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Estudante de 17 anos cria startup de jogos digitais voltados para facilitar aprendizagem

Empresa criada por Vinnicius Rodrigo, ao lado de oito colegas em uma escola técnica estadual no Recife, foi incubada no Porto Digital para virar um projeto de impacto social.

Por Bianka Carvalho, TV Globo

Apesar da pouca idade, o estudante Vinnicius Rodrigo, de 17 anos, tornou-se diretor executivo da sua própria startup. Ao lado de outros oito colegas, o jovem empreendedor criou um formato de ensino e aprendizagem baseado em jogos digitais. O projeto foi selecionado para ser desenvolvido no Porto Digital, centro de inovação e tecnologia localizado no Centro do Recife .

“A gente nasceu dentro da escola. Eu estava ainda no segundo ano do ensino médio quando tudo isso aconteceu. A gente nem esperava que ia construir esse feito. Fomos ousados e começamos a construir jogos”, disse Vinnicius ao Bom Dia Pernambuco desta sexta-feira (25).

A produtora de jogos Cordel foi desenvolvida pelo estudante e seus colegas em uma disciplina cursada no ensino médio e técnico da Escola Técnica Estadual Cícero Dias, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. A escola faz parte do Núcleo Avançado em Educação (Nave), uma parceria da iniciativa privada com as secretarias de Educação de Pernambuco e do Rio de Janeiro.

O pernambucano Vinnicius Rodrigo criou startup aos 17 anos de idade — Foto: Reprodução/TV Globo

O pernambucano Vinnicius Rodrigo criou startup aos 17 anos de idade — Foto: Reprodução/TV Globo

Nessa escola, os alunos são incentivados a criar projetos a partir de disciplinas sobre empreendedorismo, tecnologia e inovação social.

“Uma das competências muito fortemente trabalhadas é a questão do empreendedorismo, de você analisar uma oportunidade, criar um plano de negócios com uma ideia sua. O que nós fazemos dentro da disciplina do curso técnico é apresentar possibilidades para os estudantes”, explicou Anderson Paulo da Silva, coordenador de programação do Nave.

A Cordel passou pela mentoria do Mind The Bizz Ressignifica, programa promovido pelo Porto Digital em parceria com a British Council, organização internacional do Reino Unido para relações culturais e oportunidades educacionais. Depois, o Porto Digital aprovou o negócio para seguir na incubação e virar um projeto de impacto social.

Jogo baseado no livro 'O Pequeno Príncipe em Cordel' foi criado pelo estudante Vinnicius Rodrigo e colegas da escola — Foto: Reprodução/TV Globo

Jogo baseado no livro ‘O Pequeno Príncipe em Cordel’ foi criado pelo estudante Vinnicius Rodrigo e colegas da escola — Foto: Reprodução/TV Globo

“No início, é aquele momento mais desesperador porque a gente quer logo o dinheiro, mas a gente está fechando negócio com clientes agora. De uma equipe de escola, a gente está começando a despertar essa visão para o mercado de como chegar no cliente e como conversar, então está sendo bastante desafiador”, contou Vinnicius.

A primeira produção da Cordel foi um jogo de celular baseado no livro “O Pequeno Príncipe em Cordel”, de Josué Limeira da Silva. “O grupo de Vinnicius ficou encantado com o livro e pensou em um jogo que retratasse características dos nordestinos, trazendo um pouco daquela história baseada no Pequeno Príncipe. O fruto está aí, a Cordel”, afirmou o coordenador.

De acordo com Vinnicius, além de promover um ensino lúdico a estudantes, o grupo deseja levar a cultura pernambucana para outros espaços. “Um dos nossos propósitos é também de levar a cultura da gente, juntamente com aspectos de modernidade”, declarou.

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