Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Chiclete para astronautas criado por estudantes de Goiás é reconhecido pela Agência Espacial Brasileira

Por Lis Lopes, G1 GO

Chiclete de pimenta criado por estudantes do Sesi, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Chiclete de pimenta criado por estudantes do Sesi, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Desenvolvido por estudantes de Goiás, o “chiliclete” – chiclete de pimenta criado para ajudar astronautas a sentirem o sabor dos alimentos – será reconhecido pela Agência Espacial Brasileira (AEB) nesta quarta-feira (31). Os alunos do Sesi Canaã, de Goiânia, receberão diplomas em reconhecimento ao projeto inovador. A homenagem acontecerá na sede da agência, em Brasília.

A invenção do chiclete de pimenta rendeu aos estudantes o maior prêmio do torneio de robótica de West Virginia, realizado entre os dias 12 e 14 de julho, na Universidade da Nasa, nos Estados Unidos.

Segundo o presidente da AEB, Carlos Moura, a vitória dos alunos é “um fato marcante”. “É tudo aquilo que a gente quer: a criatividade e a inovação brasileira fazendo a diferença. Esses jovens merecem nosso reconhecimento”, afirmou.

Alunos do Sesi Canaã vencem torneio de robótica na Nasa, nos Estados Unidos — Foto: Sesi/Divulgação

Alunos do Sesi Canaã vencem torneio de robótica na Nasa, nos Estados Unidos — Foto: Sesi/Divulgação

Invenção

O “chiliclete” foi criado por um grupo de sete alunos do Sesi Goiás para auxiliar os astronautas a sentirem o sabor dos alimentos. Trata-se de uma goma de mascar desenvolvida com componentes da pimenta, que ajudam a devolver os sentidos do olfato e paladar.

Segundo os alunos, a ausência de sensibilidade no nariz dos astronautas é ocasionada pela falta de gravidade no espaço, o que faz com que o sangue do corpo se concentre na cabeça e no peito. Com isso, a sensibilidade do nariz é afetada, fazendo com que os astronautas parem de sentir cheiros e sabores.

Estudantes desenvolvem chiclete de pimenta em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Estudantes desenvolvem chiclete de pimenta em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Acidente entre carreta e ônibus mata quatro pessoas e deixa 30 feridos em MT

Por Denise Soares, Amanda Aquino e Brígida Mota, G1 MT e TV Centro América

Acidente entre carreta e ônibus matou quatro pessoas e deixou 30 feridos na BR-163 em Diamantino — Foto: TV Centro América

Acidente entre carreta e ônibus matou quatro pessoas e deixou 30 feridos na BR-163 em Diamantino — Foto: TV Centro América

Um acidente entre uma carreta e um ônibus matou quatro pessoas e deixou cerca de 30 pessoas feridas na BR-163 na noite dessa terça-feira (30), próximo ao município de Diamantino, a 209 km de Cuiabá.

Segundo a Rota do Oeste, concessionária que administra a rodovia, o acidente ocorreu às 22h25 no km 540 da rodovia. A carreta e o ônibus bateram de frente. Além desses veículos, um outro carro também se envolveu no acidente.

De acordo com a Rota do Oeste, foram confirmadas quatro mortes ainda no local, sendo três pessoas que estavam na carreta: um homem, uma mulher e uma criança. Eles seriam marido, mulher e filho. A criança teria entre 2 a 3 anos.

Carreta e ônibus bateram de frente na BR-163 em Diamantino: quatro pessoas morreram — Foto: TV Centro América

Carreta e ônibus bateram de frente na BR-163 em Diamantino: quatro pessoas morreram — Foto: TV Centro América

A quarta morte é do motorista do ônibus. A carreta estava carregada de calcário.

O motorista do terceiro veículo, um carro de passeio, não teria visto o acidente. Ele bateu na traseira do ônibus.

As equipes de socorro encaminharam os feridos, sendo alguns em estado grave, aos hospitais da região.

A rodovia ficou interditada desde o momento do acidente até o início da manhã desta quarta-feira (31). O congestionamento chegou a 4 km.

O ônibus saiu de Imperatriz, no Maranhão, e tinha como destino final o município de Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá.

Acidente na BR-163 em Diamantino matou quatro pessoas — Foto: TV Centro América

Acidente na BR-163 em Diamantino matou quatro pessoas — Foto: TV Centro América

Um representante da empresa foi ao local do acidente e também acompanha os feridos, dando suporte e apoio às vítimas. A empresa disse que o motorista que morreu se chamava Leônidas Marques.

Feridos

No Hospital de Nobres, a 151 km de Cuiabá, a unidade informou à reportagem que recebeu quatro vítimas, sem ferimentos graves. Elas estão internadas em observação.

Já no Hospital de Nova Mutum, a 269 km de Cuiabá, foram enviadas 22 vítimas.

Desse total, nove continuam internadas. As demais receberam atendimento e foram liberadas pelos médicos. Das que foram internadas, quatro estão em estado grave, sendo que três passaram por procedimento cirúrgico ortopédico.

Terceiro veículo bateu na traseira do ônibus na BR-163 em Diamantino — Foto: TV Centro América

Terceiro veículo bateu na traseira do ônibus na BR-163 em Diamantino — Foto: TV Centro América

Os corpos das vítimas foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML).

A perícia técnica encerrou os trabalhos por volta de 6h10. As equipes da Rota do Oeste fizeram a limpeza da pista para liberação do tráfego. O procedimento é importante para remoção de resíduos e destroços, evitando incidentes ou até mesmo acidentes.

Uma perícia deve apontar as causas do acidente.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Sobe para 58 número de presos mortos em massacre de Altamira, no Pará; corpo foi encontrado em escombros de presídio

Por G1 PA — Belém

Corpo de 58ª vítima de massacre é encontrado por peritos em Altamira, no Pará. — Foto: Reprodução / TV Liberal

Corpo de 58ª vítima de massacre é encontrado por peritos em Altamira, no Pará. — Foto: Reprodução / TV Liberal

O Instituto Médico Legal (IML) confirmou, na noite desta terça-feira (30), o aumento do número de mortos de 57 para 58 detentos, apósmassacre dentro do Centro de Recuperação Regional de Altamira, sudoeste do Pará. O corpo foi encontrado carbonizado no início da noite por peritos sob os escombros do presídio e ainda não foi identificado.

Quinze corpos já foram liberados pelo IML nesta terça-feira. Os corpos estão sendo armazenados em uma câmara frigorífica devido ao pouco espaço nas instalações do IML no município.

Os mortos foram identificados como Efraim Mota Ferreira, 22 anos; Luilson da Silva Sena, 35 anos; Wesley Marques Bezerra, 21 anos; Adriano Moreira de Lima, 21 anos; Ismael Souza Veiga, 37 anos; Carlos Reis Araújo 23 anos; Jelvane de Sousa Lima, 35 anos; Josivan Irineu Gomes, 25 anos, Marcos Saboia de Lima, 28 anos; Rivaldo Lobo dos Santos, 20 anos; Josivan Jesus Lima; Evair Oliveira Brito; Deiwson Mendes Correa; Natanael Silva do Nascimento; Renan da Silva Souza.

Os procedimentos de perícia foram encerrados às 18h30 e retornam às 6h30 de quarta (31). Ainda segundo o IML, peritos odontologistas forense e uma equipe de peritos criminais do Laboratório Genética Forense, do Instituto de Criminalística (IC) de Belém, foram enviados, pela tarde, para a realização de exames de DNA para a identificação dos corpos.

Na segunda-feira (29), detentos foram assassinados durante um confronto entre facções criminosas dentro do presídio. Líderes do Comando Classe A (CCA) incendiaram cela onde estavam internos do Comando Vermelho (CV). No local, 41 detentos morreram asfixiados e 16 foram decapitados, segundo a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe).

Nesta terça, começaram a ser transferidos para presídios federais oito líderes de facção que estavam no presídio de Altamira. Outros oito estão sendo levados para ficar em isolamento e unidades prisionais de Belém, capital paraense. Mais 30 detentos serão distribuídos por cinco outras prisões do estado.

As transferências, que iniciaram por volta das 9h30, devem ser concluídas até quarta-feira (31).

Pedido de força-tarefa federal

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, autorizou nesta terça-feira (30) a atuação da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) no Pará pelo período de 30 dias. De acordo com o Ministério da Justiça, a portaria será publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (31).

A decisão atendeu ao pedido do governador do Pará, Helder Barbalho, que solicitou ao menos 40 integrantes da FTIP para atuarem em atividades de guarda, vigilância e custódia de presos. De acordo com o governo do Pará, 10 agentes devem chegar no estado nesta terça-feira.

Massacre no presídio de Altamira — Foto: Arte/G1

Massacre no presídio de Altamira — Foto: Arte/G1

Novas casas penais

Após o massacre e as informações divulgadas pelo relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que apontam superlotação no presídio, o governo anunciou a ampliação das casas penais.

A conclusão do presídio no município de Vitória do Xingu, também na região de Altamira, terá capacidade para 306 presos adultos e 200 mulheres no regime fechado, além de 200 internos do regime semiaberto.

Segundo Helder Barbalho, a Norte Energia, empresa responsável pela construção do presídio — como obra de compensação ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte — garantiu que a unidade prisional será entregue em 60 dias.

Na manhã desta terça-feira (30), o Ministério Público do Pará disse em nota que cobra a conclusão de obras no presídio desde 2017. Em setembro de 2018, uma rebelião na mesma unidade prisional deixou toda a área do semiaberto destruída pelo fogo. Segundo o MP, a área ainda não foi reformada.

A promotoria de Altamira instaurou um inquérito civil para apurar a paralisação das obras do presídio e acelerar a sua conclusão junto aos órgãos responsáveis, incluindo a empresa Norte Energia, responsável pela construção.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Bebês trocados em hospital de Trindade foram vestidos com as roupas um do outro após o banho, diz delegada

Por Rodrigo Gonçalves, G1 GO

Genésio Vieira e Pauliana Maciel estão hospedando na casa deles, em Trindade, Aline Alves e Murillo Lobo, que podem estar com o bebê trocado — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Genésio Vieira e Pauliana Maciel estão hospedando na casa deles, em Trindade, Aline Alves e Murillo Lobo, que podem estar com o bebê trocado — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A Polícia Civil já sabe que os bebês trocados no Hospital de Urgência de Trindade (Hutrin), na região Metropolitana de Goiânia, foram vestidos com as roupas um do outro após o banho dado por uma funcionária da maternidade. Agora, a delegada Renata Vieira investiga se foi neste momento que toda a confusão começou. Nesta quarta-feira (31), pela manhã, a delegada pretende ouvir três profissionais da unidade.

Os depoimentos de duas técnicas em enfermagem e uma enfermeira estavam previstos para esta terça-feira (30), mas foram adiados após pedido da direção do Hutrin. Uma delas é chefe da maternidade. Outra é a responsável pelos banhos e uma terceira que atuou no centro cirúrgico.

De acordo com a delegada, apesar dos bebês de Pauliana Maciel Aguiar de Sousa e Aline de Fátima Bueno Alves terem sido identificados corretamente nas pulseiras, eles foram vestidos com as roupas trocadas após o banho.

Ao ser levado para a enfermaria, o bebê colocado ao lado de Aline vestia a roupa escolhida por ela, no entanto se tratava do filho da Pauliana. O mesmo erro ocorreu com o recém-nascido da outra mãe.

“O bebê da Pauliana estava com a roupa do bebê da Aline [e vice-versa], mas a identificação do bebê na pulseira estava certa, só que do lado da mãe errada. A pessoa que foi responsável pelo banho levou essas crianças para o quarto e acabou entregando as crianças para a mãe errada, mesmo a pulseira estando escrito de quem era o bebê”, contou a delegada.

Segundo a mãe de Aline contou à polícia em depoimento, a roupa que o bebê da filha deveria estar era muito específica, já que foi vestida também por um outro neto da mulher logo após o nascimento.

Bebês foram trocados na maternidade do Hutrin  — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Bebês foram trocados na maternidade do Hutrin — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

‘Avós trocaram as pulseiras’

As investigações apontam ainda que as pulseiras se soltaram e uma delas caiu no chão. Segundo a delegada, a mãe de uma das mulheres viu que o nome escrito na pulseira achada perto do suposto neto não era o da filha e sim da outra paciente.

A avó de um dos bebês informou à polícia em depoimento que chamou uma funcionária da maternidade para avisar que achou estranho as pulseiras estarem trocadas.

“Elas chegaram a questionar uma enfermeira que disse que as pulseiras poderiam ter sido trocadas na hora do banho. Elas achavam que eram as pulseiras que estavam erradas. E aí as avós trocaram de pulseiras”, afirmou Renata.

Uma das funcionárias esperadas para ser ouvida na terça na delegacia é a profissional citada pelas famílias nos depoimentos.

“Se a enfermeira tivesse chegado e tivesse olhado a situação, às vezes ela teria percebido, que o que estava errado era os bebês e não as pulseiras”, falou a delegada.

Após a alta hospitalar, as mães levaram os bebês trocados para casa. Aline retornou para Santa Bárbara de Goiás, a 27 Km da maternidade de Trindade, onde mora com o marido Murillo Praxedes Lobo.

Já Pauliana foi para casa em Trindade, onde reside com o marido Genésio Vieira de Souza. Os dias se passaram e o casal percebeu que o bebê não se parecia com eles e começou a desconfiar que algo de errado poderia ter acontecido.

Pais estiveram no hospital de Trindade para coletar amostras genéticas — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Pais estiveram no hospital de Trindade para coletar amostras genéticas — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“Os pais são morenos e a criança é bem branca, branquinha mesmo, pele bem clara, olho azul e cabelo que lembra um tom de ruivo, então são semelhanças, traços completamente diferentes dos pais”, informou o advogado Aloar Mendanha, que representa Genésio e Pauliana.

Os dois resolveram fazer um exame de DNA, que aconteceu na segunda-feira (22), quando o recém-nascido estava com 13 dias de vida. O resultado saiu na sexta-feira (26), comprovando que o bebê não é o filho biológico do casal.

O casal, então, resolveu procurar à polícia. No dia do parto, 9 de julho, 16 crianças nasceram na maternidade. A suspeita da troca se espalhou rapidamente na cidade e o outro casal que teve filho na mesma data e que estava no mesmo quarto também procurou a delegacia.

O Hutrin reconheceu a troca e informou que passou a manter contato com as famílias. Amostras genéticas dos pais e dos bebês foram colhidas no hospital na última segunda-feira (29) e o resultado de um novo exame de DNA está previsto para esta quarta-feira.

Desde segunda-feira (29), as duas famílias decidiram ficar na mesma casa até que o resultado do exame saia.

“A gente entrou num acordo. A melhor forma para as mães não sofrerem tanto, para elas já pegar convívio com o neném, uma mãe com a outra”, contou Murillo.

Com o resultado do exame e com o depoimento das três funcionárias, a delegada disse que vai avaliar se há necessidade de ouvir outros funcionários da equipe, que tinha 15 profissionais atuando no dia do plantão que os meninos nasceram.

Renata contou ainda que até o momento trabalha com a investigação baseada no Art. 229 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê penalidade para quem não identificar corretamente o bebê e a mãe após o parto.

“Trabalhamos com a hipótese de ter sido culposa a troca [quando não há intenção]. Após a conclusão da investigação, vamos enviar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) sobre o caso à Justiça”, disse Renata, explicando que o TCO é um “registro de um fato tipificado como infração de menor potencial ofensivo”.

A delegada também esperava analisar imagens de câmeras. Porém, na terça, ela recebeu a informação do Hutrin que as imagens de câmeras da maternidade não estão mais disponíveis, já que ficaram armazenadas por 10 dias e foram automaticamente apagadas.

Como a troca dos bebês teria ocorrido

  • Os bebês nasceram no dia 9 de julho no Hutrin
  • As investigações apontam que os partos dos dois ocorreram entre 15h20 e 15h40
  • As duas mães foram encaminhadas para a mesma enfermaria
  • Os bebês foram levados para o primeiro banho, quando, provavelmente, houve um erro e a roupa de um foi vestida no outro.
  • Até então as pulseiras de identificação, com o nome das mães, estavam corretas e apenas as roupas trocadas.
  • Os bebês teriam sido colocados por uma funcionária da maternidade em berços ao lado das mães invertidas.
  • As duas pulseiras de identificação se soltaram. Uma caiu no chão e então uma das avós percebeu que o nome escrito na pulseira não era o da filha.
  • Segundo delegada, uma funcionária explicou às famílias que as pulseiras poderiam ter sidos trocadas na hora do banho, mas que os bebês estavam com as mães certas

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Vento forte descola vidro de prédio, derruba árvores e deixa feridos no Centro de SP

Por Fábio Turci e Michele Barros, SP2 e G1 SP — São Paulo

O vento forte que atingiu São Paulo no final da tarde desta terça-feira (30) deixou ao menos duas pessoas feridas na tarde desta terça-feira (30).

Pedaços de vidro que caíram de um prédio na rua Líbero Badaró, no Centro, atingiram duas mulheres e provocaram ferimentos leves, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

Em Francisco Morato, na Grande São Paulo, uma árvore caiu em uma casa, mas não deixou feridos. Outra árvore caiu na Alameda Casa Branca, no Jardim Paulista, e atingiu carros. O trânsito foi desviado para a rua José Maria Lisboa.

Chuva de vidro

Os pedaços de vidro que caíram na calçada e na rua estouraram no quinto andar de um prédio comercial na rua Líbero Badaró. Os vidros atingiram duas mulheres, de 24 e 34 anos, e causaram ferimentos leves. Três viaturas prestaram socorro.

De acordo com testemunhas, as duas mulheres atingidas estavam com dois colegas no caminho de volta para casa quando começou a ventania. Eles relataram ter ouvido o barulho de um vídeo quebrando, mas elas não reagiram a tempo de se desviar. Uma delas foi atingida na cabeça e ombro e a outra no pescoço. Elas foram levadas para o hospital Beneficência Portuguesa.

Chuva após 13 dias

Depois de treze dias de tempo seco, choveu forte em alguns pontos da Grande São Paulo. A instabilidade que estava no Paraná avançou em direção a São Paulo e causou a chuva.

No fim da tarde, rajadas de vento marcaram a virada no tempo e a maior parte da capital entrou em estado de atenção para alagamentos.

Na quarta-feira (31), o tempo volta a ficar firme, com mínima de 14ºC e máxima de 25ºC.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Aula de moral e cívica em escolas do DF é inconstitucional, decide Justiça

Por G1 DF

O Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) declarou inconstitucional a lei que obrigava escolas da capital a incluírem aulas de educação moral e cívica no calendário letivo. A decisão foi tomada por maioria.

A lei 6122/2018 foi promulgada pela Câmara Legislativa do DF em março do ano passado, mesmo após veto do então governador Rodrigo Rollemberg (PSB).

Segundo a norma, as aulas de moral e cívica deveriam ser incluídas como “conteúdo transversal” nas redes pública e privada de educação. Com a decisão, a medida deve perder a validade.

G1 acionou a Câmara Legislativa e aguarda posicionamento.

Ação na Justiça

A decisão é resultado de uma ação movida pelo Governo do Distrito Federa. Segundo o Executivo local, a lei trata de tema de competência exclusiva do GDF e, por isso, é inconstitucional. O governo também alegava inadequações na forma da lei.

A Câmara Legislativa, por sua vez, defendeu a legalidade da norma e requereu a improcedência da ação. O Ministério Público também se manifestou pela manutenção da lei.

No entanto, ao analisar o caso, a maioria dos desembargadores da Corte Especial entendeu que a norma possui vícios e não poderia ser considerada constitucional. A decisão tem efeito retroativo ao período em que a lei permaneceu válida.

Projeto

A disciplina de moral e cívica foi primeiro instituída em 1968, durante a ditadura militar. A proposta de reinclusão do tema nas escolas era de autoria do ex-deputado distrital Raimundo Ribeiro (MDB).

Ao justificar a medida, o ex-parlamentar afirmou que o objetivo era “trabalhar questões relativas à sociedade em caráter obrigatório”.

No projeto, Ribeiro disse ainda que “a disciplina não quer adestrar nem catequizar, mas sim estimular a reflexão do pensamento voltado aos valores éticos e morais”.

À época, a proposta causou polêmica. Representantes de escolas particulares afirmavam que a inclusão dos conteúdos na matriz curricular era redundante, pois os temas já estariam sendo discutidos em diversos outros momentos em sala de aula.

Em julho do ano passado, quando a norma deveria ser aplicada, o Conselho de Educação do DF vetou a inclusão da disciplina no currículo. À ocasião, o então presidente da entidade, Mário Sérgio Mafra, disse que a norma era “ilegal”.

“A lei é inconstitucional porque entra em um assunto que não compete à Câmara Legislativa, e sim ao Conselho de Educação do DF, de acordo com a Lei Orgânica”, afirmou.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Banda de batalhão do Exército do Rio viraliza com versão de funk

Por Larissa Caetano*, G1 Rio

Um vídeo com militares tocando um medley funk que inclui o clássico “Don’t stop the rock”, da banda Freestyle, circulou nas redes sociais nos últimos dias. A música, que foi base para a escola do funk carioca, faz parte do repertório da Banda do Imperador, uma turma de músicos do Exército que existe há 95 anos.

Com cerca de 100 pessoas, a banda tem uma listagem de 1.500 canções, entre músicas populares, clássicas, eclesiásticas e militares. O funk, sucesso nos anos 90, é executado geralmente em treinamentos da banda.

“A música foi escolhida porque nos ensaios nós ensaiamos grandes sucessos”, disse o tenente coronel Luciano Braga de Melo, responsável pelo batalhão.

O trabalho da tropa, na maioria das vezes, envolve apresentações musicais e cerimônias. Formaturas, recepção de figuras do Exército, desfiles, conclusão de cursos, confraternização e bailes são algumas das atividades desempenhadas pela Banda do Imperador.

Banda do Imperador tem 1.500 canções no repertório.  — Foto: Divulgação/Exército

Banda do Imperador tem 1.500 canções no repertório. — Foto: Divulgação/Exército

Em entrevista ao G1, o tenente-coronel contou que as apresentações da banda são requisitas entre as organizações militares do Rio. Os militares atendem os quartéis da Tijuca, Maracanã, São Cristóvão, Centro e da Zona Sul.

“A nossa média são duas missões por dia. A gente normalmente divide a banda no meio: uma parte vai cumprir a missão e a outra fica no adestramento. Tem muita demanda. Em média, cada organização tem uma formatura por semana”, disse Luciano.

Atualmente, a banda tem apenas uma mulher, que toca flauta transversal.

Apenas uma mulher faz parte da Banda do Imperador, que tem 100 integrantes.  — Foto: Divulgação/Exército

Apenas uma mulher faz parte da Banda do Imperador, que tem 100 integrantes. — Foto: Divulgação/Exército

Desde o imperador

O grupo musical foi criado por Dom Pedro I em 1822. Dos 800 homens escolhidos para compor o Batalhão do Imperador, 24 foram remanejados para a Banda do Imperador.

O batalhão acabou em 1831 e voltou em 1933, com o nome de Primeiro Batalhão de Guardas.

Atualmente, o grupo está sediado em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

1º Batalhão de Guardas, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio.   — Foto: Reprodução/Google Maps

1º Batalhão de Guardas, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. — Foto: Reprodução/Google Maps

Militares na tropa

A Banda do Imperador é formada apenas por militares. Eles já se inscreveram e prestaram concursos para as vagas específicas de música. A prova de habilitação prática é obrigatória para a função.

Um dos requisitos é o conhecimento prévio dos instrumentos. Militares de carreira podem ser enviados para qualquer banda no brasil, enquanto os temporários são enviados para os quartéis do Rio.

Apesar da maioria dos integrantes desempenharem funções diferentes das usuais do Exército, eles também podem usar armamento. “Eles realizam o teste de aptidão física, mas o viés da banda é o viés de músico”, explicou Luciano.

Outros militares que não tem especialização também podem entrar na banda quando há vagas ociosas. Segundo o tenente, o principal instrumento usado por eles é a corneta: “A gente identifica talentos e esse militar pode integrar a banda ocupando a posição de corneteiro”.

A Banda do Imperador toca em eventos militares, como formaturas, desfiles e bailes.  — Foto: Divulgação/Exército

A Banda do Imperador toca em eventos militares, como formaturas, desfiles e bailes. — Foto: Divulgação/Exército

*Estagiária, sob a supervisão de João Ricardo Gonçalves.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Operação prende seis empresários suspeitos de fraudes de R$ 66 milhões na Fundação Leão XIII

Por Felipe Freire e Marco Antônio Martins, TV Globo e G1 Rio

Uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do RJ prendeu nesta terça-feira (30) seis suspeitos de fraudar licitações da Fundação Leão XIII. Duas pessoas ainda são procuradas.

A força-tarefa que levou à Operação Catarata afirma que o prejuízo com o esquema chegou a R$ 66 milhões.

A entidade, subordinada à vice-governadoria do estado, atende a população de baixa renda e em situação de rua, oferecendo serviços como exames de vista, cessão de pares de óculos e cirurgias oftalmológicas.

Até as 8h10, seis pessoas foram presas:

  1. André Brandão Ferreira;
  2. Daisy Luce Reis Couto;
  3. Flávio Salomão Chadud;
  4. Marcelle Braga Chadud;
  5. Marcus Vinicius Azevedo da Silva;
  6. Vitor Alves Silva Júnior.

A Justiça deferiu ainda 22 mandados de busca e apreensão. Um deles, nos quatro andares na sede da fundação, no Centro do Rio.

Equipes estão ainda em endereços em Resende e Angra dos Reis, no Sul Fluminense.

Os suspeitos estão sendo indiciados por organização criminosa, falsidade ideológica, peculato e fraude à licitação. A polícia solicitou ainda o bloqueio de bens dos envolvidos.

O governo do RJ ainda não se manifestou.

Equipe chega à sede da Leão XIII, no Centrp — Foto: Reprodução/TV Globo

Equipe chega à sede da Leão XIII, no Centrp — Foto: Reprodução/TV Globo

Entenda o esquema

Os quatro editais investigados na Operação Catarata foram para a aquisição de 560 mil armações de óculos, 560 mil consultas oftalmológicas e 560 mil exames de glicemia. Uma só empresa ganhou todas as licitações.

As fraudes aconteceram entre 2015 e 2018 e foram descobertas pela Controladoria-Geral do Estado (CGE-RJ).

Segundo as investigações, houve simulação de concorrência. Empresas entravam na licitação com o objetivo de dar lances falsos – normalmente muito altos -, a fim de ‘direcionar’ a escolha da vencedora, a Servlog Rio.

“Os pregões eram direcionados tão-somente para que essa empresa vencesse. As demais nem sequer tinham qualificação técnica”, afirmou o promotor Cláudio Calo.

“Marido e mulher competiam na mesma licitação, mas com empresas diferentes”, acrescentou Calo.

A polícia e o MP querem saber agora se os serviços foram efetivamente prestados, já que o valor total de R$ 66 milhões foram pagos.

Empresas investigadas:

  1. Tercebrás Serviços Eirelli;
  2. Grupo Galeno Distribuidora de Material Médico Hospitalar LTDA;
  3. Riomix 10 Serviços;
  4. Servlog Rio – apontada como a beneficiada no esquema.

A CGE-RJ está participando da ação para reunir documentos para que as empresas possam responder administrativamente. A Lei Anticorrupção prevê multa de até 20% de seu faturamento, com o teto de R$ 60 milhões.

As companhias também podem ser declaradas inidôneas e ficar proibidas de contratar com a Administração Pública.

A Operação Catarata é resultado de investigações do Departamento de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro da Secretaria de Estado de Polícia Civil, da 24ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Controladoria-Geral do Estado (CGE RJ).

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

RJ registrou quase 9 mil casos de assalto a ônibus somente no primeiro semestre de 2019

Por Nathália Castro, Bom Dia Rio

O estado do Rio de Janeiro registrou, entre janeiro e junho deste ano, 8.761 casos de assalto a ônibus. Esse é o maior registro em um único semestre desde o início da série histórica do Instituto de Segurança Pública (ISP), em 2003.

Nesses seis primeiros meses, o número de roubos a passageiros cresceu 14% no estado, na comparação com o mesmo período do ano passado. A maioria dos casos aconteceu na Região Metropolitana. Só na capital, foram mil casos a mais que no primeiro semestre de 2018.

Na segunda-feira (29) passageiros da linha 393 (Bangu — Candelária) foram roubados em Deodoro, na Zona Norte. Uma passageira grávida contou que foi agredida por um dos assaltantes. Ela estava voltando para casa.

“Ele me deu um soco, me deu um soco na barriga e mandou passar o celular e eu passei. Eles ficaram muito nervosos e foram embora”, contou a passageira agredida.

Os dois criminosos embarcaram no ônibus da linha 393, em Bangu, na Zona Oeste. A viagem só termina na Candelária, no Centro da cidade. Na altura da estação de trem de Deodoro, os criminosos começaram a roubar os passageiros.

“Vieram roubando telefone. Eles estavam com arma de brinquedo. Anunciaram o assalto. Foram agressivos até. E depois que eles anunciaram o assalto, eles pediram para descer. O motorista abriu a porta, só que eles se depararam com a viatura da polícia”, contou outro passageiro.

O passageiro assaltado disse que desceu do ônibus e pediu ajuda aos policiais que estavam em frente à estação. Os PMs foram atrás da dupla de carro. E mais à frente conseguiram prender os assaltantes.

Os ladrões estavam com cinco celulares roubados. Eles foram levados para a 35ª DP (Campo Grande). As vítimas prestaram depoimento e conseguiram recuperar os pertences.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Suspeito é preso por roubar R$ 25 mil em cabelos em salão na Baixada Fluminense

Por Bom Dia Rio

A Polícia Civil prendeu um homem suspeito de roubar R$ 25 mil em cabelos de um salão de beleza em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O crime foi registrado por câmeras de segurança. Os agentes chegaram a ele por meio de uma denúncia anônima.

Os dois criminosos abordaram os funcionários e frequentadores da loja no último dia 18 de julho. Um deles estava armado.

Além de levarem os pertences e dinheiro de todos que estavam no local, eles levaram as mechas de cabelo dentro de sacolas.

A polícia não divulgou o nome do suspeito para não atrapalhar as investigações. O caso é investigado pela 52ªDP (Nova Iguaçu).

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.