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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 11 de novembro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

País conta 162.845 óbitos registrados e 5.722.878 diagnósticos de Covid-19, segundo levantamento junto às secretarias estaduais de Saúde.

Por G1

O Brasil tem 162.845 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta quarta-feira (11), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de terça-feira (10), dois estados atualizaram seus dados: Goiás e São Paulo, que não publicava boletim desde o dia 6.

Veja os números consolidados:

  • 162.845 mortes confirmadas
  • 5.722.878 casos confirmados

Na terça-feira, às 20h, o balanço indicou: 162.842 mortes confirmadas, 204 em 24 horas. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 328. A variação foi de -24% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de queda nas mortes por Covid-19.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.701.283 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 25.517 desses confirmados no último dia. A média móvel de novos casos nos últimos 7 dias foi de 19.165 por dia, uma variação de -21% em relação aos casos registrados em duas semanas. Ou seja, também indica queda em relação aos últimos 14 dias.

Problemas de atualização

Nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, houve atualização no número de casos da doença, mas não no de mortes. No total, no mínimo 14 estados relataram dificuldades no acesso ao longo do dia.

Em São Paulo, A cidade de São Paulo já registrou 899 mortes por coronavírus até a noite de segunda (9), cinco dias depois do apagão de dados registrado no sistema Sivep-Gripe, do Ministério da Saúde, que registra problemas desde quinta-feira (5). Pelo menos 14 estados tiveram dificuldades nos últimos dias para acessar o sistema, inclusive São Paulo.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que ocorreu “intermitência em alguns sistemas”, mas que, “desde o fim da tarde desta terça-feira (10), a plataforma encontra-se estável e em constante monitoramento de sua performance”.

Estados ainda enfrenta instabilidade no sistema de dados do Ministério da Saúde

Brasil, 9 de novembro

Considerando apenas os estados com atualizações, cinco estados apresentam indicativo de alta de mortes: Paraná, Santa Catarina, Amapá, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

O estado do Amapá voltou a divulgar seu boletim, após 6 dias sem novos dados sendo incluídos. Segundo a Secretaria de Saúde, o apagão ocorrido no estado desde a noite de terça (3) estava impossibilitando o fechamento do balanço estadual.

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Estados

  • Subindo (5 estados): PR, SC, AP, PE e RN
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (6 estados + o DF): ES, DF, AC, PA, RO, BA e MA
  • Em queda (12 estados): RS, GO, MS, MT, AM, RR, TO, AL, CE, PB, PI e SE
  • Não atualizou (1 estado): SP
  • Atualizaram parcialmente (2 estados): MG e RJ (não atualizaram os dados de mortes)

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: +113%
  • RS: -28%
  • SC: +49%

Sudeste

  • ES: +8%
  • O estado do MG não divulgou novos dados de óbitos até as 20h. Considerando os dados até 20h de sábado (7), estava em -48%
  • O estado do RJ não divulgou novos dados de óbitos até as 20h. Considerando os dados até 20h de sábado (7), estava em -30%
  • O estado do SP não divulgou novos dados até as 20h. Considerando os dados até 20h de quinta (5), estava em -19%

Centro-Oeste

  • DF: -8%
  • GO: -48%
  • MS: -46%
  • MT: -17%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: -36%
  • AP: +88%
  • PA: -10%
  • RO: +10%
  • RR: -33%
  • TO: -48%

Nordeste

  • AL: -18%
  • BA: -9%
  • CE: -39%
  • MA: -11%
  • PB: -16%
  • PE: +76%
  • PI: -25%
  • RN: +85%
  • SE: -41%

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Conheça Nugget, galinha que anda de coleira e curte passeios de moto no DF: ‘Personalidade forte’, diz dono

Ave é criada por casal em apartamento de Águas Claras. Animal de 1 ano e 7 meses atrai olhares curiosos por onde passa; confira vídeos e fotos.

Por Marília Marques, G1 DF

Conheça Nugget, a galinha que anda de moto e mora em um 'castelo' no DF

Conheça Nugget, a galinha que anda de moto e mora em um ‘castelo’ no DF

De coleira, roupas estilosas e uma “personalidade forte”, a galinha Nugget atrai olhares curiosos por onde passa. A ave de 1 ano e 7 meses vive com os donos, Paulo Leite e Raquel Angel, em Águas Claras, no Distrito Federal. Aventureira, ela anda de moto e curte passeios nas ruas da capital (veja vídeo acima).

“A Nugget é um animal perfeito. Ela tem a mistura certa do carinho e a animação de um cachorro, com a independência de um gato. Quando a gente chega em casa, é aquela bagunça”, diz o dono, orgulhoso.

Paulo é garçom e conta que comprou a Nugget, por R$ 8, em uma casa de agropecuária – quando ela ainda era um “pintinho estranho”. Ele levou o animal para casa na tentativa de sanar o medo de infância que a esposa tinha de aves. A recepção, no entanto, não foi a esperada.

Paulo Leite e Raquel Angel, com Nugget no colo — Foto: Pet Book Brasília/Arquivo pessoal

Paulo Leite e Raquel Angel, com Nugget no colo — Foto: Pet Book Brasília/Arquivo pessoal

Ele conta que, de início, Raquel não aceitou o novo pet no apartamento, mas com o passar do tempo, a família foi criando amor à ave. “O que eu ia fazer, jogar na rua? Não ia”, brinca Paulo.

A adaptação foi aos poucos. O casal decidiu então criar um “lar provisório” para Nugget e, até então, não sabia se era um galo ou uma galinha.

A família montou um poleiro de metal, construiu um castelo de madeira para a “princesa Nugget” viver dentro do apartamento e, seis meses depois, veio a surpresa: o “pintinho estranho” era uma galinha e pôs o primeiro ovo, que se quebrou ao cair no chão.

“Todo mundo queria saber se Nugget era galo ou galinha. Quase que a gente fez um chá revelação para ela”, lembra Paulo.

Galinha Nugget posa para foto — Foto: Pet Book Brasília/Divulgação

Galinha Nugget posa para foto — Foto: Pet Book Brasília/Divulgação

Estilo e personalidade na moto

Com o passar do tempo, a galinha foi ganhando espaço em casa e no coração da família. Nugget passou a andar de coleira, recebeu roupas e fantasias de todos os estilos e “adquiriu uma personalidade forte”, segundo os donos.

“Ela começou a seguir a gente dentro de casa e, assim, nós dois fomos criando amor. Ela fica piando quando a gente chega, sobe na mesa, na pia e fica deitada no pé quando a gente lava louça.”

Galinha Nugget anda de moto em ruas do DF

Galinha Nugget anda de moto em ruas do DF

Nas ruas, Nugget também chama a atenção. Aos dois meses, ela aprendeu a andar de moto e, cheia de estilo, desfila com o “pai” apoiada no guidão do veículo. A ave fica presa a uma guia e protegida pela viseira da moto (veja vídeo acima).

De acordo com Paulo, ela curte os passeios e aprendeu a se segurar pelas garras no assento. Nugget desperta a curiosidade de quem vê a “galinha motociclista”. Ao ser perguntado se já foi parado alguma vez por guardas de trânsito, ele diz, certeiro: “Já, muitas vezes…. Mas para tirar fotos!”, brinca.

“Eles veem que o jeito que estou levando é seguro, que não oferece risco nem para mim, para os outros e e nem para ela.”

Conheça Nugget, a galinha que anda de moto e mora em 'castelo' em Águas Claras — Foto: Paulo Leite/Arquivo pessoal

Conheça Nugget, a galinha que anda de moto e mora em ‘castelo’ em Águas Claras — Foto: Paulo Leite/Arquivo pessoal

O garçom conta que antes de sair para a rua fez um passeio de teste na garagem do prédio e, em apenas um dia, a amiga aprendeu a andar como carona. “Também pesquisei regras de trânsito. Vi que cachorro e gato devem andar no banco de trás do carro, mas a lei só diz respeito ao carro e não a motos.”

No artigo 252, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê que é infração média dirigir o veículo “transportando de pessoas, animais ou volume à esquerda [do motorista] ou entre os braços e pernas”, no entanto, não traz especificações em casos de motocicletas, nem em casos de animais presos a coleiras.

Nugget, a galinha que anda de moto e mora em 'castelo' em Águas Claras, no DF — Foto: Pet Book Brasília/Arquivo pessoal

Nugget, a galinha que anda de moto e mora em ‘castelo’ em Águas Claras, no DF — Foto: Pet Book Brasília/Arquivo pessoal

Rotina em casa

Dentro do apartamento, a galinha aprendeu as regras. Os donos contam que Nugget sabe que não pode fazer cocô na cama e nem no sofá. Quando está no colo recebendo carinho, “ela dá uma bicadinha na mão e pede licença”.

Como uma galinha saudável, a ave põe ovos “dia sim, dia não”. A família prepara as próprias refeições com o alimento e conta que reduziu o consume de frango em casa desde a chegada da nova moradora.

“Não foi de propósito, foi gradual. No mercado, em vez de pegar frango, pegamos carne e outros produtos. Fomos perdendo o interesse.”

Ela também ganha festa de aniversário, gosta de ciscar no tapete artificial de grama que tem em casa e curte jogos mentais. “Gosta de fuçar, caçar em casa e de passear no parque. Levamos para ela não perder a essência de animal”.

Castelo de madeira que Paulo construiu para ser a casa da Nugget — Foto: Arquivo pessoal

Castelo de madeira que Paulo construiu para ser a casa da Nugget — Foto: Arquivo pessoal

Nugget também toma banho no chuveiro da casa e tem uma série de roupas próprias. “Tudo adaptado”, explica Paulo. “A coleira mesmo, nós prendemos em volta do peito e da asa. Usamos para ir ao shopping e para as pessoas entenderem que não é qualquer galinha, é um pet.”

Veja mais fotos da Nugget:

Nugget em passeio de moto no DF — Foto: Arquivo pessoal

Nugget em passeio de moto no DF — Foto: Arquivo pessoal

Galinha Nugget fantasiada em festa de Halloween — Foto: Arquivo pessoal

Galinha Nugget fantasiada em festa de Halloween — Foto: Arquivo pessoal

Paulo Leite e galinha Nugget, ainda filhote — Foto: Paulo Leite/Arquivo pessoal

Paulo Leite e galinha Nugget, ainda filhote — Foto: Paulo Leite/Arquivo pessoal

Galinha Nugget anda de coleira no DF — Foto: Paulo leite/Arquivo pessoal

Galinha Nugget anda de coleira no DF — Foto: Paulo leite/Arquivo pessoal

Galinha Nugget posa para foto — Foto: Pet book Brasília/Divulgação

Galinha Nugget posa para foto — Foto: Pet book Brasília/Divulgação

A rotina da ave também é compartilhada nas redes sociais. Até a publicação desta reportagem, o perfil da galinha tinha 7.056 seguidores. Para quem pergunta sobre o porquê de uma galinha como animal de estimação, o dono rebate, sagaz, “por que não?”.

“São tão carinhosas e brincalhonas. Por muito tempo, as galinhas foram fechadas dentro dos galpões para não lembrarmos que são animais de estimação. Afastá-las da cidade repercute na sociedade. Hoje em dia, por exemplo, muitas crianças acham que ovo dá em cesto.”

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‘É impossível a vacina ter relação com o evento adverso’ em voluntário da CoronaVac, afirma diretor do Butantan

Anvisa suspendeu testes da CoronaVac no Brasil na segunda-feira (9) após ‘evento adverso grave’. Em coletiva nesta terça (10), Jean Gorinchteyn disse que evento foi provocado por causa externa. Diretor do Butantan, que testa o imunizante no país, disse que recebeu a notícia com indignação.

Por Beatriz Borges e Lívia Machado, G1 SP — São Paulo

Secretário de estado de saúde diz que morte de voluntário teve “evento externo”

O governo de São Paulo afirmou nesta terça-feira (10) ser impossível relacionar o “evento adverso grave” que acometeu um voluntário que participou do estudo clínico da CoronaVac com a vacina. Na noite desta segunda-feira (9), a Anvisa suspendeu os testes da vacina da Sinovac, feita em parceria com o Instituto Butantan, após ter sido notificada sobre um “evento adverso grave” em um voluntário.

“Os dados são transparentes. Por que nós sabemos e temos certeza de que não é um evento relacionado a vacina? Como eu disse, do ponto de vista clínico do caso e nós não podemos dar detalhes, infelizmente, é impossível, é impossível que haja relacionamento desse evento com a vacina, impossível, eu acho que essa definição encerra um pouco essa discussão”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

A declaração foi dada pelo diretor durante coletiva de imprensa na sede do Instituto Butantan, após o governo paulista se reunir virtualmente com representantes da Anvisa para tratar sobre a suspensão dos testes. Na noite de segunda, Dimas Covas afirmou que o voluntário morreu, mas disse que o óbito não tinha qualquer relação com a vacina (leia mais abaixo).

Durante a coletiva desta terça, representantes do governo de São Paulo demonstraram indignação com a medida e defenderam que não há relação entre o evento adverso e o imunizante.

“Não houve nenhuma relação da vacina com o evento adverso grave apresentado”, defendeu o secretário estadual de saúde, Jean Gorinchteyn.

Dimas Covas disse que a suspensão, além de desnecessária, provoca “dor e sofrimento nos voluntários”. “Não haveria a necessidade desse tipo de medida, que poderia ser resolvido administrativamente, como foi feito hoje de manhã”, disse Covas.

“Se interromper um estudo clínico que está indo muito bem causa sofrimento, causa dor, causa insegurança, naquelas pessoas que já foram submetidos ao estudo, causa dificuldade naqueles que querem ser submetidos ao estudo e que estão na fila para receber a vacina ou o placebo. Ou seja, são os voluntários, as pessoas que se dedicaram a esse estudo exatamente para trazer a esperança da vacina”, disse Covas.

Anvisa foi notificada no início de outubro

Ainda de acordo com Dimas Covas, a Anvisa foi notificada do evento adverso no voluntário no dia 6 de novembro. “Nós estamos tratando aqui de um evento adverso grave que não tem relação com a vacina. Repito: um evento adverso grave que não tem relação com a vacina. Essa informação está disponível à Anvisa desde o dia 6, quando foi notificado o efeito adverso grave”.

O diretor criticou o comportamento da Agência e a forma como o Instituto recebeu a notícia da interrupção dos testes.

“Dia 6 a Anvisa recebeu um documento dizendo: ‘olha um participante do estudo clínico teve um evento adverso grave não relacionado com a vacina’ ponto. O que que se espera diante de um comunicado desse? ‘Olha, ok, vamos avaliar, vamos nos reunir, vamos ver quais foram as causas desse evento adverso, se você está dizendo que não tem relação com a vacina, vamos apurar’. É isso o que a gente espera. Foi isso o que aconteceu? Não. Quer dizer, esse encaminhamento foi feito dia 06, ontem dia 09, às 20h40, encaminham um e-mail ao Butantan dizendo que haveria uma reunião hoje para tratar do evento adverso grave, mas ao mesmo tempo anunciava a suspensão do estudo. Oito e quarenta da noite, 20h40 da noite, 20 minutos depois essa notícia estava em rede nacional, 20 minutos depois de nós termos sido notificado por e-mail, a notícia estava em rede nacional”.

Dimas Covas disse ainda que o governo reenviou todos os esclarecimentos à Anvisa e aguarda que a liberação o mais rápido possível. “Ela agora está apta a tomar a decisão de retomar o estudo o mais rápido possível”, afirmou o diretor.

A expectativa do diretor é a de que, após os esclarecimentos, a Anvisa retome os estudos ainda nesta semana, possivelmente nesta quarta-feira (11).

Óbito de voluntário

Na segunda-feira (10) o diretor do instituto Butantan deu uma em entrevista à TV cultura onde afirmou que o efeito adverso trata-se de um óbito, no entanto, no dia seguinte à entrevista, durante a coletiva, Dimas disse que não falou que se tratava de um óbito, ou não, e que não poderia dar detalhes do ocorrido.

“O efeito adverso grave, observado em um voluntário não tem relação com a vacina. Não podemos dar detalhes a vocês porque isso envolve sigilo. Tem aí todo um aspecto ético que nos impede de dar as características do voluntário, ou da voluntária. O que eu afirmo a vocês é que esses dados estão todos de mão da Anvisa, estão todos fornecidos a Anvisa”.

Dimas Covas disse ainda que a Anvisa tem todas as informações e que não poderia “burlar a ética” ou “trair a confiança” que a família do voluntário tem no instituto.

“Nesse momento cabe a Anvisa que tem todos os dados dar essas informações, nós não podemos aqui burlar a ética, trair a confiança que a família [do voluntário] tem em nós. Nós não podemos dar qual foi o motivo do evento, o que que levou aos eventos, porque essas informações podem ser muito dolorosas para família e nós temos que respeitar esse aspecto. O que nós dizemos e repito: o evento não tem relação com a vacina”.

Interrupção

A Anvisa informou que foi notificada do “evento” em 29 de outubro. Mais de 10 dias depois, determinou que nenhum novo voluntário poderá ser vacinado até que a agência possa avaliar os dados e “julgar o risco/benefício da continuidade do estudo”.

Segundo uma lista divulgada pela agência, são considerados eventos adversos graves “morte, evento adverso potencialmente fatal, incapacidade ou invalidez persistente, internação hospitalar do paciente, anomalia congênita ou defeito de nascimento, qualquer suspeita de transmissão de agente infeccioso por meio de um dispositivo médico e evento clinicamente significante”.

Comunicado Sinovac

Nesta terça-feira (10), a Sinovac, farmacêutica chinesa responsável pelo desenvolvimento da CoronaVac, afirmou em comunicado que “está confiante na segurança da vacina” contra a Covid-19.

Segundo o jornalista José Roberto Burnier, da GloboNews, a morte do voluntário não foi causada por doença respiratória. O paciente, de 33 anos, também não tinha comorbidades.

A Sinovac afirmou que “ficamos sabendo que o chefe do Instituto Butantan acreditava que esse evento adverso grave não tem relação com a vacina”.

A empresa afirmou que o estudo clínico em fase 3 no Brasil “é realizado estritamente de acordo com os requisitos do GCP” (Good Clinical Practice, ou “boas práticas clínicas” em tradução livre).

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em uma rede social, que o episódio é mais um em que “Jair Bolsonaro ganha”. No mesmo post ele citou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

A CoronaVac é uma das candidatas a vacina contra o coronavírus e é desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Butantan, em São Paulo. Com a interrupção do estudo, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado.

Butantan estranha decisão

Na noite desta segunda, o diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse que recebeu com estranhamento a notícia da suspensão temporária dos testes em humanos da CoronaVac no Brasil.

Segundo Covas, se trata de “um óbito não relacionado à vacina” e, portanto, “não existe nenhum momento [ou motivo] para interrupção do estudo clínico” da fase 3.

Como as vacinas funcionam?

“Em primeiro, a Anvisa foi notificada de um óbito, não de um efeito adverso. Isso é diferente. Nós até estranhamos um pouco essa decisão da Anvisa, porque é um óbito não relacionado à vacina”, afirmou o diretor do Butantan.

“Como são mais de 10 mil voluntários nesse momento, podem acontecer óbitos. Nesse momento, [o voluntário] pode ter um acidente de trânsito e morrer. Ou seja, é um óbito não relacionado à vacina. É o caso aqui. Ocorreu um óbito que não tem relação com a vacina”, disse Dimas Covas na TV Cultura.

O diretor também afirmou que o Butantan já pediu esclarecimentos à Anvisa sobre a interrupção e que espera ter mais detalhes na manhã desta terça-feira (10).

Outra morte de voluntário

Em 21 de outubro, um voluntário brasileiro que participava dos testes da vacina de Oxford contra a Covid-19 morreu de complicações da Covid-19. O voluntário tomou um placebo (substância inativa), e não uma dose da vacina.

Os testes foram suspensos, na época, pela própria AstraZeneca, que desenvolve a vacina em parceria com a Universidade de Oxford.

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Polícia Civil encontra carro que atropelou e matou ciclista em SP

Marina Kohler Harkot, de 28 anos, pedalava na Avenida Paulo VI no domingo (8). Investigadores tentam localizar motorista responsável pelo crime, que já foi identificado.

Por Thais Luquesi, Bom Dia SP — São Paulo

Polícia de SP identifica carro que atropelou ciclista

A Polícia Civil encontrou, no Centro de São Paulo, o carro que atropelou e matou a cicloativista Marina Kohler Harkot. O acidente aconteceu na região do Sumaré, na Zona Oeste, no domingo (8).

O carro foi levado para a delegacia na madrugada desta terça-feira (10). O homem que consta como dono do veículo foi identificado, mas alegou que o carro foi vendido em 2017 — informação confirmada pelas investigações.

Assim como o atual proprietário do veículo, a placa é de Inconfidentes, cidade de Minas Gerais. A expectativa da polícia é que o motorista se apresente nesta semana, mas, por causa da lei eleitoral, eleitores não podem ser presos a partir de cinco dias antes das eleições, que acontecem neste domingo (15).

Homenagem

Ativistas e colegas homenagearam Marina Harkot, nesta segunda-feira (9). Eles escreveram frases nas avenidas Paulo VI, onde o atropelamento aconteceu, e Sumaré. Marina tinha 28 anos.

Além das frases no asfalto, os ativistas fizeram um protesto, no domingo (8), em diversos pontos da cidade pedindo justiça pela jovem e mais segurança no trânsito.

Os manifestantes foram de bicicleta até a Avenida Pacaembu, onde o corpo da jovem estava sendo velada pela família, e fizeram uma homenagem para a jovem na porta, com muitas palmas.

Emocionados, os familiares de Marina saíram na sacada do imóvel e agradeceram o apoio. A mãe de Marina chorou e disse que a família está “totalmente despedaçada” com a tragédia.

Frases são escritas no asfalto onde Marina Kohler Harkot foi atropelada, na Zona Oeste de São Paulo. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1

Frases são escritas no asfalto onde Marina Kohler Harkot foi atropelada, na Zona Oeste de São Paulo. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1

“Marina é minha filha primeira, muito amada, muito determinada, muito idealista. E a gente está totalmente despedaçado. Tava construindo uma casa com o marido, um amor, uma vida futura. Estudando, fazendo doutorado, engajada. Obrigado por vocês estarem aqui e a luta continua de verdade. ‘Tamo junto’, gente. Muito obrigado”, disse a mãe.

O corpo de Marina foi enterrado nesta segunda (9) em Niterói, no Rio de Janeiro.

‘Estamos totalmente despedaçados’, diz mãe de cicloativista morta em atropelamento em SP

Acidente

O atropelamento de Marina foi presenciado por uma policial militar de folga, que circulava pela região. Ela anotou a placa do veículo e acionou o socorro. O caso é investigado pelo 14° Distrito Policial, em Pinheiros.

A velocidade da Avenida Paulo VI, onde o acidente ocorreu, é de 50km/h e possui quatro faixas. A vítima estava na última, próxima ao parapeito.

A jovem cicloativista tinha a bicicleta como principal meio de transporte e era pesquisadora de mobilidade urbana. Atuou no Conselho Municipal de Transporte e Trânsito e foi coordenadora da Ciclocidade (Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo).

Cicloativista morre atropelada na Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/Instagram

Cicloativista morre atropelada na Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/Instagram

Protesto contra a morte de ciclista que atropelada na Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Protesto contra a morte de ciclista que atropelada na Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

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Polícia tenta identificar homem que atirou em candidato a vereador durante transmissão ao vivo em Guarulhos

Ricardo Moura, do PL, foi baleado no ombro e na perna durante live, na segunda (9), na cidade da Grande São Paulo. Vítima foi operada, teve alta, mas passou mal e foi a outro hospital. Atirador estava encapuzado e fugiu. Caso é investigado como tentativa de assassinato.

Por G1 SP e TV Globo — São Paulo

Vídeo mostra momento em que candidato a vereador é baleado em Guarulhos, SP

A Polícia Civil tentar identificar o homem que atirou num candidato a vereador de 40 anos, na manhã de segunda-feira (9), em Guarulhos, na Grande São Paulo. Ricardo Moura, do PL, foi baleado durante uma transmissão ao vivo pela internet.

Ele foi atingido no ombro e na perna, chegou a ser socorrido no Hospital Geral da cidade, onde foi operado e teve alta no mesmo dia. À noite, o candidato passou mal e foi levado para outro hospital. Até a publicação desta reportagem não havia informações sobre o seu estado de saúde.

Nenhum suspeito foi identificado ou preso pelo crime.

O caso foi registrado como tentativa de homicídio no 9º Distrito Policial (DP) de Guarulhos. A investigação é feita pelo Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP).

Crime ao vivo

Ricardo Moura, candidato a vereador em Guarulhos, baleado durante live — Foto: Reprodução/TV Globo

Ricardo Moura, candidato a vereador em Guarulhos, baleado durante live — Foto: Reprodução/TV Globo

Ricardo estava sozinho num bairro onde haveria um ato de campanha política. Antes que os outros colegas do partido chegassem, ele começou a fazer a live. Foi quando uma pessoa se aproximou e fez dois disparos. Segundo a vítima, quem atirou é um homem que estava encapuzado. O criminoso não aparece nas imagens.

Na transmissão, Ricardo falava ao lado de uma obra de limpeza de um rio num bairro de Guarulhos. Ele comentava suas propostas para a cidade. De repente, um tiro é disparado. O candidato cai e o celular usado pra transmissão também vai ao chão.

Mesmo assim a transmissão continua. Um segundo tiro é ouvido quando Ricardo já está no chão. Um tiro atingiu o ombro e o outro pegou nas duas pernas. Segundo a vítima, o atirador fugiu sem roubar nada.

Ricardo foi levado pra o Hospital Geral de Guarulhos, onde foi operado. Ele recebeu alta no mesmo dia. Mas na noite de segunda foi levado a um hospital particular após não se sentir bem.

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Prejuízo acumulado da Embraer em 2020 chega a R$ 3,6 bilhões

Fabricante brasileira divulgou resultados financeiros do 3°trimestre de 2020, em que registrou um prejuízo líquido de R$ 649 milhões. Prejuízo acumulado de R$ 3,6 bilhões é 703,5% maior do que o registrado no mesmo período de 2019.

Por G1 Vale do Paraíba e Região

Prejuízo acumulado da Embraer em 2020 chega a R$ 3,6 bilhões — Foto: Embraer/Divulgação

Prejuízo acumulado da Embraer em 2020 chega a R$ 3,6 bilhões — Foto: Embraer/Divulgação

A Embraer divulgou nesta terça-feira (10) que registrou prejuízo líquido de R$ 649 milhões no 3° trimestre de 2020. Com o resultado, a companhia brasileira chega ao balanço negativo de R$ 3,6 bilhões nos nove primeiros meses do ano.

O prejuízo acumulado de R$ 3,6 bilhões é 703,5% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, quando foi reportada perda de R$ 449 milhões.

Segundo a Embraer, a queda nas entregas de aeronaves, especialmente da aviação comercial, foi o que mais impactou as finanças da companhia. Além disso, os resultados e despesas foram bastante impactados pela alta do dólar.

A atual carteira de pedidos da Embraer permanece estável em US$ 15,1 bilhões, por causa do baixo nível de entregas no ano, além de não concretização de novas vendas e sem cancelamentos de pedidos de aeronaves.

A maior parte dos clientes solicitaram o adiamento da entrega das aeronaves por causa da crise provocada pela Covid-19.

Perda no 3° trimestre

O balanço negativo de R$ 649 milhões é mais do que o dobro do prejuízo registrado no 3° trimestre de 2019, que foi de R$ 314 milhões.

A fabricante de aeronaves brasileira teve receita de R$ 4 bilhões no 3°trimestre – 13% menor do que no mesmo período de 2019.

O valor é decorrente das entregas de sete jatos comerciais e 21 executivos, além das atividades das áreas de defesa e serviços. O volume total de entregas de aeronaves caiu 36% na comparação dos trimestres, saindo de 44 para 28 jatos.

Prejuízo acumulado

A Embraer entregou 59 aeronaves em 2020, contra 117 no mesmo período de 2019 – queda de 49,5%.

Já a receita no período era de R$ 9,8 bilhões, que é 25,6% menor do que os R$ 13,2 bilhões acumulados nos nove meses do ano passado.

A redução mais significativa está nas entregas dos aviões comerciais fabricados em São José dos Campos, que este ano totaliza 16 aeronaves contra 54 do ano passado. Queda de 70%.

O prejuízo acumulado em 2020 é de R$ 3,6 bilhões – equivalente a 703,5% maior do que o prejuízo de R$ 449 milhões reportados nos nove meses de 2019.

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Dona de Gianecchini, ganso de vídeo que viralizou, conta que o ‘pet’ anda de coleira e convive bem com humanos

Imagens do ganso passeando levado por uma coleira em uma das áreas mais movimentadas de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, viralizaram nas redes sociais.

Por Cristina Boeckel, G1 Rio

Ganso na coleira chama a atenção nas ruas de São Gonçalo

A imagem de um ganso passeando levado por uma coleira em Alcântara, um dos pontos mais movimentados de São Gonçalo, no Grande Rio, viralizou nas redes sociais na última semana. A dona do ganso, a cabeleireira Fátima Ribeiro, garante que o animal é manso e gosta de socializar. Gianecchini, como a ave se chama, recebeu este nome em homenagem ao ator, de quem a dona é fã.

Apenas no Facebook, um vídeo com as imagens do passeio teve, até o último domingo (8), mais de 2,6 mil compartilhamentos. Naturalmente, por onde passa, o ganso atrai fãs.

“Eu sempre achei o Gianecchini lindo, e o ganso é lindo. Então coloquei o nome”, explicou Fátima.

Segundo Fátima, a coleirinha que Gianecchini usava nas imagens que o tornaram famoso é originalmente destinada para cães, mas passou por uma adaptação para que seja usada por ele.

Ganso Gianecchini circula de coleira pelas ruas de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio — Foto: Fátima Ribeiro/ Arquivo pessoal

Ganso Gianecchini circula de coleira pelas ruas de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio — Foto: Fátima Ribeiro/ Arquivo pessoal

Ao contrário da fama de bravo e de defensores de território, Fátima diz que seus animais são calmos e sociáveis. Ela já chegou a ter quatro gansos. Atualmente, o quintal da casa onde vive conta com somente dois.

“Os meus são tranquilos com todo mundo. Quando chega alguém, eu mando interagir com eles, passar a mão. Então eles acostumaram com as pessoas. As pessoas passam, e eles ficam quietinhos, mas interagem se a pessoa quiser”, explicou a dona do ganso.

A história também foi contada pelo jornal Extra.

Os quatro gansos no quintal da casa de Fátima Ribeiro, em São Gonçalo  — Foto: Fátima Ribeiro/ Arquivo pessoal

Os quatro gansos no quintal da casa de Fátima Ribeiro, em São Gonçalo — Foto: Fátima Ribeiro/ Arquivo pessoal

Além dos gansos, Fátima cuida de outras aves que também têm nomes de celebridades. Entre eles, destaca-se o casal formado pelo galo Luciano Huck e a galinha Angélica.

A casa também conta com três cães e um gato que ela retirou da rua.

Além dos animais, Fátima cuida de plantas. Algumas delas, ela comercializa no salão de cabeleireiro onde trabalha.

Fátima com o ganso Gianecchini e uma das aves que cuida — Foto: Fátima Ribeiro/ Arquivo pessoal

Fátima com o ganso Gianecchini e uma das aves que cuida — Foto: Fátima Ribeiro/ Arquivo pessoal

Amor pela natureza

O carinho com que Fátima trata os animais vem de muito tempo. Ela não se lembra de quando teve o primeiro animal, mas afirma que sempre gostou de cuidar deles.

“Eu nasci amando animais. Eu sempre gostei. Mesmo os animais considerados bravos por outras pessoas, costumam ficar bem comigo”, explicou.

A relação dos filhos e do companheiro com os animais é tranquila, segundo ela. A exceção, que não chega a ser um conflito, é com os dois papagaios da família, que costumam beliscar.

A afeição extrapola os limites dos próprios animais. Os bichos de rua dos locais onde circula também recebem comida e cuidados, caso seja necessário. Alguns vão parar na casa dela.

“O segredo é amar. Porque se você não amar, não adianta, não vai cuidar direitinho. Tem gente que arruma o bicho só por arrumar, mas não ama ele. Não dá o carinho, o cuidado que ele precisa. Tem que amar”, finalizou.

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Atendimentos por teleperícia começam no próximo dia 16, diz INSS

Expectativa inicial da área econômica era de que teleperícias tivessem começado em 6 de novembro. Modalidade deve ser adotada até 31 de janeiro de 2021.

Por G1 — Brasília

O Ministério da Economia informou nesta segunda-feira (9) que os atendimentos do projeto piloto de teleperícias no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam em 16 de novembro e devem seguir até 31 de janeiro de 2021.

Pelo projeto, no teleatendimento, de um lado da videochamada ficam o funcionário e o médico da empresa; de outro um perito do INSS. A teleperícia vale somente para a concessão de auxílio-doença temporário e para funcionários de empresas que têm convênio com o INSS. Em geral, só as grandes têm médicos contratados ou terceirizados.

O plano inicial do governo, segundo apurou a colunista do G1 e da GloboNews Ana Flor, era de que o procedimento tivesse começado na última sexta-feira (6). A previsão tinha sido apresentada pelo INSS ao Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público Federal (MPF) e Defensoria Pública.

Em setembro, o TCU determinou que o INSS criasse um protocolo para a realização de perícias médicas por telemedicina. Na época, a fila de pessoas aguardando o procedimento tinha cerca de 800 mil pessoas.

Segundo o Ministério da Economia, o protocolo da experiência piloto foi aperfeiçoado para dar segurança ao trabalho dos peritos médicos federais. Esses profissionais passam a ser autorizados a realizar os procedimentos relacionados às perícias médicas usando telemedicina durante o período de enfrentamento da pandemia da COVID-19.

A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho e o INSS informaram que foram realizadas reuniões com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Nacional de Medicina do Trabalho para aperfeiçoar o protocolo e dar cumprimento à decisão do Tribunal.

INSS começa a cadastrar empresas para a teleperícia,

“Houve consenso entre os órgãos sobre a necessidade de se promover ajustes no protocolo formalizado pela Subsecretaria da Perícia Médica Federal e INSS no dia 7 de outubro, especialmente no que diz respeito à atuação do médico do trabalho. A versão atualizada do protocolo já foi apresentada ao TCU”, informou o governo.

As entidades informaram que também trabalharam no roteiro de procedimentos a ser seguido na teleperícia, bem como o modelo de relatório médico para encaminhamento do trabalhador periciado.

O INSS informou que a partir desta segunda disponibilizará às empresas, por meio eletrônico, o Termo de Adesão de Participação da Experiência Piloto de Realização de Perícias Médicas com Uso da Telemedicina (Pmut).

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Festa reúne milhares de pessoas e só acaba com a chegada da PM, em Santa Bárbara de Goiás

Evento tinha em torno de 4 mil participantes, o equivalente a mais da metade da população do município. Vídeos flagraram multidão aglomerada e sem máscara.

Por Lis Lopes e Gabriel Garcia, G1 GO e TV Anhanguera

Vídeos mostram aglomeração em festa no lago de Santa Bárbara

Uma festa em Santa Bárbara de Goiás, a 50 km de Goiânia, reuniu cerca de 4 mil pessoas neste domingo (8), mais da metade da quantidade de moradores da cidade, que tem por volta de 6,5 mil habitantes. Vídeos feitos pelos próprios participantes do evento mostram a maioria das pessoas sem máscara e aglomerada (veja acima).

A festa, realizada no Lago da Viúva, começou às 8h e terminou por volta das 14h, com a chegada da Polícia Militar. A multidão só se dispersou após os policiais encerrarem o evento. Muitas pessoas saíram correndo e pularam as grades de contenção para fugir da abordagem.

Em um comunicado publicado nas redes sociais, a organização do evento informou que adotou os cuidados necessários e que tinha as autorizações necessárias para realizar a festa. Disse ainda que havia uma equipe na entrada do evento exigindo o uso de máscaras.

Na publicação, os organizadores ainda afirmam que esse tipo de festa gera empregos e renda e que a classe de eventos pede socorro.

Em áudio divulgado em um aplicativo de mensagens, o prefeito de Santa Bárbara de Goiás, Wagner Vaz da Silva (PP), afirmou que não tinha conhecimento do evento e que a autorização só permitia 10 pessoas por quiosque.

“Já pedi para interditar. A festa nesse momento vai acabar, porque a autorização que saiu foi de 10 pessoas por quiosque e esse tem mais de três mil pessoas”, disse o prefeito na ocasião.

“No município, nós mandamos, não outros órgãos, e nós não vamos permitir isso aí. Eu não tinha conhecimento”, afirmou.

Aglomeração e pessoas sem máscaras

Imagens feitas durante a festa mostram a multidão aglomerada próximo ao lago. Algumas pessoas andavam de moto aquática. Havia som de carros automotivos e bebidas alcoólicas. Mesmo após o encerramento antecipado do evento com a chegada da PM, um participante comentou: “Deu para aproveitar”.

Muitas pessoas chegaram ao local já sem máscara, algumas em grupos dentro de carros e até na carroceria de uma caminhonete. Havia vendedores, também sem máscaras, passando de motorista em motorista oferecendo produtos.

As imagens também mostram que alguns PMs, que foram até o local para dispersar a multidão, estavam sem máscaras. A TV Anhanguera solicitou um posicionamento à assessoria da Polícia Militar, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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Brasil registra saldo positivo de 231 mil empresas abertas em outubro, diz Ministério da Economia

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, número de negócios criados superou o de fechamentos em quase 2 milhões.

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

O Ministério da Economia informou nesta segunda-feira (9) que 320.559 empresas foram abertas em outubro e 89.306 foram fechadas. Assim, o país registrou um saldo positivo de 231.253 novos negócios abertos no mês.

Os números estão no Mapa de Empresas, ferramenta digital do Ministério da Economia (ME) para acompanhamento de dados sobre registro empresarial no Brasil.

Outubro registrou uma queda no saldo de empresas abertas na comparação com setembro, quando o resultado foi de 239.733 empreendimentos abertos.

Para o secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro, os números de outubro são uma “evidência da retomada da atividade econômica brasileira” após os impactos da pandemia do novo coronavírus.

“As medidas de simplificação que estamos implementado nesta gestão têm impacto forte neste processo, com o intuito de melhorar ainda mais o ambiente de negócios no país”, declarou.

Mesmo em meio à pandemia, no acumulado dos dez primeiros meses deste ano houve mais abertura de negócios do que fechamento. De acordo com os dados oficiais, o saldo foi de quase 2 milhões (1.954.970) de empreendimentos criados.

Procurado pelo G1, o Ministério da Economia ainda não havia informado, até a última atualização dessa reportagem, o número de empresas abertas no mesmo período de 2019.

Resultado de outubro

De acordo com o governo, entre as unidades da federação com maior aumento percentual em relação ao registro de novas empresas, o Amapá foi o que mais cresceu. Em outubro, foram abertos 755 novos empreendimentos no estado, uma alta de 15,62% na comparação com setembro.

“Destacam-se, também, Mato Grosso (+5,13%) e Rondônia (+3,71%). Por outro lado, Tocantins registrou a maior variação em relação ao número de empresas fechadas. Em outubro, 601 negócios foram finalizados no estado, o que representa um aumento de 19,48% em relação ao mês anterior”, informou o Ministério da Economia.

A atividade econômica com maior crescimento em outubro, segundo o Mapa de Empresas, foi “Comércio varejista de bebidas”, que registrou aumento de 4,81% no registro de novos negócios abertos, na comparação com o mês anterior.

Os setores de “Transporte rodoviários de cargas” (+4,77%) e de “Promoção de vendas” (+3,26%) também registraram altas, segundo o ministério.

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