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Idoso recebe nota de R$ 420 como pagamento de empréstimo e devolve R$ 320 de troco para golpista em MG

Segundo a PM, vítima chegou a questionar sobre a veracidade da nota, mas golpista disse que havia sacado o dinheiro em um caixa eletrônico em Unaí (MG). Cédula falsa tem desenhos de bicho-preguiça e de folhas de maconha.

Por Michelly Oda, G1 Grande Minas

Nota de R$ 420 apreendida pela Polícia Militar em Unaí  — Foto: Polícia Militar

Nota de R$ 420 apreendida pela Polícia Militar em Unaí — Foto: Polícia Militar

Um idoso, de 75 anos, recebeu uma nota falsa de R$ 420 como pagamento de um empréstimo em Unaí (MG). Como a dívida era de R$ 100, ele também devolveu R$ 320 de troco.

Segundo a Polícia Militar, o responsável por repassar a falsa cédula — que tem desenhos de bicho-preguiça e de folhas de maconha — foi preso.

“Esse autor [golpista] trabalhava em uma fazenda vizinha ao local onde a vítima mora. Ele pediu R$ 100 emprestado para o idoso e voltou para pagá-lo com a nota falsa. A vítima falou que nunca tinha visto a cédula, mas o autor afirmou que tinha sacado o falso dinheiro em um caixa eletrônico de um banco em Unaí. Ele se aproveitou da situação para ludibriar o idoso”, explica o tenente Henrique Hiroshi Asanome.

Após saberem do fato, os policiais foram até o local onde o homem que repassou a cédula falsa mora.

“O dono da casa onde ele morava temporariamente autorizou a nossa entrada e, já na varanda, nós vimos um vaso com um pé de maconha. Entramos e encontramos um embrulho grande contendo um tablete e duas porções da droga. Durante as buscas, ainda localizamos outra porção de maconha e R$ 56.”

Ainda de acordo com o tenente, o golpista afirmou que está em liberdade condicional e que tem passagens por roubo e receptação. Ele foi levado para a delegacia. O G1 não conseguiu localizar a defesa dele.

Idoso, de 75 anos, recebeu a cédula e deu troco de R$ 320 — Foto: Polícia Militar

Idoso, de 75 anos, recebeu a cédula e deu troco de R$ 320 — Foto: Polícia Militar

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Desemprego fica em 14,6% e atinge 14,8 milhões no trimestre encerrado em maio, aponta IBGE

Taxa de desemprego foi a segunda mais alta da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012 e desacelerou na comparação com os dois trimestres imediatamente anteriores, que registraram a taxa recorde até então.

Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,6% no trimestre encerrado em maio, apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso representa um contingente de 14,8 milhões de pessoas buscando por uma oportunidade no mercado de trabalho no país.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). De acordo com o IBGE, esta foi a segunda maior taxa de desemprego da série histórica, iniciada em 2012.

A taxa recorde, de 14,7%, foi registrada nos dois trimestres imediatamente anteriores, fechados em março e abril.

Já o nível de ocupação ficou em 48,9%. O IBGE destacou que este indicador está abaixo de 50% desde o trimestre terminado em maio do ano passado, o que indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no mercado de trabalho.

Trabalho por conta própria freia o desemprego

O IBGE apontou que o desemprego ficou estatisticamente estável em relação aos dois trimestres anteriores, graças ao trabalho por conta própria, que cresceu no período.

De acordo com a pesquisa, a população na força de trabalho, que inclui os trabalhadores ocupados e desocupados, cresceu em 1,2 milhão de pessoas na comparação com o trimestre terminado em fevereiro. Esse crescimento foi puxado pelo contingente de ocupados, que aumentou em 0,9%, o que representa 809 mil pessoas a mais ocupadas no mercado de trabalho.

O aumento da ocupação se deu, exclusivamente, puxada pelos trabalhadores por conta própria, única categoria profissional que cresceu no período, tendo registrado um avanço de 3% na comparação com o trimestre terminado em fevereiro.

“Esses trabalhadores estão sendo absorvidos por atividades dos segmentos de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que cresceu 3,9%, o único avanço entre as atividades no trimestre até maio”, destacou a gerente da pesquisa, Adriana Beringuy.

Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, a força de trabalho aumentou em 2,9 milhões de pessoas. Todavia, esse crescimento foi influenciado, principalmente, pelo aumento do desemprego – o país registrou 2,1 milhões de desempregados a mais em um ano.

“Muitas pessoas interromperam a procura por trabalho no trimestre de março a maio do ano passado por conta das restrições, já que muitas atividades econômicas foram paralisadas para conter a pandemia. Isso fez a procura por trabalho diminuir. Um ano depois, com a flexibilidade, essas pessoas voltaram a pressionar o mercado”, explicou Adriana.

Foram também os trabalhadores por conta própria que tiveram a maior expansão, em um ano, entre a população ocupada.

“O crescimento do trabalho por conta própria se deu, sobretudo, na agricultura (27%), construção (25%) e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (24%). Os outros 24% foram disseminados nas demais atividades investigadas pela PNAD Contínua”, detalhou a gerente da pesquisa.

Em um ano, país perde 1,3 milhão de carteiras assinadas

A pesquisa mostrou que, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o trabalho com carteira assinada no setor privado teve queda de 4,2%, o que representa 1,3 milhão de trabalhadores a menos.

Já os empregados no setor privado sem carteira assinada tiveram um crescimento de 6,4%, o que representa um contingente de 586 mil pessoas a mais trabalhando nesta condição.

Na comparação com o trimestre terminado em fevereiro, porém, tanto o trabalho com carteira assinada quanto o sem ficaram estáveis no país.

O número de empregadores no país também teve queda na comparação com o mesmo período do ano passado – 311 mil a menos. O IBGE destacou que, dentre os empregadores, aqueles que possuem CNPJ registrou o menor nível da série.

As categorias de trabalhadores domésticos e de empregados no setor público, por sua vez, ficaram estáveis nas duas bases de comparação (trimestral e anual).

Informalidade cresce, mas segue abaixo do patamar pré-pandemia

O trabalho informal, apontado pelos especialistas como o primeiro a reagir diante de uma crise no mercado de trabalho, cresceu tanto na comparação com o trimestre terminado em fevereiro quanto ao mesmo período do ano passado. Todavia, ele ainda se encontra abaixo do nível pré-pandemia.

A taxa de informalidade no trimestre terminado em maio foi de 40%. No trimestre anterior, ela havia sido de 39,6%, enquanto um ano antes, de 37,6%.

O IBGE considera como trabalhador informal aqueles empregados no setor privado sem carteira assinada, os trabalhadores domésticos sem carteira, os trabalhadores por conta própria sem CNPJ, os empregadores sem CNPJ e os trabalhadores que não têm remuneração.

De acordo com a gerente da pesquisa, em maio o país somava 34,7 milhões de trabalhadores informais, cerca de 2,4 milhões a mais do que há um ano. Porém, na comparação com o trimestre pré-pandemia, entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, são 3,4 milhões a menos de trabalhadores informais.

“Ou seja, por mais que os informais venham aumentando sua participação na população ocupada nos últimos trimestres, o contingente ainda está num nível inferior ao que era antes da pandemia”, enfatizou Adriana.

Faltam oportunidades para 33 milhões de trabalhadores

O levantamento do IBGE enfatizou, ainda, que faltavam oportunidades no mercado para cerca de 33 milhões de trabalhadores. Este contingente forma o que o instituto classifica como trabalhadores subutilizados.

Formam este contingente:

  • 14,8 milhões de desempregados (2 milhões a mais que em maio de 2020): pessoas que não trabalham, mas procuraram empregos nos últimos 30 dias;
  • 7,4 milhões de subocupados (1,6 milhão a mais que em maio de 2020): pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana, mas gostariam de trabalhar mais;
  • 10,8 milhões de pessoas na força de trabalho potencial (1 milhão a menos que em maio de 2020), composta por pessoas que poderiam trabalhar mas não trabalham: este grupo inclui 5,7 milhões de desalentados (300 mil a mais que em maio de 2020), ou seja, que desistiram de procurar emprego, e outras 5,1 milhões que podem trabalhar, mas que não têm disponibilidade por algum motivo, como mulheres que deixam o emprego para cuidar os filhos.

Perspectivas

O mercado financeiro estima para 2021 um crescimento de 5,29% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e inflação de 6,56%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.

Apesar da melhora nas projeções para o avanço da economia brasileira, economistas têm destacado que uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho só deverá ser mais visível a partir o segundo semestre, e condicionada ao avanço da vacinação e à retomada do setor de serviços – o que mais emprega no país e o mais afetado pelas medidas de restrição para conter o coronavírus.

Este mês, a confiança desse setor subiu pela quarta vez seguida, atingindo o maior patamar desde março de 2004, e indicando que uma recuperação pode estar a caminho – ainda que dependendo fortemente do controle da pandemia no país.

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Após três anos falando em ‘fraudes eleitorais’, Bolsonaro faz live com notícias falsas e admite não ter provas das acusações

Presidente usou vídeos antigos de internet, já desmentidos por órgãos oficiais, e apresentou assessor do Planalto como ‘especialista’. ‘Não temos provas, vou deixar bem claro, mas indícios’, disse Bolsonaro.

Por G1 e TV Globo — Brasília

O presidente Jair Bolsonaro admitiu, em live nesta quinta-feira (29), que não tem provas para afirmar que haja risco de fraude no sistema atual de urnas eletrônicas – ou que as últimas eleições realizadas no país tenham sido fraudadas.

Bolsonaro convocou veículos de imprensa e usou a emissora pública de televisão para uma transmissão em tempo real na qual, segundo anunciou, seriam mostradas “provas” das fraudes.

A transmissão se estendeu por mais de duas horas e Bolsonaro tratou de diversos temas não relacionados às eleições. Em vez de provas, no entanto, o presidente apresentou uma série de notícias inverídicas e vídeos que já foram desmentidos diversas vezes por órgãos oficiais.

“Os que me acusam de não apresentar provas, eu devolvo a acusação. Apresente provas de que ele não é fraudável”, declarou Bolsonaro em determinado momento.

“Não tem como se comprovar que as eleições não foram ou foram fraudadas”, disse, minutos depois.

“Não temos provas, vou deixar bem claro, mas indícios que eleições para senadores e deputados podem ocorrer a mesma coisa. Por que não?”, apontou em um terceiro momento.

‘Especialista’ do governo

Ao longo de toda a transmissão, Bolsonaro esteve ao lado de um “especialista” apresentado por ele apenas como “Eduardo, analista de inteligência”. Questionada inicialmente, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) disse não ter a identificação completa do homem.

Ao fim da “live”, o governo informou tratar-se de Eduardo Gomes da Silva, coronel do Exército e ex-assessor especial do ministro Luiz Eduardo Ramos na Casa Civil. Segundo Bolsonaro, o coronel hoje trabalha justamente na Secretaria de Comunicação.

O currículo divulgado pelo Planalto não informa qualquer especialização na área de programação ou segurança da informação.

“A pessoa que viria fazer a demonstração aqui demonstrou muita preocupação pela sua exposição. É um civil. E resolveu então passar as informações para o Eduardo, de modo que ele explanasse aqui. De nada diminui o serviço prestado pelo Eduardo, porque a mesma coisa seria apresentada pelo outro cidadão. Se ele se garantir seguro no futuro, pode ter certeza que ele participará de momentos outros como esse”, declarou Bolsonaro.

Notícias falsas

Ao iniciar a apresentação, Eduardo afirmou que mostraria “fatos, acontecimentos”. Na prática, mostrou material que já foi amplamente desmentido.

“Esses vídeos, todos eles estão disponíveis na internet. E por que nós fizemos questão de buscar nessa fonte? Porque é o povo. Essas pessoas não foram pagas para fazer isso, elas demonstraram interesse em ter uma democracia melhor, mais avançada, mais justa e transparente”, declarou.

O material apresentado por Eduardo incluiu, por exemplo, vídeo antigo em que um programador dizia simular o código-fonte de uma urna eletrônica para, em seguida, mostrar supostas formas de fraudar o sistema.

Fato ou Fake, serviço de checagem de fatos do grupo Globo, já mostrou que essas simulações de urna não correspondem à realidade. Veja nos links abaixo:

“Em termos de dispositivo de hardware, a urna é um computador. Porém, não é um computador comum de mercado, mas sim projetado conforme exigências estabelecidas pelo TSE para garantir a segurança de seu hardware”, explica o Tribunal Superior Eleitoral, em nota.

A apresentação no Palácio da Alvorada recorreu a outro boato já desmentido por órgãos oficiais: o de que a “estabilidade” nas divulgações parciais da apuração dos votos em São Paulo, nas eleições municipais de 2020, seria um indício de fraude.

Como mostrou o Fato ou Fake, esta estabilidade é comum, se manteve praticamente ao longo de toda a apuração e já aconteceu em anos anteriores, inclusive em eleições maiores.

Ministro Barroso

Em vários momentos da transmissão, o presidente voltou a fazer críticas ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, que é contrário à adoção do voto impresso.

Sem provas, Bolsonaro disse que o magistrado quer “manter a suspeição das eleições” e levantou suspeitas de que Barroso teria atuado junto a parlamentares para tentar barrar o avanço da PEC do voto impresso na Câmara.

Mais cedo, nesta quinta-feira, Barroso participou da inauguração da nova sede do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC). Em pronunciamento, o ministro do Supremo Tribunal Federal disse que o discurso de que “se eu perder, houve fraude” é de quem não aceita a democracia. O STF e o TSE vêm reiterando a confiabilidade e a lisura do sistema.

Em uma crítica ao Judiciário e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Bolsonaro afirmou não ser possível “os caras que tiraram o outro da cadeia serem as mesmas pessoas a contarem os votos” das eleições.

Além de exibir as notícias e vídeos falsos, de atacar o TSE e os governos petistas, o presidente criticou o trabalho da imprensa que, nas palavras do presidente, leva ao “envenenamento” da população. Ele também fez críticas às pesquisas eleitorais sobre a eleições de 2022, que apontam Lula com altos percentuais de intenção de voto.

Ao longo da transmissão, o presidente também fez acenos a segmentos da população que compõem a sua base eleitoral – principalmente, militares e evangélicos.

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Meninos de Belford Roxo: polícia vai fazer buscas em área onde suspeito teria deixado corpos, segundo denúncia

Lucas Matheus, Alexandre e Fernando Henrique sumiram no dia 27 de dezembro. Homem acusou irmão de ocultar corpos em saco plástico e jogar em rio que corta o município de Belford Roxo.

Por Henrique Coelho e Cláudia Loureiro, G1 Rio

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) vai fazer buscas em uma área próxima a uma ponte em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, onde teria sido deixados sacos com corpos de três meninos desaparecidos no município. A informação veio de uma denúncia nesta semana.

Após sete meses de investigação, um homem se apresentou à polícia acusando o próprio irmão de ter participado da ocultação dos corpos.

Lucas Matheus, de 9 anos, e Alexandre Silva, 11, e Fernando Henrique, 12, sumiram no dia 27 de dezembro depois que saíram para brincar.

Nesse período, os agentes já trabalharam com várias linhas de investigação — entre elas, a de que as crianças tenham sido vítimas de traficantes da região.

Outra hipótese é a de que os meninos tenham sido mortos após um deles ter roubado uma gaiola de passarinho de um parente de um dos traficantes do Castelar, onde moram.

Desaparecimento de Lucas Matheus, Alexandre da Silva, e Fernando Henrique completou 7 meses nesta terça-feira (27) — Foto: Reprodução/TV Globo

Desaparecimento de Lucas Matheus, Alexandre da Silva, e Fernando Henrique completou 7 meses nesta terça-feira (27) — Foto: Reprodução/TV Globo

Várias operações e buscas já foram realizadas em lugares onde surgiram notícias de que eles foram vistos, mas nada que leve ao paradeiro dos meninos.

Informações falsas e trotes que chegam pelo Disque Denúncia também atrapalham o trabalho dos investigadores.

Veja detalhes da investigação

  1. Quando os meninos sumiram?
  2. Quando eles foram vistos pela última vez?
  3. O que fizeram os familiares após o sumiço?
  4. Quando a polícia foi acionada?
  5. O que fez a polícia?
  6. O que fez o Ministério Público?
  7. O que dizem os familiares dos meninos?
  8. Alguém foi preso durante a investigação?
  9. Há denunciados no caso?
  10. Qual é a última informação sobre o caso?
  11. O que falta esclarecer?
Última imagem dos meninos, feita na Rua Malopia, perto da feira de Areia Branca — Foto: Reprodução

Última imagem dos meninos, feita na Rua Malopia, perto da feira de Areia Branca — Foto: Reprodução

1. Quando os meninos sumiram?

Lucas Matheus, de 9 anos, e Alexandre Silva, 11, e Fernando Henrique, 12, desapareceram no dia 27 de dezembro após sair para brincar no campo de futebol ao lado do condomínio onde moram, no bairro Castelar.

2. Quando eles foram vistos pela última vez?

Eles foram vistos pela última vez em uma feira no bairro da Areia Branca, também em Belford Roxo.

3. O que fizeram os familiares após o sumiço?

Os meninos costumavam voltar para casa para almoçar. As famílias estranharam a demora e começaram as buscas por conta própria.

Eles percorreram diferentes locais, como hospitais, IML e delegacias. Também postaram fotos das crianças nas redes sociais.

4. Quando a polícia foi acionada?

Sem pistas, as mães dos meninos foram, no dia seguinte, à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense para pedir ajuda.

5. O que fez a polícia?

A polícia iniciou as investigações e a busca por imagens de câmeras de segurança que tivessem registrado os passos dos meninos, mas nada encontrou.

As primeiras testemunhas só foram ouvidas uma semana depois que as famílias procuraram a polícia para comunicar o desaparecimento.

Os investigadores fizeram ainda operações na região para tentar achar alguma pista deles, mas nada foi encontrado.

A DHBF também coletou material genético dos familiares para armazenamento em banco de dados e análise de DNA.

6. O que fez o Ministério Público?

Promotores analisaram o material recolhido pela polícia e encontraram imagens de câmeras de segurança mostrando os meninos passando na Rua Malopia, perto da feira de Areia Branca.

As imagens só foram achadas em março, mais de dois meses depois do sumiço.

A filmagem já tinha sido apreendida pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense durante as investigações.

7. O que dizem os familiares dos meninos?

Segundo os familiares, a investigação começou tarde demais. Eles também reclamam da falta de pistas sobre o caso e de muitos trotes.

“Só trote, só trote [Quero pedir] Para as pessoas não ficarem fazendo isso com a gente, mandando trote, porque é muito doloroso”, diz Tatiana Ribeiro, mãe de Fernando Henrique.

“Minhas filhas vão sempre na delegacia tentar saber de algo, mas a polícia diz que não tem pista nenhuma. Acho estranho não ter nada. Ou às vezes acho que eles não querem passar o que sabem para a gente”, diz Silvia Regina da Silva sobre as filhas Camila Paes Silva, mãe de Lucas, e Rana Jéssica da Silva, mãe de Alexandre.

8. Alguém foi preso durante a investigação?

No dia 20 de julho, a PM prendeu um homem que, segundo a corporação, teria envolvimento no caso.

Conhecido como “Rabicó”, ele foi detido por policiais do 39° BPM (Belford Roxo). Investigadores ouvidos pelo G1 disseram que o Rabicó não consta nas investigações da Polícia Civil sobre o caso e que o homem seria um traficante na comunidade Castelar, região de onde eram os meninos.

Apesar do nome não estar nas investigações, a Polícia Civil não descarta que a prisão possa ajudar, já que ele atuava no tráfico da área. O celular dele foi encaminhado para análise.

9. Há denunciados no caso?

Dez suspeitos viraram réus por torturar um homem acusado injustamente pelo sumiço dos meninos.

Segundo a polícia, o homem é inocente e foi espancado e surrado a mando de traficantes de uma organização criminosa.

Entre os denunciados, está o tio de Lucas e Alexandre, que teria atraído o homem até o local onde ele foi agredido pelo grupo.

Entre os denunciados também está Wiler Castro da Silva, vulgo “Estala”, gerente do tráfico de drogas do Castelar e apontado como suspeito do desaparecimento das crianças.

10. Qual é a última informação sobre o caso?

Nesta quarta-feira (28), um homem se apresentou à Polícia Militar e acusou o irmão de ter participado da ocultação dos corpos dos três meninos.

Ele foi até o 39º BPM (Belford Roxo) e declarou que as crianças teriam sido espancadas e mortas a mando de José Carlos dos Prazeres Silva, conhecido como “Piranha”, e que os corpos foram levados para a Estrada Manoel de Sá em um carro e depois deixados em uma ponte.

O homem disse que procurou uma unidade da PM porque a delegacia era perto da comunidade Castelar.

Depois da denúncia, o outro irmão também se apresentou à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense e negou as acusações. Ele afirmou que a denúncia foi motivada por uma rixa com o irmão.

11. O que falta esclarecer?

Quase quatro meses depois do desaparecimento, a Polícia Civil criou uma força-tarefa para as investigações, com agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, da Subsecretaria de Inteligência e da Delegacia de Descoberta de Paradeiros.

Mas até agora, ninguém sabe o que de fato aconteceu com as crianças.

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Fogo na Cinemateca: Doria diz que pediu transferência do órgão para Prefeitura de SP

Incêndio atingiu galpão da instituição na Vila Leopoldina nesta quinta-feira (29). Governador de SP diz que governo federal não deu resposta sobre o pedido de transferência e criticou a falta de zelo com a cultura.

Por G1 SP — São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou nesta sexta-feira (30) o governo federal pelo incêndio no galpão da Cinemateca, e disse que na época em que era prefeito pediu a transferência da instituição para a administração municipal, mas não teve resposta da União.

“Quando prefeito da capital, ao lado de Bruno Covas, nós deliberamos a importância de poder transferir a Cinemateca para a prefeitura da cidade de São Paulo. O Bruno depois ratificou isso já no governo Bolsonaro e a resposta foi o silêncio, não houve nenhuma manifestação do governo positiva em relação à transferência da cinemateca para a gestão de São Paulo”, afirmou na manhã desta sexta-feira, durante coletiva de imprensa da entrega de um novo lote de CoronaVac ao Plano Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde.

Doria também disse que São Paulo cuidaria melhor da Cinemateca do que o governo federal, e que se a transferência ocorresse, o estado e a prefeitura trabalhariam juntos para reconstruir o local e recuperar os arquivos históricos. “O governo federal, infelizmente, não cuida bem da cultura, aliás, despreza a cultura no Brasil. E, lamentavelmente, o incêndio na Cinemateca de São Paulo é prova disso. Uma falta de zelo, falta de cuidado, como, aliás, ocorreu também no Museu Nacional do Rio de Janeiro.”

Na noite de quinta-feira (29), um incêndio atingiu um galpão da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, e foi controlado pelos bombeiros por volta das 19h45. O local abriga parte do acervo, mas não é a sede da Cinemateca Brasileira, que fica na Vila Mariana.

A administração do órgão está sob responsabilidade do governo federal, por meio da Secretaria Especial de Cultura, em Brasília. Em nota, a secretaria informou que “lamenta profundamente e acompanha de perto o incêndio que atinge um galpão da Cinemateca Brasileira” e que foi pedida uma investigação à Polícia Federal para apurar as causas do fogo.

Instituição enfrenta crise há anos

A Cinemateca Brasileira enfrenta uma crise há anos. No ano passado, um temporal alagou o mesmo local e parte do acervo foi comprometido. Em 2016, um outro galpão da instituição, na Vila Mariana, foi atingido por um incêndio que destruiu cerca de 500 obras.

Além disso, funcionários da instituição foram demitidos em 2020 pela associação que mantinha a Cinemateca após o governo federal assumir a gestão do órgão e não repassar R$ 14 milhões em verbas à organização.

Veja os principais pontos da crise da Cinemateca Brasileira:

  • Incêndio em 2016: Em fevereiro de 2016, um incêndio afetou um galpão da instituição na Vila Mariana e destruiu cerca de 500 obras, mil rolos de filmes da década de 1940, incluindo originais das produções audiovisuais.
  • Alagamento em 2020: Em fevereiro de 2020, uma enchente alagou um galpão da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina e atingiu principalmente materiais como mobiliário, fotografias, livros e folhetos.
  • Abandono: Em julho de 2020, o Ministério Público Federal em São Paulo entrou com ação na Justiça contra a União por abandono da Cinemateca.
  • Troca de gestão: Entre julho e agosto de 2020, funcionários da Cinemateca Brasileira ficaram sem salários e, posteriormente, foram demitidos após o governo federal assumir a gestão. Funcionários e entidades realizaram diversos protestos denunciando o abandono do órgão.
  • Entrega das chaves: Em agosto de 2020, a Secretaria Especial da Cultura exige a entrega das chaves dos imóveis da Cinemateca para a antiga gestora, a Associação de Comunicação Educava Roquete Pinto (Acerp).
  • Nova direção: Em janeiro de 2021, a Sociedade Amigos da Cinemateca assume a gestão da Cinemateca Brasileira a partir de 15 de janeiro até que uma nova organização social assuma a administração.
  • Suspensão de ação do MPF: Em maio deste ano, a Procuradoria suspendeu o processo por abandono da Cinemateca após o governo federal se comprometer a mostrar ações em 45 dias, prazo vencido no início de julho.
  • Mais prazo e alerta sobre risco de incêndio: Em audiência em 20 de julho, a Justiça deu mais 60 dias para a União dar continuidade nas ações de preservação. Nessa audiência, o MPF alertou o governo para o risco de incêndio.

Incêndio em 2016


Em 3 de fevereiro de 2016, um incêndio atingiu um galpão da Cinemateca Brasileira, na Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo, e destruiu cerca de 500 obras. De acordo com a então coordenadora-geral da entidade, Olga Futema, todas as obras perdidas são originais mas, segundo ela, quase a totalidade tem cópias em tecnologias mais modernas.

“O conteúdo foi preservado, o que se perdeu foram as matrizes”, afirmou Olga. O que se perdeu, segundo ela, é um longa-metragem, cujo nome não foi divulgado, e filmes de cinejornais brasileiros da década de 40.

Enchente em 2020

Galpão da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina, Zona Oeste de SP, afetado por alagamento após temporal em 2020 — Foto: Reprodução/TV Globo

Galpão da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina, Zona Oeste de SP, afetado por alagamento após temporal em 2020 — Foto: Reprodução/TV Globo

Em fevereiro de 2020, uma chuva intensa alagou um galpão que pertence à Cinemateca na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, no mesmo local em que ocorreu o incêndio desta quinta-feira (29).

Segundo a Secretaria Especial de Cultura, o galpão guardava materiais de exibição, mas não as matrizes dos filmes. O acervo mais precioso e raro fica no prédio da Vila Clementino, que pegou fogo em 2016.

Galpão da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina, Zona Oeste de SP, afetado por alagamento após temporal em 2020 — Foto: Reprodução/TV Globo

Galpão da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina, Zona Oeste de SP, afetado por alagamento após temporal em 2020 — Foto: Reprodução/TV Globo

Galpão da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina, Zona Oeste de SP, afetado por alagamento após temporal em 2020 — Foto: Reprodução/TV Globo

Galpão da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina, Zona Oeste de SP, afetado por alagamento após temporal em 2020 — Foto: Reprodução/TV Globo

Troca de gestão

O contrato para gestão da Cinemateca firmado entre o governo federal e a Organização Social (OS) Associação Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) terminou em 31 de dezembro de 2019 e, desde então, não houve nova licitação.

A Cinemateca, no entanto, continuou sendo mantida de forma improvisada pela equipe técnica, sob gestão da Acerp, que continuou no local para não abandoná-lo, mesmo sem recursos e salários.

O secretário especial da Cultura, Mário Frias, travou um embate com a Acerp e disse que não reconhecia as dívidas que a associação disse que o governo federal tinha e exigiu a entrega das chaves dos imóveis.

Em 15 de janeiro, a Sociedade Amigos da Cinemateca passou a gerir provisoriamente a instituição, até que uma nova organização social assuma a administração. Com isso, 40 ex-funcionários foram recontratados temporariamente.

Ação do MPF

Em julho de 2020, o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) entrou com uma ação na Justiça contra a União por abandono da Cinemateca Brasileira. A Promotoria questionava a falta de contrato para gestão da instituição.

Na ação judicial, a Promotoria destacou problemas como risco de incêndio, falta de vigilância, atrasos nas contas de água e luz, e atraso no pagamento de salários.

No entanto, em maio deste ano, o MPF suspendeu a ação contra a União depois que o governo federal se comprometeu a mostrar as ações implementadas pela preservação do patrimônio no prazo de até 45 dias.

Mas, em audiência realizada no último dia 20 de julho o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) alertou o governo federal, responsável pela Cinemateca, para o risco de incêndio. O risco foi verificado tanto na sede da Cinemateca, na Vila Mariana, como nos galpões da Vila Leopoldina.

O documento diz ainda que alguns pontos do pedido anterior, em maio, foram cumpridos, e outros ainda estão em andamento. O governo federal, que tinha 45 dias, até o início de julho, para mostrar ações implementadas pela preservação do patrimônio, ganhou mais 60 dias para dar continuidade na suspensão do processo

Veja a íntegra da nota do governo federal:

A Secretaria Especial da Cultura lamenta profundamente e acompanha de perto o incêndio que atinge um galpão da Cinemateca Brasileira, em São Paulo (SP). Cabe registrar que todo o sistema de climatização do espaço passou por manutenção há cerca de um mês como parte do esforço do governo federal para manter o acervo da instituição. A Secretaria já solicitou apoio à Polícia Federal para investigação das causas do incêndio e só após o seu controle total pelo Corpo de Bombeiros que atua no local poderá determinar o impacto e as ações necessárias para uma eventual recuperação do acervo e, também, do espaço físico. Por fim, o governo federal, por meio da Secretaria, reafirma o seu compromisso com o espaço e com a manutenção de sua história.

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Dólar opera em alta nesta sexta

Nesta quinta-feira (29), moeda norte-americana registrou recuo de 0,58%, cotada a R$ 5,0792.

Por G1

dólar opera em alta nesta sexta-feira (30), caminhando para avanço de mais de 2% no mês, com as expectativas dos investidores concentradas na próxima reunião de política monetária do Banco Central do Brasil.

Às 9h30, a moeda norte-americana subia 0,68%, vendida a R$ 5,1135. Veja mais cotações.

No dia anterior, o dólar fechou em queda de 0,58%, cotado a R$ 5,0792 – a menor cotação desde 2 de julho (R$ 5,0523). Com o resultado, a moeda norte-americana acumula alta de 2,14% no mês e queda de 2,08% no ano.

Neste pregão, o Banco Central fará leilão de swap tradicional para rolagem de até 15 mil contratos com vencimento em janeiro e maio de 2022.

Cenário

Na próxima semana, o Banco Central define sua taxa de juros, e o mercado aposta em uma aceleração na alta da Selic em agosto, depois que a prévia da inflação deste mês veio acima da esperada. A expectativa é que a taxa tenha uma alta de 1 ponto percentual.

Em decisão anunciada na quarta, o Federal Reserve (BC dos EUA) manteve inalterada, entre 0 e 0,25%, a taxa básica de juros do país.

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Cidade de Nova York vai pagar US$ 100 para quem se vacinar contra a Covid-19

Medida foi pensada para incentivar os americanos a buscarem pela vacinação. País vem encontrando dificuldades em atingir a imunidade coletiva e tem experimentado uma ‘pandemia de não-vacinados’.

Por G1

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou nesta quarta-feira (28) que a cidade vai pagar US$ 100 (cerca de R$ 500) para quem for se vacinar contra a Covid-19 no município.

A medida passa a valer a partir de sexta-feira (30), quando qualquer pessoa que for a um centro de vacinação receber sua dose receberá um cartão de débito pré-pago com a quantia.

“Os incentivos ajudam imensamente a aumentar as taxas de vacinação”, disse de Blasio em um pronunciamento.

A oferta de benefícios tenta atingir os cerca de 2 milhões de nova-iorquinos que ainda não se vacinaram contra a Covid-19, e é aumentada pela preocupação com a variante delta.

Mais transmissível, essa cepa do vírus já se tornou dominante nos Estados Unidos, e o país enfrenta o que vem chamando de uma “pandemia dos não-vacinados” com aumento nos casos e mortes dentro desse grupo.

Segundo as estatísticas oficiais, cerca de 70% dos moradores da região já receberam a primeira dose da vacina, mas apenas cerca de 60% estão protegidos com as duas doses necessárias.

A cidade já vinha oferecendo benefícios aos vacinados, como bilhetes ilimitados de metrô, ingressos para partidas de beisebol, comida e até mesmo cerveja algumas pessoas já ganharam se vacinando.

Servidores públicos

A prefeitura da cidade americana também anunciou que passará a exigir que servidores públicos que ainda não se vacinaram serão obrigados a fazer teste semanais para diagnosticar a Covid-19.

A medida acompanha a recomendação do governo estadual, chefiado por Andrew Cuomo, que reforçou a importância da vacinação para este grupo.

No caso dos profissionais de saúde a tolerância será menor: quem trabalha em hospitais e clínicas, diretamente com pacientes, deverão se vacinar ou precisarão abandonar as funções.

Cuomo também pediu que empresas de todo o estado, como restaurantes, deem preferência a clientes vacinados e trabalhem para garantir ambientes seguros para todos.

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Cão fica pendurado pela coleira presa a elevador em movimento no litoral de SP

Dona não viu momento em que coleira de um de seus cães ficou para fora do elevador, quando a porta do equipamento foi fechada. Moradores ouviram mulher e conseguiram socorrer o animal, que passa bem.

Por G1 Santos

Cão fica pendurado pela coleira puxada por elevador em movimento em Praia Grande

Câmeras de segurança de um edifício gravaram os momentos de desespero de uma mulher, quando um de seus cachorros ficou pendurado no elevador pela coleira, e a luta dela para tentar soltá-lo antes que o pet se machucasse. As imagens, que foram compartilhadas nas redes sociais, foram obtidas pelo G1 nesta quinta-feira (29) (veja vídeo acima).

O acidente aconteceu em um edifício no bairro Canto do Forte, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na última segunda-feira (26). Apesar do susto, a tutora e seus dois animais conseguiram sair do elevador sem machucados e passam bem.

Cão ficou preso pela coleira em elevador de edifício em Praia Grande, SP — Foto: Reprodução

No vídeo, é possível ver a moradora entrando no elevador com os dois cães de estimação. Os animais parecem já conhecer o caminho, pois entram sozinhos e não são levados pelas coleiras, que são arrastadas pelo chão. A mulher aperta o botão de seu andar e, quando as portas do elevador se fecham, a corrente da coleira de um deles fica presa do lado de fora.

Quando o elevador entra em movimento, rapidamente o cachorro é puxado para cima, ficando pendurado pela corrente, presa na porta de ferro. A dona dos animais, que está sozinha no elevador, entra em desespero e logo começa a puxar a coleira para tentar soltar o animal, sem sucesso.

Ela até consegue abrir parcialmente uma das portas do elevador e tenta tirar o animal da situação, para impedir que ele fosse enforcado pela força do equipamento, mas não consegue. Em seguida, ainda segurando o animal pendurado, a mulher liga para a portaria pelo interfone de emergência e pede ajuda.

Conforme apurado pelo G1, moradores do prédio conseguiram ouvir os pedidos de socorro da mulher e a ajudaram a soltar o animal de estimação, que não ficou ferido. A tutora também passa bem.

Mulher correu para socorrer cachorro que ficou pendurado ao ser puxado por elevador em movimento — Foto: Reprodução/Facebook/Boca no Trombone PG

Mulher correu para socorrer cachorro que ficou pendurado ao ser puxado por elevador em movimento — Foto: Reprodução/Facebook/Boca no Trombone PG

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Ex-aluna de escola pública ganha bolsa em 10 universidades internacionais: ‘Sonho em conhecer o mundo’

Rhayssa Braz escolheu um programa universitário onde passará por oito campus universitário pelo mundo. O primeiro será em Abu Dhabi, em Dubai.

Por Vanessa Ortiz, G1 Santos

Rhayssa Braz vai estudar, inicialmente, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes — Foto: Arquivo pessoal

Rhayssa Braz vai estudar, inicialmente, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes — Foto: Arquivo pessoal

Conhecer o mundo. Esse é o sonho da ex-estudante de escola pública Rhayssa Braz, de 18 anos. Moradora de Santos, no litoral de São Paulo, há pouco mais de um ano ela viu a oportunidade de realizá-lo por meio dos estudos, e decidiu se candidatar em diversas universidades internacionais. Ela conquistou bolsas de estudos em dez delas, e escolheu o programa das instituições Zayed University e Minerva University, por meio do qual passará por oito campi ao redor do mundo. Agora, ela tenta juntar dinheiro para embarcar nessa aventura.

Ao G1, Rhayssa contou que sua vida foi marcada por muitas dificuldades, principalmente porque ela foi criada apenas pela mãe e a avó paterna, que mantinham até três empregos cada para dar uma vida confortável a ela. Apesar da vida simples, a jovem que mora no bairro Campo Grande sempre sonhou em conhecer vários lugares do mundo. Devido a isso, começou a pesquisar sobre bolsas de estudos em universidades internacionais.

Rhayssa chegou a participar de concursos de redação, e ganhou uma bolsa de estudos na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, mas não conseguiu ir devido à falta de condições financeiras. Mesmo assim, não desistiu do sonho. Ela participou de 44 processos seletivos em universidades internacionais, sendo 43 nos Estados Unidos e uma em Portugal. Ela explica que pesquisou sobre cada uma delas para escolher a que oferecesse as melhores condições para estrangeiros.

“Geralmente, as pessoas aplicam para 20, porque existe um site que faz uma coletânea das suas informações acadêmicas e mandam para elas, mas eu fui pesquisando. Apliquei para 44, para garantir que eu ia ser admitida, porque eu fiz o processo inteiramente sozinha”, explica. Até o início de julho, Rhayssa havia sido admitida em nove instituições, todas com bolsas de estudos de até 65%.

Silvia Helena e Maria dos Santos, mãe e avó da jovem, são as maiores incentivadoras — Foto: Arquivo Pessoal

Silvia Helena e Maria dos Santos, mãe e avó da jovem, são as maiores incentivadoras — Foto: Arquivo Pessoal

Já no meio do mês, ela recebeu a notícia de que havia ficado entre os quatro brasileiros aceitos no programa Zayed University e Minerva University, uma parceria entre os Emirados Árabes e os Estados Unidos, com pelo menos 75% de bolsa. A jovem escolheu o estudo interdisciplinar, que envolve os cursos de Business Transformation, Social Innovation e Tech, e durante os quatro anos de graduação percorrerá oito campi espalhados pelo mundo: São Francisco, nos EUA; Seoul, na Coréia do Sul; Hyderabad, na Índia; Berlim, na Alemanha; Buenos Aires, na Argentina; Londres, na Inglaterra; Taipei, em Taiwan; e Abu Dhabi.

Segundo explica, um dos objetivos do programa é levar aos alunos diferentes realidades sobre cultura, economia e política. “Eu tinha sido recusada nessa universidade [Minerva University] em dezembro. Até que vi esse programa, me candidatei e fui um dos 30 estudantes no mundo que conseguiram a vaga nesse ciclo”, afirma. Ela conta que descobriu a aprovação por meio de uma reunião virtual, com o representante do programa e os outros aprovados.

“Foi muito inesperado. Ele anunciou que a gente tinha passado e que ia começar a estudar. Foi uma loucura. Eu quase morri. As outras pessoas ficaram com uma cara plena, de que já esperavam. Eu desfaleci ali na câmera”, explica emocionada.

Rhayssa tem 18 anos e mora em Santos, no litoral de SP — Foto: Arquivo pessoal

Rhayssa tem 18 anos e mora em Santos, no litoral de SP — Foto: Arquivo pessoal

Rhayssa já tem 75% de bolsa garantida para fazer o curso, mas espera a confirmação de 100% da mensalidade custeada pelas universidades. Por isso, necessita de uma reserva financeira, para cobrir os custos extras, como passagem, moradia e alimentação. Para isso, ela criou uma campanha online de arrecadação, que a ajudará a juntar o valor de pouco mais de R$ 35 mil.

O valor precisa ser arrecadado até o meio de agosto, já que ela pretende embarcar até o dia 18, pois as aulas iniciam no dia 19, em Abu Dhabi. “Sempre foi um sonho conhecer o mundo. Acho que dentro de todo mundo tem essa coisa de conhecer, mas eu quis botar em prática. Descobri esse mundo dos estudos fora um pouco tarde. Mesmo não me preparando a vida toda, como muitos fazem, eu consegui. Estou muito feliz”, finaliza.

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Cinco tripulantes estrangeiros são diagnosticados com Covid e navio fica em isolamento em alto-mar

Governo informou, na quarta (28), que embarcação Bow Clipper tem 33 tripulantes de origem filipina. Em um mês, este é o segundo navio a ficar retido em no estado, após tripulantes testarem positivo.

Por G1 PE

Cinco tripulantes estrangeiros do navio cargueiro Bow Clipper, de bandeira da Noruega, testaram positivo para Covid-19. Por isso, a embarcação ficará retida em isolamento, em alto-mar, em uma área de fundeio, onde é permitido ancorar, nas imediações do Porto de Suape. A informação foi repassada pela Secretaria Estadual de Saúde, nesta quarta (28), no boletim de acompanhamento da pandemia.

De acordo com o governo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que a embarcação conta, ao todo, com 33 tripulantes, todos de origem filipina. Eles estão sem sintomas da Covid.

Em um período de um mês, este é o segundo navio a ficar retido em Pernambuco, após tripulantes testarem positivo para o novo coronavírus.

No dia 30 de junho, o navio cargueiro Shoveler, de Chipre, foi retido com 19 tripulantes, após nove casos positivos de Covid-19. Três precisaram de cuidados médicos e um morreu. Os casos foram os primeiros confirmados da variante delta no estado.

Os cinco homens do Bow Clipper que testaram positivo para Covid-19 têm idades entre 23 e 49 anos. A orientação da Anvisa é que a embarcação continue cumprindo quarentena na área de fundeio.

A tripulação só poderá seguir viagem após o cumprimento de 14 dias de isolamento, a partir da confirmação dos casos, ou apresentando teste RT-PCR não detectável em coleta realizada a partir do décimo dia da quarentena.

Shoveler

De acordo com o governo de Pernambuco, o último tripulante filipino do Shoveler que estava em enfermaria de uma unidade privada do Recife recebeu alta na terça-feira (27).

Não há mais nenhum tripulante da embarcação hospitalizado. Um dos tripulantes com Covid-19 morreu no dia 18 de julho .

As amostras dos dois tripulantes que se recuperaram passaram por sequenciamento genético, sendo detectada a variante delta, de origem indiana.

Um terceiro tripulante, que ficou em isolamento no navio, também teve essa variante confirmada em sua amostra biológica.

Morre, por complicações da Covid, filipino que estava em navio atracado no Recife

Ao todo, 19 tripulantes estavam no navio cargueiro Shoveler e dez testaram positivo para a Covid-19. O estado ainda realizou o monitoramento de 41 profissionais de saúde que tiveram contato com os tripulantes. Desses, apenas um testou positivo para a Covid-19.

Após sequenciamento, foi identificada a variante Gama. Ainda foram monitoradas oito pessoas que tiveram contato com a profissional de saúde, mas nenhum caso foi positivo para o novo coronavírus.

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