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Criminosos explodem cofre e usam ônibus para fechar rua em ataque a banco de Limeira

Por Bom Dia SP, EPTV e G1 Piracicaba

Uma quadrilha de criminosos fortemente armados atacou uma agência da Caixa Econômica Federal, na madrugada desta sexta (2), na Praça Toledo de Barros, em Limeira (SP). Segundo a Polícia Militar (PM), cerca de 30 homens participaram da ação e houve explosão a um cofre.

A ação ocorreu por volta de 4h. O grupo usou um ônibus para bloquear a Rua Senador Vergueiro, onde fica a agência bancária, e disparou várias vezes para que os policiais não se aproximassem. A informação da PM é de que 11 carros foram utilizados na ação.

Segundo a apuração da EPTV, afiliada da TV Globo, parte do grupo passava em frente à companhia da Polícia Militar (PM) e na delegacia também para evitar que os policiais se aproximassem do banco.

O ônibus usado no bloqueio era fretado por uma empresa para transporte de funcionários e o motorista foi rendido, mas não ficou ferido. Ninguém se machucou na ação, segundo a PM.

Os criminosos também usaram armas com mira laser apontadas para os prédios e, assim, assustaram moradores. Segundo a PM, o alvo foi o cofre de penhores da agência, que ficou destruído com a explosão.

A primeira informação seria de que caixas eletrônicos foram explodidos, mas isso não ocorreu, segundo a PM.

O cofre estava vazio, segundo um funcionário da agência. A quadrilha também bloqueou entradas e saídas da cidade. Até esta publicação, ninguém foi preso.

A PM isolou a área da agência e acionou o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) para verificar se ainda há explosivos no imóvel. O local e o ônibus usado no crime também passaram por perícia.

Veículo de criminosos durante assalto à agência bancária em Limeira — Foto: Reprodução

Veículo de criminosos durante assalto à agência bancária em Limeira — Foto: Reprodução

Em um vídeo enviado para o Bom Dia São Paulo, é possível ver os veículos utilizados pelos ladrões, além de ouvir um forte barulho de explosão. Em um segundo vídeo, vários tiros são disparados e, o cinegrafista amador relata que ocorreram outras explosões.

A agência bancária fica a dois quilômetros de uma delegacia e a quatro de uma companhia da Polícia Militar. É o segundo ataque ao local em menos de cinco meses.

Terror

O empresário Edilson Nour mora a 300 metros da praça e acordou com o barulho das explosões. “Causou muito medo porque é a segunda vez que isso acontece em Limeira em pouco tempo. Dessa vez parece que foi bem mais forte. Minha família toda levantou e ficamos todos apreensivos”.

Segundo ele, a ação durou cerca de 30 minutos com explosões e disparos com arma de alto calibre. “As pessoas ficaram com muito medo, dentro de casa, procurando se proteger”.

“Nunca pensei que poderia viver isso aqui em uma cidade do interior do estado”, disse o empresário.

A Caixa

Em nota, o banco informou que só passa detalhes sobre eventos criminosos nas agências às autoridades policiais, e que coopera integralmente com as investigações. A agência do Centro de Limeira ficará fechada e não foi dado prazo para reabertura.

“Com relação à Agência Limeira, a Caixa Econômica Federal orienta que, em decorrência da ação criminosa ocorrida nesta madrugada, os clientes dirijam-se às demais agências da Caixa no município, e/ou às 17 lotéricas disponíveis”.

  • Av. Piracicaba, 259
  • Rua Pref. Dr. Alberto Ferreira, 388/390
  • Av. Mogi Mirim, 657

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Humorista Ary Toledo é internado com problemas pulmonares no Hospital Sírio Libanês

Por Wagner Vallim, TV Globo

Humorista Ary Toledo  — Foto: Reprodução: TV Vanguarda

Humorista Ary Toledo — Foto: Reprodução: TV Vanguarda

O humorista Ary Toledo, de 81 anos, está internado no Hospital Sírio Libanês para tratar de problemas pulmonares, informou a assessoria de imprensa do artista na noite desta quinta-feira (1).

Ele ficou cerca de um mês internado entre os dias 23 junho e 22 de julho deste ano, teve alta, mas apresentou uma recaída no quadro de saúde e voltou ao hospital no domingo (28), quando foi direto para a UTI.

Na quarta-feira (31) foi transferido para a Unidade Semi-Intensiva, onde se encontra debilitado, mas consciente.

Ary Toledo nasceu na cidade de Martinópolis, interior do estado de São Paulo, e mudou-se para a capital aos 22 anos, quando começou a trabalhar como ator no Teatro Arena. É viúvo da atriz Marly Marley, com quem viveu por aproximadamente 40 anos, e não tem filhos.

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Polícia do RJ encontra corpo de jovem que desapareceu em SP no início mês

Por Felipe Freire, TV Globo

Polícia encontra corpo de Daniel Barczinski — Foto: Divulgação

Polícia encontra corpo de Daniel Barczinski — Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou ter encontrado o corpo de Daniel Barczinski. O jovem, de 29 anos, desapareceu no dia 3 de julho após sair de casa, no bairro Pacaembu, em São Paulo.

O corpo de Daniel foi encontrado em Petrópolis, município na Região Serrana do Rio de Janeiro. Segundo as primeiras informações, havia uma perfuração no tórax do cadáver. Investigadores dizem que, provavelmente, o ferimento foi feito com objeto cortante.

“O corpo foi encontrado no mato, com uma facada. Num primeiro momento já identificamos a semelhança das tatuagens, mas estamos aguardando identificação por papiloscopia”, detalhou a delegada titular da Delegacia de Descoberta de Paradeiros, Ellen Souto, responsável pela investigação.

As suspeitas de que o corpo encontrado poderia ser o de Daniel foram levantadas pela 105ª DP (Petrópolis). O delegado adjunto da unidade André Prates explicou que a delegacia foi avisada de que havia um cadáver num viaduto na subida da Serra de Petrópolis

“Quando formos checar as suspeitas, identificamos que poderia ser, pelas características físicas e tatuagem, o corpo do Daniel”, disse Prates.

A tatuagem já dava indícios à Polícia do Rio de que o corpo poderia ser Daniel, mas a informação só foi confirmada após os investigadores compararem as digitais do jovem com registros da Polícia Civil de São Paulo.

O Portal dos Desaparecidos do Disque-Denúncia chegou a divulgar cartaz pedindo informações sobre Daniel, que tinha sido visto pela última vez no Rio de Janeiro.

Daniel desapareceu por volta das 9h40 quando deixou sua residência levando apenas uma mochila preta. Ele não informou a ninguém para onde ia.

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Barco explode no Rio Amazonas e fogo atinge outras 5 embarcações no Amapá

Por John Pacheco e Fabiana Figueiredo, G1 AP — Macapá

Barco explode no Rio Amazonas e fogo atinge outras embarcações — Foto: Reprodução

Barco explode no Rio Amazonas e fogo atinge outras embarcações — Foto: Reprodução

Um barco explodiu numa região conhecida como Igarapé da Fortaleza, no Amapá, na tarde desta quinta-feira (1º). Segundo o Corpo de Bombeiros, duas embarcações foram destruídas totalmente e quatro parcialmente. Duas pessoas ficaram feridas, um homem de 39 anos e um jovem de 19.

Com 80% dos corpos queimados, ambos foram levados para o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), em Macapá.

Equipes dos Bombeiros combateram as chamas por cerca de uma hora e impediram que outras embarcações fossem atingidas. Ainda não há confirmação sobre o que motivou a explosão, mas a suspeita é que tenha relação com manuseio de combustível.

Segundo o major Manoel Nunes, do Corpo de Bombeiros, inicialmente foi repassada informação de que uma pessoa estava desaparecida no rio, mas depois a hipótese foi descartada. Mergulhadores se deslocaram para o local, mas não entraram na água.

“[…] Aqui no local percebemos um odor muito forte de combustível. É provável que nessa embarcação onde iniciou o incêndio possa ter combustível no porão dela. Essa pode ter sido a causa, mas cabe um estudo para verificar”, declarou Nunes.

Em nota, o governo do Amapá detalhou que as duas vítimas identificadas “receberam os primeiros atendimentos, antes da transferência para o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), do Hospital de Emergência de Macapá. Ambas tiveram cerca de 80% do corpo atingido pelas chamas”.

O local da explosão é numa região entre os municípios de Macapá e Santana, dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) da Fazendinha.

Quando houve a explosão, as embarcações estavam próximas a um posto de combustíveis que funciona numa balsa, na saída do igarapé para uma grande margem do Rio Amazonas. O empreendimento não foi atingido pelas chamas.

Em nota, a empresa que administra o posto declarou que “foi adotado o procedimento padrão de segurança para o abastecimento da embarcação, não estando, portanto, vinculada a explosão com a ação realizada no posto”. A empresa acrescentou que “o acidente não ocorreu no momento em que a embarcação estava abastecendo e nem no local onde fica localizada a balsa de combustível”.

Uma equipe da Capitania dos Portos iniciou a perícia no local para confirmar as causas do acidente. O G1 conversou com um homem, que não quis se identificar, mas disse que estava na embarcação onde começou o incêndio.

Ele detalhou que pelo menos sete pessoas estavam no barco, levando uma pequena quantidade de combustíveis para a cidade de Breves, no Pará. Quando o motor foi ligado, segundo relato, ocorreu a explosão. Todas as pessoas que estavam na canoa pularam no rio, segundo ele.

Em novembro de 2018, no mesmo local, uma lancha também explodiu. Uma pessoa morreu carbonizada nesse acidente e outras duas ficaram feridas. Havia outros barcos de madeira próximo da lancha, mas eles não foram atingidos.

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Nova espécie de sagui é descoberta em um dos pontos mais desmatados da Amazônia

Mico-dos-munduruku é espécie exclusiva da região sul da Amazônia  — Foto: Ilustração de Stephen Nash

Mico-dos-munduruku é espécie exclusiva da região sul da Amazônia — Foto: Ilustração de Stephen Nash

Uma nova espécie de sagui acaba de ser descrita no Brasil: é o sagui-dos-Munduruku. O animal pertencente ao gênero Mico foi descoberto pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e Universidade Federal do Amazonas, Rodrigo Araújo, durante expedições de campo ao sudoeste do Pará.

“Ao todo, foram dez expedições de campo no meu trabalho de doutorado, sendo que quatro destas incluíram áreas no interflúvio do Tapajós-Jamanxim, região de Itaituba e Jacareacanga. Na primeira jornada por lá encontrei com esses saguis. Logo que observei com binóculos percebi que eles eram diferentes e que poderiam ser uma espécie nova”, conta.

A diferença que saltou aos olhos do estudioso, à primeira vista, foi a coloração dos pelos dos primatas. “O rabo deles eram totalmente brancos, e esta é uma condição muito incomum em primatas na América do Sul”, acrescenta.

O primeiro encontro com o grupo pequeno de três macacos foi em 2015 e, a partir daí, Rodrigo se dedicou a fundo às pesquisas para avaliar se os saguis encontrados em campo tratavam-se de uma nova espécie ou não.

Com a descoberta do novo sagui, o gênero conta com 14 espécies — Foto: Arte TG

Com a descoberta do novo sagui, o gênero conta com 14 espécies — Foto: Arte TG

Após anos realizando expedições em áreas do arco do desmatamento, diferentes exames com sequenciamento do DNA dos primatas, estudos sobre a distribuição geográfica e visita a museus do Brasil e do Exterior – onde foram comparadas a pelagem de exemplares de primatas tombados – a pesquisa foi concluída com sucesso.

Esse conjunto de ações comprovaram que este sagui é a mais nova espécie da Amazônia brasileira. A notícia foi confirmada, mas os estudos sobre o novo macaco só estão começando.Os próximos passos são descobrir quantos saguis-do-Munduruku existem, avaliar o status de conservação deles, e coletar dados sobre comportamentos e dieta da espécie. É preocupante que, assim que descobrimos uma espécie nova, já precisamos nos preocupar com sua sobrevivência— Rodrigo Araújo

A falta de informações e estudos sobre os saguis da região amazônica levou o profissional a realizar a pesquisa de doutorado para identificar quantas espécies de saguis existem na Amazônia, quais são elas e onde estão distribuídas. Um dos objetivos do pesquisador é entender por que a diversidade na região é tão grande em relação a outras áreas.

Pesquisador realizou expedições de voadeira no Rio Tapajós  — Foto: Rodrigo Araújo/ Arquivo Pessoal

Pesquisador realizou expedições de voadeira no Rio Tapajós — Foto: Rodrigo Araújo/ Arquivo Pessoal

Este trabalho é um sonho que ele tinha desde a infância e a grande descoberta dessa nova espécie foi a coroação dos esforços, tempo e recursos investidos ao longo de sua vida e dos quatro anos de doutorado.

“O doutorado foi a forma que eu encontrei de realizar o sonho da minha vida de, um dia, poder fazer um trabalho na Amazônia que pudesse colaborar com a preservação desse domínio. Esse trabalho por si só já é gratificante. Ser coroado com uma espécie nova, então, é fabuloso, uma emoção indescritível”, comemora.

Para Fabiano Rodrigues de Melo, professor do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade de Viçosa (MG) e coautor da descrição do sagui-dos-Munduruku, a descoberta da nova espécie é inovadora e serve de apelo à proteção das florestas.

Floresta na área de ocorrência de sagui descoberto é uma das mais desmatadas — Foto: Rodrigo Araújo/ Arquivo Pessoal

Floresta na área de ocorrência de sagui descoberto é uma das mais desmatadas — Foto: Rodrigo Araújo/ Arquivo Pessoal

“A descoberta é um fato incrível por si só, mas mostra o pouco que a gente conhece da biodiversidade. Por se tratar de um primata é algo inovador e mais inesperado ainda. A gente pode usar a descrição de novas espécies para melhorar o delineamento de proteção de áreas dentro da própria Amazônia.”, comenta.Conhecendo melhor a biodiversidade temos mais condições de propor reservas, áreas protegidas para que tenhamos essa biodiversidade como um todo, protegida— Fabiano Melo

A pesquisa liderada por Rodrigo Araújo e os orientadores Tomas Hrbek e Izeni Farias contou com o apoio do Laboratório de Evolução e Genética Animal da Universidade Federal do Amazonas, e com a colaboração de diversos pesquisadores de universidades federais do Brasil e de institutos de pesquisa e conservação da Inglaterra e Estados Unidos.

Sagui-dos-Munduruku

O nome sagui-dos-Munduruku é uma homenagem aos indígenas Munduruku e faz referência à distribuição geográfica da espécie. 

Endêmico do Sul da Amazônia, o sagui ocorre em uma área de aproximadamente 120.000 km², a partir da margem esquerda do Rio Jamanxim, abaixo da foz do Rio Novo, até a margem direita do alto Rio Tapajós, abaixo da foz do Rio Cururu. “Aproximadamente metade da área de distribuição dos saguis cai dentro das terras dos Munduruku”, comenta o pesquisador Rodrigo Araújo.

Mas muito mais do que um nome, a menção traz ainda uma relação importante entre os indígenas e a espécie descoberta.As florestas das quais ambos dependem estão sofrendo ameaças nessa área. Respeitar a terra indígena e, cumprir com o papel de proteção aos indígenas Munduruku é uma forma de proteger também os saguis e toda a biodiversidade da região— Rodrigo Araújo

Ainda não é possível saber o status de conservação do sagui-dos-Munduruku, se é considerado vulnerável ou não, mas é fácil perceber quais são as principais ameaças à espécie. “A região onde eles ocorrem tem uma influência muito grande de garimpo de ouro, madeireiros, e produtores rurais. Há um grande desmatamento visivelmente ocorrendo no local”, afirma.

Proteção dos sagui

Além da pesquisa do doutorado, Rodrigo Araújo é coordenador de um projeto de proteção a estes primatas. “Criei o Projeto Saguis da Amazônia com o intuito de entender as ameaças às quais estas espécies estão sujeitas, e desenvolver estratégias para sua conservação e das florestas onde ocorrem, o que passa por aumentar a conscientização das pessoas sobre as espécies de saguis e a importância da floresta.”

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Bebês são devolvidos aos pais biológicos após DNA comprovar a troca

“Foi um sentimento de alívio e perda. Hoje, cada família vai para sua casa com seu filho biológico. Mas eles vão continuar convivendo. Porque as mães têm amor pelas crianças, mesmo não sendo biológicos, mas foi um sentimento muito forte”, disse o advogado Sérgio Flausino.

Murilo e Aline moram em Santa Bárbara de Goiás, a 27 Km de Trindade, mas devem passar a noite desta quinta na casa de parentes em Goiânia.

A assessoria do Hutrin informou “que foi a instituição que passou à autoridade policial os resultados dos exames de DNA”. Afirmou ainda que “não iria mais comentar o assunto por considerá-lo encerrado, cabendo a polícia relatar quem de fato foi responsável pela troca dos bebês”.

A suspeita de que algo estava errado partiu de Genésio e Pauliana. Segundo o advogado deles, Alaor Mendanha, o casal percebeu que o bebê não se parecia com eles e fez, por conta própria, um exame de DNA, que comprovou que o recém-nascido não era filho biológico de nenhum dos dois.

O casal registrou o caso na Polícia Civil. A suspeita da troca se espalhou rapidamente. Assim, Aline e Murillo, que tiveram filho na mesma data e que estavam no mesmo quarto, procuraram a delegacia.

O Hutrin reconheceu inicialmente a troca e informou que passou a manter contato com as famílias. No entanto, funcionários da unidade que prestaram depoimento nesta quarta-feira (31) negaram que tenham cometido qualquer erro que pudesse ter levado à troca dos bebês.

Investigação

A Polícia Civil começou a investigar o caso assim que foi registrado na delegacia de Trindade. Segundo a delegada Renata Vieira, responsável pela apuração, ao que tudo indica, as pulseiras de identificação, com o nome das mães, estavam corretas, mas os bebês tinham sido colocados por uma funcionária da maternidade em berços ao lado das mães erradas. A polícia também acredita que as roupas dos recém-nascidos foram trocadas.

As três funcionárias que foram ouvidas pela Polícia Civil disseram em depoimento que não acreditam que o hospital tenha culpa no caso, porque a equipe segue um sistema padrão para assegurar que problemas como esse não ocorram.

Com o resultado do exame e com o depoimento das três funcionárias, a delegada disse que vai avaliar se há necessidade de ouvir outros funcionários da equipe, que tinha 15 profissionais atuando no dia do plantão em que os meninos nasceram.

A delegada Renata Vieira contou ainda que trabalha com a investigação baseada no Art. 229 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê penalidade para quem não identificar corretamente o bebê e a mãe após o parto.

“Trabalhamos com a hipótese de ter sido culposa a troca [quando não há intenção]. Após a conclusão da investigação, vamos enviar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) sobre o caso à Justiça”, disse a delegada, explicando que o TCO é um “registro de um fato tipificado como infração de menor potencial ofensivo”.

A polícia também esperava analisar imagens de câmeras. Porém, nesta terça-feira (30), Renata Vieira recebeu a informação do Hutrin que as imagens de câmeras da maternidade não estão mais disponíveis, já que ficaram armazenadas por dez dias e depois foram automaticamente apagadas.

Como a troca dos bebês teria ocorrido

  • Os bebês José Miguel e Murillo Henrique nasceram no dia 9 de julho no Hutrin;
  • As investigações apontam que os partos dos dois ocorreram entre 15h20 e 15h40;
  • As duas mães, Aline e Pauliane, foram encaminhadas à mesma enfermaria;
  • Os bebês foram levados para primeiro banho, e depois disso, provavelmente, houve um erro, e a roupa de um foi vestida no outro;
  • Até então, as pulseiras de identificação, com o nome das mães, estavam corretas – apenas as roupas é que estavam invertidas;
  • Os bebês teriam sido colocados por uma funcionária da maternidade em berços ao lado das mães erradas;
  • As duas pulseiras de identificação se soltaram. Uma caiu no chão, e então uma das avós percebeu que o nome escrito na pulseira não era o da filha;
  • Segundo delegada, uma funcionária explicou às famílias que as pulseiras poderiam ter sido trocadas na hora do banho, mas que os bebês estavam com as mães certas;
  • Três funcionárias que estavam trabalhando no dia do parto negam ter trocado os bebês.

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Brasil e Paraguai anulam acordo sobre compra de energia de Itaipu

Por G1

O presidente paraguaio, Mario Abdo Benítez, — Foto: Jorge Adorno/Reuters

O presidente paraguaio, Mario Abdo Benítez, — Foto: Jorge Adorno/Reuters

Brasil e Paraguai anularam nesta quinta-feira (1º) a ata sobre compra de energia da usina de Itaipu assinada em maio por representantes dos dois países que iniciou uma crise política no governo de Mario Abdo Benítez.

De acordo com a imprensa local, o embaixador do Brasil no Paraguai, Carlos Alberto Simas Magalhães, assinou em Assunção um documento em que o Estado brasileiro reconhece a decisão do Estado paraguaio de anular a renegociação que faria o país vizinho pagar mais caro pela energia da usina binacional.

Pedido de impeachment

Partidos de oposição do Paraguai anunciaram nesta quarta-feira (31) que apresentarão um pedido de impeachment contra o presidente, Mario Abdo, e o vice-presidente Hugo Velázquez, por conta do escândalo em torno da polêmica renegociação.

Esse acordo elevará os custos para a empresa estatal de eletricidade do Paraguai em mais de US$ 200 milhões, segundo o ex-diretor da entidade. O documento, assinado sem divulgação à opinião pública pelos governos de Brasil e Paraguai, foi divulgado apenas na semana passada.

Resumo da crise

  • em maio, os governos brasileiro e paraguaio assinaram uma ata que, na prática, faria o Paraguai pagar mais caro pela energia de Itaipu.
  • pelo texto assinado, o Paraguai aumenta a previsão de compra da chamada energia garantida, mais cara, reduzindo o consumo da energia chamada de excedente, que é mais barata.
  • a revelação da existência do acordo levou o chanceler paraguaio, o presidente de Itaipu e outros dois funcionários de alto escalão a renunciarem.
  • a oposição paraguaia acusa o presidente Mario Abdo de favorecer interesses brasileiros e promete entrar com um pedido de impeachment na Câmara dos Deputados.

O que diz a ata

A oposição paraguaia denuncia que o acordo fimardo em maio poderia levar a aumentos nos custos de energia para o país. O jornal paraguaio “ABC Color” aponta que a usina de Itaipu fornece energia com dois preços diferentes a Brasil e Paraguai: há a energia garantida (mais cara) e a energia adicional, que é um excedente (mais barato).

Em 2007, em troca da instalação de mais duas turbinas binacionais, das quais o Brasil precisava, o Paraguai conseguiu negociar o benefício para comprar energia adicional em maior quantidade, pagando menos do que se consumisse o mesmo volume na forma de energia garantida.

Com a nova ata, diz o “ABC Color”, o Paraguai concordava em usar a energia garantida de Itaipu — mais cara que a excedente, que é usada hoje pelo país em maior proporção –, renunciando assim ao benefício que representava a compra dessa energia adicional, mais barata. O novo acordo geraria uma diferença de US$ 350 milhões (R$ 1,3 bilhão) para a Administração Nacional de Eletricidade (Ande) paraguaia, segundo especialistas da área ouvidos pelo periódico.

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PM é baleado na Linha Amarela, Zona Norte do Rio

Por Genilson Araújo, Bom Dia Rio

Carro do policial, com marcas de tiros, na Linha Amarela na manhã desta quinta-feira (1º) — Foto: Reprodução/TV Globo

Carro do policial, com marcas de tiros, na Linha Amarela na manhã desta quinta-feira (1º) — Foto: Reprodução/TV Globo

Um policial militar foi baleado após sofrer uma tentativa de assalto no fim da madrugada desta quinta-feira (1º), na Linha Amarela, próximo ao acesso à Linha Vermelha, na altura de Bonsucesso, Zona Norte do Rio.

O agente, que estava à paisana, foi atingido no abdômen, nas pernas e ainda levou um tiro de raspão na cabeça, segundo o Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE).

De acordo com a corporação, criminosos dentro de um carro atiraram contra o militar ao tentarem roubar o veículo do agente às 4h30. Após o crime, eles conseguiram fugir.

O policial perdeu a direção do carro e bateu na mureta divisória da Linha Amarela. Ele foi socorrido para o Hospital Geral de Bonsucesso. Não há informações sobre o estado de saúde da vítima.

O carro do agente, com marcas de tiros, ainda estava na via por volta das 7h30. No mesmo horário, uma faixa da Linha Amarela no acesso à pista sentido Centro da Linha Vermelha estava interditada.

Segundo o Centro de Operações Rio, o trânsito era intenso na Linha Vermelha da saída da Linha Amarela em direção ao Centro até a chegada a São Cristóvão.

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Operações com criptomoedas feitas a partir desta quinta terão que ser informadas à Receita

Por G1

As operações com criptomoedas (como o Bitcoin) feitas a partir desta quinta-feira (1º) por pessoas físicas, jurídicas e corretoras terão que ser informadas à Receita Federal. O fisco quer saber quem está usando essas moedas, quanto está pagando por elas e como. A determinação está em uma instrução normativa publicada em maio no Diário Oficial.

Os objetivos, segundo o órgão, são combater a sonegação fiscal e evitar crimes como lavagem de dinheiro e remessa ilegal de divisas ao exterior.

“A coleta de informações sobre operações com criptoativos tem se intensificado em vários países, após a constatação de que grupos estariam se utilizando do sistema para cometer crimes como lavagem de dinheiro, sonegação e financiamento ao tráfico de armas e terrorismo”, afirma a Receita em nota.

Informações prestadas

De acordo com as novas regras, as exchanges de criptoativos (corretoras que fazem a compra e venda das moedas virtuais) localizadas no Brasil terão que informar à Receita todas as operações realizadas, sem limite de valor. Já as operações realizadas por brasileiros e empresas brasileiras em exchanges no exterior, ou fora do ambiente dessas corretoras, terão que ser reportadas pelos próprios clientes, sempre que o valor mensal movimentado ultrapassar R$ 30 mil.

Entre as informações que serão solicitadas pela Receita, estão a data da operação, o tipo de operação, os titulares da operação, os criptoativos usados na operação, a quantidade de criptoativos negociados, o valor da operação em reais e o valor das taxas de serviços cobradas para a execução da operação, em reais, quando houver. O fisco também quer saber o endereço da carteira virtual do remetente e do recebedor das criptomoedas.

As informações terão que ser prestadas à Receita até o último dia útil do mês seguinte ao da operação com criptoativos. As exchanges também terão que fornecer um relatório anual dessas operações.

As multas pelo atraso na apresentação das informações variam de R$ 100 a R$ 1,5 mil. Já pela prestação de informações incorretas, o valor pode chegar a 3% do valor da operação.

Infográfico: Como funciona o bitcoin — Foto: Igor Estrella/G1

Infográfico: Como funciona o bitcoin — Foto: Igor Estrella/G1

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Vale tem prejuízo de R$ 384 milhões no segundo trimestre

Por G1

Conclusão da estação de tratamento de água do córrego ferro-carvão em Brumadinho, MG — Foto: Divulgação/Vale

Conclusão da estação de tratamento de água do córrego ferro-carvão em Brumadinho, MG — Foto: Divulgação/Vale

Vale informou nesta quarta-feira (31) que registrou prejuízo de R$ 384 milhões no segundo trimestre de 2019. Assim como no trimestre anterior, resultado ainda foi influenciado pelo impacto da ruptura da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, em janeiro.

Foi o segundo trimestre consecutivo de prejuízo da mineradora. Entre janeiro e março, a Vale reportou prejuízo de R$ 6,4 bilhões, também afetada pela tragédia de Brumadinho. No segundo trimestre do ano passado, a companhia registrou lucro de R$ 306 milhões.

Segundo a Vale, o resultado do segundo trimestre pode ser atribuído ao processo de provisões adicionais relacionadas a problemas com três barragens da empresa: para a ruptura da estrutura em Brumadinho, para o descomissionamento da barragem de Germano e para a Fundação Renova (criada depois da tragédia em Mariana para organizar a reparação aos danos causados pelo desastre).

Veja detalhes das provisões:

  • R$ 5,9 bilhões pela ruptura da barragem de Brumadinho;
  • R$ 993 milhões pelo descomissionamento da barragem de Germano;
  • R$ 1,4 bilhão para a Fundação Renova.

As provisões e despesas da companhia apenas com Brumadinho já somam R$ 23,2 bilhões. Além dos R$ 5,9 bilhões anunciados neste segundo trimestre, a companhia já havia provisionado R$ 17,3 bilhões nos primeiros três meses do ano.

“Conforme progredimos para uma reparação completa e efetiva, o segundo trimestre foi um trimestre de transição para o negócio, com o rompimento da Barragem em Brumadinho ainda impactando volumes, custos e despesas”, afirmou o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo.

Empresa faturou mais

A receita líquida da companhia foi de R$ 36 bilhões no segundo trimestre, o que significa um aumento de R$ 5 bilhões na comparação com os primeiro três meses do ano. O aumento foi beneficiado pelos maiores preços e volumes de vendas.

Nesse período, a receita aumentou em R$ 3 bilhões com a alta dos preços e R$ 828 milhões pelos maiores volumes de venda.

Dívida em queda

A Vale também informou que a dívida bruta recuou no segundo trimestre. Ela totalizou US$ 15,8 bilhões, uma queda de US$ 1,3 bilhão na comparação com os três meses anteriores.

O recuo do endividamento da companhia teve como base o pagamento de dívidas relacionadas às linhas de créditos que foram contratadas no primeiro trimestre pela companhia.

Já os investimentos subiram. No segundo trimestre, eles somaram US$ 730 milhões, acima do apurado no mesmo período do ano passado (US$ 705 milhões) e dos três primeiros meses deste ano (US$ 611 milhões).

Produção em queda

Na semana passada, a Vale informou que as vendas de minério de ferro e pelotas caíram 18,2% no segundo trimestre ante mesmo período de 2018, enquanto a produção de minério de ferro recuou 33,8% na comparação anual, em meio a paradas de minas após o desastre em Brumadinho (MG).

O volume de vendas de minério e pelotas somou 70,8 milhões de toneladas entre abril e junho. Já a produção de minério de ferro atingiu 64 milhões de toneladas.

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