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Gustavo tenta resgatar brilho da camisa 10 no Sport e ganha apoio de Marcos Aurélio: “Na torcida”

Prata da casa conquista titularidade em sequência de três vitórias do Leão e ex-meia-atacante rubro-negro, que brilhou em 2013, manda recado

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

A camisa 10 sempre carregou a mística de referência no futebol. Marcou nomes como Pelé, Maradona, Messi e Neymar. Mas no Sport – ao longo das últimas sete temporadas – o número estava convivendo com passagens apagadas na Ilha do Retiro. Só agora, em 2021, que essa história mudou.

Aos 19 anos de idade, o prata da casa Gustavo tornou-se destaque na equipe – sendo Craque do Jogo na vitória sobre o Corinthians – e tem tentado resgatar o brilho da camisa no Rubro-negro.

“Nem nos meus melhores sonhos eu sonhei com isso. Independente da idade, da maturidade, é ter alegria para jogar e mostrar o que sei fazer de melhor” , diz o meia.

O último nome a marcar história com a camisa 10 no Leão havia sido Marcos Aurélio – responsável por conduzir o time no acesso à Série A, em 2013. Ele está no Botafogo-PB, mas nasceu no Mato Grosso – onde o Sport enfrenta o Cuiabá, nesta quinta-feira.

Ciente do surgimento de Gustavo, o ex-camisa-10 do Rubro-negro aproveitou para deixar um recado ao prata da casa.

“É sempre uma responsabilidade muito grande. Esperam assistência, finalização, uma jogada diferente. O ano de 2013 foi muito perfeito para mim, acho que para o Sport também. Dei muitas assistências, fiz muitos gols. Só fico na torcida para que Gustavo possa usar a número 10 e dar muitas alegrias ao torcedor rubro-negro” , diz Marcos Aurélio.

Depois de Marcos Aurélio, nomes como Régis, Gabriel Xavier, Osvaldo e Marlone passaram pelo clube vestindo a camisa 10. Nesta temporada, foram mais dois: Jonas Toró e Júnior Tavares. Mas nenhum repetiu o desempenho do meia de 2013.

Promessa da base, Gustavo nasceu na cidade de Presidente Dutra, no interior do Maranhão, e chegou ao Sport em 2019 – após uma passagem pelo Ceará. O prata da casa subiu ao profissional no ano seguinte – ainda sob o comando do técnico Jair Ventura.

– No começo foi frustrante. Eu saí de casa muito novo, sem saber o que fazer e chorava todos os dias. Muito apegado à minha família, minha mãe. Cheguei a pedir para ir embora por conta da saudade. Mas me fortaleci – conta o prata da casa.

Aos 7 min do 2º tempo – gol de dentro da área de Gustavo do Sport contra o Grêmio

Gustavo oscilou entre a reserva e titularidade neste período. Com a chegada de Gustavo Florentín, no entanto – e após as saídas de Thiago Neves e André -, ganhou a vaga na escalação. A sequência de três vitórias do Sport, inclusive, aconteceu justamente no momento em que o meia assumiu a titularidade.

Agora, o prata da casa trabalha em busca de manter os bons números e a sequência – diante do Cuiabá, nesta quinta-feira.

– Tenho certeza que vamos trabalhar e ir buscar essa vitória. Vir com os três pontos na mala. Foi muito difícil chegar onde estou hoje. Espero que seja só o começo de uma linda história.

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