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Cientistas descobrem vórtice polar “monstruoso” na atmosfera de Júpiter

Rafael Rigues

Olhar Digital

Uma equipe internacional de cientistas planetários liderada por Thibault Cavalié, do Laboratoire d’Astrophysique de Bordeaux, na França, conseguiu medir a velocidade dos ventos abaixo da camada superior de nuvens na atmosfera de Júpiter. E os resultados contrariam o que se esperava.

Usando o telescópio Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (Alma), no Chile, Cavalié e sua equipe detectaram vórtices no polo sul do planeta, abaixo da aurora austral, se movendo a uma velocidade de 1.440 km/h, cinco vezes a velocidade dos mais poderosos furacões na Terra.

Estes ventos formam um “imenso anticiclone com três a quatro vezes o diâmetro da Terra e uma extensão vertical de 900 Km”, diz Cavalié. “Isto é único no sistema solar”, complementa, descrevendo o fenômeno como um “monstro meteorológico único”.

O vórtice polar é duas vezes mais rápido que os ventos no topo da camada de nuvens em Júpiter, contrariando a suposição anterior de que quanto mais “fundo” na atmosfera, mais lentos seriam os ventos.

A descoberta foi possível graças ao Alma e ao cometa Shoemaker-Levy 9, que colidiu com Júpiter em 1994. Esta colisão introduziu na atmosfera do planeta moléculas de um gás, o cianeto de hidrogênio, que podem ser detectadas ainda hoje. Isso permitiu que os pesquisadores olhassem através da camada de nuvens no topo de atmosfera, que é normalmente invisível aos nossos instrumentos.

Os cientistas mediram minúsculas variações na radiação emitida pelas moléculas enquanto são arrastadas pelos ventos. “Fomos capazes de deduzir a velocidade dos ventos da mesma forma que alguém é capaz de deduzir a velocidade de um trem pela mudança na frequência de seu apito”, disse Vincent Hue, cientista planetário do Southwest Research Institute em San Antonio, Texas.

Apesar de rápido, o vórtice polar em Júpiter não tem os ventos mais rápidos no planeta. Em uma camada ainda mais alta da atmosfera, chamada Ionosfera, há ventos com velocidade supersônica, de 1 ou 2 quilômetros por segundo, entre 3.600 a 7.200 km/h”, diz Cavalié.

Fonte: Gizmodo

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Cientistas criam primeiro modelo de embriões humanos em laboratório

Kaique Lima

Olhar Digital

Um grupo de cientistas dos Estados Unidos e da Austrália criaram os primeiros modelos de embriões humanos feitos em laboratório. Para chegar atingir seu objetivo, os pesquisadores usaram células-tronco embrionárias humanas e reprogramação celular de tecidos adultos.

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Nature e demonstram como essas células podem ser induzidas a se organizar de forma autônoma em uma placa de Petri e formam estruturas que se assemelham aos estágios iniciais de um embrião humano.

No início de sua formação, os embriões criam uma estrutura chamada de blastocisto. O que os pesquisadores fizeram foi criar estes blastocistos humanos a partir de células cultivadas em laboratório.

Com isso, eles criaram o “blastóide”, primeiro modelo de embrião com células que interagem com todas as linhas celulares do feto e seus tecidos de suporte. Eles surgiram após 6 ou 8 dias de cultivo e tiveram taxa de eficiência de cerca de 20%.

Os blastóides podem ser uma alternativa mais acessível e facilmente escalável aos blastocistos e podem ajudar a desenvolver tecnologias ainda melhores de reprodução assistida e evoluir a percepção do desenvolvimento inicial dos fetos e prevenir perdas de gravidez e falhas congênitas.

Formação de um embrião

O blastocisto é uma estrutura formada poucos dias após a fecundação que possui uma camada externa denomina como trofoectoderma, que fica em volta da área que abriga a massa celular interna (ICM).

Em um certo estágio do desenvolvimento do blastocisto, ele se divide em dois diferentes grupos de células, os epiblastos e os hipoblastos. Neste momento, ele se implanta no tecido uterino e pode ocorrer a gastrulação, que é quando os epiblastos abrem caminho para o desenvolvimento do feto.

Enquanto isso, o trofoectoderma forma a maior parcela da placenta e o hipoblasto auxilia na criação do saco vitelino, que é responsável por armazenar o vitelo, primordial no fornecimento inicial de sangue para o feto.

Blastocistos x Blastóides

Após observarem o desenvolvimento dos blastóides, os pesquisadores implantaram os embriões em uma estrutura que imitava o útero humano em placas de Petri. Assim como os blastocistos naturais, eles cresceram por quatro ou cinco dias e aderiram à placa.

Alguns, inclusive, mostraram sinais que lembravam uma cavidade pró-amniótica, que é popularmente chamada de bolsa, e células de placenta.

Porém, é importante ressaltar que os blastocistos e os blastóides não são a mesma coisa e ainda possuem muitas diferenças. Uma delas é a ineficiência dos blastóides, dependendo de linhagens de células, produzidas de diferentes doadores.

Além disso, eles possuem populações de células não identificadas, algo que não acontece em blastocistos humanos naturais.

Com informações da Deutsche Welle

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Cientistas usam células-tronco para desenvolver glândulas lacrimais que choram

Kaique Lima

Olhar Digital

Cientistas do Hubrecht Institute e do University Medical Center de Ultrecht, na Holanda, conseguiram desenvolver glândulas lacrimais que choram fora do corpo humano a partir de células-tronco. É a primeira vez que organoides deste tipo são desenvolvidos em laboratório.

Para cultivar os organismos sintéticos, os pesquisadores juntaram uma pilha de células-tronco em uma placa de Petri. A partir daí, elas cresceram como estruturas 3D que possuem o mesmo funcionamento das glândulas existentes dentro das nossas pálpebras superiores. 

O objetivo da equipe é modelar e estudar doenças que têm relação com os olhos, como a doença do olho seco, a Síndrome de Sjögren, que causa irritação e vermelhidão e até mesmo ocorrências de câncer do globo ocular. 

“No futuro, esse tipo de organoide pode ser transplantado para pacientes com glândulas lacrimais que não funcionam”, declarou Marie Bannier-Hélaouët, uma das autoras do estudo. 

Glândulas sintéticas são imperfeitas

As glândulas lacrimais naturais produzem fluídos que passam pelos olhos sempre que nós piscamos. Esse liquido é drenado por pequenos furos nos cantos das pálpebras e descem até o nariz pelo canal lacrimal, fazendo que os humanos chorem segundo determinados estímulos. 

As glândulas sintéticas ainda não são tão complexas assim, já que são feitas com apenas um tipo de célula, diferente dos organoides naturais, que possuem variados tipos de células. Por conta disso, as lagrimas de laboratório não descem de forma orgânica. 

Uma diferença fundamental é que nossas glândulas lacrimais produzem as lágrimas de dentro para fora quando estimuladas. Para que as glândulas artificiais “chorem”, é necessário pingar uma solução nelas, fazendo-as inchar como um balão d’água e depois soltar o líquido. 

Com informações do Futurism 

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“Primo” de Plutão? Cientistas apontam para possível origem do objeto espacial ‘Oumuamua

Kaique Lima

Olhar Digital

Após muita especulação, um grupo de cientistas parece ter encontrado algumas respostas para a origem do objeto espacial ‘Oumuamua e sobre sua formação. De acordo com os pesquisadores, trata-se de um pedaço de detrito lançado de um mundo parecido com Plutão.

Antes desta classificação, objeto foi chamado de muita coisa diferente, desde um asteroide, até uma nave espacial extraterrestre. Mas só o que se sabe é que ele viaja a milhares de quilômetros por hora e não é parecido com muita coisa que a gente já viu.

Segundo os estudiosos, o ‘Oumuamua, que em havaiano significa “mensageiro de muito longe que chega primeiro”, é um estilhaço de uma colisão entre um outro objeto espacial e seu planeta pai, ocorrida em um outro sistema estelar, há cerca de 450 milhões de anos.

Desde então, ele vaga por diferentes sistemas, e sua velocidade da viagem, se dá por conta de um fenômeno denominado como efeito foguete, que é parecido com o ocorrido nos cometas.

Neste objeto em especial, ele acontece porque a luz do nosso sol vaporiza sua superfície que é composta, provavelmente, por gelo de nitrogênio que é transformado em gás.

Velho conhecido

O ‘Oumuamua já é um velho conhecido nosso, ele orbita o Sistema Solar há pelo menos 26 anos e está encolhendo com o passar do tempo, o que reforça a teoria dos estudiosos de que o objeto é realmente feito de gelo e que este gelo está derretendo.

O objeto espacial foi avistado por humanos pela primeira vez em 2017, e nunca foi cogitada uma colisão com a Terra, já que ele se afastava do nosso planeta a uma velocidade de mais de 315 mil km/h. Hoje, ele já não pode ser mais visto pelos astrônomos por estar muito longe daqui.

Porém, é provável que outros objetos espaciais parecidos com ele possam orbitar o nosso sistema solar atualmente, entretanto, eles são menores e de difícil visualização por serem mais opacos.

No entanto, com grandes telescópios de pesquisa sendo colocados on-line, poderemos encontrar mais ‘Oumuamuas por aí.

Com informações do Sy-fy Wire 

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Covid-19: cientistas descobrem americano com superanticorpos contra o coronavírus

Os anticorpos de John Hollis são tão potentes que ele é imune inclusive às variantes recém-descobertas do Sars-Cov-2, o vírus que causa a covid-19.

Por BBC

John Hollis tem superanticorpos que o tornam imune ao Sars-Cov-2 e suas variantes — Foto: BBC

John Hollis tem superanticorpos que o tornam imune ao Sars-Cov-2 e suas variantes — Foto: BBC

“Foram duas semanas muito assustadoras”, conta John Hollis. “Por duas semanas eu esperei a doença me atingir, mas nunca aconteceu.”

Hollis achou simplesmente que tinha tido sorte de não contrair a doença.

Mas em julho de 2020, totalmente por acaso, Hollis mencionou que morava com uma pessoa que ficou muito doente em uma conversa com o médico Lance Liotta, professor na Universidade George Mason, onde Hollis trabalha na área de comunicação.

Liotta, que pesquisa formas de combater o coronavírus, convidou Hollis para se voluntariar em um estudo científico sobre coronavírus na universidade.

Com isso Hollis descobriu que não só tinha contraído o covid-19, como seu corpo tinha superanticorpos que o tornavam permanentemente imune à doença — ou seja, os vírus entraram em seu corpo, mas não conseguiram infectar suas células e deixá-lo doente.

“Essa tem sido uma das experiências mais surreais da minha vida”, conta Hollis.

“Nós coletamos o sangue de Hollis em diferentes momentos e agora é uma mina de ouro para estudarmos diferentes formas de atacar o vírus”, afirma Liotta.

Na maioria das pessoas, os anticorpos que se desenvolvem para combater o vírus atacam as proteínas das espículas do coronavírus — formações na superfície do Sars-Cov-2 em formato de espinhos que o ajudam a infectar as células humanas.

“Os anticorpos do paciente grudam nas espículas e o vírus não consegue grudar nas células e infectá-las”, explica Liotta. O problema é que, em uma pessoa que entra em contato com o vírus pela primeira vez, demora certo tempo até que o corpo consiga produzir esses anticorpos específicos, o que permite que o vírus se espalhe.

Mas os anticorpos de Hollis são diferentes: eles atacam diversas partes do vírus e o eliminam rapidamente. Eles são tão potentes que Hollis é imune inclusive às novas variantes do coronavírus.

“Você poderia diluir os anticorpos dele em 1 para mil e eles ainda matariam 99% dos vírus”, explica Liotta.

Os pesquisadores estudam esses superanticorpos de Hollis e de alguns outros poucos pacientes como ele na esperança de aprender como melhorar as vacinas contra a doença.

“Eu sei que não sou a única pessoa que tem anticorpos assim, sou apenas uma das poucas pessoas que foram encontradas”, afirma Hollis.

Viés racial em pesquisas

Descobertas como essa, no entanto, muitas vezes não acontecem por causa de um viés racial em pesquisas científicas: a maioria delas é feita com pacientes brancos. A participação de negros em estudos tende a ser muito menor do que sua porcentagem na sociedade.

“Há um longo histórico de exploração (de pacientes negros) que faz com que a comunidade afro-americana tenha desconfiança em relação à participação em pesquisas”, afirma Jeff Kahn, professor do Instituto de Bioética da Universidade John Hopkins.

“É compreensível que haja essa desconfiança”, afirma.

Um dos experimentos mais conhecido feito com a participação de afro-americanos é o estudo de sífilis de Tuskegee: por mais de 40 anos, cientistas patrocinados pelo governo americano estudaram homens negros que tinham sífilis no Alabama sem prover medicamentos para a doença.

“Ao longo dos anos, durante a produção do estudo, antibióticos se tornaram amplamente disponíveis e não foram oferecidos a essas pessoas. Os pesquisadores mentiram sobre o que estava sendo feito com eles e tiveram tratamento negado em nome da pesquisa”, explica Kahn.

John Hollis doou seu sangue para que pesquisadores possam investigar os superanticorpos presentes no seu corpo — Foto: BBC

John Hollis doou seu sangue para que pesquisadores possam investigar os superanticorpos presentes no seu corpo — Foto: BBC

“Quando o estudo de Tuskegee veio a público, foram criadas regras e regulamento para pesquisas em seres humanos, que estão em vigor desde os anos 1970”.

Esse histórico é um dos motivos pelos quais uma parte da população, que tem sido fortemente atingida pela pandemia, muitas vezes é relutante para participar de estudos ou tomar a vacina.

“Queremos garantir que as comunidades que são mais afetadas estejam recebendo os benefícios das tecnologias sendo desenvolvidas”, afirma Kahn. “E, para isso, essas populações precisam também ser parte de estudos.”

“Nós devemos honrar aquelas pessoas, as vítimas do estudo de Tuskegee, através do envolvimento em um processo para garantir que aquilo não aconteça de novo. E também para salvar vidas, especialmente na comunidade afro-americana, que tem sido fortemente atingida pela pandemia”, diz Hollis.

“Protegermos uns aos outros é um dever nós mesmos e às pessoas que amamos”, afirma o escritor.

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Cientistas descobrem que Marte está “jogando poeira” na Terra

Rafael Rigues

Olhar Digital

Olhe para o céu noturno um pouco antes do amanhecer ou após o anoitecer e você poderá ver uma tênue coluna de luz se estendendo do horizonte. É a luz zodiacal, nome dado à luz do Sol refletida em direção à Terra por uma nuvem de minúsculas partículas de poeira orbitando nossa estrela.

Os astrônomos há muito acreditam que a poeira é trazida para o sistema solar interior por algumas famílias de asteroides e cometas vindos de longe. Mas uma equipe de cientistas da missão Juno, em órbita de Júpiter, argumenta que Marte pode ser o verdadeiro culpado.

A descoberta foi inicialmente publicada em 11 de novembro de 2020 no Journal of Geophysical Research: Planets, com um artigo final revisado por pares publicado nesta terça-feira (9).

Instrumentos a bordo da Juno, originalmente criados para fotografar estrelas e determinar a orientação da sonda no espaço, começaram a capturar milhares de imagens de partículas de poeira que apareciam e desapareciam subitamente.

Imagem da sonda Juno, atualmente em órbita de Júpiter. Partículas de poeira foram detectadas quando colidiram com os painéis solares da espaçonave
A sonda Juno, atualmente em órbita de Júpiter. Imagem: Nasa

“Nós pensamos: algo está realmente errado”, disse John Leif Jørgensen, professor da Universidade Técnica da Dinamarca. “Parecia que alguém estava sacudindo uma toalha de mesa empoeirada em frente à nossa janela”.

Foi só quando os pesquisadores calcularam o tamanho aparente e a velocidade dos objetos nas imagens que eles finalmente perceberam algo: grãos de poeira haviam se chocado com Juno a uma velocidade de 16.000 km/h, tirando “lascas” submilimétricas do corpo do satélite.

No final das contas, a poeira estava vindo dos imensos painéis solares da Juno, os maiores e mais sensíveis detectores acidentais de poeira já construídos. “Cada fragmento que rastreamos registra o impacto de uma partícula de poeira interplanetária, permitindo-nos compilar uma distribuição da poeira ao longo do caminho da Juno”, disse Jack Connerney, investigador principal adjunto na missão.

Connerney e Jørgensen notaram que a maioria dos impactos de poeira foram registrados entre a Terra e o cinturão de asteróides que fica entre Marte e Júpiter, com lacunas na distribuição relacionadas à influência da gravidade de Júpiter. Segundo os cientistas, esta foi uma revelação radical.

Até agora, os cientistas não conseguiam medir a distribuição dessas partículas de poeira no espaço. Detectores dedicados têm áreas de coleta limitadas, portanto sensibilidade limitada a uma quantidade esparsa de poeira.

Eles contam principalmente as partículas de poeira mais abundantes e muito menores do espaço interestelar. Em comparação, os imensos painéis solares da Juno têm 1.000 vezes mais área de coleta do que a maioria dos detectores de poeira.

Os cientistas da Juno determinaram que a nuvem de poeira termina na Terra porque a gravidade de nosso planeta suga toda a poeira que chega perto dela. “Essa é a poeira responsável pela luz zodiacal”, disse Jørgensen.

Já a borda externa, a cerca de 2 unidades astronômicas (UA) do Sol (1 UA é a distância entre a Terra e o Sol), termina logo além de Marte. Nesse ponto, relatam os cientistas, a influência da gravidade de Júpiter atua como uma barreira, impedindo que as partículas de poeira atravessem do sistema solar interno para o espaço profundo.

Este mesmo fenômeno, conhecido como ressonância orbital, também funciona no sentido inverso, e impede a poeira originada no espaço profundo de passar para o sistema solar interno.

A profunda influência da barreira gravitacional indica que as partículas de poeira estão em uma órbita quase circular ao redor do Sol, disse Jørgensen. “E o único objeto que conhecemos em uma órbita quase circular em torno de 2 UA é Marte, então a conclusão natural é que Marte é a fonte dessa poeira”, disse ele.

Apesar das evidências, Jørgensen e seus colegas ainda não conseguem explicar como a poeira escapou da atração gravitacional de Marte, e esperam que outros cientistas possam ajudá-los a encontrar esta resposta.

A descoberta da distribuição e densidade das partículas de poeira no sistema solar interior poderá ajudar os engenheiros a projetar espaçonaves capazes de resistir melhor a impactos, ou a determinar rotas de navegação que evitem as regiões de maior concentração do material. Viajando a 16 mil km/h, mesmo as menores partículas podem arrancar de uma espaçonave pedaços com até mil vezes a sua massa.

Fonte: Nasa

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Cientistas detectam pela primeira vez um furacão espacial

Redação do Olhar Digital

Uma equipe internacional de cientistas, liderada pela Universidade de Shandong na China, detectou pela primeira vez na história um furacão espacial.

O fenômeno aconteceu na atmosfera superior do polo norte da Terra. Até então, apenas furacões na baixa atmosfera haviam sido registrados.

De acordo com o estudo publicado no Nature Communications no último dia 22 de fevereiro, o furacão espacial que aconteceu no dia 20 de agosto de 2014 durou quase 8 horas. Ele foi registrado por quatro satélites do Defense Meteorological Satellite Program, um programa de monitoramento do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

O furacão era invisível a olho nu e tinha a forma de um funil com um “olho” silencioso no centro, cercado por vários braços espirais de plasma girando no sentido anti-horário. Em vez de chover água, o furacão espacial fez chover elétrons diretamente na alta atmosfera da Terra.

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Cientistas querem criar peixes na Lua, e isso faz algum sentido

Kaique Lima

Olhar Digital

Uma equipe de cientistas franceses deseja criar peixes na Lua. A ideia seria usar os animais para alimentar os astronautas que viverão em uma vila lunar planejada pela Agência Espacial Europeia no satélite natural da Terra.

Para isso, eles sugerem levar ovos vivos daqui da Terra e jogá-los em água colhida na superfície lunar. Em um primeiro momento, a ideia pode parecer meio maluca, mas os cientistas sugeriram isso após descobrirem que os peixes poderiam sobreviver à viagem.

Isso oferece aos astronautas o vislumbre de que eles poderão ter uma maior variedade de alimentos, com opções mais nutritivas e apetitosas do que os insossos alimentos desidratados, que ficaram conhecidos popularmente como a “comida de astronauta”.

Para testar a ideia, um grupo de pesquisadores do Centro Espacial da Universidade de Montpellier e do Instituto Francês de Pesquisa para a Exploração do Mar (Ifremer) embalaram ovos de robalo e de corvinas e os submeteram a condições que simulam a decolagem de um foguete russo Soyuz.

Para surpresa dos pesquisadores, 76% dos ovos de robalo sobreviveram. Resultado que foi ainda maior entre as corvinas, que tiveram 95% de sobreviventes. E estes ainda eclodiram depois. Para se ter uma ideia, os números são comparáveis aos de ovos que nunca foram sacudidos.

Pescar para relaxar

Além de uma opção mais saudável e gostosa de alimentação, os cientistas também acreditam que pescar os peixes também seria bom para o lazer dos astronautas e tornar a vida na vila na Lua mais agradável

“Do ponto de vista psicológico, é melhor ter uma lembrança da Terra”, declarou Cyrille Przybyla, cientista e pesquisador principal do Ifremer. “Além de um jardim, você tem um tanque com peixes”, completou o pesquisador.

Via: Futurism

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Cientistas criam sensor tátil macio para robôs que imita a pele humana

Kaique Lima

Olhar Digital

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Hong Kong (CityU) desenvolveu um sensor tátil macio para robôs que possui características que lembram a pele humana. O equipamento foi inserido na ponta de uma pinça robótica, o que permitiu a ela realizar tarefas sofisticadas.

Entre essas atividades, está, por exemplo, agarrar de forma estável objetos frágeis, como um copo de vidro, ou um ovo sem quebrá-los, ou até mesmo enfiar uma linha dentro do buraco de uma agulha.

A pesquisa abre um leque de possibilidades para uso de sensores táteis e pode ser aplicada em uma série de campos da robótica, como próteses inteligentes para amputados ou interações humano-robô, como instrumentação cirúrgica.

Imitação de característica da pele humana

A intenção da equipe do Departamento de Engenharia Biomédica (BME) da CityU era imitar uma das principais características da pele humana, um processo chamado de cisalhamento.

Em outras palavras, ele é a força que faz que dois objetos deslizarem um sobre o outro ao entrarem em contato. O cisalhamento é o que faz a pele humana sentir o peso e a textura dos objetos e permite ajustar como devemos segurar cada um deles.

Para sintetizar essa característica, a equipe construiu o sensor com várias camadas de diferentes materiais, incluindo um filme flexível especialmente magnetizado com apenas 0,5 mm de espessura como camada superior. 

Reação dos sensores

Quando o sensor recebe um estímulo externo, ele pode detectar a mudança no campo magnético por conta da deformação do filme, o que permite “desacoplar” ou decompor a força externa em dois componentes, a força normal e a força de cisalhamento, o que fornece uma medição perfeita de ambas.

“A super-resolução do nosso sensor ajuda a mão robótica a ajustar a posição de contato quando ela agarra um objeto”, disse Shen Yajing, Professor Associado do BME. “O braço robótico pode ajustar a magnitude da força com base na capacidade de desacoplamento de força do sensor tátil”.

Inicialmente, o sensor será usado apenas nas pontas das pinças robóticas. Entretanto, Yajing afirmou que ele pode ser facilmente estendido para a forma de conjuntos de sensores ou para uma capa eletrônica contínua que cubra o corpo inteiro de um robô.

Caso seja utilizado dessa forma, o sensor poderá apresentar diferentes faixas de sensibilidade e de medição do sensor, assim como acontece com a pele humana em diferentes partes do corpo.

Via: Tech Xplore

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Cientistas descobrem profundidade do maior mar da lua de Saturno

Redação

Olhar Digital

Cientistas conseguiram medir a profundidade do Kraken Mare, um oceano de metano que fica localizado na maior lua de Saturno, conhecida como Titã. Estima-se que a profundidade seja de pelo menos 300 metros, podendo ser ainda mais profunda.

Para efeito de comparação, isso é próximo da profundidade máxima atingida por um submarino nuclear aqui na Terra.

Titã é conhecida pelos astrônomos como “o mundo mais parecido com o nosso”. Assim como a Terra, a lua de Saturno possui uma atmosfera densa e rica em nitrogênio. Além de ser um dos poucos locais com clima, chuva, rios e mares.

Junto com a Terra, Titã é o único local no universo que é conhecido por ter líquidos em sua superfície. Mas, vale ressaltar que, diferente daqui, lá não chove água, mas um composto parecido com a gasolina…

Recentemente, a Nasa anunciou que tem planos para lançar um drone rumo à lua de Saturno. Além de um orbitador, uma sonda flutuante e um submarino robótico para estudar e compreender um pouco mais sobre o que acontece por lá.

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