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Investigadores da ONU querem acesso ‘ilimitado’ a Mianmar

Por France Presse

 

Refugiados rohingya ficam em tendas em acampamento Kutupalong, no sudeste de Bangladesh, em imagem de arquivo  (Foto: Munir Uz Zaman / AFP )

Refugiados rohingya ficam em tendas em acampamento Kutupalong, no sudeste de Bangladesh, em imagem de arquivo (Foto: Munir Uz Zaman / AFP )

Os investigadores da Organização das Nações Unidas sobre a situação dos direitos humanos em Mianmar reiteraram nesta terça-feira (19) a demanda de “acesso completo e sem obstáculos” ao país, onde, afirmaram, acontece uma grave crise humanitária.

“É importante que possamos ver com nossos próprios olhos os lugares onde aconteceram as supostas violações e conversar com as pessoas afetadas e as autoridades”, declarou o presidente da missão, Marzuki Darusman, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra.

“Aproveito esta oportunidade para reiterar nosso pedido de cooperação dirigido ao governo de Mianmar, sobretudo com acesso ao país”, disse, antes de especificar que o acesso deve ser “completo e sem obstáculos”.

Quase 410 mil membros da minoria muçulmana rohingyas se refugiaram em Bangladesh depois que fugiram do estado de Rakhine, onde o exército realiza uma operação em resposta aos ataques executados, em 25 de agosto, por rebeldes rohingyas contra várias delegacias da região.

A missão de investigação da ONU foi aprovada em março por meio de uma resolução, por consenso, do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Alguns países, como Índia e China, afirmaram no entanto que não estavam associados à resolução.

Mianmar criticou a criação da missão da ONU, que chamou de “inaceitável”, enquanto o embaixador birmanês no Conselho, Htin Lynn, reiterou que a missão “não era útil para resolver o problema do estado de Rakhine”.

Anistia Internacional

A organização Anistia Internacional (AI) criticou a líder birmanesa e Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, por sua atitude a respeito da repressão dos rohingyas e a acusou de praticar “a política do avestruz”. “Existem provas esmagadoras de que as forças de segurança realizam uma campanha de limpeza étnica” contra os rohingyas, afirmou a ONG.

Aung San Suu Kyi cancelou sua participação na Assembleia Geral das Nações Unidas no fim de setembro, depois que a organização afirmou que a minoria muçulmana rohingya é vítima de “limpeza étnica”.

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