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Polícia fecha fábrica clandestina de bebidas da milícia de Ecko; 21 são presos

Segundo a polícia, o objetivo da ação desta quarta era desarticular um braço financeiro do grupo. Fábrica funcionava em Guaratiba, na Zona Oeste.

Por G1 Rio

A Polícia Civil do Rio fechou uma fábrica clandestina de bebidas que, segundo as investigações, lavava dinheiro para a milícia de Wellington da Silva Braga, o Ecko, a maior em atividade no estado.

O depósito em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, foi um dos alvos de uma operação que, até a última atualização desta reportagem, havia prendido 21 pessoas até o final da tarde desta quarta-feira (4).

Operação contra a milícia em Guaratiba prende pelo menos 19 pessoas

A polícia estima que a fábrica falsificava cerca de 1,6 mil garrafas por dia e vendia cada caixa por R$ 120, o que rendia R$ 250 mil por mês.

Amostras das cervejas falsificadas seguiram para análise. A polícia quer saber se a milícia além de fazer a troca de rótulos e tampinhas, mascarando garrafas como se fossem de marcas superiores, também diluía o produto.

Para o diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), delegado Felipe Curi, o crime é equivalente aos ilícitos hediondos. “E isso é até um crime contra a saúde pública, um crime equiparado ao hediondo, com pena de até 15 anos de prisão”, afirmou Curi.

De acordo com a polícia, o objetivo da ação desta quarta foi desarticular um braço financeiro do grupo.

Um local onde botijões de gás eram armazenados de forma ilegal e um depósito de produtos piratas também foram fechados na operação.

Fábrica de bebidas foi alvo de operação da Polícia Civil nesta quarta-feira em Guaratiba — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Fábrica de bebidas foi alvo de operação da Polícia Civil nesta quarta-feira em Guaratiba — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Centenas de tampinhas eram reaproveitadas na fábrica — Foto: Reprodução

Centenas de tampinhas eram reaproveitadas na fábrica — Foto: Reprodução

Entre os principais crimes apurados pela Polícia envolvendo a milícia de Ecko, estão:

  • cobranças irregulares de taxas de segurança e de moradia
  • instalações de centrais clandestinas de TV a cabo e de internet (gatonet/gatointernet)
  • armazenamento e comércio irregular de botijões de gás e água
  • parcelamento irregular de solo urbano
  • exploração e construções irregulares, areais e outros crimes ambientais
  • comercialização de produtos falsificados
  • contrabando; descaminho
  • transporte alternativo irregular
  • estabelecimentos comerciais explorados pela milícia e utilizados para lavagem de dinheiro

A operação contou com equipes dos Departamentos de Polícia Especializada e Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), a partir de informações do Disque-Denúncia. Outras delegacias também participaram da operação.

Rótulos 'lavados' no depósito de bebidas da milícia — Foto: Reprodução

Rótulos ‘lavados’ no depósito de bebidas da milícia — Foto: Reprodução

Fraude

Segundo a polícia, eles retiravam o rótulo e a tampa das marcas originais para colocar a falsificada. Ainda segundo a investigação, as tampas são recolhidas em qualquer lugar, sem qualquer controle higiênico.

“Colocam no mercado essa quantidade imensa de cerveja falsificada, enganando o consumidor, colocando a saúde da população em risco, ainda mais em tempo de Covid, que se exige maior rigor em qualquer processo de manuseio de produto alimentar”, disse o delegado William Pena Junior, da Draco.

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Ministério da Justiça faz operação contra pirataria digital em 10 estados

Polícia Civil cumpriu 25 mandados de busca e apreensão; Justiça determinou bloqueio de sites e aplicativos ilegais de streaming. Força-tarefa tem apoio das embaixadas dos EUA e do Reino Unido no Brasil.

Por Gabriel Palma, TV Globo

Policiais civis cumprem mandados de busca e apreensão na Bahia, durante Operação 404 do Ministério da Justiça — Foto: Arquivo pessoal

Policiais civis cumprem mandados de busca e apreensão na Bahia, durante Operação 404 do Ministério da Justiça — Foto: Arquivo pessoal

O Ministério da Justiça e Segurança Pública e as polícias civis de 10 estados deflagraram, nesta quinta-feira (5), a segunda fase da Operação 404, de combate à pirataria digital.

A investigação apontou que os suspeitos capturavam o sinal e realizavam a retransmissão ilegal de conteúdo para assinantes do serviço. O grupo também ganhava dinheiro por meio da veiculação de propagandas em sites piratas – muitos deles com servidores em outros países.

Foram cumpridos, por determinação judicial, 25 mandados de busca e apreensão, além de bloqueio e suspensão de 252 sites e 65 aplicativos de streaming – que transmitem filmes, séries e programas de televisão de forma ilegal.

Sites e aplicativos de streaming ilegal são suspensos

A Justiça também determinou a retirada do conteúdo em mecanismos de busca e a remoção de perfis e páginas em redes sociais. Com a medida, os sites ilegais deixam de constar em buscadores na internet.

Segundo o ministério, a operação conta com a colaboração das embaixadas dos Estados Unidos e do Reino Unido no Brasil.

Os mandados estão sendo cumpridos nos seguintes estados:

  • Bahia
  • Ceará
  • Goiás
  • Mato Grosso
  • Minas Gerais
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Rio Grande do Norte
  • Santa Catarina
  • São Paulo

A força-tarefa, denominada 404, faz referência ao código de resposta do protocolo HTTP para indicar que a página não foi encontrada ou está indisponível.

Apreensões

Em Santa Catarina, os investigadores apreenderam cartões, uma arma de fogo, diversos documentos e dinheiro em espécie, em real e dólar (veja foto abaixo).

Documentos, cartões, arma e dinheiro apreendidos na Bahia, durante Operação 404 do Ministério da Justiça — Foto: Arquivo pessoal

Documentos, cartões, arma e dinheiro apreendidos na Bahia, durante Operação 404 do Ministério da Justiça — Foto: Arquivo pessoal

Na Bahia, os policiais encontraram uma série de aparelhos usados na transmissão ilegal de canais de TV.

Na Bahia, policiais apreenderam aparelhos usados na transmissão ilegal de canais de TV — Foto: Arquivo pessoal

Na Bahia, policiais apreenderam aparelhos usados na transmissão ilegal de canais de TV — Foto: Arquivo pessoal

Primeira fase

Em 2019, oito pessoas foram presas em flagrante na primeira fase da Operação 404.

À época, foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em 12 estados. Os alvos eram suspeitos de operar 210 sites de transmissões ilegais e 100 aplicativos de streaming.

A operação apontou que os sites possuíam servidores localizados, em pelo menos, quatro países: Canadá, França, Alemanha e Estados Unidos.

A estimativa do governo é que 4,2 milhões de lares tenham acesso a esse tipo de conteúdo.

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Quatro prédios do Hospital Federal de Bonsucesso reabrem nesta quarta para consultas e exames

Fogo atingiu a unidade de saúde na manhã do dia 27 de outubro e causou a morte de oito pessoas. Ainda não se sabe o que causou o incêndio.

Por Rogério Coutinho, Bom Dia Rio

Hospital Federal de Bonsucesso volta a funcionar

O Hospital Federal de Bonsucesso volta a funcionar nesta quarta-feira (4), oito dias depois do incêndio que destruiu parte da unidade.

Quatro prédios da unidade — 3, 4, 5 e 6 — reabrem para consultas, exames e outros serviços. A expectativa é de que o Prédio 1, que pegou fogo, possa voltar a funcionar em 60 dias.

Os pacientes que já estavam agendados para esta quarta-feira serão atendidos. Quem perdeu a consulta ou não pôde ser atendido na data marcada durante o período que a unidade esteve fechada será procurado por funcionários para o reagendamento.

Seguem suspensos os atendimentos de emergência, as cirurgias, as internações, o serviço de hemodiálise e os exames de imagens.

Alguns serviços seguem suspensos no hospital — Foto: Reprodução/TV Globo

Alguns serviços seguem suspensos no hospital — Foto: Reprodução/TV Globo

Reinício de tratamento

Por volta das 6h15, a movimentação ainda era tranquila na unidade.

O paciente Douglas da Silva, que mora no interior do estado e faz tratamento de câncer, chegou à unidade nesta manhã para atendimento. O pai do jovem, Giovane da Silva, disse que recebeu uma ligação na terça-feira (3) confirmando o reinício do tratamento.

“É um alivio imenso, renasce a esperança, sobre o tratamento e a cura. A gente caça aqui a cura, procura a cura. Eles ontem entraram em contato com a gente, dando a grande notícia que vai funcionar normalmente o tratamento, o prédio 3 e 4, onde ele se trata. E a gente está aqui aliviado. Eu como pai, estou com o coração aberto, feliz demais”.

“Só quem passa por isso, sabe o que eu sinto, as dores que dá no corpo, o que a falta do remédio faz no meu organismo. Tendo a consciência tranquila que eu vou poder tratar, isso é um alivio total”, falou Douglas, que saiu de madrugada de Paraíba do Sul para o Rio.

Vítimas

O incêndio causou a morte de 8 pessoas – três no próprio hospital e outros cinco transferidos.

Veja quem são as vítimas do incêndio:

  • Marcos Paulo Luiz, de 39 anos
  • Núbia Rodrigues, de 42 anos
  • Mulher, de 83 anos, ainda não identificada
  • Mulher, 73 anos, ainda não identificada
  • Homem, 70 anos, ainda não identificado
  • Menina de 1 ano, ainda não identificada
  • Homem de 93 anos, ainda não identificado
  • Mulher de 61 anos, ainda não identificada
Hospital Federal de Bonsucesso — Foto: Reprodução/TV Globo

Hospital Federal de Bonsucesso — Foto: Reprodução/TV Globo

Fogo

O fogo começou no subsolo do Prédio 1 na manhã do dia 27 de outubro e se alastrou pelo almoxarifado, onde fraldas eram guardadas. Nesse edifício ficam ainda enfermarias e salas de raio-X.

A brigada de incêndio do hospital chegou à enfermaria assim que as chamas começaram, dois andares abaixo, e providenciaram a remoção dos pacientes.

Cerca de 200 pacientes foram transferidos para áreas do próprio complexo — parte aguardou atendimento sob uma árvore do pátio interno.

O que aconteceu no Hospital Federal de Bonsucesso?

Alguns internados estavam no meio de tratamento quando tiveram de sair, outros estavam entubados, e havia quem estava com Covid-19.

Até a última atualização desta reportagem, a causa do incêndio ainda não havia sido divulgada — a perícia continua sendo feita na unidade pela Polícia Federal.

O Hospital Federal de Bonsucesso, às margens da Avenida Brasil, é a maior unidade de saúde do RJ em volume de atendimentos. Cerca de duas mil pessoas circulam pelas alas todos os dias, segundo a assessoria de imprensa do hospital.

Complexo tem seis alas

O Hospital Federal de Bonsucesso é composto por seis alas:

  • Prédio 1 (onde começou o fogo): Emergência, internações e exames de imagem.
  • Prédio 2: Centro de atenção à mulher, à criança e ao adolescente
  • Prédio 3: Oncologia clínica e perícia médica
  • Prédio 4: Administração
  • Prédio 5: Laboratório, centro de estudos e residência médica
  • Prédio 6: Ambulatório

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Operação da PF cumpre 39 mandados em três estados e mira quadrilha suspeita de tráfico internacional de drogas

Operação foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (4); casa do suspeito de ser o chefe da quadrilha, em Curitiba, foi avaliada em R$ 6 milhões e é alvo de sequestro judicial.

Por Adriana Justi e José Vianna, G1 PR e RPC Curitiba

Mansão de homem suspeito de ser o chefe da quadrilha foi avaliada em R$ 6 milhões e é alvo de sequestro judicial  — Foto: Divulgação/PF

Mansão de homem suspeito de ser o chefe da quadrilha foi avaliada em R$ 6 milhões e é alvo de sequestro judicial — Foto: Divulgação/PF

Trinta e nove mandados judiciais, sendo nove de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 28 de busca e apreensão, estão sendo cumpridos pela Polícia Federal (PF), na manhã desta quarta-feira (4), em uma operação contra uma quadrilha suspeita de enviar cocaína para a Europa.

A ordens judiciais estão sendo cumpridas em Curitiba, Paranaguá, Matinhos e Campo Largo, no Paraná; e na capital, Santos, Santo André, Peruíbe, Atibaia, em São Paulo; e em Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Camboriú e Urubici, em Santa Catarina.

A operação foi batizada de Narcobroker e investiga os crime de lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas.

Um dos mandados de busca é cumprido no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná. No local, os policiais encontraram grande quantidade de cocaína escondida em uma carga de madeira que seria levada para a Bélgica.

Droga foi apreendida no Porto de Paranaguá, na manhã desta quarta-feira (4), durante um cumprimento de um mandado de busca e apreensão  — Foto: Reprodução

Droga foi apreendida no Porto de Paranaguá, na manhã desta quarta-feira (4), durante um cumprimento de um mandado de busca e apreensão — Foto: Reprodução

A casa do homem suspeito de ser o chefe da quadrilha, que fica em Santa Felicidade, em Curitiba, foi avaliada em R$ 6 milhões e é alvo de sequestro determinado pela Justiça Federal, segundo a PF.

De acordo com as investigações, também há ordens para o sequestro de mais de R$ 40 milhões em bens do narcotráfico divididos em dezenas de imóveis e veículos de luxo.

A Justiça Federal em Curitiba determinou ainda o bloqueio de contas de 68 pessoas físicas e jurídicas que, segundo as investigações, tiveram movimentação suspeita de aproximadamente 1 bilhão de reais entre os anos de 2018 a 2020. Entre as pessoas jurídicas estão três empresas que eram utilizadas pela quadrilha para lavagem de dinheiro.

Investigação

Justiça determinou o sequestro de bens; mansão de homem suspeito de ser o chefe da quadrilha é uma delas  — Foto: Divulgação/PF

Justiça determinou o sequestro de bens; mansão de homem suspeito de ser o chefe da quadrilha é uma delas — Foto: Divulgação/PF

As investigações começaram em 2019 e apontam que os integrantes da organização criminosa utilizavam empresas fantasmas e de fachada para comprar mercadorias de origem orgânica para dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e segurança.

“Tais mercadorias eram acondicionadas em contêineres que também ocultavam centenas de quilos de cocaína que eram enviados à Europa”, disse a PF.

Desde o início das investigações, foram apreendidos 240 quilos de cocaína no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná.

Além disso, a Justiça Federal também expediu o mandado de prisão preventiva contra um brasileiro que se passava por empresário na Espanha mas, na realidade, tratava-se de um suspeito entre as organizações criminosas brasileiras e europeias. Ele é suspeito de receber a droga que vinha escondida em meio à carga lícita que era enviada.

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Polícia cumpre 10 mandados de prisão em operação contra crimes eletrônicos em três estados e no DF

Operação Cyber Lance também cumpre 27 mandados de busca e apreensão. Segundo a Polícia Civil, organização criminosa causou prejuízo estimado em R$ 50 milhões somente em Minas Gerais neste ano através de sites falsos de leilão de veículos.

Por G1 Grande Minas

Policiais cumprem mandados em Minas Gerais na manhã desta quarta (4) — Foto: Divulgação/PC

Policiais cumprem mandados em Minas Gerais na manhã desta quarta (4) — Foto: Divulgação/PC

Dez mandados de prisão preventiva estão sendo cumpridos na Operação Cyber Lance que investiga crimes eletrônicos nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Também são cumpridos 27 mandados de busca e apreensão, além de bloqueios de contas bancárias e de criptomoedas (moeda virtual), apreensão de veículos, sequestro de imóveis e remoção de sites.

A ação ocorre na manhã desta quarta-feira (4) pela Polícia Civil de Unaí (MG) com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

De acordo com a Polícia Civil, o objetivo é desarticular uma organização criminosa especializada em crimes eletrônicos, cuja prática era caracterizada por disponibilizar sites falsos de leilão de veículos na internet com preço bem inferior ao mercado.

“Após ofertar o lance, o criminoso entrava em contato com a vítima e solicitava o envio de depósito bancário para assegurar a aquisição do veículo. A partir de então, a vítima não conseguia mais contato com os responsáveis pelo site”, diz a PC.

As investigações apontaram que foram registradas mais de 900 ocorrências de fraudes de leilão falso em Minas Gerais somente neste ano, com um prejuízo estimado em R$ 50 milhões. A polícia identificou nove vítimas em Unaí, no Noroeste de Minas, que tiveram perdas de R$ 577 mil.

Durante a investigação, foram localizados mais de mil sites fraudulentos de veículos. A operação está em andamento e a Polícia Civil de Unaí vai divulgar mais informações ao longo do dia.

Polícia apreendeu cerda de R$ 50 mil em dinheiro durante o cumprimento de mandados — Foto: Divulgação/PC

Polícia apreendeu cerda de R$ 50 mil em dinheiro durante o cumprimento de mandados — Foto: Divulgação/PC

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Embaixadora que agrediu empregada doméstica em Brasília volta para as Filipinas

Marichu Mauro chegou ao país na madrugada desta terça-feira (3). Ela é alvo de uma investigação do Departamento de Relações Exteriores filipino.

Por Fabiano Andrade, TV Globo

Câmeras de segurança flagram embaixadora das Filipinas agredindo empregada

A embaixadora das Filipinas no Brasil, Marichu Mauro, deixou Brasília e voltou ao país de origem na madrugada desta terça-feira (3), segundo apurado pela TV Globo. Na semana passada, o governo do país determinou o retorno dela depois que uma reportagem do Fantástico e da GloboNews mostrou flagras dela agredindo uma empregada doméstica, na sede da embaixada, na capital federal.

Também nesta terça, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) revogou uma homenagem concedida à embaixadora no ano passado. Marichu havia recebido a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul – a mais alta condecoração brasileira atribuída a cidadãos estrangeiros, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores. A revogação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

No país de origem, a embaixadora é alvo de uma investigação do Department of Foreign Affairs (DFA), o Departamento de Relações Exteriores. O inquérito foi autorizado pelo presidente, Rodrigo Duterte e, segundo o secretário de Relações Exteriores Teodoro Locsin Jr., o primeiro relatório deve ser finalizado na semana que vem.

Caso os investigadores encontrem evidências suficientes de transgressão, Marichu Mauro pode ser alvo de uma queixa formal. A denúncia pode levar à demissão da embaixadora.

Segundo Teodoro Locsin Jr. “a resposta do DFA nesta assunto será severa ao limite máximo da lei, especialmente quando envolve uma oficial de alto escalão do órgão servindo de exemplo para garantir que atitudes como essas jamais serão toleradas [em tradução livre]”.

A empregada agredida pela embaixadora, de 51 anos, que também é filipina, voltou ao país de origem na semana passada. O governo do país disse que ofereceu ajuda financeira à mulher.

Agressões filmadas

As agressões da embaixadora Marichu Mauro contra a empregada doméstica foram registradas por câmeras da residência oficial, que fica nos fundos da embaixada, em Brasília. Um funcionário, que não quis se identificar, viu as imagens e fez um pente fino nas gravações junto com um colega.

Eles descobriram que a vítima era agredida praticamente toda semana. Em 12 de março, por exemplo, as câmeras mostram um momento em que a diplomata parece discutir com a funcionária. De repente, Marichu Mauro dá um tapa no rosto da empregada. A agressão é interrompida no instante seguinte, quando uma pessoa aparece abrindo uma porta.

Em 19 de agosto, as duas aparecem tentando consertar uma porta. Enquanto a empregada está abaixada, a diplomata dá um puxão nas orelhas da vítima.

Imagens de 15 de outubro mostram a embaixadora tentando beliscar a funcionária. Ela ainda arranca a máscara de proteção que a empregada usa no rosto.

Outras agressões

O Ministério Público do Trabalho (MPT) também investiga outras agressões cometidas por Marichu Mauro, contra funcionários da residência diplomática. A procuradora do MPT à frente do caso, Carolina Mercante, explicou que o órgão atua “de uma forma global”, em relação à embaixada.

“O nosso objetivo é apurar se outros trabalhadores, sejam brasileiros, empregados diretos ou não, estão tendo seus direitos fundamentais violados”, disse. A procuradora afirmou ainda que a Embaixada das Filipinas tem 12 trabalhadores, sendo três brasileiros.

“Uma testemunha que ouvimos nos informou que, pelos vídeos, que não têm áudio, era possível ver as agressões verbais em relação aos demais funcionários”, disse a procuradora do MPT.

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Vereador Zico Bacana diz que foi vítima de tentativa de homicídio

Vereador foi atingido de raspão na cabeça em um bar na Zona Norte do Rio, depois de um dia de campanha. Outras quatro pessoas foram baleadas — duas morreram.

Por Fernanda Rouvenat e Henrique Coelho, Bom Dia Rio e G1 Rio

Carro do vereador Zico Bacana foi alvo de disparos

vereador e candidato Zico Bacana (Podemos) confirmou, em entrevista à equipe do Bom Dia Rio, que foi vítima de uma tentativa de homicídio na noite de segunda-feira (2). Ele foi baleado de raspão na cabeça em um bar em Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte do Rio, depois de um dia de campanha.

Apesar do ataque, Zico disse que não vinha sofrendo ameaças.

“O que aconteceu foi realmente tentativa de homicídio. Eu não posso dizer pra você da onde veio, da forma que aconteceu. Foi muito rápido. Vários disparos que foram efetuados”, disse.

“Eu só queria deixar bem claro, o parlamentar não pode ficar passar por isso, o parlamentar é para o povo, é para ajudar a população. Em momento algum, ele pensa que isso vai acontecer com ele porque ele quer o bem da população e faz o seu melhor. E infelizmente isso tá acontecendo com vários outros políticos durante esses meses aí”.

O carro do vereador foi atingido por pelo menos 15 tiros. No chão foram encontradas várias cápsulas de fuzil.

Vereador Zico Bacana é baleado no Rio

Segundo testemunhas, por volta das 20h, os criminosos chegaram em dois carros e atiraram contra o vereador. Além do vereador, outras quatro pessoas foram baleadas — duas morreram.

Um dos mortos é um dos criminosos que participaram da ação. O outro morto era o cliente de um bar, vítima de bala perdida.

Dois homens que estavam com o vereador também foram atingidos e socorridos. Eles foram identificados como Douglas Alberto Leite de Santana e Magno de Moura Matos.

Os feridos foram levados para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas já receberam alta.

O vereador e candidato Zico Bacana (Podemos) foi baleado na Zona Norte do Rio — Foto: Reprodução/TV Globo

O vereador e candidato Zico Bacana (Podemos) foi baleado na Zona Norte do Rio — Foto: Reprodução/TV Globo

Inicialmente, a equipe do vereador chegou a afirmar que ele corria risco de vida. Por volta das 21h10, disse que o tiro atingiu Zico de raspão na cabeça e que ele estava estável.

Antes do crime, à tarde, ele participou de uma partida de futebol, também em Ricardo de Albuquerque, e postou foto nas redes sociais.

Zico é presidente da Comissão de Defesa Civil da Câmara de Vereadores e integrante da Comissão Permanente de Segurança Pública da casa. Ele está em seu primeiro mandato.

O político, que é ex-policial militar, foi citado na CPI das Milícias, em 2008, por possível participação em um grupo paramilitar que atuava em favelas de Guadalupe.

Ele passou a madrugada na Delegacia de Homicídios, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, prestando depoimento.

Outros casos em outubro

Em outubro, um candidato e uma cabo eleitoral foram mortos — a polícia investiga se foram crimes políticos.

No dia 1º de outubro, Mauro Miranda, candidato a vereador em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foi morto a tiros. Outras duas pessoas foram baleadas no ataque.

Já no último dia 31, a cabo eleitoral Renata Castro, de Magé, foi morta a tiros. Ela esteve no dia anterior na delegacia da Polícia Federal de Niterói para fazer uma denúncia. Na saída, postou um vídeo citando um vereador da região e relatou que sofreu ameaças dele.

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Moradores relatam tiroteio no Vidigal; PM afirma que UPP foi atacada

O confronto foi na parte alta do morro. O patrulhamento foi reforçado nos acessos da comunidade, na Avenida Niemeyer. Um homem foi ferido e socorrido para o Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon

Por Guilherme Peixoto, Bom Dia Rio

Moradores do Vidigal, na Zona Sul do Rio, relataram intenso tiroteio no início da manhã desta terça-feira (3). O confronto foi na parte alta do morro.

A Polícia Militar afirmou que uma equipe da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) foi atacada a tiros por traficantes. O patrulhamento foi reforçado nos acessos da comunidade, na Avenida Niemeyer.

Um homem foi ferido e socorrido para o Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon. A corporação apreendeu uma pistola.

PM reforça policiamento no Vidigal — Foto: Reprodução/TV Globo

PM reforça policiamento no Vidigal — Foto: Reprodução/TV Globo

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Tubarão de duas cabeças é achado no litoral de SP e intriga pesquisadores

Primeiro tubarão gêmeo siamês da espécie do mundo foi encontrado por pescadores na costa entre Peruíbe e Itanhaém, no litoral paulista.

Por Gabriel Gatto, G1 Santos

Tubarão galhudo de duas cabeças é encontrado na costa da Baixada Santista — Foto: Divulgação/Edris Queiroz

Tubarão galhudo de duas cabeças é encontrado na costa da Baixada Santista — Foto: Divulgação/Edris Queiroz

Cientistas brasileiros identificaram o primeiro tubarão galhudo de duas cabeças do mundo. O espécime foi encontrado por pescadores próximo à costa, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe, no litoral de São Paulo. De acordo com especialistas, a causa da anomalia pode estar ligada, entre outros fatores, à poluição dos oceanos.

O estudo pioneiro foi realizado pelo professor e biólogo Edris Queiroz e pela pesquisadora Luana Felix, do Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente (Ibimm) de Peruíbe. “É o primeiro caso do mundo, registrado e documentado na literatura, de um tubarão galhudo gêmeo siamês encontrado na natureza”, explica Edris.

Ao G1, o biólogo marinho explica que o animal, encontrado por pescadores, foi doado ao Ibimm para estudo. A partir das análises, os pesquisadores descobriram que o animal não só possui duas cabeças, mas que também apresenta dois corações e duas colunas vertebrais independentes, além de outros órgãos internos duplos.

“Após uma análise da anatomia externa e interna do tubarão, a melhor definição para o caso é de que seriam gêmeos siameses. É um acontecimento muito raro, devemos ter entre 10 casos no mundo. O problema é que eles morrem rapidamente, logo após o nascimento. Se tornam presas fáceis e acabam sendo predados”, explica Edris.

Professor Edris Queiroz coordenou estudo que descobriu tubarão gêmeo siamês  — Foto: Divulgação/Edris Queiroz

Professor Edris Queiroz coordenou estudo que descobriu tubarão gêmeo siamês — Foto: Divulgação/Edris Queiroz

O professor afirma que não é possível determinar a causa da anomalia, mas que, dentre os fatores possíveis, pode estar relacionada à poluição dos mares. “Os tubarões acumulam metais pesados em sua alimentação, e isso pode gerar o que chamamos de uma mutação, uma anomalia”.

O fenômeno, segundo Edris, também pode estar ligado a alterações genéticas e problemas no útero da mãe. “A compressão do útero pode fazer um ovo se fundir com outro. Não temos como ter certeza pois são eventos raríssimos. Não sabemos se a raridade acontece porque simplesmente não encontramos esses tubarões ou se são eventos realmente diferenciados”.

Além da equipe do Ibimm, o estudo também contou com a participação dos professores Alberto Amorim e Eduardo Malavasi, do Instituto de Pesca de Santos.

“Com essas novidades, talvez seja possível chamar atenção para os problemas sérios que têm ocorrido nos ambientes marinhos. Esse estudo vai ajudar a buscarmos medidas que auxiliem na preservação e conservação das espécies”, finaliza Edris.

Tubarão de duas cabeças é encontrado no litoral paulista — Foto: Divulgação/Edris Queiroz

Tubarão de duas cabeças é encontrado no litoral paulista — Foto: Divulgação/Edris Queiroz

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Carro de irmão do ator Marco Ricca, que desapareceu há seis anos, é encontrado às margens da Dutra com ossada dentro

Exames ainda serão feitos para identificar vítima. Produtor desapareceu quando viajava de carro de São Paulo para o Rio de Janeiro.

Por Yasmin Castro e Janaína Rodrigues, G1 Mogi das Cruzes e Suzano

Carro do irmão do ator Marco Ricca é encontrado em Santa Isabel

O carro do produtor cultural Giuliano Ricca, irmão do ator Marco Ricca, que está desaparecido há seis anos, foi encontrado na manhã desta segunda-feira (2) próximo à Rodovia Presidente Dutra, em Santa Isabel. Segundo informações da Polícia Militar, dentro do veículo, que apresentava sinais de capotamento, havia uma ossada.

O CRV preto com a placa EMO 9888, do Rio de Janeiro, tem as mesmas características do veículo que era dirigido por Giuliano no dia que em desapareceu, em outubro de 2014. Segundo informações da polícia, o veículo estava em um sítio na altura do km 192 e foi encontrado por homens que tinham sido chamados para consertar uma cerca na área.

Carro de irmão de Marco Ricca, desaparecido em 2014, é encontrado com ossada dentro

A polícia trabalha com a hipótese de acidente. O trecho da rodovia é considerado perigoso. Quando o veículo desapareceu, há seis anos, não havia mureta de proteção no local.

A perícia foi até o local para retirar a ossada do interior do veículo, os pertencentes e também o carro. A identificação da ossada será feita por meio de exame de DNA.

O carro estava cerca de 20 metros abaixo da pista e foi retirado do local por um guincho. O veículo será levado para a perícia a fim de verificar a causa do acidente.

Dentro do veículo a polícia encontrou carteira, documentos, cartões, uma mochila e ainda uma mala. Segundo policiais federais rodoviários, em alguns documentos era possível ver o nome Giuliano.

Carro do irmão do ator Marco Ricca, desaparecido há seis anos, é encontrado em Santa Isabel — Foto: Divulgação

Carro do irmão do ator Marco Ricca, desaparecido há seis anos, é encontrado em Santa Isabel — Foto: Divulgação

De acordo com a PM, os homens andavam pela propriedade acompanhados de um cachorro, que latiu ao encontrar o carro. Os funcionários do sítio acreditaram se tratar de um acidente e resolveram buscar por possíveis vítimas, mas encontraram uma ossada e decidiram chamar a polícia.

O caso será registrado pela Polícia Rodoviária Federal na Delegacia de Arujá.

Desaparecimento

Produtor Giuliano Ricca está desaparecido desde 19 de outubro após deixar a cidade de São Paulo com destino ao Rio de Janeiro — Foto: Divulgação

Produtor Giuliano Ricca está desaparecido desde 19 de outubro após deixar a cidade de São Paulo com destino ao Rio de Janeiro — Foto: Divulgação

O irmão do ator Marco Ricca, o produtor cultural Giuliano Ricca, tinha 47 anos quando desapareceu no dia 19 de outubro de 2014. Segundo comunicado divulgado pela família na época, ele havia deixado São Paulo de carro e desapareceu a caminho do Rio de Janeiro.

Marco e Giuliano eram sócios em uma produtora em São Paulo. Eles faziam diversos projetos e peças culturais, como “Uma Vida no Teatro”, com os atores Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme, e “Adultérios”, com o ator Fábio Assunção.

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