Por encarar um gigante do futebol brasileiro e lutar até o final. Agora é trabalhar a semana, continuar evoluindo, melhorando para que a gente possa contra o Atlético-MG fazer um grande jogo.

O feito diante do Internacional tem maior peso ao considerar as circunstâncias em que o Rubro-negro chegou ao Beira-Rio. Isso porque a equipe entrou em campo com seis mudanças em relação ao time que disputou a final do Pernambucano, no domingo anterior. O Sport perdeu cinco atletas para o departamento médico ao longo da última semana e ainda confirmou a saída de Adryelson para Dubai.

– Tivemos uma semana atípica no qual perdemos alguns atletas que vinham com ritmo de jogo, por questões de lesões. Vamos buscando esses ajustes. Você tem que as vezes trocar o pneu com carro andando, mas o grupo é qualificado e tem entendido – avalia Louzer.

Satisfeito com o jogo de estreia, Louzer agora espera contar com uma semana tranquila até a partida diante do Atlético-MG, no domingo. A expectativa é de que possa contar com André durante os 90 minutos, além dos retornos dos atacantes Everaldo e Jonas Toró – que estão em recuperação no departamento médico.

O cenário faz com que o treinador imagine uma equipe mais entrosada diante do Galo.

– Com o tempo esse encaixe vai surtindo mais efeito, mas me alegrou pela coragem e pela subida de pressão. Muitos momentos nós conseguimos recuperar a bola, muitos momentos induzimos o erro do adversário e claro em alguns momentos também o Inter, pela sua qualidade, rompeu a nossa linha. Mas o importante é que nos mantemos compactados e não geramos essa possibilidade de gol do adversário.

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