Santa Cruz levou quatro viradas e ainda não conseguiu nenhuma

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Santa Cruz chegou perto de uma virada quando enfrentou o Ceará, no Arruda. Foto: JC Imagem

O Santa Cruz perdeu nove jogos na Série B, número aceitável para um time que pleiteia o acesso. No entanto, esse número poderia ser bem melhor se os corais tivessem mostrado mais força em algumas delas. Em quatro oportunidades os tricolores abriram o placar mas não seguraram a reação do adversário, permitindo a virada. O último desses exemplos foi dado no último sábado (15), quando Danilo Pires fez 1×0 sobre o Bragantino e o Massa Bruta virou na etapa final com uma cabeçada de Geandro.

Todas essas viradas aconteceram fora de casa. A primeira delas foi de forma acachapante. Danilo Pires inaugurou o marcador na Arena Pantanal, diante do Vasco, no dia 15 de julho, o primeiro compromisso da equipe depois da Copa do Mundo. O time carioca foi arrasador e virou para 4×1, a maior derrota dos corais na competição.

A segunda virada tomada foi de forma traumática. O Santa Cruz fez 1×0 em cima do Paraná, no Durival de Britto logo no começo da partida, com gol de Wescley. Os donos da casa empataram e Leo Gamalho pôs os pernambucanos na frente outra vez. A derrota ffoi consolidada aos 41 do segundo tempo, com Jean. Com o Luverdense, o tricolor marcou aos 14 do primeiro tempo – Tony de pênalti. A virada começou a se desenhar aos três do segundo com um gol de Rubinho e consolidou-se aos 32 com Léo.

O mais perto que o Time do Povo chegou de uma virada foi diante do Ceará, no Arruda. Bill pôs o Vozão na frente, mas ainda no primeiro tempo Wescley e Leo Gamalho fizeram o 2×1. Porém naquela época o time cearense estava voando e tomou a dianteira novamente ainda no primeiro tempo com gols de Magno Alves e Sandro, já nos acréscimos da primeira etapa. No fim, Santa Cruz 2×3 Ceará.

Além de não segurar a vitória nesses jogos, o tricolor ainda não venceu nenhuma de virada. Nas suas 13 vitórias na Série B o Santa tomou apenas três gols. Em em todas essas oportunidades a vitória estava sacramentada. Foram duas vezes 2×1, contra Ponte e Bragantino, quando os adversários marcaram nos acréscimos. Nos 5×1 com o Vila Nova, o time visitante fez o gol de honra quando os mandantes já haviam marcado três vezes.

 

 

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