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Como interromper ataques à infraestrutura com ferramentas DDoS e Threat Intelligence

Para detectar um ataque DDoS em andamento antes que seja tarde demais, você precisa saber como é o tráfego normal da rede

Por Redação, editado por Adriano Camargo  

Olhar Digital

Fácil de lançar e muitas vezes devastadoramente eficaz, um ataque de distributed denial of service (DDoS) é uma das ameaças mais comuns no cenário atual de segurança cibernética. Em termos simples, um ataque DDoS procura interromper a conectividade ou os serviços do usuário de um alvo, inundando sua rede com um volume avassalador de tráfego fraudulento, tipicamente através de uma rede de bots.

A motivação do ataque pode variar de protestos políticos, guerras cibernéticas, vantagens competitivas ilícitas, ou extorsão para romper a segurança da vítima como cobertura para o roubo de dados. Em alguns casos, as gangues de ransomware chegam a lançar ataques DDoS contra suas vítimas para aumentar a pressão para o pagamento. Saber como impedir um ataque DDoS é uma prioridade crítica para os profissionais de segurança cibernética.

O ataque DDoS interrompe a conectividade de um alvo, inundando sua rede com enormes quantidades de tráfego fraudulento, principalmente através de uma rede de bots

Os danos de um ataque DDoS podem ser devastadores. Em uma pesquisa recente, 98% dos entrevistados relataram custos de mais de 100.000 dólares para cada hora de inatividade, enquanto mais de um terço dos custos estimados ultrapassam 1 milhão de dólares. O ataque DDoS médio causa $218.000 em danos diretos, além de qualquer extorsão, roubo de dados, interrupção de negócios ou danos à reputação da vítima e às relações comerciais e com os clientes.

Os famosos ataques DDoS nos últimos anos, incluindo ataques multi-terabit no Google, AWS e GitHub, mostram a escala potencial da ameaça. Sem uma estratégia eficaz de prevenção de ataques DDoS, complementada com soluções de proteção DDoS e inteligência de ameaças, as organizações estão correndo um risco significativo.

Como deter um ataque DDoS: 5 Melhores práticas para a prevenção de ataques DDoS

Para reduzir o risco de um ataque devastador de negação de serviço, as organizações precisam alavancar medidas abrangentes incluindo o baselining e monitoramento do tráfego de rede, o planejamento de ataques DDoS, medidas de mitigação de ataques DDoS e a implantação de ferramentas de proteção DDoS e inteligência de ameaças. As melhores práticas a seguir podem formar a base de uma estratégia eficaz de prevenção de ataques DDoS.

1. Saber o que vigiar – e vigiar

Para detectar um ataque DDoS em andamento antes que seja tarde demais, você precisa saber como é o tráfego normal da rede. Ao criar uma linha de base de seu padrão normal de tráfego, você pode identificar mais facilmente os sintomas de um ataque DDoS, tais como desempenho de rede inexplicavelmente lento, conectividade com pontos, falhas intermitentes na web, fontes de tráfego incomuns, ou uma onda de spam.

O monitoramento vigilante é crítico, incluindo tanto o tráfego de rede quanto o de aplicações; mesmo uma pequena anomalia pode sinalizar um teste por cibercriminosos antes de um ataque maior. Quanto mais cedo você detectar um evento em andamento, mais rápida e efetivamente poderá colocar em ação os planos de mitigação de ataques DDoS. Ao mesmo tempo, é fundamental minimizar os falsos positivos a fim de evitar interrupções operacionais desnecessárias.

2. Fazer um Plano de Resposta de Negação de Serviço

Quando você tiver determinado que um provável ataque DDoS está em andamento, sua organização precisa ser capaz de responder rápida e eficientemente. O planejamento detalhado evitará a necessidade de improvisar sob pressão. Seu plano deve incluir:

  • Uma lista de verificação de sistemas, ativos e ferramentas avançadas de detecção de ameaças
  • Uma equipe de resposta definida com as competências de mitigação de ataques DDoS
  • Procedimentos para manter as operações comerciais durante o ataque
  • Protocolos para notificação de incidentes e escalonamento
  • Um plano de comunicação abrangendo tanto os funcionários quanto as partes interessadas externas, tais como clientes e parceiros e a mídia

3. Garantir uma infraestrutura resistente

Dada a alta probabilidade de uma tentativa de ataque DDoS, você deve tomar medidas para minimizar o impacto de uma negação de serviço bem-sucedida. Projetar sua rede e sistemas para acomodar o excesso de tráfego – de 2 a 5 vezes das suas necessidades básicas previstas – pode ajudá-lo a absorver um ataque por tempo suficiente para montar uma resposta.

A distribuição de recursos pode limitar o alcance de um ataque, por exemplo, colocando servidores em diferentes centros de dados, e colocando data centers em diferentes redes e em diferentes locais físicos. Dispositivos redundantes e arquitetura de alta disponibilidade podem acelerar a restauração do sistema após um ataque DDoS (note que eles devem ser lançados somente após um ataque ter concluído para evitar expô-los a um ataque contínuo).

Evite ou endureça gargalos e pontos únicos de falha que podem ser especialmente vulneráveis a uma enchente de tráfego.

4. Refúgio na Nuvem

A nuvem oferece algumas possibilidades para reduzir o risco de um ataque DDoS. A migração de ativos para a nuvem é uma abordagem; os provedores de nuvens têm muito mais largura de banda do que a empresa típica, e a natureza distribuída da nuvem pode ajudar a resiliência. Se um servidor for bloqueado por um ataque DDoS, outros continuarão operando; do mesmo modo, backups seguros de dados na nuvem podem ajudar na rápida recuperação no caso de corrupção do sistema.

Por outro lado, os ambientes de nuvens multi-tenant podem trazer riscos próprios. Um provedor de nuvem, hospedagem ou colocação que detecta um ataque DDoS em um cliente pode encerrar todo o seu tráfego a fim de evitar impactos de spillover em outros clientes, deixando a empresa incapaz de fazer uma resposta mais precisa para preservar alguns serviços.

Da mesma forma, um ataque a outro cliente prestador de serviços de nuvem pode impactar sua empresa, mesmo que você não seja o alvo original. Nesta perspectiva, é importante trabalhar com provedores de nuvem, hospedagem e colocação, que oferecem proteção DDoS como um serviço para seus clientes.

5. Implantar Soluções de Proteção DDoS e Threat Intelligenc

A prevenção de ataques DDoS depende de uma estratégia multicamadas de melhores práticas, ferramentas e inteligência de ameaças. Sua solução anti-DDoS deve incluir capacidades de monitoramento de tráfego, detecção de ameaças em tempo real, bloqueio de comportamento anômalo, reconhecimento de padrão de ataque de dia zero, limpeza de DDoS e resposta automatizada.

A inteligência de ameaças é essencial para enriquecer suas ferramentas DDoS com dados oportunos sobre as atividades e tendências atuais de DDoS, incluindo os endereços IP de botnets DDoS e servidores vulneráveis conhecidos por estarem associados a ataques DDoS. Alavancada em conjunto com a detecção de ameaças em tempo real, capacidades de inteligência artificial (IA)/machine learning (ML) e extração automática de assinaturas, a inteligência de ameaças permite que as organizações adotem uma abordagem proativa para a mitigação de ataques DDoS.

*Ivan Marzariolli é country manager da A10 Networks

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Inconsistência contábil de R$20 bilhões da Americanas preocupa analistas

A descoberta de inconsistência no balanço da grande varejista causou a saída de dois executivos e preocupa analistas

Por William Schendes, editado por Adriano Camargo  

Olhar Digital

Americanas comunicou na última quarta-feira (11) inconsistências em contábeis em seu balanço fiscal. Foram encontrados financiamentos de compras de R$ 20 bilhões que a empresa está devendo para instituições financeiras.

A descoberta levou a saída do presidente da companhia, Sérgio Rial e diretor de relações com investidores da Americanas, André Covre, responsáveis por informar sobre as inconsistências. Ambos tinham entrado para a gigante varejista em 2 de janeiro.

“Numa análise preliminar, a área contábil da companhia estima que os valores das inconsistências sejam da dimensão de R$ 20 bilhões na data-base de 30/09/2022”, diz o comunicado da Americanas.

Conforme analistas consultados pela agência Reuters, consideram a inconsistência preocupante e decidiram colocar a recomendação das ações da Americanas sob revisão.

A equipe do Bradesco BBI considerou a informação “bastante negativa”, afinal o valor de R$20 bilhões é equivalente a duas vezes o valor de mercado da companhia.

“Esperamos uma grande reação negativa para a ação no pregão de amanhã. Diante da magnitude do evento e da falta de informações, estamos colocando o papel em análise por enquanto”, disse o relatório do Bradesco BBI assinado por Felipe Pinto e equipe.

Em relatório enviado a clientes durante a madrugada, analistas do Banco Citi, João Pedro Soares e Felipe Reboredo, consideram que a descoberta gera um “grande sentimento negativo, dado o golpe na credibilidade/governança”.

Analista da XP Investimentos consideram que além da inconsistência encontrada, a saída do presidente – que assumiu o cargo recentemente – deve impactar os investimentos na varejista.

“Sua saída pode ser vista pelos investidores como um alerta de mais riscos à frente”, disse a equipe de analistas da XP liderada por Danniela Eiger.

O Itaú BBA também colocou a recomendação das ações da varejista sob revisão. “Diante das notícias desfavoráveis, decidimos reavaliar nossa cobertura até que possamos entender melhor a situação.”, disse a subsidiária do Itau.

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A Microsoft adotará o ChatGPT no Bing? Analistas apontam que sim

Algumas especulações da mídia indicam que a Microsoft pretende investir mais US$10 bilhões na OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT

Por Luann Motta Carvalho, editado por Lyncon Pradella 

Olhar Digital

Desenvolvido pela empresa OpenAI, o ChatGPT é uma espécie de chatbot com inteligência artificial que vem sendo cada vez mais utilizado na web. Após investir US$ 1 bilhão (R$ 5,12 bilhões) nessa empresa em 2019, a Microsoft pode estar finalmente perto de obter os retornos dessa decisão.

As especulações envolvendo a Microsoft e o ChatGPT

  • Depois do investimento inicial em 2019, alguns rumores indicam que a Microsoft provavelmente irá investir mais US$ 10 bilhões na OpenAI;
  • Entre as especulações sobre o assunto, vários relatos da mídia garantem que a Microsoft pretende incorporar o ChatGPT ao buscador Bing;
  • Segundo o que apontam os veículos, com o ChatGPT, a Microsoft deseja que o buscador ofereça resultados “mais humanizados”, além dos links para informações.

Apesar das questões estarem no campo dos boatos, algumas pessoas alegam que as reportagens encontram certa precisão nessa relação entre a Microsoft e o ChatGPT. É o que comenta William McKeon-White, analista do Forrester.

“É muito provável que haja muita especulação dentro da Microsoft para descobrir exatamente o que eles farão com essas ofertas da OpenAI”, afirma McKeon-White, ao TechTarget. “Eu diria que a Microsoft não pode comentar sobre especulações porque ainda há muita especulação internamente”, acrescentou.

Dan Miller, analista e fundador da Opus Research, indica que há fortes sinais sobre a Microsoft investir mais dinheiro na OpenAI. “Trazer a propriedade intelectual da OpenAI para todos os tipos de infraestrutura de computação alimentada pelos sistemas operacionais da Microsoft, seu software, aplicativo e seus recursos de pesquisa, torna isso uma boa oportunidade”, disse ele.

Se a Microsoft seguir em frente com esse possível planejamento e incorporar o ChatGPT ao Bing, a empresa terá um desafio para fazer o buscador ser, de fato, um forte concorrente para o Google Search. Além de ter vários componentes em seu sistema, o buscador do Google pode identificar a intenção do usuários por trás de uma pesquisa, um recurso que está ausente no chatbot da OpenAI.

Além disso, o Google também fornece um catálogo de informações e a otimização de mecanismo de pesquisa (SEO). A capacidade de reconhecer sites e classificá-los é outra ferramenta que não está presente no ChatGPT.

Outra questão a se debater é sobre a atualização dos dados do ChatGPT, algo que a OpenAI realizou apenas até o final de 2021 e pode torná-los imprecisos no serviço da Microsoft. “Existem todos esses recursos adicionais que você precisa introduzir antes que possa ser totalmente útil hoje”, disse McKeon-White.

Informações via TechTarget

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Estrelas jovens e antigas são diferentes em uma galáxia satélite de Andrômeda

Análise mais aprofundada de todos os tempos da Galáxia do Triângulo descobre diferenças entre estrelas de acordo com as idades

Flavia Correia

Olhar Digital

Andrômeda é a vizinha mais próxima da Via Láctea e, assim como ela, também tem galáxias satélites (como são chamadas aquelas menores que orbitam outra de tamanho maior, também conhecida como galáxia primária). 

E é em uma dessas galáxias satélites de Andrômeda, a Galáxia do Triângulo, que está focado um estudo, apresentado nesta quarta-feira (11) na 241ª reunião da Sociedade Astronômica Americana em Seattle, nos EUA, que mostra as diferenças entre as aparências de estrelas jovens e antigas.

Esse estudo faz parte da Panchromatic Hubble Andromeda Treasury Triangulum Extended Region (PHATTER), uma extensa pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Washington (UW) e do Centro de Astrofísica Computacional, é a primeira observação aprofundada das populações distintas de estrelas que compõem Triângulo.

Os pesquisadores descobriram que essa galáxia satélite de Andrômeda tem duas estruturas drasticamente diferentes, dependendo da idade das estrelas.

“As estrelas mais jovens e as estrelas mais antigas da Galáxia do Triângulo – que podemos separar usando vários filtros de comprimento de onda no Telescópio Espacial Hubble – são organizadas de forma muito diferente”, disse Adam Smercina, pesquisador de pós-doutorado da UW.

Segundo ele, isso é surpreendente. “Para muitas galáxias, como a Via Láctea e Andrômeda, as estrelas são distribuídas de forma aproximadamente consistente, independentemente de sua idade. Esse não é o caso em Triângulo.”

Com cerca de 61 mil anos-luz de diâmetro, Triângulo é a terceira maior galáxia do nosso grupo local, depois de Andrômeda e da própria Via Láctea. Em imagens de baixa resolução, ela tem uma estrutura “floculante” – com muitos pequenos braços espirais irradiando de um centro bem definido.

Para a pesquisa PHATTER, foram usadas centenas de imagens de alta resolução do Hubble de diferentes seções de Triângulo em 108 órbitas ao longo de mais de um ano. 

Então, a equipe juntou essas imagens para criar um conjunto de dados abrangente e de alta resolução que, pela primeira vez, mostrou as estrelas individuais dessa galáxia sobre uma grande região em seu centro.

Graças à variedade de filtros do Hubble, os pesquisadores também conseguiram separar essas estrelas por idade. 

A distribuição de estrelas mais jovens e massivas – aquelas com menos de 1 bilhão de anos de idade – estava aproximadamente de acordo com o padrão “floculante”, pelo qual a Galáxia do Triângulo é tão reconhecida. 

Suas estrelas mais antigas e mais vermelhas, no entanto, são distribuídas em um padrão muito diferente: dois braços espirais irradiando de uma barra retangular no centro.

“Esta era uma característica em grande parte desconhecida e oculta dessa galáxia, que era muito difícil de ver sem esse tipo de pesquisa detalhada”, disse Smercina.

Estrelas velhas compõem a maioria da massa do Triângulo, mas são mais fracas do que as mais jovens, segundo Smercina. Isso poderia explicar por que o padrão “floculante” prevalece em imagens de baixa resolução da galáxia.

A equipe de pesquisa não sabe por que estrelas jovens e velhas têm distribuições tão divergentes no Triângulo. 

Em geral, as galáxias satélites são um grupo eclético, e muitas questões permanecem sobre sua formação e evolução. Elas têm muitas formas diferentes e podem ser moldadas por interações com suas galáxias-mães. 

A maior galáxia satélite da Via Láctea, a Grande Nuvem de Magalhães, por exemplo, é semelhante em tamanho e massa à Galáxia do Triângulo, mas tem uma forma irregular e globular devido à sua proximidade com a nossa galáxia.

A investigação PHATTER deve lançar luz sobre como esses tipos de galáxias se formam e interagem com as suas vizinhas maiores. A equipe planeja acompanhar essas descobertas iniciais, traçando a história da formação de estrelas em Triângulo, comparando diferentes seções da galáxia.

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Células ciborgue são desenvolvidas por pesquisadores

Células ciborgue desempenham as funções essenciais da célula natural, mas com alguns upgrades devido a materiais sintéticos inseridos nela

Por Mateus Dias, editado por André Lucena 

Olhar Dgital

Células são estruturas funcionais que constituem todos os seres vivos – exceto os vírus – e são responsáveis por desempenhar diferentes funções nos organismos vivos. Por causa disso elas são muito úteis para o desenvolvimento de pesquisas, sejam elas células naturais ou artificiais, ambas com diferentes prós e contras. Por causa disso pesquisadores desenvolveram as células ciborgue.

As células naturais geralmente podem realizar tarefas complexas através de suas construções genéticas, no entanto a sua replicação descontrolada pode trazer problemas para uso terapêutico.  Já as artificiais não apresentam esse problema. Elas são baseadas em material sintético não replicante, no entanto são mais simples, exercendo funções mais definidas e controláveis.

Em uma pesquisa recente publicada pela Advanced Science, pesquisadores criaram uma célula híbrida que eles apelidaram de célula ciborgue. Ela é composta por materiais sintéticos simples ao mesmo tempo que desempenha as funções complexas das células naturais.

Para que as células ciborgues fossem desenvolvidas, os pesquisadores montaram uma estrutura de polímeros sintéticos, dentro de células bacterianas. A inserção dos polímeros impossibilitou a divisão da célula bacteriana, mas manteve as funções essenciais, como metabolismo celular, mobilidade e síntese proteica.

Aplicação da pesquisa

Além disso, as células adquiriram maior resistência a fatores como estresse, que geralmente as matam. Experimentos realizados na célula ciborgue também mostraram que elas podem ser modificadas para atacar células cancerígenas do organismo.

“Estamos entusiasmados com as aplicações potenciais das células ciborgues para resolver desafios ambientais, diagnosticar ou tratar doenças e modular a microbiota perturbada”

Cheemeng Tan, Ph. D. pela Universidade da Califórnia e coautor da pesquisa, em resposta à Phys.

Jack Hu, da Academia Sinica, na China e um dos coautores do estudo, destaca a integração de materiais sintéticos na manipulação celular. “As células Ciborgue demonstram o poder da biologia sintética na combinação de células naturais e materiais sintéticos” aponta Hu.

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Reconhecimento facial, geolocalização e internet são usados para identificar terroristas em Brasília

Imagens de câmeras, informações de operadoras de celular e redes sociais também serão monitoradas

Por William Schendes, editado por Adriano Camargo  

Olhar Digital

Para investigar os responsáveis pelo ataque terrorista na Praça dos Três Poderes em Brasília no último domingo (8), o STF já adotou algumas medidas para identificar os responsáveis pelo ato terrorista.

Porém, a enorme quantidade de pessoas que participavam do crime dificulta o reconhecimento dos criminosos responsáveis pelo ato. Para auxiliar nas investigações, a tecnologia de reconhecimento facial deve ajudar as autoridades a identificar os envolvidos, afinal, os próprios criminosos produziram provas contra si mesmos ao publicar fotos e vídeos na internet.

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, ordenou a análise de imagens de câmeras instaladas em hotéis e locais públicos do Distrito Federal “que possam auxiliar no reconhecimento facial dos terroristas que praticaram atos do dia 8 de janeiro”.

Outra decisão do ministro determinou que as operadoras de telefonia armazenem “registros de conexão suficientes para a definição ou identificação de geolocalização dos usuários”. Com isso será possível investigar as pessoas que fizeram o trajeto do Quartel-General do Exército – um dos acampamentos de bolsonaristas em Brasília – até a praça dos três poderes.

Nas redes sociais usuários se mobilizaram para identificar os criminosos, a conta do Instagram @contragolpebrasil se identifica como um “perfil colaborativo para identificação de pessoas que atentam contra a Democracia no Brasil”. O perfil recebe denúncias de pessoas envolvidas nos atos antidemocráticos que puderam ser identificadas de diversas formas.

Em dois dias desde sua primeira publicação, o perfil conta com mais de um milhão de seguidores e conseguiu reunir cerca de 173 imagens com o nome e cidade de origem dos envolvidos.

Moraes também determinou que as redes sociais como Instagram, Twitter, Facebook e TikTok removam conteúdos com intuito de promover atos antidemocráticos. Já foram listados ao menos 17 perfis de bolsonaristas que promoveram os atos criminosos, sendo 9 no Instagram, 3 no Facebook, 3 no Twitter e 2 no TikTok.

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Sol sofre outra erupção do tipo mais violento em pouco mais de 24h

Esse foi o segundo registro de uma erupção solar classe X em um intervalo de um dia e o terceiro em uma semana

Flavia Correia  

Olhar Dgital

Na terça-feira (10), Olhar Digital noticiou que, no dia anterior, uma mancha hiperativa no Sol sofreu uma erupção de classe X1.9 (o tipo mais poderoso), como parte de uma onda de sucessivos episódios semelhantes. Agora, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos EUA revelou que outra explosão do mesmo tipo aconteceu pouco mais de 24 horas depois.

De acordo com a entidade, desta vez o evento se originou a partir de uma mancha recém-emergente que voltada em direção à Terra. O fenômeno foi registrado pelo Observatório de Dinâmicas Solares da NASA às 19h47 de terça, pelo horário de Brasília, e marca a terceira explosão da classe X em menos de uma semana.

Segundo a plataformaSpaceweather.coma erupção lançou uma pluma de detritos no espaço e a radiação ionizou a atmosfera superior da Terra, provocando apagões de rádio em todo o Pacífico Sul.

O que é uma erupção solar

O Sol tem um ciclo de 11 anos de atividade, e está atualmente no que os astrônomos chamam de Ciclo Solar 25. Esse número refere-se aos ciclos que foram acompanhados de perto pelos cientistas.

No auge dos ciclos solares, o Sol tem uma série de manchas em sua superfície, que representam concentrações de energia. À medida que as linhas magnéticas se emaranham nas manchas solares, elas podem “estalar” e gerar rajadas de energia.

De acordo com a NASA, essas rajadas são explosões massivas do Sol que disparam partículas carregadas de radiação para fora da estrela. Os clarões (sinalizadores) são classificados em um sistema de letras pela NOAA – A, B, C, M e X – com base na intensidade dos raios-X que elas liberam, com cada nível tendo 10 vezes a intensidade do último. 

A explosão mais recente, por exemplo, foi do tipo X.09 (um exemplo relativamente fraco da classe mais poderosa de erupções).

Esses eventos enviam partículas carregadas de radiação solar à incrível velocidade de 1,6 milhão de km/h, podendo atingir até mais nos casos de sinalizadores de maior classificação. Normalmente, levam alguns dias para chegar à Terra, quando direcionadas para o nosso planeta.

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Análise do gelo da Antártica dá detalhes climáticos da Terra dos últimos 11 mil anos

Pesquisadores dos EUA perfuraram o gelo da Antártica para analisar as temperaturas sazonais e a evolução climática da Terra

Por Mateus Dias, editado por Flavia Correia  

Olhar Digital

A Antártica possui muitos segredos e pode revelar muito sobre o passado da Terra. Sob a espessa camada de gelo do continente, um grupo internacional de pesquisadores realizou o estudo mais detalhado da história climática recente do planeta.

Publicada nesta quarta-feira (11) na revista Nature, a pesquisa liderada por cientistas da Universidade do Colorado em Boulder (CU Bolder) apresenta dados de temperatura de verão e inverno que datam de 11 mil anos atrás.

“O objetivo da equipe de pesquisa era ultrapassar os limites do que é possível com as interpretações climáticas do passado e, para nós, isso significava tentar entender o clima nas escalas de tempo mais curtas, neste caso sazonalmente, do verão ao inverno, ano a ano, por muitos milhares de anos”.

Tyler Jones, principal autor do estudo, em declaração ao site Phys

Ciclos de Milankovitch

Além de analisar a temperatura sazonal de um período de tempo de 11 mil anos, o estudo também comprova uma hipótese levantada há um século por Milutin Milankovitch de que os movimentos realizados pela Terra influenciam a longo prazo no clima do planeta.

Essa descoberta ajuda os cientistas a compreender os padrões climáticos do planeta e identificar quais mudanças climáticas são naturais e quais são ocasionadas pelos humanos, com o aumento das emissões dos gases do efeito estufa e consequente elevação da temperatura global.

Estudos de climas passados com base no gelo

A pesquisa de climas passados com base em blocos de gelo já é utilizada há bastante tempo pelos cientistas. As amostras de gelo, geralmente, são coletadas de cilindros que são retirados a partir de perfurações em camadas de água congelada. 

As amostras fornecem dados sobre a concentração de gases atmosféricos do passado e de temperaturas antigas. A maior amostra de gelo coletada tem 3,4 quilômetros de comprimento e 12 centímetros de diâmetros. Os cilindros são divididos em pedaços menores que são transportados para análises em diversos laboratórios.

11 mil verões e invernos revelados pelo gelo da Antártica

Para pesquisa de temperaturas sazonais, foi utilizado um núcleo de gelo retirado no Manto de Gelo da Antártica Ocidental. Os cientistas analisaram as proporções de isótopos da água no gelo que revelaram dados de temperaturas passadas e circulação atmosférica. Além disso, foi possível observar as transições entre as eras do gelo e o aumento da temperatura.

Jones e os outros pesquisadores precisaram desenvolver um método de estudar o gelo que sofre um processo chamado difusão, que desfoca o detalhamento dos dados. Para isso, os cientistas estudaram durante 15 anos núcleos de gelo de alta qualidade para corrigir o desfoque. 

Agora, os pesquisadores pretendem estudar núcleos de gelo de alta qualidade de outras regiões do planeta para entender melhor como as temperaturas globais variam.

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Novo planeta que pode ser habitável é encontrado pela Nasa

Identificado como TOI 700 e, o corpo celeste tem tamanho semelhante ao da Terra e condições ideais para possuir água em sua superfície.

Por Júlia Putini, g1

O planeta  TOI 700 e. — Foto: NASA/JPL-Caltech/Robert Hurt

O planeta TOI 700 e. — Foto: NASA/JPL-Caltech/Robert Hurt

Um novo planeta que pode ser habitável foi descoberto pelo satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da Nasa.

Identificado como TOI 700 e, ele está em uma “zona habitável”, isto é, está em uma região de seu sistema planetário que permite a presença de água líquida em sua superfície, viabilizando a existência de vida.

A descoberta foi apresentada na terça-feira (10) na 241ª reunião da Associação Astronômica Americana, em Seattle, que acontece entre os dias 8 e 12 de janeiro.

O corpo celeste é um dos poucos planetas do tamanho da Terra descobertos na zona habitável de uma estrela até agora. O sistema onde ele se encontra possui outros três planetas (TOI 700 b, c, d). Dos quatro, apenas dois têm condições para ser habitável.

Como é o planeta

Localizado no sistema planetário TOI 700, o planeta está a 100 anos-luz, na constelação Dorado, e tem as seguintes características:

  • Tem 95% do tamanho da Terra;
  • Provavelmente é rochoso; e
  • Completa uma órbita a cada 28 dias.

Este é um dos poucos sistemas com vários planetas pequenos e de zona habitável que conhecemos.— Emily Gilbert, membro do laboratório Jet Propulsion da Nasa.

De acordo com Paul Hertz, diretor da divisão de astrofísica na sede da Nasa, o satélite TESS que encontrou os planetas desse sistema foi projetado e lançado especificamente para encontrar corpos celestes do tamanho da Terra orbitando estrelas próximas.

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SpaceX vai lançar foguete Falcon Heavy esta semana

Dois meses após o voo mais recente do foguete Falcon Heavy, a empresa vai fazer um novo lançamento do veículo espacial

Por Mateus Dias, editado por Flavia Correia 

Olhar Digital

Conforme revelado pelo Olhar Digital, a SpaceX estaria programando mais um voo do foguete Falcon Heavy ainda para este mês. Isso, de fato, se confirmou: o veículo está se preparando para seu quinto lançamento, que deve acontecer no sábado (14).

Em 1º de novembro de 2022 o poderoso foguete fez seu quarto voo, o que aconteceu após 40 meses desde a última decolagem. Desta vez, pelo que vemos, a espera não foi tão longa.

Com o voo marcado para o fim desta semana, a SpaceX já está preparando o foguete para a decolagem, que acontecerá no Centro Espacial Kennedy, da NASA, em Cabo Canaveral, na Flórida, às 16h51 (pelo horário de Brasília) – segundo informado pelo site Everyday Astronaut.

Em seu perfil do Twitter, a SpaceX mostrou os preparativos para o lançamento. A postagem conta com duas fotos do Falcon Heavy no hangar no Complexo de Lançamento 39A.

SpaceX Falcon Heavy 

O foguete, que possui 27 motores em seu primeiro estágio, é baseado em outro modelo da SpaceX, o Falcon 9. O Falcon Heavy conta com os três primeiros estágios do Falcon 9, acoplados a um booster central sob um estágio superior, além das cargas úteis.

Segundo as especificações dos foguetes, o Falcon Heavy consegue transportar até 64 toneladas de carga para a órbita terrestre. Já seu irmão menor, suporta levar para órbita baixa apenas 22,8 toneladas de carga.

Até muito recentemente, o Falcon Heavy era o foguete mais poderoso em operação. O foguete da SpaceX possui cerca de 9100 cv de potência. O posto só foi perdido pelo Space Launch System (SLS), da NASA, responsável por lançar a missão Artemis 1, em 16 de novembro de 2022. O SLS tem uma potência de 16000 cv.

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