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Secretário defende que Forças Armadas fiquem mais tempo em PE

Secretário de Defesa Social fala sobre onda de assaltos a bancos e insegurança no estado.

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Angelo Gioia, defendeu, na manhã desta sexta-feira (16), que as Forças Armadas fiquem mais tempo em Pernambuco. A ação, a princípio, vai até segunda-feira (19). ‘”Defendo a permanência por mais 10 dias, pelo menos”, declarou.

A ‘Operação Leão do Norte’ começou na sexta-feira (9), mobilizando 3.500 homens do Exército, Marinha e Aeronáutica para realizar ações de o patrulhamento ostensivo. A presença das Forças Armadas foi solicitada pelo governador Paulo Câmara (PSB) em virtude da operação-padrão deflagrada por policiais militares.

Angelo Gioia participou do programa Bom Dia Pernambuco. Ele falou sobre o enfrentamento da criminalidade durante o processo de mobilização dos policiais militares. Ele ressaltou as medidas importantes para restabelecer os serviços de segurança pública no estado.

“Essas ações só vão surtir efeito ao longo do tempo. Por isso, acredito que seria importante permanecer com as Forças Armadas aqui por mais um período. Enquanto as coisas forem se normalizando, será possível desmobilizar as Forças Armadas”, afirmou.

O titular da segurança pública em Pernambuco também falou sobre o momento vivenciado no estado. E completou: “Não podemos admitir algumas coisas. Não se pode investir no caos para obter vantagens ou privilégios e mesmo reivindicação de melhorias”.

Para o secretário, as cobranças devem ser feitas via hierárquica e respeitando as normas vigentes. “O nosso destinatário de serviços é a população e nós devemos respeito a o povo de Pernambuco”, salientou Gioia.

Segundo ele, é um recado para a sociedade pernambucana. “Sabemos que a situação requer muito trabalho. Mas devemos alertar a todos para a questão dos boatos de violência, que só fazem prejudicar as pessoas”, observou.

O secretário também falou sobre o combate aos crimes no estado, sobretudo, explosões de caixas eletrônicos e invasões a bancos. “Fizemos 11 prisões nos últimos dias. Temos um esforço concentrado para investigar essas ações criminosas. Parte desses explosivos é artesanal e parte é oriunda de desvios”, comentou.

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