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Quatro PMs são presos em operação do MP para combater milícia na BA; tenente-coronel foi afastado

Além dos militares, um homem também foi preso. Grupo é suspeito de homicídios, tráfico de drogas, organização criminosa, torturas e extorsão.

Por G1 BA

Policiais são presos e tenente-coronel é afastado após operação em Juazeiro, no norte

Quatro policiais militares foram presos em uma operação para desarticular uma milícia suspeita de cometer crimes de homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa, além de outros delitos típicos de atividade miliciana, como torturas e extorsão no sertão da Bahia.

Além dos militares, um homem também foi detido. A operação, denominada Alcateia, foi deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) nesta quinta-feira (29). Dos seis mandados de prisão temporária, apenas um ainda não foi cumprido, até a publicação desta reportagem.

Outros 14 mandados de busca e apreensões também foram cumpridos. As ações acontecem nas cidades de Paulo Afonso, Feira de Santana, Salvador, na Bahia, e em Petrolina, em Pernambuco. Os policiais foram presos em duas dessas cidades baianas, mas elas ainda não foram especificadas.

Um dos alvos da ação é um um tenente-coronel que atua em Paulo Afonso. A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) e o MP-BA ainda não detalharam se ele é um dos presos. Carros de luxo, armas e celulares foram apreendidos na operação.

Veículos foram apreendidos em operação que terminou com quatro PMs presos na Bahia, por envolvimento com milícias — Foto: Divulgação/SSP-BA

Veículos foram apreendidos em operação que terminou com quatro PMs presos na Bahia, por envolvimento com milícias — Foto: Divulgação/SSP-BA

Segundo informações do MP, a operação Alcateia é fruto investigações que apuram graves delitos praticados por um grupo criminoso composto, principalmente, por policiais militares lotados no 20º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Paulo Afonso), sob o comando do oficial de alta patente da corporação.

Com base nesses indícios, de acordo com o Ministério Público, a 1ª Vara Crime, Júri, e Execuções Penais da Comarca de Paulo Afonso aceitou o pedido de seis prisões temporárias, buscas e apreensões em casas dos investigados e batalhões da Polícia Militar.

Materiais foram apreendidos em operação que terminou com quatro PMs presos na Bahia, por envolvimento com milícias — Foto: Divulgação/SSP-BA

Materiais foram apreendidos em operação que terminou com quatro PMs presos na Bahia, por envolvimento com milícias — Foto: Divulgação/SSP-BA

Além disso, conforme o órgão público, foi acatado o pedido de afastamento cautelar das funções públicas do tenente-coronel pelo período de 180 dias, cumulada com proibição de acesso às dependências de todas as unidades da Polícia Militar, comunicação com outros membros da Corporação e de utilização dos serviços da Instituição Militar.

A Operação do Ministério Público conta com o apoio operacional do Gaeco do Ministério Público do Estado de Pernambuco, da Corregedoria Geral da SSP, da Corregedoria da Polícia Militar, da Polícia Civil (COE), do Batalhão de Choque da Polícia Militar, do DPT, bem com da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por meio da Superintendência Regional na Bahia.

Veja mais notícias do estado no G1 Bahia.

Operação do MP cumpre mandados de prisão temporária contra policiais suspeitos de praticar atividades de milícia na Bahia — Foto: Divulgação / PRF

Operação do MP cumpre mandados de prisão temporária contra policiais suspeitos de praticar atividades de milícia na Bahia — Foto: Divulgação / PRF

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Mortes de baleias e golfinhos nas praias de SC preocupam biólogos

Ao menos 53 cetáceos, alguns deles oceânicos, encalharam e morreram em pouco mais de 30 dias no Litoral catarinense. Nesta semana, baleia minke foi enterrada na praia após encalhar morta em Florianópolis.

Por Valéria Martins, G1 SC

As mortes de cetáceos têm preocupado especialistas que monitoram as praias no Litoral catarinense. Em pouco mais de um mês foram mais de 50 animais que encalharam e os tipo de animais que estão morrendo é que chama atenção das equipes. Muito deles são oceânicos e até raros na costa, como a cachalote e a baleia piloto, além das toninhas, um tipo de golfinho que corre risco de extinção.

Um dos encalhes mais recentes foi de uma baleia minke encontrada morta, em Florianópolis, na tarde de domingo (25). Ela foi enterrada na segunda-feira (26) após veterinários coletarem amostras para analisar a causa da morte. O resultado deve sair em 20 dias.

“As baleias minke também são oceânicas. É uma espécie que registramos mais frequentemente, mas somada aos outros registros mostra que tem algo diferente acontecendo”, diz o biólogo marinho e professor da Univali, André Barreto, que coordena o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PM-BS) em Santa Catarina e no Paraná.

Em 2019, foram 90 animais mortos entre setembro e outubro. Este ano, de 20 de setembro até agora foram ao menos 53. Apesar do número menor em comparação ao período do ano passado, mais animais oceânicos encalharam em 2020, segundo o professor da Univali.

“Infelizmente, esse número de mais de 50 cetáceos não é uma coisa incomum. A quantidade de animais está dentro da variação, um pouquinho acima dos últimos meses, mas nada que chama muito atenção. Os encalhes de animais oceânicos é que nos deixou intrigados, além dos frequentes encalhes e mortes de toninhas que têm preocupado”, disse.

Baleia-piloto que morreu em Laguna. Essa foi a primeira vez que a espécie foi registrada em cinco anos de projeto  — Foto: PMP/ BS Laguna/Divulgação

Baleia-piloto que morreu em Laguna. Essa foi a primeira vez que a espécie foi registrada em cinco anos de projeto — Foto: PMP/ BS Laguna/Divulgação

Entre as espécies raramente avistadas está o golfinho conhecido como baleia-piloto. Em cinco anos de projeto, ele nunca havia sido avistado no litoral entre Santa Catarina e São Paulo, conforme o coordenador. No entanto, em outubro, dois animais dessa espécie encalharam e morreram, um em Laguna, no Sul do estado, e outro em São Francisco do Sul.

Tentativa de salvar os animais

Segundo o biólogo, a maioria dos cetáceos encontrados encalhados estava mortos. Com a saúde já debilitada, os que foram localizados com vida acabaram morrendo depois, apesar do trabalho das equipes e do auxílio de pescadores e banhistas nas praias para tentar salvar os animais.

Cachalote transportada com escolta policial morre em Florianópolis

Um dele foi a cachalote pigmeu, protagonista de um transporte inédito no estado, sendo levada em um trailer pela BR-101 por quase 100 quilômetros para reabilitação. Mesmo com os cuidados, ela não resistiu e morreu há uma semana. A causa ainda é investigada.

“Chama atenção pelas raridades dessas espécies. A cachalote pigmeu tem pouquíssimos registros no Brasil, não é uma espécie comum, são raras e mais rara ainda na costa”, afirmou.

Maior preocupação é com as toninhas

No caso das toninhas, que correm risco de extinção, muitas vezes a causa da morte está ligada à pesca. O pesquisador não especificou quantos entre os mais de 50 animais encalhados eram toninhas, mas afirmou que é a maioria das mortes registradas.

Toninha foi encontrada morta neste domingo na Praia da Joaquina, em Florianópolis — Foto: Associação R3 Animal

Toninha foi encontrada morta neste domingo na Praia da Joaquina, em Florianópolis — Foto: Associação R3 Animal

“O que mais preocupa a gente é a questão das toninhas. É o golfinho que mais corre risco de extinção porque estão muitos próximos de onde tem ação humana. Mais de 50 % dos casos a gente encontra indícios de pesca, a toninha se enrola na rede”, diz o biólogo.

Há também casos de filhotes que se perdem da mãe. Em 11 de outubro, por exemplo, dois filhotes de toninhas foram encontradas mortas na praia da Joaquina em Florianópolis. A necropsia apontou que as mortes foram causadas por asfixia e afogamento, possivelmente após captura acidental.

Causa das mortes dos animais oceânicos

Espécie de golfinho é rara de ser encontrada encalhada, pois é oceânica e frequenta pouco a costa, segundo o Projeto de Monitoramento de Praias — Foto: PMP-BS/Univille

Espécie de golfinho é rara de ser encontrada encalhada, pois é oceânica e frequenta pouco a costa, segundo o Projeto de Monitoramento de Praias — Foto: PMP-BS/Univille

Segundo o biólogo marinho, amostras são colhidas para exames e análises estão sendo realizadas, porém, ainda não é possível apontar se existe algum fator que possa estar provocando esses encalhes dos animais mais raros na costa.

“Estamos explorando todas as possibilidades, tanto questões humanas, como tráfego de embarcações, pescas, como questão ambientais, mudanças de correntes, ventos. É muito difícil dizer que um evento especifico afetou determinada espécie, pode ocorrer de afetar, por exemplo, a espécie que ela se alimenta, mas não tem como confirmar”.

Duas toninhas e golfinho são encontrados mortos no litoral catarinense

Além dos cetáceos mais difíceis de serem vistos na costa catarinense, como a cachalote e baleia piloto, toninhas encalharam, e também uma baleia jubarte em São Francisco do Sul , no Norte do estado, já morta.

A baleia minke que encalhou também já sem vida em Florianópolis nesta semana chamou atenção de quem estava na faixa e areia. A língua da baleia macho e com aproximadamente seis metros estava inchada e algumas pessoas chegaram a pensar que havia algum apetrecho de pesca preso à boca do animal.

Segundo a equipe da R3 Animal, que integra o Projeto de Monitoramento, a minke foi vista na praia da Joaquina, mas acabou encalhando depois entre as praias do Campeche e do Morro das Pedras.

O resultado do exame microbiológico e causa da morte deve ficar pronto em 20 dias, ainda conforme a R3 Animal. A baleia minke foi enterrado na praia com auxílio de uma retroescavadeira da prefeitura. Essa espécie pode chegar a 11 metros e pesar até 14 toneladas.

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Hospital Federal de Bonsucesso terá todos os pacientes transferidos após incêndio

Informação é da assessoria de imprensa da unidade. Até a noite desta terça (27), foram transferidos do hospital 143 pacientes.

Por Nicolás Satriano, G1 Rio

Hospital Federal de Bonsucesso não possui certificação dos Bombeiros

A assessoria do Hospital Federal de Bonsucesso – atingido por um incêndio nesta terça-feira (27) – informou que todos os pacientes internados na unidade serão transferidos para outros hospitais por recomendação do Corpo de Bombeiros. Na noite desta terça, o Ministério da Saúde informou que subiu para três o número de mortos em consequência do incêndio.

Imagens da GloboNews mostraram o momento em que bebês estavam sendo retirados do prédio da UTI neonatal, com o auxílio de uma ambulância.

O complexo na Zona Norte do Rio de Janeiro tem seis prédios, mas apenas dois edifícios têm pacientes internados (veja mais abaixo o que funciona em cada prédio).

Bebês são transferidos de Hospital de Bonsucesso após incêndio no Rio

O fogo atingiu exatamente um dos edifícios em que havia internações. No total, 289 pacientes estavam hospitalizados na unidade federal. As duas mulheres que morreram estavam internadas em uma ala com 23 pacientes, todos diagnosticados com Covid-19.

Duas pacientes morrem após incêndio em hospital público no Rio de Janeiro

O que aconteceu no Hospital Federal de Bonsucesso?

Até a noite desta terça, a assessoria do hospital informou terem sido retirados do hospital 143 pacientes. Desse total, 20 pacientes foram transferidos para unidades estaduais e 24 para municipais. Alguns pacientes tiveram alta e outros foram para hospitais particulares. A unidade tinha 162 pessoas internadas no Prédio 1 e 127 no Prédio 2.

As duas pacientes mortas são duas mulheres, de 42 e 83 anos. Ambas se recuperavam de Covid-19. A primeira vítima, a mulher de 42 anos, morreu durante a transferência.

Alguns internados estavam no meio de tratamento quando tiveram de sair, outros estavam entubados.

Complexo tem seis alas

O Hospital Federal de Bonsucesso é composto por seis alas – duas delas tem internações.

  • Prédio 1 (onde começou o fogo): Emergência, internações e exames de imagem.
  • Prédio 2: Centro de atenção à mulher, à criança e ao adolescente
  • Prédio 3: Oncologia clínica e perícia médica e ambulatório
  • Prédio 4: Administração
  • Prédio 5: Laboratório, centro de estudos e residência médica
  • Prédio 6: Ambulatório

O Hospital Federal de Bonsucesso, às margens da Avenida Brasil, é a maior unidade de saúde do RJ em volume de atendimentos. Cerca de duas mil pessoas circulam pelas alas todos os dias, segundo a assessoria de imprensa do hospital.

O fogo começou no subsolo do Prédio 1 por volta das 9h45 e se alastrou pelo almoxarifado, onde fraldas eram guardadas. Nesse edifício ficam ainda enfermarias e salas de raio-X.

A brigada de incêndio do hospital chegou à enfermaria assim que as chamas começaram, dois andares abaixo, e providenciaram a remoção. Bombeiros de cinco quartéis – Fundão, Ilha do Governador, São Cristóvão, Penha e Central – foram mobilizados. Às 11h15, um helicóptero do Corpo de Bombeiros pousou na Avenida Brasil.

Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas foram controladas às 11h30, mas equipes seguiram trabalhando no rescaldo. Por volta das 12h50, ainda saía fumaça preta das instalações.

O incêndio provocou tensão, correria e choro entre pacientes — enquanto, do lado de fora, parentes estavam preocupados com a falta de informação sobre o estado de saúde de quem estava internado na unidade.

Relatório alertava sobre perigo

De acordo com o comandante-geral da corporação, Leandro Monteiro, o hospital não possui certificação do Corpo de Bombeiro.

Um relatório da Defensoria Pública da União (DPU) do ano passado alertava para problemas na estrutura de combate a incêndios na unidade. O relatório apontava hidrantes desativados, com mangueiras danificadas e sem qualificação para uso. O documento apontava também um alto risco de explosão e inoperância do sistema elétrico. O documento foi enviado para o Ministério da Saúde para eventuais providências.

Outro levantamento indica que gastos do Hospital de Bonsucesso caíram 40% nos últimos 10 anos, aponta levantamento.

Incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro — Foto: G1

Incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro — Foto: G1

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Polícia Civil e MP fazem operação contra desvio de dinheiro no programa Bolsa Moradia em Minas Gerais

Candidato à Prefeitura de Contagem, o vereador licenciado Ivayr Soalheiro está entre os investigados. De acordo com o Ministério Público, desvios chegam a mais de R$ 4 milhões.

Por Fernando Zuba e Ana Tereza Almeida, TV Globo e G1 Minas — Belo Horizonte

Agentes armados cercam Câmara Municipal de Contagem durante operação

O candidato à Prefeitura de Contagem, vereador licenciado Ivayr Soalheiro, está entre os investigados da operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) para combater desvio de recursos públicos no programa Bolsa Moradia da Prefeitura de Contagem. Nesta quarta-feira (28), foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária. De acordo com as investigações, os desvios chegam a mais de R$ 4 milhões.

A operação Aluga-se é realizada nas cidades de Contagem, Belo Horizonte, Oliveira, Baldim, Jaboticatubas, Lagoa Santa e Ribeirão das Neves. Entre os alvos, estão um ex-diretor do programa Bolsa Moradia, o vereador, um secretário de Contagem, além de agentes públicos e empresas.

Polícia Civil e MP fazem operação contra desvio de dinheiro no Bolsa Moradia em MG

A Controladoria-Geral da Prefeitura de Contagem já havia identificado, no final de julho, indícios de desvios de recursos do programa que é destinado a ajudar no pagamento do aluguel para aqueles que tiveram as casas afetadas por calamidades, risco de desmoronamento ou desapropriação por causa de obras públicas. Atualmente, o valor do auxílio é de R$ 700 por família.

Segundo as investigações, há indícios de que o então diretor do programa e outras duas pessoas desviavam os valores para familiares e pessoas próximas aos suspeitos, empresas que atuam no ramo de materiais de construção e para uma associação beneficente.

De acordo com a Polícia Civil, os envolvidos podem responder por associação criminosa, peculato, inserção de dados falsos em sistemas de informação e lavagem de dinheiro. As penas variam de dois a 12 anos.

Ivayr Soalheiro disse, em nota, que é vítima de perseguição política e que não tem nenhum envolvimento nas denúncias em apuração. “Confio na apuração dos órgãos de investigação para punir os verdadeiros culpados. Minha vida sempre foi pautada pela honestidade e transparência”.

Informou que assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Urbano no final de 2017 e que a secretaria-adjunta de Habitação foi incorporada a mesma, em maio de 2018, depois da reforma administrativa realizada pela Prefeitura.

Operação policial na Câmara Municipal de Contagem. — Foto: Flávia Cristini / TV Globo

Operação policial na Câmara Municipal de Contagem. — Foto: Flávia Cristini / TV Globo

Além dos mandados de busca e apreensão e de prisão, houve o afastamento dos cargos e funções públicas de quatro suspeitos.

Participam da operação 114 policiais civis (4 delegados e 110 investigadores), 14 policiais militares e 4 promotores de Justiça.

O que diz a prefeitura

A Prefeitura de Contagem, por meio da Controladoria Geral do Município, afirmou que a operação só foi possível em razão de a Controladoria Geral do Município ter detectado anteriormente os indícios de desvios de recursos do programa Bolsa Moradia com pagamento indevido do benefício pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação.

“Cabe ressaltar que a administração municipal colabora com os órgãos externos de investigação e tem total interesse na elucidação das acusações que pesam contra um ex-servidor municipal, exonerado em 5 de maio de 2020, que era o responsável pelo pagamento do “Bolsa Moradia”, e contra outras pessoas supostamente envolvidas”, disse a prefeitura, em nota.

Após instaurar procedimento interno, a Procuradoria-Geral do Município protocolou no Ministério Público, Órgão de Controle Externo, solicitação de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) para reposição do valor ao erário municipal. A Controladoria ainda solicitou instauração de procedimento administrativo pela Auditoria-Geral do Município para dar continuidade à investigação.

A Prefeitura reafirmou que está empenhada no esclarecimento dos fatos e à disposição de todos os órgãos públicos envolvidos na auditoria.

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Mecânico faz faixa com apelo a ladrão pedindo ‘humildemente’ que devolva bens furtados em BH

Roubo foi em setembro, mas Welton ainda permanece na esperança de ‘sensibilizar’ o suspeito.

Por Patrícia Fiúza, G1 Minas — Belo Horizonte

Faixa faz apelo ao ladrão para devolução dos bens roubados — Foto: Patrícia Fiúza/ G1

Faixa faz apelo ao ladrão para devolução dos bens roubados — Foto: Patrícia Fiúza/ G1

“Senhor ladrão, peço humildemente que devolva meu computador, minha máquina de solda e minhas baterias”.

O apelo, estampado numa faixa de pano na entrada de uma oficina mecânica, chama a atenção de quem passa pela esquina da rua Domingos Vieira com avenida Brasil, ponto movimentado no bairro Santa Efigênia, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

“Coloquei esta faixa para ver se o malandro se sensibiliza. Vai que um dia eu chego e meus produtos estão todos lá na porta, né?”, disse Welton Borges Rego ao G1.

Mecânico faz faixa com apelo a ladrão em BH

Welton, de 50 anos, é o proprietário da oficina. Em 35 anos trabalhando no mesmo ponto, esta foi a primeira vez que ele foi assaltado. O crime aconteceu há cerca de um mês, quando bandidos aproveitaram a madrugada para pular o muro e levar os equipamentos da oficina.

“Quando fui trabalhar no sábado de manhã, percebi que as coisas tinham sido modificadas. O portão não foi arrombado, mas as portas do escritório foram. Neste tempo todo que estou aqui, nunca passei por nada desta gravidade. Já lidei com ‘ladrões de galinha’. Como o lote é todo cercado, tem escola, casas, prédio, a gente nunca imaginou que alguém fosse se atrever a pular o portão e a roubar”, contou.

Mecânico de BH faz faixa com apelo para ladrão devolver bens roubados

O prejuízo estimado é de R$ 15 mil. Depois do assalto, Welton teve que gastar com serralheiro para incrementar a segurança das grades da oficina. Mas preferiu não colocar câmeras.

“É uma sensação de impotência, misturado com incapacidade, sei lá. E uma sensação que a gente, como ser humano, não está valendo muita coisa. As pessoas arrombam, invadem, é uma agressão”.

Welton faz parte de uma estatística que, segundo o governo do estado, vem caindo. De acordo com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, o número de ocorrências de furto de janeiro a setembro de 2020 é 22,5% menor do que no mesmo período de 2019. Neste ano, foram 159.564 registros, contra 206.089 no ano passado. Mesmo com a redução, são mais de 17 mil ocorrências por mês; 590 por dia.

Ainda sem conseguir o objetivo de sensibilizar o assaltante, Welton contou que já recebeu vários telefonemas. “Tem muita gente ligando. Muita gente que acha a faixa errada, que dá sugestão para tirar daqui, que pode acabar me causando um problema. Mas tem gente também que liga para elogiar”, disse.

Mecânico desabafa sobre roubo em oficina em BH

Welton também recebeu telefonema em que se sentiu ameaçado: “Num dia teve um telefonema dizendo que a melhor coisa a fazer era tirar a faixa. Se não for quem roubou, passou perto. Deve ser da rede de malandragem”, falou.

Nesta quarta-feira (28), Welton vai prestar depoimento na Polícia Civil. A corporação afirmou que a perícia esteve no local para fazer os primeiros levantamentos e que um inquérito foi instaurado para apurar autoria e circunstâncias do fato.

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Grávida é baleada durante operação na Maré que buscou suspeitos de matar menino de 12 anos

Segundo a polícia, agentes foram atacados ao consertar blindado que pifou. Vinte pessoas foram presas durante a operação.

Por Guilherme dos Santos e Leslie Leitão, TV Globo

Grávida é baleada na barriga durante operação no Complexo da Maré

Maiara Oliveira da Silva, de 20 anos, grávida de cinco meses, foi baleada durante troca de tiros no Complexo da Maré, Zona Norte, nesta terça-feira (27). Ela ficou ferida no fim de uma operação da Polícia Civil na região, com o objetivo de localizar cerca de 100 foragidos da Justiça. Segundo a corporação, durante a ação, foram presos membros da mesma organização suspeita de matar o menino Leônidas Augusto da Silva de Oliveira, de 12 anos, entre outros.

Ainda de acordo com a Civil, o tiroteio começou quando agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), se preparavam pra deixar a Maré e tiveram uma pane no veículo blindado. “Os agentes, últimos a deixar a operação, foram emboscados por traficantes e atacados com rajadas de tiros. Após o final do confronto, próximo aos policiais, havia uma moradora ferida pelos disparos dos criminosos”, disse a Polícia Civil.

Ainda segundo a corporação, a mulher foi socorrida pelos policiais, que fizeram o primeiro atendimento, e foi conduzida para Hospital Evandro Freire, na Ilha do Governador.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, Maiara deu entrada na emergência do Hospital Municipal Evandro Freire e, por volta das 17h30, ainda estava passando por uma cirurgia. “Seu quadro é estável e, após o procedimento, será solicitada avaliação obstétrica”.

A Operação Goda D’Água, da Polícia Civil do RJ, tinha como alvos integrantes foragidos do Comando Vermelho — a maior facção do tráfico do estado.

Com 5 blindados e 300 homens, polícia faz operação na Maré, no Rio

Os policiais informaram que 21 pessoas foram presas durante a operação. Três fuzis; uma pistola; granadas; silenciadores; grande quantidade de drogas e material para embalar também foram encontrados. Segundo a corporação, 50 carros, 19 motos e um caminhão também foram apreendidos.

Além disso, os agentes descobriram um depósito clandestino com 30 toneladas de produtos falsificados, como brinquedos, avaliados em R$ 20 milhões; e 200 mil mochilas falsificadas.

Uma força-tarefa de cinco delegacias mapeou que mais de 100 procurados estão escondidos nas favelas da região, como o Parque União e a Nova Holanda.

Operação policial busca quadrilha de assaltantes no Complexo da Maré

A operação começou por volta das 5h — a fim de evitar confrontos com o horário de saída de pico dos trabalhadores que moram na região — e mobilizou 300 agentes, cinco blindados e um helicóptero.

Parte da Avenida Brasil, na pista lateral sentido Zona Oeste, foi interditada para que carros da polícia estacionassem.

Carros da polícia estacionados na Avenida Brasil para operação na Maré — Foto: Reprodução/TV Globo

Carros da polícia estacionados na Avenida Brasil para operação na Maré — Foto: Reprodução/TV Globo

Chefes do tráfico na mira

Entre os alvos nesta terça estavam os homens apontados pela morte do menino Leônidas Augusto da Silva de Oliveira, de 12 anos.

No dia 9 de outubro, bandidos roubaram um carro na Avenida Brasil. Um policial rodoviário federal viu o assalto e foi pedir ajuda a uma viatura da PM estacionada ao lado de um mercado. Houve tiroteio, e Leônidas acabou atingido na cabeça.

Lideranças da facção

A operação desta terça-feira (27) também tentava prender lideranças do Comando Vermelho na Maré:

  • Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, chefe do Parque União, é procurado desde 2006 e tem oito mandados de prisão;
  • Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy, chefe da Nova Holanda, com nove mandados de prisão. Segundo as investigações, Motoboy fica com 50% do valor de grandes assaltos.

A força-tarefa tentava localizar ainda os homens que assaltaram, em junho, um depósito do Grupo Pão de Açúcar em Duque de Caxias. Dois vigilantes foram mortos no ataque.

Blindados deixam a Cidade da Polícia — Foto: Reprodução/TV Globo

Blindados deixam a Cidade da Polícia — Foto: Reprodução/TV Globo

Um relatório de inteligência feito pela 21ª DP (Bonsucesso) identificou 143 veículos roubados que, nos últimos meses, foram levados para a Maré.

Esses carros eram usados em assaltos a prédios na Zona Sul.

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PF faz busca contra suspeito de usar nomes de Neymar e Luciano Hang para receber auxílio emergencial no Ceará

Polícia afirma que investigado também tentou aplicar golpe semelhante utilizando o nome do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Por G1 CE

Agentes apreenderam documentos e mídias na residência do suspeito de aplicar golpes contra a Caixa Econômica Federal. — Foto: Polícia Federal/ Divulgação

Agentes apreenderam documentos e mídias na residência do suspeito de aplicar golpes contra a Caixa Econômica Federal. — Foto: Polícia Federal/ Divulgação

A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta terça-feira (27), um mandado de busca e apreensão em Fortaleza contra um suspeito de aplicar golpes para receber o auxílio emergencial do governo federal utilizando dados de figuras públicas como o jogador Neymar, o empresário Luciano Hang e o ministro da Economia, Paulo Guedes. O investigado abriu contas fraudulentas na Caixa Econômica Federal para obter o benefício de R$ 600. Nenhum dos citados tem envolvimento com os crimes.

No endereço do suspeito, foram aprendidos documentos e mídias que serão submetidos à perícia. Em uma das ações, de acordo com as investigações, o homem abriu duas contas usando os dados de Neymar, sendo uma delas com o objetivo de receber o auxílio.

Segundo a PF, também foi identificada aprovação do benefício em nome de Luciano Hang, cujo valor foi transferido para a conta fraudulenta aberta com as informações de Neymar, nos meses de abril e maio deste ano.

A investigação apurou que o homem tentou ainda aplicar golpe semelhante utilizando o nome do ministro da Economia, Paulo Guedes, e conseguiu cadastrar diversas pessoas para o recebimento de parcelas sacadas por ele.

Caso as denúncias sejam comprovadas, o investigado e quaisquer outros envolvidos nas fraudes contatadas na investigação responderão pelos crimes de estelionato majorado, falsificação de documento público, uso de documento falso e organização criminosa.

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Santuário inicia projeto de restauração para aniversário de 90 anos do Cristo Redentor

Equipe responsável pelo projeto contará com alpinistas, escultores, geólogos e especialistas.

Por G1 Rio

O Santuário Cristo Redentor deu início nesta terça-feira (27) ao projeto de restauração “Cristo 90 anos”, que irá preparar o monumento para o aniversário de nove décadas comemorado no dia 12 de outubro de 2021.

O objetivo é identificar os agentes que botam em risco a integridade do monumento e elaborar projetos para o tratamento preventivo. Após estudos e levantamentos, foi preparado um plano de ações de conservação.

As atividades terão como foco evitar a perda da materialidade e da forma original da escultura, além de prevenir acidentes com pessoas. A primeira etapa consiste na realização de análises e a construção de um andaime multidirecional com escada modular, para acessar o interior da escultura.

O trabalho realizado irá contar com uma equipe multidisciplinar formada por 40 profissionais, entre eles alpinistas, escultores, técnicos de escaneamento 3D, geólogos e outros especialistas.

Eram esperados na cerimônia de inauguração do projeto nesta terça-feira (27), o reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar; do professor e engenheiro Luis Miranda; do geólogo César Mendonça Ferreira; e da arquiteta Cristina Ventura.

Parceria com universidades e uso de drone

A equipe que irá elaborar o plano de atividades seguirá um trabalho em parceria com instituições de ensino e pesquisa como as universidades federais de Juiz de Fora, Ouro Preto e Rio de Janeiro.

Entre as tecnologias utilizadas para fazer registro do monumento, será realizada fotogrametria aérea e terrestre. Na atividade, milhares de fotos são tiradas por drones equipados com câmeras de alta resolução.

Todas as exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (NBR) serão seguidas.

Cristo Redentor em números

  • 38 metros de altura (30 do monumento + 8 do pedestal)
  • Altura equivalente a um prédio de 13 andares
  • Localizado a 710 metros acima do nível do mar
  • Primeira visitar ao cume do Corcovado se deu em 1824, liderada por Dom Pedro II
  • Inauguração em 12 de outubro 1931

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Jornalista é sequestrado de dentro da própria casa em Boa Vista

Romano dos Anjos jantava com a esposa quando três homens armados e encapuzados invadiram o imóvel. Carro do jornalista foi encontrado carbonizado.

Por Valéria Oliveira e Polyana Girardi, G1 RR* — Boa Vista

Jornalista Romano dos Anjos — Foto: Rede Social/reprodução

Jornalista Romano dos Anjos — Foto: Rede Social/reprodução

O jornalista Romano dos Anjos, de 40 anos, foi sequestrado na noite desta segunda-feira (26), do bairro Aeroporto, zona Norte de Boa Vista. Segundo a Polícia Militar, ele estava em casa, jantando com a esposa, quando três homens armados e encapuzados entraram no imóvel.

Inicialmente, ainda segundo a PM, os bandidos procuraram por dinheiro. Depois, eles deixaram a esposa do jornalista amarrada dentro da casa e levaram Romano no próprio carro. O crime foi por volta de 20h40.

O veículo do jornalista foi encontrado minutos depois queimando na BR-174, antes da ponte do Rio Cauamé, sentido Norte.

Ainda não se tem informações sobre o paradeiro do jornalista. A Polícia Militar faz buscas para encontrá-lo. Romano dos Anjos é apresentador da TV Imperial, afiliada à Rede Record em Roraima.

“A Secretaria de Segurança Pública, a Polícia Militar e a Policia Civil de Roraima informam que estão mobilizadas para esclarecer o sequestro do Jornalista Romano dos Anjos”, informou a assessoria da Polícia Civil.

Por telefone, a diretora de jornalismo da Imperial, Leiliane Matos, disse ao G1 que os criminosos levaram os celulares da esposa e de Romano.

“Eles estavam jantando dentro do quarto quando ouviram os latidos dos cachorros. O Romano abriu a porta para verificar o que era e eles já estavam dentro da casa. A esposa disse os suspeitos os ameaçaram o tempo todo e mandou que ficassem de cabeça baixa”, contou Matos, com base no relato da esposa do jornalista.

A Sesp informou que o serviço de inteligência foi acionado e “o efetivo de serviço do Policiamento da Capital está patrulhando as possíveis rotas de fuga e conta com reforço de militares voluntários.”


Qualquer informação que possa ajudar nas buscas podem ser informadas pelo 190. A identidade é mantida em sigilo.

Carro carbonizado do Jornalista Romano dos Anjos — Foto: Laudinei Sampaio/ Rede Amazônica

Carro carbonizado do Jornalista Romano dos Anjos — Foto: Laudinei Sampaio/ Rede Amazônica

*Colaboraram Vanessa Fernandes, do G1 RR, e Laudinei Sampaio, da Rede Amazônica

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Pacientes são retirados às pressas após incidente em caldeira no Hospital Regional de Taubaté

Ocorrência mobilizou Corpo de Bombeiros na manhã desta terça-feira (27). Pacientes e funcionários perceberam fumaça que, na verdade, era vapor d’água de vazamento em caldeira.

Por G1 Vale do Paraíba e Região

Incidente em caldeira assusta pacientes e mobiliza bombeiros no Hospital Regional de Taubaté — Foto: Arquivo Pessoal

Incidente em caldeira assusta pacientes e mobiliza bombeiros no Hospital Regional de Taubaté — Foto: Arquivo Pessoal

Um incidente em uma caldeira no Hospital Regional de Taubaté assustou pacientes e mobilizou o Corpo de Bombeiros na manhã desta terça-feira (27). Pacientes foram retirados às pressas dos quartos e levados para uma área externa do prédio.

A ocorrência aconteceu por volta das 5h30 após pacientes e funcionários perceberem uma fumaça no 7°andar do hospital. Sem saber a origem do problema, os funcionários fizeram a retirada dos pacientes do andar e acionaram o Corpo de Bombeiros.

No local, os bombeiros constataram que não havia fogo, apenas um incidente em uma caldeira.

“Entrou ligação para gente como solicitação de incêndio no Hospital Regional. O pessoal visualizava bastante fumaça que, na verdade, quando as equipes chegaram ao local verificaram que era vapor d’água”, disse o Tenente Diego Franco, do Corpo de Bombeiros.

Um problema na caldeira fez com que houvesse um vazamento do vapor pelo bico de um chuveiro, o que confundiu as pessoas.

O Corpo de Bombeiros não soube informar quantos pacientes foram retirados dos quartos durante a evacuação do 7°andar. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. Por volta das 8h, os pacientes já haviam sido levados de volta para os quartos.

G1 acionou a Secretaria de Saúde do Estado e aguarda posicionamento.

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