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Denunciado por tentativa de agressão, Jean Carlos será julgado nesta segunda e pode desfalcar o Náutico

Caso seja punido, meia desfalcará o Timbu por, no mínimo, noventa dias; pela expulsão na final, jogador pode receber até 12 jogos de suspensão a serem cumpridos no Estadual de 2023

Por Redação ge — Recife

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O meia Jean Carlos será julgado na noite desta segunda-feira no Tribunal de Justiça Desportiva de Pernambuco pela expulsão na final do Estadual, contra o Retrô, e pela suposta tentativa de agressão à árbitra Deborah Cecília. Em ambos os casos, o camisa 10 do Náutico foi denunciado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, porém com tipos de punições distintas, o que pode afastar o jogador da Série B por, no mínimo, três meses.

Isso porque a punição, no caso de tentativa de agressão à arbitra, é feita em dias. Com isso, caso seja punido, Jean Carlos começa a cumprir a suspensão imediatamente, o que tiraria o meia já da partida da próxima quinta-feira, contra o CSA, nos Aflitos. Pela expulsão (cotovelada no volante Yuri Bigode), a pena é em jogos (de quatro a 12 partidas). Nesse caso, só serão cumpridos no Campeonato Pernambucano de 2023 ou em outra competição organizada pela Federação Pernambucana.

Pesa contra Jean Carlos o fato da suposta tentativa de agressão ter sido relatada por Deborah Cecília na súmula da partida, o que foi levado em consideração pelo procurador Roberto Ivo na denúncia.

– Aos 22 minutos do primeiro tempo expulsei com cartão vermelho direto o senhor Jean Carlos Vicente, número 10 da equipe do Náutico, por desferir uma cotovelada fora da disputa da bola no rosto do seu adversário (…) Após eu ter apresentado o cartão vermelho direto, o jogador expulso partiu em minha direção na tentativa de me agredir, sendo contido pelo árbitro assistente Clóvis Amaral, e por seus companheiros de equipe, além disso relutou a sair do campo de jogo, sendo retirado por seus próprios companheiros de equipe – diz o relato no documento.

Jean Carlos é expulso após VAR e parte para cima de árbitra em final do Pernambucano

Jean Carlos, por sua vez, nega ter tentado agredir a árbitra após a expulsão. O jogador será defendido pelo advogado Osvaldo Sestário.

“Eu não fui agredir. Meu movimento com o braço foi para mostrar a ela o que eu tinha feito com o jogador, para sair dele e não dar cotovelada. Não quis agredir nem ela nem o jogador do Retrô. Jamais eu partiria para cima dela. O movimento ali foi da emoção e revolta pela expulsão, e eu questionaria qualquer árbitro “, argumentou.

Jean Carlos fala sobre expulsão na final; árbitra pede punição

O que diz o Código Brasileiro de Justiça Desportiva:

Pela expulsão:

Art. 254-A – Praticar agressão física durante a partida, prova ou equivalente.

PENA: suspensão de quatro a doze partidas, provas ou equivalentes, se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica, e suspensão pelo prazo de trinta a cento e oitenta dias, se praticada por qualquer outra pessoa natural submetida a este Código.

§1º – Constituem exemplos da infração prevista neste artigo, sem prejuízo de outros:

I – desferir dolosamente soco, cotovelada, cabeçada ou golpes similares em outrem, de forma contundente ou assumindo o risco de causar dano ou lesão ao atingido;

Pela denúncia de tentativa de agressão

Art. 254-A – Praticar agressão física durante a partida, prova ou equivalente.

§3º – Se a ação for praticada contra árbitros, assistentes ou demais membros de equipe de arbitragem, a pena mínima será de suspensão por cento e oitenta dias.

Art. 157 – Diz-se a infração:

(…)

§1º – Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente à infração consumada, reduzida da metade.

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Santa Cruz iguala pior começo na Série D em cinco jogos, tendo saldo pior do que em 2009

Aproveitamento tricolor é de 26,7%, o mesmo obtido quando o time disputou a competição pela primeira vez

Por Redação do ge — Recife

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Em cinco jogos, uma vitória, um empate e três derrotas. A atual campanha do Santa Cruz na Série D é ruim. Na verdade, é a pior dentre as participações do Tricolor na Série D, igual a quando o time disputou a competição pela primeira vez e sequer avançou da primeira fase.

Em termos de aproveitamento, o Santa Cruz de 2022 possui o mesmo índice de 2009. Conquistou 26,7% dos pontos disputados nos cinco primeiros jogos. A atual largada torna-se pior quando o saldo de gols entra na balança. Naquele ano, foram seis gols marcados, seis gols sofridos. Neste ano, ataque e defesa têm números piores: quatro e sete, respectivamente – saldo negativo de três.

Uma diferença – e o alento – em relação à temporada de estreia coral na última divisão do futebol nacional reside na forma de disputa. Quando foi criada, a primeira fase da Série D consistia num quadrangular, no sistema de jogos de ida e volta. Era uma fase curtíssima, com seis jogos apenas.

Na ocasião, apesar do desempenho, o Santa Cruz ainda chegou à última rodada “vivo”, precisando de uma combinação de resultados para avançar. Além de vencer, necessitava de um triunfo do Central fora de casa, contra o Sergipe. A Patativa venceu. Já o Santa Cruz empatou no Arruda, em 2 a 2 e foi eliminado.

Neste ano, a primeira fase é disputada em grupos de oito times que se enfrentam em jogos de ida e volta. Há tempo para que o Santa Cruz se recupere, portanto. Mas não tanto tempo assim. Basta observar que a distância para o G-4, atualmente, já é de três pontos. E que as três primeiras colocações estão fora do alcance coral na próxima rodada.

As largadas do Santa na Série D

Série D 2009

  • CSA 0 x 3 Santa Cruz
  • Santa Cruz 2 x 2 Central
  • Sergipe 1 x 0 Santa Cruz
  • Santa Cruz 1 x 2 Sergipe
  • Central 1 x 0 Santa Cruz

Série D 2010

  • Santa Cruz 0 x 1 CSA
  • Potiguar 0 x 1 Santa Cruz
  • Santa Cruz 0 x 0 Confiança
  • Confiança 1 x 1 Santa Cruz
  • Santa Cruz 2 x 0 Potiguar

Série D 2011

  • Alecrim 1 x 3 Santa Cruz
  • Santa Cruz 0 x 0 Guarani-CE
  • Porto 2 x 2 Santa Cruz
  • Santa Cruz 1 x 0 Santa Cruz-RN
  • Santa Cruz-RN 0 x 0 Santa Cruz

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Sport não corre risco de perda de mando de campo na Série B por confusão de torcida, diz advogado

Caso perca mandos por conta da invasão de uniformizada em setor de visitante do Corinthians, punição só será aplicada na Copa do Brasil Sub-17, porém Ilha do Retiro pode ser interditada

Por João de Andrade Neto — Recife

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Por conta da invasão de membros de uma facção uniformizada no setor de visitantes da Ilha do Retiro para agredirem torcedores do Corinthians em partida válida pela Copa do Brasil Sub-17, o Sport deve ser denunciado em até três artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva pela procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Porém, apenas um pode acarretar em punição ao time profissional, que disputa a Série B.

De acordo com o advogado especializado em direito esportivo, Luís Eduardo Barbosa, procurado pelo ge para analisar as possíveis punições ao Sport, a única forma da equipe principal sofrer algum tipo de sanção no Campeonato Brasileiro é caso a Ilha do Retiro seja interditada por conta da confusão provocada pelos integrantes da organizada.

Isso está previsto no artigo 211 do CBJD (deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização), que fala também em multa de R$ 100 a R$ 100 mil ao clube. Nesse caso, o Sport teria que mandar seus jogos em outro local, mas com direito a público.

Por sinal, segundo Luís Eduardo Barbosa, a procuradoria do STJD pode pedir a interdição da Ilha do Retiro de forma preventiva, antes mesmo de se analisar o caso em julgamento.Se for requerido pela procuradoria do STJD a interdição da Ilha do Retiro isso vale para todos os jogos, inclusive os da Série B. E essa punição pode ser preventiva, como ocorreu com o Grêmio no ano passado (por conta da invasão de campo de torcedores na Arena do Grêmio, em jogo contra o Palmeiras e depredação da cabine do VAR)” .— Luís Eduardo Barbosa, advogado

Torcedor do Corinthians agredido por organizada do Sport relata ataque em arquibancada

Ainda segundo o advogado ouvido pelo geem caso de perda de mando de campo, por conta da denúncia no artigo 213 (deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto) essa punição só será aplicada ao time sub-17 do Sport, dentro da Copa do Brasil da categoria. O Leão está classificado para a terceira fase da competição.

Além disso, mesmo que fosse transferida ao time profissional, pelo fato do jogo ser de uma competição de natureza “copa”, a pena também não se aplicaria à Série B e só seria cumprida na Copa do Brasil do próximo ano.

– Certamente o Sport deve ser penalizado com a perda de mando de campo porque ele não preveniu e nem reprimiu (a invasão). Mas essa perda só se aplica à competição (Copa do Brasil Sub-17). O time profissional não corre risco de perder mando de campo por isso – completou.

Cabral Neto fala de agressão na Ilha: “A impunidade é a grande amiga da violência”.

Vale ressaltar que a invasão na setor de visitantes foi relatada na súmula da partida pelo árbitro Paulo Belence Alves. “Aos 41 minutos do segundo tempo, paralisei a partida devido a uma confusão de torcedores. A torcida do Sport Club do Recife, invadiu a área destinada à torcida do Corinthians, na arquibancada do placar eletrônico. A segurança foi acionada e após solucionar a confusão, reiniciei o jogo. A partida ficou paralisada 04 minutos”, escreveu.

Os artigos em que o Sport pode ser denunciado:

Art. 191. Deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento:

I – de obrigação legal; (AC).

II – de deliberação, resolução, determinação, exigência, requisição ou qualquer atonorm ativo ou administrativo do CNE ou de entidade de administração do desportoa que e stiver filiado ou vinculado; (AC).

III – de regulamento, geral ou especial, de competição. (AC).

PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a 100.000,00 (cem mil reais), com fixação de prazo para cumprimento da obrigação. (AC).

Art. 211. Deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização.

PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais), e interdição do local, quando for o caso, até a satisfação das exigências que constem da decisão. (NR).

Art. 213. Deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir:

I – desordens em sua praça de desporto; (AC).

II – invasão do campo ou local da disputa do evento desportivo; (AC).

III – lançamento de objetos no campo ou local da disputa do evento desportivo. (AC).

PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais). (NR).

§ 1º Quando a desordem, invasão ou lançamento de objeto for de elevada gravidade ou causar prejuízo ao andamento do evento desportivo, a entidade de prática poderá ser punida com a perda do mando de campo de uma a dez partidas, provas ou equivalentes, quando participante da competição oficial. (NR).

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Partida contra Cruzeiro deve pôr fim a “rodízio” no Náutico e indicar time “ideal” de Roberto Fernandes

Por desgaste físico, técnico alvirrubro precisou modificar escalações nas primeiras rodadas da Série B; para jogo contra a Raposa elenco terá semana livre de treinos e atletas recuperados

Por Rafael Cabral — Recife

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As finais do Campeonato Pernambucano “invadindo” o calendário da Série B impuseram ao Náutico uma forte maratona. Em um intervalo de 16 dias, o time alvirrubro disputou seis partidas. Este cenário fez com que o técnico Roberto Fernandes estabelecesse uma estratégia de poupar os jogadores mais desgastados, com o intuito de evitar lesões.

No entanto, entre a última partida da equipe contra o Vila Nova e o próximo jogo, diante do Cruzeiro, no domingo, serão nove dias. Tempo suficiente para Roberto Fernandes fortalecer o modelo de jogo e levar a campo sua escalação “ideal”, com os atletas descansados. O treinador alvirrubro comemorou a primeira semana livre desde que voltou ao clube.

– O Náutico vem numa sequência muito grande. Esses dias que vamos ter até o jogo contra o Cruzeiro vão ser importantes para recuperar e, claro, poder trabalhar. Não adianta recuperar sem treinar e não adianta treinar sem recuperar. Agora a gente tem um tempo para encaixar melhor o jogo – comemorou.

Contra o Vila, os poupados foram Rhaldney, que nem viajou e Ralph, Luís Phelipe e Niltinho, que entraram apenas no segundo tempo. O zagueiro Carlão e o meia Eduardo Teixeira, com desgaste físico, também não foram utilizados. Agora, todos estão aptos para a próxima rodada.

Cabral Neto fala de expectativa por Náutico x Cruzeiro: “Será difícil”

Portanto, as dúvidas que existem sobre quem são os onze titulares de Roberto Fernandes devem ser diluídas no próximo domingo. Na defesa, não há tanto mistério e Lucas Perri, Hereda, Camutanga, Bruno Bispo e Júnior Tavares devem ser mantidos.

No meio, porém, há disputa entre Ralph e Djavan, e no ataque Niltinho, Eduardo Teixeira, Victor Ferraz e Pedro Victor disputam a preferência do treinador, para atuar junto a Jean Carlos, Luís Phelipe e Léo Passos.

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Martelotte não crê em mais saídas e diz: “Nunca trabalhei dentro de uma normalidade no Santa Cruz”

Técnico vai para sua quinta passagem pelo Tricolor e falou sobre tudo na apresentação ao clube, nesta quarta-feira: conversa com elenco, avaliação da Série D e muito mais

Por Camila Sousa — Recife

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Marcelo Martelotte é apresentado no Santa Cruz e fala sobre situação do elenco e saídas

De volta para sua quinta passagem pelo Santa Cruz, Marcelo Martelotte foi apresentado oficialmente ao clube na manhã desta quarta-feira, no auditório do Arruda. E falou muito. Ao longo dos 25 minutos de entrevista com a imprensa, o novo comandante coral substituto de Leston Júnior, traçou comparativo da atual crise instalada no Tricolor com outros momentos difíceis vivenciados no clube, a negociação pelo seu retorno, o primeiro contato com o grupo, e muito mais.

Depois de uma série de reuniões internas na última terça-feira para acalmar os bastidores corais, motivo pelo qual não houve treino com o grupo, na tarde desta quarta-feira é que Martelotte vai comanda a primeira atividade com o elenco tricolor, também no Arruda. Pela manhã, o plantel apenas realizou trabalhos físicos na academia.

Veja a coletiva, na íntegra

2017/2021

– Não vejo nenhuma semelhança com nenhum outro momento que eu passei no Santa Cruz, principalmente pelo fato de assumir esse desafio na Série D. É uma situação nova pra mim, e eu não consigo ver essa relação porque 2017 foi um campeonato muito difícil. Assumi o time na zona de rebaixamento, com a dificuldade muito grande de mudar uma situação. Não vejo hoje o clube nessa situação, vejo até porque assumo após uma vitória. Em um momento apesar da turbulência extra-campo, o time conquistou uma vitória e até com essa vitória veio uma indicação de dias melhores e é nisso que a gente aposta.

Primeiro diálogo com o elenco

– Foi diálogo franco, eu colocando, pela primeira vez, chego num grupo que conheço poucos jogadores, no trabalho do Santa Cruz conheço alguns jogadores que trabalhei em outros lugares. Para mim é um grupo formado recentemente, me apresentei, contei um pouco do que já passei dentro desse clube e os jogadores colocaram a posição deles, o que eles esperam. Acho que essa sinceridade e a gente trabalhar com olho no olho, falando o que pensa, nesse primeiro momento é o mais importante. E nós vamos juntos brigar sempre para solucionar todas as questões.

Possíveis novas saídas

– Eu quero trabalhar com quem quer ficar no Santa Cruz. Eu respeito os jogadores que, por seus motivos, não querem ficar mais, mas a gente também tem essa opção para trabalhar o mais rápido possível para ter um grupo completo novamente. Gilberto é um jogador importante e tem sido muito discutido isso pela questão da liderança. Você precisa de jogadores assim dentro do grupo, conversei muito com ele. Não adianta pensar em um início de trabalho se não tiver solucionado essas questões. Eu penso que a gente não deva ter mais outras surpresas com saídas de jogadores.

Momento mais difícil no Santa Cruz?

– Eu nunca trabalhei dentro de uma normalidade no Santa Cruz, de chegar e estar tudo certo, de pensar só no futebol, só no time, a gente sempre teve que correr atrás de outras situações, mesmo nos times que foram vitoriosos. Não acho que seja o pior momento. O que mais incomoda é o time estar na Série D e vou trabalhar em cima dessa situação. Por esse aspecto, sim, porque nunca trabalhei com o time na Série D.

Cabral Neto comenta semana cheia e mudanças no Santa Cruz

Confiança do time

– Jogar bem e não ganhar pode minar a confiança dos jogadores, mas a reação do jogo de domingo mostra que é um time que tem um poder de reação. Temos tudo para gerar um clima positivo.

Negociação com o Santa Cruz

– Minha negociação não se deu com Leston Júnior ainda treinador. A diretoria entrou em contato comigo logo após a saída do Leston, até comentei que a divulgação foi rápida, mas não houve nenhuma negociação antes. Essa é minha ética. Normalmente eu não negocio muito rapidamente. Foi isso que aconteceu dessa vez.

Parceria com Zé Teodoro

– É importante que a gente precisa se unir com pessoas que conheçam o clube. Faço o apelo a pessoas assim para unificar o clube, é fácil criticar o clube, mais difícil é se propor a ajudar. Essa foi a proposta minha e do Zé para unir nossas experiências para ajudar o Santa Cruz. Nossa responsabilidade é duplicada.

Avaliação da Série D

– É nivelada, decidida em detalhes e não pelo poderio econômico. É uma competição muito específica, não é por questão financeira que vai resolver. Somos uma camisa muito pesada dentro da Série D. Já mostramos dentro do Pernambucano, enfrentando de igual para igual. Temos que buscar tirar o máximo desse grupo de jogadores e qualificar para fazer com que o peso da camisa se reflita dentro de campo.

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Após voltar ao Sport, Everton Felipe cobra melhora pessoal: “Longe de ser o que a torcida conhece”

Meia voltou a atuar pelo Rubro-negro na última sexta-feira, contra a Tombense, após passar dois meses se recuperando de lesão no joelho e foi um dos destaques na vitória por 2 a 0

Por Redação ge — Recife

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De volta ao Sport após passar pouco mais de dois meses se recuperando de uma lesão no joelho, o meia Everton Felipe foi um dos destaques na vitória por 2 a 0 sobre a Tombense na última sexta-feira, pela Série B. Ainda assim, o camisa 10 do Leão acredita que está longe da sua forma ideal. Algo que pretende readquirir com a sequência de jogos.

Na próxima sexta-feira, o Rubro-negro encara a Chapecoense, na Arena Condá, em confronto direto pelo G4. O Sport está na terceira colocação, com 11 pontos, apenas dois a mais que a equipe catarinense, que aparece em sexto.

– Voltar pra mim é uma felicidade grande. Quando você se machuca, principalmente nas situações que eu venho passando com relação ao joelho, fico muito triste, muito abalado. Mas como eu já estava melhor preparado para enfrentar essa situação, consegui retornar, ir bem e ajudar o time a vencer – pontou Everton Felipe, que se lesionou no dia 27 de fevereiro, na eliminação para o Altos, ainda pela primeira fase da Copa do Brasil.

– Dentro do possível acho que fui bem. Ainda é muito longe de ser o Everton Felipe que a torcida conhece, mas para quem estava sessenta dias parado, comecei uma partida e consegui jogar setenta minutos, fico feliz. Mas por me cobrar muito acho que ainda estou abaixo de ser o Everton Felipe que todo mundo conhece – completou.

Everton Felipe surpreende na volta ao Sport depois da lesão no joelho

Na atual temporada, o meia disputou apenas 11 das 29 partidas do Sport no ano.

E enquanto se recuperava no departamento médico, Everton Felipe acompanhou o início da campanha do Leão na Série B. E apesar das críticas, acredita que o time vem fazendo boas partidas no Brasileiro.

Melhores momentos: Sport 2 x 0 Tombense, pela 6ª rodada do Brasileirão Série B 2022

– Acho que o Sport vem fazendo bons jogos sim. Só que nesse jogo (contra a Tombense) conseguiu criar um pouco mais e concluir em gols. A equipe vem criando bem, mas vem pecando no último terço do campo, que é para definir as jogadas, a finalização, o último passe. E a torcida do Sport a gente já sabe como funciona, ela sempre cobra bastante – reconheceu.

– A Série B é um campeonato muito disputado e a gente não pode deixar as equipes que teoricamente vão brigar pra subir se afastarem na pontuação. Eu nunca tinha jogado uma Série B, mas pelo o que eu acompanho, o mais importante é não perder jogos, é estar sempre pontuando. E a gente está está indo bem nisso. Está está cumprindo bem esse papel – finalizou Everton Felipe.

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Mateus Anderson comunica ao Santa Cruz desejo de sair, mas nova reunião nesta quarta vai selar futuro

Decisão é motivada pela queda do técnico Leston Júnior e do executivo de futebol Marcelo Segurado, demitidos no domingo após forte pronunciamento e pedido por “socorro” ao clube

Por Camila Sousa — Recife

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Além de Marcos Martins, já fora, Mateus Anderson deve ser mais um jogador a sair do Santa Cruz. Segundo apurou o ge, na reapresentação do elenco nesta terça-feira, o atacante comunicou à diretoria que não deseja permanecer no clube, mas só vai afinar detalhes com a cúpula tricolor em nova reunião na quarta, dia de expediente duplo no Arruda.

Decisão muito em parte motivada pela queda do técnico Leston Júnior e do executivo de futebol Marcelo Segurado, demitidos no domingo após forte pronunciamento pós-jogo contra o Atlético de Alagoinhas.

Assim que o Santa Cruz, inclusive, divulgou nas redes sociais o anúncio do desligamento da dupla, o atacante puxou o coro do capitão do time, Gilberto, que disse “qualquer decisão iremos juntos”, indicando que deixaria o Arruda.

Internamente, segundo apurou a reportagem, pessoas ligadas ao jogador dizem ser difícil o caso ter uma ‘reviravolta’, e Mateus permaneça no Tricolor até o fim do seu contrato, que vai até o fim do ano. Pelo Santa Cruz, o atacante disputou seis partidas e marcou um gol.

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Vuaden volta a apitar jogo do Náutico após polêmica, e torcida brinca nas redes: “Fazer uma faixa”

Árbitro foi decisivo para acesso em 2019 ao marcar pênalti polêmico contra o Paysandu e ganhou até beijo de torcedor nos Aflitos; juiz retorna domingo, em jogo do Cruzeiro

Por João de Andrade Neto — Recife

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A CBF divulgou nesta terça-feira a escala de árbitros para a sétima rodada da Série B. E entre as definições, uma em especial chamou a atenção. Após quase três anos da polêmica arbitragem no jogo entre Náutico e Paysandu que definiu o acesso do clube pernambucano para a Série B em 2019, o gaúcho Leandro Pedro Vuaden volta a apitar um jogo do Timbu, e justamente nos Aflitos. Ele será o responsável por comandar a partida contra o Cruzeiro, no próximo domingo.

Em setembro de 2019, Vuaden marcou um pênalti polêmico a favor do Náutico, aos 49 minutos do segundo tempo, após o zagueiro do Paysandu Caíque Oliveira tirar um cruzamento de cabeça e a bola tocar no no braço do companheiro de equipe, Uchôa, dentro da área.

O lance possibilitou o Náutico empatar a partida por 2 a 2 (perdia por 2 a 0 até 19 minutos do segundo tempo) e se classificar nos pênaltis. O clube pernambucano se sagraria campeão da Série C naquela edição. O Paysandu segue até hoje na Série C.

Adriano Siebra comenta erros de Vuaden no jogo entre Náutico e Paysandu

A volta de Leandro Pedro Vuaden para apitar um jogo do Náutico gerou muitos comentários de alvirrubros nas redes sociais. A maioria, em tom bem humorado.

Este será apenas o terceiro jogo da Série B deste ano que será apitado pelo árbitro gaúcho. Os outros foram nos empates entre Vasco e Vila Nova, por 1 a 1, em São Januário, pela primeira rodada, e entre Criciúma e Sport, pelo mesmo placar, no Heriberto Hulse, pela terceira rodada.

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Técnico e executivo do Santa citam invasão a CT como estopim para desabafo que gerou demissões

Leston Júnior e Marcelo Segurado disseram que falas eram um “pedido de socorro” para sequência de trabalho e citaram episódio evolvendo organizada: “Alguns estavam armados”

Por Camila Sousa e Victor Andrade — Recife

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Demitidos pelo Santa Cruz após forte pronunciamento na vitória para o Atlético-BA, no fim de semana, o técnico Leston Júnior e o executivo de futebol Marcelo Segurado falaram ao ge, na noite desta segunda-feira. E foram muito além das próprias demissões. Trouxeram detalhes de episódios anteriores ao desabafo coletivo junto com o elenco e também das reações seguintes.

Marcelo Segurado e Leston Júnior em entrevista ao ge — Foto: Reprodução

Marcelo Segurado e Leston Júnior em entrevista ao ge — Foto: Reprodução

Ambos enfatizaram.

“O estopim para a nossa revolta pós-jogo foi a invasão no CT”, garante Segurado.

Crise no Santa Cruz: Danny Morais comenta o momento vivido pelo clube

Explica-se. Na sexta-feira, 48 horas antes da partida contra o Atlético de Alagoinhas, no Arruda, uma torcida ogranizada do Santa Cruz invadiu o Centro de Treinamento Ninho das Cobras, cobrando o elenco por uma reação na Série D – até ali, o time não havia vencido na competição e amargava a lanterna. Alguns homens estavam “armados”, de acordo com o dirigente. Depois, outras ameaças aconteceram não só com ele, mas aos atletas, garante.

– Nós tivemos em redes sociais ataques absurdos. Eu fui ameaçado de morte, o Ratinho (lateral-direito) foi ameaçado de morte, e ele só externou isso agora. Chega mensagem o tempo todo: eu sei onde você mora, eu sei onde você vai. O CT foi invadido, não tinha nenhum segurança e tinham alguns elementos que estavam armados. Foram lá e botaram o dedo. Isso sim causou uma revolta, foi o estopim – disse Segurado.

Mas o desligamento também causou certo incômodo. Pelo menos para Leston. O técnico soube que estava demitido pela imprensa e, depois, pela rede social do Santa Cruzque uma hora depois anunciou o retorno de Marcelo Martelotte ao comando da equipe. O clube, entretanto, só se comunicou oficialmente com Leston na segunda-feira, em reunião no Arruda para tratar do distrato.

A reportagem, então, questionou: da forma como a saída se deu, a direção tricolor não teria já acertado previamente com Martelotte? Leston responde.

“A gente está no futebol há muito tempo, sabe como funcionam as coisas. Dificilmente um clube demite um treinador sem já ter alguém engatilhado, porque a grande questão é que você passa a ficar muito refém do resultado”, destaca.

– Nós ficamos três jogos sem vencer e dentro da estrutura nossa no Brasileiro você passa a ficar fragilizado. Não vou dizer que me senti desrespeitado, porque eles deram um intervalo de 10 minutos entre a minha demissão e contratação de outro profissional. Mas eu acabo tendo um pouco de participação nisso, porque eu acabo fazendo parte de um meio que acha que tudo é normal.Não deveria ser, mas infelizmente ainda acontece – finalizou.

Veja outros pontos da entrevista, na íntegra

Condição de trabalho do clube

Leston: O clube vem se deteriorando. Eu estive em 2019, fui o primeiro treinador a dar treino no CT, e o gramado do CT era impecável. Em dezembro, novembro, o campo também estava em uma condição muito boa. Hoje, se você for ver, o campo está bem danificado, e estou dizendo uma parte importante do processo. Se a gente for no DM, o DM está obsoleto em muita coisa, em recondicionamento de atletas. E isso aí não é por incapacidade dos profissionais que estão lá. É por uma questão estrutural.

Alimentação

Leston: Alimentação não é questão de não ter, é uma questão que envolve um processo de desorganização: quando você tem profissionais com quatro, cinco meses de salário atrasado, natural que não se tenha organização melhor de um cardápio, por exemplo.

Motivos do desabafo

Segurado: A culpa não é só da gestão, mas o que fizeram antes do tempo. E faltou percepção de que aquilo poderia ser o estopim para uma grande arrancada porque o elenco se fechou. Então, o que chateia é que eles não entenderam qual era a mensagem daquilo, mostrando que havia uma unidade, um grupo. O presidente Antônio me ligou, ele colocou que o motivo foi exatamente esse, que ele não gostou da atitude. Infelizmente, ele não compreendeu. Não soube usar aquele momento de uma forma positiva.

Treinaria o Santa Cruz novamente?

Leston: Qual profissional do futebol brasileiro que vai em algum momento nem pensar em dirigir o Santa Cruz? Mas é a minha segunda passagem, em momentos diferentes, com problemas parecidos, e até para que eu não perca principalmente o carinho… Nas duas passagens aqui eu tive um carinho muito grande pela torcida. Uma outra passagem teria que ser em um momento completamente diferente do clube, porque não quero estragar uma relação de carinho recíproco.

Sobre a imagem do Santa Cruz

Leston: É difícil para o torcedor, em função da paixão. O Santa Cruz é um gigante pelo que conquistou, o que já viveu há anos atrás, mas ao longo dos anos esse clube se deteriorou. Não é culpa de A, de B, de C, é uma responsabilidade de uma série de fatores e de pessoas que passaram à frente do clube. E o torcedor tem aquela imagem do gigante Santa Cruz, mas hoje, clubes emergentes estão muito à frente de gigantes.

Dá para acreditar no acesso?

Segurado: Quando acabou o jogo e fechamos o jogo na nossa roda, aquele momento veio simplesmente para coroar e me dar uma certeza absoluta que seria a arrancada para o acesso. Não sei como vai ser de agora em diante. Nós conseguimos aquilo pela simbologia, para mostrar união, todos nós fomos ultrajados durante essa semana, ameaçados. Lutamos, viramos o jogo e aquilo, do que já estava sendo construído, se consolidou. Eu não sei se houve alguma fratura nessa relação que vai ser construída de amanhã em diante.

Manifestação dos atletas

Leston: Como aquilo aconteceu pós-jogo, está todo mundo ainda envolvido emocionalmente com o que aconteceu, então obviamente que algum tipo de reação seria normal ter por parte de todos, mas isso é muito individual.

Relato dos funcionários

Segurado: Isso mexe muito com o vestiário, de você ver o desespero de não ter, às vezes, alguma coisa para levar para casa. A gente trabalha com autoestima para cima, e quando você tem esses problemas, e infelizmente não é uma situação só do Santa Cruz, mas isso não pode ser uma justificativa, não pode ser uma coisa normatizada. O atraso acontece em função dessas condições e está aí o resultado.

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Com gols de substitutos, Sport vê solução para o ataque no banco em jogos da Série B

Além de gols de Luciano Juba, lateral que tem atuado como ponta, os gols de atacantes do Sport no Brasileiro têm saído após jogadores saírem do banco para resolver

Por Redação do ge — Recife

globo esporte

Decisivos! A solução do Sport no ataque tem vindo do banco de reservas

Começar a partida no banco de reservas não é – ou pelo menos não deveria ser – uma condição favorável para um jogador. Para os atacantes do Sport, contudo, a condição tem-se mostrado positiva. Tirando os marcados por Luciano Juba – lateral-esquerdo que vem atuando como ponta -, os três gols de atletas do setor, na Série B, foram marcados por atletas acionados no decorrer das partidas.

No total, o Leão marcou cinco gols no Brasileiro 2022 até o momento. O artilheiro rubro-negro na competição é o já citado Juba, titular absoluto, com dois. Empatados com um gol na lista estão os atacantes Ray Vanegas, Bill e Javier Parraguez.

Com exceção de Ray Vanegas, todos tiveram chance como titular na Série B. Contudo, balançaram as redes apenas quando começaram entre os reservas.

“Detalhe” que, inclusive, deu a Bill a condição de “amuleto” rubro-negro, uma vez que os dois gols marcados com a camisa do Leão até o momento saíram quando ele entrou no decorrer da partida. Gols importantes, diga-se. O primeiro empatou o jogo de ida da final da Copa do Nordeste, contra o Fortaleza, na Arena de Pernambuco. O segundo garantiu a vitória sobre o Ituano, na Série B.

A alcunha de amuleto também poderia servir para Vanegas por um dia. Na partida contra o Sampaio Corrêa, ele foi o responsável pela vitória por 1 a 0 ao marcar aos 42 minutos do segundo tempo, após substituir justamente Bill, aos 25 da mesma etapa.

Quanto a Parraguez, o gol marcado abriu as portas para o Leão vencer o Tombense por 2 a 0, na partida mais recente do time na Série B. Ele, que vinha sendo titular, começou na reserva por ter perdido os dois jogos anteriores, fazendo reforço muscular. A tendência é que retome a posição contra a Chapecoense, na próxima sexta.

Os gols do Sport na Série B

Sport 1 x 0 Sampaio Corrêa

  • Ray Vanegas marcou. Começou no banco e entrou no lugar de Bill.

Criciúma 1 x 1 Sport

  • Luciano Juba marcou.

Sport 1 x 0 Ituano

  • Bill marcou. Entrou no segundo tempo no lugar de Jáderson.

Sport 2 x 0 Tombense

  • Luciano Juba Javier Parraguez marcaram. Parraguez entrou no intervalo no lugar de Kayke.

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