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Técnico do Sport defende Zé Mário, mas números do jogador depõem contra

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Foto: JC Imagem

A bronca do do torcedor do Sport com o meia Zé Mário atingiu o ápice no jogo de domingo (31/8) contra o Criciúma. Escolhido para substituir Diego Souza, machucado aos nove minutos de partida, o camisa 31 não só ouviu uma vaia quase generalizada como, indiretamente, fez o técnico Eduardo Baptista também ouvir sua cota de reclamações. Essa ‘pré-chiadeira’ aborreceu o treinador que, mesmo assim, reconheceu a má jornada de seu jogador, tirando-o durante o intervalo. Coincidência ou não, a saída de Zé e a entrada de Patric deram novo fôlego aos leoninos no segundo tempo, quando chegaram à vitória por 2×0.

Quando questionado sobre o ex-jogador do Náutico, Eduardo lembrou que Zé Mário ainda é jovem – tem 22 anos – e a torcida sequer o deixou entrar em campo para começar a vaiar. “Como todo jovem é preciso ter paciência, a pressão nele é muito grande”, apontou. Em plena maré vazante, Eduardo reiterou confiança no jogador e avisou que não vai desistir dele. “Vi ele jogar um grande futebol contra mim (no Pernambucano e Nordestão) e é esse futebol que quero resgastar”, avisou.

O meia apareceu em nove oportunidades e alguns números mostram que à medida que o tempo passou o rendimento dele realmente caiu. A primeira investida de Zé Mário foi na vitória sobre o Bahia por 1×0. Ele acertou 21 passes e errou apenas um, de acordo com levantamento do Footstats. No segu segundo jogo, contra o Botafogo, foram 23 acertos e novamente um erro.

No empate com o Goiás outros 21 passes certos, embora ele tenha desperdiçado a melhor oportunidade de gol do time num contra-ataque. A partir do jogo com o Atlético Mineiro, o volume dele despencou. Com o Galo foram apenas nove passes, oito certos e um errado. A quantidade nunca superou os 14 e contra o Criciúma foram apenas nove, a segunda pior. Se os passes mostram queda. A ‘regularidade’ de finalizações é praticamente negativa. Ele acertou o gol dos rivais apenas uma vez e errou oito. Os cruzamentos seguem a mesma linha. Foram três certos nada menos que 13 errados.

A participação defensiva também dá mais munição aos detratores. Foram apenas oito desarmes nos nove jogos. No último confronto ele tentou tirar a bola do adversário apenas uma vez. E errou.

O único fundamento em que o atleta apresenta números um pouco mais animadores é o drible. Se o volume é baixo, apenas cinco nas nove aparições, ao menos ele acertou mais que errou: 3×1.

 

 

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