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Ana Maria Braga chora ao falar de Tom Veiga, intérprete do Louro José, no ‘Mais Você’: ‘A gente era confidente’

Emocionada, Ana Maria conduziu homenagens a Tom ao vivo com André Marques, Luciano Huck e equipe. A causa da morte foi um AVC, provocado por aneurisma.

Por G1

Ana Maria Braga se emociona ao homenagear Tom Veiga

Ana Maria Braga apresentou o “Mais Você” desta segunda-feira (2) muito emocionada (veja vídeo acima). O programa foi em homenagem a Tom Veiga, intérprete do Louro José, que morreu após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico, provocado por um aneurisma.

“Hoje eu não estou perdendo só o Tom, eu estou perdendo ‘o’ Tom, um grande amigo, né? Um menino que a gente nunca discutiu, nunca brigou. E com ele foi junto o meu filho, que eu sempre considerei assim o Louro e o Tom”, disse a apresentadora.

Tom Veiga foi encontrado morto em sua casa neste domingo (1). O ator tinha 47 anos.

“Eu fiquei pensando como eu ia conseguir chegar aqui e falar bom dia para vocês, porque dói muito. Assim como uma mãe perde um filho, um companheiro, porque filho da gente é um companheiro que você viu nascer e ele era isso”, continuou Ana Maria.

“Por mais que minha produção e a direção da casa estivessem preocupadas comigo hoje, aqui, eu não poderia deixar de estar aqui, moída por dentro, e deixar todos os que amam o Louro sem essa última homenagem”.

‘Todos adoravam o Tom’

Ana Maria falou sobre como o companheiro de trabalho era querido pela equipe e por convidados que participaram ao programa. “Todos adoravam o Tom”, afirmou.

Para a homenagem ao vivo, a equipe do “Mais Você” separou imagens dos bastidores de Tom com Ana Maria. A equipe também mandou vídeos comentando o convívio com o ator nos bastidores.

A apresentadora disse que, em 21 anos de trabalho juntos, eles nunca se desentenderam. “A gente era confidente um do outro, contava coisas que a gente não contava com ninguém”, contou.

Apesar de chorar, Ana Maria disse que o intuito não era transformar o programa em um momento triste e que o choro era de alegria por ter conhecido e convivido com Tom.

Tom se dividia entre Rio de Janeiro e de São Paulo para gravar o programa, depois que o “Mais Você” voltou a ser feito na capital paulista em outubro.

A apresentadora lembrou do último programa que fizeram juntos na sexta (30), e disse que ele deveria estar com ela em São Paulo nesta segunda (2).

Homenagem nas redes sociais

No domingo, ao lamentar em uma rede social a morte de Tom, a apresentadora mostrou fotos dos dois juntos.

“Perdi meu parceiro de todo dia, meu amigo, meu filho. O Tom era um menino de sorriso solto, sempre alegre, com um humor único e talentoso demais. A fragilidade da vida nos pegou mais uma vez de surpresa e me deixou completamente sem chão. O momento agora é de oração”, escreveu Ana Maria.

Juliana Paes, André Marques, Angélica, Ana Furtado e outros famosos também publicaram mensagens de apoio e gratidão.

Trajetória no ‘Mais Você’

Tom trabalhou no “Mais Você” desde a estreia do programa, em 1999. Responsável pela voz e pela manipulação do Louro José desde que o personagem foi criado, em 1996, ficou conhecido pelas tiradas de humor.

“O Louro José é encrenqueiro, rabugento, chavequeiro, galanteador, mas é muito divertido, inteligente. Às vezes, quando eu revejo um programa, eu me pego dando risada. Eu dou risada com o Louro. O legal na personalidade dele é que cresceu, mas continua uma grande criança”, disse Veiga em depoimento ao site Memória Globo.

O papagaio Louro José foi idealizado por Ana Maria Braga em 1996, informa o Memória Globo. Na época, ela apresentava o programa “Note e Anote”, na Record, que entrava no ar após a programação infantil. Por esse motivo, ela teve a ideia de fazer um personagem que chamasse a atenção das crianças.

Diversas pessoas foram testadas para manipular o papagaio, que mistura elementos de fantoche com controle remoto – mas quem ficou com o papel desde o começo foi Tom Veiga.

Em março de 2017, Ana Maria fez uma homenagem ao personagem no aniversário dele:

“Meu papagaio mais amado, meu filho. Obrigada pela companhia, parceria, lealdade. A gente nunca discutiu, nunca brigou, a gente nunca ficou sem se falar por nenhuma razão. É uma das relações mais fantásticas da minha vida. Ele é irmão do meu papagaio que está lá na fazenda, que também é Louro José. É meu filho de penas”.

Ana Maria Braga e Tom Veiga — Foto: Reprodução/Instagram/Tom Veiga

Ana Maria Braga e Tom Veiga — Foto: Reprodução/Instagram/Tom Veiga

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Motorista de ônibus assaltado no Rio diz que bandido atirou após passageiro reclamar que ‘estavam roubando trabalhadores’

Ladrão disparou três vezes e feriu duas pessoas — um segurança estava em estado gravíssimo.

Por Danilo Vieira, Bom Dia Rio

É gravíssimo o estado de saúde do passageiro baleado em assalto a ônibus

O motorista do ônibus da linha 864 (Bangu-Campo Grande) assaltado neste domingo (1º) afirmou à polícia que um dos bandidos atirou após um passageiro se levantar e reclamar que o bando “estava roubando trabalhadores”.

Segundo o condutor, o ladrão fez três disparos, que pegaram em dois passageiros. Raphaela Cardoso da Silva, com ferimento de raspão no rosto, já teve alta; Reginaldo Teixeira dos Santos foi atingido no peito e estava em estado gravíssimo.

Reginaldo é segurança e voltava do trabalho, segundo o irmão, Roberto. “Ele não reagiu, ficou tranquilo, segundo informações de quem estava no ônibus”, disse Roberto.

“Fizeram essa covardia com meu irmão, é a violência no Rio de Janeiro”, emendou.

Passageiros contaram que os bandidos embarcaram no ônibus por volta das 7h30 e exigiram carteira e celulares.

O caso está sendo investigado pela 35ª DP (Campo Grande). A polícia vai analisar as imagens das câmeras de segurança do ônibus para tentar identificar os assaltantes.

Segundo motoristas, a 864 é a linha mais assaltada da região.

“É difícil, não tem como reagir”, disse Nilton de Almeida, que já presenciou dois roubos.

Vagner Pontes afirmou que os assaltos são semanais. “Você fica vulnerável, com medo de balear a gente”, disse.

Vítima de assalto é levada para o Hospital Rocha Faria — Foto: Reprodução

Vítima de assalto é levada para o Hospital Rocha Faria — Foto: Reprodução

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Incêndio atinge galpão de empresa na Zona Leste de São Paulo

Bombeiros foram ao local para apagar as chamas que destruíram parte da estrutura do imóvel na manhã desta segunda-feira (2). O teto do prédio desabou por causa do fogo. Não há registro de vítimas.

Por Bom Dia SP e G1 SP — São Paulo

Incêndio atinge galpão na Zona Leste de São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Incêndio atinge galpão na Zona Leste de São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Um incêndio atingia um galpão de uma empresa, na manhã desta segunda-feira (2), na Vila Matilde, na Zona Leste de São Paulo. O fogo começou por volta das 5h e até as 8h os bombeiros ainda combatiam as chamas. Apesar disso, o incêndio estava controlado.

O fogo destruiu parte da estrutura do imóvel. O teto do prédio desabou por causa das chamas. Até a publicação desta matéria não havia registro de vítimas.

O galpão fica na Rua Eugênio de Carvalho. Dentro do local havia um escritório e material com borracha, que é inflamável. As causas do incêndio ainda são desconhecidas.

Incêndio atinge galpão na Vila Matilde

Dezoito carros do Corpo dos Bombeiros foram até o lugar para controlar e tentar apagar as chamas. As equipes estão atuando em quatro frentes para tentar controlar o incêndio: Estão usando uma escada magirus com mangueira com água sobre o teto que desabou e também nas ruas no entorno do galpão.

Pessoas que moram em imóveis vizinhos ao galpão foram retirados de suas residências por questões de segurança e estão aguardando as equipes apagarem o fogo para poder voltar às suas casas.

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Temporal arrasta carros e alaga casas em Itabuna; chuva causou estragos em outras cidades da Bahia

Além de Itabuna, chuva também causou alagamentos em Ilhéus, Ibicaraí, Juazeiro e Vitória da Conquista.

Por TV Bahia

Chuva forte causa estragos e deixa famílias desabrigadas em Itabuna, no sul do estado

Carros foram arrastados pela força da água da chuva que atingiu Itabuna, no sul da Bahia, entre o início da noite de domingo (1º) e manhã desta segunda-feira (2). A chuva forte também foi registrada em outras cidades do estado como Ilhéus, Ibicaraí, Juazeiro e Vitória da Conquista.

Em Ibicaraí, também no sul da Bahia, ruas ficaram alagadas por causa da chuva. Já em Itabuna, por causa do temporal, muita lama estava espalhada pelo bairro de Fátima, após a rua também ficar alagada. No local, os dois carros que foram arrastados pela chuva ainda estavam no meio da via de passagem de veículos. Em alguns pontos da cidade houve queda de energia.

Temporal arrastou carros em Itabuna, no sul da Bahia — Foto: Reprodução/TV Bahia

Temporal arrastou carros em Itabuna, no sul da Bahia — Foto: Reprodução/TV Bahia

No bairro São Roque, ainda em Itabuna, um canal transbordou e invadiu casas. Os moradores precisaram tirar os móveis de dentro das residências, que ficaram completamente sujas de lama.

O muro de uma casa caiu com a força da água. Há informações que algumas pessoas ficaram desalojadas, mas não há detalhes de quantas pessoas tiveram que deixar suas casas. Não há registro de feridos ou desaparecidos. Uma árvore de grande porte também caiu na cidade . Ninguém foi atingido.

Rua do bairro de Fátima, em Itabuna cheio de lama nesta segunda (2) — Foto: Reprodução/TV Bahia

Rua do bairro de Fátima, em Itabuna cheio de lama nesta segunda (2) — Foto: Reprodução/TV Bahia

De acordo com a Defesa Civil de Itabuna, a média de chuva esperada para todo o final de semana era de 50 mm. Entretanto, somente na noite de domingo foram 84 mm de chuva. Conforme dados atualizados do Climatempo, nas últimas 24 horas na cidade, choveu 98 mm, quantidade de chuva para o mês inteiro.

Na manhã desta segunda, a chuva diminuiu, mas o mau tempo continua na cidade. De acordo com o Climatempo, a temperatura no município varia entre 20ºC e 25ºC.

Outras cidades

A segunda-feira também amanheceu chuvosa em Vitória da Conquista. Na cidade do sudoeste baiano, a temperatura fica entre 16ºC e 21ºC.

No sábado (31), ruas ficaram alagadas e um motociclista ficou preso em uma enxurrada no cruzamento da Avenida São Geraldo com a rua Siqueira Campos, na região do bairro do Recreio. A moto foi levada e o motociclista foi arrastado, mas ele conseguiu sair da água e passa bem. A moto também foi recuperada.

Em Juazeiro, no norte da Bahia, a chuva forte também foi registrada nesta segunda. Diversas ruas do município amanheceram com pontos de alagamentos, após chuva forte ao longo da madrugada, como foi o caso de uma das ruas do bairro Muçambê.

Além disso, a água demorou para escoar pois havia muita sujeira e lixos nas bocas de lobo. Segundo o Climatempo, a chuva também continua em Juazeiro nesta segunda e a temperatura varia entre 22º e 28ºC. A chuva pode vir acompanhada de raios e trovões.

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Maestro João Carlos Martins cai de escada antes de concerto, mas toca mesmo com dedo imobilizado

Ele luxou polegar direito e precisou ser socorrido antes de subir ao palco do Theatro Pedro II, no sábado (31), em Ribeirão Preto. ‘Um incidente a mais ou a menos jamais vai me impedir de entrar no palco’, disse.

Por G1 Ribeirão Preto e Franca

Maestro João Carlos Martins cai de escada, mas toca mesmo com dedo imobilizado

O maestro João Carlos Martins sofreu uma luxação e teve o polegar direito imobilizado após cair de uma escada momentos antes de uma apresentação no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto (SP), na noite do sábado (31).

Ele foi atendido por socorristas da casa de espetáculos e subiu ao palco para se apresentar ao piano e participar do concerto com a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (OSRP). O maestro já está em casa em São Paulo, após passar por exames médicos, e deve permanecer com a imobilização por cerca de uma semana.

“Depois de 24 operações nas mãos, atualmente com luvas biônicas, um incidente a mais ou a menos jamais vai me impedir de entrar no palco”, disse, em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo.

O maestro João Carlos Martins mostra o dedo imobilizado após queda no Theatro Pedro II, em Ribeirão Pretio — Foto: Reprodução/EPTV

O maestro João Carlos Martins mostra o dedo imobilizado após queda no Theatro Pedro II, em Ribeirão Pretio — Foto: Reprodução/EPTV

João Carlos Martins e Orquestra Sinfônica apresentam clássicos de Beethoven

Aclamado mundialmente como um dos maiores intérpretes do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685 – 1750), João Carlos Martins, de 80 anos, atuou como pianista até 2003, quando passou a se dedicar à regência depois do comprometimento da mão esquerda devido a uma doença. Antes disso, já tinha tido os movimentos da mão direita prejudicados por danos neurológicos associados a uma agressão sofrida em um assalto na Bulgária, em 1995.

Ele foi submetido a 24 cirurgias, mas só conseguia tocar com os dois polegares e chegou a anunciar a despedida dos pianos em 2019. No entanto, em janeiro deste ano, voltou a tocar o instrumento em apresentações, e a movimentar todos os dedos, graças ao uso de luvas biônicas desenvolvidas por um designer industrial de Sumaré (SP).

Martins esteve em Ribeirão Preto no sábado (31) para participar de um concerto transmitido pela internet com a OSRP sob a regência de Roberto Minczuk, em comemoração aos 250 anos do compositor alemão Ludwig van Beethoven.

Momentos antes da apresentação, Martins relata que descia uma das escadas próximas ao palco quando caiu e machucou a mão direita. “Realmente foi uma queda violenta descendo a escada. Os bombeiros do Pedro II me atenderam excepcionalmente bem”, diz.

O maestro conta que a equipe isolou e imobilizou o dedo, e que ele subiu ao palco para tocar o “Concerto do Imperador”. Execução que, segundo Martins, pode ter sido a mais dolorosa da carreira.

“Cada nota que eu toquei era como uma faca entrando no meu braço e mesmo assim, com o dedo imobilizado, eu fiz questão de honrar o [Theatro] Pedro II”, conta.

Ainda assim, ele garante que ficou satisfeito com o resultado. “Hoje eu sou maestro, não sou mais pianista, mas posso garantir pra você que o som saiu bonitinho e o concerto de Beethoven foi interpretado como eu gostaria de interpretar sob a regência desse fantástico Roberto Minczuk e essa orquestra maravilhosa de Ribeirão Preto.”

De volta a São Paulo, João Carlos Martins conta que já passou por radiografia e que o dedo está inchado. “Vou ficar mais ou menos uma semana com o dedo imobilizado e depois eu volto”, diz.

Maestro João Carlos Martins toca com dedo imobilizado durante concerto em Ribeirão Preto (SP) — Foto: YouTube / ACidade ON

Maestro João Carlos Martins toca com dedo imobilizado durante concerto em Ribeirão Preto (SP) — Foto: YouTube / ACidade ON

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Polícia usa spray de pimenta para dispersar aglomeração em Canoa Quebrada, no Ceará

Praia é uma das mais procuradas por turistas no Ceará. Polícia informou que não houve feridos e que ninguém foi conduzido à delegacia municipal.

Por G1 CE

Canoa Quebrada tem reunido aglomerações com frequência, e policiais usaram spray de pimenta para dispersar multidão — Foto: Arquivo pessoal

Canoa Quebrada tem reunido aglomerações com frequência, e policiais usaram spray de pimenta para dispersar multidão — Foto: Arquivo pessoal

A praia de Canoa Quebrada, em Aracati, no litoral leste do Ceará, voltou a ser local de aglomerações neste fim de semana. Na madrugada de domingo (1º), um grupo foi dispersado após uso de spray de pimenta pela Polícia Militar na Rua Broadway, a mais famosa do destino turístico.

A praia, que é uma das mais procuradas por turistas que visitam o Ceará, recebe aglomerações com frequência desde 1º de setembro, quando a região foi reaberta para a visitação de turistas.

Conforme decreto municipal, atividades comerciais estão liberadas nas praias e locais turísticos até 23h. Alimentação fora do lar, até 0h. No entanto, bares continuam fechados por decreto estadual. Também foi prorrogada a proibição de eventos festivos em ambientes fechados no Estado.

Neste domingo, no entanto, as aglomerações se formaram em locais proibidos mesmo após o horário permitido.

A Polícia Militar informou que equipes foram acionadas pela Guarda Municipal da cidade para dispersar uma multidão na praia. Após a primeira ação, segundo os agentes que atenderam à ocorrência, algumas pessoas voltaram a formar multidão em uma praça, descumprindo a ordem.

“Diante do ato de desobediência, os PMs que atenderam à ocorrência utilizaram um nstrumento de menor potencial ofensivo a fim de acabar com a aglomeração. Não houve feridos na ação e ninguém foi conduzido para a Delegacia do município”, afirmou o órgão, em nota.

Fiscalização

A Prefeitura de Aracati informou que, durante este final de semana, várias ações estão sendo realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde na mobilização e conscientização dos turistas e munícipes em Canoa Quebrada.

Pousadas e hotéis são visitados para observar se medidas e recomendações de proteção individual e coletivas são cumpridas, em parceria com a Vigilância Sanitária do Estado. Neste domingo, também deve ocorrer a sanitização da Rua Broadway.

“De modo geral, os restaurantes e pousadas estão cumprindo as determinações dos decretos municipal e estadual, no entanto, parcela de turistas acaba por provocar aglomerações em alguns momentos durante a noite”, ressalta a gestão.

A taxa de ocupação hoteleira de Canoa Quebrada, entre o dia 30 de outubro e 2 de novembro, está em 93%, segundo levantamento da Secretaria de Turismo do Ceará (Setur). É a terceira maior do Estado, atrás apenas da Vila de Jericoacoara e Flecheiras/Mundaú, que têm a rede 100% ocupada.

Contaminação

De acordo com o boletim coronavírus da Prefeitura do Aracati, a cidade já confirmou 2.086 casos de Covid-19 e 54 óbitos pela doença. Além disso, 2.020 pessoas foram consideradas curadas. Segundo a Secretaria da Saúde, Aracati tem incidência de 2.558,1 casos a cada 100 mil habitantes.

O mais recente boletim da Secretaria da Saúde mostra um aumento de 8,3% no número de novos casos na Área Descentralizada de Saúde de Aracati, que inclui ainda Fortim, Itaiçaba e Icapuí. Entre 4 e 10 de outubro, foram 12 novos casos. Já entre 11 e 17, foram 13. Não houve registro de óbitos nos dois períodos.

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Fenômeno raro, ‘Lua Azul’ é registrada por observatório no RS

Segunda lua cheia em um único mês, evento cósmico acontece a cada 2,5 anos. Apesar do nome, a lua não fica necessariamente da cor azul, mas névoa deixou o registro azulado.

Por G1 RS

Lua Azul foi registrada pelas câmeras do Observatório Espacial Heller & Jung, com sede na Região Metropolitana de Porto Alegre — Foto: Divulgação/Observatório Heller & Jung

Lua Azul foi registrada pelas câmeras do Observatório Espacial Heller & Jung, com sede na Região Metropolitana de Porto Alegre — Foto: Divulgação/Observatório Heller & Jung

Lua Azul, fenômeno cósmico raro, foi registrado pelo Observatório Espacial Heller & Jung, com sede em Taquara, na Região Metropolitana de Porto Alegre, na madrugada de sábado (31) e de domingo (1º).

O evento acontece a cada 2,5 anos. O último registro havia sido em 31 de março de 2018.

A Lua Azul é registrada quando um mês tem duas luas cheias. O ciclo lunar, período em que ocorrem todas as fases da Lua, se repete a cada 29,5 dias ou mais.

Para que a Lua Azul ocorra é necessário que a primeira lua cheia ocorra no primeiro ou segundo dia do mês, e que este mês tenha 31 dias. Assim, é provável que apareça uma segunda lua cheia.

Apesar do nome, o fenômeno nem sempre tem a cor azul. No registro do observatório, no entanto, a névoa presente em parte da madrugada fez com que a imagem ganhasse tons azulados.

Entenda o fenômeno da “Lua azul”, que só acontece a cada 2,5 anos

“Nesta madrugada [de domingo] esteve mais sem cor”, comenta o professor Carlos Fernando Jung, proprietário do observatório e diretor científico da Brazilian Meteor Observation Network (Bramon).

Outra imagem mostra o efeito que a luminosidade da lua cheia proporcionou entre as nuvens. “A noite ficou dia”, diz Jung.

O termo Lua Azul é usado desde 1940, segundo a Nasa, e tem relação com a erupção do vulcão Krakatoa, na Indonésia, em 1883. A névoa de poeira cobriu grande parte do planeta causando um efeito visual peculiar: as pessoas observaram amanheceres e entardeceres verdes e a lua azul durante o ano todo. Este foi um dos fatos que influenciou a expressão Lua Azul.

Segunda lua cheia em um único mês, a Lua Azul acontece a cada 2,5 anos — Foto: Divulgação/Observatório Heller & Jung

Segunda lua cheia em um único mês, a Lua Azul acontece a cada 2,5 anos — Foto: Divulgação/Observatório Heller & Jung

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Relatório da FAB conclui que falha de manutenção levou à queda de helicóptero que matou Boechat

Piloto também tomou atitudes erradas ao tentar pouso na Rodovia Anhanguera, em SP, diz o documento. Peças do helicóptero estavam desgastadas e apresentavam falhas. Acidente ocorreu em fevereiro de 2019.

Por Tahiane Stochero, G1 SP — São Paulo

Uma série de falhas de manutenção levou à queda do helicóptero que transportava o jornalista Ricardo Boechat, de 66 anos, em fevereiro de 2019. É o que aponta um relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da FAB, divulgado nesta quinta-feira (29).

Falhas de manutenção provocaram acidente de helicóptero que matou Ricardo Boechat

No acidente, morreu também o piloto Ronaldo Quattrucci, de 56 anos. O profissional, segundo o Cenipa, tomou atitudes consideradas erradas durante a operação do helicóptero. De acordo com o relatório, ele não verificou se os instrumentos de bordo estavam funcionando perfeitamente. Suas atitudes durante o voo também contribuíram para o acidente, segundo a FAB.

O helicóptero caiu na Rodovia Anhanguera, no Rodoanel, em São Paulo, e bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela via no dia 11 de fevereiro de 2019.

Veja fatores que contribuíram para o acidente, segundo o Cenipa:

  • Manutenção da aeronave
  • Atitude do piloto
  • Cultura organizacional da empresa do piloto (que era dono do helicóptero também)
  • Indisciplina de voo do piloto
  • Julgamento de pilotagem do comandante
  • Processo decisório na hora da tragédia

O documento aponta, em especial, falhas no compressor da aeronave, que não teve nenhuma atualização ou troca completa desde 1988. O compressor estava com peças vencidas no momento do acidente. O tubo de distribuição de óleo da aeronave também ‘”estava com o calendário de troca excedido várias vezes”, segundo o Cenipa.

O piloto conseguiu a aprovação técnica pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em 9 de agosto de 2017.

“Não foi encontrado nem foi apresentado nenhum registro de revisão geral do compressor desde 1988”, apontou o Cenipa.

A investigação entendeu que “houve ineficiência, por parte do operador (o piloto), quanto da organização de manutenção, no acompanhamento e na execução dos processos de manutenção” do helicóptero.

Arte mostra local do acidente com helicóptero no qual morreram o jornalista Ricardo Boechat e o piloto Ronaldo Quattrucci — Foto: Alexandre Mauro/Editoria de Arte/G1

Arte mostra local do acidente com helicóptero no qual morreram o jornalista Ricardo Boechat e o piloto Ronaldo Quattrucci — Foto: Alexandre Mauro/Editoria de Arte/G1

Outros fatores que contribuíram para o acidente foram o desgaste anormal de algumas peças — o que levou à sobrecarga da aeronave e ao rompimento do eixo de ligação do rotor da cauda no momento da queda —, e a indisciplina por parte do comandante, que, segundo a FAB, realizou um voo de táxi aéreo sem ter autorização operacional para isso.

Tanto o piloto quanto o helicóptero não estavam autorizados a fazer voos de táxi aéreo (quando há o pagamento pelo trajeto).

Relatório da Cenipa sobre acidente aéreo com o jornalista Ricardo Boechat aponta falha de manutenção — Foto: Reprodução

Relatório da Cenipa sobre acidente aéreo com o jornalista Ricardo Boechat aponta falha de manutenção — Foto: Reprodução

Carreira

Filho de diplomata, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, na Argentina.

O jornalista era apresentador do Jornal da Band, da rádio BandNews FM e colunista da revista “IstoÉ” quando morreu no acidente aéreo.

Ao longo de 49 anos de carreira, iniciada no começo da década de 1970, Boechat escreveu em jornais como “Diário de Notícias”, “O Globo”, “Jornal do Brasil”, “O Estado de S. Paulo” e “O Dia”.

De 1990 a 2001, Boechat fez parte da equipe do “Bom Dia Brasil”, da TV Globo, com uma coluna diária marcada pelo seu humor ácido e pela sua irreverência. Na emissora, ele também esteve no “Jornal da Globo”.

Foi ainda diretor de jornalismo da Band e teve passagem pelo SBT.

Boechat ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro.

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Incêndio do Hospital Badim: 8 pessoas são indiciadas por homicídio doloso

Incêndio ocorreu em setembro de 2019. Segundo a investigação, obras estavam irregulares. Além disso, sistema de prevenção de incêndio não funcionou, assim como o plano de evacuação.

Por Bette Lucchese, Felipe Freire e Leslie Leitão, RJ2

Polícia do Rio indicia oito pessoas por incêndio no hospital Badim

A Polícia Civil indiciou oito pessoas pelo incêndio do hospital Badim, na Tijuca, Zona Norte do Rio, em setembro de 2019. Elas vão responder por homicídio doloso qualificado e pelo crime de incêndio. A investigação apontou obras irregulares, sistema de prevenção de incêndio com defeito e um plano de evacuação que não funcionou.

Foram indiciados:

  • Marcelo Vieira Dibo e Virginia de Figueiredo Marques – diretores do Hospital Badim.
  • Norbert Bieberle – responsável pela engenharia civil da unidade
  • Alberto Drumond Roca – engenheiro de segurança do trabalho
  • Lucia de Cassía dos Reis Batista – engenheira coordenadora do setor de manutenção do hospital
  • Marcia Regina Pereira da Rocha – chefe do setor de arquitetura do Badim
  • Jorge Luiz Buneder e João Luiz Buneder, diretores da empresa Stemac – responsável pela construção e manutenção do gerador

Cada indiciado vai responder 15 vezes por homicídio doloso qualificado – um crime hediondo, mais duas vezes por homicídio, além do crime de incêndio.

Segundo a Polícia Civil, o incêndio causou a morte de 17 pessoas. O hospital fala em 13 mortes em decorrência do incêndio e mais 9 que estavam internados no dia e que morreram por causas não-relacionadas ao evento.

A perícia realizada após o incêndio mostra que o fogo começou no gerador da unidade e que os tanques de armazenamento estavam instalados em desacordo com as normas vigentes.

Nenhuma das vítimas morreu por queimaduras. A maioria morreu por inalação de fumaça e por complicações pelo desligamento de aparelhos devido à falta de energia no prédio.

Segundo peritos, o incêndio do hospital particular começou por volta das 18h30, com um curto-circuito no gerador de energia, no subsolo do prédio 1. A fumaça rapidamente se expandiu para outros andares, inclusive o do CTI. No dia do incêndio, 103 pessoas estavam internadas na unidade.

Segundo a polícia, esse gerador foi instalado num lugar sem proteção. Ele deveria estar dentro de um compartimento que pudesse resistir ao fogo.

O subsolo tinha sido projetado pra ser uma garagem. Nos fundos havia prismas de ventilação – que funcionavam como uma espécie de chaminé – permitindo que os gases tóxicos e poluentes emitidos pelos veículos seguissem até uma área aberta.

Mas, segundo a investigação, foram realizadas obras irregulares no local, que atenderam critérios de conforto, mas não levaram em consideração a segurança, na mesma proporção.

Um outro estacionamento – localizado três pavimentos acima – passou a ser o novo Centro de Tratamento Intensivo.

De acordo com o inquérito, o CTI foi adaptado de forma errônea em relação ao que determina as normas técnicas de engenharia e arquitetura.

As saídas do gases poluentes foram bloqueadas, mas fechadas com uma estrutra de drywall – uma espécie de gesso acartonado- não resistente ao fogo.

O inquérito diz ainda que as paredes de drywall foram erguidas até um forro e não de laje a laje – o que teria permitido a ascensão da fumaça tóxica durante o incêndio.

A maioria dos pacientes que morreram estava neste CTI.

Sem regularização

A construção não tinha sido regularizada no Corpo de Bombeiros. O hospital deveria ter adequado todos os projetos para ter as licenças de funcionamento necessárias à sua operação.

Os investigadores concluíram também que a tragédia poderia ter sido menor se as medidas protetivas e preventivas contra incêndios tivessem funcionado: alarmes não soaram. Os sprinklers – pequenos chuveiros automáticos instalados no teto – não soltaram água.

E, segundo a polícia, houve algo ainda mais grave: o plano de evacuação do Hospital Badim não funcionou.

Somente funcionários dos pavimentos próximos ao subsolo tomavam conhecimento prévio do incêndio. Enquanto pacientes e funcionários dos andares superiores nada sabiam, o tempo transcorria e em consequência a fumaça se espalhava pelas passagens dos dutos.

O Hospital Badim informou que lamenta as perdas no incêndio e que vem se empenhando pra minimizar o impacto causado às famílias, já tendo firmado 13 acordos.

O hospital disse também que confia em uma melhor análise do Ministério Público e prestará todos os esclarecimentos após ter acesso ao inquérito.

A empresa Stemac informou que não vai comentar o caso porque também não teve acesso ao inquérito.

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Cinco anos depois da maior tragédia ambiental do país, que matou 19 pessoas em Mariana, ninguém foi punido

Até o momento, nenhuma testemunha de defesa foi ouvida no processo criminal.

Por Thais Pimentel, G1 Minas — Belo Horizonte

Quase cinco anos depois da tragédia de Mariana, que matou 19 pessoas após rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, ninguém foi punido criminalmente pelo desastre. O caso aconteceu no dia 5 de novembro de 2015.

Das 21 pessoas que tinham sido denunciadas em 2016 pelo Ministério Público Federal (MPF) pelo crime de homicídio qualificado com dolo eventual, cinco continuam respondendo a processo na Justiça Federal. Porém, hoje, elas respondem aos crimes de inundação e desmoronamento seguidos de morte, além de delitos ambientais. O crime de homicídio foi retirado do processo em 2019. Vale, BHP Biliton e Samarco são rés neste processo.

Cinco executivos da Samarco e um da Vale ainda respondem pelo lançamento de lama na Barragem de Fundão que teria provocado a instabilidade da estrutura. Segundo o MPF, 27% do material que estava no reservatório vieram desta operação considerada irregular. Vale e Samarco são rés neste processo.

Um engenheiro da VogBR responde por falsidade do laudo de estabilidade. A empresa de auditoria também é ré neste processo.

O então diretor-presidente da Samarco, Ricardo Vescovi; o diretor de operações, Kleber Terra; e os três gerentes Germano Lopes, Wagner Milagres e Daviely Rodrogues Silva, são os que ainda respondem pelos crimes de inundação e desmoronamento seguidos de morte, além de delitos ambientais. Eles negam as acusações.

Em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira (29), o procurador da república Gustavo Henrique Oliveira, integrante da força-tarefa do órgão, disse que nenhuma testemunha de defesa foi ouvida em cinco anos.

“A última data marcada para as oitivas das testemunhas de defesa seria abril de 2020. Mas como eram depoimentos presenciais, não se realizaram por causa da pandemia”, disse o procurador.

Ainda segundo ele, há cerca de 140 testemunhas arroladas neste processo. Não há prazo para que a Justiça Federal em Ponte Nova, na Zona da Mata, vara que cuida da ação criminal, julgue o caso.

Cinco anos depois, ninguém foi punido pelo rompimento da barragem da Samarco, em Mariana

Força-Tarefa

A Força-Tarefa Rio Doce, formada principalmente pelos ministérios públicos federais de Minas Gerais e Espírito Santo, foi criada em 2015 para investigar os responsáveis pela tragédia.

Termos de ajustamento de conduta, ações civis públicas e acordos feitos entre as empresas envolvidas, estados e União foram propostos ao longo de cinco anos.

Porém, de acordo com os próprios órgãos, não houve muitos avanços na reparação humana e ambiental.

“Nenhum grupo de atingidos foi integralmente indenizado e o meio ambiente não foi recuperado. A sensação é de consternação profunda”, disse a procuradora Silmara Goulart, que assumiu a coordenação da Força-Tarefa Rio Doce há 50 dias.

O MPF não informou o motivo da mudança na liderança dos trabalhos.

‘Vitória combinada’

O procurador Edilson Vitorelli disse que os atingidos pela tragédia estão sendo ameaçados por processos que foram desmembrados pelo juiz da 12ª Vara Federal, Mário de Paula Franco.

O Ministério Público Federal de Minas Gerais (MPF) entrou com um mandado de segurança para reverter decisões por ele.

“São processos feitos de forma oculta, sem a participação do Ministério Público. Estão em segredo de justiça. Curiosamente, são processos com a participação de pequenos escritórios de advocacia que ganham indenizações no valor de R$ 10 mil. Este valor é obtido em processos de atraso de voo. Mesmo perdendo, nenhuma empresa recorreu. Isso mostra uma vitória combinada. Usa do desespero das pessoas para imprimir estes valores irrisórios de indenização”, disse o procurador Edilson Vitorelli.

O MPF pede que a Justiça Federal reverta a instauração de pelo menos 13 processos para serem conduzidos por comissões de atingidos, que teriam sido criadas em violação aos acordos judicialmente homologados.

Ainda segundo o Ministério Público Federal, parte desses expedientes tramitam em caráter sigiloso, “ocultando os atos que ali se praticavam das instituições que compõem o sistema de justiça e dos próprios atingidos”. A ação ainda diz que o MPF não é sequer intimado para atuar nos processos.

Milhares de atingidos pela tragédia nas cidades afetadas pela contaminação do Rio Doce e seus afluentes, em Minas Gerais e no Espírito Santo, ainda esperam por reparações, segundo o MPF.

A Justiça Federal foi procurada e informou que não vai se manifestar sobre o caso.

A Fundação Renova, criada para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem da Samarco em 2015, foi procurada pelo G1. Ela informou, em nota, que “até setembro de 2020, foram destinados R$ 10,1 bilhões para as ações integradas de recuperação e compensação. Até 31 de agosto de 2020, cerca de R$ 2,6 bilhões foram pagos em indenizações e auxílios financeiros emergenciais para cerca de 321 mil pessoas”.

A Renova disse ainda que “em agosto, começaram a ser pagas indenizações para os casos de difícil comprovação por meio de uma plataforma on-line que atende categorias informais”.

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