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Com Vagner Love e Gabriel Santos, Sport volta a investir em dupla de centroavantes

Depois de Vagner Love e Gustavo Coutinho na última temporada, Sport do técnico Enderson Moreira também tem dupla de centroavantes em campo, com Vagner Love e Gabriel Santos

Por Camila Alves — Recife

globo esporte

Vagner Love e Gabriel Santos são centroavantes de origem, mas nos últimos três jogos passaram a dividir espaço no setor ofensivo do Sport. A decisão por atuar com duas referências de área repete uma estratégia utilizada em 2022 – na época com o técnico Claudinei Oliveira e o centroavante Gustavo Coutinho -, mas agora executada sob o comando de Enderson Moreira.

“A gente tem trabalhado muito essa questão de uma formatação de saída de três, de espetar um pouquinho mais”, explica o treinador.

O primeiro teste aconteceu ainda na vitória sobre o Petrolina, na Ilha do Retiro, quando Vagner Love estreou saindo do banco – substituindo Ronaldo – para atuar ao lado de Gabriel Santos. Na ocasião, sendo o camisa 9 responsável também pela construção de jogadas, por trás do companheiro. Foram dois gols na partida, sendo um para cada centroavante.

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Depois disso, a estratégia se repetiu para as vitórias sobre Salgueiro, no Pernambucano, e ABC, pela Copa do Nordeste. Dessa vez, entretanto, o técnico explica que trouxe o posicionamento de Gabriel Santos caindo por dentro também – para abrir espaço pelos lados para Luciano Juba, que voltou a atuar de lateral-esquerdo.

– São alternativas que a gente está criando para ter essas possibilidades. Não quer dizer que vai ser sempre assim, mas para o jogo contra o ABC, acho que foi interessante para que a gente pudesse criar algumas situações – diz o técnico, sobre o duelo que terminou com vitória por 2 a 0.

Apesar de pôr a ideia em prática, Enderson Moreira reconhece que existem dificuldades para executa-la da melhor forma neste momento. Mas seguirá trabalhando ao longo das partidas em busca desse ideal.

– Como a gente não tem tempo de treinar, esse ajuste fino fica prejudicado. Por mais que você passe a ideia, as movimentações e aquilo que a gente poderia fazer com o treinamento, a gente fica só na conversa. Mas eu acho que pode ser uma possibilidade, sim – afirma.

“Teve momentos bons e momentos que não foram tão bons assim. Acho que precisa de mais ajuste, de mais conversa. Talvez repetir mais para poder sentir um pouco. Mas é uma possibilidade boa sim da gente poder utilizar.”

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