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Apple Watch faz ligações, pagamentos e custará a partir de 349 dólares

Foto: Divulgação.

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A Apple apresentou nesta tarde detalhes do seu primeiro relógio inteligente, o Apple Watch. Este é o primeiro novo produto da empresa desde que apresentou o iPad em 2010. O produto chega às lojas já na semana que vem por preços que variam entre 399 e 10 mil dólares. O aparelho faz ligações, monitora saúde do usuário, realiza pagamentos e possui 2 milhões de combinações em seu design.

O anúncio aconteceu no centro de arte Yerba Buena de São Francisco, nos EUA. Na mesma ocasião foram apresentados o novo MacBook e o framework Researchkit, para pesquisas em saúde.

A Apple fez uma apresentação do potencial do Apple Watch, desde já um dos maiores competidores no crescente mercado de computadores vestíveis. A companhia demorou a entrar na briga, mas já chega batendo de frente em empresas como Sony, LG e Samsung, que já lançaram modelos de relógios e pulseiras.

Relógio poderá servir como cartão de embarque. (Divulgação).

O Apple Watch tem corpo de metal, tela sensível ao toque e um controle em formato de botão giratório em um dos lados. Entre as funcionalidades estão a leitura de mensagens de texto, e-mails e notificações em sincronia com o iPhone ou iPad. Ele também pode servir como cartão de embarque e para abrir a porta de quartos de hotéis depois do check-in. A função ApplePay, de pagamentos digitais, também estará embutido no aparelho.

Com suporte à assistente pessoal Siri, o Apple Watch também tem recurso para escrever mensagens ditadas pelo usuário. Segundo o CEO da Apple, Tim Cook, os aplicativos para o aparelho estarão na AppStore junto com guias de uso. Ele também realiza chamadas através de um microfone interno.

Aparelho tem tela sensível ao toque. (Divulgação).

Recarga

O aparelho aguentará 18 horas de uso, o que dá mais ou menos um dia útil na vida do usuário. A recarga será sem fios, como acontece com o rival Moto 360. Falando nele, o relógio da Motorola possui autonomia de 1,5 a 2 dias, o que gerou críticas à Apple pela baixa capacidade do Apple Watch.

Bateria aguenta 18 horas. (Divulgação).

Preços

O Apple Watch com pulseira de aço inoxidável custará entre 549 dólares e 1.049 dólares na opção de 38 mm. Já a versão de 42 mm ficará entre 599 dólares 1.099 dólares. A opção Sport de 38mm ficará por US$ 349 e a 42mm por US$ 399. A mudança de preço varia de acordo com a pulseira escolhida. Há ainda uma versão de ouro que sai por incríveis 10 mil dólares.

O relógio começa a ser vendido no dia 24 de abril em diversos países.

A força da Apple

Analistas acreditam que o lançamento do Apple Watch vai trazer uma “legitimidade” a esse tipo de produto que ninguém conseguiu dar até agora. Segundo o analista da Forrester Research, James McQuivery, o setor ainda não está totalmente desenvolvido e a chegada da Apple trará popularidade.

O mais popular relógio inteligentem, o Peeble, vendeu um milhão de unidades em dois anos. Já todas as companhias que usam a versão Android para computação vestível, como Samsung, Motorola e LG, venderam apenas 700 mil. A previsão dos analistas para o Apple Watch é de 10 a 20 milhões nos primeiros dois anos.

 

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Agência Espacial Brasileira espera crescimento no uso de foguetes brasileiros

Foto: Divulgação.

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), em São José dos Campos (SP), prevê crescimento do mercado para o foguete brasileiro VSB-30, após o sucesso do lançamento ocorrido à semana passada no Esrange Space Center, na Suécia.

A operação marcou o 15° lançamento do VSB-30. “Estamos superando as expectativas, que eram de lançar dois foguetes por ano”, disse Eduardo Dore Roda, gerente de Projeto do IAE. Este ano, são quatro lançamentos.

Dos 15 lançamentos feitos desde 2004, um total de 12 foram no exterior, a maioria na Suécia, e três no Brasil. A previsão é que o VSB-30 lance outros oito experimentos no país, todos para cargas de universidades, na base de Alcântara, no Maranhão.

No exterior, a maioria das cargas lançadas pelo foguete brasileiro é de experimentos científicos de alta tecnologia, ligados à área farmacêutica. “Também já fomos consultados pela Austrália, interessada em lançamentos”, disse Roda. Segundo ele, o custo do foguete está entre as vantagens do produto, que já tem 75% de fabricação nacional. O custo do VSB-30 é de cerca de R$2 milhões.

O IAE já tem produção de 24 foguetes VSB-30 para os interessados em lançamentos de experimentos científicos, operações que são realizadas com suporte total do IAE. Também estiveram envolvidos indiretamente na atividade a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Departamentode Ciênciae Tecnologia Aeroespacial (DCTA). [Com informações da FAB]

 

 

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Apple adia produção de iPad com tela grande

Da Folhapress

A venda dos tablets da empresa americana enfrentam forte queda / Foto: ReproduçãoA venda dos tablets da empresa americana enfrentam forte quedaFoto: Reprodução

A Apple, que se vê estagnada nas vendas de iPad, irá adiar a produção da versão do produto com uma tela maior, de acordo com a agência de notícias Bloomberg.

Enquanto o iPad mini tem tela com 7,9 polegadas e o iPad Air tem tela com 9,7 polegadas, esse novo produto teria uma de 12,9 polegadas.

Sua produção está prevista para começar em meados de setembro. Segundo fonte que preferiu não se revelar em entrevista à agência de notícias, isso se deu por conta de atrasos envolvendo o fornecimento dos painéis de exibição.

O lançamento desse novo produto aparece como tentativa do chefe executivo da empresa, Tim Cook, em aumentar as vendas do iPad que decaíram nos últimos trimestres –nos últimos três meses de 2014, a companhia vendeu 21,42 milhões de unidades, 17,6% a menos do que no mesmo período do ano anterior.

O produto também enfrenta competição direta com os próprios iPhones de grandes dimensões que foram lançados em setembro.

No entanto, mesmo com essa queda nas vendas, o mercado oferece oportunidades de crescimento para o iPad, que também pode ser encarado como um substituto de laptops.

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Falha deixou usuários do Google e da Apple vulneráveis por mais de 10 anos

Da Folhapress

O "bug" permitiria a hackers interceptar conexões seguras HTTPS e forçá-las a utilizarem criptografia mais fraca / Foto: AFPO “bug” permitiria a hackers interceptar conexões seguras HTTPS e forçá-las a utilizarem criptografia mais fracaFoto: AFP

Pesquisadores descobriram nesta semana uma falha de segurança, nomeada Freak, que deixou usuários de dispositivos da Apple e do Google vulneráveis por mais de uma década. Ambas as empresas tentam agora corrigi-la.

O “bug” permitiria a hackers interceptar conexões seguras HTTPS e forçá-las a utilizarem criptografia mais fraca do tipo “export-grade” (presente em alguns sites), que pode ser facilmente quebrada. O ataque seria possível no navegador de aparelhos com Android, no browser Safari e em Macs rodando o sistema operacional da Apple.

Um site dedicado ao Freak montou uma lista com milhares de páginas da web que poderiam ser exploradas por conterem a criptografia “export-grade”. Dentre elas, também estão páginas brasileiras de bancos (santander.com.br e itau.com.br), de lojas (extra.com.br, pontofrio.com.br, casasbahia.com.br) e de governos (planalto.gov.br, mg.gov.br e ibama.gov.br).

O instituto de pesquisas francês Inria, responsável por descobrir o Freak, disse que ainda não é possível saber se algum hacker se aproveitou da vulnerabilidade para roubar dados de internautas. Um porta-voz da Apple disse à agência de notícias Reuters que a atualização de software necessária para remediar o bug seria liberada na próxima semana. Já o Google afirmou que desenvolveu uma correção para o problema e que já o distribuiu para operadoras e fabricantes.

CRIPTOGRAFIA FRACA

Segundo os pesquisadores, a falha de segurança é resultado de uma antiga política dos Estados Unidos que proibia a exportação de encriptação forte e exigia que produtos vendidos para o exterior tivessem a criptografia mais fraca do tipo “export-grade”.

As restrições foram banidas no fim dos anos 1990, mas, de alguma forma, a tecnologia “export-grade” se proliferou e retornou aos EUA. A vulnerabilidade não havia sido notada até então.

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Carro antigo pode ter problema com aumento do etanol na gasolina

Da Agência Brasil

Carro antigo pode ter problema com aumento do etanol na gasolina / Foto: Agência BrasilCarro antigo pode ter problema com aumento do etanol na gasolinaFoto: Agência Brasil

O aumento do percentual de etanol anidro na gasolina, de 25% para 27%, pode causar problemas em veículos a gasolina produzidos antes da década de 90. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, Edson Orikassa, esses carros podem apresentar alterações em materiais de borracha, como mangueiras de combustíveis, além de plásticos e metais, que podem se oxidar com o etanol.

“Nos últimos anos, houve uma melhora grande desses materiais, mas pode ser que os veículos antigos ainda estejam sem a tecnologia para se proteger desse ataque”, disse. Nesses casos, a recomendação é que, até a conclusão de todos os testes, a gasolina utilizada seja a do tipo Premium, que não sofrerá aumento do percentual de álcool na mistura, mas é mais cara – o litro custa cerca de R$ 4.

Para o professor de engenharia automotiva da Universidade de Brasília (UnB) Alessandro Oliveira, tanto os carros com carburador quanto os primeiros fabricados com injeção eletrônica podem sofrer as consequências do aumento do etanol na gasolina. “Essa frota já é bastante reduzida, mas esses veículos podem sofrer um pouco mais com essa gasolina com mais álcool, inclusive em termos de consumo de combustível”, explica.

Outro problema são os carros importados com motor a gasolina. Segundo Oliveira, a maior parte dos veículos modernos é capaz de se adaptar à nova mistura, mas ainda não há estudos que comprovem o efeito da mudança na durabilidade desses carros. “É sempre uma dúvida em termos de durabilidade, sabemos que alguns veículos já sentem alguns problemas com a gasolina com 25% de etanol”, disse. A gasolina Premium também deve ser usada nesses casos, segundo o especialista.

Nos carros com motor flex, que representaram cerca de 88% dos veículos novos licenciados no ano passado, a mudança não terá nenhum impacto. “O carro flex está totalmente adaptado para esse tipo de aumento, tanto que você pode colocar apenas álcool que não tem problema”, diz Orikassa. No entanto, pode haver um pequeno aumento no consumo de combustível, mas que será pouco sentido pelos motoristas. “Às vezes, até o aumento de temperatura e a umidade em um dia provocam aumento de consumo”, explica Oliveira.

Na quarta-feira (4), ao anunciar a medida, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, disse que os testes de durabilidade, no caso de carros movidos exclusivamente a gasolina, ainda estão sendo feitos pela entidade e devem ser concluídos no fim do mês. “Por isso, insistimos bastante para que a gasolina Premium não sofresse nenhuma alteração em sua formulação, de forma que o consumidor tenha uma alternativa de abastecimento para os veículos movidos exclusivamente a gasolina”, disse.

A nova mistura, que passa a valer a partir de 16 de março, vai ser aplicada para a gasolina comum e a aditivada. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, os resultados dos testes feitos pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (Cenpes) da Petrobras não mostraram problemas técnicos para os veículos com o aumento da mistura.

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Operadoras e usuários se preparam para a chegada do nono dígito em PE

Foto: Divulgação.

Pernambuco e mais cinco Estados receberão o nono dígito a partir do dia 31 de maio. A mudança visa aumentar a oferta de números de telefone para linhas móveis, segundo determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Pernambuco (81 e 87), Paraíba (83), Piauí (86, 89), Ceará (85 e 88), Alagoas (82) e Rio Grande do Norte (84) terão que adicionar “9” à frente dos números de celular no dia 31 de maio. Como toda a mudança, algum transtorno é esperado na hora de digitar tantos números. Por isso as operadoras estão com ações para ajudar na transição.

A Oi disse por meio de sua assessoria que vai completar as ligações realizadas com oito dígitos. No entanto, o usuário vai ouvir uma mensagem avisando da adição do 9 à frente do número. A operadora também vai oferecer um canal de atendimento exclusivo para tratar do assunto, com profissionais de T.I, engenharia e relacionamento.

A operadora ainda dispõe de um aplicativo para iOS e Android para ajudar na mudança. Ele inclui automaticamente o 9 na frente dos telefones gravados na agenda.

A Vivo também contará com um aplicativo para atualização automática (iOS e Android). A empresa disse que está fazendo comunicação na fatura e estenderá a divulgação para os seus canais de relacionamento, como Call Center, lojas, redes sociais e no site.

Os clientes que possuem o serviço Vox Fácil, terão a atualização automática do 9° dígito, pois os equipamentos serão adaptados sem nenhum custo pela Vivo. A Claro também possui um aplicativo para inclusão do nono dígito nas lojas da Apple e Android.

Histórico

O acréscimo do nono dígito ocorreu em julho de 2012 e no interior do Estado (DDDs de 12 a 19), em 25 de agosto de 2013. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, com códigos DDDs 21, 22, 24, 27 e 28, a inclusão do dígito ocorreu em 27 de outubro de 2013.

Em novembro 2014, os estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima(DDD 91 ao 99), também tiveram acréscimo do nono digito. Até 2016, todos os números de celular do Brasil, exceto rádios, terão o 9°dígito.

 

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Cuidado: os hackers estão de olho no seu smartphone

Hoje os especialistas recomendam a instalação de antivírus que controlem a navegação na internet e o download de aplicativo apenas em plataformas oficiais / Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Hoje os especialistas recomendam a instalação de antivírus que controlem a navegação na internet e o download de aplicativo apenas em plataformas oficiais

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Muito vulneráveis atualmente, os smartphones podem se transformar no próximo alvo favorito dos hackers, que se aproveitam da negligência e da inocência dos usuários ao usar o aparelho.

“O mercado de celulares é regido pela inovação e se concentra sobretudo em ter as novas funcionalidades ligadas ao marketing mais do que na segurança e no respeito à vida privada”, analisa James Lyne, entrevistado durante o Mobile World Congress que termina nesta quinta-feira em Barcelona.

Responsável pela segurança global na Sophos, Lyne responsabiliza os fabricantes pela sensibilização insuficiente dos consumidores. Apenas 40% deles utiliza um código PIN.

Na apresentação do Galaxy S6 no domingo em Barcelona, a Samsung insistiu na aparência, na recarga sem fio e na qualidade de sua câmera fotográfica, mas apenas se referiu à proteção antivírus.

Por isso, explicou à AFP Tanguy de Coatpont, diretor-geral da Kaspersky Lab France, “vivemos com os smartphones o que experimentamos com os computadores há 15 anos”.

“Cada vez há mais problemas de segurança porque com sua potência se transformam em pequenos computadores, conectados permanentemente”, acrescentou.

O estudo mais recente dessa empresa especializada em antivírus mostra que 28% dos usuários ignoram tudo ou quase tudo sobre os aplicativos, o que favorece os cibercriminosos.

O mais surpreendente é que 26% das pessoas consultadas eram conscientes dos riscos, mas não se preocupavam. Esta irresponsabilidade transformou os smartphones nos últimos 2 anos em alvos fáceis dos hackers.

Segundo a Alcatel-Lucent, 16 milhões de pessoas foram vítimas destes ataques em 2014.

“Estamos em crescimento por volume as vezes superiores a 400% de trimestre em trimestre”, mas falta muito para que os números se aproximem dos ataques aos computadores, diz David Grout, diretor para Europa do Sul da Intel Security.

“É um vetor de risco cada vez mais importante porque os hackers têm ao alcance de suas mãos várias informações pessoais (…) principalmente financeiras”, acrescenta.

 

Poucos modelos seguros

Seja os modelos básicos ou os de alta tecnologia, os celulares de geração não foram fabricados pensando em segurança, salvo a rara exceção de um modelo como o Blackphone 2, apresentado na segunda-feira em Barcelona.

Como o modelo anterior, lançado em 2014, este smartphone protege em teoria seu proprietário dos ciberataques e da vigilância das agências de espionagem.

Por mais de 600 dólares, o último celular da empresa Silent Circle permite fazer chamadas ou enviar mensagens cifradas a um smartphone clássico. Trabalha no mesmo mercado que a BlackBerry, voltada especialmente para empresas, expostas a maiores ataques, pois os aparelhos de seus funcionários não estão protegidos.

Neste mercado, o grupo francês CS Communication et Systèmes apresentou em Barcelona uma solução baseada em um cartão de memória micro-SD que deve ser inserido no aparelho para proteger as conversas e o envio de dados.

“Os ataques acontecem principalmente no Android, uma plataforma muito aberta que domina mais de 80% do mercado”, diz De Coatpont.

Mas o sistema operacional da Apple, o iOs, apesar de ser considerado mais seguro que o da Google, também não está imune.

“No último mês, no Reino Unido, a versão do iPhone para o aplicativo de encontros gays Grindr foi pirateada”, revela Sean Sullivan, investigador na F-Secure. Os hackers esperam que as vítimas não denunciem suas atividades para não revelar sua orientação sexual, acrescenta.

“Se fez necessário que um vírus tão potente como o Cryptolocker de 2013 fosse lançado na versão celular para criar um impacto na opinião pública”, diz Sullivan, se referindo a esse software feito na Rússia.

Este vírus restringia o acesso a parte do sistema do computador e pedia um resgate para o proprietário para recuperação. Agora ele já pode afetar também os celulares.

Mesmo pagando, suas vítimas teriam uma possibilidade muito pequena de recuperar seus dados.

Hoje os especialistas recomendam a instalação de antivírus que controlem a navegação na internet e o download de aplicativo apenas em plataformas oficiais.
Da AFP

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Facebook vai popularizar realidade virtual, diz Mark Zuckerberg

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O Facebook está investindo pesado na realidade virtual, segundo informou o presidente da empresa Mark Zuckerberg. Ele disse durante o Mobile World Congress, em Barcelona, que a rede social vai dar ao VR a mesma importância que no passado tiveram conteúdos em vídeos e foto.

Zuckerberg respondeu perguntas dos usuários. Ele contou que a realidade virtual é uma evolução do consumo de conteúdo. “Há muitas maneiras nas quais as pessoas querem se conectar e compartilhar. A tecnologia hoje permite fazer isso”.

Vale lembrar que o Facebook comprou recentemente o óculos de realidade virtual OculusRift, feito pela empresa OculusVR. Ele também falou da importância das redes sociais para a liberdade de expressão. [Via EFE]

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Instagram passa a permitir links clicáveis dentro do app

Foto: Divulgação.

O Instagram divulgou nesta quarta-feira (4) o lançamento de uma nova ferramenta que permitirá a inclusão de links dentro do app. A medida atende aos pedidos dos anunciantes, que exigiam maneiras mais chamativas de propagandas.

Até recentemente a empresa não permitia a inclusão de URLs dentro da navegação do aplicativo. A justificativa é que a proposta da empresa era a de as pessoas navegarem pelas imagens e não pela web.

Esse conceito do Instagram foi levemente alterado por causa dos pedidos de seus anunciantes, que exigiam outras formas de anúncios para alguns produtos mais específicos.

A nova experiência de navegação da rede social oferecerá uma galeria de fotos correlacionadas e, abaixo delas, um botão de “leia mais” que abrirá um navegador interno dentro do próprio Instagram. O link levará a uma página onde será possível obter mais informações sobre determinados assuntos. O usuário pode voltar a “experiência tradicional” do aplicativo com apenas um clique.

As principais queixas dos anunciantes eram referentes a produtos que pediam mais do que uma única imagem para que a propaganda tivesse impacto real no usuário do Instagram. Empresas de roupas e de automóveis alegavam que era preciso uma gama maior de imagem para despertar o interesse de quem visualiza.

Uma empresa de moda, por exemplo, poderia exibir numa imagem uma modelo usando o look completo, na imagem seguinte um detalhe do vestido, em outra os acessórios. O botão “leia mais” levaria a uma página onde o usuário poderia realizar a compra.

Veja o vídeo institucional que o Instagram lançou para explicar a ferramenta, clique AQUI.

No início, a expectativa é que apenas empresas institucionais que buscam influência de marcas façam esse tipo de anúncio no Instagram; Coca-Cola e marcas do mercado de moda como Michael Kors, por exemplo. Esse lançamento inicial terá uma ênfase na marca”, explicou James Quarles, um dos executivos do Instagram.

Por enquanto, os anúncios vão incluir apenas fotos, mas há a possibilidade de que vídeos também possam integrar essa forma de divulgação no aplicativo. Outra expectativa é de que os usuários possam ter a opção de compartilhar as galerias multi-fotos dos anúncios, mas para isso será observada a reação dos usuários com o novo esquema de divulgação.

Com pouco tempo no mercado, o Instagram nunca permitiu que URLs fosses incluídas nos posts, o que garante ao aplicativo um visual limpo e sem tanta poluição, se comparado a outras redes mais usadas, como Facebook e Twitter. Há o desejo dos usuários que a empresa mantenha essa cultura visual do app.

NEGÔCIOS – Em 2012, o Facebook desembolsou 715 dólares pelo Instagram, e agora começa a saga para que esse investimento traga lucro. Com essa nova ferramenta em funcionamento, será possível ao anunciante saber não apenas se o usuário visualizou a propaganda, mas também se ele curtiu, se compartilhou, ou mesmo se passaram por todas as fotos da galeria.

 

MundoBit

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Brasileiro Alexandre Hohagen deixa vice-presidência do Facebook

O brasileiro Alexandre Hohagen trabalhava na companhia desde 2011, quando trocou o Google pela rede social de Mark Zuckerberg / Foto: LOIC VENANCE / AFP

O brasileiro Alexandre Hohagen trabalhava na companhia desde 2011, quando trocou o Google pela rede social de Mark Zuckerberg

Foto: LOIC VENANCE / AFP

O brasileiro Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook para a América Latina, anunciou nesta quarta-feira (4) que está deixando a empresa – ele trabalhava na companhia desde 2011, quando trocou o Google pela rede social de Mark Zuckerberg.

Em uma mensagem em seu perfil no site, Hohagen disse querer “ir atrás de outros sonhos” e usar sua “experiência e conhecimento para ajudar jovens empreendedores latino-americanos e organizações sem fins lucrativos da região”.

O executivo já é investidor de ao menos uma start-up (empresa iniciante de base tecnológica) no Brasil, a MarketUP, dona de um sistema on-line de gestão para pequenas empresas.

Hohagen foi um dos primeiros contratados do Google no Brasil, logo depois que a empresa de buscas começou a operar no país, em 2005. Foi presidente da companhia aqui, depois diretor-geral para os países latinos e líder de operações na América Latina.

Foi contratado pelo Facebook em 2011 e, segundo contou na mensagem de despedida, começou o trabalho na sala de casa. “Eu ainda lembro de pedir silêncio para as minhas filhas enquanto eu entrevistava candidatos que iriam se somar a mim nessa aventura incrível”, afirmou.

Ainda não está definido quem irá ocupar seu cargo na empresa.

 

Da Folhapress

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