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Cansou do Twitter? Veja como desativar a sua conta na rede social de Elon Musk

Lauro Lam  

Olhar Digital

Mesmo com toda a badalação em torno da compra do Twitter pelo empresário Elon Musk, há quem esteja com um “pé atrás” sobre a nova política da rede social. Apesar de nada ter sido anunciado até o momento, ficando restrito a algo que valorizará a liberdade de expressão, há quem já esteja interessado em abandonar o microblog. Se você tem essa intenção, esse tutorial vai ajudar no processo. Confira!

Veja como desativar a conta no Twitter

1. O primeiro passo para você desativar a conta no Twitter é abrir a rede social, seja no computador ou smartphone.

twitter

2. Em seguida, acesse o botão mais no lado esquerdo da tela, como você vê na imagem abaixo.

3. Depois, entre no botão Configurações e Privacidade.

4. O próximo passo é acessar o botão deactivate your acoount ou desative a sua conta.

5. Depois é só clicar em Desative a sua conta. É importante informar que esse processo dura 30 dias e a conta só será desativada se você não acessar nenhuma vez ao longo desse período. O tempo é uma forma da rede social tentar reconquistar o usuário. Para a decisão ser efetivada, é preciso inserir a senha e clicar novamente em desativar, saindo de uma vez por todas.

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Elon Musk afirma que Hyperloop irá sair do papel “nos próximos anos”

Lucas Berredo  

Olhar Digital

Após meses de silêncio, o CEO da Tesla e da Boring Company, Elon Musk, voltou a falar sobre a possibilidade de construir um Hyperloop em sua conta no Twitter. O empresário sul-africano propôs o transporte em 2012, mas nunca conseguiu concretizar o projeto. Agora, afirma que a Boring, sua empresa de engenharia geotécnica, tentará construir um sistema de transporte público de alta velocidade “nos próximos anos”.

“A Boring tentará construir um Hyperloop que funcione nos próximos anos”, disse Musk, em resposta a um tuíte da jornalista americana Johnna Crider. “Do ponto de vista da física, esta é a forma mais rápida possível de ir de um centro de cidade a outro para distâncias inferiores a 3.220 km.”

Elon Musk também parece ser a favor da ideia de construir túneis subterrâneos para os “pods”, já que eles “seriam imunes às condições climáticas da superfície (os metrôs são um bom exemplo), então não importaria para o Hyperloop se um furacão estiver violento na superfície.”

Embora não haja uma data exata em relação ao projeto massivo e complexo, a Boring Company anunciou, no dia seguinte ao tuíte de Musk, que os testes em grande escala devem acontecer ainda no fim deste ano.

Tecnologia para hyperloop se tornou difícil de concretizar

Depois que Musk publicou o artigo sobre o Hyperloop no início dos anos 2010, startups como a Hyperloop One e a Hyperloop Transportation Technologies assumiram a tarefa de tornar realidade esse sistema de transporte futurista. O objetivo final é ter cápsulas autônomas que possam cobrir grandes distâncias em um tempo curto e viajar a velocidades de mais de 966 km/h através de tubos fechados e parcialmente evacuados.

No momento, porém, concretizar a tecnologia provou ser uma tarefa difícil. Com sede em Los Angeles, na Califórnia (EUA), a Virgin Hyperloop chegou a progredir com o conceito, concluindo com sucesso o primeiro teste de passageiros com o XP-2 no fim de 2020. Mas esta era a versão reduzida da cabine que conseguiu viajar 161 km/h em um túnel sem ar.

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No fim deste ano, o projeto também teve um duro golpe quando a companhia anunciou que vai redirecionar seus esforços para transporte de cargas em vez de passageiros e demitiu mais da metade de seus funcionários.

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Antigo templo para Zeus é descoberto no Egito

Flavia Correia  

Olhar Digital

Arqueólogos desenterraram as ruínas de um antigo templo para o deus grego Zeus no Egito, revelou o governo do país na segunda-feira (25).

Segundo um comunicado emitido pelo Ministério do Turismo e Antiguidades, as ruínas do templo foram encontradas no sítio arqueológico Tell el-Farma, no noroeste da Península do Sinai.

Esta foto não datada divulgada na segunda-feira (25) pelo Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito mostra arqueólogos trabalhando nas ruínas de um templo para o deus grego Zeus-Kasios, no sítio arqueológico Tell el-Farma, no canto noroeste da Península do Sinai. Imagem: Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito

Também conhecido pelo seu antigo nome Pelusium, o sítio arqueológico remonta ao final do período faraônico, bem como aos tempos greco-romano e bizantino. Também há restos datando dos períodos cristãos e islâmicos primitivos.

Mostafa Waziri, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, disse que arqueólogos escavaram as ruínas do templo através de seu portão de entrada, onde duas enormes colunas de granito caídas eram visíveis. O portão foi destruído em um poderoso terremoto nos tempos antigos, disse Waziri.

Segundo ele, as ruínas foram encontradas entre o Forte de Pelusium e uma igreja memorial no local. Arqueólogos encontraram um conjunto de blocos de granito provavelmente usados para construir uma escadaria para os adoradores chegarem ao templo.

Ainda de acordo com o comunicado, as primeiras escavações na área datam do início de 1900, quando o egiptólogo francês Jean Clédat encontrou inscrições gregas antigas que mostravam a existência do templo de Zeus-Kasios, mas ele não o desenterrou. O nome Zeus-Kasios é a junção de Zeus, o Deus do céu na mitologia grega antiga, com o Monte Kasios, na Síria, onde ele já foi adorado.

Hisham Hussein, diretor de sítios arqueológicos do Sinai, disse que os especialistas vão analisar os blocos desenterrados e farão uma pesquisa de fotogrametria para ajudar a determinar o projeto arquitetônico do templo.

As ruínas do templo são as mais recentes de uma série de descobertas antigas que o Egito tem divulgado nos últimos anos na esperança de atrair mais turistas. O turismo local vem se recuperando da turbulência política após a revolta popular de 2011, que derrubou o autocrata Hosni Mubarak. O setor também sofreu mais golpes pela pandemia de Covid-19 e, mais recentemente, pela invasão da Ucrânia pela Rússia.

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Maior lua do sistema solar, Ganimedes “escurece” parte de Júpiter em nova foto

Por Rafael Arbulu, editado por André Lucena  

Olhar Digital

NASA compartilhou em seu perfil oficial no Instagram uma imagem feita pela sonda espacial Juno, mostrando a sombra da lua Ganimedes, a maior do sistema solar, projetada sobre seu planeta, Júpiter. Segundo a legenda, a foto foi tirada em 25 de fevereiro de 2022, durante uma passagem da sonda entre o satélite natural e o gigante gasoso.

A sonda Juno deixou a Terra em agosto de 2011, chegando a Júpiter cinco anos depois, em 2016. A espaçonave desenhada pela NASA tem por objetivo realizar diversas passagens pela órbita do maior planeta do sistema solar, estudando vários aspectos de sua composição, desde a química de seus elementos até os efeitos variados que ela conseguir observar por meio de seus vários instrumentos.

No caso da imagem acima, o período corresponde à quadragésima (40ª) passagem da sonda pelo planeta. No meio do caminho, ela se deparou com o eclipse performado por Ganimedes, que apesar de imensa, só projetou sua sombra sobre uma pequena parte do hemisfério norte de Júpiter.

“Eclipses em Júpiter são mais comuns do que o que passamos aqui na Terra. Para começar, Júpiter tem quatro grandes luas majoritárias que normalmente passam entre o planeta e o Sol. No espaço de uma semana, Ganimedes transita uma vez; Europa, duas vezes e Io, quatro vezes. E uma vez que as luas de Júpiter estão próximas ao plano orbital do planeta, as sombras delas frequentemente aparecem sobre a sua ‘superfície’”, diz trecho da legenda do post.

Vale lembrar que, além das quatro luas principais (o post não menciona Calisto), Júpiter tem outros 75 satélites naturais confirmados, que, junto dos aneis do gigante gasoso, formam o que chamamos de “sistema joviano”. Estranhamente, embora estejam “fora” dessa configuração, há quem considere UranoNetuno e Saturno como “planetas jovianos”, devido às suas características os separarem de planetas rochosos como a Terra ou Marte.

A sonda Juno vai bem de saúde, apesar da longevidade de sua missão, mas a NASA já ressaltou no passado que ela terá uma vida útil mais curta devido à imensa radiação que ela enfrenta em Júpiter. Vale lembrar, contudo, que outras missões para o sistema – como a Europa Clipper (NASA) e o Explorador das Luas Geladas (ESA) – estão planejadas para lançamento ainda nesta década.

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Lua de Júpiter pode ter água bem perto da superfície

Flavia Correia  

Olhar Digital

Um novo estudo conduzido por cientistas de uma instituição de pesquisa privada de Palo Alto, na Califórnia, EUA, e publicado na revista Nature Communications, aponta que a lua Europa, de Júpiter, tem água mais próxima da superfície do que se pensava anteriormente.

Montes que cruzam a superfície gelada do satélite natural joviano indicam que há bolsões rasos de água por baixo, aumentando as esperanças na busca por vida extraterrestre, segundo os pesquisadores.

Pesquisa na Groenlândia acendeu a possibilidade

Europa tem sido há muito tempo considerada um lugar propício em nosso sistema solar para se buscar por formas de vida devido ao seu vasto oceano de água em estado líquido — um ingrediente-chave para a vida. De acordo com estudos anteriores, essa água está localizada entre 25 a 30 km sob a concha gelada da lua.

No entanto, segundo cientistas da Universidade de Stanford, a água pode estar mais próxima da superfície do que isso. A descoberta veio em parte por acaso, quando geofísicos que estudavam um manto de gelo na Groenlândia assistiram a uma apresentação sobre a lua Europa e avistaram uma característica que reconheceram.

“Estávamos trabalhando em algo totalmente diferente relacionado às mudanças climáticas e seu impacto na superfície da Groenlândia quando vimos esses pequenos cumes duplos”, disse o autor sênior do estudo, Dustin Schroeder, professor de geofísica na Universidade de Stanford.

Eles perceberam que as cristas geladas em forma de M na Groenlândia pareciam versões menores de cumes duplos na Europa, que são a característica mais comum nessa lua. Os cumes duplos de Europa foram fotografados pela primeira vez pela sonda Galileu, da NASA, na década de 1990, mas pouco se sabia sobre como eles foram formados.

Os cientistas usaram um radar de penetração no gelo para observar que os cumes da Groenlândia foram formados quando a água apareceu cerca de 30 metros abaixo da superfície, fraturando o manto de gelo.

“Isso é particularmente emocionante, porque os cientistas estudam cumes duplos na Europa há mais de 20 anos e ainda não chegaram a uma resposta definitiva sobre como os cumes duplos se formam”, disse o principal autor do estudo, Riley Culberg, estudante de Ph.D. em engenharia elétrica em Stanford.

“Esta foi a primeira vez que pudemos ver algo semelhante acontecer na Terra e realmente observar os processos subsuperfícies que levaram à formação dos cumes”, disse Culberg em entrevista à agência de notícias AFP. “Se os cumes duplos da Europa também se formam dessa maneira, isso sugere que os bolsões de águas rasas devem ter sido (ou talvez ainda sejam) extremamente comuns. A vida ali tem alguma chance”.

Os bolsões de água da lua Europa poderiam ser enterrados cinco quilômetros abaixo da camada de gelo — mas isso ainda seria muito mais fácil de acessar do que o oceano muito mais profundo.

Nova missão da NASA vai penetrar gelo na lua Europa de Júpiter

“Se esses bolsões de água se formarem porque a água do oceano foi forçada através de fraturas na camada de gelo, então é possível que eles preservem evidências de qualquer vida no próprio oceano”, disse Culberg.

Segundo Schroeder, a água mais próxima da superfície também conteria “produtos químicos interessantes” do espaço e de outras luas, aumentando a “possibilidade de que a vida tenha um registro”.

A missão Europa Clipper da NASA, programada para ser lançada em 2024 e chegar em 2030, terá equipamentos de radar de penetração no gelo semelhantes aos usados pelos cientistas que estudam os cumes duplos da Groenlândia. 

Prevê-se que o oceano da Lua tenha mais água do que todos os mares da Terra juntos, de acordo com o site do Europa Clipper. “Se há vida em Europa, quase certamente seria completamente independente da origem da vida na Terra. Isso significaria que a origem da vida deve ser muito fácil em toda a galáxia e além”, disse o cientista do projeto, Robert Pappalardo.

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Homem testou positivo para Covid-19 por 505 dias

Lucas Soares  

Olhar Digital

Na maior parte da população a infecção por Covid-19 dura no máximo duas semanas. No entanto, hoje já sabemos que existem casos da chamada Covid-19 de longa duração em que o vírus fica presente no corpo durante um período de tempo maior e, em alguns casos, muito maior.

Pesquisadores do Reino Unido acreditam terem encontrado o caso de infecção por Covid-19 mais longa do mundo, em um homem que testou positivo por 505 dias antes de sua morte. Anteriormente, o recorde era de um caso também no país, em que um paciente testou positivo durante 335 dias. 

O estudo foi conduzido por pesquisadores do King’s College London e analisou o caso do paciente, que não teve o nome divulgado. O homem teve Covid-19 em 2020 e sofreu com sintomas respiratórios. Os sinais melhoraram, mas ele testou positivo para a doença 45 vezes antes de morrer. 

Testou positivo para Covid-19 

A pesquisa conclui que novas variantes podem surgir justamente em pacientes com a Covid-19 de longa duração, que geralmente atinge pessoas com o sistema imunológico enfraquecido. “Amostragem regular e análise genética do vírus mostraram que cinco dos nove pacientes (que tiveram Covid-19 longa e foram estudados) desenvolveram pelo menos uma mutação observada em variantes preocupantes”, explica Gaia Nebbia, uma das autoras do estudo, para à AFP.

Todos os pacientes que foram analisados tinham sistemas imunológicos enfraquecidos devido a transplante de órgãos, HIV, câncer ou outras terapias médicas. O grupo foi estudado entre março de 2020 e dezembro do ano passado.

Quatro, dos nove pacientes, morreram durante o estudo. Entre os cinco que sobreviveram, dois se recuperaram sem tratamento, outros dois tomaram anticorpos e antivirais e o último indivíduo ainda testa positivo para a doença cerca de 412 dias após o primeiro diagnóstico. Os resultados serão apresentados no Congresso Europeu de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas, em Lisboa.

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O que pode mudar no Twitter com a compra por Elon Musk

Especialistas dizem que plataforma pode ter dificuldades se bilionário enfraquecer moderação de conteúdo. E acreditam que ele também vai mirar no crescimento da rede, que é menor do que rivais.

Por Vivian Souza, Tiago Alcantara e Paola Patriarca, g1

A notícia da compra do Twitter por Elon Musk, o homem mais rico do mundo, gerou reações diversas entre usuários e especialistas na última segunda-feira (25). E levantou muitas especulações sobre como será “a era Musk” na rede social.

Analistas ouvidos pelo g1 acreditam que o bilionário enfrentará grandes desafios para concretizar medidas espinhosas que vem sinalizando nos últimos tempos, como:

  • atenuar a moderação de conteúdo;
  • fazer alterações na verificação de perfis;
  • abrir o algoritmo da plataforma.

Por outro lado, entendem que o arrojo de alguém como Musk poderá contribuir para:

  • fazer a rede crescer, se tornar mais rentável e esquentar a briga com rivais;
  • entrar em novos negócios.

Veja abaixo o que esperar do Twitter na “era Elon Musk“.

1) A polêmica moderação de conteúdo

A moderação de conteúdo é um dos temas mais polêmicos envolvendo as redes sociais, e não existe consenso.

Há quem defenda que a tarefa de dizer quais posts ou contas ficam e quais são bloqueados ou banidos cabe às plataformas — já que são empresas privadas.

Outros entendem que é preciso haver atuação da Justiça ou de autoridades governamentais junto dessas companhias.

E tem os que acreditam que derrubar posts ou perfis colocaria em risco a liberdade de expressão. Musk parece estar mais perto dessa última turma. “Na dúvida, deixe o discurso, deixe que exista”, disse em recente entrevista para o canal de palestras TED.

Mas o empresário não deu exemplos do que deveria ser mantido ou proibido, na sua opinião, dentro das regras atuais da rede social.

No comunicado da compra, ele ressaltou que “a liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento'” e que o Twitter é “a praça da cidade digital onde assuntos vitais para o futuro da humanidade são debatidos”.

Para analistas, uma eventual redução da moderação poderá fazer o Twitter enfrentar problemas com a Justiça de diversos países e até mesmo perder muitos usuários.

“Um dos grandes desafios (de Musk) será obter equilíbrio entre (dar) liberdade de expressão e frear discursos de ódio, a desinformação e as mentiras”, resume Danilo Rothberg, professor e pesquisador de ciências humanas na Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A justificativa de oferecer mais liberdade de expressão pode virar um “passe” para usuários cometerem crimes e disseminarem ódio e fake news na plataforma, alertou Flávia Lefèvre Guimarães, advogada especializada em direito digital, quando Musk propôs a compra.

“Na medida que a moderação e a decisão sobre quais conteúdos terão mais ou menos relevância se dá com base no poder econômico de alguns agentes, você não pode falar que todos os usuários dessa plataforma estão em pé de igualdade para exercer o direito de liberdade de expressão”, apontou.

Na mesma entrevista ao TED Talks, Musk chegou a dizer que o Twitter teria de respeitar as leis dos países sobre a liberdade de expressão. Mas reconheceu que resiste ao banimento de usuários, como a plataforma fez com o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

“Acho que queremos ser bem relutantes em deletar as coisas e muito cautelosos com banimentos permanentes. Suspensões temporárias, acho, são melhores”, afirmou Musk.

Para Carlos Affonso de Souza, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), uma eventual permissão do retorno de perfis bloqueados à plataforma faria do Twitter uma “caricatura da liberdade de expressão”.

E esse movimento poderia resultar em uma grande perda de usuários, completa Raquel Recuero, pesquisadora em mídia social da Universidade Católica de Pelotas. Pessoas famosas poderiam começar a abandonar a rede social, levando junto consigo muitos de seus seguidores.

Pablo Ortellado, professor de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP), fez análise semelhante em seu perfil nesta segunda-feira.

“A redução da moderação deve tornar o ambiente no Twitter ainda mais agressivo e poluído —mas essas mudanças não devem ir muito longe, porque o Twitter perderia usuários, trazendo prejuízo econômico”, avaliou Ortellado.

Ainda quando era uma proposta, a compra do Twitter por Musk dividiu opiniões de usuários e gerou memes. Quando o acordo foi anunciado, a hashtag #RIPTwitter, que faz alusão à expressão em inglês “descanse em paz”, chegou a ficar entre os “trending topics” da rede.

2) Mudança na verificação de perfis

Outra medida sinalizada por Musk tem sido vista como menos controvérsia pelos analistas: uma eventual mudança no funcionamento do selo de verificação.

No novo conceito, esse selo seria usado para diferenciar perfis reais – pertencentes a uma pessoa – de robôs que propagam mensagens automáticas, discursos de ódio, fake news, etc, explica Carlos Affonso de Souza, da Uerj.

Para isso, as pessoas teriam que abrir mão dos seus pseudônimos e usar os nomes reais nas contas.

3) Abrir algoritmo seria ‘revolucionário’

Ainda para deixar o Twitter mais transparente, Musk também tem falado em tornar o seu algoritmo público.

A medida seria uma forma de responder às críticas das pessoas que se preocupam com a confiabilidade do Twitter, diz o professor de Direito e Regulação da Informação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Nicolo Zingales.

Ainda não está claro como isso aconteceria, já que os algoritmos, que determinam o que os usuários veem no feed, são ferramentas fundamentais no negócio das redes sociais e guardados como um segredo industrial.

“Se cumprir a promessa de dar transparência ao algoritmo de ordenamento dos tuítes, Musk vai mudar completamente a indústria. Vai ser difícil os concorrentes —Facebook, Instagram, TikTok — manterem os algoritmos fechados alegando segredo industrial. Essa medida é muito bem-vinda”, escreveu Ortellado, da USP.

Contudo, os especialistas ressaltam que mudanças como essas tendem a acontecer de forma lenta e gradual.

4) Desafios de crescimento

Apesar o bilionário ter dito que não queria comprar o Twitter para fazer dinheiro, o impacto da “era Musk” provavelmente irá além das políticas de uso da plataforma, segundo os especialistas consultados. O homem mais rico do mundo deverá tentar fazer a empresa crescer.

Apesar de ter 16 anos, o Twitter ainda é muito menor do que seus maiores rivais. Pelo dado mais recente, divulgado em 2017, a rede tem 217 milhões de usuários diários e monetizáveis, ou seja, contas que estão aptas a visualizarem anúncios ou produtos pagos da empresa, como assinaturas. Bem aquém dos cerca de 2 bilhões do Facebook, por exemplo.

Isso também se reflete no faturamento. Em 2021, o Twitter teve US$ 5 bilhões de receita, enquanto o Facebook superou os US$ 100 bilhões, destaca Pedro Waengertner, professor de negócios digitais na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e fundador da aceleradora e investidora de startups ACE.

Para Waengertner, considerando o perfil arrojado do bilionário, a plataforma deverá aprender a trabalhar com mais produtos, trazendo inovações, conforme visto em outros negócios de Musk, como o robô humanoide da Tesla.

O economista Jason Vieira também espera que o empresário apresente um plano de negócios mais rentável para a plataforma.

Um dos caminhos para isso, segundo ele, é dar meios para que criadores de conteúdos tenham retornos financeiros, como acontece em outras redes.

Além disso, Vieira acredita que a plataforma terá mais espaço para publicidade, outra forma de ser monetizada.

Mas Carlos Affonso de Souza, da Uerj, lembra que Musk, que já reclamou muito de publicidade nas redes sociais, prefere que o Twitter não seja mais tão dependente disso.

“Vai saber o que isso quer dizer quer dizer. Se ele vai criar uma forma de pagamento para você utilizar o Twitter, se essa rede vai deixar de ser gratuita ou se ele vai só financiar o Twitter junto com outros apoiadores”, diz o professor.

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Teste em cobaias revela anticorpo capaz de prevenir disseminação do câncer e retardar evolução de tumor

Estudo foi feito com camundongos que receberam células tumorais de pacientes com câncer de cólon. Composto analisado por cientistas de empresa e de instituto

Por g1

Um grupo de cientistas divulgou nesta segunda-feira (25) a descoberta de um anticorpo que ataca células-tronco cancerígenas, mas que não danifica células saudáveis.

Segundo a pesquisa publicada na revista científica Nature Cancer, o Petosemtamab (ou MCLA-158) previne o início da metástase (ou seja, a disseminação do câncer para outros órgãos vitais) e, ao mesmo tempo, retarda o crescimento de tumores primários.

“A medicina do futuro começa aqui”, disse Eduard Battle, pesquisador do Instituto de Investigação em Biomedicina de Barcelona (IRB) que participou do projeto.

Uso de ‘espião’: os organoides

O estudo foi feito com camundongos, ou seja, ainda é considerado inicial, mas os cientistas afirmam que ele oferece as bases para a disseminação do uso de organoides (pequenos tecidos em 3D derivados de células-tronco) no processo de descoberta de novos medicamentos pela indústria farmacêutica.

Isso porque os organoides, que são culturas celulares, poderão facilitar a realização de testes e a identificação de medicamentos que serão eficazes para pacientes caso utilizadas nos estágios iniciais de desenvolvimento de drogas.

Outra vantagem é que há também a possibilidade de identificar logo de cara os possíveis efeitos colaterais desses medicamentos e até mesmo se eles serão eficazes contra tumores portadores de uma mutação específica.

Mas isso só foi possível porque, pela primeira vez, uma espécie de ‘biobanco’ de organoides de pacientes com câncer de cólon foi utilizado. Assim, os pesquisadores puderam identificar qual novo anticorpo, entre centenas analisados, foi mais eficaz e possivelmente mais adequado para a maioria dos pacientes.

Atualmente, a medicina regenerativa faz o uso de organoides somente para personalizar o tratamento contra o câncer: pesquisadores avaliam, por exemplo, a eficácia de um tratamento para um determinado paciente.

A empresa holandesa de biotecnologia Merus, que encabeçou o projeto com pesquisadores do IRB Barcelona, do Centro de Pesquisa Biomédica da Rede do Câncer (CIBERONC), pretende agora publicar nos próximos meses novos dados sobre os ensaios clínicos em andamento.

Teste de segurança em humanos

Em outubro do ano passado, a companhia apresentou dados preliminares sobre a segurança, tolerabilidade e atividade antitumoral da monoterapia com o MCLA-158 em um tumor maligno desenvolvido a partir de células epiteliais, o carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (HNSCC).

Segundo o estudo de fase 1, três dos sete pacientes com HNSCC obtiveram respostas parciais, com um atingindo resposta completa após a data de corte de dados de agosto de 2021. A redução do tumor foi observada em todos os sete pacientes.

“Esperamos que a atividade antitumoral relatada nos dados preliminares seja confirmada”, acrescentou Batlle.

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Elon Musk conseguirá comprar o Twitter? Rede social reavalia oferta de US$ 43 bi, diz jornal

Gabriela Bulhões  

Olhar Digital

O Twitter decidiu reavaliar a oferta de aquisição de US$ 43 bilhões de Elon Musk, após ele ter conseguido um financiamento efetuar a proposta. De acordo com fontes do The Wall Street Journal, isso é um sinal verde de que a plataforma pode ser mais receptiva a negociar. Tanto que eles se encontraram no último domingo (24) para debater conversar melhor.

O esperado era que o Twitter rejeitasse a nova oferta que Musk fez no início do mês por não ter detalhado como seria feito o pagamento. Só que depois que o bilionário divulgou que tem um financiamento de mais de US$ 46 bilhões, o jornal americano informou que a rede social está fazendo uma nova avaliação, podendo estar mais disposta a negociar.

Apesar disso, um acordo entre as duas partes – Twitter e Musk – parece estar distante de acontecer no momento. A empresa ainda calcula o seu próprio valor e pode insistir em concessões, obrigar Musk a concordar em cobrir proteções de separação, caso o acordo não se concretize, por exemplo.

A provável reviravolta por parte do Twitter acontece depois que Musk se reuniu com vários acionistas da empresa para exaltar as virtudes de sua proposta. Ademais, da mesma forma que Mark Zuckerberg está obcecado pelo Metaverso, Elon Musk está obcecado pelo Twitter e quer mesmo se tornar o dono da rede social.

Tanto que, o fundador da Tesla e da SpaceX registrou três novas empresas com os nomes de X Holdings, como mais uma tentativa de comprar o Twitter. A X Holdings está sendo fundada para ser a controladora das empresas do bilionário, como a Tesla, SpaceX e Bring Company, e empresas que podem se tornar de Musk no futuro, como é o caso do Twitter. As novas empresas foram registradas no estado de Delaware, nos Estados Unidos.

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Carro futurista: Nasa revela detalhes de veículo que levará astronautas à base da missão Artemis

Tamires Ferreira 

Olhar Digital

A Nasa revelou detalhes do veículo que fará o transporte dos astronautas até a base de lançamento da Artemis, primeira missão lunar tripulada para Lua após 50 anos. O carro, considerado um dos mais futuristas, será 100% elétrico e ainda não tem um nome oficial. 

Desenvolvido pela startup norte-americana Canoo, o carro terá o formato de um casulo e será zero emissão de carbono. De acordo com informações do UOL, serão fabricadas apenas três unidades que deverão estar prontas até junho de 2023, quando ocorrerão os primeiros testes. O veículo deverá percorrer 12 km com astronautas equipados a bordo – o trajeto vai do Centro de Operações Neil Armstrong até a plataforma de lançamento 39B. 

A missão tripulada Artemis tem o objetivo de levar o próximo homem à Lua e a primeira mulher, além da primeira pessoa negra. Contudo, isso não deve acontecer antes de 2024, ano oficialmente agendado para o histórico voo espacial. Antes disso, a agência pretende ainda realizar duas missões exploratórias, sem astronautas, como fase de testes – uma dessas deve ocorrer este ano.

Segundo a Nasa, os veículos elétricos da Canoo substituirão a frota Astrovan, veículos desenvolvidos em 1983, de cor prateada, e que transportaram astronautas para ônibus espaciais. Nas últimas missões tripuladas, o trajeto foi realizado por veículos da Tesla, do bilionário Elon Musk, também dono da SpaceX. 

O Programa Artemis é umas das missões mais aguardadas no ‘mundo espacial’, desde os membros diretamente ligados ao projeto até os fãs do assunto. Recentemente, a possibilidade de ter o seu nome ao redor da Lua na missão elevou ainda mais o interesse no programa. A Nasa liberou inscrições para quem quer ter seu nome marcado no espaço enquanto a cápsula Orion circunda a Lua, etapa conhecida como Artemis I. Saiba mais aqui.  

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