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O novo “braço de selfie” vai tornar selfies ainda mais depressivas

Divulgação.

Acabaram de inventar uma maneira de tornar as selfies ainda mais hilárias – ou mais depressivas, dependendo do ponto de vista.

O “selfie arm”, ou braço de selfie, serve para simular uma situação onde o usuário está de mãos dadas com alguém. O artefato é apenas um conceito e foi criado pelos designers Aric Snee e Justin Crowe.

Segundo o DesignBoom, os criadores inventaram o braço de selfie como um comentário sarcástico da nossa suposta “conectividade” e de como estamos cada vez mais solitários em tempos de redes sociais.

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Apesar de não se tratar de um produto real, é uma maneira de abordar o fenômeno do pau de selfie e da nossa necessidade obsessiva – quase narcisista – em mostrar nossa presença online.

As selfies têm sido cada vez mais hostilizadas. O festival de Cannes, que começa agora em maio, disse que não irá proibir esse tipo de foto, mas caracterizou os autorretratos como “grotescos” e “inconvenientes”. Já locais como o Museu do Louvre, em Paris e o estádio de Winbledom, entre outros espaços, proibiram o pau de selfie. [Via Mashable]

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MundoBit

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Empresa cria torradeira que deixa ‘selfie’ nas fatias de pão

Que tal um selfie comestível no café da manhã? A empresa Hammacher Schlemmer criou uma torradeira que deixa um “selfie” nas fatias de pão. Os “autorretratos” são torrados por duas placas que são colocadas no interior do equipamento.

Empresa criou torradeira que deixa 'selfie' nas fatias de pão (Foto: Reprodução/Hammacher Schlemmer )
Empresa criou torradeira que deixa ‘selfie’ nas fatias de pão (Foto: Reprodução/Hammacher Schlemmer )

Segundo a empresa, a torradeira usa faixas personalizadas de aquecimento a partir de uma placa criada com base em uma fotografia da pessoa. Os detalhes sobre a face do indivíduo são transpostos para a placa removível individual.

Isso permite que, durante o processo, a placa reproduza diferentes escalas de marrom no pão. Segundo a empresa, as placas que reproduzem o selfie são fabricadas a partir de uma imagem digital de alta resolução do cliente. A torradeira custa US$ 69,95.

 

Do G1, em São Paulo

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Google, Facebook e Twitter se mobilizam pelo Nepal (e você pode ajudar)

Foto: AFP.

Google e Facebook se uniram para ajudar os sobreviventes do terremoto no Nepal. O tremor de 7,8 na escala Richter causou a morte de mais de 4 mil pessoas, segundo autoridades do país.

As duas gigantes lançaram páginas especiais para encontrar desaparecidos e também para facilitar quem quer ajudar.

O Facebook divulgou o Safety Check, página que confirma se uma pessoa afetada pelo tremor está em segurança. Quem possui perfil na rede social e estiver no Nepal receberá uma notificação perguntando se estão bem.

safety

É uma forma prática e rápida de informar aos familiares e amigos que estão em segurança. Outras pessoas também poderão atualizar a ferramenta com dados dos amigos que se encontram bem. “Quando catástrofes acontecem, as pessoas precisam saber se as pessoas de quem gostam estão bem. É em momentos como estes que estar em contacto realmente importa”, disse o CEO do Facebook Mark Zuckerberg, em um post.

Já o Google ativou o Person Finder, que é um localizador de pessoas já usado em outras catástrofes naturais, como o terremoto no Haiti em 2010.

O Google usa a base de dados de pesssoas desaparecidas, bem como outras fontes de organizações e autoridades para gerar seus resultados. O usuário pode tanto buscar informações sobre alguém como oferecer dados. Há duas opções no site: I’m looking for someone (Estou à procura de uma pessoa) e I have information about someone (Tenho uma informação sobre alguém).

 

MundoBit

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Ministério da Justiça notifica Tim por publicidade enganosa do Whatsapp Ilimitado

Segundo o órgão, generalizar dizendo que o serviço é "ilimitado" não está correto, pois, em um determinado momento, ele será cortado (foto: Mayra Cavalcanti/NE10)

O Ministério da Justiça (MJ), através do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da Secretaria Nacional do Consumidor, notificou a operadora Tim, na última sexta (25), por publicidade enganosa do serviço de acesso à internet Tim Whatsapp Ilimitado. Segundo o órgão, generalizar dizendo que o serviço é “ilimitado” não está correto, pois, em um determinado momento, ele será cortado. Alguns contratos desse tipo vão até junho, por exemplo, segundo explicou a pasta através de sua assessoria de imprensa. O MJ solicitou, então, que a empresa de telefonia preste esclarecimentos sobre o assunto.

“Foram solicitadas informações sobre divergências quanto à oferta e publicidade do serviço e as condições e limitações contratuais, a fim de se verificar os indícios de publicidade enganosa e se todos os direitos e garantias dos consumidores estão sendo respeitados”, informou o ministério em comunicado.

De acordo com o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da Senacon/MJ, Amaury Oliva, “é dever do fornecedor informar, esclarecer e orientar o consumidor sobre todas as condições do serviço ofertado. A oferta e a publicidade revelam o padrão ético das empresas. Não podemos admitir que elas se aproveitem da vulnerabilidade dos consumidores, criem falsas expectativas e enganem o consumidor”.

A operadora terá o prazo de até dez dias para prestar os esclarecimentos à secretaria. Se condenada, pode ser multada em valores que chegam a R$ 7 milhões.

O que diz a Tim?

Em nota, a operadora informou que “sempre incluiu, nas suas peças publicitárias, a data de validade da referida promoção – tal como usual nas comunicações de ofertas praticadas por todo o mercado – e que prestará os esclarecimentos necessários em sua resposta”.

 

Jornal do Commercio

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Terra sofre ameaça potencial de impacto de 500 asteroides, diz ESA

Ilustração feita pela Agência Espacial Europeia mostra asteroides passando próximo da Terra (Foto: ESA/P.Carril)
Ilustração feita pela Agência Espacial Europeia mostra asteroides passando próximo da Terra (Foto: ESA/P.Carril)

Cerca de 500 asteroides ameaçam potencialmente a Terra, um problema para o qual especialistas da Agência Espacial Europeia (ESA) encontraram soluções que parecem ter saído de um filme de ficção científica.

“Temos cerca de 500 objetos próximos à Terra identificados que poderiam, dentro de 100 anos, eventualmente tocar a terra, mas a probabilidade é muito baixa, em alguns casos de 1 em 1 milhão”, disse Detlef Koschny, chefe do setor de NEO (Near-Earth Objects) na ESA.

“Seguimos seus caminhos, tentamos prever o que poderiam ser e se, eventualmente, representarão um risco”, explicou Koschny a partir do centro operacional dos NEO na cidade italiana de Frascati, perto de Roma.

“Em caso de perigo real, temos duas soluções atualmente viáveis “, acrescentou o especialista. “O primeiro é o acidente de movimento cósmico”, disse.

“Imagine um veículo, que é o asteroide, e um outro veículo, que é a nossa ferramenta, colidindo com ele e o deslocando de sua trajetória. Por conta da pressão, é possível desviá-lo gradualmente da Terra”, afirmou. “A segunda solução é destruir o asteroide com a ajuda de uma explosão nuclear”, acrescenta Koschny.

Ação à distância

A questão é: como mirar um objeto espacial viajando a 3.600 km/h com um outro objeto lançado para interceptá-lo com a mesma velocidade?

“A partir de uma experiência americana chamada Deep Impact sabemos que é possível alcançar todos os objetos maiores que 100 metros de diâmetro. Nos encaminhamos provavelmente aos satélites autoguiados por uma câmera, porque não teríamos tempo para dirigi-los a partir da Terra”, explica o cientista.

“É mais fácil quando é Bruce Willis quem faz isso”, diz, brincando, Richard Tremayne-Smith, copresidente da Conferência de Defesa Planetária (Planetary Defence Conference, PDC), realizada em Frascati. Uma alusão ao filme americano “Armageddon”, em que o ator destrói um asteroide que ameaça a Terra.

“A defesa planetária era um hobby há dez anos. Hoje, tornou-se uma preocupação global”, aponta William Ailor, segundo co-presidente do PDC.

A PDC é coisa séria e envolve especialistas da Nasa, da ESA e de outras instituições, mas também há lugar para jogos de RPG.

“O jogo consiste em simular uma crise [provocada] por uma possível queda de um asteroide na Terra, com três pessoas desempenhando o papel de autoridades políticas, seus conselheiros científicos, representantes das populações ameaçadas e a imprensa”, explicou Debbie Lewis, especialista em gestão de catástrofes.

“Precisamos de acordos de comando, controle, coordenação e comunicação em nível internacional”, insistiu a especialista. É que os danos causados pela queda de um asteroide podem ser gigantescos em função do tamanho.

Segundo vários especialistas, 75% das diferentes formas de vida na Terra, inclusive os dinossauros, desapareceram por causa da queda de um enorme asteroide há 65 milhões de anos.

“Devemos estar preparados, o despertador já tocou, mas teimamos em desligá-lo”, afirmou Lewis.

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Google lança competição de robótica a jovens do mundo todo

Da Folhapress

No ano passado, participaram 300 times do mundo todo, sendo 9 do Brasil / Foto: divulgaçãoNo ano passado, participaram 300 times do mundo todo, sendo 9 do BrasilFoto: divulgação

O Google lança nesta semana a quarta edição de uma competição mundial de ciência e robótica, para jovens entre 8 e 17 anos. Os jovens devem formar equipes para, na primeira etapa, mostrar como a Lua os inspira.

Trinta equipes vão se classificar para a segunda etapa, na qual terão de desenvolver um robô que poderia atuar na Lua. O material será fornecido gratuitamente pela organização do Moonbot, nome da competição, em alusão às palavras Lua e robô, em inglês.

As três melhores equipes ganharão uma viagem ao Japão, para conhecerem equipes que desenvolvem tecnologia para transporte para a Lua.

No ano passado, participaram 300 times do mundo todo, sendo 9 do Brasil. Passaram à final 25 (dois brasileiros).
As inscrições vão até o dia 23 de junho, pelo site moonbots.org. Cada equipe deve ter um capitão, com 18 anos ou mais.

 

 

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Twitter contra a violência

twitter

O Twitter resolveu se pronunciar e agir para combater as ameaças de violência por meio da rede social. Depois de muita pressão dos usuários, resolveu atacar o assunto de frente e anunciou essa semana uma série de novas regras de utilização de seu serviço, buscando exterminar o comportamento de sua rede: “Estamos atualizando nossa política de ameaças para que as proibições não sejam limitadas a ‘ameaças de violências específicas direcionadas diretamente a outros’, estendendo-a a ‘direcionadas diretamente a outros ou promovendo a violência contra outros’. Nossa política anterior era fraca e limitava nossa habilidade de agir em certos casos de comportamento ameaçador”, explicou Vijaya Gadde, consultor geral do Twitter ao WWD.

Além disso, o Twitter tem uma nova medida que o permite bloquear contas com posts abusivos por períodos específicos. O próximo passo já está em teste: uma ferramente que ajuda o site a identificar tweets abusivos e limitar seu alcance. Vamos ver se assim o povo para. De ser sem noção, de ser covarde, de ser misógino, de ser abusado. Tá com tempo de sobra? Sai do Twitter e vai fazer trabalho voluntário. Assim todo mundo ganha.

 

Do Social 1

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Em vigor há um ano, Marco Civil da Internet busca consenso para regulamentação

Da Agência Brasil

Debates sobre Marco Civil e proteção de dados pessoais foram prorrogados até 5 de julho / Foto: divulgaçãoDebates sobre Marco Civil e proteção de dados pessoais foram prorrogados até 5 de julhoFoto: divulgação

Com um ano completado nesta semana, o Marco Civil da Internet aguarda regulamentação para detalhar, de forma mais precisa, pontos importantes e polêmicos da lei que também é chamada de Constituição da Internet. Apesar de a regulamentação não ter sido finalizada – sob a justificativa de se buscar um texto o mais consensual possível, de forma a facilitar sua tramitação no Legislativo – governo e provedores têm comemorado os benefícios do Marco Civil para aqueles que usufruem da grande rede.

“O governo tem uma avaliação muito positiva sobre esse primeiro ano do Marco Civil. Ao longo desse período vimos que a dimensão que projetamos durante os debates foi consolidada. Mais do que uma lei, o Marco Civil brasileiro é referência para o debate mundial sobre a relação entre população e internet, deixando claros direitos e garantias das pessoas e dando segurança jurídica às empresas do setor”, disse à Agência Brasil o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Gabriel Sampaio.

A fim de se chegar a um texto final mais consensual para regulamentar o Marco Civil – e dessa forma ter menos resistência durante sua tramitação no Congresso Nacional – o governo tem buscado contribuições por meio do site do Ministério da Justiça. Ainda não há data prevista para conclusão do texto, mas, segundo Sampaio, a expectativa é que ocorra no segundo semestre deste ano. “Até dia 30 de abril vamos manter uma plataforma [de consulta pública, disponível no site do Ministério da Justiça] para receber contribuições para alguns dos eixos da regulamentação do Marco Civil. Em especial, para os que tratam da neutralidade da rede; da guarda de registros de aplicação e conexão; e da privacidade”, disse o secretário. O quarto eixo é mais genérico, abrangendo os “demais temas”.

Os debates sobre Marco Civil e proteção de dados pessoais foram prorrogados até 5 de julho, na busca por mais interações. Após o encerramento da  fase de coleta de sugestões, terá início a etapa de sistematização das propostas. “Possivelmente faremos uma nova rodada de debates a partir de um texto base e, só depois, o texto será encaminhado à Presidência da República. Nossa expectativa é que isso seja feito no segundo semestre deste ano. Mas, se for da vontade da presidenta [Dilma Rousseff], poderemos antecipar isso, porque o trabalho já está bem avançado. Não há pressa, porque o que buscamos é o consenso”, explicou Sampaio.

A regulamentação tratará, entre outras coisas, das exceções previstas para o Marco Civil. Algumas delas voltadas à priorização de serviços de emergência, de utilidade pública, saúde e outras relativas aos requisitos técnicos a serem adotados para a prestação de serviços de internet. “Tudo será analisado, até para tecnicamente sabermos se há algum tipo de degradação ou discriminação de dados que possam prejudicar o usuário da rede”, acrescentou.

Um dos pontos mais polêmicos é o que trata da neutralidade da rede, item segundo o qual pacotes de dados têm a obrigação de serem tratados de forma isonômica, em termos de qualidade e velocidade, sem distinção de conteúdo, origem, destino ou serviço.

Representante dos provedores regionais de internet – em geral, empresas que apesar de menor porte estão espalhadas por todo o país, principalmente nas localidades que não despertaram tanto interesse para os grandes do setor –, a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) sempre foi favorável à neutralidade da rede. “Sem ela, as empresas de menor porte seriam muito prejudicadas. Muitas quebrariam, o que resultaria em monopólio no setor. Em outras palavras, impediria a evolução da própria internet”, explicou o presidente da entidade, Basilio Rodriguez Perez.

Segundo ele, “a internet é um ambiente em constante evolução, que permite o surgimento quase instantâneo de empreendimentos como Facebook e Youtube, que são bastante recentes. Outros, que nem eles, aparecerão. Sem neutralidade, no entanto, qualquer novo serviço que afete as empresas que já estão operando poderá ser prejudicado, evitando que a evolução se perpetue”, acrescentou.

Segundo a Abrint, grandes operadoras têm sido “criativas”, no sentido de desobedecer as regras de neutralidade, mesmo após a sanção do Marco Civil da Internet. “Algumas ofertas disfarçadamente mexem na neutralidade ao não contabilizar como tráfego de dados os acessos a algumas redes sociais. Isso fere a neutralidade, porque para deixar esse acesso liberado, eles bloqueiam as demais redes equivalentes”, disse.

“O que eles têm feito é prejudicar o restante, tirando do usuário o poder de decisão sobre o que ele pode ver. A pessoa acha que está sendo beneficiada, por ter facilidades para um determinado acesso. Mas, na verdade, está sendo prejudicada para os demais acessos”, completou o presidente da Abrint.

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Hackers russos leram emails de Obama, diz jornal

Da AFP

Segundo o jornal nova iorquino, não se sabe quantas mensagens de Obama foram lidas / Foto: AFPSegundo o jornal nova iorquino, não se sabe quantas mensagens de Obama foram lidasFoto: AFP

Os emails do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foram lidos por hackers russos no ano passado após os sistema de computadores da Casa Branca ter sido invadido, afirmou o jornal The New York Times nesse sábado (25).

No início desse mês, funcionários do governo americano admitiram que houve um ataque cibernético no ano passado, mas não foi confirmado que o ação tenha partido da Rússia.
Segundo o jornal, que cita altos funcionários como fonte, o ataque pode ter sido “mais intrusivo e preocupante” do que o divulgado pelo governo e os hackers podem estar relacionados ou até mesmo trabalhar para Moscou.
Os hackers, que também entraram no sistema de computadores do Departamento de Estado, tiveram acesso aos emails de pessoas de dentro da Casa Branca, e talvez a de algumas pessoas de fora, que têm comunicação regular com Obama, disse o The New York Times.
De acordo com as fontes, teria sido a partir dessas contas que os hackers chegaram aos emails enviados e recebidos por Obama.
Os hackers não parecem ter entrado nos servidores que controlam o tráfego de mensagens do BlackBerry usado pelo presidente americano e a Casa Branca afirmou que a as redes não foram comprometidas.
Segundo o jornal nova iorquino, não se sabe quantas mensagens de Obama foram lidas e seu email não parece ter sido hackeado.
A maioria das informações sigilosas são passadas a Obama oralmente ou em papel. Os documentos costumam ser guardados no Salão Oval ou na Sala da Situação da Casa Branca.

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Telescópio Hubble popularizou a astronomia, diz brasileiro na Nasa

 Fotografia de 25 de abril de 1990 mostra telescópio espacial Hubble em órbita da Terra  (Foto: Nasa/AP)
Fotografia de 25 de abril de 1990 mostra telescópio espacial Hubble em órbita da Terra (Foto: Nasa/AP)
Infográfico explica como funciona o telescópio Hubble (Foto: G1)

Para o astrofísico brasileiro Rafael Eufrásio, que trabalha na Nasa, o telescópio espacial Hubble inspirou uma geração inteira de novos cientistas. “Desde selos de cartas, a roupas, gravatas e outros adereços é fácil perceber que o Hubble exerceu e exerce um papel fundamental em expor e criar interesse de crianças e jovens a seguirem carreiras científicas em geral”, afirmou o pesquisador por e-mail, em entrevista ao G1.

O instrumento – que orbita a Terra a 570 km de altitude e é resultado de uma colaboração entre a agência espacial norte-americana, a Nasa, e a Agência Espacial Europeia, a ESA – comemora 25 anos no espaço nesta sexta-feira (24).

Eufrásio trabalha desde 2008 no Goddard Space Flight Center da Nasa, responsável pelas operações do Hubble. Em seus projetos de pesquisa, que envolvem a identificação das características da formação das estrelas em galáxias entre 10 e 300 milhões de anos-luz da Terra, o brasileiro conta que o Hubble teve o papel de discernir detalhes nas imagens que nenhum dos outros telescópios proporcionava.

O instrumento, que pesa 11 toneladas, mede 13,2 metros de comprimento por 4,2 metros de diâmetro. Com um espelho primário de 2,4 metros de diâmetro, o Hubble possui 100 terabytes de dados arquivados e gera atualmente 140 gigabytes de dados brutos por semana.

Expansão acelerada do Universo
Segundo Eufrásio, o Hubble garantiu imagens muito mais nítidas do que qualquer outro observatório na Terra e, por isso, muitos fenômenos inesperados foram revelados. “Isso mudou completamente o que entendíamos como astrofísica”, diz. Um dos principais exemplos foi a pesquisa que confirmou a expansão acelerada do Universo. A descoberta, que levou ao Nobel de 2011, foi feita por observações de explosões de supernovas obtidas pelo Hubble e por outros telescópios na Terra.

Aprender sobre o ciclo de vida das estrelas foi uma das razões para a construção do telescópio. Por ele operar acima das distorções e dos efeitos bloqueadores da atmosfera terrestre, os astrônomos esperavam poder contemplar um passado mais distante, analisando gerações de estrelas e galáxias que se formaram mais perto do Big Bang, a explosão que teria dado início ao universo, cerca de 13,7 bilhões de anos atrás.

O Hubble revelou, além disso, buracos negros no coração de galáxias cuja existência até então a ciência conseguia apenas supor. Ele também fez um milhão de imagens de corpos celestes, alguns dos quais nos confins do cosmos.

Percalços
A história do Hubble não foi só feita de imagens impressionantes e descobertas revolucionárias. Eufrásio lembra que, por um defeito no polimento do espelho, o telescópio inicialmente produziu imagens borradas, o que só foi consertado na primeira missão de conserto em dezembro de 1993, quando astronautas substituíram um dos instrumentos pelo COSTAR (Corrective Optics Space Telescope Axial Replacement).

 Imagem feita pelo Hubble mostra Messier 57, a Nebulosa do Anel: trata-se da segunda nebulosa planetária a ser descoberta  (Foto: NASA/ESA, C. Robert O'Dell, Vanderbilt University/AP)
Imagem feita pelo Hubble mostra Messier 57, a Nebulosa do Anel: trata-se da segunda nebulosa planetária a ser descoberta (Foto: NASA/ESA, C. Robert O’Dell, Vanderbilt University/AP)

“O COSTAR é de fato os ‘óculos’ (ou ‘lentes de contato’) do Hubble. Até hoje, cinco missões de conserto foram enviadas, com os astronautas substituindo instrumentos e giroscópios por equipamentos de ponta. A última missão de conserto foi em 2009 e hoje se espera que o Hubble continue funcionando como está, pelo menos, até 2020.”

Acesso ao Hubble
Qualquer pessoa de qualquer país pode soclicitar o uso do Hubble em pesquisas, desde que justifique cientificamente o uso, diz Eufrásio. O comitê julgador deve entender que aquele é o melhor uso do instrumento. “A comunidade brasileira é bem ativa e tem se tornado cada vez mais competitiva, especialmente com o possível ingresso do Brasil no Observatório Austral Europeu (European Southern Observatory, ESO) e com a participação de brasileiros em diversas colaborações para desenvolvimento de telescópios futuros.”

 Imagem feita pelo Hubble mostra a galáxia espiral NGC 1300  (Foto: NASA/ESA, Hubble Heritage Team STScI/AURA/AP)
Imagem feita pelo Hubble mostra a galáxia espiral NGC 1300 (Foto: NASA/ESA, Hubble Heritage Team STScI/AURA/AP)

A Nasa espera manter o Hubble em operação sem conserto até pelo menos 2020. Seu sucessor, o Telescópio Espacial James Webb, deve ser lançado em outubro de 2018. “O James Webb Space telescope, apesar de ser o sucessor científico do Hubble, terá abilidades complementares às do Hubble e não será responsável por ‘aposentar’ o Hubble”, explica Eufrásio.

Segundo ele, o novo telescópio produzirá imagens mais nítidas, mas o campo de visão será bem menor. “As capacidades que o Hubble tem de observar luz vizível e ultravioleta ainda serão únicas.”

 Imagem mostra os remanescentes de uma explosão de uma supernova conhecida como Cassiopeia A (Foto: NASA, ESA, Hubble Heritage STScI/AURA-ESA/Hubble Collaboration via AP)
Imagem mostra os remanescentes de uma explosão de uma supernova conhecida como Cassiopeia A (Foto: NASA, ESA, Hubble Heritage STScI/AURA-ESA/Hubble Collaboration via AP)
Do G1, em São Paulo

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