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Caso Aline: jovem morta ao sair para comprar fraldas em Alumínio tentou se defender, diz delegada

Por Arcílio Neto e Eduardo Rodrigues, TV TEM

Aline Silva Dantas desapareceu em Alumínio (SP) depois de sair para comprar fraldas para a filha — Foto: Arquivo pessoal

Aline Silva Dantas desapareceu em Alumínio (SP) depois de sair para comprar fraldas para a filha — Foto: Arquivo pessoal

A jovem de 19 anos que saiu para comprar fraldas e foi encontrada morta em um matagal de Alumínio (SP), na tarde desta quarta-feira (11), tentou se defender das agressões. Segundo a Polícia Civil, o corpo da vítima apresentava marcas. Nenhum suspeito foi identificado.

Em entrevista à TV TEM, a delegada Luciane Bachir, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba (SP), contou que os cães farejadores localizaram Aline Silva Dantas embaixo de madeiras, sem roupas e com o corpo parcialmente carbonizado.

“Não se sabe como, mas ela tem lesão de defesa. Ela tem mancha no pescoço, mas não se sabe do que, se é uma esganadura, por exemplo. Também tem lesão na mão, a princípio sem perfurações. São lesões características de defesa”, explica Bachir.

A jovem Aline foi achada em uma área de mata cercada por residências na Vila Santa Luzia. A identificação foi feita com base nos traços da vítima e de pedaços do vestido que ela usava no dia do desaparecimento.

“Estamos averiguando todas as possibilidades. Os exames vão confirmar se houve ou não violência sexual contra a Aline”, conta a delegada.

Aline tinha sido vista pela última vez quando saiu a pé de casa para ir até a farmácia comprar fraldas para a filha, de um ano e nove meses.

Equipes de buscas se mobilizaram desde domingo para encontrar a jovem. A polícia teve o apoio de cães farejadores da Guarda Municipal de Itupeva. O corpo de Aline foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba (SP).

Corpo de Aline Silva Dantas foi encontrado em uma área de mata em Alumínio (SP) — Foto: Reprodução/Google Maps

Corpo de Aline Silva Dantas foi encontrado em uma área de mata em Alumínio (SP) — Foto: Reprodução/Google Maps

Câmeras de segurança

À TV TEM, a mãe de Aline, Maria Zuleide Silva, disse que a filha não costumava sair sozinha e que, geralmente, só saía para ir até a igreja ou acompanhada com a família.

Câmera registrou jovem dentro de farmácia momentos antes de desaparecer em Alumínio — Foto: Reprodução/TV TEM

Câmera registrou jovem dentro de farmácia momentos antes de desaparecer em Alumínio — Foto: Reprodução/TV TEM

Imagens feitas por câmeras de segurança de casas e comércios de Alumínio mostram Aline momentos antes de desaparecer. Em um vídeo, a jovem aparece entrando na farmácia onde compraria as fraldas. Em outras imagens, Aline aparece passando por ruas da cidade, sempre sozinha.

Segundo a polícia, Aline tentou usar um cartão corporativo do marido para comprar as fraldas, que não funcionou porque estava desativado pela empresa onde o companheiro trabalhava.

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Fumaça de queimadas da região da Amazônia chega ao Oeste de Santa Catarina

Por G1 SC

Fumaça deixou a cidade de Chapecó cinzenta nesta terça e quarta-feira — Foto: Reprodução/ NSC TV

Fumaça deixou a cidade de Chapecó cinzenta nesta terça e quarta-feira — Foto: Reprodução/ NSC TV

O céu acinzentado registrado nesta terça e quarta-feira (11) pela manhã na região Oeste de Santa Catarina chamou a atenção dos moradores. De acordo com o meteorologista da NSC, Leandro Puchalski, trata-se da fumaça das queimadas da região amazônica que foram trazidas ao estado por correntes de ventos.

“O que traz essa fumaça são ventos em altitude em níveis baixos da atmosfera, a um ou dois quilômetros de altura”, explicou Puchalski. A fumaça foi registrada em cidades como Chapecó e Dionísio Cerqueira, que fica na fronteira com a Argentina.

De acordo com o meteorologista, foi possível enxergar a fumaça em imagens de satélite tanto na terça como nesta quarta. Ela também atingiu, segundo os mapas, a região Sul catarinense. Mas como o dia estava mais nublado na região, a fumaça não chegou a ser perceptível.

Fumaças foram registradas em Santa Catarina nesta terça e quarta-feira — Foto: Reprodução/ NSC TV

Fumaças foram registradas em Santa Catarina nesta terça e quarta-feira — Foto: Reprodução/ NSC TV

“Basicamente essa fumaça vem da Amazônia, da região Norte do país. A fumaça acaba vindo em direção a Santa Catarina pelo o que a gente chama de jato de baixos níveis. Esses ventos vieram do Norte do Brasil, passando pelo Oeste do país e seguindo para SC”, ressaltou.

Para quinta-feira (12), avalia o meteorologista, a condição deve se manter em Santa Catarina. “Deveremos ter o dia com o céu completamente tomado por fumaça. Esta fumaça vem principalmente de Rondônia e muito mais deve chegar nos próximos dias”.

Satélite registra presença de fumaça das queimadas da Amazônia em Santa Catarina — Foto: Reprodução/ NSC TV

Satélite registra presença de fumaça das queimadas da Amazônia em Santa Catarina — Foto: Reprodução/ NSC TV

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Cerrado registra mais focos de queimadas do que a Amazônia nos primeiros dias de setembro

Por Carolina Dantas, G1

Focos de queimadas registrados pelo Inpe em 9 de setembro — Foto: Reprodução/Programa Queimadas

Focos de queimadas registrados pelo Inpe em 9 de setembro — Foto: Reprodução/Programa Queimadas

O Cerrado registrou mais focos de queimadas nos primeiros dias de setembro do que a Amazônia, fenômeno inverso ao que foi visto durante o mês de agosto e desde o início do ano.

Esse aumento no número de focos no Cerrado não foi visto no mesmo período de 2018. De acordo com especialistas, os incêndios provavelmente têm causa humana e se propagam devido à onda de calor que afeta o Cerrado nos últimos dias. As causas naturais são pouco prováveis, já que o bioma passa pelo período de seca – sem chuvas –, e dificilmente ocorreria um raio para provocar um incêndio natural.

Do dia 1º até esta segunda-feira (9), foram 7.304 focos no Cerrado, contra 6.200 na floresta amazônica. No acumulado ano ano, o bioma Amazônia concentrou 53.023 focos contra 34.839 do Cerrado (veja gráficos abaixo).

Nos últimos 30 dias (de 9 de agosto a 9 de setembro), a Amazônia registrou 30.245 focos, contra 17.438 do Cerrado. A tendência de crescimento das queimadas neste segundo bioma começou apenas na última semana do mês.

Os dados são do banco do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e foram captados pelo satélite de referência Aqua.

Focos de calor no início de agosto e setembro de 2019 — Foto: Carolina Dantas/G1

Focos de calor no início de agosto e setembro de 2019 — Foto: Carolina Dantas/G1

Número de queimadas por bioma — Foto: Carolina Dantas/G1

Número de queimadas por bioma — Foto: Carolina Dantas/G1

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta de “Grande perigo” nesta terça-feira (10), que aponta risco para mais de 20 cidades do Mato Grosso, regiões do Cerrado. Há chance de a temperatura ficar pelo menos 5ºC acima da média nos próximos 5 dias.

“O que está acontecendo são dois fatores: o Cerrado está passando por uma rara onda de calor. É raríssimo este tipo de alerta [do Inmet]. Quando você tem este tipo de temperatura e uma baixíssima umidade, a situação do Cerrado fica muito inflamável” – Carlos Nobre, climatologista, membro da Academia Brasileira de Ciências e ex-pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

De acordo com o pesquisador, há uma dinâmica no Cerrado. O bioma é adaptado ao fogo, mas não quando ele é aplicado em tamanha proporção pelos humanos. Existem árvores resistentes, mas não tão fortes a ponto de viver em um cenário tomado pelas queimadas.

“O Cerrado tem aquelas árvores com a casca resistente ao fogo. Tem 60% a 70% de cobertura de árvores, e 30% a 40% de cobertura de gramíneas, e, quando chega, o fogo atinge só as gramíneas, que depois crescem de novo. O Cerrado evoluiu milhões de anos. Mas hoje colocamos fogo demais e ele ainda não está preparado”.

Queimadas têm causa humana

Assim como Nobre, Alberto Setzer, pesquisador do Programa Queimadas, diz que o fogo no Cerrado, e também na Amazônia, é de causa humana – intencional ou acidental. Ele explica que a única causa natural de fogo são os raios, fenômeno que ocorre durante a temporada de chuva no bioma. Não é o caso do Cerrado no momento.

Em uma análise dos dados do Inpe no início de setembro, constatou-se que ocorreu chuva em apenas em 176 dos 7.304 focos detectados pelo Aqua. O risco de fogo, previsto pelo instituto, era considerado crítico em 4.259 pontos de calor encontrados pelo satélite.

Os pesquisadores apontam que o calor e o tempo seco ajudam a “espalhar” o fogo, mas não a “criar” novos focos.

G1 mostrou em outra reportagem que a Amazônia apresentou neste ano os mais altos índices de chuva e de queimadas dos últimos quatro anos.

Fogo no Cerrado nos últimos 22 anos

Dados do Programa de Queimadas apontam que o Cerrado brasileiro registra 44% mais focos de incêndios de 1º de janeiro a 10 de setembro do que o observado no mesmo período em 2018.

Foram 35.547 focos no Cerrado em 2019 contra 24.625 em 2018.

No acumulado de 1998 a 2018, as queimadas de 2019 estão dentro da média histórica para este período, que é de 35.627.

Os picos de queimadas ocorreram em 2007, com 76.175; e 2010, com 77.246 – ambos anos com incidência de El Niño, que muda o regime de chuvas. Os anos com menores incidências de queimadas foram 2000, com 15.378; e 2009, com 17.675.

Focos de incêndios de 1º de janeiro a 10 de setembro

AmazôniaCerradoBRASIL
199831.63125.60160.807
199936.75424.61173.95
200023.00215.37844.03
200130.99523.09964.031
200275.11439.679136.88
200387.34441.257160.745
2004110.77347.685182.388
2005111.46736.675175.33
200667.08329.399120.107
200787.29876.175187.311
200838.83625.18379.866
200925.56617.67559.038
201074.12577.246173.982
201118.83732.81266.428
201239.63654.877115.139
201320.15422.00752.82
201435.98333.99282.059
201538.08331.13281.742
201646.81536.109100.995
201748.20732.96296.479
201837.78924.62574.939
201954.28235.547108.931

Fonte: Inpe

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Polícia encontra ossadas que podem ser de vítimas da milícia em Queimados

Por Henrique Coelho, G1 Rio

Polícia Civil procura por corpos de vítimas da milícia em Queimados, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Polícia Civil procura por corpos de vítimas da milícia em Queimados, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense encontraram nesta quarta-feira (11) mais ossadas que podem ser de vítimas de uma milícia de Queimados, na Baixada Fluminense. A Polícia Civil sabe que o local, na Travessa Rio dos Poços, já foi utilizado por milicianos para o descarte de corpos de vítimas, segundo as investigações da DHBF.

O trabalho de escavação foi encerrado por volta das 17h e deve continuar na quinta-feira (12). Os corpos foram encontrados no bairro Parque Tupiara.

Além de ossos humanos, chinelos, botas e roupas também foram encontrados. O trabalho contou com a ajuda de uma máquina retroescavadeira, por causa da profundidade do poço onde a polícia acredita que os corpos foram enterrados.

Além de ossos, calçados e roupas foram encontrados durante as escavações — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Além de ossos, calçados e roupas foram encontrados durante as escavações — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Em agosto, ossadas foram encontrados no mesmo município. Uma perícia foi realizada para saber se pertencem a quatro vítimas diferentes.

Os ossos, de diversas partes do corpo, são humanos, e foram encontrados de forma espalhada em uma área de mata, dentro de um poço profundo que foi aterrado no bairro Parque Sarandi.

Só na Baixada Fluminense, foram 8 corpos encontrados em Belford Roxo e outros 6 em Queimados entre julho e agosto. A suspeita é que todos sejam vítimas de milícias que atuam na região.

Poço é muito profundo e trabalhos terão de continuar nos próximos dias, segundo a polícia — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Poço é muito profundo e trabalhos terão de continuar nos próximos dias, segundo a polícia — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

‘Caçadores de Ganso’

A Polícia investiga se as vítimas foram mortas e tiveram seus corpos enterrados pela milícia conhecida como Caçadores de Ganso, que atuava no município.

O G1, em julho, mostrou que o grupo já tinha pelo menos 23 vítimas identificadas, mas que o número de mortes podia chegar a quase 100.

“Nessa segunda etapa, a gente vai focar na localização de corpos e vítimas que não chegaram ao nosso conhecimento. Vamos procurar cemitérios clandestinos para tentar fazer um levantamento mais preciso”, explicou o delegado Leandro Costa, responsável pelo caso, em julho.

Vinte e sete suspeitos de integrar essa milícia, incluindo o vereador de Queimados, Davi Brasil Caetano, foram presos no dia 18 de julho, em operação conjunta do MP-RJ e da Polícia Civil.

O grupo chegava a receber “encomenda” de mortes por redes sociais e lucrava até com a venda de Kit-Churrasco em condomínios do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal.

Um dos seus representantes mais perigosos, Carlos Luciano Soares da Silva, está foragido. Conhecido como Macaco Louco, ele é apontado pela polícia como atual líder do grupo e um dos integrantes do grupo de extermínio responsável por várias mortes em Queimados.

Em 2016, a cidade foi considerada a mais violenta do mundo, de acordo com o Atlas da Violência. A Polícia Civil e o MP acreditam que a atuação da milícia contribuiu para a taxa de 134,9 mortes para cada 100 mil habitantes.

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Bandidos fazem arrastão em prédio onde mora prefeito de São Bernardo do Campo, no ABC paulista

Por Glauco Araújo, G1 SP — São Bernardo do Campo

Um grupo de assaltantes fez um arrastão em um condomínio de luxo no bairro Chácara Inglesa, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. O crime aconteceu nas primeiras horas desta quarta-feira (11). No condomínio mora o prefeito da cidade, Orlando Morando (PSDB).

G1 apurou que cinco apartamentos foram invadidos. O apartamento de Morando não foi assaltado.

O prefeito publicou um vídeo em uma rede social informando sobre o caso e que ele é sua família estavam bem. Ele também falou que os moradores estão bem e tiveram apenas prejuízos materiais.

“Quero tranquilizar a todos. Eu, minha família e meus vizinhos estamos bem. Infelizmente, o prédio onde moramos sofreu um arrastão pela manhã. As perdas foram apenas materiais e, isso, lamentamos. É um episódio estranho, a polícia está investigando, mas, a velha política aproveita para fazer fake news ao invés de prestar solidariedade. Estão tentando enganar as pessoas, dizendo que a polícia está em casa. É mentira. A polícia está lá nos defendendo, apurando e procurando os criminosos”, disse Morando.

Policiais militares chegaram ao local depois da fuga dos criminosos. Uma equipe de peritos esteve no prédio durante toda a manhã, saindo do local às 15h30.

Investigadores permanecem no prédio em busca de informações que possam permitir a identificação dos assaltantes.

Não há informações sobre o que os assaltantes levaram, se há feridos ou se algum dos criminosos foi preso.

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Caixa de doação critica procurador de Minas que chamou salário de R$ 24 mil de ‘miserê’

Por Lucas Ragazzi, TV Globo — Belo Horizonte

Caixa com pedido de doação 'Ajude o procurador do MPMG sair do miserê' critica reclamação de salário de R$ 24 mil — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Caixa com pedido de doação ‘Ajude o procurador do MPMG sair do miserê’ critica reclamação de salário de R$ 24 mil — Foto: Reprodução/Redes Sociais

“Ajude o procurador do MPMG sair do miserê”, diz um cartaz colado a uma caixa de papelão que indica um local para doação na Pampulha, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (9).

A crítica se refere ao áudio do procurador do Ministério Público de Minas Gerais Leonardo Azeredo do Santos, que chamou o salário de R$ 24 mil de “miserê”. O caso viralizou na internet. De acordo com o Portal da Transparência, Leonardo recebeu, em junho, um total de R$ 78.617,66, que somou o salário, verbas indenizatórias e outras verbas retroativas/temporárias.

O autor do protesto é o advogado Mariel Marra, o mesmo que fez o pedido de cassação de mandato do vereador Wellington Magalhães.

Declaração

A declaração de Leonardo Azeredo dos Santos foi gravada durante a 5ª reunião extraordinária do colegiado do MPMG, que discutia o Orçamento de 2020.

Neste momento, o procurador-geral de Justiça, Antônio Sérgio Tonet, informava que, caso o estado assine o acordo de recuperação fiscal com o governo federal, não haverá qualquer reajuste salarial, mesmo que haja aumento dos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o procurador, ele já estaria baixando o padrão de vida por causa do salário.

“Estou deixando de gastar R$ 20 mil de cartão de crédito e estou gastando R$ 8 mil. Pra poder viver com os R$ 24 mil. Eu e vários outros já estamos vivendo à base de comprimido, à base de antidepressivo. Estou falando assim com dois comprimidos de sertralina por dia, e ainda estou falando deste jeito. Se não tomasse, ia ser pior do que Ronaldinho”, afirmou em tom exaltado.

Durante a reunião, Leonardo Azeredo ainda questiona Antônio Sérgio Tonet se não é possível alguma forma para “incrementar” os salários no próximo ano.

“Dentro do orçamento, não há nenhuma perspectiva, nenhum sonho, de incrementar qualquer tipo de vantagem que aumente nossa remuneração? Ou plantão? Ou qualquer coisa que aumente remuneração?”, questionou.

G1 procurou Leonardo Azeredo, mas ele não quis se pronunciar sobre o assunto.

Quanto recebeu o procurador

Levantamento feito no Portal da Transparência mostra que Leonardo Azeredo recebe remuneração bruta de R$ 35.462,22. Com descontos, o valor vai para cerca de R$ 24 mil. Mas, de janeiro a julho, incorporaram-se aos vencimentos, em todos os meses, Indenizações e outras remunerações em valores que ultrapassam R$ 20 mil.

O maior vencimento recebido pelo procurador foi em junho. O valor líquido foi de R$ 50.104,64, acrescidas de indenização, no valor de R$ 8.984,18 e outras remunerações retroativas/temporárias, no valor de R$ 19.528,84. Somados, o valor dá R$ 78.617,66.

O que diz o Ministério Público

Em nota enviada nesta segunda-feira (9), o Ministério Público de Minas Gerais informou que não há nenhum projeto em andamento sobre adoção de benefícios pecuniários para a carreira de procuradores e promotores de Justiça, nem de servidores, em função da grave crise financeira do estado.

O MP ainda informou que vem tomando todas as medidas cabíveis para reduzir gastos, especialmente com folha de pessoal, visando mantê-los dentro do limite legal de 2% da Receita Corrente Líquida.

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Polícia flagra 8 toneladas de droga que tinham SP e RJ como principais destinos; suspeita é que depósito seja de facção

Por Graziela Rezende, G1 MS

Polícia Civil apreendeu 8 toneladas de droga em Ponta Porã, MS — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Polícia Civil apreendeu 8 toneladas de droga em Ponta Porã, MS — Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil apreendeu 8 toneladas de maconha em Ponta Porã, a 312 quilômetros de Campo Grande, na região de fronteira com o Paraguai. O flagrante ocorreu em um depósito na BR-463, na noite dessa segunda-feira (9).

Conforme os delegados Patrick Linares e Caio Macedo, da 2ª delegacia do município, está foi a maior apreensão da droga realizada pela Polícia Civil na região.

“Nós recebemos a denúncia anônima de que ali funcionava um depósito. Foi feito o monitoramento e aguardamos o melhor momento para fazer a abordagem. Primeiro foi feita a prisão do caseiro. Em seguida, o filho dele também foi preso”, explicou ao G1 o delegado Macedo.

Além da droga, a polícia também encontrou uma grande quantidade de munição de diversos calibres. “O ilícito todo seria encaminhado para São Paulo e Rio de Janeiro principalmente, além de outros estados. Os envolvidos vão responder por tráfico de drogas e posse de munições de uso permitido”, comenta o delegado, completando que as investigações prosseguem já que a suspeita é que mais pessoas estejam envolvidas no caso, pois havia uma intensa movimentação no local.

A maconha encontrada no depósito, conforme a suspeita da Polícia Civil, teria vindo do Paraguai. Ao todo foram apreendidos 260 fardos de maconha, que após pesagem totalizaram as 8 toneladas.

Já as munições seriam dos calibres 12 e 9 milímetros. Um carro também foi apreendido, além de uma balança e grande quantidade de fita adesiva de diversas cores, que era usada para marcar os fardos da droga, identificando os proprietários do entorpecente.

Os suspeitos, de 56 anos e 25 anos, foram levados para a delegacia e indiciados. A suspeita, de acordo com a Polícia Civil, é que o depósito era “mantido por um consórcio de traficantes de facções criminosas”.

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Polícia Militar apreende R$ 500 mil em motel no Litoral catarinense

Por G1 SC

Polícia encontrou R$ 500 mil em motel no Litoral catarinense — Foto: PM/Divulgação

Polícia encontrou R$ 500 mil em motel no Litoral catarinense — Foto: PM/Divulgação

A Polícia Militar apreendeu R$500 mil em espécie em um motel, localizado na avenida Carlos Drummond de Andrade, no bairro Praia dos Amores, em Balneário Camboriú, no Litoral catarinense. A ação foi realizada na noite de segunda-feira (9), às 23h10. Três pessoas foram detidas.

Funcionários do motel chamaram a PM após verem quando um homem de 30 anos entrou no estabelecimento sozinho e em determinado momento, saiu da suíte onde estava com uma sacola. Ele a levou para outro quarto e a deixou no local.

No outro quarto estavam um homem 46 anos e a mulher dele, de 56 anos. Ao perceber a movimentação dos policiais no local, esse homem ligou para a recepção querendo saber por qual motivo a polícia estava no motel. Em seguida, ele saiu da suíte com a sacola e a escondeu ao lado de uma caixa de água do estabelecimento.

Os policiais abordaram o homem de 30 anos, que ao ser questionado disse não saber de sacola alguma. Ele contou que havia sido membro de uma organização criminosa, mas teria sido expulso.

Em seguida, a mulher de 56 anos saiu do motel de carona, em um carro chamado por aplicativo. Ela foi abordada, mas nada de ilícito foi encontrado. Ao ser questionada sobre a sacola, também disse não saber de nada.

Após encontrar a sacola escondida com os R$ 500 mil, os policias foram até a suíte do homem de 46 anos. No local nada ilícito foi localizado. No carro dele, foram encontrados R$ 2.850, em uma mochila e R$ 4 mil, dentro de uma sacola preta. Ao ser questionado, ele alegou não saber de sacola alguma e nem de dinheiro.

Os três foram detidos e levados para uma delegacia, para prestar esclarecimentos sobre o caso.

A investigação vai ficar a cargo da Polícia Federal.

Dinheiro estava em uma sacola — Foto: PM/Divulgação

Dinheiro estava em uma sacola — Foto: PM/Divulgação

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Carlos Bolsonaro pede licença sem remuneração da Câmara do Rio

Por G1 Rio

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho de Jair Bolsonaro (PSL), pediu licença não remunerada da Câmara dos Vereadores do Rio.

O ofício foi enviado ao presidente da Casa, Jorge Felippe (MDB), no último dia 6. A publicação só ocorreu no Diário Oficial da Casa nesta terça-feira (10).

A licença foi pedida para “tratar de assuntos particulares”, como determina o regimento interno da Câmara. O tempo mínimo afastado é de 30 dias; o máximo, de 120.

Um dia antes, em uma rede social, Carlos Bolsonaro escreveu que “por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos”.

Jair Bolsonaro ainda se recupera de uma cirurgia para a correção de uma hérnia. O porta-voz da República informou, nesta manhã, que ainda não há previsão de alta, embora ele apresente boa evolução clínica.

G1 apurou que um dos motivos que levou Carlos Bolsonaro a tirar a licença foi a cirurgia realizada pelo pai. Pelo menos durante esta semana, Carlos deve ficar em São Paulo com Jair.

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Governo eleva previsão de alta do PIB de 2019 para 0,85%

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

O governo elevou marginalmente sua expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 de 0,81% para 0,85%, informou a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia nesta terça-feira (10).

A pequena alta acontece após quatro cortes seguidos na previsão de crescimento da economia brasileira para este ano. O orçamento de 2019 foi elaborado prevendo que a economia cresceria 2,5%. Em março, a previsão caiu para 2,2%, em maio passou para 1,6% e, em julho, para 0,81%.

A estimativa foi divulgada após o resultado do PIB do segundo trimestre deste ano – que cresceu 0,4%, na comparação com os três primeiros meses do ano. O número veio um pouco acima do esperado pelo mercado e afastou o risco de entrada do país em uma recessão técnica, caracterizada por dois trimestres seguidos de retração do PIB.

Na última semana, o mercado financeiro manteve em 0,87% sua previsão de alta do PIB neste ano. A projeção constam no boletim de mercado conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central (BC).

De acordo com o Ministério da Economia, a previsão é de que ocorra uma aceleração da recuperação da economia brasileira a partir de setembro, com o início da liberação dos recursos do saque imediato de R$ 500 do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).O governo prevê pagar R$ 39,9 bilhões a 96,5 milhões de trabalhadores com a medida.

“A grande maioria dos mais de 33 milhões de trabalhadores elegíveis a crédito automático em sua conta poupança receberão seu recurso agora, em setembro e outubro, o que deve implicar em aquecimento da economia”, avaliou o governo.

O secretário especial de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, argumentou que mudanças na economia acontecem gradualmente e não se dão por “saltos, são passo a passo”.

“Mas a partir de setembro, haverá uma situação consistente de recuperação. Não tem voo de galinha. Temos de recolocar o Brasil em trajetória de crescimento sustentado de longo prazo”, disse Sachsida.

Inflação

Já a expectativa de inflação do governo para 2019, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, foi revisada de 3,8% para 3,6%.

“Mais uma vez, a intensidade da descompressão do preço de alimentos foi responsável por parte da queda da estimativa de inflação”, informou a secretaria.

Com isso, a expectativa de inflação para este ano segue abaixo da meta central, de 4,25%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Desafios

Adolfo Sachsida, do Ministério da Economia, avaliou que há três três desafios para o Brasil crescer de forma sustentada, que ele classificou como “importante”, “urgente” e “de conjuntura”.

“O desafio importante é recuperarmos a produtividade da economia brasileira. Sem isso, não haverá crescimento sustentado da economia”, declarou ele, classificando o problema como uma “herança maldita” recebida pelo governo Bolsonaro.

O problema classificado como “urgente” pelo secretário de Política Econômica é o “cenário fiscal” – caracterizado por rombos bilionários nas contas públicas.

“Vamos mostrar o tamanho do ajuste que estamos fazendo. É desafiador. A nova Previdência foi um passo fundamental para resolver esse problemas, mas uma ampla agenda ainda é necessária”, acrescentou ele.

Sachsida também afirmou que o terceiro desafio, conjuntural, está relacionado com a desaceleração econômica generalizada que vem sendo registrada na economia mundial.

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