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É #FAKE que foto de homem com colete da Opas prove que indígenas desnutridos estão na Venezuela

A Fiocruz confirmou que o profissional na foto é André Siqueira, médico infectologista e pesquisador do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). A imagem foi feita em Roraima. A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) atua em conjunto com o Ministério da Saúde para solucionar a crise humanitária.

Por Roney Domingos, g1

Circula nas redes sociais uma foto que mostra crianças indígenas desnutridas e um homem de colete azul perto delas. Uma legenda afirma que uniforme do médico mostra que ele é “da assistência Pan Americana, que não atua em território brasileiro” e alega que a foto foi feita na Venezuela. É #FAKE.

A Fiocruz confirmou que o profissional na foto é André Siqueira, médico infectologista e pesquisador do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). “A imagem foi feita em Roraima, no Brasil”, diz.

A Fiocruz publicou uma matéria no Portal Fiocruz a respeito da participação do pesquisador na missão do Ministério da Saúde na região.

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) afirma que a foto foi captada durante a missão inicial de campo no território Yanomami no Brasil, durante a missão de avaliação coordenada pelas autoridades nacionais.

“A Opas continuará a fornecer apoio técnico à resposta sanitária a curto, médio e longo prazo para limitar os impactos imediatos e reforçar os serviços de saúde nestas comunidades para prevenir emergências futuras, em coordenação com o Ministério da Saúde e outras instituições nacionais e subnacionais do Brasil. A Opas atua em todos países e territórios da região das Américas”, diz a nota.

Opas atua em conjunto com o Ministério da Saúde na missão que desde 17 de janeiro busca fazer um levantamento para diagnóstico sobre a situação de saúde dos indígenas e, a partir daí, traçar as ações para enfrentar a crise sanitária vivida na região.

Fundada em 1902, a Opas trabalha com os países das Américas para melhorar a saúde e a qualidade de vida de suas populações.

  • É a organização internacional de saúde pública mais antiga do mundo.
  • Atua como escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas e é a agência especializada em saúde do sistema interamericano.

A Opas oferece cooperação técnica em saúde a seus países membros, combate doenças transmissíveis e doenças crônicas não transmissíveis e suas causas, e fortalece os sistemas de saúde e de resposta ante emergências e desastres.

O Fato ou Fake já desmentiu que indígenas em estado de desnutrição em Roraima sejam venezuelanos.

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Guia de turismo criou ‘minissuíte’ com cama no banheiro na pandemia, após ficar sem trabalho: ‘A gente se reinventa’

Anúncio de cômodo em Botafogo, com diária a R$ 90, gerou memes e até críticas nas redes sociais. Inquilinos, no entanto, são só elogios: nota no Airbnb é 9,2, com 36 comentários e nenhuma queixa.

Por Rafael Nascimento, g1 Rio

g1 mostra apartamento onde fica a ‘minissuíte’ com colchão ao lado de chuveiro e privada

Eu não sabia (que viralizou na internet). Estou sabendo por você. Que bom que as pessoas estão gostando e se divertindo (nas redes)”.

Foi o que disse ao g1 o guia de turismo José Elias Pereira Duarte, de 53 anos, sobre o sucesso que fez nesta quinta-feira (26) com seu anúncio da “minissuíte” de 3 metros quadrados, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, com a cama grudada no box, com chuveiro e privada.

Seu Elias – como é conhecido – adaptou quarto e banheiro de empregada em um só cômodo. A ideia veio em 2020, após ficar sem trabalhar durante a pandemia e temer não ter dinheiro para pagar as parcelas do apartamento financiado.

“Eu e minha família compramos esse apartamento em 2018. Em 2020 veio a pandemia e tudo ficou muito difícil. Então, em meados daquele ano, a minha vizinha deu a ideia de a gente colocar o apartamento no Airbnb. (Naquela época) Estávamos sem dinheiro para pagar as parcelas”, lembra o guia de turismo que completa:

“O apartamento tinha dois quartos – um de empregada, que tinha um banheiro anexo do lado de fora. Na obra, a gente tirou uma parte e juntou o banheiro. Eu queria fazer uma coisa bonita para que quem dormisse se sentisse bem. É um quarto muito pequeno, com uma cama de solteiro e não tem espaço para quase nada. Mas, é tudo detalhado e as pessoas (que se hospedam) se sentem bem”, diz seus Elias.

Cama foi colocada no banheiro — Foto: Reprodução

Cama foi colocada no banheiro — Foto: Reprodução

Os comentários nas redes sociais são de espanto e brincadeiras.

“Esse Airbnb meteu uma cama no banheiro e tão alugando como suíte”, escreveu uma mulher nas redes sociais – a publicação tinha mais de 90 mil curtidas e mais 6 mil compartilhamentos até as 20h desta quinta-feira (26).

Anúncio viralizou nas redes sociais — Foto: Reprodução

Anúncio viralizou nas redes sociais — Foto: Reprodução

“Graças a Deus está dando certo. Estou recebendo pessoas excelentes aqui no apartamento, elas estão gostando muito e para mim é gratificante”, diz Elias.

No banheiro existe um espelho e um guarda-roupas, além de uma televisão. O preço? Noventa reais a diária. Se você quiser passar cinco noites, além das taxas de serviço, você pagará R$ 515. E há uma disputa muito grande para alugar o minúsculo espaço. Para os próximos meses, não há vagas.

Diária custa R$ 90 — Foto: Reprodução

Diária custa R$ 90 — Foto: Reprodução

“Esse mês eu consegui ter 70% de hospedagem. Às vezes, como eu sempre estou aqui, bloqueio um quarto para eu ficar. Se eu não bloquear, sempre tem gente procurado. A diária era R$ 70,00. Mas, eu aumentei para R$ 90,00 porque estamos em alta temporária. Para os próximos dias não há disponibilidade”.

Nesta quinta, o g1 esteve no apartamento de seu Elias para conhecer a ‘minissuíte’. No entanto, estava ocupada e o hospede não estava no local.

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Americanas: Justiça determina busca e apreensão de e-mails de executivos para apurar possível fraude

Decisão atende a um pedido do Bradesco, credor de uma dívida de R$ 4,7 bilhões com a varejista, e abrange diretores e conselheiros que passaram pela companhia nos últimos dez anos.

Por André Catto, g1

A Justiça de São Paulo determinou nesta quinta-feira (26) busca e apreensão de e-mails institucionais de diretores da Americanas e de integrantes do conselho da empresa. A medida abrange os executivos que passaram pela companhia ao longo dos últimos dez anos.

A decisão liminar da juíza Andrea Palma atendeu a uma ação do Bradesco, credor de uma dívida de R$ 4,7 bilhões com a varejista. Cabe recurso.

O banco requisitou a apreensão dos e-mails alegando que “diretores, conselheiros, acionistas e auditores permitiram que uma fraude contábil de gigantescas dimensões ocorresse em uma das maiores empresas do Brasil”.

“É de rigor o deferimento da medida de busca e apreensão para que todas as caixas de e-mail institucionais sejam devidamente copiadas (…) para que seus backups sejam armazenados junto a esse MM [juiz de direito]. Juízo, com o fim de preservar a prova a ser objeto da perícia investigativa que aqui se pede para a verificação dos detalhes da fraude”, diz trecho da decisão.

No documento, a juíza citou o pedido de produção de provas pelo Bradesco para eventual litígio (divergências em um processo judicial) contra a Americanas, seus administradores e, eventualmente, seus controladores por “abuso de poder”.

No pedido de tutela, o banco afirmou que “as provas produzidas no bojo das perícias requeridas poderão ensejar o ajuizamento de ação individualizada contra eventuais participantes da fraude”.

G1 Explica: o rombo nas contas das Lojas Americanas

A decisão também ordenou a apreensão de todos os e-mails dos funcionários das divisões de finanças e contabilidade. No documento, a juíza afirma que, embora a Americanas tenha criado uma comissão para investigar o assunto, deve-se evitar qualquer risco de destruição de provas.

A magistrada ainda nomeou a assessoria empresarial Ernst & Young e a advogada Patrícia Punder como especialistas em contabilidade e evidências forenses para trabalhar no caso.

Entenda o caso

O escândalo contábil da Americanas começou no dia 11 de janeiro, quando a empresa informou que havia descoberto “inconsistências em lançamentos contábeis” no valor de R$ 20 bilhões.

Com isso, o então presidente da companhia, Sergio Rial, e o diretor de relações com investidores, André Covre, decidiram deixar a companhia, menos de dez dias após serem empossados.

Desde então, a companhia viu suas ações derreterem na bolsa de valores brasileira, pediu recuperação judicial e entrou em crise com credores, em meio a uma dívida total de mais de R$ 41 bilhões.

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Entenda o que são as vacinas bivalentes contra a Covid

Imunizantes da Pfizer foram elaborados para oferecer uma proteção extra contra a ômicron e as suas subvariantes. Ministério da Saúde divulgou plano de vacinação para 2023.

Por g1

Covid-19: entenda as diferenças entra as vacinas atuais e as bivalentes

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (26) o plano de vacinação contra a Covid-19 para 2023 com as vacinas bivalentes da Pfizer.

💉 O que são as vacinas bivalentes? Os imunizantes foram elaborados para oferecer uma proteção extra contra a ômicron e suas subvariantes.

  • Desde o início da pandemia, o coronavírus vem sofrendo mutações (o que é normal).
  • Atualmente, a variante que domina o mundo é a ômicron, que é bem diferente do vírus original.
  • As primeiras vacinas usadas no combate à pandemia, também chamadas de “monovalentes”, fornecem menos proteção frente à variante dominante.
  • Ainda assim, as vacinas monovalentes continuam sendo eficazes contra casos graves, óbitos e hospitalizações.

💉 Para quem as vacinas bivalentes são indicadas? Anvisa aprovou o imunizante para a população a partir de 12 anos de idade.

  • Elas são indicadas como dose de reforço e devem ser aplicadas a partir de três meses após a série primária de vacina ou reforço anterior.
  • Receberá o reforço com a bivalente quem já tiver concluído o esquema vacinal de duas doses com a vacina monovalente.

💉 As vacinas bivalentes já estão disponíveis no Brasil? Sim e farão parte do plano de vacinação de 2023 divulgado pelo Ministério da Saúde.

  • O imunizante bivalente da Pfizer começará a ser usado no Brasil a partir de 27 de fevereiro.
  • O Ministério da Saúde informou que grupos mais expostos ao risco da doença, como idosos e profissionais de saúde, serão os primeiros a serem vacinados.
  • Vale lembrar que as vacinas bivalentes da Pfizer têm a tampa de cor cinza, enquanto a monovalente tem a tampa roxa.
  • Entenda como será o esquema de vacinação clicando aqui.
Vacinas da Pfizer monovalente e bivalente — Foto: Reprodução/Anvisa

Vacinas da Pfizer monovalente e bivalente — Foto: Reprodução/Anvisa

Aprovação pela Anvisa

A nova versão da vacina foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro de 2022.

💉 Novo reforço: Na aprovação da Anvisa, a diretora Meiruze Freitas explicou que o objetivo do reforço com a vacina bivalente será:

  • Expandir a resposta imune específica à variante ômicron;
  • Melhorar a proteção da população.

💉 Vacinas disponíveis continuam sendo importantes: Meiruze alertou que as pessoas não devem atrasar a vacinação com as doses de reforço atualmente disponíveis para esperar pela vacina bivalente.

  • O alerta foi voltado principalmente para os grupos de maior risco.
  • Segundo a diretora, “todas as vacinas de reforço aprovadas ajudam a melhorar a proteção contra casos graves e morte por Covid-19”.
  • A Pfizer, assim como a Anvisa, reforça que a vacina monovalente original continua sendo importante instrumento no combate à Covid-19.

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131 pessoas trans foram assassinadas em 2022, aponta associação

Vítima mais jovem tinha 15 anos e foi decapitada em Natal. Silvio Almeida, ministro dos Direitos Humanos, diz que governo tem o compromisso de mudar essa realidade.

Por Kellen Barreto e Luciana de Oliveira, TV Globo e g1 — Brasília e São Paulo

O Brasil teve 131 pessoas trans assassinadas em 2022, uma média de 11 por mês, segundo relatório anual da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). As vítimas foram 130 mulheres trans/travestis e 1 homem trans.

A mais jovem tinha 15 anos e foi brutalmente morta: Ester foi encontrada decapitada e com um dedo decepado em Natal, em outubro. Ela era de Olinda, Pernambuco. Um homem de 26 anos confessou o crime, segundo a polícia, mas responderá em liberdade.

O número de assassinatos em 2022 ficou abaixo dos 140 contabilizados no ano anterior, mas acima da média da série histórica iniciada em 2008, que é de 121 mortes por ano. A série inclui dados contabilizados pelo Grupo Gay da Bahia, até 2016, e pela Antra, que começou a produzir um dossiê dos assassinatos em 2017.

A Antra explicou que o número de assassinatos pode ser maior porque não existem dados oficiais sobre a violência contra essa população no Brasil. Pelo 14º ano, o país continua sendo o que mais mata pessoas trans no mundo.

Ministro fala em ‘mudar realidade’

O documento, divulgado pouco antes do Dia Nacional da Visibilidade Trans, que é no próximo domingo (29), foi entregue aos ministros dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, e da Igualdade Racial, Anielle Franco, em evento na tarde desta quinta (26), em Brasília.

“É possível construir um país com esses números que a gente viu agora? É possível construir alguma coisa que se chama nação suportando assassinatos de pessoas apenas porque elas são como elas são?”, questionou Silvio Almeida.

“Se nós não formos capazes, se não tivermos a decência de mudar essa situação, nós nunca seremos um país e nós não mereceremos ser um país. Então, é um compromisso deste governo, que é um governo decente, e de todo e qualquer governo decente, mudar a realidade estampada nesse relatório.”

“A gente quer fazer um pacto de que nós, junto com vocês, vamos transformar essa secretaria em ações e entregas importantes para essa população e importante para sociedade brasileira”, completou a secretária de Direitos da População LGBTQIA+, Symmy Larrat, que é uma travesti.

Pernambuco tem mais mortes

O Brasil seguiu em primeiro no ranking dos assassinatos de pessoas trans em 2022 elaborado pela ONG Transgender Europe, que monitora 171 nações. Depois vieram México e os Estados Unidos. Ao todo, 327 mortes foram contabilizadas em todo o mundo.

Entre os estados brasileiros, a maioria dos crimes (13) foi em Pernambuco, o que acontece pela primeira vez desde que o dossiê começou a ser feito pela Antra. Em seguida vêm São Paulo e Ceará, com 11 mortes cada.

Do total dos casos onde foi possível determinar o local do crime, 64% ocorreram em cidades do interior dos estados e 61% das mortes foram em locais públicos.

O perfil das vítimas segue o mesmo: a maioria é mulher trans/travesti, negra e que vive da prostituição. E a maioria (65%) foi morta com requintes de crueldade, assim como Ester, de 15 anos, em Natal, e Paulinha, de 31 anos, assassinada a facadas e pedradas no Maranhão.

“Apesar das variações numéricas, no contexto geral não houve qualquer mudança significativa em relação à violência e à subalternização social que pessoas trans ocupam”, diz o dossiê produzido por Bruna Benevides, secretária de articulação política da Antra.

“E estas continuam enfrentando os piores índices de violência e violações de direitos humanos quando comparadas a qualquer outro grupo que enfrenta sistemáticas violências vindas do estado.”

O dossiê da associação também chamou a atenção para 20 casos de suicídio, sendo 13 de travestis/mulheres trans, 6 de homens trans/transmasculinos e 1 de pessoa não binária.

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Dino entrega a Lula pacote de ideias para ampliar segurança na Esplanada e evitar atos golpistas

Propostas são chamadas de ‘pacote da democracia’ pelo governo e devem embasar PEC a ser enviada ao Congresso. Lista inclui guarda nacional, aumento de penas para golpistas e novas regras para redes sociais.

Por Camila Bomfim, GloboNews — Brasília

‘Pacote da democracia’: ideias para ampliar segurança na Esplanada serão entregues a Lula nesta quinta-feira (26)

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, entregou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na manhã desta quinta-feira (26), um pacote de sugestões para ampliar a segurança dos prédios públicos em Brasília e evitar a repetição de atos golpistas, como os do último dia 8.

A lista vem sendo chamada pelo governo de “pacote da democracia” e deve subsidiar a elaboração de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a ser enviada pelo Planalto para tramitação no Congresso.

A decisão final sobre os itens que vão compor a PEC, no entanto, caberá ao próprio presidente Lula.

Segundo interlocutores de Dino, o pacote inclui ao menos quatro propostas para reforçar a segurança do governo. Também deve incluir regras para que as redes sociais bloqueiem conteúdos que atentam contra a democracia.

As sugestões que serão entregues a Lula incluem:

  • criação de uma guarda nacional: reforço na segurança pública em prédios de órgãos públicos, em Brasília. A ideia é driblar eventuais omissões de policiais, como as que ocorreram no último dia 8;
  • regras nas redes sociais: novas regras para definir que conteúdos antidemocráticos sejam excluídos no mesmo dia, ou até em algumas horas, antes que se disseminem;
  • aumentar penas contra golpistas: aumentar as punições que já existem no Código Penal para quem atenta contra a democracia – e incluir empresas como alvos da responsabilização;
  • regulamentar segurança pública: dividir a responsabilidade sobre a segurança pública de Brasília entre o governo local e o governo federal.

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Operação Fim do Mundo: veja fotos de imóveis sequestrados e bens apreendidos

A investigação já conta com 30 denunciados e visa desestruturar um grupo que movimentou mais de R$ 100 milhões. Agentes cumpriram mandados no RJ, SP e SC. No PR, bens foram sequestrados.

Por Ben-Hur Correia e Marco Antônio Martins, TV Globo e g1 Rio

Polícia Federal e o Ministério Público do Rio de Janeiro iniciaram nesta quinta-feira (26), em quatro estados, a Operação Fim do Mundo, contra a lavagem de dinheiro oriunda do Terceiro Comando Puro (TCP), uma das facções do tráfico de drogas e de armas que age no RJ. Até a última atualização desta reportagem, 11 pessoas haviam sido presas — 10 alvos de mandados de prisão e um preso em flagrante.

A investigação já conta com 30 denunciados e visa desestruturar um grupo que movimentou mais de R$ 100 milhões.

Lista de bens para apreensão:

  • 15 imóveis;
  • 19 automóveis;
  • 2 embarcações;
  • 32 contas bancárias.

Ao todo, a constrição patrimonial totalizou mais de R$ 22 milhões.

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Prova de vida: INSS agora é responsável por buscar informações dos segurados; entenda

Portaria detalha o que pode ser considerado como prova de vida e como o INSS agirá quando não conseguir identificar essas movimentações; neste ano, órgão deverá comprovar a situação de cerca de 17 milhões de benefícios, entre aposentadorias, pensão por morte e benefícios por incapacidade.

Por Marta Cavallini, g1

Foi assinada na terça-feira (24) a portaria que regulamenta os novos procedimentos do Instituto Nacional do Seguro Social em relação à prova de vida dos segurados. Desde 1º de janeiro, cabe ao próprio INSS verificar se o beneficiário segue vivo.

Com a medida, o INSS terá 10 meses, a partir da data de aniversário do beneficiário, para comprovar que o titular está vivo. Se o órgão não conseguir fazer a comprovação nesse período, o segurado ganhará mais dois meses para provar que está vivo.

Nesse caso, o beneficiário será notificado pelo aplicativo “Meu INSS”, por telefone pela Central 135 e pelos bancos, para identificar-se e informar o governo.

Apesar de não ser mais obrigatória para o beneficiário, a não ser após o cruzamento de dados não revelar nada, a prova de vida pode continuar a ser feita pelo segurado. Basta ele seguir os procedimentos tradicionais, indo a uma agência bancária ou fazendo a atualização pelo aplicativo “Meu INSS”.

Neste ano, o órgão deverá comprovar a situação de cerca de 17 milhões de benefícios, entre aposentadorias, pensão por morte e benefícios por incapacidade.

Veja abaixo o tira-dúvidas do INSS sobre a prova de vida. Clique no menu a seguir ou desça a reportagem:

  1. O que é a prova de vida?
  2. O que muda a partir de 2023?
  3. Que dados o INSS usará para realizar a prova de vida?
  4. Como o INSS fará a prova de vida com comparação de dados?
  5. A data da prova de vida continua sendo o mês de aniversário da pessoa?
  6. Como saber se minha prova de vida já foi realizada?
  7. É possível continuar fazendo a prova de vida na rede bancária?
  8. O que acontece se o INSS não conseguir fazer a comprovação de vida apenas com a comparação de dados?
  9. O que acontece se a pessoa não comprovar a vida no prazo de 60 dias?
  10. O que fazer se o benefício for bloqueado?
  11. Quantas pessoas precisam da comprovação de vida?
  12. Que benefícios exigem a prova de vida?

Governo anuncia mudanças para reduzir necessidade das provas de vida presenciais de aposentados e pensionistas

1. O que é a prova de vida?

A prova de vida é um procedimento anual para comprovar que a pessoa que recebe algum benefício de longa duração do INSS está viva.

2. O que muda a partir de 2023?

A partir de 2023, o INSS passa a ser responsável por comprovar se a pessoa está viva ou não. Resumidamente, isso será feito utilizando um sistema de comparação de informações em diferentes bancos de dados.

3. Que dados o INSS usará para realizar a prova de vida?

Serão considerados válidos como comprovação de vida os seguintes dados:

  • acesso ao aplicativo “Meu INSS” com o selo ouro ou outros aplicativos e sistemas dos órgãos e entidades públicas que possuam certificação e controle de acesso, no Brasil ou no exterior;
  • realização de empréstimo consignado, efetuado por reconhecimento biométrico;
  • atendimento presencial nas agências do INSS ou por reconhecimento biométrico nas entidades ou instituições parceiras; de perícia médica, por telemedicina ou presencial; e no sistema público de saúde ou na rede conveniada;
  • vacinação;
  • cadastro ou recadastramento nos órgãos de trânsito ou segurança pública;
  • atualizações no CadÚnico, somente quando for efetuada pelo responsável pelo grupo;
  • votação nas eleições;
  • emissão/renovação de passaporte; carteira de motorista; carteira de trabalho; alistamento militar; carteira de identidade ou outros documentos oficiais que necessitem da presença física do usuário ou reconhecimento biométrico;
  • recebimento do pagamento de benefício com reconhecimento biométrico;
  • declaração de Imposto de Renda, como titular ou dependente.

4. Como o INSS fará a prova de vida com comparação de dados?

O INSS receberá esses dados de órgãos parceiros e vai comparar com os dados que já tem cadastrados em sua base.

Um exemplo: uma pessoa toma uma vacina contra a gripe num posto de saúde da rede pública. Ao receber essa informação, o INSS tem o indicativo de vida do beneficiário, e isso servirá para compor um “pacote de informações” sobre a pessoa.

Esse “pacote de informações” reunirá diversas ações da pessoa, registradas ao longo do ano, nos diferentes bancos de dados dos parceiros.

Quando o total de ações registrado nas bases de dados parceiras ao longo do ano for suficiente, o sistema considerará que a prova de vida foi realizada, garantindo a manutenção do benefício até o próximo ano.

5. A data da prova de vida continua sendo o mês de aniversário da pessoa?

Sim. A contar da data de aniversário do titular do benefício, o INSS terá 10 meses para comprovar a vida da pessoa.

Caso o INSS não consiga reunir informações suficientes de comprovação de vida nesse período, o segurado ainda terá mais 60 dias (dois meses) para comprovar que segue vivo.

6. Como saber se minha prova de vida já foi realizada?

A pessoa poderá acessar o “Meu INSS” ou ligar para o telefone 135 para verificar a data da última confirmação de vida feita pelo INSS.

7. É possível continuar fazendo a prova de vida na rede bancária?

Apesar de não ser mais obrigatório, a pessoa poderá fazer a sua prova de vida como nos anos anteriores, ou seja, indo a uma agência da rede bancária ou usando o “Meu INSS”.

8. O que acontece se o INSS não conseguir fazer a comprovação de vida apenas com a comparação de dados?

O beneficiário será automaticamente notificado via canais remotos (“Meu INSS” e Central 135) e/ou notificação bancária para que realize algum ato de forma que seja identificado em alguma base de dados da portaria 1.408.

O segurado terá 60 dias, após a emissão do comunicado, para realizar alguns dos atos descritos na portaria, como por exemplo, realizar a prova de vida pelo “Meu INSS”.

9. O que acontece se a pessoa não comprovar a vida no prazo de 60 dias?

Se nesse prazo não for identificada nenhuma ação na base de dados ou mesmo se a pessoa não conseguir atingir um “pacote de informações” mínimo para realizar a prova de vida, o INSS programará automaticamente uma pesquisa externa, que será realizada por servidor do INSS para localização do beneficiário.

Para que essa pesquisa externa seja bem-sucedida, é importante que o endereço e o contato do segurado estejam sempre atualizados no “Meu INSS”.

A pesquisa externa é a visita de um servidor do INSS ao local onde o segurado reside. É importante que os dados cadastrais do segurado estejam sempre atualizados, principalmente o endereço residencial.

10. O que fazer se o benefício for bloqueado?

O benefício só será bloqueado se o cidadão não comprovar a vida nos 60 dias de prazo e se o endereço cadastrado nas bases de dados do INSS for insuficiente para a localização da pessoa.

Nesses casos, o cidadão será notificado, e o benefício será bloqueado pelo prazo de 30 dias.

Nesse período, a pessoa ainda pode realizar a prova de vida indo presencialmente à rede bancária, utilizando a biometria dos caixas eletrônicos ou, ainda, indo presencialmente a uma unidade do INSS.

Caso o beneficiário não compareça presencialmente ao banco ou a uma agência do INSS nos 30 dias restantes, o benefício será suspenso. Após seis meses de suspensão, o benefício será cessado.

11. Quantas pessoas precisam da comprovação de vida?

Para 2023, o INSS deverá comprovar a vida de cerca de 17 milhões de beneficiários.

12. Que benefícios exigem a prova de vida?

Todos os benefícios ativos do INSS de longa duração precisam da prova de vida anual. Por exemplo, aposentadorias, pensão por morte e benefícios por incapacidade.

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Menina de 10 anos morre baleada na Baixada Fluminense às vésperas da festa de aniversário

Rafaelle Pacheco foi socorrida por moradores para uma UPA, mas não resistiu. Ela brincava na rua quando foi vítima de uma bala perdida.

Por Guilherme Santos, TV Globo

Menina morta na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução

Menina morta na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução

Uma criança foi morta a tiros na Rua Doutor Monteiro de Barros, esquina com a Rua Getúlio de Moura, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, por volta das 19h30 desta quarta-feira (25).

Rafaelle Pacheco foi socorrida por moradores para a UPA do Jardim Iris, mas não resistiu. Ela completou 10 anos no dia 20 janeiro. A festa de aniversário seria na sexta-feira (27).

Moradores contam que homens encapuzados invadiram a rua e começaram a disparar. A vítima brincava na rua com outras crianças e foi vítima de uma bala perdida.

O corpo de Rafaelle foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Duque de Caxias.

Criança foi atingida na Rua Doutor Monteiro de Barros, em São João de Meriti — Foto: Reprodução/TV Globo

Criança foi atingida na Rua Doutor Monteiro de Barros, em São João de Meriti — Foto: Reprodução/TV Globo

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PF e MPRJ tentam prender 18 em operação em quatro estados contra a lavagem de dinheiro do tráfico

A investigação já conta com 30 denunciados e visa a desestruturar um grupo que movimentou mais de R$ 100 milhões. Agentes saíram para cumprir mandados no RJ, SP e SC. No PR, bens foram sequestrados.

Por Ben-Hur Correia e Marco Antônio Martins, TV Globo e g1 Rio

Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciaram nesta quinta-feira (26), em quatro estados, a Operação Fim do Mundo, contra a lavagem de dinheiro oriunda do tráfico de drogas e de armas.

A investigação já conta com 30 denunciados e visa a desestruturar um grupo que movimentou mais de R$ 100 milhões.

Agentes saíram para cumprir 18 mandados de prisão preventiva e 31 de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Na capital fluminense, um dos endereços visados era na Barra da Tijuca.

A 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do RJ também mandou sequestrar imóveis, veículos e embarcações nos municípios do Rio de Janeiro, Mangaratiba (RJ)Angra dos Reis (RJ)Balneário Camboriú (SC) e Foz do Iguaçu (PR).

Além disso, foram bloqueadas mais de 32 contas bancárias vinculadas à organização criminosa. Ao todo, a constrição patrimonial totalizou mais de R$ 22 milhões.

Três núcleos de lavagem

A investigação começou em maio de 2020 e identificou três grupos que buscavam dar aparência lícita ao dinheiro obtido por uma facção criminosa.

Segundo as investigações, os grupos são:

  1. Um é liderado por dois irmãos, responsáveis pela inserção de drogas e armas nas comunidades do Rio. Eles utilizavam o lucro da atividade criminosa para adquirir imóveis de alto padrão em Balneário Camboriú em nome de terceiros, com o auxílio de um casal de corretores catarinenses. Dentre os denunciados, estão a mãe, as esposas e as irmãs dos irmãos, “que gozavam uma vida de luxo no município e movimentavam valores exorbitantes em suas contas bancárias”.
  2. Outro grupo, responsável pela inserção de drogas no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, gastava o dinheiro do tráfico em automóveis de luxo e imóveis em condomínios de alto poder aquisitivo. Foram identificados imóveis em Angra dos Reis, Mangaratiba e Recreio dos Bandeirantes, todos sequestrados por ordem judicial.
  3. O terceiro núcleo valia-se de empresas inexistentes ou existentes, mas com baixa atividade lucrativa, para ocultar a origem do dinheiro obtido.

Os investigados responderão pelos crimes de lavagem de dinheiro e de organização criminosa, cujas penas somadas podem chegar a 24 anos de prisão.

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