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Chuva não dá trégua e dificulta resgate na BR-376; estrada pode desabar, diz Defesa Civil

Corpo de Bombeiros diz que risco de novos desmoronamentos é alto. Rodovia está totalmente interditada deste a noite da última segunda-feira (28). Deslizamento matou pessoas e arrastou veículos.

Por g1 PR e RPC Curitiba

Corpo de Bombeiros confirma duas mortes em deslizamentos na BR-376, em Guaratuba

A Defesa Civil do Paraná afirmou nesta terça-feira (29) que a parte da pista da BR-376 atingida por deslizamento de terra pode desabar. O desmoronamento foi no km 669, em Guaratuba, no litoral do estado, na noite de segunda-feira (28).

Duas pessoas morreram e seis já foram resgatadas com vida. Ao menos 15 carros e seis caminhões foram carregados pela terra que deslizou sobre a rodovia.

O mau tempo dificulta as buscas, que tiveram que ser interrompidas no fim da tarde desta terça.

Imagem aérea do deslizamento na BR-376 — Foto: CBMSC/divulgação

Imagem aérea do deslizamento na BR-376 — Foto: CBMSC/divulgação

De acordo com o Coordenador da Defesa Civil do Paraná, coronel Fernando Shunig, o trecho da rodovia está totalmente instável.

“Essa terra tem um peso muito grande sobre a pista, e uma pista que está sobre uma região suspensa, correndo o risco, inclusive, de desabar a pista. É um cenário muito complexo de ser trabalhado.”

O comandante do Corpo de Bombeiros do Paraná, coronel Manoel de Figueiredo Junior, complementou que o local tem alto risco de novos deslizamentos.

O geólogo Renato Lima, do Centro de Apoio Científico em Desastres da Universidade Federal do Paraná (Cenacid/UFPR), avalia que o trabalho de retirada da terra só deve engrenar quando parar de chover. Ele reitera que o monitoramento das encostas deve ser feito permanentemente.

Cronologia do deslizamento — Foto: Elcio Horiuchi/g1

Cronologia do deslizamento — Foto: Elcio Horiuchi/g1

Busca por desaparecidos

A estrada está interditada nos dois sentidos. O posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) fica no km 662 da BR-376. Dali até o km 669, onde houve o deslizamento, somente pessoas e veículos que trabalham nas buscas estão autorizados a passar.

Principalmente porque, no trecho entre a unidade policial e o local da tragédia, há outros pontos com risco de deslizamento.

A Polícia Científica do Paraná (PCP) disponibilizou um telefone para atender familiares das vítimas do deslizamento. Parentes e conhecidos podem fornecer informações que possam ajudar na identificação.

O serviço funciona 24 horas pelo número: (41) 3361-7242. A orientação é que as pessoas evitem a BR-376 e busquem rotas alternativas.

O metalúrgico Thiago Iavorski afirmou à RPC que reconheceu o caminhão do cunhado nas imagens do deslizamento.

“A gente começou a receber informações pelas redes sociais, começamos a ver os vídeos, e aí, em um vídeo, a gente localizou o nosso caminhão lá embaixo. Entramos em contato com a empresa de rastreamento, e a empresa já detectou que era ele mesmo que estava lá. Só que assim… tentamos contato com hospitais, Defesa Civil, Polícia Científica, e ninguém tem posição nenhuma.”

Estado de emergência

Nesta terça, o Governo do Paraná criou um gabinete de crise para concentrar a tomada de decisões e realizar atendimento às vítimas dos deslizamentos de terra na BR-376 e nas demais rodovias do estado.

Também foi decretada situação de emergência na região Leste do Paraná, que compreende municípios da Região Metropolitana de Curitiba e do litoral. O decreto é em razão das chuvas que atingem a região desde 25 de novembro.

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Inmet emite alerta laranja de perigo de chuvas para 23 estados; cinco estão com alerta vermelho

Sinalização é feita quando há risco de chuva acima de 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia.

Por g1

O alerta é emitido quando há previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia. — Foto: Reprodução/INMET

O alerta é emitido quando há previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia. — Foto: Reprodução/INMET

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê acumulados de chuva significativos em grande parte do país até a próxima segunda-feira, dia 5 de dezembro. Por isso emitiu alertas para 23 dos 27 estados do país, sinalizando para o perigo de chuvas intensas.

Seguindo uma escala de risco, houve a atribuição dos seguintes alertas:

  • Alerta vermelho (chuvas, riscos de grandes alagamentos, transbordamentos de rios e de deslizamentos de encostas) – cinco estados;
  • Alerta laranja (corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas) – dezoito estados.

Estados em alerta vermelho

Os estados com alerta vermelho são Paraná, Maranhão, Rio Grande do Sul, Tocantins e Santa Catarina, estão sob alerta vermelho, com a possibilidade de chuva superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia.

O maior risco se concentra am áreas onde há rios, que podem transbordar, e encostas, que estão sob risco de desabamento.

Estados em alerta laranja

Dezoito estados estão sob alerta laranja. São eles: Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Alagoas, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Sergipe, Ceará, Goiás, Paraíba, Piauí, Tocantins.

O alerta laranja é o segundo na escala de atenção, sendo o amarelo o primeiro, que representa apenas o risco em potencial. O laranja é emitido quando há previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia. Cada milímetro de chuva corresponde a um litro despejado em uma área de 1 metro quadrado.

Previsão de chuva acumulada entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro. — Foto: Reprodução/INMET

Previsão de chuva acumulada entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro. — Foto: Reprodução/INMET

Previsão por região 29/11 a 5/12

Para o Norte do país estão previstos acumulados de chuva acima de 20 mm em grande parte da região, com destaque para áreas central e leste do Amazonas, central e sul do Pará e do Tocantins e norte de Roraima, onde podem ocorrer acumulados superiores a 80 mm.

No Nordeste, os maiores acumulados de chuva se concentrarão em áreas do centro-sul da Bahia, além de áreas do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) com volumes que podem ultrapassar os 80 mm. Já na parte central do Ceará, do Rio Grande do Norte e da Paraíba, não está descartado, ao longo da semana, a ocorrência de pancadas de chuvas isoladas principalmente devido ao calor e a alta umidade.

No Centro-Oeste, há previsão de acumulados de chuva significativos em grande parte do Mato Grosso, divisa com Goiás, Distrito Federal, com acumulados que podem ultrapassar 70 mm. Já em grande parte do Mato Grosso do Sul e sudoeste de Mato Grosso, podem ocorrer pancadas de chuva decorrentes de instabilidades causadas por uma massa de ar quente e úmida no meio da semana. Nas demais áreas, são previstos acumulados de chuva entre 20 e 50 mm.

No Sudeste, um canal de umidade pode favorecer grandes acumulados de chuva no início da semana, maiores do que 50 mm. Em áreas do sudeste de São Paulo, sul e nordeste de Minas Gerais e do Espírito Santo os acumulados poderão ultrapassar os 80 mm. Já no oeste de São Paulo e centro-oeste de Minas Gerais, os acumulados poderão ficar entre 30 e 70 mm.

Assim como nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, as áreas de instabilidade associadas ao canal de umidade poderão ocasionar grandes acumulados de chuva no leste e sul da Região Sul, com volumes que podem ultrapassar os 80 mm no sudoeste do Rio Grande do Sul, e leste do Paraná e Santa Catarina. Nas demais áreas, há previsão de volumes de chuva entre 20 e 50 mm.

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MEC já teve corte de R$ 1,6 bilhão em junho e enfrenta segundo bloqueio em 2022; entenda cronologia da crise

Reitores de universidades federais estão preocupados com a possibilidade de fechar o ano no vermelho. MEC disse que vai avaliar alternativas à bloqueio, mas não detalhou ações em andamento.

Por Emily Santos, g1 — São paulo

O novo bloqueio no orçamento das universidades e institutos federais,cujos valores não foram confirmados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta terça-feira (29), marca a terceira interferência do governo na verba do ensino superior em 2022.

Em resumo, há três marcos negativos na gestão do Orçamento da educação no ano:

O corte e os bloqueios foram resultado de contingenciamentos sofridos pelo MEC, segundo fontes ouvidas pelo g1,sob a justificativa de respeitar o “teto de gastos“, a regra que determina que as despesas do governo federal não podem subir acima da inflação do ano anterior.

Nas universidades e institutos federais, o dinheiro bloqueado seria usado para o pagamento de despesas como contas de luz e de água, bolsas de estudo e pagamento de empregados terceirizados.

Presidente da Andifes fala sobre corte de verbas para universidades

Corte já na sanção do Orçamento

O primeiro revés na verba da área aconteceu ainda em janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou o Orçamento de 2022. A fatia da educação perdeu R$ 739,9 milhões do total de R$ 113,4 bilhões aprovados pelo Congresso em dezembro.

De acordo com informações obtidas pelo g1, o orçamento atual da pasta é de R$ 166,1 bilhões. O valor pode aumentar ao longo do ano com o remanejamento de verbas de outros setores, por meio de créditos extraordinários. Do total da pasta, a previsão era que R$ 52,9 bilhões fossem direcionados às universidades federais.

Linha do tempo do corte e dos bloqueios

Após a sanção do Orçamento deste ano, o primeiro susto para reitores veio em junho, após um bloqueio inicial de 14,5% do orçamento da Educação. Dias depois, o bloqueio foi reduzido a 7,2%, que foi repassado às universidades e institutos federais.

Entretanto, o que começou como um bloqueio terminou como corte, já que o valor não foi devolvido às instituições. Apenas na educação superior (universidades e institutos), a redução foi de R$ 438 milhões.

Em outubro, o MEC sofreu um novo bloqueio, desta vez de R$ 1 bilhão, após o governo anunciar um contingenciamento de R$ 2,6 bilhões que foi repassado aos ministérios. Na ocasião, foram bloqueados R$ 328 milhões das universidades federais. O valor foi liberado posteriormente, após o ministério realocar verbas internamente.

Agora, as universidades federais passam por um novo bloqueio, que chega a R$ 366 milhões, considerando também o valor bloqueado dos institutos federais.

No caso atual, o bloqueio pode:

  • ser revertido (com a liberação da verba retida);
  • ou virar corte (com a retirada definitiva dos recursos).

Segundo o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), o prazo final para que as universidades empenhem verbas é 9 de dezembro. Em outras palavras: só até essa data que as instituições podem “reservar” o dinheiro que será pago quando um produto ou serviço for entregue.

Como faltam apenas cerca de 10 dias para isso, o Conif classifica que esse bloqueio de verbas será, na prática, um corte de recursos.

2023 pode começar com dívidas

Presidente da Andifes fala sobre a previsão orçamentária para 2023

Caso a verba das universidades federais não seja liberada e passe a ser considerada um corte no orçamento, as instituições de ensino podem começar 2023 no vermelho.

Isso pode acontecer, por exemplo, com acúmulo de contas de luz e água ou pelo atraso do pagamento dos funcionários.

A possibilidade é preocupante, segundo Ricardo Marcelo Fonseca, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

“O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) que foi enviado para o Congresso prevê um valor mais ou menos 10% menor do que o valor do orçamento de 2023, que já era trágico e insuficiente. A prevalecer esta proposta orçamentária que foi feita para 2023, vamos ter os menores valores de toda uma série histórica”, disse em entrevista à GloboNews.

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Ajudante de pedreiro que confessou ter matado menina que saiu para ir à padaria tentou estuprá-la, diz polícia

À delegada, Reidimar Silva contou que fez uso de álcool e cocaína na noite anterior ao crime. Corpo de Luana Marcelo Alves, de 12 anos, foi achado enterrado no quintal da casa dele.

Por Danielle Oliveira e Ton Paulo, g1 Goiás e O Popular

O ajudante de pedreiro Reidimar Silva, 31 anos, que confessou ter matado Luana Marcelo Alves, de 12 anos, também tentou estuprar a vítima antes de matá-la, segundo a delegada Caroline Borges Braga, da Polícia Civil. Ele foi preso temporariamente nesta terça-feira (29) e o corpo da menina, que desapareceu há dois dias após ir à padaria, foi achado enterrado no quintal da casa dele, em Goiânia.

“Ele está sendo autuado em flagrante por estupro de vulnerável na forma tentada. Ele disse que tentou abusar dela sexualmente antes de praticar o homicídio, no entanto, nós dependemos de laudos periciais, tanto o exame cadavérico quanto o de prática sexual delituosa”, explicou.

Até a última atualização desta reportagem, o g1 não havia obtido contato com a defesa de Reidimar Silva, de 31 anos, para que se posicione.

Corpo de Luana Marcelo Alves, de 12 anos, desaparecido após ir à padaria, foi encontrado na manhã desta terça-feira em Goiânia Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Corpo de Luana Marcelo Alves, de 12 anos, desaparecido após ir à padaria, foi encontrado na manhã desta terça-feira em Goiânia Goiás — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Conforme a delegada, Reidimar contou que, na noite anterior ao crime, havia consumido álcool e usado cocaína, e por não conseguir dormir, decidiu sair de carro. Foi quando encontrou Luana, na manhã de domingo (27), dia que ela foi considerada desaparecida pela família.

“A partir do momento que ele relatou que tinha ingerido bebida alcoólica a noite toda, bem como fez uso de substância entorpecente, foi um dos nossos indícios de perceber que ele estava fora de si e que teria sido o provável autor do homicídio”, disse a delegada.

No domingo, Luana desapareceu após sair de casa para ir a uma padaria. Vídeos de câmeras de segurança mostram quando a garota passa por uma rua e, depois, volta com uma sacola na mão. Segundo a polícia, o suspeito confessou que convenceu a menina de entrar no carro dele dizendo que devia dinheiro para a mãe dela e que passaria a quantia.

Ainda segundo a polícia, Reidimar levou Luana para a casa dele, onde tentou estuprá-la. A polícia informou que chegou a constatar que ele tinha marcas de unhada no rosto e nos braços, feitos supostamente pela menina, durante uma tentativa de fugir dele.

Homem confessa que matou menina enforcada em Goiânia

Reidimar confessou aos policiais que matou Luana por enforcamento (assista acima). Depois da morte, ele contou à PC que usou madeira e isopor para colocar fogo no corpo e enterrou a menina no quintal de casa, usando cimento, o que dificultou até mesmo que os cães farejadores descobrissem o corpo no local.

Caroline informou que o corpo de Luana já foi encaminhado para a perícia, mas ressaltou que o procedimento pode ser prejudicado por causa do estado em que a vítima ficou após ser queimada.

Reidimar segue preso na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Goiânia. A Polícia Civil informou que, a princípio, o homem deverá responder por estupro de vulnerável tentado, homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Somadas, as penas podem passar de 30 anos de prisão, de acordo com a investigadora.

VÍDEO: Adolescente desaparece após ir para padaria em Goiânia

Desaparecimento

menina sumiu na manhã do último domingo (27), no setor Madre Germana 2, após sair para ir a uma padaria perto de casa. A diarista Jheiny Hellen, de 31 anos, contou que a filha foi ao estabelecimento com R$ 10. Segundo a mãe, Luana nunca saiu de casa sem avisar e não passava por problemas pessoais ou de saúde.

A Polícia Civil iniciou a investigação na segunda-feira (28) e um suspeito do caso foi ouvido na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). O carro dele foi enviado para o Instituto de Criminalística, na capital, para ser periciado.

Imagens de câmera de segurança mostraram Luana indo e em seguida voltando da padaria com uma sacola na mão. Quando a adolescente entrou na rua de casa, o circuito de monitoramento não filmou e ela não foi mais vista (assista acima).

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Mulher que sumiu após sair de casa para ver jogo do Brasil é achada morta dentro do baú de cama em SP; suspeito foi preso

Sheila Lisboa foi achada dentro de uma casa alugada pelo suspeito em Cidade Ademar, na Zona Sul de São Paulo. Homem foi preso na segunda-feira (28) na Avenida Eldorado, em Itaquaquecetuba.

Por Paola Patriarca, g1 SP

Sheila Lisboa foi achada morta dentro do baú de cama na Zona Sul de SP — Foto: Reprodução/Facebook

Sheila Lisboa foi achada morta dentro do baú de cama na Zona Sul de SP — Foto: Reprodução/Facebook

Uma mulher de 38 anos que estava desaparecida desde a última quinta-feira (24) foi achada morta dentro do baú de uma cama em Cidade Ademar, distrito da Zona Sul de São Paulo. O suspeito pelo crime foi preso nesta segunda-feira (28) na Avenida Eldorado, em Itaquaquecetuba.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a sobrinha da vítima contou que Sheila Lisboa saiu para assistir à estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo em um comércio perto de sua casa, no dia 24 de novembro, mas não retornou para a casa.

Segundo testemunhas, a mulher estava com outras pessoas e, após elas terem ido embora, permaneceu na companhia de um homem. Mais tarde, a família registrou boletim de ocorrência comunicando o desaparecimento.

No domingo (27), os familiares conseguiram o endereço da casa alugada pelo homem que foi visto com Sheila, e o proprietário do imóvel permitiu a entrada na casa. Em um dos quartos, eles encontraram a vítima já sem vida no baú de uma cama.

Em outro quarto da residência, também foram encontrados vários documentos do locatário do imóvel, além de um celular quebrado.

Ainda conforme a SSP, após buscas, os policiais civis localizaram o suspeito em um ponto de táxi na Avenida Eldorado, em Itaquaquecetuba. A identidade dele não foi divulgada, nem detalhes se ele conhecia a vítima.

O caso foi registrado como homicídio pelo 98º Distrito Policial, Jardim Miriam, que requisitou perícia e exames necroscópico, sexológico e toxicológico.

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Corpo é encontrado em deslizamento de terra na BR-376 em Guaratuba, diz polícia

Segundo PRF, buscas foram interrompidas na madrugada desta terça (28) por conta da instabilidade do tempo. Deslizamento interditou trecho da rodovia nos dois sentidos.

Por g1 PR e RPC Curitiba

Deslizamento interdita BR-376 em Guaratuba

Um corpo foi encontrado no deslizamento de terra que interditou um trecho da BR-376 em Guaratuba, no litoral do Paraná, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A vítima foi localizada por volta das 22h30 de segunda-feira (28), mas não teve a identidade informada até a publicação desta reportagem.

Segundo a corporação, as buscas foram interrompidas durante a madrugada por conta da instabilidade do tempo e devem ser retomadas nesta terça (29).

O deslizamento aconteceu por volta de 19h durante uma forte chuva que atingia a cidade e o estado, de acordo com a concessionária Arteris Litoral Sul.

Os dois sentidos da rodovia no km 669 foram atingidos. Havia carros trafegando no local no momento do acidente. Equipes da empresa, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil foram acionadas para o atendimento.

Imagens mostravam ao menos um carro e um caminhão soterrados no local. Durante as buscas ao longo da noite, a vítima foi encontrada. A informação foi confirmada na manhã desta terça.

Imagens do acidente mostram que veículos foram atingidos — Foto: Redes sociais

Imagens do acidente mostram que veículos foram atingidos — Foto: Redes sociais

Bloqueios de segurança

Desde o acidente, as pistas seguem interditadas. De acordo com a concessionária, não há previsão de liberação das pistas, que seguem bloqueadas nos dois sentidos e já são cerca de 12 horas de interdição total.

Deslizamento de terra bloqueia BR-376, no Paraná — Foto: Kayan Albertin/g1

Deslizamento de terra bloqueia BR-376, no Paraná — Foto: Kayan Albertin/g1

A ligação entre o Paraná e Santa Catarina pela BR-376 está interditada e, por conta do deslizamento, polícia e concessionária estabeleceram bloqueios de segurança. Até a última atualização desta reportagem, eram eles:

  • Na praça de pedágio de São José dos Pinhais (PR), no km 635 da BR-376;
  • Na unidade operacional da PRF em Tijucas do Sul (PR), no km 662 da BR-376;
  • Na praça de pedágio de Garuva (SC), no km 1,3 da BR-101.

No último ponto, já em Santa Catarina, a polícia informou registro de filas com mais de oito quilômetros.

A concessionária reforçou que motoristas busquem os pontos de retorno. Alguns chegaram a ser abertos durante a noite. Para motoristas próximos aos pontos de bloqueio, há áreas de retorno nos seguintes locais:

Na BR-376, sentido Santa Catarina

  • Km 635: retorno nos kms 617, 619, 625 e 633;
  • km 662: retorno nos kms 644, 648 e 654;
  • km 669: retorno no km 663.

BR-101 (SC) sentido Curitiba

  • km 1,3: opções de retorno nos kms 27, 25, 20, 14, 10, 6 e 1,8.

A ALS também informou que, no caso de condutores que precisam seguir viagem entre os estados, as rotas alternativas são via BR-470 e BR-116.

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9 em cada 10 sequestros de SP são ‘golpes do Tinder’; entenda como agem os criminosos

Entre as estratégias dos criminosos, estão atrair as vítimas para bairros isolados e marcar encontros presenciais logo após o primeiro contato no aplicativo de paquera.

Por BBC

Um homem conhece uma mulher em um aplicativo de relacionamento, troca mensagens e, tempos depois, eles marcam um encontro. Mas, ao chegar ao local, o homem é sequestrado por uma dupla ou grupo armado. E o que seria um momento especial se torna um pesadelo que chega a durar dias. A vítima sofre tortura psicológica e algumas vezes até física enquanto têm suas contas esvaziadas.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) afirmou à BBC News Brasil que “mais de 90% dos sequestros registrados em São Paulo são feitos a partir de relacionamentos formados a partir de perfis falsos criados em aplicativos como o Tinder.

Apenas em 2022, a SSP informou que a Divisão Antissequestro do Dope, unidade especializada em sequestro da Polícia Civil paulista, esclareceu 94 ocorrências desse tipo, prendeu 251 suspeitos e apreendeu 9 adolescentes infratores.

Segundo a pasta, os criminosos estudam suas vítimas. “Observam usuários que ostentam poder econômico nas redes sociais e marcam um encontro na casa da ‘isca’, abordando as vítimas geralmente em ruas desertas”, informou por meio de nota.

Em meados deste mês, um médico do Hospital das Clínicas foi sequestrado e mantido em cárcere por cerca de 14 horas após marcar um encontro por meio de um aplicativo de relacionamento em Pirituba, na zona norte de São Paulo.

A vítima só foi liberada após os criminosos fazerem transações bancárias por meio de empréstimos, compras e transferências no valor total de R$ 75 mil.

Mas como evitar situações como essas e identificar possíveis criminosos que atuam nesses aplicativos?

A BBC News Brasil conversou com policiais e especialistas em segurança digital para entender como essas quadrilhas atuam e quais são os principais sinais de que o encontro seja apenas uma armadilha para um crime.

O Tinder, principal aplicativo de namoro citado por policiais e vítimas de sequestro , foi questionado sobre quais ferramentas e métodos de segurança existem na plataforma para evitar esses golpes, mas não respondeu até a publicação desta reportagem.

Como as vítimas são escolhidas

Um tenente da Polícia Militar que atua na zona norte de São Paulo e pediu para não ser identificado afirma à reportagem que as vítimas são geralmente homens mais velhos e financeiramente bem-sucedidos.

“São pessoas acima de 40 anos, solteiras, que geralmente são comerciantes ou possuem pequenas empresas. São pessoas com alguma posse. A maior parte atrai a vítima pelo Tinder, com mensagens sedutoras e um pedido de encontro o mais rápido possível”, diz ele.

As vítimas, segundo o policial, são escolhidas pelo aplicativo de acordo com as informações que ela passa, como fotos e profissão. Os principais alvos são aqueles que publicam fotos em viagens internacionais e ao lado de carros de luxo.

“Os encontros geralmente são marcados em bairros mais afastados entre o fim da tarde e início da noite. Um dos casos que atendi, um homem tinha tentado marcar o encontro com uma mulher em um shopping, mas ela disse que estava doente e lamentava não poder sair de casa para encontrá-lo. Ele acabou se iludindo com a situação e foi até o local encontrar o par romântico, mas foi sequestrado”, conta.

O policial disse que a maneira de agir de cada quadrilha varia de acordo com o perfil de cada vítima. Ele diz que a vítima geralmente não está atrás de um romance, mas apenas de um encontro rápido, sem compromisso.

“Pelo que a gente conversou com as vítimas, o encontro presencial acontece depois de um ou dois dias após o primeiro contato no aplicativo. O cara acredita que a mulher vai para o ‘vamos ver’ com ele sem muita frescura.”

Crime subnotificado

O policial disse acreditar que existe subnotificação desses crimes por diversos motivos. O primeiro deles é a vergonha que muitas vezes a vítima tem de fazer um boletim de ocorrência para registrar o caso. Algumas vezes isso é causado por ela estar em um relacionamento ou por sentir que foi ingênua em cair num golpe como esse.

“O que acontece são os casos que a gente retira a vítima do cativeiro. Não sei se os números da SSP englobam todos os outros casos que não são resolvidos pela divisão, mas sim pelo policiamento local”, afirma o policial.

Ele diz também que vítimas comprometidas preferem não dizer que caíram no “golpe do Tinder” para que o parceiro não descubra. O mais comum é que essas vítimas digam que foram roubadas na rua e, na sequência, sequestradas.

Um dos policiais disse que o que mais o impressiona é a frequência de casos de homens com alto poder aquisitivo e formação acadêmica que caem nesses golpes por toparem ir a bairros mais distantes para terem encontros românticos.

Os policiais explicam que, na maior parte das vezes, o desaparecimento da vítima só é identificado no dia seguinte ao sequestro, quando a família da vítima sente falta dela.

“Alguém da família nota que a pessoa desapareceu e dão o alerta. Eles passam a localização de onde foram os últimos contatos com ela. Algumas vezes, moradores também relatam movimentações estranhas. Eu nunca peguei caso de vítima que foi levada para o mesmo cativeiro, mas a região é a mesma. Algumas vezes até na mata”, relata o policial.

Sinais de alerta

Especialista em segurança digital da Safernet, Guilherme Alves afirma que os aplicativos de namoro são usados por criminosos para cometer principalmente crimes de estelionato fora da plataforma.

“Um ponto importante é entender o que é responsabilidade da plataforma. O que acontece fora dela foge da esfera da empresa, mas é possível solicitar na Justiça dados sobre o perfil golpista, caso haja algum crime, como localização”, afirmou.

Segundo Guilherme Alves, o Marco Civil prevê que as empresas armazenem as informações dos usuários e conversas por ao menos 6 meses.

Ele explica que, em alguns casos, os golpistas não usam fotos e perfis falsos, mas sim pessoas reais para atrair as vítimas. Mandam áudios e mandam fotos reais da pessoa com quem a vítima conversa.

Mas o especialista alerta para alguns sinais comuns entre os golpistas.

“Se for um golpe de catfishing [em que uma identidade falsa é criada na internet], o perfil é sim falso e há situações em que o criminoso tenta levar a pessoa para outra plataforma, como WhatsApp, saindo do aplicativo de paquera. Em alguns casos, o golpista alega que excluiu o perfil da plataforma com a justificativa de que quer algo sério”, afirmou.

Guilherme Alves identificou diversos comportamentos que são um sinal de alerta para quem está conhecendo uma pessoa na plataforma e pretende marcar um encontro presencial.

“Excluir o perfil da plataforma após o primeiro encontro pode sinalizar que a pessoa queira esconder informações. Outro ponto são pessoas que querem marcar encontros muito rápido e saírem da plataforma para conversar no WhatsApp. Encontros em locais privados também devem ser evitados”, disse o especialista em segurança cibernética.

Ele recomenda que o ideal é sempre guardar registros das conversas, do perfil e marcar encontros sempre em locais públicos de grande movimentação de pessoas, como um shopping. Ele ressalta ainda que o golpe pode ocorrer mesmo após os primeiros encontros.

“Em um caso que atendi, a vítima teve dois encontros com o criminoso, mas só no terceiro que ele roubou a moça e sumiu”, conta à reportagem.

Fenômeno nacional?

A reportagem conversou com policiais de outras regiões do país para entender se esse crime se espalhou pelo país. No entanto, as autoridades policiais disseram que a incidência desses golpes envolvendo aplicativos de namoro são mais comuns nas grandes metrópoles.

O secretário de Segurança Pública em Pontaporã, no Mato Grosso do Sul, Marcelino Nunes afirma que esse crime ocorre na região que faz fronteira com a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, mas com uma frequência pequena.

“O que a gente percebe é que são pontuais e não são feitos por quadrilhas. São pessoas que acabam sendo lesadas financeiramente ou vítimas de violência, mas sem sequestro. O crime mais comum que atendemos envolvendo esses aplicativos é o chamado estelionato digital. Já houve casos em que o criminoso simula uma dívida e pagamento de exames médicos como forma de extorsão por meio desses relacionamentos”, afirma.

Policiais de Santa Catarina ouvidos pela reportagem também disseram que esses crimes envolvendo aplicativos de namoro são incomuns na região.

– Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63733202

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Onça-pintada salva em incêndio tem nome inspirado em cozinheira boliviana que adotou o Pantanal como casa

O macho Joujou chegou a ser símbolo das queimadas do Pantanal em 2020 após ser resgatado com diversas queimaduras, principalmente nas patas. No Dia Nacional da Onça-pintada, o g1 traz a fonte inspiradora para o batismo do felino.

Por Renata Barros, g1 MS

A cozinheira Juana vive com a família em uma das fazendas base do IHP. — Foto: Reprodução

A cozinheira Juana vive com a família em uma das fazendas base do IHP. — Foto: Reprodução

A onça-pintada Joujou é considerada um símbolo de superação. Resgatada durante as queimadas no Pantanal, em novembro de 2020, o macho agora vive livre e saudável pela maior planície alagável do mundo. Na data em que é celebrado o Dia Nacional da Onça-pintada, o g1 explica o origem do nome de batismo do felino.

O nome homenageia a cozinheira boliviana Juana Judith Apaza Huampo, de 32 anos. A cozinheira trabalha há cinco anos no Instituto Homem Pantaneiro (IHP) e esteve ao lado da onça-pintada após o resgate, aplicando gelo para conter a febre do animal, além de dar suporte aos médicos veterinários. A conexão entre a mulher e a onça foi imediata.

Cozinheira ‘Joujou’ comenta como foi primeiro encontro com a onça Joujou

Juana chegou ao Brasil há 15 anos, vindo para trabalhar em Corumbá (MS). Há 5 anos, ela passou a integrar a equipe do Instituto Homem Pantaneiro (IHP) como cozinheira. “Eu moro junto com os meus três filhos, uma menina de 13 anos, um rapazinho de 8 anos e o meu caçula de 5 anos. De manhã acordo às 4h, faço o café da manhã para o pessoal que está aqui”, comenta.

A boliviana lembra o primeiro contato com Joujou. “O pessoal estava no combate [ao incêndio de 2020]. Os veterinários estavam aqui e chegou um comentário que tinha uma onça perto daqui, que não estava se mexendo. Eles foram ver se era real e viram o que estava acontecendo”, comenta.

Após ter o quadro clínico estabilizado, a onça ferida foi encaminhada para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) de Campo Grande, em 4 de novembro de 2020.

Para regeneração das patas, onça fez ozonioterapia. As fotos mostram como as patas no animal estavam quando chegou e a forma que saiu.  — Foto: Governo de MS/ Divulgação

Para regeneração das patas, onça fez ozonioterapia. As fotos mostram como as patas no animal estavam quando chegou e a forma que saiu. — Foto: Governo de MS/ Divulgação

Na época, a equipe do IHP batizou o felino sobrevivente. A escolha do nome foi para homenagear a cozinheira prestativa.

“Parece que é algo que saiu de mim. O instituto teve um carinho grande por mim, dando esse nome para ela. Eles não me chamam de Juana, me chamam de Joujou. Foi um presente que eu jamais ganhei da minha vida. Talvez ninguém fizesse isso por mim, mas o pessoal do instituto fez”, diz Juana emocionada.

Em janeiro de 2021, a onça Joujou foi solta na Serra do Amolar, exatamente na mesma região em que foi encontrada. Com 87 quilos e recuperada, a onça macho voltou ao habitat natural.

Após mais de 13 horas de viagem, onça retorno ao habitat natural.  — Foto: Governo de MS/Divulgação

Após mais de 13 horas de viagem, onça retorno ao habitat natural. — Foto: Governo de MS/Divulgação

O retorno à natureza foi acompanhado por meio de uma colar que contém bateria e chip que a cada hora emite um sinal, captado pelo satélite e transmitido a um software de monitoramento.

Onça-pintada está 100% reabilitada à natureza, dizem pesquisadores

Em junho de 2022, o colar de monitoramento caiu automaticamente. Mesmo sendo uma ação já esperada e programada, Juana comenta que chorou ao saber que não saberia mais a exata localização da onça-pintada. Apesar disso, a cozinheira comenta que a sensação é de dever cumprido.

“Eu criei um apego. É um conforto que você sente, é como se o seu filho tivesse ficado maior de idade e ele pode seguir a vida dele”, diz com orgulho.

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Entidades dizem que governo federal fez novo bloqueio de verbas na educação superior

Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) diz que o governo “retirou todos os limites de empenho distribuídos e não utilizados pelas instituições”. Presidente da Andifes diz que valor contingenciado será de R$ 244 milhões para universidades.

Por g1

Entidades ligadas à educação superior no Brasil disseram nesta segunda-feira (28) que o governo federal efetuou um novo bloqueio de verbas para as instituições de ensino.

g1 entrou em com o Ministério da Educação (MEC) e aguarda um posicionamento sobre o tema.

Representantes dos reitores, dos estudantes e dos pós-graduandos tratam um comunicado obtido junto ao Tesouro Nacional como a efetivação de um bloqueio que pode chegar a R$ 1,68 bilhão no Ministério da Educação.

Por sua vez, o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) divulgou nota na qual não cita um valor, mas alerta para o risco de o bloqueio virar um corte definitivo no orçamento deste ano.

Comunicado via Siafi

Comunicado do Siafi divulgado por UNE, ANPG e pelo presidente da Andifes — Foto: Reprodução/Twitter

Comunicado do Siafi divulgado por UNE, ANPG e pelo presidente da Andifes — Foto: Reprodução/Twitter

A União Nacional dos Estudantes (UNE), a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) divulgaram em suas redes sociais uma imagem de comunicado do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), do Tesouro Nacional.

No texto é informado que a Junta de Execução Orçamentária (JEO) aprovou um bloqueio de verbas discricionárias e cita unidades vinculadas ao MEC. O comunicado não aponta o valor do contingenciamento.

Bloqueio pode virar corte, alerta Conif

Em nota, o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) disse que o governo “retirou todos os limites de empenho distribuídos e não utilizados pelas instituições, enquanto define um valor efetivo para o bloqueio orçamentário” (veja íntegra da nota do Conif abaixo).

O Conif afirma que, se oficializado pelo governo federal, o bloqueio, na prática, será “considerado como corte pelos gestores”, pois após 9 de dezembro as instituições não poderão mais empenhar verbas ou terão que aguardar uma nova janela para executar os gastos.

Empenho é a etapa em que o governo reserva o dinheiro que será pago quando o bem for entregue ou o serviço concluído.

Outubro: bloqueio retirado após pressão

Em outubro, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) denunciou um bloqueio de R$ 328 milhões nas verbas já previstas para o ano e alertou que o funcionamento das universidades seria inviabilizado se o contingenciamento fosse mantido.

Após pressão dos reitores, o MEC anunciou a suspensão do bloqueio implementado em outubro.

Novo bloqueio pode ser de R$ 244 milhões

Nesta segunda, o presidente da Andifes, Ricardo Marcelo Fonseca, escreveu em seu perfil no Twitter que o bloqueio de verbas teria alcançado R$ 1,68 bilhão no Ministério da Educação (MEC). Nas universidades, o total seria de R$ 244 milhões.

“Há pouco, enquanto acontecia o jogo do Brasil na Copa contra a Suíça, ocorreu imensa retirada de recursos das Universidades, dos Institutos Federais e no MEC. Na prática, rasparam o que ainda sobrava dos recursos da Educação no Brasil. Terra arrasada nas nossas instituições”, escreveu o presidente da Andifes.

O bloqueio também foi denunciado pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).

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Homens comemoraram que ‘ficariam ricos’ após assalto a loja de relógios de luxo em shopping de Goiânia, diz MP

Comemoração do crime por parte de suspeitos foi informada à polícia por uma das mulheres presas em flagrante. Prisão foi convertida em preventiva após audiência de custódia.

Por Gabriela Macêdo, g1 Goiás

Vídeo mostra quando assaltantes roubam joias de luxo em loja de shopping em Goiânia

Após um assalto realizado à loja Danglar, no shopping Flamboyant, uma das duas mulheres presas em flagrante, suspeitas de participar do crime, disse em depoimento à polícia que os demais suspeitos comemoraram o roubo após saírem da loja. O documento que conta com a narração da polícia sobre o interrogatório da mulher foi emitido pelo Ministério Público nesta segunda-feira (28).

“[Ela disse] Que quando [eles] chegaram estavam comemorando bastante o sucesso do roubo, dizendo ‘bingo’ e que ficariam ricos”, diz o documento.

As mulheres presas também tiveram a prisão convertida em preventiva pela Justiça de Goiás após o pedido do Ministério Público e a realização da audiência de custódia, na tarde desta segunda.

Apesar de a polícia divulgar as imagens dos suspeitos, os nomes não foram revelados. Por isso, o g1não localizou a defesa para se manifestar sobre a prisão até a última atualização desta reportagem.

crime foi na noite de sábado (26), no Setor Jardim Goiás, uma região de alto padrão de Goiânia. Um vídeo gravado por câmeras de segurança mostra o momento do roubo .

No domingo (27), cinco dos sete suspeitos morreram em confronto com a polícia, em uma chácara de Senador Canedo, na Região Metropolitana da capital.

A PM informou que o grupo teria alugado a chácara para se esconder antes de ir embora para São Paulo. No local, as equipes da Rotam foram recebidas a tiros, segundo a corporação, e houve confronto.

A loja Danglar disse em nota que a equipe já recebe treinamento e se mantém atualizada. Agora, vai reforçar a segurança para garantir o bem estar dos clientes, funcionários e fornecedores.

Imagens das câmeras do shopping também mostram as mulheres suspeitas em frente à loja assaltada dias antes do crime (veja abaixo). Uma delas filmou a entrada da loja e a localização dos seguranças que ficam no local.

“Ele está lá daquele lado e a porta está assim. Olha lá o segurança do lado de lá”, diz a mulher em um vídeo.

Em um dos vídeos, uma mulher foi gravada caminhando no shopping com um suspeito, que seria namorado dela. Segundo o coronel Durvalino Câmara, que comandou a operação, as visitas ao shopping foram estratégicas para fingir que estavam passeando.

“As mulheres têm participação tanto para chamar menos a atenção, bem como para fugir. Inclusive, a fuga de uma delas seria de ônibus com o namorado, que participou da ação e ia levar as armas. Um casal num ônibus chama menos atenção”, explicou o oficial.

Com os suspeitos, a PM apreendeu dois carros roubados, cinco armas de fogo e os produtos roubados. De acordo com a loja, foram levados cerca de 70 relógios, canetas e abotoadeiras, avaliados em torno de R$ 1 milhão.

Vídeos mostram mulheres fazendo reconhecimento da loja de relógios de luxo em shopping

Assalto em shopping

As imagens de câmera de segurança mostram quando dois homens entraram na loja, renderam clientes e um funcionário, que abriu os mostruários para um deles pegar relógios, canetas e joias de marcas luxuosas, como Rolex, Mont Blanc, Cartier e Tag Heuer.

Eles usaram roupas idênticas durante o assalto: casacos azuis, bonés brancos e máscaras de proteção facial. Um deles sacou um revólver e mostrou ao funcionário e clientes que estavam na loja.

Em seguida, um assaltante caminha e chama o funcionário para abrir gavetas e mostruários. Assim, ele pega as joias e guarda numa mochila. A ação dura pouco mais de dois minutos e os dois homens saem da loja.

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