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‘Ia pegar em cheio e me acertar’, diz funcionária que saiu do supermercado no momento da batida do caminhão em MG

Mulher avisou companheiro de trabalho que não viu veículo se aproximar. Dez pessoas ficaram feridas no acidente que ocorreu na manhã desta quinta-feira (19) em Juruaia (MG).

Por EPTV 2 — Juruaia, MG

Caminhão desgovernado invade supermercado e deixa dez pessoas feridas em Juruaia

Uma funcionária do supermercado atingido por um caminhão de refrigerantes, nesta quinta-feira (19), saía do estabelecimento no momento em que o veículo se aproximava. Ela revela que, ao ouvir a buzina do caminhão, conseguiu avisar o companheiro de trabalho que não havia visto o que ocorria e deixou o local onde teria sido atingida.

“Ouvi o barulho de buzina, estava abrindo a garagem e me deparei com o caminhão vindo sem freio. Eu só dei um grito com meu companheiro de trabalho e pedi para ele sair porque o caminhão ia bater no supermercado”, revelou Bianca Cristina Rezende Reis, que trabalha como auxiliar-administrativo do estabelecimento.

Caminhão perde freio e invade supermercado no Centro de Juruaia — Foto: Reprodução/Redes sociais

Caminhão perde freio e invade supermercado no Centro de Juruaia — Foto: Reprodução/Redes sociais

Bianca destacou, ainda, que na casa em que funciona o escritório do supermercado, também atingida pelo veículo, o avô dela morreu há 27 anos em um acidente parecido que envolvia também um caminhão desgovernado.

“Ele [avô] deu um sinal e me tirou lá de dentro, porque ia pegar em cheio e me acertar. Só tenho a agradecer pela minha vida. Agradecer a Deus e a ele por ter me tirado dali. É uma sensação muito ruim. Eu poderia ter ido embora, sem ao menos ter tempo de fazer nada igual ao meu avô”, disse.

Funcionária saia do supermercado e conseguiu avisar companheiro de trabalho antes da batida do caminhão em Juruaia (MG) — Foto: Reprodução/EPTV

Funcionária saia do supermercado e conseguiu avisar companheiro de trabalho antes da batida do caminhão em Juruaia (MG) — Foto: Reprodução/EPTV

Ajuda de militar de folga

Um policial militar que estava de folga no momento do acidente viu o caminhão desgovernado e foi ao local para ajudar.

“Eu estava na academia quando o caminhão passou, ouvi a buzina e ele estava descendo em alta velocidade. Passei a mão na chave do carro e desci a avenida. Chegando me deparei com fumaça da poeira, o caminhão já havia adentrado ao estabelecimento, algumas vítimas do lado de fora. Corri na porta e tinha uma das vítimas caída. Acionei a ambilância e os militares que estavam de serviço. Assim que a ambulância chegou, pegou as máquinas e prestei auxilio junto às enfermeiras”, disse Marcos Constantino Teixeira, que é cabo da PM.

O acidente

Imagens de câmeras de segurança flagraram o momento em que um caminhão de refrigerantes perdeu o freio e desceu uma avenida desgovernado segundos antes de invadir um supermercado no Centro de Juruaia na manhã desta quinta-feira (19).

Pelo menos dez pessoas ficaram feridas, sendo duas em estado grave.

Segundo a Polícia Militar, o veículo perdeu o freio na descida da Avenida Jairo Domingues Siqueira. Ele passou pela avenida já buzinando, desgovernado, e só parou quando invadiu o supermercado. Antes, ele se chocou contra uma van que aguardava para descarregar e um poste de energia. Uma casa, onde funcionava o escritório do supermercado, também ficou destruída.

Dois funcionários do supermercado ficaram em estado grave. Um deles foi levado para a Santa Casa de Guaxupé e o outro foi socorrido de helicóptero para o Hospital Alzira Vellano, em Alfenas. Duas operadoras de caixa e um cliente também tiveram ferimentos. Duas pessoas que estavam na van foram levados para o hospital de Juruaia e passam bem. Outras três pessoas que estavam no caminhão de refrigerantes também foram atendidos e estão no hospital.

A vítima que foi para o Hospital Alzira Velano passou por cirurgia, segundo a assessoria de imprensa. A outra pessoa ferida foi um menino de 12 anos que teve escoriações foi para a Santa Casa de Guaxupé, onde está em observação.

Uma das vítimas da batida do caminhão em supermercado foi socorrida de helicóptero em Juruaia (MG) — Foto: Reprodução/EPTV

Uma das vítimas da batida do caminhão em supermercado foi socorrida de helicóptero em Juruaia (MG) — Foto: Reprodução/EPTV

Na casa que foi atingida pelo caminhão não havia ninguém na hora do acidente. Por conta do acidente, a energia elétrica foi comprometida no local.

Em nota, a Coca-Cola, proprietária do caminhão de refrigerantes, informou que as causas do acidente estão sendo investigadas pelas autoridades locais e pela perícia interna da companhia. A empresa também disse que está prestando o auxílio necessário às vítimas e seus familiares, assim como ao supermercado que funciona no local e se coloca à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento.

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Casal do ES morre de Covid-19 com diferença de seis horas

Jaime e Jaciara eram casados havia 40 anos e estavam internados em hospitais diferentes do estado. Segundo a família, os dois eram considerados do grupo de risco para a doença.

Por G1 ES e TV Gazeta

Casal morre no mesmo dia de Covid-19, no ES

A morte de um casal por Covid-19 no mesmo dia chocou amigos e familiares no Espírito Santo. Jaime Gaudio Júnior, de 61 anos, e Jaciara Moraes Gaudio, de 57, morreram em um intervalo de seis horas, em hospitais diferentes, nesta terça-feira (17). Eles eram casados havia 40 anos e moravam em Aracruz, no Norte do estado.

A família acredita que o primeiro a se infectar foi Jaime, já que ele manifestou antes os sintomas da doença. Segundo parentes, o casal se sentiu mal há cerca de dez dias e teve a infecção pelo coronavírus confirmada.

“Começou com uma tosse simples, rotineira. E, logo em seguida, ele [Jaime] veio a ter febre. A minha mãe teve um quadro de pneumonia”, disse um dos filhos do casal, Thiago Moraes, que mora em Os dois estavam no grupo considerado de risco para a Covid-19.Portugal.

Jaime e Jaciara morreram no mesmo dia com Covid-19 no ES — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Jaime e Jaciara morreram no mesmo dia com Covid-19 no ES — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Os dois estavam no grupo considerado de risco para a Covid-19. Jaime, além de ter mais de 60 anos, tinha problemas de saúde e estava na fila do transplante de fígado. Já Jaciara era hipertensa.

“Meu pai era hipertenso, tinha cirrose, estava na fila de transplante de fígado. O caso dele era mais complicado, tem imunidade baixa. A minha mãe também era hipertensa”, afirmou Thiago.

Por morar no exterior há dois, ele não conseguiu se despedir dos pais.

“A lembrança, quando vier, vai ser boa. De mim, dos meus irmãos, de tantas pessoas que nos rodeiam, familiares. Isso abalou muito a gente. Uma perda muito complicada.”

Nº de mortes no ES parou de cair

Nesta quarta-feira (18), o governador Renato Casagrande se reuniu com entidades da sociedade civil, do governo, Assembleia Legislativa e Ministério Público para discutir a atual situação da pandemia no estado. No fim do dia, em uma coletiva, Casagrande disse que o número de mortes parou de cair, o que é um alerta.

“Não tem crescimento de óbitos grande, mas qualquer pessoa que perde a vida nos preocupa bastante. Como estabilizou, paramos de cair nos óbitos, é um sinal de alerta”, disse Casagrande, que em seguida anunciou um aumento nas restrições para a próxima semana, após a divulgação do novo Mapa de Risco.

“Vamos ter uma menor restrição para os ambientes que têm controle e um pouco mais de restrição para ambientes que têm mais risco de não ter controle”.

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Milicianos da Zona Oeste do Rio que planejavam invadir comunidade dominada por facção criminosa são presos, diz polícia

Ação ocorreu na noite de quinta-feira (19); de acordo com a investigação, criminosos tinham planos de dominar o Morro do Dezoito. Fuzis foram apreendidos.

Por G1 Rio

Fuzis, carregadores e coletes foram apreendidos com milicianos — Foto: Divulgação

Fuzis, carregadores e coletes foram apreendidos com milicianos — Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Rio prendeu, na noite de quinta-feira (19), membros da milícia que atua nas regiões de Campinho e Praça Seca, na Zona Oeste do Rio.

A força-tarefa inclui delegacias especializadas, por meio da desarme, e prendeu Michel Homes Menezes (Chechel), Rodrigo de Souza da Silva, Marcus Vinicius Rodrigues de Oliviera, Roberto da Rocha Siqueira e José Carlos Salino Jacinto.

A investigação descobriu que os milicianos se deslocariam para a comunidade do Divino na tentativa de invadir o Morro do Dezoito, comandado por uma facção criminosa.

Os criminosos foram encontrados em um carro a caminho do Morro da Barão. No veículo, foram apreendidos 3 fuzis, granadas, carregadores, rádios, coletes, cinto e munições.

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Amapá tem novo apagão total

As treze cidades afetadas voltaram a ficar sem energia na terça-feira (17). Ministério de Minas e Energia diz que investiga as causas e que o sistema está sendo restabelecido gradualmente.

Por G1

Amapá volta a registrar novo apagão em 13 das 16 cidades

Amapá registrou um novo apagão total na noite de terça-feira (17), por volta das 20h30, atingindo as 13 das 16 cidades do estado que já estavam com fornecimento racionado por causa do blecaute ocorrido em 3 de novembro.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirmou que houve novo desligamento no Amapá e que está trabalhando para restabelecer a totalidade das cargas no estado o mais breve possível.

Moradores de bairros de Macapá relataram que o fornecimento começou a ser retomado por volta de 22h40, mas apresentando oscilações e falhas. Após o apagão, apenas hospitais, órgãos públicos e estabelecimentos comerciais com geradores não tiveram interrupção.

Macapá está completamente no escuro após novo apagão nesta terça-feira (17) — Foto: Rede Amazônica

Macapá está completamente no escuro após novo apagão nesta terça-feira (17) — Foto: Rede Amazônica

Também em nota, a Eletronorte informou que ocorreu um desligamento da Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, que está fornecendo parte do abastecimento ao Amapá, em decorrência de “um evento externo à usina, provavelmente no sistema de distribuição de energia elétrica”.

Completou que os técnicos restabeleceram a geração na usina e que o fornecimento começou a ser retomado pela Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) e ONS. Esclareceu também que não é proprietária da distribuição ou transmissão de energia para o Amapá.

O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que o sistema elétrico apresentou instabilidade e as causas estão sendo investigadas.

A Linhas de Macapá Transmissora de Energia, concessionária responsável pela transmissão no estado informou, em nota, que não há problemas no transformador da subestação na capital que fornece o serviço e que o apagão “deve ser confirmado com as autoridades”.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede Sustentabilidade-AP) disse nas redes sociais que “estamos novamente com apagão total no Amapá”. “É urgente um esclarecimento das autoridades responsáveis sobre o que aconteceu neste momento.”

Apagão no Amapá

Os problemas no fornecimento de energia iniciaram no dia 3 de novembro, depois que um incêndio atingiu a principal subestação do Amapá. As causas ainda são investigadas. Treze das 16 cidades do estado ficaram completamente “no escuro” por quatro dias.

O ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia, chegou a anunciar que o restabelecimento total estava previsto para o último fim de semana, porém a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) planeja que o racionamento dure até 26 de novembro.

A concessionária LMTE responsável pela operação da subestação tinha até a quinta-feira (12) para dar uma “completa solução” para o problema, porém pediu prorrogação do prazo, que foi atendido pela Justiça Federal com data máxima até 25 de novembro.

No dia 7 de novembro, o serviço começou a ser retomado e atualmente a distribuição para 90% da população do estado é através de rodízio, de 3 e de 4 horas.

Soluções temporária e definitiva

Na segunda-feira (16), começaram a ser descarregados 37 geradores termelétricos que devem garantir, de forma provisória, o retorno de 100% do fornecimento da energia elétrica assim que entrarem em operação.

Ainda não há prazo exato para a retomada integral da eletricidade, pois a previsão depende da avaliação técnica das empresas de montagem dos geradores.

Os geradores, que chegaram na segunda-feira vindos de Manaus em balsas, vão gerar 45 megawatts de energia.

Atualmente, o estado gera um total de 210 megawatts, sendo 70 da Usina Hidrelétrica de Coaracy Nunes e 140 megawatts através do sistema da Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE).

Para garantir 100% do abastecimento e com segurança de reserva de energia é necessária a instalação de um segundo transformador na subestação que pegou fogo. Atualmente, a estrutura opera com apenas um, também danificado pelo incêndio, mas que foi recuperado no dia 7 de novembro.

A LMTE tinha um terceiro transformador, justamente de reserva, mas o equipamento está em manutenção desde o fim de 2019.

A Rede Globo apurou ainda que, em 5 anos de operação, a subestação que pegou fogo não recebeu uma única fiscalização presencial da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Inspeção na subestação com transformador incendiado ao fundo — Foto: Polícia Civil/Divugação

Inspeção na subestação com transformador incendiado ao fundo — Foto: Polícia Civil/Divugação

A Aneel esclareceu que a fiscalização do setor de transmissão de energia elétrica ocorre continuamente e tem por base o monitoramento de indicadores de desempenho das transmissoras.

A montagem do novo transformador está prevista para esta semana. Na segunda-feira o equipamento, que pesa cerca de 100 toneladas, começou a ser transportado de Laranjal do Jari, no Sul do estado, numa operação logística que envolve balsas e caminhões.

O parque elétrico de geradores que chega ao Amapá vai continuar no estado mesmo após a recuperação do transformador da subestação, como retaguarda.

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Trancados em casa: conheça histórias de moradores de SP que seguem em isolamento rígido há mais de sete meses

Durante a pandemia de Covid-19, editor escreveu seu primeiro livro aos 83 anos; idosa, que é mãe de feirantes, fica de máscara até dentro de casa; e casal de jovens é considerado radical pelos amigos.

Por Paula Paiva Paulo, G1 SP — São Paulo

Mais de 7 meses de pandemia: conheça histórias de quem segue em isolamento em SP

Não fosse pelo som quase ininterrupto de buzinas e motocicletas acelerando, talvez o casal Gabriela e Luiz até se esquecesse de que mora a apenas um quarteirão da Avenida Paulista. Em novembro, mais de sete meses depois do início da quarentena por causa da pandemia de Covid-19, os dois, que têm pouco mais de 30 anos, continuam em confinamento rígido.

Assim como eles, o editor de livros José Xavier Cortez, de 83 anos, e a dona de casa Rita Peçanha, de 74, também moradores de São Paulo, não flexibilizaram as medidas de isolamento social.

Conheça, abaixo, as histórias deles:

José Xavier Cortez, editor de livros

“Fique em casa!”

A frase imperativa – que vinha não só do noticiário, mas principalmente de suas três filhas – levou a memória do editor de livros José Xavier Cortez ao início da década de 1940. Ele não ouvia ordens semelhantes desde então. “Comecei a ficar impaciente, e essa impaciência me fez lembrar de quando eu era criança lá no sertão do Rio Grande do Norte, quando a minha mãe me deixou de castigo.”

A nova “punição”, desta vez, foi causada pela pandemia de Covid-19. Aos 83 anos e no grupo de risco, Cortez teve de interromper os exercícios físicos, que fazia no Parque da Água Branca, as idas à editora Cortez, que fundou há 40 anos, e os encontros com os netos.

Mas um novo desafio tomou lugar da impaciência inicial. Depois de publicar, como editor, mais de 1,3 mil títulos, Cortez decidiu escrever seu primeiro livro: “Tempos de isolamento”, que mistura memórias e reflexões sobre a vida em pandemia.

A ideia começou a tomar corpo depois que ele viu um recado no elevador, deixado por vizinhos do prédio que se ofereciam para fazer compras para os moradores mais velhos, ação de solidariedade que se tornou comum na pandemia.

Além das reflexões sobre a vida em quarentena, Cortez revisitou memórias das mais de oito décadas de vida. Do sertão do Rio Grande do Norte, passou por Pernambuco, onde se tornou marinheiro, pelo Rio de Janeiro, onde foi expulso da Marinha por questões políticas após o golpe militar, até chegar a São Paulo.

Na capital paulista, seu primeiro emprego foi como lavador de carros. Em seguida, já cursando economia na Pontifícia Universidade Católica (PUC), passou a comprar e revender livros, até abrir sua própria editora.

Antes de a pandemia começar, Cortez continuava na sala de aula, em um curso voltado para a terceira idade. Com o livro, ele também quis mostrar a importância desse tipo de programa nas universidades.

“As pessoas que estão envelhecendo – que criaram seus filhos, que deram todo seu tempo, todo seu trabalho, todo seu suor, em benefício de determinadas cidades do país – merecem esse tratamento especial.”

Hoje viúvo, Cortez mora sozinho em um apartamento em Perdizes. A escrita do livro ocupou seu tempo por cinco meses. E com o lançamento, em outubro, a agenda continua cheia, agora com telefonemas, e-mails e lives na internet.

“Foi uma experiência singular que, posso assegurar, me manteve ativo mentalmente e entusiasmado a ponto de me apartar de qualquer resquício de depressão e tristeza nestes meses de confinamento.”

Rita Peçanha, dona de casa

Com a chegada da pandemia, Rita Peçanha, de 74 anos, viu sua rotina mudar radicalmente depois de mais de três décadas. Testemunha de Jeová, ela estava acostumada a sair de casa para visitar as pessoas e falar sobre a Bíblia. O trabalho a fazia caminhar pelo bairro e sempre conhecer gente nova.

A dona de casa chegou a ficar com raiva quando um dos filhos disse que ela não iria mais poder sair. “Até entender tudo, foi muito difícil. Depois, comecei a pensar que iam ser só dois meses. E você vê, até hoje…”.

Rita mora com quatro filhos em uma casa na Vila Libanesa, Zona Leste de São Paulo. Como alguns deles trabalham como feirantes e têm muito contato com outras pessoas e fregueses, todos ficam de máscara até dentro de casa. “Eu tiro só para dormir. E, às vezes, para assistir às videoconferências”, conta Rita.

Nestes meses, além de participar das reuniões on-line, a dona de casa vêm contando com a leitura para passar o tempo. Ainda assim, sente falta do convívio com a família e os netos. “A gente nunca mais comeu uma pizza junto”, lamenta.

Com isso, surgiu a ideia da chegada de mais um membro na casa. No caso, a cachorra Hanna, um filhote. “Outro dia, falei o dia todo com ela. Dei risada, ela me alegrou muito mesmo.”

Já acostumada ao isolamento, Rita casa disse que irá continuar com as medidas de segurança até a chegada de uma vacina contra a Covid-19.

Luiz Coppi e Gabriela Carvalho, professores

O casal de professores de redação Gabriela Carvalho, de 33 anos, e Luiz Coppi, de 32, conheceu os termos “lockdown”, “pandemia” e “quarentena” quando ainda morava em Portugal. Lá, o isolamento foi rígido.

“A grande ficha caiu quando acabou o primeiro estoque de comida, e a gente precisou sair para ir ao mercado. Tinha segurança na frente, as pessoas estavam em fila com distanciamento, e aí deu uma sensação de que a gente estava entrando em Chernobyl”, diz Luiz.

Em julho, quando voltaram para o Brasil, o novo choque foi com a diferença entre os países. Quando perceberam que no Brasil a máscara, o distanciamento e o uso de álcool gel não eram regra entre a população, decidiram continuar o confinamento total.

“Eu tive um momento do qual acho que não me recuperei até agora, de ver pessoas de quem eu gosto muito indo para a praia, em reuniões conjuntas. Eu posto muito no Instagram sobre essa questão, então acho que eles nem chamam mais, porque eles ficam: ‘Ah, estão lá os dois radicais'”, conta Gabriela.

O casal continua fazendo todas as compras pela internet e higieniza tudo que chega. Quando receberam visitas surpresas de parentes, não autorizaram a subida até o apartamento.

“A gente está em um momento em que a ciência e as universidades estão sendo super atacadas, e o que a gente ouve dessas instituições é que o isolamento ainda é a melhor maneira, a máscara ainda é a melhor maneira [de se proteger]. E me dá a impressão de que ficar em casa é validar isso”, diz Luiz.

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Documentos mostram que Ibama facilitou exportação de madeira extraída ilegalmente

Nesta terça-feira, durante reunião do Brics, presidente Jair Bolsonaro anunciou que divulgará lista de países que criticam Brasil por desmatamento, mas compram madeira ilegal no país.

Por G1 e Jornal Nacional — Brasília

Documentos mostram que ação do Ibama facilitou exportação de madeira ilegal

Documentos mostram que uma ação do governo federal facilitou a exportação de madeira extraída ilegalmente.

Na manhã desta terça-feira, durante uma reunião do Brics (grupo de países que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que divulgará uma lista de países que compram madeira ilegalmente extraída das florestas brasileiras, mas criticam o país em razão do desmatamento.

Greenpeace Brasil, Instituto Socioambiental e Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente entraram na Justiça em junho contra uma decisão tomada pelo presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Eduardo Bim, que flexibilizou normas para a exportação de madeira brasileira. A decisão foi tomada depois de um pedido das madeireiras.

A ação das entidades ambientalistas foi divulgada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O Jornal Nacional também teve acesso.

Em fevereiro, madeireiras do Pará pediram ao Ibama para mudar uma regra que existia há nove anos.

As empresas queriam vender madeira para o exterior apresentando apenas o documento de origem florestal (DOF), feito pelas próprias empresas e que originalmente só serve para permitir o transporte da mercadoria até o porto.

Segundo os ambientalistas, em março, Eduardo Bin contrariou laudos técnicos da Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e florestas do Ibama e fez exatamente o que os madeireiros solicitaram: suspendeu — por meio de um despacho — os efeitos de uma instrução normativa, argumentando que o dispositivo não se aplicava mais por causa do Código Florestal.

Para convencer o presidente do Ibama a flexibilizar as regras de exportação, madeireiros do Pará alegaram que estavam deixando de fazer vendas porque compradores internacionais exigiam a autorização de exportação emitida pelo instituto, uma garantia de que a madeira não foi retirada de forma ilegal das florestas brasileiras.

Bolsonaro promete divulgar lista de países que criticam o Brasil pelo desmatamento

Na ação, as três entidades afirmam que o Ibama permitiu a extinção do mecanismo de fiscalização ambiental existente até então, relativo ao controle da exportação de cargas de madeira retirada das florestas do país para que fosse estabelecida uma nova dinâmica de fiscalização, a ser realizada quando a madeira já não estaria mais em solo brasileiro.

Na prática, as entidades sustentam que o Ibama deu aos madeireiros um cheque em branco.

Nesta terça-feira (17), o presidente do Ibama reforçou a decisão de suspender a instrução normativa e defendeu que a fiscalização coíbe a exportação ilegal de madeira.

“A fiscalização amostral era regra anterior e continua sendo regra agora. Nada mudou. Não existe uma diminuição do esforço de fiscalização. Ao contrário, como eu digo, hoje, uma ou duas vezes por semana, a Diretoria de Biodiversidade do Ibama aqui na sede manda os relatórios das contas para possibilitar uma fiscalização com inteligência”, declarou.

O porta-voz do Greenpeace afirmou que o governo Bolsonaro facilitou a exportação ilegal de madeira.

“O governo mais uma vez tenta apontar o dedo e a culpa para outras pessoas, outras organizações ou até mesmo outros países. Se nós fizéssemos o nosso dever de casa, coibindo a extração ilegal de madeira, tivéssemos um sistema de licenciamento e controle do setor florestal unificado e transparente e efetivo, nós não teríamos nem exportação de madeira ilegal,não teríamos nem como exportar madeira ilegal”, afirmou Rômulo Batista, porta-voz da campanha de Amazônia do Greenpeace.

O Palácio do Planalto não deu resposta ao pedido de esclarecimentos sobre a decisão do Ibama.

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Mãe tentou proteger o filho em desabamento de falésia em Pipa e morreu abraçada a ele, diz testemunha

Família aproveitava o dia de folga quando falésia desabou nesta terça-feira (17). Casal e bebê de sete meses morreram soterrados.

Por Fernanda Zauli e Juliane Barreto, G1 RN e Inter TV Cabugi

Stella Souza, uma das vítimas do desabamento de falésia na praia de Pipa nesta terça-feira (17), tentou proteger o filho no momento do acidente. Ela foi encontrada abraçada ao bebê de 7 meses, segundo testemunhas. O marido de Stella, Hugo Pereira, de 32 anos, também morreu soterrado no local, um dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Norte .

O empresário náutico Igor Caetano testemunhou o acidente e tentou socorrer as vítimas. Ele contou que a mãe abraçou o filho na tentativa de protegê-lo.

“Ainda deu tempo de a mãe tentar segurar a criança, por isso que os adultos estavam mais machucados, porque a mãe estava abraçada com ele [o bebê].”

“A gente cavou até encontrar o pai, e depois encontramos a mãe e a criança. O menino ainda estava respirando. Por coincidência, uma médica estava passando aqui na hora. Ela tentou reanimar a criança, mas não teve mais jeito”, disse Caetano.

Na hora do acidente, o casal e o bebê estavam sentados perto da falésia – o cachorro da família também morreu soterrado.

Stella Souza, de 33 anos, Hugo Pereira, de 32, e o filho deles, Sol de Souza, de 7 meses, morreram no local — Foto: Arquivo pessoal

Stella Souza, de 33 anos, Hugo Pereira, de 32, e o filho deles, Sol de Souza, de 7 meses, morreram no local — Foto: Arquivo pessoal

João Marinho, primo de Stella, contou que, quando a equipe de resgate chegou ao local, já encontrou a família sem vida

“Eu sou nascido e criado aqui e sempre aconteceu isso, mas cada vez mais o mar está destruindo a falésia. A gente vê os turistas aproveitando a sombra das falésias e pede pra eles saírem porque a gente sabe do risco”, afirmou ele, que é pescador.

Conforme as marés enchem e atingem a falésia, sua base vai sendo desgastada, o que deixa a parte de cima mais vulnerável a desabamento.

Pipa é um distrito de Tibau do Sul, que fica a cerca de 100 km de Natal. Além das praias, o local é conhecido por festivais culturais e gastronômicos.

Desabamento de falésia deixa três mortos na Praia de Pipa

Parte de falésia desaba e deixa 3 mortos de uma mesma família em Pipa — Foto: Arquivo pessoal

Parte de falésia desaba e deixa 3 mortos de uma mesma família em Pipa — Foto: Arquivo pessoal

Placas levadas pela maré

De acordo com a prefeitura de Tibau do Sul, placas com alerta do risco de desabamento são colocadas constantemente na região, mas logo são levadas pela maré cheia.

O secretário de Comunicação do município, Fábio Pinheiro, disse que, pouco antes do acidente, o casal foi alertado dos riscos por um fiscal da prefeitura.

A Prefeitura de Tibau do Sul sabia dos riscos de desabamento das falésias. Os perigos do trecho já haviam sido alertados em recomendações feitas pelo Ministério Público Federal do RN (MPF-RN). Uma delas fez com que o Município contratasse uma equipe de profissionais para mapear as áreas de maior ameaça.

Antes da pandemia, Pipa recebia em média 7 mil pessoas por dia na alta temporada, segundo a prefeitura. O uso da praia não foi proibido durante a pandemia, e não há estimativa do público que tem frequentado o local nesse período.

Praia de Pipa, logo depois do desabamento de parte de uma falésia. — Foto: Arquivo pessoal

Praia de Pipa, logo depois do desabamento de parte de uma falésia. — Foto: Arquivo pessoal

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Ministério da Agricultura proíbe comercialização de 9 marcas de azeite sob suspeita de fraude

A ação do governo ocorreu após a Polícia Civil do Espírito Santo desarticular uma organização criminosa especializada na adulteração de azeite. De acordo com investigação, os produtos seriam, na verdade, óleo de soja. O G1 não encontrou o contato das marcas.

Por G1

Ministério da Agricultura proibiu, na terça-feira (17), a comercialização de nove marcas de produtos de azeite de oliva extra virgem sob suspeita de fraude.

A ação do ministério ocorreu após a Polícia Civil do Espírito Santo desarticular, na quarta-feira (11), uma organização criminosa especializada na falsificação de azeites.

Na operação, foram apreendidos mais de três mil frascos. Segundo a polícia, o que era vendido como azeite de oliva extravirgem, seria, na verdade, óleo de soja.

Em nota, o ministério afirma que “os investigados criavam as marcas, supostamente importadas, e colocavam para venda no mercado nacional”. O G1 não encontrou o contato das marcas.

“A adulteração e falsificação de azeite de oliva não se trata exclusivamente de fraude ao consumidor, mas de crime contra a saúde pública”, declarou o coordenador-geral de Qualidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Hugo Caruso.

Veja a lista das marcas proibidas:

  • Casalberto
  • Conde de Torres
  • Donana (Premium)
  • Flor de Espanha
  • La Valenciana
  • Porto Valência
  • Serra das Oliveiras
  • Serra de Montejunto
  • Torezani (Premium)

Mandados e prisão

Frascos de azeite adulterados são apreendidos na Grande Vitória, no ES  — Foto: Divulgação/ PCES

Frascos de azeite adulterados são apreendidos na Grande Vitória, no ES — Foto: Divulgação/ PCES

A operação deflagrada pela Polícia Civil do ES foi realizada por meio da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon).

No total, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, e um mandado de prisão de um cubano, suspeito de chefiar o esquema de falsificação de azeites.

Os mandados foram feitos em três residências e duas empresas, localizadas nos municípios de Vila Velha e Cariacica.

Os produtos eram comercializados na Grande Vitória e no interior do Espírito Santo. As empresas investigadas também vendiam os produtos para os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e da região Nordeste.

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São Paulo terá Virada da Consciência Negra com homenagem a George Floyd; veja programação

Evento entre 17 e 22 de novembro terá feira literária, feira de profissões, seminário com advogado do George Floyd e iluminação de prédios públicos.

Por G1 SP — São Paulo

Para celebrar o Dia Nacional da Consciência Negra, a cidade de São Paulo recebe entre os dias 17 e 22 de novembro a Virada da Consciência, que conta com uma série de eventos gratuitos como feira de profissões, feira de tecnologia, debates literários, shows, exposições, peças, campeonatos esportivos e oficinas. Programação prevê homenagem a George Floyd, morto em Minnesota, nos Estados Unidos, durante uma ação policial.

Organizada pela Faculdade Zumbi dos Palmares, em parceria com Afrobras, com as secretarias municipal e estadual de Educação, secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da São Paulo e movimentos sociais e empresariais, a Virada tem como objetivo promover a valorização da diversidade étnico racial e divulgar as realizações e a cultura do negro no Brasil e no mundo.

Veja a programação da Virada da Consciência:

8ª FLINK SAMPA – festa da literatura e cultura negra de São Paulo
Dia 19 e 20
Homenagem ao centenário da morte de Ruth Guimarães, com mesas de debates, lançamentos de livros da escritora. Evento vai contar com a participação de Conceição Evaristo, Martinho da Vila, Laurentino Gomes, Cristóvão Buarque e Flávia Lima

TROFÉU RAÇA NEGRA
Dia 19
Condecora personalidades, figuras com forte atuação na sociedade para a promoção da igualdade racial. Esta edição irá homenagear o cantor e compositor Luiz Melodia , o ministro Luiz Barroso, Thaíde, Emicida e Paula Lima

AFROMINUTO
Dia 20
Concurso de vídeo de um minuto via celular com alunos das escolas públicas do estado. A solenidade de premiação acontecerá às 10h.

SEMINÁRIO ACADÊMICO INTERNACIONAL
De 18 a 20
Tema “Tira esse joelho daqui”
Público: professores, alunos e público em geral
Personalidades: Polícia Militar, Guarda Civil, universidades, federação de empresas segurança Personalidade internacional: advogado de Floyd

BLACKTECFEST – FEIRA DE TECNOLOGIA E EMPREENDEDORISMO
Dia 18 –
 “Jornadas da diversidade 2020”
Organização: iniciativa empresarial pela igualdade, com coordenação do prof. Raphael Vicente – seminário com presidentes e representantes de empresas e lançamento do índice de igualdade racial empresarial.

Afroweek – campanha de venda do varejo para arrecadação de recursos financeiros para fundo Vidas Negras (participantes: Shoppings D, Gran Plaza Sul, Tietê, Cidade São Paulo, Cerrado/Goiás e Metropolitano/Rio – e lojas Colombo

Ação com Sesc, MIS, Farol Santander e Secretaria Municipal da Cultura com iluminação de prédios públicos.

Assinatura de parcerias com a Federação Nacional das Empresas de Segurança (Fenavist) e Fundação Abrinq, Senado Federal e Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Dia 20 – inauguração da Sala George Floyd na Universidade Zumbi dos Palmares, às 11h

Dia 22 – formatura dos alunos do 2º semestre/2019 e 1º semestre/2020. A Universidade Zumbi dos Palmares realizará a formatura de 70 alunos da instituição. Será um momento para celebrar a conquista desses jovens que ingressarão no mercado de trabalho capacitados e formados.

A programação completa com todas as atividades da Virada da Consciência pode ser consultada no site do evento.

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Seis em cada dez indústrias preveem faturar mais em 2021, informa levantamento da CNI

Levantamento apontou ainda que 69% das empresas industriais estão faturando tanto quanto no período anterior à pandemia e 73% estão com o mesmo nível de emprego.

Por Laís Lis, G1 — Brasília

Seis a cada dez indústrias esperam aumentar o faturamento em 2021, informa pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta terça-feira (17).

Segundo a entidade, 62% das empresas pesquisadas informaram que a previsão para 2021 é de aumento no faturamento.

A pesquisa ouviu executivos de 509 empresas industriais entre 23 de outubro e 12 de novembro.

A maioria das empresas também informou que os negócios já retomaram o mesmo nível de produção do período que antecedeu a pandemia.

De acordo com a entidade,

  • 70% das empresas declararam que os negócios estão no mesmo nível de produção de fevereiro;
  • 69% declararam que já estão com o mesmo faturamento registrado antes da chegada da Covid-19 ao país;
  • 73% declararam estar com o mesmo nível de emprego.

Indústria volta a todo vapor após parada no auge da pandemia

Apesar do faturamento no mesmo nível de fevereiro para quase 70% das empresas, 47% dos entrevistados afirmaram que ainda operam com uma margem de lucro menor do que antes da pandemia.

“A hipótese é que, mesmo com o aumento no faturamento, as indústrias têm sofrido com a alta das despesas com energia e insumos, por exemplo”, afirmou a CNI.

De acordo com os dados do levantamento, 45% das empresas declararam que a produção atual é maior que no período pré-pandemia.

A pesquisa perguntou ainda sobre as expectativas dos empresários para o próximo ano: 55% afirmaram acreditar que 2021 será de crescimento econômico; 12% preveem retração econômica em 2021.

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