Sete detentos fogem de hospital de tratamento psiquiátrico no Grande Recife

Por G1 PE

Buraco foi aberto pelos  detentos que fugiram do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico em Itamaracá, no Grande Recife, na madrugada desta segunda-feira (12) (Foto: Sindicato dos Agentes Penitenciários/Divulgação)

Buraco foi aberto pelos detentos que fugiram do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico em Itamaracá, no Grande Recife, na madrugada desta segunda-feira (12) (Foto: Sindicato dos Agentes Penitenciários/Divulgação)

Sete detentos fugiram, na madrugada desta segunda-feira (12), do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), em Itamaracá, no Grande Recife. De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização de Pernambuco (Seres), os pacientes fizeram um buraco em um muro da unidade.

A fuga ocorreu por volta das 4h30. O Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindaspe) informou que os detentos amarram dois colegas antes de escapar.

Os homens atacados pelos fugitivos eram os responsáveis pela guarda de um dos pavilhões. No sistema penitenciário de Pernambuco, esses presos ganham o nome de ‘chaveiro’. Segundo a Seres, nenhum dos detentos havia sido recapturado até o início da tarde desta segunda.

A Seres informou, por meio de nota, que uma sindicância foi aberta para apura as circunstâncias da fuga. O Centro Integrado de Operações de defesa Social (Ciods) recebeu o chamado e acionou a Polícia Militar.

Hospital de custódia e tratamento psiquiátrico fica em Itamaracá, no Grande Recife (Foto: Google Maps)

Hospital de custódia e tratamento psiquiátrico fica em Itamaracá, no Grande Recife (Foto: Google Maps)

Outras fugas

Em agosto do ano passado, três detentos fugiram do HCTP. De acordo com a Seres, a direção da unidade acionou a polícia local para buscar os pacientes, que não tiveram a idade informada. Um procedimento administrativo foi aberto para apurar as circunstâncias da fuga.

O HCTP abriga pessoas que cometeram crimes e tiveram diagnóstico de doença mental comprovado pelo Judiciário. Por isso, esses detentos ficam uma unidade específica.

Lá, devem receber tratamento adequado, como determinam a Lei de Execuções Penais (LEP) e o Código Penal.

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