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Lúcio e Neris em busca de grandes objetivos no Santa Cruz

Foto: Antonio Melcop/Assessoria

Prestes a fazer 36 anos – daqui a exatamente um mês – o lateral-esquerdo Lúcio sentiu-se como um garoto ao chegar no Santa Cruz pela primeira vez. A experiência e versatilidade de poder jogar na posição de origem ou no meio de campo, devem torná-lo uma das referências do elenco. Apesar disso ele se coloca como mais um e que vai trabalhar para conquistar a posição como qualquer outro recém-chegado. Mas a ambição final é grande: conquistar títulos, segundo ele, a única forma de entrar para história.

“Me sinto como se fosse a primeira vez. A motivação que tenho aqui é como se dessem a chance a um garoto. E o cara que não tiver motivação para jogar no Santa Cruz dou até o conselho de parar do jogar. É uma chance única, vou ser cobrado e a responsabilidade é grande. Fui campeão da Série B e sei o quanto é difícil. Vim para ajudar no que for possível”, disse.

O objetivo não é apenas passar pelo clube e se destacar nas partidas. Isso fica para afagar o ego. Para ser grande e lembrado tem que deixar uma lembrança na sala de troféus. “Em todas as equipes que passei falei isso: só fica na história com títulos. É assim que se é lembrado.”

A possibilidade de atuar em duas posições ele deixa para o técnico Ricardinho embora tenha explicado que veio contratado para jogar pelo lado do campo. “No meio ou lá deixo para o Ricardinho. Tenho que estar cem por cento para suprir o que ele quer”. E preparo para aguentar ele garante ter. Como vinha trabalhando normalmente desde o início do ano no Salgueiro, está pronto para entrar em campo. “A parada que tive foi de três dias, apenas para vir de Salgueiro para cá. A parte física está cem por cento”, garantiu.

NERIS – Neris é quase 14 anos mais novo que Lúcio, mas assim como o veterano, também tem experiência positiva na Série B. Ele estava no grupo do Avaí que subiu à Série A no ano passdo. “Tive a oportunidade de conquistar um acesso no ano passado e isso ajudou bastante a amadurecer. Sei o quanto é difícil jogar a Série B”, disse, usando a mesma frase do outro companheiro recém-chegado.

Como é menos conhecido da torcida, o jogador resumiu suas virtudes. “Apesar de ser alto (1,89m) sou um zagueiro rápido. Também acredito que tenho técnica
e boa marcação. Cheguei com grandes objetivos e para ter o mesmo reconhecimento que tive em Santa Catarina”, afirmou.

Já o também lateral-esquerdo Marlon apresentou-se na manhã desta quarta e fez as primeiras avaliações médicas. À tarde treinou com bola. Ele ainda não teve seu nome divulgado no BID da CBF.

 

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