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Grupos de direitos humanos pedem intervenção da ONU na fronteira entre Venezuela e Colômbia

O governo da Colômbia acusa o regime chavista de apoiar dissidentes das Farc e da ELN. Nicolás Maduro nega. Há confrontos entre grupos armados e militares na Venezuela.

Por Reuters

Grupos de direitos humanos na Venezuela e na Colômbia pediram, nesta quarta-feira (31) para que a ONU nomeie um enviado para resolver a crise humanitária causada por um confronto entre tropas venezuelanas e grupos armados colombianos.

A Colômbia estima que cerca de 4.000 venezuelanos atravessaram a fronteira desde o dia 21 de março —na ocasião, houve uma ofensiva do exército da Venezuela.

Uma parte desses exilados acusou os soldados venezuelanos de prisões arbitrárias, morte de civis, saques e incêndios a residências.

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, negou que isso tenha acontecido.

Cerca de 60 grupos de direitos humanos assinam a carta em que afirmam que consideram “urgente que o Secretário Geral da ONU aponte um enviado especial para a crise da fronteira”.

A ONU ainda não respondeu a pedidos de entrevista.

Na semana passada, o governo de Nicolás Maduro disse que dois soldados foram mortos em confrontos, e que grupos armados haviam colocado minas terrestres na região.

Grupos civis afirmaram que ao menos quatro pessoas foram mortas pelas forças especiais do governo enviadas à área.

O presidente da Colômbia, Ivan Duque, disse que o governo da Venezuela dá apoio a dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN). Maduro nega que dê apoio a esses grupos.

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