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Mãe flagra enfermeira injetar seringa sem aplicar vacina no filho em Taubaté, SP

Caso ocorreu na manhã desta terça-feira (25) no posto do Jardim Mourisco. Após a constatação da falha, ele recebeu o imunizante.

Por g1 Vale do Paraíba e Região

Mãe flagra enfermeira injetar seringa e não aplicar vacina no filho em Taubaté

Ao registrar o filho de 11 anos tomando a vacina contra a Covid-19, uma mãe flagrou a enfermeira injetando a seringa no braço do garoto sem aplicar o imunizante. O caso ocorreu na manhã desta terça-feira (25) em um posto em Taubaté (SP) .

De acordo com Paola Dino, mãe do garoto, o filho estava ansioso pela vacina. Ao perceber que a profissional da saúde havia retirado a seringa sem apertar o êmbolo para aplicar o imunizante, ela alertou a equipe da unidade de saúde do Jardim Mourisco.

“Eu sou mãe e surda. Ser não fosse esse vídeo, ninguém iria acreditar em mim. Foi minha filha de 9 anos que me pediu para gravar um vídeo. Ainda bem que gravei, na hora de aplicar eu vi o que aconteceu. Mas eu sou mãe igual uma leoa. Os pais têm que ficar alerta”, disse a mãe.

Após ser constatado pela filmagem que o garoto não havia tomado a vacina, ele recebeu a dose de forma correta.

O que diz a prefeitura

Em nota, a Prefeitura de Taubaté informou que a situação foi pontual e que tomou providências administrativas sobre o caso. A administração ressaltou que a criança não saiu da unidade sem a vacina.

“A Prefeitura de Taubaté esclarece que, antes de iniciar a campanha para esta faixa etária, toda equipe de enfermagem das 7 unidades envolvidas na vacinação das crianças recebeu orientação, de maneira pessoal e por escrito, sobre os procedimentos técnicos para aplicação da vacina”, disse o comunicado.

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Taxa de transmissão do coronavírus sobe para 1,78 no Brasil, aponta Imperial College

É a mais alta para o país desde, pelo menos, julho de 2020. Na semana passada, o número estava em 1,35.

Por g1

A taxa de transmissão do coronavírus no Brasil subiu para 1,78 esta semana, segundo o Imperial College de Londres. É a mais alta para o país desde, pelo menos, julho de 2020. Na última semana, o índice havia ficado em 1,35.

O Imperial College ficou sem calcular o índice para o Brasil desde meados de dezembro de 2021, por causa do apagão de dados no Ministério da Saúde.

Na prática, a taxa de 1,78 significa que cada 100 pessoas infectadas transmitem o vírus para outras 178. Pela margem de erro das estatísticas, essa taxa pode ser maior (de até 1,94) ou menor (de 1,61). Nesses cenários, cada 100 pessoas com o vírus infectariam outras 194 ou 161, respectivamente.

Simbolizado por Rt, o “ritmo de contágio” é um número que traduz o potencial de propagação de uma doença: quando ele é superior a 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa e a doença avança. Quando é menor, ela recua.

Brasil: recorde na média móvel

Na segunda-feira (24), o Brasil registrou 90.509 novos casos conhecidos de Covid-19 em 24 horas, chegando ao total de 24.134.946 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 150.236 – a maior marca registrada até aqui e marcando o sétimo recorde seguido. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +241%, indicando tendência de alta nos casos da doença.

O país também registrou 267 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 623.412 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 307 — a maior registrada desde 31 de outubro. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +152%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

Mundo: maior média diária de mortes em 4 meses

O mundo atingiu o maior patamar de média diária de mortes por Covid-19 em 4 meses, segundo dados do “Our World in Data”, projeto ligado à Universidade de Oxford.

Os dados mostram também que a média móvel de novos casos bateu recorde pelo 7º dia seguido e passou de 3,4 milhões de infectados por dia nos últimos sete dias.

O mundo registrou uma média diária de 8.209 mortes na segunda-feira (24), o maior patamar desde 24 de setembro de 2021 (quando a média móvel estava em 8.358 — e em trajetória de queda).

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Hospital referência de Minas no atendimento de crianças está lotado

Com o aumento do quadro de doenças respiratórias, salas de observação passaram a funcionar como leitos. Média de atendimentos, que era de 3 mil por mês em outubro de 2021, dobrou desde novembro.

Por Jornal Nacional

O hospital referência de Minas Gerais no atendimento de crianças está lotado.

No Hospital Infantil João Paulo II, são 105 enfermarias e 16 UTIs pediátricas. Está tudo ocupado.

Com o aumento do quadro de doenças respiratórias, 18 salas de observação também passaram a funcionar como leitos. E mais dez leitos de terapia intensiva estão sendo abertos no setor de urgência do complexo hospitalar.

Segundo a direção, a média de atendimentos vem subindo desde outubro do ano passado. Só neste mês, já foram 6 mil atendimentos.

“Temos um cenário de aumento de demanda respiratória, principalmente causada pela Covid em crianças; 62% dos atendimentos são relacionados a doenças respiratórias, e destes, mais ou menos 30%, 40% agora em janeiro estão relacionados à Covid”, afirma Fabrício Giarola, diretor do Complexo Hospitalar de Urgência da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais.

Por causa dessa situação, as visitas estão restritas no hospital. E com a alta procura, o atendimento para outras doenças também está comprometido.

“A doutora falou que está faltando funcionário. É por isso que ela demorou para atender”, diz a professora Ana Paula Gomes dos Santos.

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, responsável pelo hospital infantil em Belo Horizonte, informou que conseguiu dobrar a capacidade de atendimento com a contratação de mais pediatras. Só que muitos profissionais estão sendo afastados com suspeita ou confirmação de Covid.

A orientação é para que os pais procurem também as unidades de pronto atendimento e os centros de saúde que, em BH, estão funcionando em horário ampliado, justamente para atender os casos de gripe ou Covid.

A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabella Ballalai, reforça que a vacina é o caminho para evitar que mais crianças precisem de internação. Em Belo Horizonte, segundo a prefeitura, 46% das crianças entre 5 e 11 anos receberam a primeira dose da vacina contra a Covid.

“É muito importante que os pais busquem vacinar seus filhos. As crianças continuam o grupo de menor risco, mas com a quantidade de casos, proporcionalmente, hoje, elas são as que mais internam por Covid-19. Deixar uma criança sem a vacina contra a Covid, hoje, é uma irresponsabilidade”, ressalta Isabella Ballalai.

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Arsenal avaliado em R$ 1,8 milhão, com 26 fuzis e outras armas, é apreendido no Grajaú, Rio

Operação do Ministério Público do RJ e da Polícia Civil apreendeu arsenal na casa de homem com certificado de colecionador. Investigação apontou que ele revendia o armamento para traficantes da maior facção criminosa do RJ.

Por Felipe Freire, Henrique Coelho e Nicolás Satriano, g1 Rio

Uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apreendeu 26 fuzis em uma casa no Grajaú, Zona Norte do Rio, na tarde desta terça-feira (25). 

Segundo o MP, a casa pertence a um shpmem conhecido como Bala 40. No local os agentes encontraram fuzis AR15 e 556, três carabinas, 21 pistolas, dois revólveres, uma espingarda calibre 12, um rifle e um mosquetão, fora caixas de munições para fuzil.

Todo o material é avaliado em R$ 1,8 milhão.

Colecionador

Polícia Civil apreende 26 fuzis na Zona Norte do Rio

Os investigadores apontam que o homem fazia uso do certificado de colecionador de armas para comprar o material em lojas legalizadas e, depois, revender para bandidos, principalmente traficantes da facção criminosa Comando Vermelho.

A ação desta terça tinha como objetivo cumprir 20 mandados de prisão e de busca e apreensão contra um grupo criminoso denunciado por associação para o tráfico de drogas.

Balanço do que foi apreendido:

  • 26 fuzis
  • 03 carabinas
  • 21 pistolas
  • 02 revólveres
  • 01 espingarda calibre 12
  • 01 rifle 22
  • 01 mosquetão

Participaram da operação a Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP, que também contaram com o apoio da Delegacia Especializada em Armas e Munições (Desarme).

Os passos da investigação

A casa de homem, onde as armas foram apreendidas, fica ao lado de uma creche no Grajaú. Segundo as investigações, os fuzis apreendidos seriam entregues ao Comando Vermelho.

“Essa ação é fruto de um trabalho de investigação em conjunto com o Gaeco, desde 2018. Desde então, algumas prisões já foram feitas. A operação de hoje é um grande golpe na facção Comando Vermelho. Os responsáveis por todo esse armamento já foram presos”, afirmou o delegado e diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, Felipe Curi.

Delegado Felipe Curi (centro) explicando início da investigação  — Foto: Reprodução/TV Globo

Delegado Felipe Curi (centro) explicando início da investigação — Foto: Reprodução/TV Globo

Curi acrescentou que o armamento tinha como destino as mãos de criminosos da facção, e chegava a eles por meio de traficantes internacionais de armas. O material foi levado para a Cidade da Polícia, onde a polícia e o MP deram uma entrevista coletiva sobre a investigação.

Segundo o também delegado Pedro Brasil, a investigação em 2018 começou com informações de pessoas que atuavam dentro de comunidades e foi crescendo.

“Uma investigação muito difícil de ser feita, mas a gente foi conseguindo avançar e ir desbaratando os autores. A gente conseguiu entender a forma de atuar dessa organização criminosa. Começou com uma investigação pequena, com poucos alvos. Começou na comunidade do Salgueiro, de São Gonçalo, e o leque foi se abrindo”, disse.

Também de acordo com o delegado, a polícia descobriu que havia uma comunicação entre favelas e fornecedores de armas atendiam a várias delas. Os agentes conseguiram identificar os membros do grupo e o trabalho de três anos resultou na apreensão desses 26 fuzis, nesta terça.

O MP acrescentou que, ao entrar no Salgueiro, em 2018, agentes Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) apreenderam drogas, aparelhos celulares e outros objetos.

O material passou por perícia e, por meio de interceptações telefônicas, os investigadores conseguiram identificar os integrantes de alguns núcleos de atuação do Comando Vermelho, além de entender as funções na hierarquia do tráfico.

De acordo com o MPRJ, “todos os 20 denunciados têm papel relevante de comando, gerenciamento ou de execução das atividades essenciais para o tráfico em favelas no Rio e na Região Metropolitana do estado.

A denúncia do Gaeco foi recebida pela Justiça e os mandados de prisão e busca e apreensão foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de São Gonçalo.

Bala 40 preso em Goiás

Segundo o MP, Vitor Furtado, o Bala 40, foi preso na segunda-feira (24) em Goiás. Com ele, os investigadores dizem ter apreendido dentro de um utilitário outro arsenal: 10 mil munições de calibre 5,56 e 1 mil munições de calibre .308, todas para fuzis e carabinas.

“Chamou atenção o fato de que o Vitor se utiliza da possibilidade que a legislação faculta, de que colecionadores de armas possam comprar uma quantidade muito grande de armamentos para, com o auxílio da sua companheira e de outros elementos, traficar armas para o tráfico de drogas em comunidades do Estado [do Rio]”, afirmou promotor de Justiça Romulo Santos, do Gaeco.

Na denúncia do MP que deu início a operação, os promotores do Gaeco relatam que os criminosos se associaram para vender drogas em três pontos principais da Região Metropolitana do Rio:

  • Em São Gonçalo: Complexo do Salgueiro, complexo da Almerinda e Morro da Viúva e no bairro Jardim Catarina;
  • Em Niterói: Morro do Preventório;
  • E no Rio de Janeiro: Jacarezinho, Rato Molhado, Morro do Engenho, Manguinhos, Complexo do Lins, Parque União e Fallet-Fogueteiro.
Operação da Polícia Civil do Rio apreendeu 27 fuzis — Foto: Reprodução

Operação da Polícia Civil do Rio apreendeu 27 fuzis — Foto: Reprodução

Castro comemorou apreensão

Em suas redes sociais, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), comemorou a apreensão.

“Acabo de receber um telefonema do secretário Allan Turnowski informando que a Polícia Civil encontrou um arsenal com 27 fuzis dentro de uma casa no Grajaú. Parabéns Polícia Civil por impedir que essas armas de guerra chegassem às mãos de criminosos. Investigação, inteligência e ação!”, escreveu Castro.

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Onça-pintada inédita no Brasil e na Argentina é flagrada no Parque Nacional do Iguaçu

Onça é um macho, aparentemente jovem, de acordo com Projeto Onças do Iguaçu, que monitora a espécie no parque. Vote para escolher o nome.

Por g1 PR — Foz do Iguaçu

Conheça a nova onça-pintada que foi descoberta no Parque Nacional do Iguaçu

Uma onça-pintada inédita no Brasil e na Argentina foi flagrada no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. De acordo com o Projeto Onças do Iguaçu, programa que monitora a espécie que é ameaçada de extinção, o animal é um macho, aparentemente jovem. Veja como votar para escolher o nome do animal mais abaixo.

De acordo com o programa, o animal nunca havia sido registrado no Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil e nem no Parque Nacional Iguazú (Argentina).

“A presença de novas onças, de uma nova população que está crescendo, que está se reproduzindo, significa um habitat que tem todos os requerimentos que a espécie precisa pra sobreviver. Então, sempre, novos filhotes, novas onças registradas, é sempre um sinal de esperança na recuperação da espécie. Esperança de que a gente possa realmente conservar essa espécie tão ameaçada de extinção”, comenta a coordenadora do projeto, Yara Barros.

Nas imagens, capturadas por uma das 60 armadilhas fotográficas do projeto, espelhadas pelo parque, é possível ver o animal andando pela mata e cheirando uma árvore chamada peroba-rosa, que segundo Yara, é uma planta utilizada por outras onças pardas e pintadas como arranhador. Veja vídeo acima.

As onças são identificadas por meio do padrão das manchas, que são únicas em cada animal, como se fosse uma impressão digital.

Vote para escolher o nome da nova onça-pintada do Parque Nacional do Iguaçu — Foto: Reprodução

Vote para escolher o nome da nova onça-pintada do Parque Nacional do Iguaçu — Foto: Reprodução

Nome para a ‘nova’ onça-pintada

Quando um novo animal é identificado no parque, o Projeto Onças do Iguaçu faz uma votação para escolher o nome no novo bicho. A votação está sendo feita pelo g1 até quinta-feira (27).

Desta vez, as opções de nome são de origem Tupi. Caapuã, que quer dizer ‘aquele que vive no mato’ ou Apoena, que quer dizer ‘aquele que enxerga longe’.

Onças no Parque Nacional do Iguaçu

O Projeto Onças do Iguaçu divulga há cada dois anos senso com o número de onças no parque. De acordo com dados divulgados em dezembro de 2021, referentes a 2020, estima-se que, em média, 24 onças-pintadas vivam no lado brasileiro do Parque Nacional do Iguaçu.

Em relação ao censo anterior, houve uma redução da estimativa – que era de 28 animais.

Mas, por ser uma estimativa, os biólogos afirmam que estatisticamente o resultado apresentado é de estabilidade. Em todo o corredor verde do parque, o número de onças é estimado entre 76 e 106, informou o censo.

Os dados sobre as onças são coletados por pesquisadores brasileiros e argentinos desde 2009. Em 12 anos, o número de onças na reserva quase dobrou.

Segundo o projeto, entre o Parque Nacional do Iguaçu (Brasil) e o Parque Nacional Iguazú (Argentina), a espécie saltou de uma população efetiva estimada em 50 indivíduos em 2008 para 90 indivíduos em 2016.

Por meio dos pontos de monitoramento entre Brasil e Argentina, foram coletadas 693 mil imagens, flagrantes que mostram como as onças se comportam longe da presença do homem.

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Saúde recua e vai retirar tabela que dizia que hidroxicloroquina era segura, mas vacinas não

A nota técnica publicada na sexta (21) contraria a OMS e a comunidade científica. Todas as vacinas em aplicação no Brasil obtiveram resultados em pesquisas científicas que comprovaram a segurança e eficácia contra a Covid-19.

Por g1

Ministério da Saúde vai retirar tabela da cloroquina de nota técnica

Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (25) que vai alterar a nota técnica publicada na sexta-feira (21) que afirmava que as vacinas não têm demonstração de segurança (veja mais abaixo o comunicado do ministério).

A GloboNews teve acesso à nova nota técnica e a tabela que trazia informações sobre a segurança e efetividade de medicamentos e vacinas foi retirada. No entanto, segundo o Ministério da Saúde a deliberação não será modificada.

Em nota, a pasta disse que republicará a nota técnica para “promover maior clareza no conteúdo e evitar interpretações equivocadas, como a de que a decisão critica o uso das vacinas Covid-19”.

Tabela diz que hidroxicloroquina é segura

Ministério da Saúde contraria cientistas e a OMS e diz que medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid funcionam, mas vacinas não

A nota técnica publicada na sexta pelo Ministério da Saúde contraria a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a comunidade científica e afirma que vacinas não têm demonstração de segurança. Na verdade, as vacinas contra a Covid são internacionalmente reconhecidas como método mais seguro de prevenção contra a doença.

O mesmo documento aponta que a hidroxicloroquina demonstrou segurança como uma tecnologia de saúde para a Covid-19 — o medicamento chegou a ser discutido pelos maiores órgãos de saúde do mundo e, desde março de 2021, a OMS não recomenda oficialmente seu uso para o tratamento ou prevenção do coronavírus.

Após publicação da reportagem, o Ministério da Saúde disse em nota que “em nenhum momento afirmou que o referido fármaco é seguro para tratamento da Covid-19, nem questionou a segurança das vacinas, que é atestada pela agência reguladora”.

“A interpretação foi retirada erroneamente de uma manifestação de nota técnica da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos (SCTIE). A secretaria informou que observada isoladamente não traduz o real contexto, explicitado no próprio texto. A interpretação de que ela afirma existência de evidências para o medicamento cloroquina e não existência de evidências para vacinas é errada e descontextualizada”. Veja abaixo quadro presente no documento:

Tabela encontrada em nota técnica publicada pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (21). — Foto: Reprodução

Tabela encontrada em nota técnica publicada pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (21). — Foto: Reprodução

O secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Helio Angotti Neto, assina o relatório, utilizado como base para rejeitar as diretrizes da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao Sistema Único de Saúde (Conitec) de não usar medicamentos do “kit Covid” para tratamento em pacientes do SUS.

“Temos já muitos estudos bem conduzidos, de qualidade, mostrando que a hidroxicloroquina não tem eficácia contra a Covid-19. Além dos estudos em populações que mostram a efetividade das vacinas e sua segurança. E para somar a isto, temos os números que mostram a redução do número de óbitos com o avanço da cobertura vacinal. Então, é uma mentira contada pelo próprio ministério, que ignora a ciência”, afirma Letícia Sarturi, mestre em imunologia pela Universidade de São Paulo e doutora em biociências e fisiopatologia pela Universidade Estadual de Maringá.

Veja a nota do Ministério da Saúde

“O Ministério da Saúde informa que a Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos (SCTIE) republicará a Nota Técnica que fundamenta a decisão acerca das diretrizes terapêuticas para o tratamento farmacológico da Covid-19, para, segundo a secretaria, promover maior clareza no conteúdo e evitar interpretações equivocadas, como a de que a decisão critica o uso das vacinas Covid-19. A alteração será publicada em portaria no Diário oficial da União (DOU) e não modifica a deliberação já divulgada.”

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Guaramiranga (CE), que imunizou todos os adultos, não tem nenhuma morte por Covid há sete meses

O único hospital da cidade passou os últimos seis meses de 2021 sem nenhum paciente internado por Covid.

Por Jornal Nacional

Guaramiranga (CE), que imunizou todos os adultos, não tem nenhuma morte por Covid há sete meses

Guaramiranga (CE), que imunizou todos os adultos, não tem nenhuma morte por Covid há sete meses

Uma cidade cearense demonstra com clareza absoluta a importância das vacinas contra a Covid.

Longe das praias de FortalezaGuaramiranga sempre se destacou pelo clima de cidade serrana do Ceará. Mas agora tem atraído turistas que também se preocupam com a saúde.

“Mais segura, tranquila. Aliás a gente, hoje em dia, escolhe os locais onde a gente sabe que isso aí está acontecendo”, diz a médica Suerda Guimar Fernandes.

O que acontece lá é o sucesso da vacinação contra a Covid. Na cidade, com mais de 5 mil habitantes, 96% dos moradores com mais de 11 anos já tomaram duas doses da vacina e 25%, a dose de reforço. Guaramiranga também aplicou, antes de todos os municípios do Ceará, a primeira dose em todos os adultos, em junho de 2021.

“A gente fica muito satisfeito por ter tido essa vacinação e sabendo que a vacina salva”, afirma o professor Luzibergue Souza Carneiro.

Por isso a cidade foi escolhida como teste de eficiência da vacina. Quando recebe as doses, cada morador passa por dois exames: um para detectar a presença do vírus e outro para avaliar o grau de imunidade a ele.

“O que nós temos apresentado é uma resposta bem positiva já na segunda dose. A gente prova que os pacientes que estão contraindo a Covid, por conta da vacina, eles estão tendo sintomas leves”, afirma a secretária de Saúde de Guaramiranga, Silvana Soares de Souza.

Os dados são repassados ao governo do estado.

“Esse monitoramento é importante para entender como se dá a transmissão e a gravidade, principalmente dos casos que têm acontecido. Até o momento, Guaramiranga não registra óbito desde junho de 2021″, diz a secretária executiva de Vigilância e Regulação em Saúde do Ceará, Ricristhi Gonçalves.

O parâmetro mais visível da eficiência das vacinas é a quantidade de internações no único hospital da cidade, que passou os últimos seis meses de 2021 sem nenhum paciente internado por Covid. Neste ano, com o aumento no número de casos da doença, houve apenas uma internação: uma paciente, com sintomas moderados, que recebeu alta quatro dias depois.

Dona Antônia, que tem epilepsia e hipertensão, está se recuperando em casa, com o marido. Ela pegou Covid antes de tomar a dose de reforço da vacina. Agora terá que esperar um pouco.

“Saiu bem porque, graças a Deus, ela tomou duas doses da vacina, e amenizou a força da Covid”, conta o vigia Raimundo Vieira da Silva.

Seu Raimundo também pegou Covid, mas quase não sentiu nada. E agora está feliz por comprovar a importância da vacina: “Foi um alívio. Funciona sim. Sou prova disso. Prova viva”.

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‘Tenho na barriga uma bebê viva e outra morta’, conta mãe de gêmeas com doença rara em MS

Thaiana Loena Fraga, de 29 anos, foi diagnosticada com Síndrome da Transfusão Feto-Fetal (STFF) e mantém a gravidez com uma das bebês sem vida há quase dois meses em sua barriga.

Por Rafaela Moreira, g1 MS — Mato Grosso do Sul

Aos 29 anos, Thaiana descobriu que seria mãe de gêmeas — Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução

Aos 29 anos, Thaiana descobriu que seria mãe de gêmeas — Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução

Grávida de gêmeos, a nutricionista Thaiana Loena Fraga, de 29 anos, perdeu uma das bebês com 27 semanas de gestação devido a uma síndrome. Próxima de completar 9 meses, Thaiana leva a gravidez com uma das bebês sem vida há quase dois meses em sua barriga.

A nutricionista sempre quis ser mãe de gêmeos, principalmente, porque há casos na família. Após conseguir engravidar, depois de meses de planejamento, Thaiana foi surpreendida duplamente: seria mãe de gêmeas – Maria Alice e Maria Heloísa – e também vítima da Síndrome da Transfusão Feto-Fetal (STFF).

Ela sabia desde o início que a gestação gemelar univitelina, em apenas uma placenta, poderia haver complicações, mas jamais pensou que a previsão realmente iria se concretizar.

Após diversos exames e avaliações, Thaiana descobriu com 27 semanas, no fim de novembro de 2021, a Síndrome da Transfusão Feto-Fetal. “Tive uma gravidez muito tranquila, em um exame de rotina foi constatada a síndrome, foi um choque muito grande”, disse.

Thaiana com 4 meses de gestação  — Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução

Thaiana com 4 meses de gestação — Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução

Segundo o diagnóstico médico, a síndrome acontece quando um dos fetos passa a ‘doar’ sangue para o outro e fica anêmico. O receptor, por sua vez, recebe muito sangue e tem a produção de líquido amniótico aumentada, sobrecarregando o coração, o que aconteceu com Maria Heloisa.

Com isso, Thaiana precisou ir para Campinas (SP) para realizar uma intervenção cirúrgica e tentar salvar os bebês.

“Tudo aconteceu muito rápido, descobrimos que os cordões umbilicais se uniram e uma das bebês estava sugando o sangue da outra, o coração não dava conta. Fomos para Campinas para cauterizar onde ocorria essa ligação entre elas. A única alternativa era a cirurgia, tinha 55% de chance das duas sobreviveram, e eu me agarrei nisso”, relatou.

Perda

Após a cirurgia, em uma consulta com a obstetra foi constatado o que Thaiana mais temia, uma das bebês estava sem batimento cardíaco ainda no útero.

Thaiana sempre sonhou em ser mãe de gêmeas  — Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução

Thaiana sempre sonhou em ser mãe de gêmeas — Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução

“O coraçãozinho dela já tinha parado de bater, a Maria Heloísa estava com insuficiência cardíaca. Mantemos as duas na minha barriga porque a placenta ainda tem bastante líquido e está sendo possível manter apenas uma viva sem que haja risco de infecção,”, lamentou.

Apesar de conseguir salvar uma das bebês, Thaiana não esconde que é muito doloroso saber que ao dar à luz, em uma cesárea marcada para esta terça-feira (25), Maria Alice vai nascer viva, mas a irmãzinha, Maria Heloísa não.

“É uma situação muito delicada, tenho na barriga uma bebê viva e outra morta, amanhã vou conhecer uma filha viva e outra sem vida, preciso ser forte porque a Maria Alice vai precisar de mim”, disse.

A nutricionista relatou que assim como está se preparando para receber a filha Maria Alice, também sabe que terá momentos de luto e tristeza. “Quero pegar a Maria Heloisa no colo, sei que enquanto ela está na minha barriga, ela é minha, mas ao mesmo tempo tenho que pensar no enterro dela, é muito dolorido”.

Ajuda

Devido a cirurgia, exames e viagem, a família gastou mais de R$ 80 mil no tratamento. Para ajudar nas despesas, a família está fazendo rifa de uma TV de 50 polegadas ao custo de R$ 30,00 o número.

Quem quiser comprar e auxiliar nesse momento, pode entrar em contato pelo número (67) 99231-8098.

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Caminhoneira ‘Musa das Estradas’ publica foto no hospital 10 dias após acidente: ‘Deus cuidou de mim’

‘Corpo da cabeça aos pés arranhado, mas minha vida está aqui’, escreveu a catarinense na legenda da foto.

Por Clarìssa Batìstela e Joana Caldas, g1 SC

Caminhoneira Aline Fuchter no hospital — Foto: Reprodução/Redes sociais

Caminhoneira Aline Fuchter no hospital — Foto: Reprodução/Redes sociais

A caminhoneira Aline Fuchter, conhecida como “Musa das Estradas”, publicou uma foto na noite de domingo (23) no hospital em que está internada desde o acidente na BR-174 em Mato Grosso, no dia 13 deste mês. “Só tenho a agradecer. Quebrei o braço e a perna. O corpo, da cabeça aos pés [está] arranhado, mas o mais importante é que minha vida está aqui. Deus cuidou de mim”, escreveu.

Em um vídeo publicado nesta segunda-feira (24), Aline também agradeceu. “Estou tão feliz de saber que tem gente do Brasil inteiro rezando por mim”, disse. No sábado (22), ela havia pedido que as pessoas fizessem orações pela recuperação dela.

‘Musa das Estradas’ mostra como ficou caminhão após acidente em MT

“Hoje não me senti muito bem, estou com dreno, quebrei o braço, a perna. Estou toda engessada, para ir no banheiro é difícil. Por isso, queria pedir pra vocês rezar por mim, para eu sarar logo”, disse, no sábado.

Caminhoneira e influenciadora digital Aline Ouriques — Foto: Reprodução/ Redes sociais

Caminhoneira e influenciadora digital Aline Ouriques — Foto: Reprodução/ Redes sociais

A catarinense, de Tubarão, no Litoral Sul, continua internada no Hospital Regional de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, onde se recupera dos ferimentos.

Caminhoneira de SC, conhecida como "Musa das Estradas", pede orações para melhorar — Foto: Redes sociais/Divulgação

Caminhoneira de SC, conhecida como “Musa das Estradas”, pede orações para melhorar — Foto: Redes sociais/Divulgação

Nas redes sociais, Aline também relatou que vai precisar fazer uma cirurgia na boca, para corrigir o maxilar, que teve lesões na batida. Também disse que aguarda a alta do hospital. “Eu estou louca, louca para ir para casa, para a minha caminha, tomar banho no meu chuveiro. Fazer as coisinhas simples”, disse.

O acidente

Aline dirigia o veículo carregado com soja, entre Porto Esperidião e Pontes e Lacerda, no momento da colisão. Com o impacto, ela ficou com o corpo preso às ferragens e sofreu fraturas.

“Saltou uma peça do caminhão da frente. Eu estava a 40 km/h. Essa peça do caminhão da frente, soltou e pegou em mim. Isso fez parar meu pneu e eu perder a direção. E mesmo eu estando devagar, fez tudo isso”, contou Aline, sobre o acidente.

Caminhão ficou destruído após acidente — Foto: Divulgação

Caminhão ficou destruído após acidente — Foto: Divulgação

“Musa das estradas”

A caminhoneira faz sucesso nas redes sociais com a publicação da rotina nas estradas. Em um ramo que costuma ser dominado pelos homens, a jovem soma mais 1,4 milhão de inscritos no canal, que acompanham imagens do seu cotidiano ao volante de uma carreta transporte de grãos.

Aline Fuchter — Foto: Arquivo pessoal

Aline Fuchter — Foto: Arquivo pessoal

Formada em administração de empresas, ela aprendeu a dirigir no caminhão do pai, aos 16 anos, e na hora de escolher a profissão, optou pelo que considera uma grande paixão.

A visibilidade conquistada na internet já lhe rendeu convites para posar para fotógrafos e até para servir de modelo para programas de emagrecimento. No entanto, ela não tem dúvidas sobre a profissão que escolheu.

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Sucuri amarela gigante é flagrada por trabalhador durante ‘trecho de rotina’ em MS: ‘raridade’

José de Oliveira Araújo, o Zé Lagoa, conta que é acostumado a passar pelo Canyon do Engano, em Costa Rica, e ‘há alguns dias’, como ele diz, viu a cobra.

Por g1 MS

O trabalhador rural José de Oliveira Araújo, de 41 anos, flagrou em meio a vegetação dos Canyons do Engano, em Costa Rica (MS), a 398 quilômetros de Campo Grande, uma sucuri de aproximadamente 5 metros. “Dessa amarela é uma raridade de se ver por aqui”.

Segundo Zé Lagoa, como Araújo é conhecido, um amigo passou primeiro pela cobra e o avisou.

“Um amigo ia passando, viu e me chamou. De longe eu vi que era sucuri”. Zé Lagoa então fez os registros da cobra.

O ‘encontro’ com a sucuri amarela já foi “há alguns dias”, mas ele não tirou da memória.

“Da preta é mais fácil de encontrar, dessa não”. Ele contou que trabalha em fazendas desde 2002 e é acostumado a ver animais silvestres, por isso não sentiu medo quando registrou a sucuri.

“Medo não. Mas, a gente tem que ter precaução”.

Animal foi flagrado em trilha de rotina de produtor rural. — Foto: Redes sociais/Reprodução

Animal foi flagrado em trilha de rotina de produtor rural. — Foto: Redes sociais/Reprodução

De acordo com ele, o local onde a serpente estava é “trecho de rotina” dele, de acesso a vários locais, e fica próximo à nascente do rio Taquari, e já viu outras cobras na região.

Outros flagras de sucuris

Acostumado a viver em natureza e registrar a fauna de Mato Grosso do Sul, o fotógrafo Daniel De Granville compartilhou nas redes sociais mais um registro de sucuri. 

Em outro ponto do Rio Formoso, uma sucuri gigante foi flagrada digerindo um animal, provavelmente uma capivara, em um rio de água cristalina, em Bonito (MS), pelo empresário Juca Ygarapé. 

Em julho do ano passado, o produtor rural e pescador amador Roney Dronov se deparou com outra sucuri gigante tomando sol, dessa vez em uma árvore, no leito do Rio Dourados, também em Mato Grosso do Sul.

Dronov, de 35 anos, contou ao g1 que estava acompanhado do pai durante a pescaria, e para ele, a sensação de ver a sucuri gigante foi “única”.

Uma outra sucuri gigante foi vista por um grupo de turistas que fazia flutuação em um rio de água cristalina em Jardim, região sudoeste de Mato Grosso do Sul, a 238 quilômetros de Campo Grande. 

Uma sucuri de aproximadamente 6 metros de comprimento, “mostrou língua” ao ser flagrada por um documentarista de natureza, em um rio de água cristalina, em Bonito, município que conquistou por 16 vezes o título de “Melhor Destino de Ecoturismo” do Brasil.

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