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Cão com mais de 1 m de altura chama atenção em Votorantim: ‘Sabia que ia crescer, mas não tanto’, diz tutora

Da raça Dog Alemão, ‘Grandão’ tem apenas três anos e 1,06 m de altura quando está em cernelha.

Por Gabriela Almeida, g1 Sorocaba e Jundaí

Grandão veio de Ribeirão Preto (SP) e  vive há dois meses em Votorantim (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Grandão veio de Ribeirão Preto (SP) e vive há dois meses em Votorantim (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Um amor por cachorros de raça grande e a busca por realizar o pedido da filha fez com que uma moradora de Votorantim (SP) adquirisse um “animalzinho”. O que ela não esperava era que o filhote ficaria quase da sua altura (e até maior que ela quando “fica em pé”).

Grandão, como é chamado o cão da raça Dog Alemão, tem três anos. Segundo a tutora Isa Marinho, ela sabia que o animal é de raça de grande porte, mas conta que foi surpreendida.

“Como eu já conhecia a raça, tinha noção que ele iria crescer, mas não tanto. A altura dele de cernelha é 1,06 m e 2,20 m de altura ‘em pé’, pesando 86 quilos. Eu meço 1,63. Minha filha tem 1,65”, compara.

Isa conta que já teve um cão da mesma raça e também um São Bernardo. Como vivia em Ribeirão Preto, cidade de muito calor, optou pela raça do Grandão.

Como todo bom filhote, ele busca gastar a energia da melhor forma possível: brincando. De acordo com Isa, apesar da altura, Grandão não tem noção de seu tamanho.

Cão com mais de um metro de altura chama a atenção em Votorantim (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Cão com mais de um metro de altura chama a atenção em Votorantim (SP) — Foto: Arquivo pessoal

“O Grandão tem o comportamento de um cão de porte pequeno: adora ficar no colo, senta e deita no nosso colo, brinca, pula, adora te puxar com as patas e não tem noção da força que tem”, explica.

O tamanho do animal também fez com que Isa comprasse novas camas para os filhos, já que ele gosta de dormir ao lado deles.

“Troquei as camas dos dois para cama de casal – no intuito dele dormir na mesma cama com um ou com o outro – não adiantou (risos). Ele os jogava pra fora”, relembra.

Mudança de casa

Conforme Grandão ia crescendo, a energia ia aumentando e a adaptação foi ficando mais difícil. “Eu tive que me mudar de casa (risos), pois ele destruía tudo, principalmente o jardim. Todo dia ele aparecia com as plantas na boca. Ele já destruiu dois sofás de três lugares retráteis, uma cama e vários colchões. Agora já faz dois meses que nos mudamos para Votorantim”, diz.

Todo mês, Grandão consome aproximadamente 45 quilos de ração, o que gera, em média, um gasto mensal de R$ 1,5 mil. Agora, o próximo passo é encontrar uma parceira para ele.

Isa leva o cão para passear todos os dias. Segundo ela, o animal está feliz na nova cidade, pois está recebendo amor e carinho de toda a família.

“Ele se adapta com a gente. Onde a gente está, ele está bem. Não importa se a gente está aqui, lá, ou em qualquer lugar, mas desde que ele esteja junto e se sinta amado, acolhido, perto de nós, para ele está ótimo”, finaliza Isa.

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Bombeiros encerram buscas pelo paraquedista Luiz Cardelli um mês após acidente com o atleta em Manaus

O atleta está desaparecido desde o dia 15 de abril, quando realizou um saltou e foi levado por uma ventania.

Por Carolina Diniz, Rede Amazônica

Após um mês de buscas, o Corpo de Bombeiros do Amazonas anunciou neste domingo (15) que a operação para encontrar o paraquedista Luiz Henrique Cardelli está encerrada. Ele desapareceu no dia 15 de abril, quando realizou um saltou e foi levado por uma ventania em Manaus.

A Polícia Civil informou que as investigações do caso seguem em andamento. Em nota, a família do atleta afirmou que apoia as investigações e espera que seja feita justiça ao caso (veja os detalhes abaixo).

Segundo os bombeiros, nos primeiros 15 dias de buscas, mais de 100 militares trabalharam na operação para encontrar o paraquedista, durante 16 horas por dia. A partir da segunda quinzena, o efetivo foi reduzido para 40 homens, que passaram a realizar as buscas por 8 horas diárias.

Foram realizadas varreduras detalhadas em mais de 600 quilômetros quadrados. As buscas ocorreram no rio, e em terra. Como nada foi localizado, os bombeiros decidiram encerrar a ocorrência.

Por outro lado, a corporação informou que atenderá, a partir de agora, por demanda. Ou seja, caso alguém encontre algum vestígio que possa ser do paraquedista, as equipes serão deslocadas para atendimento.

Relembre o caso

No dia 15 de abril, o atleta estava em um grupo formado por 14 paraquedistas que realizava saltos na capital amazonense, e foi surpreendido pelo forte vento e pela chuva que atingiu a cidade.

Durante o temporal, quatro atletas acabaram saindo da rota correta. Dois deles foram resgatados no mesmo dia, enquanto uma paraquedista foi encontrada no dia seguinte, já sem vida.

No dia 26 de abril, um vídeo divulgado pelo advogado e representante da família do paraquedista Luiz Henrique Cardelli, Athos Cardoso, mostra uma amiga do atleta questionando-o sobre o salto durante o mau tempo que fazia em Manaus no dia em que ocorreu o incidente.

Uma semana após o caso, a Confederação Brasileira de Paraquedismo (CBPq) determinou a suspensão das atividades de salto no Aeroclube Amazonas por 30 dias.

Confira o posicionamento da família

A família e os amigos choram a dor do desaparecimento, sobretudo por não ter qualquer vestígio de seu paradeiro, o que se pode imaginar a angústia e tristeza por parte de todos que o conheciam.

Luiz Henrique Cardelli é um guerreiro, mas não há dúvidas de que a tempestade previsível, o forte vento e a correnteza dificultaram muito sua luta intensa pela sobrevivência.

Nesse sentido, há uma via lógica e legítima a ser questionada. Nenhum “equipamento” foi capaz de prever a tempestade no mês de abril? Nenhum “equipamento” foi capaz de proibir e fechar a área de salto naquelas condições?

Sabe-se que, por óbvio, o paraquedista possui sua autonomia enquanto tomador de decisão. No entanto, acreditamos que todo paraquedista deve receber todas as informações essenciais à prática direta do esporte, que são intrínsecas à formação de uma decisão final.

Acreditamos no trabalho da Polícia Civil do Estado do Amazonas e seguimos vigilantes na busca por esclarecimentos.

Desejamos que todas as partes envolvidas prestem depoimentos, à exemplo de todos os paraquedistas que estavam na aeronave, piloto, mestres de salto, responsáveis técnicos pela região (RTA – RTAG), proprietários da escola de salto, Aeroclube de Manaus, bem como as demais instituições por intermédio de seus representantes: CINDACTA, Comando do Corpo de Bombeiros, Secretaria de Segurança Pública, Defesa Civil, Instituto Nacional de Meteorologia Defesa Civil, Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), Exército, Aeronáutica e Marinha.

A Justiça de Deus será feita e a Justiça dos homens precisa ser feita, com foco na prevenção de casos similares e ao aperfeiçoamento do próprio esporte.

Por fim, os representantes seguem à disposição para eventuais esclarecimentos e desejam os mais sinceros votos de solidariedade à família e aos amigos da jovem Ana Carolina Silva.

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Grupo faz manifestação após morte de homem na região da Cracolândia

Cerca de 200 pessoas protestaram na praça Júlio Prestes, no Centro de São Paulo, próximo ao local onde rapaz foi baleado durante operação para prender traficantes e que retirou dependentes químicos da Praça Princesa Isabel.

Por g1 SP — São Paulo

Manifestantes fazem homenagem à Raimundo Nonato Fonseca Junior, de 32 anos, baleado e morto durante a operação na Cracolândia na última quinta-feira (12). — Foto: Arquivo pessoal

Manifestantes fazem homenagem à Raimundo Nonato Fonseca Junior, de 32 anos, baleado e morto durante a operação na Cracolândia na última quinta-feira (12). — Foto: Arquivo pessoal

Um grupo de cerca de 200 pessoas fez uma manifestação neste domingo (15) na Praça Júlio Prestes, no Centro de São Paulo, próximo ao local onde Raimundo Nonato Fonseca Junior, de 32 anos, foi baleado e morreu durante operação na Cracolândia na última quinta-feira (12).

A ação policial tinha como objetivo prender traficantes e retirou dependentes químicos da Praça Princesa Isabel.

Participaram do protesto movimentos ligados ao atendimento e promoção de bem-estar a moradoras em situação de rua e a dependentes químicos da região da Cracolândia. A Pastoral do Povo da Rua, liderada pelo Padre Júlio Lancellotti também aderiu.

Grupo de cerca de 200 pessoas fez manifestação neste domingo (15) na Praça Júlio Prestes, no Centro de São Paulo — Foto: Arquivo pessoal

Grupo de cerca de 200 pessoas fez manifestação neste domingo (15) na Praça Júlio Prestes, no Centro de São Paulo — Foto: Arquivo pessoal

A manifestação foi pacífica – em determinado momento, houve um princípio de bate-boca com uma família de moradores da região que criticou a manifestação.

A PM acompanhou de longe o ato e interditou um trecho da Avenida Rio Branco para os manifestantes passarem.

Grupo de cerca de 200 pessoas fez manifestação neste domingo (15) na Praça Júlio Prestes, no Centro de São Paulo — Foto: Arquivo pessoal

Grupo de cerca de 200 pessoas fez manifestação neste domingo (15) na Praça Júlio Prestes, no Centro de São Paulo — Foto: Arquivo pessoal

Policial autor do disparo foi identificado

DHPP investiga morte de homem em situação de rua durante ação policial

Investigadores do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) identificaram neste sábado (14) o policial que fez o disparo de arma de fogo na quinta-feira (12) na Cracolândia, no Centro de São Paulo. Raimundo foi baleado e morreu.

O policial é integrante do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e se apresentou na sexta-feira (13), espontaneamente, junto com os outros dois colegas da equipe.

Dois dos três policiais da equipe efetuaram disparos durante a ação: um com arma de fogo e outro de elastômero (bala de borracha), um armamento menos letal.

O objetivo do DHPP agora é tentar traçar a provável trajetória da bala, para descobrir se esse tiro matou Raimundo.

Os investigadores do DHPP e da Corregedoria também querem entender o que levou o policial a efetuar o disparo de arma de fogo no meio da multidão. O tiro de advertência até é admitido nessas situações, mas apenas em último caso, quando há risco iminente de vida para o policial, mas precisa ser feito de forma “controlada”, em direção a um barranco ou numa área gramada, por exemplo, pra evitar o risco de o projétil ricochetear, como parece ter ocorrido na madrugada de quinta-feira.

Também está sendo apurado porque esses policiais estavam sem o uniforme e os equipamentos de proteção do Garra. Eles disseram que estavam chegando ao trabalho quando ouviram, pelo rádio, que a situação no Centro era crítica e resolveram dar apoio antes mesmo de vestirem o uniforme e os equipamentos de proteção.

Investigadores apuram se partiu da arma de um policial tiro que matou homem na Cracolândia, em SP

Morte

Raimundo morreu após ter sido atingindo com um tiro do tórax por volta das 21h de quinta-feira (12). Imagens de moradores da região mostram um grupo de pessoas pela avenida, três homens armados e, em seguida, barulhos de tiros.

Ele chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.

O corpo de Raimundo foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) neste sábado e será enterrado em Campinas, no interior de São Paulo, no domingo (15). Raimundo deixou três filhos.

Aline Fonseca, irmã da vítima, contou que ele parou de estudar na sétima série para ajudar no orçamento da casa. À época, a mãe dele trabalhava como vendedora ambulante em Campinas.

Ela disse que eles foram muito próximos na infância. Já na vida adulta, chegaram a trabalhar juntos. Ela fazia marmitas para vender e ele entregava a comida.

A jovem disse que Raimundo tinha histórico de dependência química, mas a família não sabia que ele estava na Cracolândia, em São Paulo. E se revoltou contra a forma como o irmão foi tratado pelas forças de segurança.

“Podia ter sido uma bala de borracha, alguma coisa para dispersar os dependentes químicos. Mas não, optaram por matar mesmo. (…) É muita injustiça, injustiça demais. Muito difícil. Para a gente que não tem condição financeira, vai acabar ficando por isso mesmo”.

Na tarde desta sexta, uma equipe da perícia esteve no local. Ainda não há informações se Raimundo fazia parte do fluxo da Cracolândia na Praça Princesa Isabel, que foi dispersado na última quarta-feira (11). Ele tinha passagens policiais por roubo e tráfico de drogas.

O advogado Ariel de Castro Alves, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais, informou que pediu para a Ouvidoria da Polícia apurar se algum policial está envolvido na morte do homem na região da Cracolândia.

“Precisa ser apurado de quem partiu o disparo. Se, inclusive, ele foi vítima de disparo feito por policiais durante a dispersão do fluxo da Cracolândia”, disse Ariel. “Encaminhei ao ouvidor de polícia.”

A Defensoria Pública do estado disse que também está acompanhando essa e outras histórias para saber se houve violação de direitos humanos nas ações da polícia na Cracolândia.

Para entidades de direitos humanos, as operações – como as desta semana – deveriam ser acompanhadas de estrutura para atendimento de saúde.

O secretário-executivo de Projetos Estratégicos da prefeitura disse que os dependentes estão recebendo apoio durante as operações. “De janeiro para março, a gente aumentou 7 vezes o número de encaminhamentos para acolhimento terapêutico, aumentou 28% o atendimento no Centro de Atenção Psicossocial [Caps] em frente à Praça Princesa Isabel”, afirmou Alexis Vargas.

Para Raphael Escobar, integrante do coletivo A Craco Resiste, a assistência oferecida pela prefeitura é quase nula. “Eles podem oferecer um albergue ou outro, mas assim, albergue é moradia? Você dividir o quarto com 160 pessoas? Então tem um histórico de violência gigantesco dentro desses serviços”, avalia.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), informou “que três policiais civis se apresentaram voluntariamente, nesta sexta-feira (13), como autores de disparos durante ação contra o tráfico de drogas na região central de São Paulo, na noite anterior. No mesmo local um homem de 32 anos foi atingido no tórax por um projétil e morreu. O caso está sendo investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa”.

Disse ainda que a perícia vai apurar se o tiro que causou a morte do homem saiu da arma de um destes policiais e as circunstâncias do fato.

Usuários da Cracolândia dispersos

Após a operação que envolveu 650 oficiais e retirou os dependentes químicos da Cracolândia da Praça Princesa Isabel, a quinta-feira (12) foi marcada por deslocamentos e busca por novos pontos para se fixar nas ruas do Centro, principalmente próximo à Praça Marechal Deodoro.

Divididos em grupos, antigos moradores da Praça Princesa Isabel estão circulando pelos seguintes pontos: Rua Helvétia, Alameda Barão de Piracicaba, Alameda Glete, Rua Mauá, Rua Barão de Limeira, Rua Barão de Campinas e Rua Conselheiro Nébias.

A movimentação dos usuários levou medo aos comerciantes da região, e alguns trabalharam com portas entreabertas nesta quinta (12). Viaturas da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana circulavam pela região, assim como agentes de saúde.

Esta foi a segunda mudança de endereço da Cracolândia em pouco mais de um mês.

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Explosão em hotel de Florianópolis deixa feridos

Estrutura ficou comprometida, segundo bombeiros. Duas mulheres que estavam no térreo ficaram feridas.

Por Joana Caldas, g1 SC

Uma explosão em um hotel de Florianópolis deixou duas mulheres feridas neste domingo (15), informou o Corpo de Bombeiros Militar. O prédio precisou ser evacuado. O hotel foi isolado para perícia, segundo o secretário municipal de Segurança Pública, Araújo Gomes.

Explosão compromete estrutura de hotel em Florianópolis

A explosão ocorreu por volta das 14h20. O hotel fica na Avenida Beira-mar Norte, uma das mais importantes da cidade, no Centro. Segundos os bombeiros, a estrutura do prédio ficou comprometida.

Às 16h41, o trânsito na Avenida Beira-mar Norte era feito em uma faixa no sentido bairro. Uma seguia bloqueada.

Feridas

Umas das pessoas feridas é uma estrangeira que trabalha no hotel. Conforme os bombeiros, ela estava no térreo sofreu queimadura de segundo grau na parte frontal do corpo, incluindo o rosto, e foi levada por uma ambulância ao Hospital Celso Ramos, em Florianópolis. Ela estava consciente quando foi atendida.

A outra mulher que se machucou também estava no térreo, mas do lado de fora do hotel. Porém, com a explosão, ela foi atingida por estilhaços de vidro. Segundo os bombeiros, os ferimentos não foram graves.

Com a explosão, várias janelas do hotel foram quebradas. Os bombeiros desligaram o gás e a energia elétrica do hotel.

Às 16h32, a Defesa Civil estava no local, segundo o secretário de Segurança Pública. Os hóspedes foram autorizados a entrar no prédio para pegar os pertences. O próprio hotel providencia hospedagem alternativa aos clientes.

Ainda não se sabe o que causou a explosão. Porém, os bombeiros acreditam que ela esteja relacionada a vazamento de gás. A explosão não causou incêndio.

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Aeronave que fez pouso forçado com paraquedistas apresentou problemas a cerca de 270 metros de altitude, diz sobrevivente

Avião levava 16 pessoas quando uma pane elétrica obrigou o piloto a fazer um pouso forçado em Boituva (SP); dois atletas morreram. Polícia Civil e Cenipa investigam as causas do acidente.

Por g1 e TV TEM

Aeronave que fez pouso forçado com paraquedistas em Boituva apresentou problemas a cerca de 270 metros de altitude — Foto: Reprodução/TV TEM

Aeronave que fez pouso forçado com paraquedistas em Boituva apresentou problemas a cerca de 270 metros de altitude — Foto: Reprodução/TV TEM

A aeronave que fez um pouso de emergência e provocou duas mortes em Boituva, no interior de São Paulo, apresentou problemas a cerca de 900 pés (aproximadamente 275 metros) de altitude, de acordo com um paraquedista que estava no avião.

acidente ocorreu no início da tarde de quarta-feira (11) e dois atletas morreram com o impacto. Outras dez pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais da região.

À TV TEM, o paraquedista Raphael Gonzales Alves, que estava na aeronave no momento do acidente, contou que estava se preparando para fazer um salto baixo, a seis mil pés, mas o avião não chegou na altitude necessária.

Um vídeo publicado nas redes sociais mostra os atletas em um salto realizado antes da decolagem que terminou no pouso forçado 

“Meu grupo ia ser um dos primeiros a saltar porque o nosso objetivo era um salto de treinamento de navegação em pouso. Nós estávamos próximos à porta e seríamos os primeiros a sair. Iríamos saltar de seis mil pés e o restante do pessoal ia continuar subindo até 12 mil, mas acabou que ninguém chegou nessa altura”, lembra o atleta.

De acordo com a Associação de Paraquedistas de Boituva, a aeronave decolou com 16 pessoas do Centro Nacional de Paraquedismo (CNP), mas teve uma pane elétrica logo depois e o piloto precisou fazer um pouso de emergência na área rural da cidade.

“Entramos no avião, procedimento de decolagem padrão. Aí, a 900 e poucos pés de altitude (cerca de 275 metros), o alarme de emergência do avião começou a soar e o piloto então nos informou que era uma situação crítica, que era para todo mundo ficar em situação de emergência”, conta o paraquedista.

Ainda de acordo com Raphael, a aeronave tocou três vezes o solo antes de tombar e ficar com as rodas para cima. Ele contou que os atletas ficaram sabendo da situação de emergência, mas chegaram a pensar que conseguiriam pousar em segurança e até a comemorar antes da aeronave atingir um barranco.

“O segundo [toque da aeronave no chão] foi tranquilo, tanto que a gente chegou a comemorar, ficou aliviado. E no meio desse sentimento de alívio é que ocorreu essa infelicidade. O trem de pouso bateu no barranco, fazendo com que o avião capotasse e causou isso.”

Na tarde de quinta-feira (12), o paraquedista prestou depoimento à Polícia Civil de Boituva, que abriu um inquérito para investigar o caso. Além de ouvir os sobreviventes, em especial o piloto do avião, o delegado explicou que precisa dos laudos periciais para esclarecer as causas do acidente.

“Acredito que foi realmente uma fatalidade. Eu estou há muitos anos em Boituva e já investigamos vários acidentes com vítima fatal, mas com avião foi a primeira vez que aconteceu. Agora é trabalhar em conjunto com o CNP e outros órgãos para produzir um relatório que traga mais segurança para todos que frequentam e gostam muito do centro”, afirma o delegado Carlos Antônio Antunes.

A aeronave foi desmontada para perícia na quinta-feira e o motor do avião foi recolhido por equipes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Imagens feitas pela TV TEM mostram que um braço mecânico foi utilizado para retirar os destroços da área dos fios de alta tensão em segurança (veja abaixo).

Equipes retiram destroços de avião que fez pouso forçado com paraquedistas em Boituva

Luto

Conforme o administrador do CNP, a empresa Skydive4Fun, responsável pela aeronave envolvida no acidente, não fez nenhum salto na quinta, nem fará na sexta-feira (13) em homenagem às vítimas. No entanto, as demais empresas continuam funcionando normalmente.

Vítimas foram identificados como André Luiz Warwar, de 53 anos, e Wilson José Romão Júnior, de 38 — Foto: Arquivo pessoal

Vítimas foram identificados como André Luiz Warwar, de 53 anos, e Wilson José Romão Júnior, de 38 — Foto: Arquivo pessoal

Os passageiros que morreram foram identificados como André Luiz Warwar, de 53 anos, e Wilson José Romão Júnior, de 38. André era funcionário da área de tecnologia da TV Globoe dirigia filmes.

Wilson José Romão Júnior, conhecido como “Juninho Skydive”, morava em Piracicaba (SP) e era instrutor de paraquedismo. Ele foi enterrado no Cemitério São Judas Tadeu, em Guarulhos (SP), às 13h de quinta-feira.

Já André será velado a partir das 10h desta sexta-feira (13) e enterrado no Cemitério São João Batista às 15h, na cidade do Rio de Janeiro.

Manutenção em dia

Conforme apurado pelo g1, o avião Cessna Aircraft 208, de matrícula PT-OQR, é o mesmo envolvido em um acidente que matou o paraquedista Alex Adelmann, de 33 anos, durante um salto em 2012.

Na época, foi constatado que o atleta foi atingido na nuca pela asa da aeronave logo após saltar no Centro Nacional de Paraquedismo (CNP), segundo o Cenipa. O piloto foi indiciado pela Polícia Civil por imprudência.

Avião caiu em Boituva, no interior de SP — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Avião caiu em Boituva, no interior de SP — Foto: Polícia Militar/Divulgação

No entanto, apesar do histórico, o presidente da Associação de Paraquedistas de Boituva (APB), Marcello Costa, afirmou que a aeronave apresentava bom estado de conservação e estava autorizada a realizar o transporte dentro da unidade.

Em nota, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou que o avião estava com Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) em dia, ou seja, apta para realizar voos, de acordo com informações do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB).

A Anac disse ainda que, na configuração aprovada para o transporte de passageiros, a capacidade da aeronave é de até nove passageiros. No entanto, no caso da configuração para o lançamento de paraquedistas, em que são removidos os assentos, a avaliação da capacidade é feita pelo peso máximo de decolagem.

Com isso, “a aeronave pode realizar a operação de lançamento de paraquedistas com quantidades superiores a nove pessoas a bordo, limitada ao peso máximo de decolagem de 3.629 quilos”, conforme a agência.

Polícia Militar foi ao local do acidente envolvendo um avião em Boituva (SP) — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Polícia Militar foi ao local do acidente envolvendo um avião em Boituva (SP) — Foto: Polícia Militar/Divulgação

A Skydive4Fun afirmou que a aeronave tinha capacidade máxima para 15 paraquedistas e estava com todas as rotinas de manutenção em conformidade com as normas e regulamentos da Anac.

A empresa reforçou ainda que o “tripulante engajado na operação tem elevada experiência de voo e é devidamente habilitado pela Anac com todos os respectivos treinamentos em dia”.

Partes do avião que caiu em Boituva (SP) foram achadas — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Partes do avião que caiu em Boituva (SP) foram achadas — Foto: Polícia Militar/Divulgação

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Usuários da Cracolândia se dividem em grupos e buscam novos pontos para se fixar, como a Praça Marechal Deodoro

Operação que envolveu 650 agentes na madrugada da quarta-feira (11) e tinha como foco a prisão de traficantes, retirou dependentes químicos da Praça Princesa Isabel.

Por Anderson Colombo, TV Globo e g1 SP — São Paulo

Grupo tenta se fixar na Praça Marechal Deodoro, no Centro, após ação na Cracolândia

O dia seguinte à operação que envolveu 650 oficiais e retirou os dependentes químicos da Cracolândia da Praça Princesa Isabel, na madrugada de quarta-feira (11), foi marcado por deslocamentos e busca por novos pontos para se fixar nas ruas do Centro, principalmente próximo à Praça Marechal Deodoro.

Divididos em grupos, antigos moradores da Praça Princesa Isabel estão circulando pelos seguintes pontos: Rua Helvétia, Alameda Barão de Piracicaba, Alameda Glete, Rua Mauá, Rua Barão de Limeira, Rua Barão de Campinas e Rua Conselheiro Nébias.

A movimentação dos usuários levou medo aos comerciantes da região, e alguns trabalharam com portas entreabertas nesta quinta (12). Viaturas da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana circulavam pela região, assim como agentes de saúde.

Esta foi a segunda mudança de endereço da Cracolândia em pouco mais de um mês.

Segundo um morador da região, na noite de quarta, um grupo de cerca de 60 pessoas chegou a tentar invadir o Sacolão Campos Elíseos, na Alameda Eduardo Prado. Os comerciantes fecharam as portas, a polícia chegou, ainda segundo o morador, e, como o grupo não conseguiu entrar no mercado, seguiu subindo a rua em direção à estação Marechal Deodoro do Metrô.

De acordo com o segurança do sacolão, alguns dependentes químicos jogaram pedras nos vidros, e um deles ficou trincado. Ninguém ficou ferido, não houve furtos nem danos aos clientes. Segundo ele, o grupo estava dando voltas no quarteirão por volta das 19h40.

Após ação da polícia na Cracolândia, usuários de drogas se espalham pelo Centro de SP

A ação, que envolveu 650 oficiais das polícias Civil e Militar e da Guarda Civil Metropolitana, além de funcionários da prefeitura, resultou em cinco presos (dois eram procurados e três foram detidos em flagrante), além de apreensão de documentos (como RGs e CPFs) e drogas (quantidade não divulgada até a última atualização desta reportagem), segundo a polícia.

O objetivo era prender 36 pessoas, a maioria traficantes. Um dos presos foi Lucas Felipe Macedo Marques, que, segundo a polícia, mantinha uma banca de drogas no local. Os policiais apreenderam drogas, dinheiro e cadernos com anotações dos traficantes.

Moradores da Cracolândia se espalham por ruas do Centro após operação da polícia — Foto: Reprodução/TV Globo

Moradores da Cracolândia se espalham por ruas do Centro após operação da polícia — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo o delegado Roberto Monteiro, “o que nós descobrimos no trabalho de inteligência é que não se tratava de uma venda e consumo por dependentes. Na verdade, se tratava de vários traficantes hierarquizados, mantidos em organização criminosa que faturava inclusive, segundo as nossas estimativas, perto de R$ 200 milhões por ano”.

O padre Júlio Lancelotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, afirmou que os usuários ficaram agitados com a ação e, em vez de um único grupo, agora são vários.

“Eles estão espalhados, estão muito agitados com toda a truculência que eles receberam, que mais uma vez o poder público engana a população, espalhou as pessoas pelas ruas e isso vai gerar mais ódio. Ao invés de ter um grupo temos agora dezenas de grupos espalhados. Vai pulverizar pela cidade, mas o principal e o mais grave é que as pessoas continuarão abandonadas, continuarão sem nenhuma assistência, continuarão sendo desrespeitadas. Foram tratadas mais uma vez como lixo.”

Segundo o delegado Monteiro, a ação foi pacífica e que não houve truculência por parte dos agentes.

Há, pelo menos, três décadas as autoridades tentam acabar com a Cracolândia. O problema é complexo e, como tal, exige mais do que ações policiais pontuais. Para Thiago Marques Fidalgo, professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a solução definitiva para a Cracolândia passa por uma articulação entre vários setores – como saúde, assistência social, segurança pública, cultura e esporte e deve ter como foco o usuário.

“O que a gente precisa é ter o foco do cuidado no usuário. Então, é oferecer assistência, moradia, oportunidade de emprego, oferecer cuidado de saúde, não só tratamento da dependência, mas cuidado de saúde em geral. Pensar num programa integrado, visando o bem-estar e melhoria da qualidade de vida e o resgate da dignidade social das pessoas que circulam pela Cracolândia”, afirmou.

“Cada tentativa que é feita sempre costuma ter o foco em segurança pública”, ressalta, “e a Cracolândia é um problema muito complexo, que envolve também segurança pública, mas é fundamentalmente um problema de saúde pública. Então, para a gente ter uma solução que seja mais definitiva, precisa pensar no cuidado e na saúde das pessoas que circulam por lá”.

A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social informou, por nota, que foram feitos 146 atendimentos pelos assistentes sociais e que 17 pessoas aceitaram ser encaminhadas para o Centro de Atenção Psicossocial (Caps).

Depois da operação da polícia, os dependentes químicos saíram às pressas deixando para trás pertences. Com a praça vazia, a prefeitura começou uma reforma na parte que até a terça (10) era ocupada pela Cracolândia.

Marcelo Salles, subprefeito da Sé, afirmou que será feita “descompactação de toda a terra, a recomposição do paisagismo, poda de árvore, recuperação das galerias de águas pluviais que quem não tá aqui pode não perceber, mas tem um cheiro muito forte, vamos desentupir tudo e arrumar todo o sistema de drenagem da praça”.

Nesta quinta-feira (12), o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), disse que a gestão estadual não tem solução mágica para a Cracolândia na capital paulista.

“Nós não temos um passe de mágica para a solução da Cracolândia em São Paulo, no resto do Brasil e não tem no mundo. É uma perseverança permanente de políticas públicas para que a gente possa melhorar o sofrimento daqueles dependentes químicos. Criar um programa efetivo de reinserção social. Só a perseverança pode nos dar algum sucesso em relação a isso e combater a criminalidade”, afirmou o governador.

Os comerciantes da região estão ansiosos para que as coisas voltem ao normal. A loja de carros de Kléber Silva, por exemplo, vendia cerca de 15 veículos por mês, mas negociou apenas um nos últimos 30 dias. “Estamos passando três meses numa dificuldade muito difícil, tremenda, não está aparecendo cliente, os clientes que você pega no anúncio, já fala se aqui é a Cracolândia, e eu tenho que ser sincero, infelizmente estou em frente, e eles falam ‘Não tem como ir aí, eu tenho medo’.”

Em 22 de março, a Cracolândia amanheceu na Praça Princesa Isabel. Ninguém soube dizer como nem por que o fluxo mudou de endereço. Até a noite anterior, ele ficava em frente à estação Júlio prestes. Atualmente, essa área está fechada com tapumes e vem sendo revitalizada pela prefeitura.

Mapa operação na Cracolândia  — Foto: Arte/g1

Mapa operação na Cracolândia — Foto: Arte/g1

Bloqueios na região

Por conta da ação, diversas ruas do centro foram bloqueadas.

De acordo com a SPTrans, 30 linhas de ônibus estão sendo desviadas desde as 4h30 desta quarta-feira, 11 de maio, em razão de interferência na Av. Rio Branco com a Pça. Princesa Isabel e na Rua Helvétia com a Rua Guaianases, no Campos Elíseos, em ambos os sentidos.

Linhas afetadas:

  • 118C/10 Jd. Pery Alto – Term. Amaral Gurgel
  • 119C/10 Pq. Edu Chaves – Term. Princ. Isabel
  • 129F/10 Conexão Petrônio Portela – Metrô Barra Funda
  • 1732/10 Vl. Sabrina – Term. Amaral Gurgel
  • 178L/10 Lauzane Paulista – Hosp. das Clínicas
  • 271C/10 Pq. Vl. Maria – Term. Princ. Isabel
  • 311C/10 Pq. São Lucas – Bom Retiro
  • 508L/10 Term. Princ. Isabel Aclimação
  • 509M/10 Jd. Miriam – Term. Princ. Isabel
  • 5144/10 Term. Sapopemba – Term. Princ. Isabel
  • 5154/10 Term. Sto. Amaro Term. Princ. Isabel
  • 609F/10 Chác. Santana – Term. Princ. Isabel
  • 719P/10 Term. Pinheiros – Term. Princ. Isabel
  • 7458/10 Jd. Boa Vista – Est. da Luz
  • 778R/10 Cohab Raposo Tavares – Term. Princ. Isabel
  • 805L/10 Term. Princ. Isabel – Aclimação
  • 8528/10 Jd. Guarani – Pça. do Correio
  • 8544/10 Cid. D’abril 3ª Gleba – Pça. do Correio
  • 8600/10 Term. Pirituba – Lgo. do Paissandú
  • 8707/10 Rio Pequeno – Term. Princ. Isabel
  • 9300/10 Term. Casa Verde – Term. Pq. D. Pedro II
  • 9301/10 Term. Casa Verde – Pça. do Correio
  • 9354/10 Term. Cachoeirinha – Pça. do Correio
  • 938C/10 Cohab Taipas – Term. Princ. Isabel
  • 9500/10 Term. Cachoeirinha – Pça. do Correio
  • 9501/10 Term. Cachoeirinha – Lgo. do Paissandú
  • 9653/10 Pedra Branca Pça. do Correio
  • 967A/10 Imirim – Pinheiros
  • 978J/10 Voith – Term. Princ. Isabel
  • 978L/10 Term. Cachoeirinha – Term. Princ. Isabel

Desvio no sentido centro: Normal até a Av. Rio Branco, Al. Eduardo Prado, Al. Barão de Limeira, Av. Duque de Caxias, Av. Rio Branco, prosseguindo normal.

Desvio no sentido bairro: Normal até a Av. Rio Branco, Rua General Osório, Al. Barão de Limeira, Al. Ribeiro da Silva, Av. Rio Branco, prosseguindo normal.

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Caso Mary Hellen: Tailândia prevê pena de morte por tráfico, mas não se aplica a cocaína; entenda o que diz a lei

Lei tailandesa prevê penas que variam de 10 a 20 anos de encarceramento, prisão perpétua e até morte; especialistas dizem que interpretação do juiz local é decisiva para cada caso.

Por Lucas Soares, Lara Silva e Franco Jr., g1 Sul de Minas — Pouso Alegre, MG

Uma pessoa flagrada com drogas na Tailândia pode ser punida até com a pena de morte, dependendo do tipo e da quantidade do entorpecente.

Conforme a lei do país:

No entanto, conforme especialistas, a decisão para as penas de categoria 2 variam de acordo com a interpretação do juiz local.

Mary Hellen Coelho Silva, moradora de Pouso Alegre (MG), foi detida na Tailândia em fevereiro com mais dois brasileiros no aeroporto de Bangkok. Os três transportavam 15,5 quilos de cocaína.

A jovem de 21 anos foi condenada a 9 anos e 6 meses de prisão no último domingo (8). A defesa de Mary Hellen só foi comunicada sobre a pena nesta quinta-feira (12) por meio de um email do consulado brasileiro na Tailândia, que diz ter sido informado da decisão somente na quarta-feira (11)

(Correção: Ao publicar esta reportagem, o g1 errou ao informar que a pena máxima para o tráfico de cocaína na Tailândia é a prisão perpétua. Na verdade, a pena máxima para esse tipo de crime no país é de 15 anos, conforme nova legislação que entrou em vigor no país no fim de 2021. A informação foi corrigida no texto em 09/05/22, às 19h02)

Família de sul-mineira presa na Tailândia por tráfico teme pena de morte para jovem

Pena de morte na Tailândia

Segundo a Cornell Law School, dos Estados Unidos, em fevereiro de 2021 havia no corredor da morte da Tailândia um total de 254 pessoas pelo crime de tráfico de drogas. Isso incluía 132 homens e 31 mulheres condenados à morte por delitos de drogas e 89 homens e duas mulheres condenados à morte por outros crimes.

Advogado explica legislação de drogas na Tailândia após caso de sul-mineira presa no país

Interpretação é do juiz

Segundo especialistas ouvidos pelo g1 e pela EPTV, afiliada Rede Globo, a interpretação sobre a lei antidrogas da Tailândia pode mudar de acordo com a interpretação do juiz que estiver julgando o caso. De acordo com Telêmaco Marrace, um dos advogados contratados pela família de Mary Hellen e que afirmou que a jovem foi usada como ‘mula’, a legislação tailandesa é tão complexa quanto a brasileira.

“Ela tem atenuantes e tem também as majorantes, as que excedem o número x de pena. O grande detalhe é que essa quantidade de droga não caberia e prisão perpétua e não caberia também a pena de morte, não é uma quantidade excessiva de droga. Eu creio que eles terão uma punição, já que a lei diz que a interpretação é do magistrado, de quem julga, o juiz”, disse o advogado.

Segundo ele, casos semelhantes de pessoas que receberam a anistia, o perdão real, são de pessoas que não tinham uma quantidade muito elevada de drogas. O fato de Mary Hellen ser réu primária também é um fator que pode contar. Ele não acredita que uma pena de morte ou de prisão perpétua seja dada.

“No caso ali são 15 quilos, quase 16 quilos, mas dividido por três pessoas, então se você fizer a divisão não é uma quantidade elevada de drogas, eles vão ficar presos em uma prisão preventiva por um determinado período, mas eles podem pegar uma pena sim, mas essa pena vai variar. Eles podem pegar até 5 anos de prisão, eles podem pegar a prisão perpétua ou pena de morte. Eu creio que dá para excluir desses a prisão perpétua e a pena de morte, eles vão ficar ali em uma média de 5 anos”, concluiu o advogado.

Já segundo Ariel de Castro Alves, advogado e especialista em direitos humanos e segurança pública pela PUC-SP, a atuação da diplomacia brasileira no caso poderá ser determinante.

“É fundamental, precisamos que o governo brasileiro possa ter acenos políticos, diplomáticos junto ao governo tailandês para que ela possa responder no Brasil pelo crime cometido lá, mas isso é muito difícil de acontecer, não existe nenhum acordo nesse sentido entre Brasil e Tailândia e a competência penal é sempre territorial. Provavelmente ela vai responder ao processo lá, ela e os outros dois jovens brasileiros e depois da sentença, da condenação, é que o Brasil pode pedir a transferência humanitária, para que eles cumpram pena aqui”, comentou em entrevista ao EPTV 1.

Áudio pedindo ajuda

“Eu vou te passar o contato do doutor Edson. Por favor, liga pra ele. Fala pra ele fazer alguma coisa. Fala pra ele mandar a gente pro Brasil, pra gente responder lá”.

Esta foi a mensagem de áudio que Mariana Coelho recebeu da irmã Mary Hellen Coelho Silva, presa na Tailândia por tráfico de drogas na semana passada. Com voz de choro e aparentando desespero, a jovem de 21 anos pediu para que a irmã entrasse em contato com um advogado para trazer ela de volta para o Brasil.

O áudio foi encaminhado por um aplicativo de mensagens. Foi por meio dele que Mariana soube da prisão da irmã no país asiático. Em entrevista ao g1Mariana contou que ficou surpresa e em choque quando soube do crime que a irmã havia cometido.

“Eu não tinha noção da dimensão daquilo, não sabia da gravidade. Pra mim, ela estava viajando para Curitiba atrás de algum namorado, estas coisas que os jovens fazem”, relembrou Mariana.

Mariana contou que só começou a entender a gravidade da situação depois que começou a pesquisar sobre o assunto e descobriu sobre as possíveis punições que a irmã poderia sofrer.

A notícia pegou a família de surpresa. A mãe dela, que luta contra um câncer, precisou ser internada quando soube que a filha havia sido presa no país asiático.

Mary Hellen não contou motivo da viagem

A família não sabia do envolvimento dela com as drogas. Segundo Mariana, ela tinha informado que iria viajar para Curitiba, mas não contou o motivo. A irmã pensava que ela teria ido ao encontro de um possível namorado.

Uma das amigas de Mary Hellen, Angelique Sanches, contou que sabia que a amiga fumava maconha. Em entrevista ao g1, ela contou que a jovem viajava bastante pelo Brasil, mas que esta foi a primeira vez que Mary fez uma viagem internacional. Assim como a irmã de Mary Hellen, Angelique também não sabia que a jovem iria para a Tailândia.

Mariana e Angelique contaram que Mary Hellen é uma jovem esperta e inteligente. Ela retomou seus estudos e faz aulas de direção em uma autoescola da cidade. Para a irmã e a amiga, Mary Hellen foi enganada ou induzida a ir para a Tailândia.

“Ela jamais iria para um lugar onde há pena de morte. Ela não iria arriscar tudo por isso. Se ela tivesse ciente de onde iria, ela não teria ido. E se eu soubesse, não teria deixado ela ir”, afirmou Angelique.

Junto com a irmã Mariana, Mary Hellen produz bolos para vender. Elas sonham em abrir uma loja para profissionalizar o negócio da família.

Entenda o caso

Cocaína estava escondida em compartimento oculto da bagagem, segundo as autoridades tailandesas — Foto: RPC/Reprodução

Cocaína estava escondida em compartimento oculto da bagagem, segundo as autoridades tailandesas — Foto: RPC/Reprodução

Três brasileiros foram presos no aeroporto de Bangkok, na Tailândia, segundo as autoridades do país. Eles são investigados por tráfico internacional de drogas. De acordo com comunicados das autoridades tailandesas, divulgados na imprensa do país asiático, foram apreendidos com os brasileiros 15,5 quilos de cocaína.

Os primeiros detidos foram um homem, de 27 anos, e Mary Hellen, de 21 anos, que saíram de Curitiba. Após escalas, chegaram em um voo por volta das 7h de segunda-feira (14). Horas depois, as autoridades prenderam um morador de Apucarana, no norte do Paraná. O jovem, de 24 anos, havia chegado em outro voo.

O Itamaraty informou que, por meio da embaixada de Bangkok, acompanha a situação e presta toda assistência aos brasileiros.

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Vídeo mostra lançamento do foguete que caiu em plantação de Formosa

Exército disse que ninguém se feriu e que há investigação em andamento para apurar o que fez disparo fugir da rota programada. Lavrador contou susto ao ver queda a metros de distância.

Por Vanessa Martins e Danilo Moreira, g1 Goiás e TV Anhanguera

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o lançamento do foguete do Exército Brasileiro saindo da rota programada (assista acima)Ele caiu em uma plantação de Formosa e assustou lavradores que trabalhavam no local.

A Polícia Civil e o deputado federal José Nelto (Podemos), que tem uma fazenda na cidade, confirmaram que a gravação é do disparo feito na quarta-feira (11) e levou ao acidente.

Apesar do susto, ninguém se machucou, como contou o trabalhador Enilson dos Santos Gomes:

“Eu vi o foguete vindo, achei que ia cair na área do Exército, mas caiu próximo à gente. Uma distância de mais ou menos uns 100 metros. Foi um tremor bem forte, na hora a gente só pulou no chão e deu graças a Deus que a gente pôde levantar com vida”.

A situação aconteceu na quarta-feira (11). Segundo o Exército, o foguete desviou da rota programada, mas todas as medidas de segurança foram tomadas. A corporação também informou que investiga o que levou ao acidente.

Imagens aéreas feitas no local mostram que militares colocaram uma lona sobre o local da queda do foguete.

Dono da propriedade, o fazendeiro João Gouveia disse que ouviu tudo e pensou que um avião havia caído. Ele contou ainda que os funcionários, assustados, o chamaram pelo rádio para ir ao local.

“Eu vi que eles estavam soltando mísseis. Ouvi um barulho muito alto, pensei que fosse um avião que estava passando, aí ouvi o impacto. Pensei que tinha caído um avião. Levantou poeira demais”, comentou.

O deputado informou que vai chamar representantes do Exército para prestar esclarecimentos sobre o que aconteceu. “É muito grave. Poderia ter atingido alguém”, disse o parlamentar.

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Mulheres relatam ter sido dopadas por motorista de app; toxicologista diz que produtos químicos jogados no ar podem levar à perda de sentidos

Passageira de transporte por aplicativo disse ter sido dopada por motorista em São Paulo durante corrida. Casos semelhantes também foram relatados por mulheres de outros estados. A inalação de solventes como éter, clorofórmio ou metanol poderia provocar entorpecimento e desmaio em poucos segundos.

Por Marina Pinhoni, g1 SP — São Paulo

Produtos químicos borrifados no ar podem provocar tontura, visão embaçada e até desmaios com perda dos sentidos. Segundo especialista, solventes como éter e clorofórmio podem ter efeito imediato semelhante ao do “boa noite, Cinderela“, droga utilizada por criminosos para dopar vítimas.

Nesta quarta-feira (11), uma passageira de transporte por aplicativo afirmou ter sido dopada por um motorista durante uma corrida em São Paulo. Ela contou ao g1 que sentiu um forte cheiro de produto químico no carro, e logo em seguida começou a sentir zonza e com a visão embaçada (leia mais abaixo). Nos últimos meses, outras mulheres usaram as redes sociais para fazer relatos semelhantes, e casos parecidos estão em investigação no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.

De acordo com a farmacêutica toxicologista Paula Carpes, as vias respiratórias transportam substâncias químicas de maneira muito rápida para a corrente sanguínea. A inalação de solventes como éter, clorofórmio ou metanol poderia provocar entorpecimento e desmaio em poucos segundos, dependendo da concentração do produto.

“O solvente se espalha muito rápido, ainda mais em ambiente pequeno como o carro. Borrifar direto na vítima, como se fosse um aromatizador, ou mesmo no sistema de ar condicionado, poderia ter esse efeito. Éter e clorofórmio são muito potentes, são depressores do sistema nervoso central. [A pessoa] vai ficar lenta, com a visão turva e pode gerar o desmaio”, afirma.

A toxicologista aponta ainda que, antes do advento da anestesia, o clorofórmio era utilizado na medicina para entorpecer pacientes durante cirurgias e até mesmo amputações. “Esses produtos são de uso controlado em laboratório, mas também são vendidos clandestinamente na internet. Isso facilitou muito todo tipo de crime.”

“Até então, o clássico golpe desse tipo de deixar a vítima entorpecida era o ‘boa noite, Cinderela’, que era colocado dissolvido em bebida. Essa droga também pode fazer o efeito se for borrifada, mas não tem a característica do cheiro forte como os solventes”, diz.

Máscara barra o efeito

Ainda segundo a especialista, uma máscara do tipo PFF2 ou N95 bem ajustada ao rosto seria capaz de proteger da exposição aos solventes.

Esses equipamentos de proteção individual já eram utilizados por trabalhadores que lidam substâncias químicas voláteis, mas o uso foi popularizado com a pandemia de Covid-19 porque também protegem da contaminação pelo coronavírus.

“Estando sem máscara, dificilmente o motorista também não sofreria o efeito de entorpecimento em ambiente fechado. Mas, estando principalmente com uma n95 ou PFF2, já seria suficiente. Elas são usadas na indústria para trabalhadores com solvente”, afirma.

Relato de passageira

Passageira relata ter sido dopada por motorista de aplicativo em São Paulo. — Foto: Reprodução/Instagram

Passageira relata ter sido dopada por motorista de aplicativo em São Paulo. — Foto: Reprodução/Instagram

A fotógrafa Bruna Custódio, de 32 anos, relatou nas redes sociais nesta quarta-feira (11) que foi dopada por um motorista de transporte por aplicativo com um produto químico lançado no ar dentro do carro, durante corrida na noite desta terça-feira (10). Em nota, a 99 afirmou que bloqueou o motorista e mobilizou uma equipe para dar suporte à passageira (leia mais abaixo).

Ao g1, Bruna afirmouque saía do trabalho por volta das 20h30 na Vila Mariana, na Zona Sul, quando pediu o carro da 99 para encontrar amigas em Pinheiros, na Zona Oeste.

“Ele andou mais ou menos 2 km, quando chegou perto da Rua Domingo de Morais. Quando parou no farol, ele olhou para trás e fechou o vidro dele. Eu comecei a sentir o cheiro forte, cada vez mais forte. Mas tudo aconteceu muito rápido. Aí eu comecei a ficar tonta”, diz Bruna.

Segundo a fotógrafa, o motorista não fechou o vidro dela. Ela chegou a colocar a cabeça para fora da janela, mas foi ficando cada vez mais zonza.

“Coloquei a cabeça pra fora pra sentir o ar e pra ver se não estava vindo de fora o cheiro, porque tinha um caminhão [perto]. Mas eu voltei a cabeça pra dentro e o cheiro vinha claramente de dentro. Aí o farol abriu, ele andou, e eu comecei a ficar mais zonza e com a visão turva. Parecia que o carro estava cheio de pó branco, mas era minha visão.”

Bruna diz ainda que pediu para que o motorista parasse o carro imediatamente, e mandou mensagem para sua namorada. Ela também tirou uma foto do veículo.

“Eu saí e fiquei com medo de fazer alguma coisa porque estava ficando mais tonta. Se eu demorasse mais um pouco acho que não conseguiria nem mandar mensagem.”

A fotógrafa relata que agiu rápido pedindo para descer do veículo porque o mesmo já havia acontecido com uma amiga havia cerca de dez dias. Há também relatos semelhantes nas redes sociais de mulheres de outros estados.

Caso no Rio Grande do Sul

No início de março, a jovem Evelyn Moraes, de 22 anos, relatou ter sido intoxicada durante uma viagem em um carro de aplicativo em Porto Alegre (RS).

De acordo com Evelyn, o motorista contou que produzia aromatizantes para carro e perguntou se ela gostaria de sentir o cheiro. Como a jovem se negou a aspirar o produto, o motorista teria fechado as janelas do carro e ligado o ar-condicionado. Ela então começou a se sentir tonta e decidiu se atirar do carro em movimento. Ela teve lesões no quadril e na perna.

“Ele ligou o ar-condicionado. Quando chegou perto da minha casa, eu comecei a ficar tonta. O ar dele, no canto do motorista, estava fechado, só estava aberto o que vinha diretamente no meu rosto. Senti um cheiro estranho, de enxofre, e comecei a ficar tonta. Quando vi que ia desmaiar, me atirei do carro em movimento”, disse em entrevista ao g1.

Posteriormente, a Polícia Civil concluiu que o motorista não cometeu crime, e autora da denúncia foi indiciada por denunciação caluniosa. A Polícia Civil diz que não encontrou elementos de que Evelyn tenha se jogado do carro em movimento, mesmo após analisar imagens de câmeras de segurança e o laudo de atendimento do hospital onde a jovem foi atendida.

Ao g1, Evelyn sustentou tudo o que disse à polícia, e disse que vai reunir provas e acionar seu advogado. “Eu não vou desistir disso não. Eu tinha que ter sido estuprada pra que acreditassem em mim?”, afirmou.

O que diz a 99

“A 99 lamenta profundamente o ocorrido com a passageira Bruna Custódio. Assim que tomamos conhecimento, bloqueamos o motorista e mobilizamos uma equipe que está em contato com a Bruna para acolhimento e suporte necessários.

Ressaltamos que a empresa não tolera e repudia qualquer forma de assédio. Investimos constantemente em ferramentas de segurança para a prevenção, proteção e acolhimento de todos os usuários, principalmente para as passageiras. Entre as medidas estão a opção de compartilhar rota com contatos de confiança, monitoramento da corrida, gravação de áudio e botão para ligação direta para a polícia.

Passageiras que tenham experienciado essa situação devem reportar imediatamente para a empresa, por meio de seu app, ou no telefone 0800-888-8999 para que as medidas cabíveis sejam tomadas. Trabalhamos 24 horas por dia, 7 dias por semana, para cuidar da proteção e suporte dos usuários.”

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Motorista tenta desviar de corpo caído na pista expressa da Marginal Tietê, bate e capota o carro; via é interditada

Mulher perdeu o controle do veículo ao avistar corpo. Acidente ocorreu por volta das 5h30 no sentido Ayrton Senna. Corpo seria de homem que caiu após bater carro em mureta de viaduto. Duas faixas foram liberadas por volta das 7h20.

Por g1 SP e Bom Dia SP — São Paulo

Acidente interdita pista expressa da Marginal Tietê, na Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Acidente interdita pista expressa da Marginal Tietê, na Zona Oeste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Uma motorista perdeu o controle do veículo, bateu e capotou ao tentar desviar de um corpo caído na pista expressa da Marginal Tietê, sentido sentido Ayrton Senna, na manhã desta quinta-feira (12).

Ela foi socorrida pelos bombeiros e levada a um hospital particular da região.

Por conta do acidente, a via foi totalmente bloqueada por quase duas horas. Às 7h21, a CET liberou duas faixas da pista expressa.

Segundo informações iniciais, o corpo seria de um homem que teria caído na Marginal após bater o carro em mureta de viaduto, próximo à Ponte dos Remédios.

Motorista teria caído de viaduto após bater em mureta  — Foto: Reprodução/TV Globo

Motorista teria caído de viaduto após bater em mureta — Foto: Reprodução/TV Globo

Carro capotado na pista expressa da Marginal Tietê — Foto: Reprodução/TV Globo

Carro capotado na pista expressa da Marginal Tietê — Foto: Reprodução/TV Globo

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