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Pedindo a descriminalização da maconha, marcha vai do Derby à Rua da Aurora

Organizado pelo Coletivo Antiproibicionista de Pernambuco, o movimento quer ganhar força através do diálogo com a sociedade.  / Foto: Alexandre Gondim/JC JC Imagem

Organizado pelo Coletivo Antiproibicionista de Pernambuco, o movimento quer ganhar força através do diálogo com a sociedade.

Foto: Alexandre Gondim/JC JC Imagem

Após saírem da Praça do Derby e seguirem pela Avenida Conde da Boa Vista, os participantes da Marcha da Maconha caminham até a Rua da Aurora, onde ocorrerá o II Festival da Cultura Cannábica de Pernambuco. A programação do festival conta com atrações como DJ Caranguejo e Maracatu Tambores de La  Revolucion, no Skate Park.

A Marcha, que está em sua nona edição no Recife, foi às ruas na tarde deste domingo (17), defendendo pontos como a mudança na política de drogas no país, desmilitarização da PM e o fim da internação compulsória em manicômicos.

Promovido pelo Coletivo Antiproibicionista de Pernambuco, o movimento afirma que quer ganhar força através do diálogo com a sociedade e seus vários setores sobre os avanços que o ativismo antiproibicionista vem alcançando no Brasil. De acordo com os integrantes, a Marcha da Maconha é um espaço para interação e reafirmação da necessidade de uma política de drogas que possa ser justa com os direitos e escolhas individuais.

A estudante de veterinária Flávia Juliano enfrenta um doença degenerativa fazendo também uso medicinal da maconha. “Passei um mês sem movimentar as pernas, mas hoje vou marchar. Consegui largar os remédios para depressão. A maconha não me curou, mas me ajudou a lidar com a doença e a dor”, afirma ela.

De acordo com os organizadores, a Marcha conta com cerca de dois mil participantes, que entoam gritos como “Ei, polícia, maconha é uma delícia!”. Durante a caminhada, parte da Avenida Conde da Boa Vista foi fechada, no sentido centro, o que complicou o trânsito no local. A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) e a Polícia Militar acompanham a manifestação, que segue pacífica.

No Monumento Tortura Nunca Mais, localizado na praça Padre Henrique, na Rua da Aurora, os participantes homenagearam as vítimas do tráfico e da internação compulsória em manicômios.

 

Do JC Online

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